Ver Com Fé

Neste ano, o tradicional evento “Ver com Fé”, com Shows com as Bandas The Zapa e Bom Pastor e Leandro Souza (Ex-Vocalista da Banda Frutos de Medjugorje), Pregações, Testemunhos, Missa e Adoração ao Santíssimo Sacramento. Venha participar!
Novena De Santa Luzia – Dia 2

Santa Luzia foi exemplo de cristã, por sua fé no Cristo vivo e presente na Santa Eucaristia
São Sabas, Abade

São Sabas nasceu no ano de 439, no burgo de Mútala, no território da Cesaréia, Capadócia. Era filho de João e de Sofia, ambos considerados no país pela nobreza e pela virtude. O pai era oficial nos exércitos do imperador, e comandava uma companhia. Dados certos distúrbios excitados em Alexandria, João para lá foi enviado, e Sofia seguiu-o. A estadia que foram obrigados a fazer em Alexandria, obrigou-os a deixar o filho Sabas, então com apenas cinco anos de idade, sob a direção e os cuidados de Hérmias, tio materno. O jovem Sabas, por mais paciente que pudesse ter sido, não suportou os maus tratos que a tia, mulher mal-humorada e de péssimo gênio, lhe proporcionou. Fugiu, então, indo abrigar-te em casa doutro tio, o tio Gregório, irmão do pai, que vivia, naquela época, no burgo de Scandos. Esta fuga e esta preferência do pequeno Sabas deram motivos à rivalidade entre ambas as famílias, que o disputavam e à administração dos bens de João. Embora com oito anos incompletos, sentia-se o menino tão mal edificado, a viver entre o ciúme dos tios e as rusgas freqüentes, que resolveu escapar novamente, dessa vez para o mosteiro de São Flaviano, a pouco menos duma légua de Mútala. Os religiosos receberam-no com alegria, impressionados com a beleza de Sabas, e se encarregaram da educação do menino. E o bom gênio que tinha a grande inteligência, a tendência para a virtude, a aplicação nos estudos e a inocência, fizeram ver aos monges, pouco depois, que, a continuar assim, um dia havia ele de ser grande na vida cenobítica. Aquele retiro acabou por reconciliar os dois tios e, pois, o jovenzinho resolveu para que tudo continuasse em paz, não deixar o claustro. E a vocação para o estado religioso foi-se declarando, dia após dia, até que, firmando-se, o levou a decidir não mais abandonar a vida que ia levando. Conquanto fosse menino, não se via no mosteiro quem lhe ultrapassasse as austeridades, e, em disciplina e em fervor, outro não havia. Um dia, por ter colhido, no pomar do mosteiro, uma grande maçã, não somente não a comeu, como se afligiu imensamente com a gula que o impelira a colher o fruto com ligeireza. Desde aquele dia, tomou horror a todas as frutas, e delas jamais comeu qual fosse. Comia pouco e pouco dormia. Grande parte da noite, passava-a em oração. Aos dezoito anos, era objeto da admiração dos mais antigos do mosteiro. Certo dia, achegou-se do superior e pediu-lhe permissão para ir visitar os lugares santos, que grande lhe era a devoção pelas coisas sagradas da Palestina. O abade, que lhe conhecia a virtude, concedeu-lha, pesaroso, porque ia privar a comunidade dum grande modelo, qual era ele. Sabas, alegremente, emocionado, partiu para Jerusalém no ano de 457, e passou o inverno no mosteiro de São Passarion, onde a todos edificou pela sobriedade, santidade e vida humilde que levou. Dali, transferiu-se para o mosteiro de Santo Eutimo, onde o silêncio e a austeridade lhe eram mais do agrado. O superior, vendo-o tão jovem e delicado, resolveu enviá-lo a o outro mosteiro, uma vez que ali todos viviam separados em suas celas, solitários. Recomendado a São Teoctisto, que era o superior dum mosteiro que dependia do de Santo Eutimo, Sabas, logo depois, sentia-se satisfeito: na nova comunidade reinava a mais exata disciplina religiosa; não se ocupava senão de Deus, e tudo era dirigido para a mais alta santidade por um fervor sempre e sempre renovado. Em poucos dias, Sabas era um dos mais perfeitos modelos. O dia, consagrava-o ao trabalho, e a noite à oração. E tão recolhido vivia e tão continuamente unido a Deus, que o trabalho corporal era para ele uma oração, a ele que tudo fazia por espírito de penitência e de caridade. Que fazia Sabas no mosteiro? Fora incumbido de carrear água e lenha para as necessidades dos irmãos, auxiliar este e aquele nos diversos labores, e tratar dos doentes, o que fazia com infinitos de ternura e cuidado. Tais ocupações, entretanto, não o levaram a se descuidar das austeridades, e era dos primeiros, todos os dias, a comparecer ao ofício divino. A estima que por Sabas todos tinham, aumentou mais ainda em virtude da vitória que alcançou sobre uma tentação muito delicada que lhe submeteu a vocação a uma estranha proa. Dado por companheiro a um religioso que ia a Alexandria, encontrou os pais. E estes, impressionados com a mudança do filho, dado todo ele, durante vinte anos, aos exercícios contínuos, à mais austera penitência, principiaram a trabalhar-lhe o espírito para que deixasse aquela vida e reentrasse no mundo, tão maxilento e murcho estava. As lágrimas, as súplicas, as solicitações todas, porém, não lhe quebraram a vocação. Disse ao pai: – Tu que vives às voltas com tropas e soldados deves saber das leis de guerra, das que rigorosamente punem desertores. Que castigo mereceria um soldado de Cristo que desertasse, deixando-lhe o serviço? Resposta tão generosa encantou os pais. E, admirando no filho a constância e a virtude, contentaram-se com recomendar-se-lhe às orações. São Teoctisto falecera e Sabas obteve do santo abade Eutimo a permissão de retirar-se a uma mais austera solidão. Encerrou-se, então, numa pequena gruta, onde passava cinco dias da semana sem comer, unicamente ocupado com a oração e os trabalhos manuais: construía, regularmente, dez cestos por dia, e todos os sábados levava ao mosteiro cinqüenta deles, bem feitos e acabados. Passava, então, o domingo com os irmãos. À tardinha, levando leques e leques de palmeiras, para a feitura dos cestos, retirava-se para a gruta, para as orações e o trabalho. Santo Eutimo, que chamava nosso santo de o jovem velho, por causa da grande virtude e da sabedoria, levava-o, todos os anos, a 14 de janeiro, ao deserto de Ruban, onde se crê que o Salvador passou os quarenta dias depois do batismo. Ali, ficaram ambos até o domingo de Ramos, aplicando-se aos exercícios mais austeros, orando e jejuando. Aos poucos, o relaxamento das disciplinas foi-se introduzindo
Evangelho Do Dia 2018-12-05

