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Evangelho Do Dia 2018-08-14

Terça-feira, 14 de Agosto de 2018. Santo do dia: São Maximiliano Maria Kolbe, presbítero e mártirCor litúrgica: vermelho Evangelho do dia: São Mateus 18, 1-5.10.12-14 Primeira leitura: Ezequiel 2, 8-3, 4Leitura da profecia de Ezequiel: Assim fala o Senhor: 8“Quanto a ti, Filho do homem, escuta o que eu te digo: não sejas rebelde como esse bando de rebeldes. Abre a boca e come o que eu te vou dar”. 9Eu olhei e vi uma mão estendida para mim e, na mão, um livro enrolado. Desenrolou-o diante de mim; estava escrito na frente e no verso e nele havia cantos fúnebres, lamentações e ais. 3,1Ele me disse: “Filho do homem, come o que tens diante de ti! Come este rolo e vai falar aos filhos de Israel”. 2Eu abri a boca, e ele fez-me comer o rolo. 3Depois, disse-me: “Filho do homem, alimenta teu ventre e sacia as entranhas com este rolo que eu te dou”. Eu o comi, e era doce como mel em minha boca. 4Ele disse-me então: “Filho do homem, vai! Dirige-te à casa de Israel e fala-lhes com as minhas palavras”. – Palavra do Senhor – Graças a Deus Salmo 118 (119) – Seguindo vossa lei, me rejubilo muito mais do que em todas as riquezas. R: Como é doce ao paladar vossa Palavra, ó Senhor! – Minha alegria é a vossa aliança, meus conselheiros são os vossos mandamentos. R: Como é doce ao paladar vossa Palavra, ó Senhor! – A lei de vossa boca, para mim, vale mais do que milhões em ouro e prata. R: Como é doce ao paladar vossa Palavra, ó Senhor! – Como é doce ao paladar vossa palavra, muito mais doce do que o mel na minha boca! R: Como é doce ao paladar vossa Palavra, ó Senhor! – Vossa palavra é minha herança para sempre, porque ela é que me alegra o coração! R: Como é doce ao paladar vossa Palavra, ó Senhor! – Abro a boca e aspiro largamente, pois estou ávido de vossos mandamentos. R: Como é doce ao paladar vossa Palavra, ó Senhor! Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus 18, 1-5.10.12-14 – Aleluia, Aleluia, Aleluia.– Tomai meu jugo sobre vós e aprendei de mim, que sou de coração humilde e manso! (Mt 11,29); Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus: Naquele tempo, 1os discípulos aproximaram-se de Jesus e perguntaram: “Quem é o maior no reino dos céus?” 2Jesus chamou uma criança, colocou-a no meio deles 3e disse: “Em verdade vos digo, se não vos converterdes e não vos tornardes como crianças, não entrareis no reino dos céus. 4Quem se faz pequeno como esta criança, esse é o maior no reino dos céus. 5E quem recebe em meu nome uma criança como esta é a mim que recebe. 10Não desprezeis nenhum desses pequeninos, pois eu vos digo que os seus anjos nos céus veem sem cessar a face do meu Pai que está nos céus. 12Que vos parece? Se um homem tem cem ovelhas e uma delas se perde, não deixa ele as noventa e nove nas montanhas para procurar aquela que se perdeu? 13Em verdade vos digo, se ele a encontrar, ficará mais feliz com ela do que com as noventa e nove que não se perderam. 14Do mesmo modo, o Pai que está nos céus não deseja que se perca nenhum desses pequeninos”. – Palavra da Salvação– Glória a Vós, Senhor Comentário ao Evangelho por São Clemente de Alexandria, teólogo«O Pedagogo», I, 53-56; SC 70 «Não é da vontade de meu Pai que está nos Céus que se perca um só destes pequeninos» A Escritura chama-nos a todos crianças; quando decidimos seguir a Cristo recebemos o nome de «pequeninos» (Mt 18,3; 19,13; Jo 21,5). […] Quem é então o nosso educador, o pedagogo que nos ensina, a nós, os pequeninos? Chama-Se Jesus, dá a Si mesmo o nome de pastor e diz que é «o bom pastor» (Jo 10,11). Ele estabelece uma comparação entre os pastores que guiam as suas ovelhas e Ele próprio, o pedagogo que orienta as crianças, o pastor cheio de solicitude pelos pequeninos, que, na sua simplicidade, são comparados a ovelhas. «Ainda tenho outras ovelhas que não são deste aprisco e também tenho de as conduzir […], e haverá um só rebanho e um só Pastor» (Jo 10,16). O nosso pedagogo é, naturalmente, o Verbo, a Palavra de Deus, que nos conduz à salvação. Foi o que Ele disse claramente pelas palavras do profeta Oseias: «Eu sou o vosso educador» (5,2 LXX). A sua pedagogia é a religião: ela ensina-nos o serviço de Deus, orienta-nos para o conhecimento da verdade, conduz-nos ao céu. […] O navegador dirige o barco com a intenção de levar os seus passageiros a bom porto; do mesmo modo, devido à sua solicitude por nós, o nosso pedagogo indica aos filhos de Deus o modo de vida que conduz à salvação. […] Aquele que nos conduz é, pois, o Deus santo, Jesus, a Palavra de Deus, guia de toda a humanidade; é o próprio Deus que nos conduz, no seu amor por nós. […] No Êxodo, o Espírito Santo diz a seu respeito: «Encontrou-o numa região deserta, nas solidões ululantes e selvagens; protegeu-o e velou por ele. Guardou-o como a menina dos seus olhos. Como a águia vela pelo seu ninho, Ele paira sobre as suas aguiazinhas; estende as asas para as recolher e leva-as sobre as suas penas robustas. Só o Senhor o dirige» (Dt 32,10-12). Fonte: Evangelho Diário – Arautos do Evangelho

Evangelho Do Dia 2018-08-14

Terça-feira, 14 de Agosto de 2018. Santo do dia: São Maximiliano Maria Kolbe, presbítero e mártirCor litúrgica: vermelho Evangelho do dia: São Mateus 18, 1-5.10.12-14 Primeira leitura: Ezequiel 2, 8-3, 4Leitura da profecia de Ezequiel: Assim fala o Senhor: 8“Quanto a ti, Filho do homem, escuta o que eu te digo: não sejas rebelde como esse bando de rebeldes. Abre a boca e come o que eu te vou dar”. 9Eu olhei e vi uma mão estendida para mim e, na mão, um livro enrolado. Desenrolou-o diante de mim; estava escrito na frente e no verso e nele havia cantos fúnebres, lamentações e ais. 3,1Ele me disse: “Filho do homem, come o que tens diante de ti! Come este rolo e vai falar aos filhos de Israel”. 2Eu abri a boca, e ele fez-me comer o rolo. 3Depois, disse-me: “Filho do homem, alimenta teu ventre e sacia as entranhas com este rolo que eu te dou”. Eu o comi, e era doce como mel em minha boca. 4Ele disse-me então: “Filho do homem, vai! Dirige-te à casa de Israel e fala-lhes com as minhas palavras”. – Palavra do Senhor – Graças a Deus Salmo 118 (119) – Seguindo vossa lei, me rejubilo muito mais do que em todas as riquezas. R: Como é doce ao paladar vossa Palavra, ó Senhor! – Minha alegria é a vossa aliança, meus conselheiros são os vossos mandamentos. R: Como é doce ao paladar vossa Palavra, ó Senhor! – A lei de vossa boca, para mim, vale mais do que milhões em ouro e prata. R: Como é doce ao paladar vossa Palavra, ó Senhor! – Como é doce ao paladar vossa palavra, muito mais doce do que o mel na minha boca! R: Como é doce ao paladar vossa Palavra, ó Senhor! – Vossa palavra é minha herança para sempre, porque ela é que me alegra o coração! R: Como é doce ao paladar vossa Palavra, ó Senhor! – Abro a boca e aspiro largamente, pois estou ávido de vossos mandamentos. R: Como é doce ao paladar vossa Palavra, ó Senhor! Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus 18, 1-5.10.12-14 – Aleluia, Aleluia, Aleluia.– Tomai meu jugo sobre vós e aprendei de mim, que sou de coração humilde e manso! (Mt 11,29); Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus: Naquele tempo, 1os discípulos aproximaram-se de Jesus e perguntaram: “Quem é o maior no reino dos céus?” 2Jesus chamou uma criança, colocou-a no meio deles 3e disse: “Em verdade vos digo, se não vos converterdes e não vos tornardes como crianças, não entrareis no reino dos céus. 4Quem se faz pequeno como esta criança, esse é o maior no reino dos céus. 5E quem recebe em meu nome uma criança como esta é a mim que recebe. 10Não desprezeis nenhum desses pequeninos, pois eu vos digo que os seus anjos nos céus veem sem cessar a face do meu Pai que está nos céus. 12Que vos parece? Se um homem tem cem ovelhas e uma delas se perde, não deixa ele as noventa e nove nas montanhas para procurar aquela que se perdeu? 