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Evangelho Do Dia 2018-09-06

Quinta-feira, 06 de Setembro de 2018. Santo do dia: Santo Onesíforo, discípulo de São PauloCor litúrgica: verde Evangelho do dia: São Lucas 5, 1-11 Primeira leitura: Coríntios 3, 18-23Leitura da Primeira Carta de São Paulo aos Coríntios: Irmãos: 18Ninguém se iluda: Se algum de vós pensa que é sábio nas coisas deste mundo, reconheça sua insensatez, para se tornar sábio de verdade; 19pois a sabedoria deste mundo é insensatez diante de Deus. Com efeito, está escrito: ‘Aquele que apanha os sábios em sua própria astúcia’, 20e ainda: ‘O Senhor conhece os pensamentos dos sábios; sabe que são vãos’. 21Portanto, que ninguém ponha a sua glória em homem algum. Com efeito, tudo vos pertence: 22Paulo, Apolo, Cefas, o mundo, a vida, a morte, o presente, o futuro, tudo é vosso, 23mas vós sois de Cristo, e Cristo é de Deus. – Palavra do Senhor – Graças a Deus Salmo 23 (24) – Ao Senhor pertence a terra e o que ela encerra, o mundo inteiro com os seres que o povoam; porque ele a tornou firme sobre os mares, e sobre as águas a mantém inabalável.   R: Ao Senhor pertence a terra e o que ela encerra. – ‘Quem subirá até o monte do Senhor, quem ficará em sua santa habitação?’ ‘Quem tem mãos puras e inocente coração, quem não dirige sua mente para o crime. R: Ao Senhor pertence a terra e o que ela encerra. – Sobre este desce a bênção do Senhor e a recompensa de seu Deus e Salvador’. ‘É assim a geração dos que o procuram, e do Deus de Israel buscam a face’. R: Ao Senhor pertence a terra e o que ela encerra. Evangelho de Jesus Cristo segundo São Lucas 5, 1-11 – Aleluia, Aleluia, Aleluia.– Vinde após mim, disse o Senhor, e eu ensinarei a pescar gente (Mt 4,19); Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Lucas: Naquele tempo: 1Jesus estava na margem do lago de Genesaré, e a multidão apertava-se ao seu redor para ouvir a palavra de Deus. 2Jesus viu duas barcas paradas na margem do lago. Os pescadores haviam desembarcado e lavavam as redes. 3Subindo numa das barcas, que era de Simão, pediu que se afastasse um pouco da margem. Depois sentou-se e, da barca, ensinava as multidões. 4Quando acabou de falar, disse a Simão: ‘Avança para águas mais profundas, e lançai vossas redes para a pesca’. 5Simão respondeu: ‘Mestre, nós trabalhamos a noite inteira e nada pescamos. Mas, em atenção à tua palavra, vou lançar as redes’. 6Assim fizeram, e apanharam tamanha quantidade de peixes que as redes se rompiam. 7Então fizeram sinal aos companheiros da outra barca, para que viessem ajudá-los. Eles vieram, e encheram as duas barcas, a ponto de quase afundarem. 8Ao ver aquilo, Simão Pedro atirou-se aos pés de Jesus, dizendo: ‘Senhor, afasta-te de mim, porque sou um pecador!’ 9É que o espanto se apoderara de Simão e de todos os seus companheiros, por causa da pesca que acabavam de fazer. 10Tiago e João, filhos de Zebedeu, que eram sócios de Simão, também ficaram espantados. Jesus, porém, disse a Simão: ‘Não tenhas medo! De hoje em diante tu serás pescador de homens.’ 11Então levaram as barcas para a margem, deixaram tudo e seguiram a Jesus. – Palavra da Salvação– Glória a Vós, Senhor Comentário ao Evangelho por Santa Teresinha do Menino Jesus, carmelita e Doutora da IgrejaManuscrito autobiográfico «Não temas. Daqui em diante serás pescador de homens» Nessa noite de luz [no Natal dos catorze anos] começou o terceiro período da minha vida, o mais belo de todos, o mais repleto de graças do céu. […] Tal como os seus apóstolos eu podia dizer: «Mestre, trabalhámos durante toda a noite e nada apanhámos». Sendo ainda mais misericordioso para comigo do que tinha sido para com os seus discípulos, Jesus pegou Ele mesmo na rede, lançou-a e retirou-a repleta de peixes. Fez de mim uma pescadora de almas; senti um grande desejo de trabalhar pela conversão dos pecadores. […] O grito de Jesus na cruz ressoava também continuamente no meu coração: «Tenho sede!» (Jo 19,28). Essas palavras acendiam em mim um ardor desconhecido e muito vivo. Queria dar de beber ao meu Bem-Amado e sentia-me eu própria devorada pela sede das almas. […] A fim de aumentar o meu zelo, o Bom Deus mostrou-me que Lhe agradavam os meus desejos. Ouvi falar de um grande criminoso que tinha acabado de ser condenado à morte por crimes horríveis e que tudo levava a crer que morreria em pecado. Quis, a todo custo, impedi-lo de cair no inferno. […] Sentia, no fundo do meu coração, a certeza de que [esses] desejos seriam satisfeitos, mas para me encher de coragem para continuar a rezar pelos pecadores disse ao Bom Deus que tinha a certeza de que Ele perdoaria ao pobre infeliz Pranzini, e que eu acreditaria nisso mesmo que ele não se confessasse nem desse nenhum sinal de arrependimento, tal era a confiança que eu tinha na misericórdia infinita de Jesus, mas que Lhe pedia apenas um «sinal» de arrependimento, só para minha consolação. A minha prece foi respondida à letra! […] Ah! Desde que recebi essa graça única, o meu desejo de salvar as almas aumentou dia a dia; parecia-me ouvir Jesus dizer-me, como à samaritana: «Dá-me de beber!» (Jo 4,7). Era uma verdadeira troca de amor; eu dava o sangue de Jesus às almas e oferecia a Jesus essas mesmas almas refrescadas pelo seu orvalho divino. Assim, Ele parecia ficar aliviado e, quanto mais Lhe dava a beber, mais a sede da minha pequena alma aumentava, e era essa sede ardente que Ele me dava como a mais deliciosa bebida do seu amor. The post Evangelho do dia 2018-09-06 appeared first on Arautos do Evangelho. Fonte: Evangelho Diário – Arautos do Evangelho

