Search
Close this search box.

Evangelho Do Dia 2018-07-15

Domingo, 15 de Julho de 2018. Santo do dia: São Boaventura, Bispo e Doutor da Igreja; Beato Miguel Bernardo Marchand, presbítero e mártirCor litúrgica: verde Evangelho do dia: São Marcos 6, 7-13 Primeira leitura: Amós 7, 12-15Leitura da profecia de Amós: Naqueles dias, 12disse Amasias, sacerdote de Betel, a Amós: “Vidente, sai e procura refúgio em Judá, onde possas ganhar teu pão e exercer a profecia; 13mas em Betel não deverás insistir em profetizar, porque aí fica o santuário do rei e a corte do reino”. 14Respondeu Amós a Amasias, dizendo: “Não sou profeta nem sou filho de profeta; sou pastor de gado e cultivo sicômoros. 15O Senhor chamou-me quando eu tangia o rebanho, e o Senhor me disse: ‘Vai profetizar para Israel, meu povo’”. – Palavra do Senhor – Graças a Deus Salmo 84 (85) – Quero ouvir o que o Senhor irá falar: é a paz que ele vai anunciar. Está perto a salvação dos que o temem, e a glória habitará em nossa terra. R: Mostrai-nos, ó Senhor, vossa bondade e a vossa salvação nos concedei! – A verdade e o amor se encontrarão, a justiça e a paz se abraçarão; da terra brotará a fidelidade, e a justiça olhará dos altos céus. R: Mostrai-nos, ó Senhor, vossa bondade e a vossa salvação nos concedei! – O Senhor nos dará tudo o que é bom, e a nossa terra nos dará suas colheitas; a justiça andará na sua frente e a salvação há de seguir os passos seus. R: Mostrai-nos, ó Senhor, vossa bondade e a vossa salvação nos concedei! Segunda leitura: Efésios 1, 3-14 ou 3-10Leitura da carta de são Paulo aos Efésios: [3Bendito seja Deus, Pai de nosso Senhor Jesus Cristo. Ele nos abençoou com toda a bênção do seu Espírito em virtude de nossa união com Cristo, no céu. 4Em Cristo, ele nos escolheu, antes da fundação do mundo, para que sejamos santos e irrepreensíveis sob o seu olhar, no amor. 5Ele nos predestinou para sermos seus filhos adotivos por intermédio de Jesus Cristo, conforme a decisão da sua vontade, 6para o louvor da sua glória e da graça com que ele nos cumulou no seu bem-amado. 7Pelo seu sangue, nós somos libertados. Nele, as nossas faltas são perdoadas, segundo a riqueza da sua graça, 8que Deus derramou profusamente sobre nós, abrindo-nos a toda sabedoria e prudência. 9Ele nos fez conhecer o mistério da sua vontade, o desígnio benevolente que de antemão determinou em si mesmo, 10para levar à plenitude o tempo estabelecido e recapitular, em Cristo, o universo inteiro: tudo o que está nos céus e tudo o que está sobre a terra]. 11Nele também nós recebemos a nossa parte. Segundo o projeto daquele que conduz tudo conforme a decisão de sua vontade, nós fomos predestinados 12a ser, para o louvor de sua glória, os que de antemão colocaram a sua esperança em Cristo. 13Nele também vós ouvistes a palavra da verdade, o evangelho que vos salva. Nele, ainda, acreditastes e fostes marcados com o selo do Espírito prometido, o Espírito Santo, 14que é o penhor da nossa herança para a redenção do povo que ele adquiriu para o louvor da sua glória. – Palavra do Senhor – Graças a Deus Evangelho de Jesus Cristo segundo São Marcos 6, 7-13 – Aleluia, Aleluia, Aleluia.– Que o Pai do Senhor Jesus Cristo nos dê do saber o Espírito; conheçamos, assim, a esperança à qual nos chamou como herança (Ef 1,17s); Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Marcos: Naquele tempo, 7Jesus chamou os doze e começou a enviá-los dois a dois, dando-lhes poder sobre os espíritos impuros. 8Recomendou-lhes que não levassem nada para o caminho, a não ser um cajado; nem pão, nem sacola, nem dinheiro na cintura. 9Mandou que andassem de sandálias e que não levassem duas túnicas. 10E Jesus disse ainda: “Quando entrardes numa casa, ficai ali até vossa partida. 11Se em algum lugar não vos receberem nem quiserem vos escutar, quando sairdes, sacudi a poeira dos pés, como testemunho contra eles!” 12Então os doze partiram e pregaram que todos se convertessem. 13Expulsavam muitos demônios e curavam numerosos doentes, ungindo-os com óleo. – Palavra da Salvação– Glória a Vós, Senhor Comentário ao Evangelho por São Cirilo de Alexandria, Bispo, Doutor da Igreja «Começou a enviá-los dois a dois» Nosso Senhor Jesus Cristo constituiu-os guias e mestres do mundo e «dispensadores dos seus divinos mistérios» (1Cor 4,11) e mandou-lhes que brilhassem como lâmpadas acesas e iluminassem não só o país dos judeus […], mas tudo o que está debaixo do sol, todos os os habitantes da Terra (Mt 5,14). […] Com efeito, querendo enviar os seus discípulos como o Pai O tinha enviado a Ele, era necessário que, para poderem imitá-l’O na perfeição, eles compreendessem bem o mandato do Pai ao Filho. Por isso, explicou-lhes de muitas maneiras os objetivos da sua missão. Certa vez, disse-lhes: «Não foram os justos que Eu vim chamar ao arrependimento, mas os pecadores» (Lc 5,32); e ainda: « Desci do Céu, não para fazer a minha vontade, mas a vontade d’Aquele que Me enviou» (Jo 6,38); e doutra vez: «Deus não enviou o seu Filho ao mundo para condenar o mundo, mas para que o mundo seja salvo por Ele» (Jo 3,17). Definida assim em poucas palavras a missão dos Apóstolos, explicou-lhes que os enviava como Ele fora enviado pelo Pai, para que soubessem que era seu dever chamar os pecadores à conversão; sarar os enfermos, tanto do corpo como do espírito; nunca procurar a própria vontade, mas a d’Aquele por quem tinham sido enviados; e salvar o mundo com a sua doutrina. Fonte: Evangelho Diário – Arautos do Evangelho