13Em verdade vos digo, se ele a encontrar, ficará mais feliz com ela do que com as noventa e nove que não se perderam. 14Do mesmo modo, o Pai que está nos céus não deseja que se perca nenhum desses pequeninos”. – Palavra da Salvação– Glória a Vós, Senhor Comentário ao Evangelho por São Clemente de Alexandria, teólogo«O Pedagogo», I, 53-56; SC 70 «Não é da vontade de meu Pai que está nos Céus que se perca um só destes pequeninos» A Escritura chama-nos a todos crianças; quando decidimos seguir a Cristo recebemos o nome de «pequeninos» (Mt 18,3; 19,13; Jo 21,5). […] Quem é então o nosso educador, o pedagogo que nos ensina, a nós, os pequeninos? Chama-Se Jesus, dá a Si mesmo o nome de pastor e diz que é «o bom pastor» (Jo 10,11). Ele estabelece uma comparação entre os pastores que guiam as suas ovelhas e Ele próprio, o pedagogo que orienta as crianças, o pastor cheio de solicitude pelos pequeninos, que, na sua simplicidade, são comparados a ovelhas. «Ainda tenho outras ovelhas que não são deste aprisco e também tenho de as conduzir […], e haverá um só rebanho e um só Pastor» (Jo 10,16). O nosso pedagogo é, naturalmente, o Verbo, a Palavra de Deus, que nos conduz à salvação. Foi o que Ele disse claramente pelas palavras do profeta Oseias: «Eu sou o vosso educador» (5,2 LXX). A sua pedagogia é a religião: ela ensina-nos o serviço de Deus, orienta-nos para o conhecimento da verdade, conduz-nos ao céu. […] O navegador dirige o barco com a intenção de levar os seus passageiros a bom porto; do mesmo modo, devido à sua solicitude por nós, o nosso pedagogo indica aos filhos de Deus o modo de vida que conduz à salvação. […] Aquele que nos conduz é, pois, o Deus santo, Jesus, a Palavra de Deus, guia de toda a humanidade; é o próprio Deus que nos conduz, no seu amor por nós. […] No Êxodo, o Espírito Santo diz a seu respeito: «Encontrou-o numa região deserta, nas solidões ululantes e selvagens; protegeu-o e velou por ele. Guardou-o como a menina dos seus olhos. Como a águia vela pelo seu ninho, Ele paira sobre as suas aguiazinhas; estende as asas para as recolher e leva-as sobre as suas penas robustas. Só o Senhor o dirige» (Dt 32,10-12). Fonte: Evangelho Diário – Arautos do Evangelho

Evangelho Do Dia 2018-08-14

Terça-feira, 14 de Agosto de 2018. Santo do dia: São Maximiliano Maria Kolbe, presbítero e mártirCor litúrgica: vermelho Evangelho do dia: São Mateus 18, 1-5.10.12-14 Primeira leitura: Ezequiel 2, 8-3, 4Leitura da profecia de Ezequiel: Assim fala o Senhor: 8“Quanto a ti, Filho do homem, escuta o que eu te digo: não sejas rebelde como esse bando de rebeldes. Abre a boca e come o que eu te vou dar”. 9Eu olhei e vi uma mão estendida para mim e, na mão, um livro enrolado. Desenrolou-o diante de mim; estava escrito na frente e no verso e nele havia cantos fúnebres, lamentações e ais. 3,1Ele me disse: “Filho do homem, come o que tens diante de ti! Come este rolo e vai falar aos filhos de Israel”. 2Eu abri a boca, e ele fez-me comer o rolo. 3Depois, disse-me: “Filho do homem, alimenta teu ventre e sacia as entranhas com este rolo que eu te dou”. Eu o comi, e era doce como mel em minha boca. 4Ele disse-me então: “Filho do homem, vai! Dirige-te à casa de Israel e fala-lhes com as minhas palavras”. – Palavra do Senhor – Graças a Deus Salmo 118 (119) – Seguindo vossa lei, me rejubilo muito mais do que em todas as riquezas. R: Como é doce ao paladar vossa Palavra, ó Senhor! – Minha alegria é a vossa aliança, meus conselheiros são os vossos mandamentos. R: Como é doce ao paladar vossa Palavra, ó Senhor! – A lei de vossa boca, para mim, vale mais do que milhões em ouro e prata. R: Como é doce ao paladar vossa Palavra, ó Senhor! – Como é doce ao paladar vossa palavra, muito mais doce do que o mel na minha boca! R: Como é doce ao paladar vossa Palavra, ó Senhor! – Vossa palavra é minha herança para sempre, porque ela é que me alegra o coração! R: Como é doce ao paladar vossa Palavra, ó Senhor! – Abro a boca e aspiro largamente, pois estou ávido de vossos mandamentos. R: Como é doce ao paladar vossa Palavra, ó Senhor! Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus 18, 1-5.10.12-14 – Aleluia, Aleluia, Aleluia.– Tomai meu jugo sobre vós e aprendei de mim, que sou de coração humilde e manso! (Mt 11,29); Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus: Naquele tempo, 1os discípulos aproximaram-se de Jesus e perguntaram: “Quem é o maior no reino dos céus?” 2Jesus chamou uma criança, colocou-a no meio deles 3e disse: “Em verdade vos digo, se não vos converterdes e não vos tornardes como crianças, não entrareis no reino dos céus. 4Quem se faz pequeno como esta criança, esse é o maior no reino dos céus. 5E quem recebe em meu nome uma criança como esta é a mim que recebe. 10Não desprezeis nenhum desses pequeninos, pois eu vos digo que os seus anjos nos céus veem sem cessar a face do meu Pai que está nos céus. 12Que vos parece? Se um homem tem cem ovelhas e uma delas se perde, não deixa ele as noventa e nove nas montanhas para procurar aquela que se perdeu? 13Em verdade vos digo, se ele a encontrar, ficará mais feliz com ela do que com as noventa e nove que não se perderam. 14Do mesmo modo, o Pai que está nos céus não deseja que se perca nenhum desses pequeninos”. – Palavra da Salvação– Glória a Vós, Senhor Comentário ao Evangelho por São Clemente de Alexandria, teólogo«O Pedagogo», I, 53-56; SC 70 «Não é da vontade de meu Pai que está nos Céus que se perca um só destes pequeninos» A Escritura chama-nos a todos crianças; quando decidimos seguir a Cristo recebemos o nome de «pequeninos» (Mt 18,3; 19,13; Jo 21,5). […] Quem é então o nosso educador, o pedagogo que nos ensina, a nós, os pequeninos? Chama-Se Jesus, dá a Si mesmo o nome de pastor e diz que é «o bom pastor» (Jo 10,11). Ele estabelece uma comparação entre os pastores que guiam as suas ovelhas e Ele próprio, o pedagogo que orienta as crianças, o pastor cheio de solicitude pelos pequeninos, que, na sua simplicidade, são comparados a ovelhas. «Ainda tenho outras ovelhas que não são deste aprisco e também tenho de as conduzir […], e haverá um só rebanho e um só Pastor» (Jo 10,16). O nosso pedagogo é, naturalmente, o Verbo, a Palavra de Deus, que nos conduz à salvação. Foi o que Ele disse claramente pelas palavras do profeta Oseias: «Eu sou o vosso educador» (5,2 LXX). A sua pedagogia é a religião: ela ensina-nos o serviço de Deus, orienta-nos para o conhecimento da verdade, conduz-nos ao céu. […] O navegador dirige o barco com a intenção de levar os seus passageiros a bom porto; do mesmo modo, devido à sua solicitude por nós, o nosso pedagogo indica aos filhos de Deus o modo de vida que conduz à salvação. […] Aquele que nos conduz é, pois, o Deus santo, Jesus, a Palavra de Deus, guia de toda a humanidade; é o próprio Deus que nos conduz, no seu amor por nós. […] No Êxodo, o Espírito Santo diz a seu respeito: «Encontrou-o numa região deserta, nas solidões ululantes e selvagens; protegeu-o e velou por ele. Guardou-o como a menina dos seus olhos. Como a águia vela pelo seu ninho, Ele paira sobre as suas aguiazinhas; estende as asas para as recolher e leva-as sobre as suas penas robustas. Só o Senhor o dirige» (Dt 32,10-12). Fonte: Evangelho Diário – Arautos do Evangelho

Evangelho Do Dia 2018-08-14