Evangelho Do Dia 2018-09-06

Quinta-feira, 06 de Setembro de 2018. Santo do dia: Santo Onesíforo, discípulo de São PauloCor litúrgica: verde Evangelho do dia: São Lucas 5, 1-11 Primeira leitura: Coríntios 3, 18-23Leitura da Primeira Carta de São Paulo aos Coríntios: Irmãos: 18Ninguém se iluda: Se algum de vós pensa que é sábio nas coisas deste mundo, reconheça sua insensatez, para se tornar sábio de verdade; 19pois a sabedoria deste mundo é insensatez diante de Deus. Com efeito, está escrito: ‘Aquele que apanha os sábios em sua própria astúcia’, 20e ainda: ‘O Senhor conhece os pensamentos dos sábios; sabe que são vãos’. 21Portanto, que ninguém ponha a sua glória em homem algum. Com efeito, tudo vos pertence: 22Paulo, Apolo, Cefas, o mundo, a vida, a morte, o presente, o futuro, tudo é vosso, 23mas vós sois de Cristo, e Cristo é de Deus. – Palavra do Senhor – Graças a Deus Salmo 23 (24) – Ao Senhor pertence a terra e o que ela encerra, o mundo inteiro com os seres que o povoam; porque ele a tornou firme sobre os mares, e sobre as águas a mantém inabalável.   R: Ao Senhor pertence a terra e o que ela encerra. – ‘Quem subirá até o monte do Senhor, quem ficará em sua santa habitação?’ ‘Quem tem mãos puras e inocente coração, quem não dirige sua mente para o crime. R: Ao Senhor pertence a terra e o que ela encerra. – Sobre este desce a bênção do Senhor e a recompensa de seu Deus e Salvador’. ‘É assim a geração dos que o procuram, e do Deus de Israel buscam a face’. R: Ao Senhor pertence a terra e o que ela encerra. Evangelho de Jesus Cristo segundo São Lucas 5, 1-11 – Aleluia, Aleluia, Aleluia.– Vinde após mim, disse o Senhor, e eu ensinarei a pescar gente (Mt 4,19); Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Lucas: Naquele tempo: 1Jesus estava na margem do lago de Genesaré, e a multidão apertava-se ao seu redor para ouvir a palavra de Deus. 2Jesus viu duas barcas paradas na margem do lago. Os pescadores haviam desembarcado e lavavam as redes. 3Subindo numa das barcas, que era de Simão, pediu que se afastasse um pouco da margem. Depois sentou-se e, da barca, ensinava as multidões. 4Quando acabou de falar, disse a Simão: ‘Avança para águas mais profundas, e lançai vossas redes para a pesca’. 5Simão respondeu: ‘Mestre, nós trabalhamos a noite inteira e nada pescamos. Mas, em atenção à tua palavra, vou lançar as redes’. 6Assim fizeram, e apanharam tamanha quantidade de peixes que as redes se rompiam. 7Então fizeram sinal aos companheiros da outra barca, para que viessem ajudá-los. Eles vieram, e encheram as duas barcas, a ponto de quase afundarem. 8Ao ver aquilo, Simão Pedro atirou-se aos pés de Jesus, dizendo: ‘Senhor, afasta-te de mim, porque sou um pecador!’ 9É que o espanto se apoderara de Simão e de todos os seus companheiros, por causa da pesca que acabavam de fazer. 10Tiago e João, filhos de Zebedeu, que eram sócios de Simão, também ficaram espantados. Jesus, porém, disse a Simão: ‘Não tenhas medo! De hoje em diante tu serás pescador de homens.’ 11Então levaram as barcas para a margem, deixaram tudo e seguiram a Jesus. – Palavra da Salvação– Glória a Vós, Senhor Comentário ao Evangelho por Santa Teresinha do Menino Jesus, carmelita e Doutora da IgrejaManuscrito autobiográfico «Não temas. Daqui em diante serás pescador de homens» Nessa noite de luz [no Natal dos catorze anos] começou o terceiro período da minha vida, o mais belo de todos, o mais repleto de graças do céu. […] Tal como os seus apóstolos eu podia dizer: «Mestre, trabalhámos durante toda a noite e nada apanhámos». Sendo ainda mais misericordioso para comigo do que tinha sido para com os seus discípulos, Jesus pegou Ele mesmo na rede, lançou-a e retirou-a repleta de peixes. Fez de mim uma pescadora de almas; senti um grande desejo de trabalhar pela conversão dos pecadores. […] O grito de Jesus na cruz ressoava também continuamente no meu coração: «Tenho sede!» (Jo 19,28). Essas palavras acendiam em mim um ardor desconhecido e muito vivo. Queria dar de beber ao meu Bem-Amado e sentia-me eu própria devorada pela sede das almas. […] A fim de aumentar o meu zelo, o Bom Deus mostrou-me que Lhe agradavam os meus desejos. Ouvi falar de um grande criminoso que tinha acabado de ser condenado à morte por crimes horríveis e que tudo levava a crer que morreria em pecado. Quis, a todo custo, impedi-lo de cair no inferno. […] Sentia, no fundo do meu coração, a certeza de que [esses] desejos seriam satisfeitos, mas para me encher de coragem para continuar a rezar pelos pecadores disse ao Bom Deus que tinha a certeza de que Ele perdoaria ao pobre infeliz Pranzini, e que eu acreditaria nisso mesmo que ele não se confessasse nem desse nenhum sinal de arrependimento, tal era a confiança que eu tinha na misericórdia infinita de Jesus, mas que Lhe pedia apenas um «sinal» de arrependimento, só para minha consolação. A minha prece foi respondida à letra! […] Ah! Desde que recebi essa graça única, o meu desejo de salvar as almas aumentou dia a dia; parecia-me ouvir Jesus dizer-me, como à samaritana: «Dá-me de beber!» (Jo 4,7). Era uma verdadeira troca de amor; eu dava o sangue de Jesus às almas e oferecia a Jesus essas mesmas almas refrescadas pelo seu orvalho divino. Assim, Ele parecia ficar aliviado e, quanto mais Lhe dava a beber, mais a sede da minha pequena alma aumentava, e era essa sede ardente que Ele me dava como a mais deliciosa bebida do seu amor. The post Evangelho do dia 2018-09-06 appeared first on Arautos do Evangelho. Fonte: Evangelho Diário – Arautos do Evangelho

