São Pedro Vincioli, Abade

São Pedro Vincioli nasceu perto de Perusa, onde fez os estudos. Da clericatura passou ao sacerdócio. Contristado com o abandono em que jazia a catedral dedicada ao Apóstolo Pedro, dirigiu-se ao bispo Honesto, solicitando-lhe permissão para restaurá-la. O bispo, depois de alguma hesitação, deu-lhe a ordem de iniciar os trabalhos, e Pedro, cheio do mais ardoroso afã, deu começo às obras. Muito antiga, deixada à ação do tempo, por Rogério, predecessor de Honesto, a catedral requeria árduo labor. Muitos milagres marcaram aquela restauração. Sem qualquer auxílio senão o de Deus, Pedro vivia a braços com as necessidades dos operários. Assim, do céu veio a ajuda. Certa vez, misteriosos personagens surgiram a trazer pão para os trabalhadores, quando nem uma migalha havia; de outra feita, de alto andaime, precipitou-se ao solo um dos pedreiros, chegando embaixo sem qualquer dano: uma coluna, a pender, tornava ao lugar com fervoroso sinal da cruz do futuro abade. Findo o trabalho, a catedral reluzia, com as suas três naves, de transepto, de teto sustentado por dezoito colunas e de mármore, que Pedro fizera vir de lugares distantes. A dedicação da igreja de São Pedro ocorreu no ano de 969. Com o bispo de Perusa, o Santo buscou Roma, e ao Papa João XIII disse que, servida por monges beneditinos, a nova fundação só necessitava de aprovação, a qual, humildemente, solicitou do Sumo Pontífice. Feito abade pelo Papa, Pedro Vincioli tornou com o bispo. Desde 1002 o mosteiro de São Pedro de Perusa abraçou a reforma de Cluny. Após ter feito inúmeros milagres e ter levado vida da mais santas, São Pedro Vincioli faleceu aos 10 de Julho de 1007. A abadia passou por duras fases. Destruída por um incêndio, foi reconstruída em 1318. Em 1436 Eugênio IV reuniu-a à congregação do Monte Cassino. Suprimida por Napoleão, Pio VII restaurou-a. Novamente suprimida pelo governo italiano, reapareceu pouco mais tarde, sempre debaixo da congregação beneditina do Monte Cassino. Foto: santiebeati.it (Vida dos Santos, Padre Rohrbacher, Volume XII, p. 359-360) Fonte: Santo do Dia – Arautos do Evangelho
São Pedro Vincioli, Abade

São Pedro Vincioli nasceu perto de Perusa, onde fez os estudos. Da clericatura passou ao sacerdócio. Contristado com o abandono em que jazia a catedral dedicada ao Apóstolo Pedro, dirigiu-se ao bispo Honesto, solicitando-lhe permissão para restaurá-la. O bispo, depois de alguma hesitação, deu-lhe a ordem de iniciar os trabalhos, e Pedro, cheio do mais ardoroso afã, deu começo às obras. Muito antiga, deixada à ação do tempo, por Rogério, predecessor de Honesto, a catedral requeria árduo labor. Muitos milagres marcaram aquela restauração. Sem qualquer auxílio senão o de Deus, Pedro vivia a braços com as necessidades dos operários. Assim, do céu veio a ajuda. Certa vez, misteriosos personagens surgiram a trazer pão para os trabalhadores, quando nem uma migalha havia; de outra feita, de alto andaime, precipitou-se ao solo um dos pedreiros, chegando embaixo sem qualquer dano: uma coluna, a pender, tornava ao lugar com fervoroso sinal da cruz do futuro abade. Findo o trabalho, a catedral reluzia, com as suas três naves, de transepto, de teto sustentado por dezoito colunas e de mármore, que Pedro fizera vir de lugares distantes. A dedicação da igreja de São Pedro ocorreu no ano de 969. Com o bispo de Perusa, o Santo buscou Roma, e ao Papa João XIII disse que, servida por monges beneditinos, a nova fundação só necessitava de aprovação, a qual, humildemente, solicitou do Sumo Pontífice. Feito abade pelo Papa, Pedro Vincioli tornou com o bispo. Desde 1002 o mosteiro de São Pedro de Perusa abraçou a reforma de Cluny. Após ter feito inúmeros milagres e ter levado vida da mais santas, São Pedro Vincioli faleceu aos 10 de Julho de 1007. A abadia passou por duras fases. Destruída por um incêndio, foi reconstruída em 1318. Em 1436 Eugênio IV reuniu-a à congregação do Monte Cassino. Suprimida por Napoleão, Pio VII restaurou-a. Novamente suprimida pelo governo italiano, reapareceu pouco mais tarde, sempre debaixo da congregação beneditina do Monte Cassino. Foto: santiebeati.it (Vida dos Santos, Padre Rohrbacher, Volume XII, p. 359-360) Fonte: Santo do Dia – Arautos do Evangelho