Terça-feira, 14 de Agosto de 2018. Santo do dia: São Maximiliano Maria Kolbe, presbítero e mártirCor litúrgica: vermelho Evangelho do dia: São Mateus 18, 1-5.10.12-14 Primeira leitura: Ezequiel 2, 8-3, 4Leitura da profecia de Ezequiel: Assim fala o Senhor: 8“Quanto a ti, Filho do homem, escuta o que eu te digo: não sejas rebelde como esse bando de rebeldes. Abre a boca e come o que eu te vou dar”. 9Eu olhei e vi uma mão estendida para mim e, na mão, um livro enrolado. Desenrolou-o diante de mim; estava escrito na frente e no verso e nele havia cantos fúnebres, lamentações e ais. 3,1Ele me disse: “Filho do homem, come o que tens diante de ti! Come este rolo e vai falar aos filhos de Israel”. 2Eu abri a boca, e ele fez-me comer o rolo. 3Depois, disse-me: “Filho do homem, alimenta teu ventre e sacia as entranhas com este rolo que eu te dou”. Eu o comi, e era doce como mel em minha boca. 4Ele disse-me então: “Filho do homem, vai! Dirige-te à casa de Israel e fala-lhes com as minhas palavras”. – Palavra do Senhor – Graças a Deus Salmo 118 (119) – Seguindo vossa lei, me rejubilo muito mais do que em todas as riquezas. R: Como é doce ao paladar vossa Palavra, ó Senhor! – Minha alegria é a vossa aliança, meus conselheiros são os vossos mandamentos. R: Como é doce ao paladar vossa Palavra, ó Senhor! – A lei de vossa boca, para mim, vale mais do que milhões em ouro e prata. R: Como é doce ao paladar vossa Palavra, ó Senhor! – Como é doce ao paladar vossa palavra, muito mais doce do que o mel na minha boca! R: Como é doce ao paladar vossa Palavra, ó Senhor! – Vossa palavra é minha herança para sempre, porque ela é que me alegra o coração! R: Como é doce ao paladar vossa Palavra, ó Senhor! – Abro a boca e aspiro largamente, pois estou ávido de vossos mandamentos. R: Como é doce ao paladar vossa Palavra, ó Senhor! Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus 18, 1-5.10.12-14 – Aleluia, Aleluia, Aleluia.– Tomai meu jugo sobre vós e aprendei de mim, que sou de coração humilde e manso! (Mt 11,29); Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus: Naquele tempo, 1os discípulos aproximaram-se de Jesus e perguntaram: “Quem é o maior no reino dos céus?” 2Jesus chamou uma criança, colocou-a no meio deles 3e disse: “Em verdade vos digo, se não vos converterdes e não vos tornardes como crianças, não entrareis no reino dos céus. 4Quem se faz pequeno como esta criança, esse é o maior no reino dos céus. 5E quem recebe em meu nome uma criança como esta é a mim que recebe. 10Não desprezeis nenhum desses pequeninos, pois eu vos digo que os seus anjos nos céus veem sem cessar a face do meu Pai que está nos céus. 12Que vos parece? Se um homem tem cem ovelhas e uma delas se perde, não deixa ele as noventa e nove nas montanhas para procurar aquela que se perdeu? 13Em verdade vos digo, se ele a encontrar, ficará mais feliz com ela do que com as noventa e nove que não se perderam. 14Do mesmo modo, o Pai que está nos céus não deseja que se perca nenhum desses pequeninos”. – Palavra da Salvação– Glória a Vós, Senhor Comentário ao Evangelho por São Clemente de Alexandria, teólogo«O Pedagogo», I, 53-56; SC 70 «Não é da vontade de meu Pai que está nos Céus que se perca um só destes pequeninos» A Escritura chama-nos a todos crianças; quando decidimos seguir a Cristo recebemos o nome de «pequeninos» (Mt 18,3; 19,13; Jo 21,5). […] Quem é então o nosso educador, o pedagogo que nos ensina, a nós, os pequeninos? Chama-Se Jesus, dá a Si mesmo o nome de pastor e diz que é «o bom pastor» (Jo 10,11). Ele estabelece uma comparação entre os pastores que guiam as suas ovelhas e Ele próprio, o pedagogo que orienta as crianças, o pastor cheio de solicitude pelos pequeninos, que, na sua simplicidade, são comparados a ovelhas. «Ainda tenho outras ovelhas que não são deste aprisco e também tenho de as conduzir […], e haverá um só rebanho e um só Pastor» (Jo 10,16). O nosso pedagogo é, naturalmente, o Verbo, a Palavra de Deus, que nos conduz à salvação. Foi o que Ele disse claramente pelas palavras do profeta Oseias: «Eu sou o vosso educador» (5,2 LXX). A sua pedagogia é a religião: ela ensina-nos o serviço de Deus, orienta-nos para o conhecimento da verdade, conduz-nos ao céu. […] O navegador dirige o barco com a intenção de levar os seus passageiros a bom porto; do mesmo modo, devido à sua solicitude por nós, o nosso pedagogo indica aos filhos de Deus o modo de vida