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Evangelho Do Dia 2018-12-13

Quinta-feira, 13 de Dezembro de 2018. Segunda Semana do AdventoSanto do dia: Santa Luzia, virgem e mártir; Beato Antônio Grassi, presbíteroCor litúrgica: vermelho Evangelho do dia: São Mateus 11, 11-15 Primeira leitura: Isaías 41,13-20Leitura do Livro do Profeta Isaías: 13Eu sou o Senhor, teu Deus, que te tomo pela mão e te digo: ‘Não temas; eu te ajudarei. 14Não tenhas medo, Jacó, pobre verme, não temais, homens de Israel. Eu vos ajudarei’, diz o Senhor e Salvador, o Santo de Israel. 15Eis que te transformei num carro novo de triturar, guarnecido de dentes de serra. Hás de triturar e despedaçar os montes, e reduzirás as colinas a poeira. 16Ao expô-los ao vento, o vento os levará e o temporal os dispersará; exultarás no Senhor e te alegrarás no Santo de Israel. 17Pobres e necessitados procuram água, mas não há, estão com a língua seca de sede. Eu, o Senhor, os atenderei, eu, Deus de Israel, não os abandonarei. 18Farei nascer rios nas colinas escalvadas e fontes no meio dos vales; transformarei o deserto em lagos e a terra seca em nascentes d’água. 19Plantarei no deserto o cedro, a acácia e a murta e a oliveira; crescerão no ermo o pinheiro, o olmo e o cipreste juntamente, 20para que os homens vejam e saibam, considerem e compreendam que a mão do Senhor fez essas coisas e o Santo de Israel tudo criou. – Palavra do Senhor – Graças a Deus Salmo 144 (145) – Ó meu Deus, quero exaltar-os, ó meu Rei, e bendizer o vosso nome pelos séculos. O Senhor é muito bom para com todos, sua ternura abraça toda criatura.   R: Misericórdia e piedade é o Senhor! Ele é amor, é paciência, é compaixão.   – Que vossas obras, ó Senhor, vos glorifiquem, e os vossos santos com louvores vos bendigam! Narrem a glória e o esplendor do vosso reino e saibam proclamar vosso poder!   R: Misericórdia e piedade é o Senhor! Ele é amor, é paciência, é compaixão.   – Para espalhar vossos prodígios entre os homens e o fulgor de vosso reino esplendoroso. O vosso reino é um reino para sempre, vosso poder, de geração em geração. R: Misericórdia e piedade é o Senhor! Ele é amor, é paciência, é compaixão. Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus 11, 11-15 – Aleluia, Aleluia, Aleluia.– Que os céus, lá do alto, derramem o orvalho, que chova das nuvens o justo esperado, que a terra se abre e germine o Senhor! (Is 45,8); Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus: Naquele tempo, disse Jesus à multidão: 11Em verdade eu vos digo, de todos os homens que já nasceram, nenhum é maior do que João Batista. No entanto, o menor no Reino dos Céus é maior do que ele. 12Desde os dias de João Batista até agora, o Reino dos Céus sofre violência, e são os violentos que o conquistam. 13Com efeito, todos os profetas e a Lei profetizaram até João. 14E se quereis aceitar, ele é o Elias que há de vir. 15Quem tem ouvidos, ouça. – Palavra da Salvação– Glória a Vós, Senhor The post Evangelho do dia 2018-12-13 appeared first on Arautos do Evangelho. Fonte: Evangelho Diário – Arautos do Evangelho

