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Evangelho Do Dia 2018-06-29

Sexta-feira, 29 de junho de 2018. Santo do dia: Solenidade de São Pedro e São Paulo, Apóstolos; Santas Maria Du Tianshi e sua filha Madalena Du Fengju, mártiresCor litúrgica: verde Evangelho do dia: São Mateus 8,1-4 Primeira leitura: 2 Reis  25,1-12Leitura do segundo livro dos Reis: 1No nono ano do reinado de Sedecias, no dia dez do décimo mês, Nobucodonosor, rei da Babilônia, veio atacar Jerusalém com todo o seu exército. Puseram-lhe um cerco e construíram torres de assalto ao seu redor. 2A cidade ficou sitiada e rodeada de valas até ao décimo primeiro ano do reinado de Sedecias. 3No dia nove do quarto mês, quando a fome se agravava na cidade e a população não tinha mais o que comer, 4abriram uma brecha na muralha da cidade. Então o rei fugiu de noite, com todos os guerreiros, pela porta entre os dois muros, perto do jardim real, se bem que os caldeus cercavam a cidade, e seguiram pela estrada que conduz à Araba. 5Mas o exército dos caldeus perseguiu o rei e alcançou-o na planície de Jericó, enquanto todo o seu exército se dispersou e o abandonou. 6Os caldeus prenderam o rei e levaram-no a Rebla, à presença do rei da Babilônia, que pronunciou sentença contra ele. 7Matou os filhos de Sedecias, na sua presença, vasou-lhe os olhos e, preso com uma corrente de bronze, levou-o para a Babilônia. 8No dia sete do quinto mês, data que corresponde ao ano dezenove do reinado de Nabucodonosor, rei da Babilônia, Nabuzardã, comandante da guarda e oficial do rei da Babilônia, fez a sua entrada em Jerusalém. 9Ele incendiou o templo do Senhor e o palácio do rei e entregou às chamas todas as casas e os edifícios de Jerusalém. 10Todo o exército dos caldeus, que acompanhava o comandante da guarda, destruiu as muralhas que rodeavam Jerusalém. 11Nabuzardã, comandante da guarda, exilou o resto da população que tinha ficado na cidade, os desertores que se tinham passado ao rei da Babilônia e o resto do povo. 12E, dos pobres do país, o comandante da guarda deixou uma parte, como vinhateiros e agricultores. – Palavra do Senhor – Graças a Deus Salmo 136(137) – Junto aos rios da Babilônia nos sentávamos chorando, com saudades de Sião. Nos salgueiros por ali penduramos nossas harpas. R: Que se prenda a minha língua ao céu da boca, se de ti Jerusalém, eu me esquecer! – Pois foi lá que os opressores nos pediram nossos cânticos; nossos guardas exigiam alegria na tristeza: ‘Cantai hoje para nós algum canto de Sião!’ R: Que se prenda a minha língua ao céu da boca, se de ti Jerusalém, eu me esquecer! – Como havemos de cantar os cantares do Senhor numa terra estrangeira? Se de ti, Jerusalém, algum dia eu me esquecer, que resseque a minha mão! R: Que se prenda a minha língua ao céu da boca, se de ti Jerusalém, eu me esquecer! – Que se cole a minha língua e se prenda ao céu da boca, se de ti não me lembrar Se não for Jerusalém minha grande alegria! R: Que se prenda a minha língua ao céu da boca, se de ti Jerusalém, eu me esquecer! Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus 8,1-4 – Aleluia, aleluia, aleluia.– O Cristo tomou sobre si nossas dores, carregou em seu corpo as nossas fraquezas (Mt 8,17); Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus: 1Tendo Jesus descido do monte, numerosas multidões o seguiam. 2Eis que um leproso se aproximou e se ajoelhou diante dele, dizendo: ‘Senhor, se queres, tu tens o poder de me purificar.’ 3Jesus estendeu a mão, tocou nele e disse: ‘Eu quero, fica limpo.’ No mesmo instante, o homem ficou curado da lepra. 4Então Jesus lhe disse: ‘Olha, não digas nada a ninguém, mas vai mostrar-te ao sacerdote, e faze a oferta que Moisés ordenou, para servir de testemunho para eles.’ – Palavra da Salvação– Glória a Vós, Senhor Fonte: Evangelho Diário – Arautos do Evangelho

Santa Ema, Viúva

Santa Ema, filha de conde e parente de Santo Henrique, o imperador, foi educada na corte onde se sobressaiu Santa Cunegunda, a imperatriz. Casada com Guilherme, um landgrave (1), teve dois filhos: Guilherme e Hartwig. Ambos foram assassinados ao mesmo tempo, quando inspecionavam as minhas de ouro e prata, onde o pai os colocara como diretores. A dor de Santa Ema foi cruciante. E o landgrave, no auge da desesperação, idealizou uma vingança tremenda, na qual pudesse afogar a dor da esposa e a própria. Ema, todavia, conteve-o. E Guilherme, caindo em si, por penitência, empreendeu uma peregrinação a Roma, no regresso da qual, santamente expirou. Ema, resignada com a sorte, desfez-se da fortuna. Distribuiu uma parte aos pobres e a outra empregou em piedosas fundações. Ergueu um mosteiro para homens e mulheres; o castelo em que vivia, transformou-o em convento; e uma igreja, consagrada a Nossa Senhora, foi erigida em 1043. Falecida em 1045, teve as relíquias colocadas na vasta catedral de Gurk no ano de 1174.(Vida dos Santos, Padre Rohrbacher, Volume XI, p. 379-380) Fonte: Santo do Dia – Arautos do Evangelho