Evangelho Do Dia 2018-09-06

Quinta-feira, 06 de Setembro de 2018. Santo do dia: Santo Onesíforo, discípulo de São PauloCor litúrgica: verde Evangelho do dia: São Lucas 5, 1-11 Primeira leitura: Coríntios 3, 18-23Leitura da Primeira Carta de São Paulo aos Coríntios: Irmãos: 18Ninguém se iluda: Se algum de vós pensa que é sábio nas coisas deste mundo, reconheça sua insensatez, para se tornar sábio de verdade; 19pois a sabedoria deste mundo é insensatez diante de Deus. Com efeito, está escrito: ‘Aquele que apanha os sábios em sua própria astúcia’, 20e ainda: ‘O Senhor conhece os pensamentos dos sábios; sabe que são vãos’. 21Portanto, que ninguém ponha a sua glória em homem algum. Com efeito, tudo vos pertence: 22Paulo, Apolo, Cefas, o mundo, a vida, a morte, o presente, o futuro, tudo é vosso, 23mas vós sois de Cristo, e Cristo é de Deus. – Palavra do Senhor – Graças a Deus Salmo 23 (24) – Ao Senhor pertence a terra e o que ela encerra, o mundo inteiro com os seres que o povoam; porque ele a tornou firme sobre os mares, e sobre as águas a mantém inabalável.   R: Ao Senhor pertence a terra e o que ela encerra. – ‘Quem subirá até o monte do Senhor, quem ficará em sua santa habitação?’ ‘Quem tem mãos puras e inocente coração, quem não dirige sua mente para o crime. R: Ao Senhor pertence a terra e o que ela encerra. – Sobre este desce a bênção do Senhor e a recompensa de seu Deus e Salvador’. ‘É assim a geração dos que o procuram, e do Deus de Israel buscam a face’. R: Ao Senhor pertence a terra e o que ela encerra. Evangelho de Jesus Cristo segundo São Lucas 5, 1-11 – Aleluia, Aleluia, Aleluia.– Vinde após mim, disse o Senhor, e eu ensinarei a pescar gente (Mt 4,19); Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Lucas: Naquele tempo: 1Jesus estava na margem do lago de Genesaré, e a multidão apertava-se ao seu redor para ouvir a palavra de Deus. 2Jesus viu duas barcas paradas na margem do lago. Os pescadores haviam desembarcado e lavavam as redes. 3Subindo numa das barcas, que era de Simão, pediu que se afastasse um pouco da margem. Depois sentou-se e, da barca, ensinava as multidões. 4Quando acabou de falar, disse a Simão: ‘Avança para águas mais profundas, e lançai vossas redes para a pesca’. 5Simão respondeu: ‘Mestre, nós trabalhamos a noite inteira e nada pescamos. Mas, em atenção à tua palavra, vou lançar as redes’. 6Assim fizeram, e apanharam tamanha quantidade de peixes que as redes se rompiam. 7Então fizeram sinal aos companheiros da outra barca, para que viessem ajudá-los. Eles vieram, e encheram as duas barcas, a ponto de quase afundarem. 8Ao ver aquilo, Simão Pedro atirou-se aos pés de Jesus, dizendo: ‘Senhor, afasta-te de mim, porque sou um pecador!’ 9É que o espanto se apoderara de Simão e de todos os seus companheiros, por causa da pesca que acabavam de fazer. 10Tiago e João, filhos de Zebedeu, que eram sócios de Simão, também ficaram espantados. Jesus, porém, disse a Simão: ‘Não tenhas medo! De hoje em diante tu serás pescador de homens.’ 11Então levaram as barcas para a margem, deixaram tudo e seguiram a Jesus. – Palavra da Salvação– Glória a Vós, Senhor Comentário ao Evangelho por Santa Teresinha do Menino Jesus, carmelita e Doutora da IgrejaManuscrito autobiográfico «Não temas. Daqui em diante serás pescador de homens» Nessa noite de luz [no Natal dos catorze anos] começou o terceiro período da minha vida, o mais belo de todos, o mais repleto de graças do céu. […] Tal como os seus apóstolos eu podia dizer: «Mestre, trabalhámos durante toda a noite e nada apanhámos». Sendo ainda mais misericordioso para comigo do que tinha sido para com os seus discípulos, Jesus pegou Ele mesmo na rede, lançou-a e retirou-a repleta de peixes. Fez de mim uma pescadora de almas; senti um grande desejo de trabalhar pela conversão dos pecadores. […] O grito de Jesus na cruz ressoava também continuamente no meu coração: «Tenho sede!» (Jo 19,28). Essas palavras acendiam em mim um ardor desconhecido e muito vivo. Queria dar de beber ao meu Bem-Amado e sentia-me eu própria devorada pela sede das almas. […] A fim de aumentar o meu zelo, o Bom Deus mostrou-me que Lhe agradavam os meus desejos. Ouvi falar de um grande criminoso que tinha acabado de ser condenado à morte por crimes horríveis e que tudo levava a crer que morreria em pecado. Quis, a todo custo, impedi-lo de cair no inferno. […] Sentia, no fundo do meu coração, a certeza de que [esses] desejos seriam satisfeitos, mas para me encher de coragem para continuar a rezar pelos pecadores disse ao Bom Deus que tinha a certeza de que Ele perdoaria ao pobre infeliz Pranzini, e que eu acreditaria nisso mesmo que ele não se confessasse nem desse nenhum sinal de arrependimento, tal era a confiança que eu tinha na misericórdia infinita de Jesus, mas que Lhe pedia apenas um «sinal» de arrependimento, só para minha consolação. A minha prece foi respondida à letra! […] Ah! Desde que recebi essa graça única, o meu desejo de salvar as almas aumentou dia a dia; parecia-me ouvir Jesus dizer-me, como à samaritana: «Dá-me de beber!» (Jo 4,7). Era uma verdadeira troca de amor; eu dava o sangue de Jesus às almas e oferecia a Jesus essas mesmas almas refrescadas pelo seu orvalho divino. Assim, Ele parecia ficar aliviado e, quanto mais Lhe dava a beber, mais a sede da minha pequena alma aumentava, e era essa sede ardente que Ele me dava como a mais deliciosa bebida do seu amor. The post Evangelho do dia 2018-09-06 appeared first on Arautos do Evangelho. Fonte: Evangelho Diário – Arautos do Evangelho