São Pompílio Maria Pirrotti, Confessor

Pompílio Maria, nasceu aos 29 de Setembro de 1710 em Montecalvo, na arquidiocese de Benevento, no reino de Nápoles. Era filho de Jerônimo, advogado, e de Úrsula, de antigas e ricas famílias . Batizado no dia 30 de setembro, com o nome de Domingos, a 9 de Dezembro de 1714 recebia a confirmação. Domingos teve no pai o primeiro mestre. Desde pequenino, mostrou-se dócil, sério e piedoso. Aos dezesseis anos, acendera-se-lhe no coração o vivo desejo de se dar a Deus, coisa que os pais procuraram apagar a todo o custo, mas não o conseguiram: Domingos evadiu-se, deixando uma carta onde explicava os motivos da fuga e consolava os dois desolados seres que lhe deram a vida. Aceito entre os clérigos regulares da Mãe de Deus, das escolas pias, recebeu o hábito e o nome de Pompílio Maria de São Nicolau. O maior desejo do novo religioso era ensinar os pobres. Depois dos estudos clericais em Teano, foi ordenado padre em Brindisi, no dia 20 de Março de 1734. Discípulo modelo de São José Calazans, dedicou-se de corpo e alma à educação e à instrução dos jovens. Em 1736, o capítulo provincial de Nápoles destinou-o ao ministério apostólico da pregação. Desde então, todos os que o ouviam, ardoroso que era, beneficiavam-se com a palavra e os exemplos que dava. São Pompílio Maria foi, na Itália, um dos primeiros a propagar o culto do Coração sagrado por meio de orações, meditações e congregações em honra de Cristo Jesus. A Maria, dedicara especial afeição, chamando-a a “Mãe toda bela” e, ao rosário, amava-o entranhadamente, O clero de Roma venerava-o. Não é, pois, de admirar, que invejosos lhe atirassem feias calúnias. Era já o fim da vida do Santo, que foi expulso de Nápoles. O povo, porém, reclamou, gritou contra a injustiça, e o rei se viu obrigado a revogar o decreto de exílio, A volta de São Pompílio Maria foi um triunfo. Amado pelos humildes, faleceu em Campi, a 15 de Julho de 1766, com cinqüenta e seis anos de idade. Beatificado em 1890, por Leão XIII, canonizou-o o Papa Pio XI a 11 de Março de 1934. (Vida dos Santos, Padre Rohrbacher, Volume XIII, p. 62-63) Fonte: Santo do Dia – Arautos do Evangelho