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Santo Inácio De Loyola

Inácio de Loyola nasceu numa família cristã nobre e muito rica numa cidade na Espanha, em 1491. Foi educado com todo cuidado para se tornar um perfeito fidalgo. Cresceu apreciando os luxos da corte e era um ótimo cavaleiro. Com 26 anos optou pela carreira militar, mas uma bala de canhão mudou sua vida. Ferido na perna esquerda, durante a defesa da cidade de Pamplona, ele ficou um longo tempo em convalescença. Nesse meio tempo trocou a leitura dos romances de guerra por livros sobre a vida dos santos e a Paixão de Cristo. E assim foi tocado pela Graça de Deus. Quando ficou curado, trocou a vida de militar por uma vida de dedicação a Deus. Foi então à capela do santuário de Nossa Senhora de Montserrat, pendurou sua espada no altar e deu as costas ao mundo da corte e das pompas. A partir deste momento passou a ser chamado de Inácio. Viveu como eremita e mendigo passando as mais duras necessidades. Ali preparou a base do seu livro mais importante: “Exercícios Espirituais”. Mudou-se para Paris, onde estudou filosofia e teologia. No ano de 1534 fundou a Companhia de Jesus junto com mais seis companheiros. Nascia assim os missionários jesuítas, que espalharam-se pelo mundo levando o Evangelho para os povos mais longínquos do planeta. Inácio morreu no dia 31 de julho de 1556, em Roma, na Itália.   Colaboração: Padre Evaldo César de Souza, CSsR Fonte: Santo do dia – Notícias Católicas

2ª-feira Da 17ª Semana Do Tempo Comum

1ª Leitura – Ex 32,15-24.30-34 Este povo cometeu um grandíssimo pecado:fizeram para si deuses de ouro. Leitura do Livro do Êxodo 32,15-24.30-34 Naqueles dias: 15 Moisés voltou do cume da montanha, trazendo nas mãos as duas tábuas da aliança, que estavam escritas de ambos os lados. 16 Elas eram obra de Deus e a escritura nelas gravada era a escritura mesma de Deus. 17 Josué, ouvindo o tumulto do povo que gritava, disse a Moisés: ‘Há gritos de guerra no acampamento!’. 18 Moisés respondeu: ‘Não são gritos de vitória, nem gritos de derrota; o que ouço são vozes de gente que canta’. 19 Quando chegou perto do acampamento, e viu o bezerro e as danças, Moisés encheu-se de ira e arremessou por terra as tábuas, quebrando-as no sopé da montanha. 20 Em seguida, apoderou-se do bezerro que haviam feito, queimou-o e triturou-o, até reduzi-lo a pó. Depois, espalhou o pó na água, e fez os filhos de Israel beberem dela. 21 Moisés disse a Aarão: ‘Que te fez este povo, para atraíres sobre ele tão grande pecado?’ 22 Aarão respondeu: ‘Não se indigne o meu Senhor. Tu bem sabes que este povo é inclinado ao mal. 23 Eles me disseram: ‘Faze-nos deuses que caminhem à nossa frente, pois quanto àquele Moisés, que nos tirou da terra do Egito, não sabemos o que lhe aconteceu’. 24 Eu, então, lhes disse: ‘Quem de vós tem ouro?’ Eles trouxeram ouro e me entregaram, e eu lancei-o no fogo e saiu este bezerro’. 30 No dia seguinte, Moisés disse ao povo: ‘Vós cometestes um grandíssimo pecado. Mas vou subir ao Senhor para ver se de algum modo poderei obter perdão para o vosso delito’. 31 Moisés voltou para junto do Senhor, e disse: ‘Ah! este povo cometeu um grandíssimo pecado: fizeram para si deuses de ouro. 32 Peço-te que lhe perdoes esta culpa, senão, risca-me do livro que escreveste’. 33 O Senhor respondeu a Moisés: ‘É aquele que pecou contra mim que eu riscarei do meu livro. 34 E agora vai, e conduze este povo para onde eu te disse. O meu anjo irá à tua frente; mas, quando chegar o dia do castigo, eu os punirei por este seu pecado’. Palavra do Senhor.  Salmo – Sl 105, 19-20. 21-22. 23 (R. 1a) R. Dai graças ao Senhor, porque ele é bom! Ou: Aleluia, Aleluia, Alelui 19 Construíram um bezerro no Horeb * e adoraram uma estátua de metal; 20 eles trocaram o seu Deus, que é sua glória, * pela imagem de um boi que come feno. R.  21 Esqueceram-se do Deus que os salvara, * que fizera maravilhas no Egito; 22 no país de Cam fez tantas obras admiráveis, * no Mar Vermelho, tantas coisas assombrosas. R.  23 Até pensava em acabar com sua raça, * não se tivesse Moisés, o seu eleito, interposto, intercedendo junto a ele, * para impedir que sua ira os destruísse. R.  Evangelho – Mt 13,31-35 O grão de mostrarda torna-se uma árvore,de modo que os pássaros vêm e fazem ninhos em seus ramos. + Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus 13,31-35 Naquele tempo: 31 Jesus contou-lhes outra parábola: ‘O Reino dos Céus é como uma semente de mostarda que um homem pega e semeia no seu campo. 32 Embora ela seja a menor de todas as sementes, quando cresce, fica maior do que as outras plantas. E torna-se uma árvore, de modo que os pássaros vêm e fazem ninhos em seus ramos.’ 33 Jesus contou-lhes ainda uma outra parábola: ‘O Reino dos Céus é como o fermento que uma mulher pega e mistura com três porções de farinha, até que tudo fique fermentado.’ 34 Tudo isso Jesus falava em parábolas às multidões. Nada lhes falava sem usar parábolas, 35 para se cumprir o que foi dito pelo profeta: ‘Abrirei a boca para falar em parábolas; vou proclamar coisas escondidas desde a criação do mundo’. Palavra da Salvação.  Reflexão – Mt 13, 31-35 A nossa vida de fé é um processo de maturação espiritual que encontra seu início nas águas do Batismo e deve crescer durante toda nossa vida apesar de todas as dificuldades que marcam a existência humana. Este crescimento deve acontecer constantemente. Deve ser uma busca cada vez maior da perfeição, conforme nos diz o próprio Jesus: Sede perfeitos como vosso Pai que está nos céus é perfeito. O modelo para nós de perfeição é o próprio Jesus, e é por isso que São Paulo nos exorta ao crescimento até atingirmos a estatura de Cristo. O amor nos leva ao crescimento, já que a caridade é o vínculo da perfeição e quem ama permanece em Deus. Fonte: CNBB  Fonte: Evangelho do dia – Notícias Católicas