que conduz à salvação. […] Aquele que nos conduz é, pois, o Deus santo, Jesus, a Palavra de Deus, guia de toda a humanidade; é o próprio Deus que nos conduz, no seu amor por nós. […] No Êxodo, o Espírito Santo diz a seu respeito: «Encontrou-o numa região deserta, nas solidões ululantes e selvagens; protegeu-o e velou por ele. Guardou-o como a menina dos seus olhos. Como a águia vela pelo seu ninho, Ele paira sobre as suas aguiazinhas; estende as asas para as recolher e leva-as sobre as suas penas robustas. Só o Senhor o dirige» (Dt 32,10-12). Fonte: Evangelho Diário – Arautos do Evangelho

Evangelho Do Dia 2018-08-14

Terça-feira, 14 de Agosto de 2018. Santo do dia: São Maximiliano Maria Kolbe, presbítero e mártirCor litúrgica: vermelho Evangelho do dia: São Mateus 18, 1-5.10.12-14 Primeira leitura: Ezequiel 2, 8-3, 4Leitura da profecia de Ezequiel: Assim fala o Senhor: 8“Quanto a ti, Filho do homem, escuta o que eu te digo: não sejas rebelde como esse bando de rebeldes. Abre a boca e come o que eu te vou dar”. 9Eu olhei e vi uma mão estendida para mim e, na mão, um livro enrolado. Desenrolou-o diante de mim; estava escrito na frente e no verso e nele havia cantos fúnebres, lamentações e ais. 3,1Ele me disse: “Filho do homem, come o que tens diante de ti! Come este rolo e vai falar aos filhos de Israel”. 2Eu abri a boca, e ele fez-me comer o rolo. 3Depois, disse-me: “Filho do homem, alimenta teu ventre e sacia as entranhas com este rolo que eu te dou”. Eu o comi, e era doce como mel em minha boca. 4Ele disse-me então: “Filho do homem, vai! Dirige-te à casa de Israel e fala-lhes com as minhas palavras”. – Palavra do Senhor – Graças a Deus Salmo 118 (119) – Seguindo vossa lei, me rejubilo muito mais do que em todas as riquezas. R: Como é doce ao paladar vossa Palavra, ó Senhor! – Minha alegria é a vossa aliança, meus conselheiros são os vossos mandamentos. R: Como é doce ao paladar vossa Palavra, ó Senhor! – A lei de vossa boca, para mim, vale mais do que milhões em ouro e prata. R: Como é doce ao paladar vossa Palavra, ó Senhor! – Como é doce ao paladar vossa palavra, muito mais doce do que o mel na minha boca! R: Como é doce ao paladar vossa Palavra, ó Senhor! – Vossa palavra é minha herança para sempre, porque ela é que me alegra o coração! R: Como é doce ao paladar vossa Palavra, ó Senhor! – Abro a boca e aspiro largamente, pois estou ávido de vossos mandamentos. R: Como é doce ao paladar vossa Palavra, ó Senhor! Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus 18, 1-5.10.12-14 – Aleluia, Aleluia, Aleluia.– Tomai meu jugo sobre vós e aprendei de mim, que sou de coração humilde e manso! (Mt 11,29); Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus: Naquele tempo, 1os discípulos aproximaram-se de Jesus e perguntaram: “Quem é o maior no reino dos céus?” 2Jesus chamou uma criança, colocou-a no meio deles 3e disse: “Em verdade vos digo, se não vos converterdes e não vos tornardes como crianças, não entrareis no reino dos céus. 4Quem se faz pequeno como esta criança, esse é o maior no reino dos céus. 5E quem recebe em meu nome uma criança como esta é a mim que recebe. 10Não desprezeis nenhum desses pequeninos, pois eu vos digo que os seus anjos nos céus veem sem cessar a face do meu Pai que está nos céus. 12Que vos parece? Se um homem tem cem ovelhas e uma delas se perde, não deixa ele as noventa e nove nas montanhas para procurar aquela que se perdeu? 13Em verdade vos digo, se ele a encontrar, ficará mais feliz com ela do que com as noventa e nove que não se perderam. 