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Evangelho Do Dia 2018-11-17

Sábado, 17 de Novembro de 2018. Santo do dia: Santa Isabel da Hungria, religiosa; Beato Josafá Kocylovskyj, Bispo e mártirCor litúrgica: branco Evangelho do dia: São Lucas 18, 1-8 Primeira leitura:  São João 5-8Leitura da terceira carta de São João: 5Caríssimo Gaio, é muito leal o teu proceder, agindo assim com teus irmãos, ainda que estrangeiros. 6Eles deram testemunho da tua caridade diante da Igreja. Farás bem em provê-los para a viagem de um modo digno de Deus. 7Pois, por amor do Nome, eles empreenderam a viagem sem aceitar nada da parte dos pagãos. 8A nós, portanto, cabe acolhê-los, para sermos cooperadores da verdade. – Palavra do Senhor – Graças a Deus Salmo 111 (112) – Feliz o homem que respeita o Senhor e que ama com carinho a sua lei! Sua descendência será forte sobre a terra, abençoada a geração dos homens retos! R: Feliz aquele que respeita o Senhor! – Haverá glória e riqueza em sua casa, e permanece para sempre o bem que fez. Ele é correto, generoso e compassivo, como luz brilha nas trevas para os justos. R: Feliz aquele que respeita o Senhor! – Feliz o homem caridoso e prestativo, que resolve seus negócios com justiça. Porque jamais vacilará o homem reto, sua lembrança permanece eternamente! R: Feliz aquele que respeita o Senhor! Evangelho de Jesus Cristo segundo São Lucas 18, 1-8 – Aleluia, Aleluia, Aleluia.– Pelo evangelho o Pai nos chamou, a fim de alcançarmos a glória de nosso Senhor Jesus Cristo (2Ts 2,14); Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Lucas: Naquele tempo, 1Jesus contou aos discípulos uma parábola, para mostrar-lhes a necessidade de rezar sempre e nunca desistir, dizendo: 2“Numa cidade havia um juiz que não temia a Deus e não respeitava homem algum. 3Na mesma cidade havia uma viúva, que vinha à procura do juiz, pedindo: ‘Faze-me justiça contra o meu adversário!’ 4Durante muito tempo, o juiz se recusou. Por fim, ele pensou: ‘Eu não temo a Deus e não respeito homem algum. 5Mas esta viúva já me está aborrecendo. Vou fazer-lhe justiça, para que ela não venha agredir-me!’” 6E o Senhor acrescentou: “Escutai o que diz este juiz injusto. 7E Deus não fará justiça aos seus escolhidos, que dia e noite gritam por ele? Será que vai fazê-los esperar? 8Eu vos digo que Deus lhes fará justiça bem depressa. Mas o Filho do homem, quando vier, será que ainda vai encontrar fé sobre a terra?” – Palavra da Salvação– Glória a Vós, Senhor Comentário ao Evangelho por Santo Agostinho, Bispo e Doutor da IgrejaSermão 115, 1; PL 38, 655 (a partir da trad. de Delhougne, Les Pères commentent, p. 447) «Quando voltar o Filho do homem, encontrará fé sobre a Terra?» Haverá método mais eficaz para nos encorajar à oração do que a parábola do juiz iníquo que o Senhor nos contou? Evidentemente, o juiz iníquo nem temia a Deus nem respeitava os homens. Não experimentava qualquer benevolência pela viúva que a ele recorrera e, no entanto, vencido pelo aborrecimento, acabou por ouvi-la. Se, pois, ele atendeu esta mulher que o importunava com as suas súplicas, como não seremos nós atendidos por Aquele que nos encoraja a apresentar-Lhe as nossas? Foi por isso que o Senhor nos propôs esta comparação, conseguida por contraste, para nos dar a perceber que é preciso «orar sempre sem desanimar». E depois acrescentou: «Mas quando voltar o Filho do homem, encontrará fé sobre a Terra?» Se a fé desaparecer, a oração extingue-se. Com efeito, ninguém se lembraria de rezar para pedir aquilo em que não crê. Diz o apóstolo Paulo, exortando-nos à oração: «Todo o