Beato Liberato, Franciscano

Lê-se, no martirológio, no dia de hoje: “Na Marca de Ancona, na Itália, o bem-aventurado Liberato, franciscano”. Um Liberato, da família Brunforte, fez-se Manor, retirando-se, contrita e humildemente, a uma caverna das muitas que há em Soffiano, e ali faleceu por volta do ano de 1258, ao que se crê. Ao que tudo indica, este Liberato é o frade de que trata os Fioretti, no capítulo XLVII, companheiro de Frei Humilde, a que o capítulo precedente se refere. No sobredito convento de Soffiano viveu antigamente um frade menor, de tão grande santidade e graça, que parecia todo divino e freqüentes vezes ficava este frade todo absorto em Deus e enlevado, porque tinha notavelmente a graça da contemplação, que vinham ter com ele passarinhos de diversas espécies e domesticamente pousavam-lhe nas espáduas e na cabeça, nos braços e nas mãos, e cantavam maravilhosamente. Era ele solitário e raras vezes falava; mas quando lhe perguntavam alguma coisa, respondia tão graciosamente e tão sabiamente, que mais parecia um anjo do que homem, e era de grandíssima oração e contemplação, e os frades o tinham em grande reverência. Acabando este frade o curso de sua vida virtuosa, segundo a disposição divina enfermou de morte, de modo que nenhuma coisa podia tomar, e com isto não queria receber nenhuma medicina carnal, mas toda a sua confiança era no médico celestial Jesus Cristo bendito e na sua bendita Mãe; da qual ele mereceu pela divina clemência de ser misericordiosamente visitado e consolado. Pelo que, estando uma vez no leite e dispondo-se à morte com todo o coração e com toda a devoção, apareceu-lhe a gloriosa Virgem Maria, Mãe de Cristo, com grandíssima multidão esplendor e se aproximou do seu leito: e ele, olhando-a, recebeu grandíssimo conforto e alegria quanto à alma e quanto ao corpo; e começou a pedir-lhe, humildemente, que ela pedisse ao seu divino Filho para que, pelos seus méritos, o tirasse da prisão da mísera carne. E perseverando neste pedido com muitas lágrimas, a Virgem Maria, respondeu-lhe, chamando-o pelo nome, e disse-lhe: – Não duvideis, filho, porque tua oração foi atendida, eu vim para confortar-te um pouco, antes de te partires desta vida. Estavam ao lado da Virgem Maria três santas virgens, as quais traziam nas mãos três caixas de eletuário de desmesurado odor e suavidade. Então a Virgem glorioso tomou e abriu uma daquelas caixas e toda a casa ficou cheia de odor: e tomando com uma colher daquele eletuário o deu ao enfermo; o qual tão depressa o saboreou, sentiu tanto conforto e tanta doçura que sua alma parecia não poder mais ficar no corpo; pelo que começou a dizer: – Não mais, ó Santíssima Mãe virgem bendita, ó médica bendita e salvadora da humana geração, não mais; porque eu não posso suportar tanta suavidade. Mas a piedosa e benigna Mãe, apresentando outra vez daquele eletuário ao enfermo e fazendo-o tomar, esvaziou toda a caixa. Depois, vazia a primeira caixa, a Virgem bendita toma a segunda e nela pôs a colher para dar-lhe, pelo que ele docemente se queixava, dizendo: – Ó Beatíssimo Mãe de Deus, se minha alma quase toda está liquefeita pelo ardor e a suavidade do primeiro eletuário, como poderei eu suportar o segundo? Peço-te, bendita sobre todos os santos e sobre todos os anjos, que não me queirais dar mais. Respondeu Nossa Senhora: – Saboreia, filho, ainda um pouco desta segunda caixa. E dando-lhe um pouco, disse-lhe: – Hoje, filho, tomastes tanto, que já chega. Conforta-te, filho, que depressa virei por ti e levar-te-ei ao reino de meu Filho, o qual tu sempre buscaste e desejaste. E dito isto, separando-se dele, partiu, e ele ficou tão consolado e confortado pela doçura daquele confeito, que por muitos dias sobreviveu saciado e forte, sem nenhum alimento corporal. E depois de alguns dias, alegremente falando com os frades, com grande Letícia e júbilo, passou desta vida mísera à bem-aventurada vida. Amém. (Vida dos Santos, Padre Rohrbacher, Volume XVI, p. 83 à 85)     The post Beato Liberato, Franciscano appeared first on Arautos do Evangelho. Fonte: Santo do Dia – Arautos do Evangelho