São Pedro Vincioli, Abade

São Pedro Vincioli nasceu perto de Perusa, onde fez os estudos. Da clericatura passou ao sacerdócio. Contristado com o abandono em que jazia a catedral dedicada ao Apóstolo Pedro, dirigiu-se ao bispo Honesto, solicitando-lhe permissão para restaurá-la. O bispo, depois de alguma hesitação, deu-lhe a ordem de iniciar os trabalhos, e Pedro, cheio do mais ardoroso afã, deu começo às obras. Muito antiga, deixada à ação do tempo, por Rogério, predecessor de Honesto, a catedral requeria árduo labor. Muitos milagres marcaram aquela restauração. Sem qualquer auxílio senão o de Deus, Pedro vivia a braços com as necessidades dos operários. Assim, do céu veio a ajuda. Certa vez, misteriosos personagens surgiram a trazer pão para os trabalhadores, quando nem uma migalha havia; de outra feita, de alto andaime, precipitou-se ao solo um dos pedreiros, chegando embaixo sem qualquer dano: uma coluna, a pender, tornava ao lugar com fervoroso sinal da cruz do futuro abade. Findo o trabalho, a catedral reluzia, com as suas três naves, de transepto, de teto sustentado por dezoito colunas e de mármore, que Pedro fizera vir de lugares distantes. A dedicação da igreja de São Pedro ocorreu no ano de 969. Com o bispo de Perusa, o Santo buscou Roma, e ao Papa João XIII disse que, servida por monges beneditinos, a nova fundação só necessitava de aprovação, a qual, humildemente, solicitou do Sumo Pontífice. Feito abade pelo Papa, Pedro Vincioli tornou com o bispo. Desde 1002 o mosteiro de São Pedro de Perusa abraçou a reforma de Cluny. Após ter feito inúmeros milagres e ter levado vida da mais santas, São Pedro Vincioli faleceu aos 10 de Julho de 1007. A abadia passou por duras fases. Destruída por um incêndio, foi reconstruída em 1318. Em 1436 Eugênio IV reuniu-a à congregação do Monte Cassino. Suprimida por Napoleão, Pio VII restaurou-a. Novamente suprimida pelo governo italiano, reapareceu pouco mais tarde, sempre debaixo da congregação beneditina do Monte Cassino. Foto: santiebeati.it (Vida dos Santos, Padre Rohrbacher, Volume XII, p. 359-360) Fonte: Santo do Dia – Arautos do Evangelho
Evangelho Do Dia 2018-07-10

Terça-feira, 10 de Julho de 2018. Santo do dia: Santos Agostinho Zhaom Rong, presbítero, e companheiros, mártires; Santa Amalberga, virgemCor litúrgica: verde Evangelho do dia: São Mateus 9, 32-38 Primeira leitura: Oseias 8, 4-7.11-13Leitura da profecia de Oseias: Assim fala o Senhor: 4“Eles constituíram reis sem minha vontade; constituíram príncipes sem meu conhecimento; sua prata e seu ouro serviram para fazer ídolos e para sua perdição. 5Teu bezerro, ó Samaria, foi jogado ao chão; minha cólera inflamou-se contra eles. Até quando ficarão sem purificar-se? 6Esse bezerro provém de Israel; um artesão fabricou-o, isso não é um deus; será feito em pedaços esse bezerro de Samaria. 7Semeiam ventos, colherão tempestades; se não há espiga, o grão não dará farinha; e, mesmo que dê, estranhos a comerão. 11Efraim ergueu muitos altares em expiação do pecado, mas seus altares resultaram-lhe em pecado. 