14Do mesmo modo, o Pai que está nos céus não deseja que se perca nenhum desses pequeninos”. – Palavra da Salvação– Glória a Vós, Senhor Comentário ao Evangelho por São Clemente de Alexandria, teólogo«O Pedagogo», I, 53-56; SC 70 «Não é da vontade de meu Pai que está nos Céus que se perca um só destes pequeninos» A Escritura chama-nos a todos crianças; quando decidimos seguir a Cristo recebemos o nome de «pequeninos» (Mt 18,3; 19,13; Jo 21,5). […] Quem é então o nosso educador, o pedagogo que nos ensina, a nós, os pequeninos? Chama-Se Jesus, dá a Si mesmo o nome de pastor e diz que é «o bom pastor» (Jo 10,11). Ele estabelece uma comparação entre os pastores que guiam as suas ovelhas e Ele próprio, o pedagogo que orienta as crianças, o pastor cheio de solicitude pelos pequeninos, que, na sua simplicidade, são comparados a ovelhas. «Ainda tenho outras ovelhas que não são deste aprisco e também tenho de as conduzir […], e haverá um só rebanho e um só Pastor» (Jo 10,16). O nosso pedagogo é, naturalmente, o Verbo, a Palavra de Deus, que nos conduz à salvação. Foi o que Ele disse claramente pelas palavras do profeta Oseias: «Eu sou o vosso educador» (5,2 LXX). A sua pedagogia é a religião: ela ensina-nos o serviço de Deus, orienta-nos para o conhecimento da verdade, conduz-nos ao céu. […] O navegador dirige o barco com a intenção de levar os seus passageiros a bom porto; do mesmo modo, devido à sua solicitude por nós, o nosso pedagogo indica aos filhos de Deus o modo de vida que conduz à salvação. […] Aquele que nos conduz é, pois, o Deus santo, Jesus, a Palavra de Deus, guia de toda a humanidade; é o próprio Deus que nos conduz, no seu amor por nós. […] No Êxodo, o Espírito Santo diz a seu respeito: «Encontrou-o numa região deserta, nas solidões ululantes e selvagens; protegeu-o e velou por ele. Guardou-o como a menina dos seus olhos. Como a águia vela pelo seu ninho, Ele paira sobre as suas aguiazinhas; estende as asas para as recolher e leva-as sobre as suas penas robustas. Só o Senhor o dirige» (Dt 32,10-12). Fonte: Evangelho Diário – Arautos do Evangelho

São Maximiliano Maria Kolbe: O Cavaleiro Da Imaculada

Um santo para nossos dias: utilizando os progressos técnicos a serviço da Fé, montou um portentoso apostolado pela imprensa para difundir a devoção a Maria. E ainda morreu mártir da caridade, como sempre desejou Irmã Juliane Vasconcelos Almeida Campos, EP Sobre a trágica morte de São Maximiliano Kolbe no campo de extermínio de Auschwitz, muito se sabe e se comenta. Menos conhecida, entretanto, é sua existência cheia de inteligentes e ousados empreendimentos apostólicos, fruto de um espírito de grandes horizontes iluminado por entranhada devoção à Virgem Santíssima. Talis vita, finis ita,1 diz um conhecido adágio romano. Se Maximiliano teve, no fim da sua existência, o heroico gesto que o conduziria ao martírio, foi porque Maria Imaculada o inspirou. E ele soube corresponder inteiramente, já desde menino, a tão bela e elevada vocação. Nascido na era do progresso A Polônia dos anos finais do século XIX e iniciais do XX, como toda a Europa e a América, achava-se em plena prosperidade material. A sociedade de então se deliciava na euforia e no esplendor da Belle Époque, na fartura e no conforto, mais preocupada com o gozo da vida do que com o que se relacionava com a Religião. O laicismo dominava as mentes e os costumes. Nesse contexto histórico, nasceu Raimundo Kolbe, em 8 de janeiro de 1894, na cidade polonesa de Zdu?ska Wola, recebendo no mesmo dia as águas batismais. Seus pais, Júlio Kolbe e Maria Dabrowska, eram lídimos cristãos e devotíssimos da Virgem Maria. De seus cinco filhos, dois faleceram quando ainda crianças, e os outros três abraçaram a vida religiosa. Uma visão que deu rumo à sua vida Criança muito viva e travessa, Raimundo recebeu certo dia uma repreensão de sua mãe que lhe marcou a vida:     Um busto de São Maximiliano Kolbe encontra-se junto     ao altar de Madonna del Miraccolo, lembrando que a     foi celebrada sua primeira Missa    – Altar de Madonna     del Miraccolo, Igreja Sant’Andrea delle Fratte, Roma – Se aos dez anos você é tão mau menino, briguento e malcriado, como será mais tarde? Essas palavras calaram fundo na alma do pequeno. Ficou aflito e pensativo. Queria mudar de vida e recorreu a Nossa Senhora. Ajoelhado aos pés de uma bela imagem da igreja paroquial, perguntou-Lhe: – Que vai acontecer comigo? Qual não foi sua surpresa, quando lhe apareceu a Mãe de Deus, trazendo em Suas mãos duas coroas, uma branca e outra vermelha. Sorrindo maternalmente, perguntou-lhe qual escolhia. A branca significava que perseveraria na castidade e a vermelha, que seria mártir. Grande alma, ele escolheu as duas. A vocação religiosa Nasceu-lhe, então, por graça da Imaculada, a vocação religiosa. Decidiu ser capuchinho franciscano, e aos 14 anos começou os estudos em ?