Evangelho Do Dia 2018-09-06

Quinta-feira, 06 de Setembro de 2018. Santo do dia: Santo Onesíforo, discípulo de São PauloCor litúrgica: verde Evangelho do dia: São Lucas 5, 1-11 Primeira leitura: Coríntios 3, 18-23Leitura da Primeira Carta de São Paulo aos Coríntios: Irmãos: 18Ninguém se iluda: Se algum de vós pensa que é sábio nas coisas deste mundo, reconheça sua insensatez, para se tornar sábio de verdade; 19pois a sabedoria deste mundo é insensatez diante de Deus. Com efeito, está escrito: ‘Aquele que apanha os sábios em sua própria astúcia’, 20e ainda: ‘O Senhor conhece os pensamentos dos sábios; sabe que são vãos’. 21Portanto, que ninguém ponha a sua glória em homem algum. Com efeito, tudo vos pertence: 22Paulo, Apolo, Cefas, o mundo, a vida, a morte, o presente, o futuro, tudo é vosso, 23mas vós sois de Cristo, e Cristo é de Deus. – Palavra do Senhor – Graças a Deus Salmo 23 (24) – Ao Senhor pertence a terra e o que ela encerra, o mundo inteiro com os seres que o povoam; porque ele a tornou firme sobre os mares, e sobre as águas a mantém inabalável.   R: Ao Senhor pertence a terra e o que ela encerra. – ‘Quem subirá até o monte do Senhor, quem ficará em sua santa habitação?’ ‘Quem tem mãos puras e inocente coração, quem não dirige sua mente para o crime. R: Ao Senhor pertence a terra e o que ela encerra. – Sobre este desce a bênção do Senhor e a recompensa de seu Deus e Salvador’. ‘É assim a geração dos que o procuram, e do Deus de Israel buscam a face’. R: Ao Senhor pertence a terra e o que ela encerra. Evangelho de Jesus Cristo segundo São Lucas 5, 1-11 – Aleluia, Aleluia, Aleluia.– Vinde após mim, disse o Senhor, e eu ensinarei a pescar gente (Mt 4,19); Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Lucas: Naquele tempo: 1Jesus estava na margem do lago de Genesaré, e a multidão apertava-se ao seu redor para ouvir a palavra de Deus. 2Jesus viu duas barcas paradas na margem do lago. Os pescadores haviam desembarcado e lavavam as redes. 3Subindo numa das barcas, que era de Simão, pediu que se afastasse um pouco da margem. Depois sentou-se e, da barca, ensinava as multidões. 4Quando acabou de falar, disse a Simão: ‘Avança para águas mais profundas, e lançai vossas redes para a pesca’. 5Simão respondeu: ‘Mestre, nós trabalhamos a noite inteira e nada pescamos. Mas, em atenção à tua palavra, vou lançar as redes’. 6Assim fizeram, e apanharam tamanha quantidade de peixes que as redes se rompiam. 7Então fizeram sinal aos companheiros da outra barca, para que viessem ajudá-los. Eles vieram, e encheram as duas barcas, a ponto de quase afundarem. 8Ao ver aquilo, Simão Pedro atirou-se aos pés de Jesus, dizendo: ‘Senhor, afasta-te de mim, porque sou um pecador!’ 9É que o espanto se apoderara de Simão e de todos os seus companheiros, por causa da pesca que acabavam de fazer. 10Tiago e João, filhos de Zebedeu, que eram sócios de Simão, também ficaram espantados. Jesus, porém, disse a Simão: ‘Não tenhas medo! De hoje em diante tu serás pescador de homens.’ 11Então levaram as barcas para a margem, deixaram tudo e seguiram a Jesus. – Palavra da Salvação– Glória a Vós, Senhor Comentário ao Evangelho por Santa Teresinha do Menino Jesus, carmelita e Doutora da IgrejaManuscrito autobiográfico «Não temas. Daqui em diante serás pescador de homens» Nessa noite de luz [no Natal dos catorze anos] começou o terceiro período da minha vida, o mais belo de todos, o mais repleto de graças do céu. […] Tal como os seus apóstolos eu podia dizer: «Mestre, trabalhámos durante toda a noite e nada apanhámos». Sendo ainda mais misericordioso para comigo do que tinha sido para com os seus discípulos, Jesus pegou Ele mesmo na rede, lançou-a e retirou-a repleta de peixes. Fez de mim uma pescadora de almas; senti um grande desejo de trabalhar pela conversão dos pecadores. […] O grito de Jesus na cruz ressoava também continuamente no meu coração: «Tenho sede!» (Jo 19,28). Essas palavras acendiam em mim um ardor desconhecido e muito vivo. Queria dar de beber ao meu Bem-Amado e sentia-me eu própria devorada pela sede das almas. […] A fim de aumentar o meu zelo, o Bom Deus mostrou-me que Lhe agradavam os meus desejos. Ouvi falar de um grande criminoso que tinha acabado de ser condenado à morte por crimes horríveis e que tudo levava a crer que morreria em pecado. Quis, a todo custo, impedi-lo de cair no inferno. […] Sentia, no fundo do meu coração, a certeza de que [esses] desejos seriam satisfeitos, mas para me encher de coragem para continuar a rezar pelos pecadores disse ao Bom Deus que tinha a certeza de que Ele perdoaria ao pobre infeliz Pranzini, e que eu acreditaria nisso mesmo que ele não se confessasse nem desse nenhum sinal de arrependimento, tal era a confiança que eu tinha na misericórdia infinita de Jesus, mas que Lhe pedia apenas um «sinal» de arrependimento, só para minha consolação. A minha prece foi respondida à letra! […] Ah! Desde que recebi essa graça única, o meu desejo de salvar as almas aumentou dia a dia; parecia-me ouvir Jesus dizer-me, como à samaritana: «Dá-me de beber!» (Jo 4,7). Era uma verdadeira troca de amor; eu dava o sangue de Jesus às almas e oferecia a Jesus essas mesmas almas refrescadas pelo seu orvalho divino. Assim, Ele parecia ficar aliviado e, quanto mais Lhe dava a beber, mais a sede da minha pequena alma aumentava, e era essa sede ardente que Ele me dava como a mais deliciosa bebida do seu amor. The post Evangelho do dia 2018-09-06 appeared first on Arautos do Evangelho. Fonte: Evangelho Diário – Arautos do Evangelho