que invocar o nome do Senhor será salvo»; e depois, para mostrar que a fé é a fonte da oração e que o ribeiro não pode correr se a fonte estiver seca, acrescenta : «Ora, como hão de invocar Aquele em quem não acreditaram?» (Rom 10,13-14) Acreditemos, pois, para podermos orar e oremos para que a fé, que é o princípio da nossa oração, nunca nos venha a faltar. A fé expande a oração e a oração, ao expandir-se, obtém por seu turno o fortalecimento da fé The post Evangelho do dia 2018-11-17 appeared first on Arautos do Evangelho. Fonte: Evangelho Diário – Arautos do Evangelho

Evangelho Do Dia 2018-11-17

Sábado, 17 de Novembro de 2018. Santo do dia: Santa Isabel da Hungria, religiosa; Beato Josafá Kocylovskyj, Bispo e mártirCor litúrgica: branco Evangelho do dia: São Lucas 18, 1-8 Primeira leitura:  São João 5-8Leitura da terceira carta de São João: 5Caríssimo Gaio, é muito leal o teu proceder, agindo assim com teus irmãos, ainda que estrangeiros. 6Eles deram testemunho da tua caridade diante da Igreja. Farás bem em provê-los para a viagem de um modo digno de Deus. 7Pois, por amor do Nome, eles empreenderam a viagem sem aceitar nada da parte dos pagãos. 8A nós, portanto, cabe acolhê-los, para sermos cooperadores da verdade. – Palavra do Senhor – Graças a Deus Salmo 111 (112) – Feliz o homem que respeita o Senhor e que ama com carinho a sua lei! Sua descendência será forte sobre a terra, abençoada a geração dos homens retos! R: Feliz aquele que respeita o Senhor! – Haverá glória e riqueza em sua casa, e permanece para sempre o bem que fez. Ele é correto, generoso e compassivo, como luz brilha nas trevas para os justos. R: Feliz aquele que respeita o Senhor! – Feliz o homem caridoso e prestativo, que resolve seus negócios com justiça. Porque jamais vacilará o homem reto, sua lembrança permanece eternamente! R: Feliz aquele que respeita o Senhor! Evangelho de Jesus Cristo segundo São Lucas 18, 1-8 – Aleluia, Aleluia, Aleluia.– Pelo evangelho o Pai nos chamou, a fim de alcançarmos a glória de nosso Senhor Jesus Cristo (2Ts 2,14); Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Lucas: Naquele tempo, 1Jesus contou aos discípulos uma parábola, para mostrar-lhes a necessidade de rezar sempre e nunca desistir, dizendo: 2“Numa cidade havia um juiz que não temia a Deus e não respeitava homem algum. 3Na mesma cidade havia uma viúva, que vinha à procura do juiz, pedindo: ‘Faze-me justiça contra o meu adversário!’ 4Durante muito tempo, o juiz se recusou. Por fim, ele pensou: ‘Eu não temo a Deus e não respeito homem algum. 5Mas esta viúva já me está aborrecendo. Vou fazer-lhe justiça, para que ela não venha agredir-me!’” 6E o Senhor acrescentou: “Escutai o que diz este juiz injusto. 7E Deus não fará justiça aos seus escolhidos, que dia e noite gritam por ele? Será que vai fazê-los esperar? 8Eu vos digo que Deus lhes fará justiça bem depressa. Mas o Filho do homem, quando vier, será que ainda vai encontrar fé sobre a terra?” – Palavra da Salvação– Glória a Vós, Senhor Comentário ao Evangelho por Santo Agostinho, Bispo e Doutor da IgrejaSermão 115, 1; PL 38, 655 (a partir da trad. de Delhougne, Les Pères commentent, p. 447) «Quando voltar o Filho do homem, encontrará fé sobre a Terra?» Haverá método mais eficaz para nos encorajar à oração do que a parábola do juiz iníquo que o Senhor nos contou? Evidentemente, o juiz iníquo nem temia a Deus nem respeitava os homens. Não experimentava qualquer benevolência pela viúva que a ele recorrera e, no entanto, vencido pelo aborrecimento, acabou por ouvi-la. Se, pois, ele atendeu esta mulher que o