Quarta-feira, 05 de Dezembro de 2018. Primeira Semana do AdventoSanto do dia: Beato Nicolau Stensen, BispoCor litúrgica: roxo Evangelho do dia: São Mateus 15, 29-37 Primeira leitura: Isaías 25, 6-10Leitura do livro do profeta Isaías: Naquele dia, 6o Senhor dos exércitos dará neste monte, para todos os povos, um banquete de ricas iguarias, regado com vinho puro, servido de pratos deliciosos e dos mais finos vinhos. 7Ele removerá, neste monte, a ponta da cadeia que ligava todos os povos, a teia em que tinha envolvido todas as nações. 8O Senhor Deus eliminará para sempre a morte, e enxugará as lágrimas de todas as faces, e acabará com a desonra do seu povo em toda a terra; o Senhor o disse. 9Naquele dia se dirá: “Este é o nosso Deus, esperamos nele, até que nos salvou; este é o Senhor, nele temos confiado: vamos alegrar-nos e exultar por nos ter salvo”. 10E a mão do Senhor repousará sobre este monte. – Palavra do Senhor – Graças a Deus Salmo 22 (23) – O Senhor é o pastor que me conduz; não me falta coisa alguma. Pelos prados e campinas verdejantes ele me leva a descansar. Para as águas repousantes me encaminha e restaura as minhas forças. R: Na casa do Senhor habitarei pelos tempos infinitos. – Ele me guia no caminho mais seguro pela honra do seu nome. Mesmo que eu passe pelo vale tenebroso, nenhum mal eu temerei. Estais comigo com bastão e com cajado, eles me dão a segurança! R: Na casa do Senhor habitarei pelos tempos infinitos. – Preparais à minha frente uma mesa, bem à vista do inimigo; com óleo vós ungis minha cabeça, e o meu cálice transborda. R: Na casa do Senhor habitarei pelos tempos infinitos. – Felicidade e todo bem hão de seguir-me por toda a minha vida; e na casa do Senhor habitarei pelos tempos infinitos. R: Na casa do Senhor habitarei pelos tempos infinitos. Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus 15, 29-37 – Aleluia, Aleluia, Aleluia.– Eis que o Senhor há de vir a fim de salvar o seu povo; felizes são todos aqueles que estão prontos para ir-lhe ao encontro; Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus: Naquele tempo, 29Jesus foi para as margens do mar da Galileia, subiu a montanha e sentou-se. 30Numerosas multidões aproximaram-se dele, levando consigo coxos, aleijados, cegos, mudos e muitos outros doentes. Então os colocaram aos pés de Jesus. E ele os curou. 31O povo ficou admirado quando viu os mudos falando, os aleijados sendo curados, os coxos andando e os cegos enxergando. E glorificaram o Deus de Israel. 32Jesus chamou seus discípulos e disse: “Tenho compaixão da multidão, porque já faz três dias que está comigo, e nada tem para comer. Não quero mandá-los embora com fome, para que não desmaiem pelo caminho”. 33Os discípulos disseram: “Onde vamos buscar, neste deserto, tantos pães para saciar tão grande multidão?” 34Jesus perguntou: “Quantos pães tendes?” Eles responderam: “Sete e alguns peixinhos”. 35E Jesus mandou que a multidão se sentasse pelo chão. 36Depois pegou os sete pães e os peixes, deu graças, partiu-os e os dava aos discípulos, e os discípulos, às multidões. 37Todos comeram e ficaram satisfeitos; e encheram sete cestos com os pedaços que sobraram. – Palavra da Salvação– Glória a Vós, Senhor Comentário ao Evangelho por Beato John Henry NewmanTeólogo, Fundador do Oratório em InglaterraDoze Meditações e Intercessões para a Sexta-Feira Santa, 9-10 « Tenho pena desta multidão» Diz-nos a Escritura: «Tens compaixão de todos, pois tudo podes e desvias os olhos dos pecados dos homens, a fim de os levar à con¬ver¬são. Tu amas tudo quanto existe e não detestas nada do que fi¬zeste. […] Tu poupas a todos, por¬que todos são teus, ó Senhor, que amas a vida!» (Sab 11,23s). Aquilo que O fez descer do Céu e receber o nome de Jesus […] foi o seu grande amor pelos homens, a sua compaixão pelos pecadores. Porque haveria de consentir esconder a sua glória num corpo mortal, se não desejasse ardentemente salvar os que se tinham afastado, os que tinham perdido por completo a esperança da salvação? Ele próprio declara: «O Filho do homem veio procurar e salvar o que estava perdido» (Lc 19,10). Para não nos deixar perecer, Ele fez tudo o que pode fazer um Deus omnipotente, segundo os seus atributos divinos: deu-Se a Si mesmo. Ele ama-nos a todos de tal maneira, que quer dar a vida por cada um de nós, e de forma tão absoluta e tão plena por cada um, como se não houvesse mais ninguém. Ele é o nosso melhor amigo […], o único amigo verdadeiro, e recorre a todos os meios possíveis para conseguir que Lhe devolvamos este amor. Não nos recusa coisa alguma, se consentirmos em O amar. […] Ó meu Senhor e meu Salvador, nos teus braços estou seguro. Se me guardares, nada terei a temer; se, porém, me abandonares, nada poderei esperar. Não sei o que vai acontecer-me desde agora até à hora da minha morte, não sei o que será o futuro, mas confio-me a Ti. […] Repouso totalmente em Ti, porque Tu sabes o que é bom para mim, e eu não sei. The post Evangelho do dia 2018-12-05 appeared first on Arautos do Evangelho. Fonte: Evangelho Diário – Arautos do Evangelho
Novena De Santa Luzia – Dia 1