Beato Liberato, Franciscano

Lê-se, no martirológio, no dia de hoje: “Na Marca de Ancona, na Itália, o bem-aventurado Liberato, franciscano”. Um Liberato, da família Brunforte, fez-se Manor, retirando-se, contrita e humildemente, a uma caverna das muitas que há em Soffiano, e ali faleceu por volta do ano de 1258, ao que se crê. Ao que tudo indica, este Liberato é o frade de que trata os Fioretti, no capítulo XLVII, companheiro de Frei Humilde, a que o capítulo precedente se refere. No sobredito convento de Soffiano viveu antigamente um frade menor, de tão grande santidade e graça, que parecia todo divino e freqüentes vezes ficava este frade todo absorto em Deus e enlevado, porque tinha notavelmente a graça da contemplação, que vinham ter com ele passarinhos de diversas espécies e domesticamente pousavam-lhe nas espáduas e na cabeça, nos braços e nas mãos, e cantavam maravilhosamente. Era ele solitário e raras vezes falava; mas quando lhe perguntavam alguma coisa, respondia tão graciosamente e tão sabiamente, que mais parecia um anjo do que homem, e era de grandíssima oração e contemplação, e os frades o tinham em grande reverência. Acabando este frade o curso de sua vida virtuosa, segundo a disposição divina enfermou de morte, de modo que nenhuma coisa podia tomar, e com isto não queria receber nenhuma medicina carnal, mas toda a sua confiança era no médico celestial Jesus Cristo bendito e na sua bendita Mãe; da qual ele mereceu pela divina clemência de ser misericordiosamente visitado e consolado. Pelo que, estando uma vez no leite e dispondo-se à morte com todo o coração e com toda a devoção, apareceu-lhe a gloriosa Virgem Maria, Mãe de Cristo, com grandíssima multidão esplendor e se aproximou do seu leito: e ele, olhando-a, recebeu grandíssimo conforto e alegria quanto à alma e quanto ao corpo; e começou a pedir-lhe, humildemente, que ela pedisse ao seu divino Filho para que, pelos seus méritos, o tirasse da prisão da mísera carne. E perseverando neste pedido com muitas lágrimas, a Virgem Maria, respondeu-lhe, chamando-o pelo nome, e disse-lhe: – Não duvideis, filho, porque tua oração foi atendida, eu vim para confortar-te um pouco, antes de te partires desta vida. Estavam ao lado da Virgem Maria três santas virgens, as quais traziam nas mãos três caixas de eletuário de desmesurado odor e suavidade. Então a Virgem glorioso tomou e abriu uma daquelas caixas e toda a casa ficou cheia de odor: e tomando com uma colher daquele eletuário o deu ao enfermo; o qual tão depressa o saboreou, sentiu tanto conforto e tanta doçura que sua alma parecia não poder mais ficar no corpo; pelo que começou a dizer: – Não mais, ó Santíssima Mãe virgem bendita, ó médica bendita e salvadora da humana geração, não mais; porque eu não posso suportar tanta suavidade. Mas a piedosa e benigna Mãe, apresentando outra vez daquele eletuário ao enfermo e fazendo-o tomar, esvaziou toda a caixa. Depois, vazia a primeira caixa, a Virgem bendita toma a segunda e nela pôs a colher para dar-lhe, pelo que ele docemente se queixava, dizendo: – Ó Beatíssimo Mãe de Deus, se minha alma quase toda está liquefeita pelo ardor e a suavidade do primeiro eletuário, como poderei eu suportar o segundo? Peço-te, bendita sobre todos os santos e sobre todos os anjos, que não me queirais dar mais. Respondeu Nossa Senhora: – Saboreia, filho, ainda um pouco desta segunda caixa. E dando-lhe um pouco, disse-lhe: – Hoje, filho, tomastes tanto, que já chega. Conforta-te, filho, que depressa virei por ti e levar-te-ei ao reino de meu Filho, o qual tu sempre buscaste e desejaste. E dito isto, separando-se dele, partiu, e ele ficou tão consolado e confortado pela doçura daquele confeito, que por muitos dias sobreviveu saciado e forte, sem nenhum alimento corporal. E depois de alguns dias, alegremente falando com os frades, com grande Letícia e júbilo, passou desta vida mísera à bem-aventurada vida. Amém. (Vida dos Santos, Padre Rohrbacher, Volume XVI, p. 83 à 85)     The post Beato Liberato, Franciscano appeared first on Arautos do Evangelho. Fonte: Santo do Dia – Arautos do Evangelho