ód?, no seminário menor dos frades conventuais, junto com seu irmão Francisco. Aos 16 anos, foi admitido no noviciado, escolhendo o nome de Maximiliano, em honra do grande mártir africano. Quiçá pensasse já em seu futuro… No ano seguinte, pronunciou os votos simples. Por sua privilegiada inteligência, decidiram os superiores mandá-lo para a Cidade Eterna, a fim de continuar os estudos no Colégio Seráfico Internacional, dos franciscanos, e em seguida cursar filosofia na famosa Universidade Gregoriana. Ouvindo falar das especiais dificuldades que havia para se manter a pureza na Roma de então, o jovem frade pediu para não ir. Mas, em nome da santa obediência, partiu para a Capital da Cristandade onde, além de completar seus estudos, fez sua profissão solene a 1 de novembro de 1914, acrescentando ao seu nome religioso o de Maria, a Virgem Imaculada. Começam os anos de luta Em Roma, Maximiliano chocou-se com a insolência com que os inimigos da Igreja a atacavam, sem a proporcionada reação dos católicos. Resolveu então entrar na luta antes mesmo de receber a ordenação presbiteral. Reunindo em torno de si seis condiscípulos, fundou em 1917 a associação apostólica Milícia de Maria Imaculada, cujos estatutos começavam por declarar seus objetivos: a conversão dos pecadores, inclusive dos inimigos da Igreja, e a santificação de todos os seus membros, sob a proteção de Maria Imaculada. Nela aceitou apenas jovens destemidos e verdadeiramente dispostos a acompanhá- lo nessa empresa, com o título de Cavaleiros de Vanguarda. Sua sede de almas ficou gravada nas atas de sua ordenação sacerdotal, que se deu em 28 de abril de 1918. Na manhã seguinte, quis celebrar sua primeira Missa no altar da Madonna del Miraccolo, na igreja de Sant’Andrea delle Fratte, porque aí se dera o célebre episódio com Afonso Maria Ratisbonne: ante a aparição da Santíssima Virgem, ajoelhara-se judeu e levantara católico, numa conversão miraculosa e instantânea, em 1842. E na agenda das Missas de seus primeiros dias de sacerdote, o padre Kolbe escreveu que queria celebrar o Santo Sacrifício para “impetrar a conversão dos pecadores e a graça de ser apóstolo e mártir”.2 Progresso a serviço da Fé Voltando à Polônia em 1919, esteve internado em um sanatório devido a sérios problemas de saúde. Tão logo se restabeleceu, fundou o jornal mensal da sua associação – Cavaleiro da Imaculada – pondo o progresso técnico do seu tempo em matéria gráfica, a serviço da Fé. Na véspera do lançamento, reuniu os operários, colaboradores e redatores – ao todo 327 pessoas -, e passaram o dia em jejum e oração. Nessa noite, foi organizada uma grande vigília de Adoração ao Santíssimo Sacramento e de oração à Santíssima Virgem, para que abençoassem esse empreendimento. Na noite seguinte, as rotativas imprimiram o primeiro número do jornal, “filho” dessas orações. Um grande impulso à sua obra ocorreu em 1927, quando o príncipe João Drucko-Lubecki cedeu ao padre Maximiliano um terreno situado a 40 quilômetros de Varsóvia. Aí, homem de grandes horizontes, começou ele a construir uma Niepokalanów – Cidade de Maria. Planejava a edificação de um enorme convento e novas instalações de sua obra de imprensa. Com que dinheiro? “Maria proverá – dizia o santo varão – este é um negócio dEla e de seu Filho!”. E não foi defraudado em sua confiança. Em 1939, o jornal tinha