importunava com as suas súplicas, como não seremos nós atendidos por Aquele que nos encoraja a apresentar-Lhe as nossas? Foi por isso que o Senhor nos propôs esta comparação, conseguida por contraste, para nos dar a perceber que é preciso «orar sempre sem desanimar». E depois acrescentou: «Mas quando voltar o Filho do homem, encontrará fé sobre a Terra?» Se a fé desaparecer, a oração extingue-se. Com efeito, ninguém se lembraria de rezar para pedir aquilo em que não crê. Diz o apóstolo Paulo, exortando-nos à oração: «Todo o que invocar o nome do Senhor será salvo»; e depois, para mostrar que a fé é a fonte da oração e que o ribeiro não pode correr se a fonte estiver seca, acrescenta : «Ora, como hão de invocar Aquele em quem não acreditaram?» (Rom 10,13-14) Acreditemos, pois, para podermos orar e oremos para que a fé, que é o princípio da nossa oração, nunca nos venha a faltar. A fé expande a oração e a oração, ao expandir-se, obtém por seu turno o fortalecimento da fé The post Evangelho do dia 2018-11-17 appeared first on Arautos do Evangelho. Fonte: Evangelho Diário – Arautos do Evangelho

Santa Isabel Da Hungria, Religiosa

Em 1207, a rainha Gertrudes, esposa do rei André da Hungria deu à luz uma filha, que recebeu na pia batismal o nome de Isabel. Desde o berço, a menina deu provas do destino que Deus lhe reservara. Os nomes consagrados pela religião foram as primeiras palavras que lhe impressionaram a atenção, os primeiros também que ela balbuciou, à medida que a língua se lhe desprendia. Quando pode desembaraçadamente falar, principiou a recitar orações. Prestava surpreendente atenção aos primeiros ensinamentos da fé que lhe ministravam, se bem que uma luz interior já lhe aclarasse aquelas santas verdades, que então, se concretizavam. Com a idade de três anos, segundo afirmam seus biógrafos, era toda ela ternura e compaixão pelos pobres, esforçando-se por suavizar-lhe com presentes, a miséria. Do berço, saíram-lhe a primeira esmola e a primeira oração. Pesarosa, via as guerras que se alastravam na Hungria. Quando cessaram, à volta da tranqüilidade, o rei André viu, satisfeito, que as violações da lei de Deus, os excessos, as blasfêmias iam sendo menos freqüentes, e a princezinha alegrava-se. O duque da Turíngia, um belo dia, pediu a jovem princesa em casamento, para o filho, o duque Luís. Isabel foi, assim, educada na corte da Turíngia desde a idade de quatro anos. Desde então, todos os pensamentos, todas as emoções pareciam estar concentrados no desejo de servir a Deus e merecer o céu. Todas as vezes que podia, entrava na capela do castelo, e lá, deitando-se ao pé do altar, abria um grande saltério, embora não soubesse ler. Olhava-o terna, demoradamente, como que adivinhando o que continha e elevando o pensamento para o céu, ficava tempo enorme a rezar, em recolhimento precoce para a meditação. Quando brincava com as companheiras, tudo fazia para que, sem perceberem, se encaminhassem à capela. Se sozinha, encontrando-a fechada, ternamente beijava a porta, a fechadura, os muros exteriores, por amor de Deus, que lá dentro repousava. Em todos os brinquedos era o pensamento de Deus que dominava. Esperava ganhá-lo um dia, porque dava aos pobres tudo aquilo que lhe davam, impondo-lhes a recitação dum determinado número de Padre-nossos e Ave-Marias. Desejava sempre estar próxima de Deus, e, quando achava que já fazia algumas horas que não rezava, porque com as companheiras, inventava: – Atiremo-nos ao chão, e vejamos quem mais tempo ficará com a respiração suspensa. Assim, por terra, aproveitava-se para dirigir-se a Deus com