Evangelho Do Dia 2018-09-06

Quinta-feira, 06 de Setembro de 2018. Santo do dia: Santo Onesíforo, discípulo de São PauloCor litúrgica: verde Evangelho do dia: São Lucas 5, 1-11 Primeira leitura: Coríntios 3, 18-23Leitura da Primeira Carta de São Paulo aos Coríntios: Irmãos: 18Ninguém se iluda: Se algum de vós pensa que é sábio nas coisas deste mundo, reconheça sua insensatez, para se tornar sábio de verdade; 19pois a sabedoria deste mundo é insensatez diante de Deus. Com efeito, está escrito: ‘Aquele que apanha os sábios em sua própria astúcia’, 20e ainda: ‘O Senhor conhece os pensamentos dos sábios; sabe que são vãos’. 21Portanto, que ninguém ponha a sua glória em homem algum. Com efeito, tudo vos pertence: 22Paulo, Apolo, Cefas, o mundo, a vida, a morte, o presente, o futuro, tudo é vosso, 23mas vós sois de Cristo, e Cristo é de Deus. – Palavra do Senhor – Graças a Deus Salmo 23 (24) – Ao Senhor pertence a terra e o que ela encerra, o mundo inteiro com os seres que o povoam; porque ele a tornou firme sobre os mares, e sobre as águas a mantém inabalável.   R: Ao Senhor pertence a terra e o que ela encerra. – ‘Quem subirá até o monte do Senhor, quem ficará em sua santa habitação?’ ‘Quem tem mãos puras e inocente coração, quem não dirige sua mente para o crime. R: Ao Senhor pertence a terra e o que ela encerra. – Sobre este desce a bênção do Senhor e a recompensa de seu Deus e Salvador’. ‘É assim a geração dos que o procuram, e do Deus de Israel buscam a face’. R: Ao Senhor pertence a terra e o que ela encerra. Evangelho de Jesus Cristo segundo São Lucas 5, 1-11 – Aleluia, Aleluia, Aleluia.– Vinde após mim, disse o Senhor, e eu ensinarei a pescar gente (Mt 4,19); Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Lucas: Naquele tempo: 1Jesus estava na margem do lago de Genesaré, e a multidão apertava-se ao seu redor para ouvir a palavra de Deus. 2Jesus viu duas barcas paradas na margem do lago. Os pescadores haviam desembarcado e lavavam as redes. 3Subindo numa das barcas, que era de Simão, pediu que se afastasse um pouco da margem. Depois sentou-se e, da barca, ensinava as multidões. 4Quando acabou de falar, disse a Simão: ‘Avança para águas mais profundas, e lançai vossas redes para a pesca’. 5Simão respondeu: ‘Mestre, nós trabalhamos a noite inteira e nada pescamos. Mas, em atenção à tua palavra, vou lançar as redes’. 6Assim fizeram, e apanharam tamanha quantidade de peixes que as redes se rompiam. 7Então fizeram sinal aos companheiros da outra barca, para que viessem ajudá-los. Eles vieram, e encheram as duas barcas, a ponto de quase afundarem. 8Ao ver aquilo, Simão Pedro atirou-se aos pés de Jesus, dizendo: ‘Senhor, afasta-te de mim, porque sou um pecador!’ 9É que o espanto se apoderara de Simão e de todos os seus companheiros, por causa da pesca que acabavam de fazer. 10Tiago e João, filhos de Zebedeu, que eram sócios de Simão, também ficaram espantados. Jesus, porém, disse a Simão: ‘Não tenhas medo! De hoje em diante tu serás pescador de homens.’ 11Então levaram as barcas para a margem, deixaram tudo e seguiram a Jesus. – Palavra da Salvação– Glória a Vós, Senhor Comentário ao Evangelho por Santa Teresinha do Menino Jesus, carmelita e Doutora da IgrejaManuscrito autobiográfico «Não temas. Daqui em diante serás pescador de homens» Nessa noite de luz [no Natal dos catorze anos] começou o terceiro período da minha vida, o mais belo de todos, o mais repleto de graças do céu. […] Tal como os seus apóstolos eu podia dizer: «Mestre, trabalhámos durante toda a noite e nada apanhámos». Sendo ainda mais misericordioso para comigo do que tinha sido para com os seus discípulos, Jesus pegou Ele mesmo na rede, lançou-a e retirou-a repleta de peixes. Fez de mim uma pescadora de almas; senti um grande desejo de trabalhar pela conversão dos pecadores. […] O grito de Jesus na cruz ressoava também continuamente no meu coração: «Tenho sede!» (Jo 19,28). Essas palavras acendiam em mim um ardor desconhecido e muito vivo. Queria dar de beber ao meu Bem-Amado e sentia-me eu própria devorada pela sede das almas. […] A fim de aumentar o meu zelo, o Bom Deus mostrou-me que Lhe agradavam os meus desejos. Ouvi falar de um grande criminoso que tinha acabado de ser condenado à morte por crimes horríveis e que tudo levava a crer que morreria em pecado. Quis, a todo custo, impedi-lo de cair no inferno. […] Sentia, no fundo do meu coração, a certeza de que [esses] desejos seriam satisfeitos, mas para me encher de coragem para continuar a rezar pelos pecadores disse ao Bom Deus que tinha a certeza de que Ele perdoaria ao pobre infeliz Pranzini, e que eu acreditaria nisso mesmo que ele não se confessasse nem desse nenhum sinal de arrependimento, tal era a confiança que eu tinha na misericórdia infinita de Jesus, mas que Lhe pedia apenas um «sinal» de arrependimento, só para minha consolação. A minha prece foi respondida à letra! […] Ah! Desde que recebi essa graça única, o meu desejo de salvar as almas aumentou dia a dia; parecia-me ouvir Jesus dizer-me, como à samaritana: «Dá-me de beber!» (Jo 4,7). Era uma verdadeira troca de amor; eu dava o sangue de Jesus às almas e oferecia a Jesus essas mesmas almas refrescadas pelo seu orvalho divino. Assim, Ele parecia ficar aliviado e, quanto mais Lhe dava a beber, mais a sede da minha pequena alma aumentava, e era essa sede ardente que Ele me dava como a mais deliciosa bebida do seu amor. The post Evangelho do dia 2018-09-06 appeared first on Arautos do Evangelho. Fonte: Evangelho Diário – Arautos do Evangelho