Santa Luzia

Santa Luzia de Siracusa era de família nobre e rica. Siracusa foi, na antiguidade, a maior e, pois, a mais importante cidade da Sicília. Quando o pai morreu, Luzia era menina. A mãe criou-a na piedade. Jovenzinha ainda, prometeu a Deus guardar perpétua virgindade, mas a mãe, que nada sabia do voto, propôs-se casá-la. Luzia, contudo, encontrou meios para impedir a execução daquele projeto, quando a boa mulher adoeceu e foi atacada dum fluxo de sangue que a fez sofrer por quatro anos. Inutilmente, os médicos empregaram todos os recursos da arte para curá-la. A filha, extremamente aflita por vê-la em tão triste estado, persuadiu-a a ir a Catana e ali rogar ao Senhor, sobre a sepultura de Santa Ágata. A mãe, afinal, resolveu empreender a viagem, e Luzia acompanhou-a. Ao lado do túmulo da Santa, ambas suplicaram ao Senhor, ardentemente, e foram atendidas. Foi quando Luzia lhe revelou o voto que fizera, pedindo-lhe docemente que permitisse cumpri-lo, o que obteve. Ora , o jovem pretendente à mão da Santa era idólatra. Quando soube que ela pretendia permanecer virgem por toda a vida, e que ia vender todos os bens para distribuir o que apurasse aos pobrezinhos, foi tomado de tremenda cólera, acusando-a de cristã ao governador Pascácio. O juiz condenou-a a ser exposta num lugar de prostituição, mas o Senhor velou por ela: pessoa alguma ousou ofender-lhe o pudor. A PAIXÃO Pascásio mandou prendê-la e convidou-a a sacrificar aos demônios. Luzia respondeu-lhe: – O sacrifício verdadeiro e puro, para Deus, é visitar as viúvas e órfãos, Não fiz outra coisa de tr6es anos a esta parte. Não sacrificarei. Só sacrificarei ao Deus vivo. Agora que não tenho mais nada a sacrificar, ofereço-me a mim mesma como uma hóstia viva a deus soberano: que Ele faça o que quiser de sua hóstia. Pascásio: – Tu podes palrar assim a um cristão semelhante a ti mesma, mas é em vão diante de mim, que sou a guarda das ordenações dos príncipes. Luzia: – Tu, tu guardas as vontades dos teus príncipes, e eu, eu observo, noite e dia, a lei de meu Deus. Tu não queres ofendê-los, eu não posso ofender meu Deus. Tu desejas ser-lhes agradável e eu não tenho outra ambição senão a de agradar a Cristo somente. Faze, pois o que te parece certo e eu farei o que a mim me será útil para a salvação de minha alma. Pascásio: – Tu gastas o teu patrimônio com corruptores. Eis por que falas com uma corteza. Luzia: – Tenho o meu patrimônio em lugar seguro. Jamais privei com corruptores, nem de alma, nem de corpo. Pascásio: – E quais são os corruptores de alma e de corpo? Luzia: – Tu és um corruptor de alma, tu, de quem o apóstolo diz: As más conversações corrompem os bons costumes. Tu persuades os homens a prostituir as almas, de se afastar do Criador e de seguir demônios surdos e cegos, adorando pedras inúteis. Os corruptores do corpo são os que preferem um prazer passageiro aos festins eternos, os que preferem a alegria que passa às alegrias eternas. Pascásio: – Tuas palavras cessarão quando fordes fustigada. Luzia: – As palavras de Deus não podem cessar. Pascásio: – Então tu és Deus? Luzia: – Não, sou serva de Deus altíssimo, que diz: Quando estiveres diante de reis e de juízes por causa de meu nome, não penses no que terás de dizer. Tu dirás aquilo que te será dado a dizer na hora. Não és tu que irás falar, mas o Espírito de teu Pai que falará por ti. Pascásio: – Então o Espírito Santo está em ti? Luzia: – O apóstolo de Deus, Paulo, disse: Os que vivem casta e piedosamente neste século são templo de Deus e o Santo Espírito habita neles. Pascásio: – Farei com que te enviem ao lupanar, e quando lá estiveres e te manchares o Santo Espírito fugirá de ti. Luzia: – O corpo não se mancha se a alma não consentir. Se tu fizeres com que me violem contra a vontade, minha castidade me proporcionará dupla coroa. Pascásio: – Far-te-ei morrer sob o excesso de luxúria, se não consentires com as cerimônias dos Augustos. Luzia: – Tu jamais poderás controlar a minha vontade, fazer com que consinta em pecar. Mas, meu corpo está pronto para todos os suplícios. Por que espera? Filho do diabo, começa a realizar teus desejos de me fazer passar por tormentos! Então Pascásio ordenou que enviassem a virgem de Deus aos debochados, dizendo-lhe: – Entrega tua castidade a todos e goza dela até que me anuncies que ela morreu. Mas quando quiseram levá-la ao lupanar, o Santo Espírito fixou-a no lugar, em que estivera até ali, com tal peso, que não puderam arredá-la. Aproximaram-se outros em grande número para arrancá-la à força, mas não o conseguiram. E a virgem do Cristo permaneceu imóvel. Então amarraram-lhe cordas pelos pés e pelas mãos e a puxaram, mas a jovem continuava fixa e imóvel. Pascásio, incomodado e consternado, chamou os magos, os encantadores, os sacerdotes de tosos os templos e todos os que praticavam as suas superstições para que a tirassem dali, mas não o conseguiram. Então Pascásio, crendo todos que ali jazia imóvel por causa de malefícios, ordenou que lhe atirassem água. Ordenou também que numerosas juntas de boi viessem puxá-la: nada podia mover a virdem do Cristo. Aquela que o Santo Espírito fixara, como poderia ser removida, por mãos de pecadores? Pascásio disse: – Quais são teus malefícios? Luzia respondeu-lhe: – Não são malefícios, mas uma graça de Deus. Pascásio: – Qual a razão pela qual uma frágil jovem não pode ser removida do lugar se mil mãos de homens a puxam? Luzia: – E se tu me enviares dez mil outros, que ouçam por mim o que o Santo Espírito disse: Mil tombam à minha esquerda, dez mil à minha direita. Tendo ouvido aquelas palavras, o juiz insensato mais desgostoso ficou, Procurava os tormentos que a pudessem perder. A santa