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O Que é A Absolvição Geral?

Juntamente com o anúncio de que as missas com a presença de fiéis seriam retomadas no último sábado, dia 4 de Julho, o nosso arcebispo, Cardeal Dom Orani, também deu a autorização para ser concedida a absolvição geral aos fiéis no último fim de semana e no próximo (11 e 12 de Julho) para que, após tanto tempo, os fiéis possam participar plenamente do santo sacrifício da Missa. Porém, você sabe o que é a absolvição geral e no que ela se diferencia de uma confissão privada?         O Catecismo da Igreja Católica, no número 1483 nos explica o que é a absolvição geral. Vamos ver um resumo abaixo: Concedida em casos de necessidade grave, quando há perigo iminente de morte ou não há tempo hábil para confessar todos os fiéis, que sem culpa própria, ficariam privados da graça sacramental e da Santíssima Eucaristia. Isto não vale em eventos com alto número de fiéis por si só, não constituindo necessidade grave. Cabe ao bispo diocesano determinar se existem as condições para a absolvição geral. O fiel que receber a absolvição geral deve ter o propósito de se confessar individualmente o mais rápido possível. Em meio a pandemia e o isolamento social necessário para conter a pandemia as igrejas em nossa arquidiocese ficou por muito tempo fechadas e com acesso limitado aos sacramentos, em especial neste caso, a confissão. Portanto, a autorização para absolvição geral foi concedida devido a esta limitação e o cenário grave vivido. Porém, como comentado no ponto destacado, devemos ter o propósito de nos confessar individualmente o mais rápido possível, não nos liberando desta obrigação. O catecismo nos diz no número seguinte (1484): A confissão individual e integral seguida da absolvição continua sendo o único modo ordinário pelo qual os fiéis se reconciliam com Deus e com a Igreja, salvo se uma impossibilidade física ou moral dispensar desta confissão. Assim, é necessário sempre este espírito de piedade, passando o momento grave ou surgindo a oportunidade de se confessar individualmente o fiel deve fazê-lo como ato de amor para com Deus e a Igreja.   Santo Padre Pio, rogai por nós!

14ª Semana Do Tempo Comum – Terça-feira

Primeira Leitura: Oseias 8,4-7.11-13 Leitura da profecia de Oseias – Assim fala o Senhor: ?Eles constituíram reis sem minha vontade; constituíram príncipes sem meu conhecimento; sua prata e seu ouro serviram para fazer ídolos e para sua perdição. Teu bezerro, ó Samaria, foi jogado ao chão; minha cólera inflamou-se contra eles. Até quando ficarão sem purificar-se? Esse bezerro provém de Israel; um artesão fabricou-o, isso não é um deus; será feito em pedaços esse bezerro de Samaria. Semeiam ventos, colherão tempestades; se não há espiga, o grão não dará farinha; e, mesmo que dê, estranhos a comerão. Efraim ergueu muitos altares em expiação do pecado, mas seus altares resultaram-lhe em pecado. Eu lhes deixei, por escrito, grande número de preceitos, mas estes foram considerados coisa que não lhes toca. Gostam de oferecer sacrifícios, imolam carnes e comem; mas o Senhor não os recebe. Antes, o Senhor lembra seus pecados e castiga suas culpas: eles deverão voltar para o Egito”. – Palavra do Senhor. Salmo Responsorial: 113B(115) Confia, Israel, no Senhor! 1. É nos céus que está o nosso Deus, / ele faz tudo aquilo que quer. / São os deuses pagãos ouro e prata, / todos eles são obras humanas. – R. 2. Têm boca e não podem falar, / têm olhos e não podem ver; / têm nariz e não podem cheirar, / tendo ouvidos, não podem ouvir. – R. 3. Têm mãos e não podem pegar, / têm pés e não podem andar. / Como eles, serão seus autores, / que os fabricam e neles confiam. – R. 4. Confia, Israel, no Senhor. / Ele é teu auxílio e escudo! / Confia, Aarão, no Senhor. / Ele é teu auxílio e escudo! – R. Evangelho: Mateus 9,32-38 Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus – Naquele tempo, apresentaram a Jesus um homem mudo, que estava possuído pelo demônio. Quando o demônio foi expulso, o mudo começou a falar. As multidões ficaram admiradas e diziam: “Nunca se viu coisa igual em Israel”. Os fariseus, porém, diziam: “É pelo chefe dos demônios que ele expulsa os demônios”. Jesus percorria todas as cidades e povoados, ensinando em suas sinagogas, pregando o Evangelho do Reino e curando todo tipo de doença e enfermidade. Vendo Jesus as multidões, compadeceu-se delas, porque estavam cansadas e abatidas como ovelhas que não têm pastor. Então disse a seus discípulos: A messe é grande, mas os trabalhadores são poucos. Pedi, pois, ao dono da messe que envie trabalhadores para a sua colheita!” – Palavra da salvação. Reflexão: Pequeno recorte da atividade missionária de Jesus. Destacam-se: seu ensinamento (v. 35), a cura de “toda doença”, a compaixão pelas multidões “angustiadas e abandonadas”, e a constatação de que o trabalho pelo Reino de Deus é imenso, faltam operários, então é necessário pedir ao Pai celeste que “envie trabalhadores para a sua colheita”. Não obstante o total empenho de Jesus em benefício da população enferma, pobre e oprimida, surgem os fariseus para insultá-lo. Dizem que ele age pelo poder dos demônios. Atribuição ofensiva e descabida. É pelo poder de Deus que Jesus realiza suas obras. A maioria do povo sabe disso e o manifesta: “As multidões ficaram maravilhadas”. Qual é a sua colaboração para fortalecer, no mundo, o Reino de justiça e paz?   Fonte: Evangelho do dia – Notícias Católicas

Santo Adriano

Adriano viveu no século IV. Era casado com Natália. Recebia oração e via o testemunho de sua esposa nas pequenas coisas, na fidelidade, no amor a Deus e a ele. Adriano pertencia à chefia da guarda romana, onde o Imperador Diocleciano perseguia duramente os cristãos. Numa ocasião, foram presos 22 cristãos, que testemunharam Jesus perante os tribunais. O coração de Adriano se decidiu por Cristo naquele momento e quis pertencer ao número daqueles heróis do Senhor. Decidiu-se por Cristo, foipreso, sofreu todas as pressões para negar a fé em Cristo e na Igreja. Natália acompanhou tudo e orava pela fidelidade de seu esposo a Cristo. Adriano teve uma última chance de declarar seu amor à esposa e foi martirizado, queimado vivo, juntamente com os outros 22 cristãos. Santo Adriano, rogai por nós! Fonte: Santo do dia – Notícias Católicas