Beato Liberato, Franciscano

Lê-se, no martirológio, no dia de hoje: “Na Marca de Ancona, na Itália, o bem-aventurado Liberato, franciscano”. Um Liberato, da família Brunforte, fez-se Manor, retirando-se, contrita e humildemente, a uma caverna das muitas que há em Soffiano, e ali faleceu por volta do ano de 1258, ao que se crê. Ao que tudo indica, este Liberato é o frade de que trata os Fioretti, no capítulo XLVII, companheiro de Frei Humilde, a que o capítulo precedente se refere. No sobredito convento de Soffiano viveu antigamente um frade menor, de tão grande santidade e graça, que parecia todo divino e freqüentes vezes ficava este frade todo absorto em Deus e enlevado, porque tinha notavelmente a graça da contemplação, que vinham ter com ele passarinhos de diversas espécies e domesticamente pousavam-lhe nas espáduas e na cabeça, nos braços e nas mãos, e cantavam maravilhosamente. Era ele solitário e raras vezes falava; mas quando lhe perguntavam alguma coisa, respondia tão graciosamente e tão sabiamente, que mais parecia um anjo do que homem, e era de grandíssima oração e contemplação, e os frades o tinham em grande reverência. Acabando este frade o curso de sua vida virtuosa, segundo a disposição divina enfermou de morte, de modo que nenhuma coisa podia tomar, e com isto não queria receber nenhuma medicina carnal, mas toda a sua confiança era no médico celestial Jesus Cristo bendito e na sua bendita Mãe; da qual ele mereceu pela divina clemência de ser misericordiosamente visitado e consolado. Pelo que, estando uma vez no leite e dispondo-se à morte com todo o coração e com toda a devoção, apareceu-lhe a gloriosa Virgem Maria, Mãe de Cristo, com grandíssima multidão esplendor e se aproximou do seu leito: e ele, olhando-a, recebeu grandíssimo conforto e alegria quanto à alma e quanto ao corpo; e começou a pedir-lhe, humildemente, que ela pedisse ao seu divino Filho para que, pelos seus méritos, o tirasse da prisão da mísera carne. E perseverando neste pedido com muitas lágrimas, a Virgem Maria, respondeu-lhe, chamando-o pelo nome, e disse-lhe: – Não duvideis, filho, porque tua oração foi atendida, eu vim para confortar-te um pouco, antes de te partires desta vida. Estavam ao lado da Virgem Maria três santas virgens, as quais traziam nas mãos três caixas de eletuário de desmesurado odor e suavidade. Então a Virgem glorioso tomou e abriu uma daquelas caixas e toda a casa ficou cheia de odor: e tomando com uma colher daquele eletuário o deu ao enfermo; o qual tão depressa o saboreou, sentiu tanto conforto e tanta doçura que sua alma parecia não poder mais ficar no corpo; pelo que começou a dizer: – Não mais, ó Santíssima Mãe virgem bendita, ó médica bendita e salvadora da humana geração, não mais; porque eu não posso suportar tanta suavidade. Mas a piedosa e benigna Mãe, apresentando outra vez daquele eletuário ao enfermo e fazendo-o tomar, esvaziou toda a caixa. Depois, vazia a primeira caixa, a Virgem bendita toma a segunda e nela pôs a colher para dar-lhe, pelo que ele docemente se queixava, dizendo: – Ó Beatíssimo Mãe de Deus, se minha alma quase toda está liquefeita pelo ardor e a suavidade do primeiro eletuário, como poderei eu suportar o segundo? Peço-te, bendita sobre todos os santos e sobre todos os anjos, que não me queirais dar mais. Respondeu Nossa Senhora: – Saboreia, filho, ainda um pouco desta segunda caixa. E dando-lhe um pouco, disse-lhe: – Hoje, filho, tomastes tanto, que já chega. Conforta-te, filho, que depressa virei por ti e levar-te-ei ao reino de meu Filho, o qual tu sempre buscaste e desejaste. E dito isto, separando-se dele, partiu, e ele ficou tão consolado e confortado pela doçura daquele confeito, que por muitos dias sobreviveu saciado e forte, sem nenhum alimento corporal. E depois de alguns dias, alegremente falando com os frades, com grande Letícia e júbilo, passou desta vida mísera à bem-aventurada vida. Amém. (Vida dos Santos, Padre Rohrbacher, Volume XVI, p. 83 à 85)     The post Beato Liberato, Franciscano appeared first on Arautos do Evangelho. Fonte: Santo do Dia – Arautos do Evangelho