12Eu lhes deixei, por escrito, grande número de preceitos, mas estes foram considerados coisa que não lhes toca. 13Gostam de oferecer sacrifícios, imolam carnes e comem; mas o Senhor não os recebe. Antes, o Senhor lembra seus pecados e castiga suas culpas: eles deverão voltar para o Egito”. – Palavra do Senhor – Graças a Deus Salmo 113B (115) – É nos céus que está o nosso Deus, ele faz tudo aquilo que quer. São os deuses pagãos ouro e prata, todos eles são obras humanas. R: Confia, Israel, no Senhor! – Têm boca e não podem falar, têm olhos e não podem ver; têm nariz e não podem cheirar, tendo ouvidos, não podem ouvir. R: Confia, Israel, no Senhor! – Têm mãos e não podem pegar, têm pés e não podem andar. Como eles, serão seus autores, que os fabricam e neles confiam. R: Confia, Israel, no Senhor! – Confia, Israel, no Senhor. Ele é teu auxílio e escudo! Confia, Aarão, no Senhor. Ele é teu auxílio e escudo! R: Confia, Israel, no Senhor! Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus 9, 32-38 – Aleluia, Aleluia, Aleluia.– Eu sou o bom pastor, conheço minhas ovelhas, e elas me conhecem, assim fala o Senhor (Jo 10,14); Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus: Naquele tempo, 32apresentaram a Jesus um homem mudo, que estava possuído pelo demônio. 33Quando o demônio foi expulso, o mudo começou a falar. As multidões ficaram admiradas e diziam: “Nunca se viu coisa igual em Israel”. 34Os fariseus, porém, diziam: “É pelo chefe dos demônios que ele expulsa os demônios”. 35Jesus percorria todas as cidades e povoados, ensinando em suas sinagogas, pregando o evangelho do reino e curando todo tipo de doença e enfermidade. 36Vendo Jesus as multidões, compadeceu-se delas, porque estavam cansadas e abatidas como ovelhas que não têm pastor. Então disse a seus discípulos: 37“A messe é grande, mas os trabalhadores são poucos. 38Pedi, pois, ao dono da messe que envie trabalhadores para a sua colheita!” – Palavra da Salvação– Glória a Vós, Senhor Comentário por São João Crisóstomo, Bispo e Doutor da IgrejaHomilia sobre a seara grande, 10,2-3; PG 63, 519-521 «A seara é grande» Todos os trabalhos do agricultor vão naturalmente dar à colheita. Então porque foi que Cristo disse que a colheita ainda estava no começo? A idolatria reinava em toda a Terra. […] Por todo o lado se praticava a fornicação, o adultério, o deboche, a cupidez, roubos e guerras. […] A Terra estava cheia de muitos males! Nenhuma semente tinha ainda sido lançada. Os espinhos, os cardos e as ervas daninhas que cobriam o chão ainda não tinham sido arrancados. Não se tinha ainda puxado a charrua nem traçado um sulco. Então como é que Jesus pode afirmar que a seara é grande? […] Os apóstolos terão, muito provavelmente, ficado desconcertados: «Como poderemos sequer abrir a boca e manter-nos de pé diante de tantos homens? Como poderemos nós, os Onze, corrigir todos os habitantes da Terra? Saberemos, nós que somos tão ignorantes, abordar os sábios; nós, que nada temos, confrontar homens armados; nós, que somos subordinados, enfrentar as autoridades? Nós que apenas sabemos uma língua, seremos capazes de discutir com os povos bárbaros, que falam outras línguas? Quem nos ouvirá, se nem compreendem o que dizemos?» Jesus não quer que estes raciocínios os mergulhem na confusão. Por isso, quando afirma que o evangelho é uma seara, é como se lhes dissesse: «Está tudo preparado. Eu envio-vos a colher o trigo maduro; podereis semear e colher no mesmo dia». Quando o agricultor sai de sua casa para ir fazer a ceifa, transborda de alegria e resplandece de felicidade. Não contempla as dores nem as dificuldades que poderá encontrar. […] «Emprestai-me a vossa língua», diz Cristo, «e vereis o trigo maduro entrar nos celeiros do rei». E acrescenta: «Eu estarei sempre convosco até ao fim dos tempos» (Mt 28,20). Fonte: Evangelho Diário – Arautos do Evangelho