um rápido Padre-nosso, uma curta jaculatória ou uma Ave-Maria. Quando moça, já esposa e mãe, deliciava-se em referir aqueles inocentes ardis da infância. Quase sempre também, conduzia as amiguinhas ao cemitério, E, dizia-lhes: – Lembrai-vos que um dia nós também não seremos mais nada aqui na terra. Aproximava-se do ossário, chamava-se as companheiras e dizia, apontando os ossos que lá branqueavam: – Eis os ossos dos mortos.Esses ossos pertenceram a pessoas que foram vivas como nós, e agora estão mortas como um dia também estaremos. Contemplava aqueles restos, com tristeza, e propunha: – Vamos, ajoelhemo-nos que e rezemos. Repeti comigo: “Senhor, por tua morte cruel e por tua Mãe Maria, dá paz às pobres almas”. Diz um autor que, lá do cemitério, o grupo brincava, e que o menino Jesus frequentemente aparecia, saudava as crianças e com elas brincava também, Isabel, porém, quando as amigas contavam o fato, repreendia-as, proibindo-as de referir o que quer que fosse. Quando não brincava, procurava aprender o maior número possível de orações. Tudo aquilo que lhe falasse de Deus e da santa lei lhe era caríssimo. Propusera-se recitar determinado número de orações por dia, e enquanto não se desincumbisse do proposto voluntariamente, não se deitava. Sentia já que grande era o prêmio conferido à modéstia e ao decoro, de modo que arranjava o véu de tal maneira, que se lhe viam o menos possível, os traços infantis. A caridade sem limites, que mais tarde devia identificar-se com a própria vida, já lhe inflamava a alma predestinada. Distribuía todo o dinheiro recebido dos pais adotivos, ou o que deles conseguia arranjar sob qualquer pretexto. Todos os dias, invariavelmente pela tardinha, ia às cozinhas do castelo em busca do que sobrara e, com cuidado, levava o que conseguia colher aos pobres esfaimados, que se haviam acostumado a esperá-la. Com pães, roscas, doces, carne, que lhes matava a fome, abençoavam-na, retiravam-se mais aliviados e com a alma em festa. Tais incursões nas cozinhas não era muito do agrado de copeiros e cozinheiros e, não raro, quando Isabel aparecia, fechavam a carranca. Era costume, naqueles tempos, que as princesas e as jovens da nobreza tirassem a sorte entre os santos apóstolos para ter um deles como padroeiro especial. Isabel, que já havia escolhido a santa Virgem como protetora e advogada suprema, nutria veneração incomum por São João Evangelista, por causa da pureza virginal, da qual o apóstolo era o representante inconteste. Com ardor, pôs-se a suplicar a Nosso Senhor. – Ó Jesus meu, fazei que a sorte caia em vosso apóstolo João! Humildemente, foi ter com as companheiras e, com elas, à eleição. Para a sorte, procedia-se da seguinte maneira: levavam-se ao altar doze velas, nas quais iam escritos os nomes dos apóstolos, um em cada uma; lá eram misturadas. Em seguida, as postulantes, cada qual por sua vez, ao acaso, tirava uma das velas. Isabel, como princesa, foi a primeira. Colheu uma das velas. Era a que levava o nome de São João Evangelista. Satisfeita quis repetir a prova, para ver se o santo apóstolo, devia mesmo ser o padroeiro que Deus lhe daria. E não só mais uma, mas uma terceira vez, sempre colheu a vela que trazia o nome do apóstolo venerado pela pureza. Vendo-se recomendada ao bom apóstolo, por uma especial manifestação da Providência, sentiu crescer por ele a devoção que já era grande, e foi fiel ao culto que se propôs render-lhe por toda a vida. Tudo aquilo que lhe pedissem em nome de São João não se recusava fazer. Tal foi a primeira infância e juventude de Isabel. Em meio às graças que Deus lhe