Santa Luzia traz a luz de Deus. Luz para nossos olhos e luz para o nosso espírito
Evangelho Do Dia 2018-12-04

Terça-feira, 04 de Dezembro de 2018. Primeira Semana no AdventoSanto do dia: São João Damasceno, presbítero e Doutor da Igreja; São João Calabria, presbíteroCor litúrgica: roxo Evangelho do dia: São Lucas 10, 21-24 Primeira leitura: Isaías 11, 1-10Leitura do livro do profeta Isaías: Naquele dia, 1nascerá uma haste do tronco de Jessé e, a partir da raiz, surgirá o rebento de uma flor. 2Sobre ele repousará o Espírito do Senhor: espírito de sabedoria e discernimento, espírito de conselho e fortaleza, espírito de ciência e temor de Deus; 3no temor do Senhor encontra ele seu prazer. Ele não julgará pelas aparências que vê nem decidirá somente por ouvir dizer, 4mas trará justiça para os humildes e uma ordem justa para os homens pacíficos; fustigará a terra com a força da sua palavra e destruirá o mau com o sopro dos lábios. 5Cingirá a cintura com a correia da justiça e as costas com a faixa da fidelidade. 6O lobo e o cordeiro viverão juntos, e o leopardo deitar-se-á ao lado do cabrito; o bezerro e o leão comerão juntos, e até mesmo uma criança poderá tangê-los. 7A vaca e o urso pastarão lado a lado, enquanto suas crias descansam juntas; o leão comerá palha como o boi; 8a criança de peito vai brincar em cima do buraco da cobra venenosa; e o menino desmamado não temerá pôr a mão na toca da serpente. 9Não haverá danos nem mortes por todo o meu santo monte: a terra estará tão repleta do saber do Senhor quanto as águas que cobrem o mar. 10Naquele dia, a raiz de Jessé se erguerá como um sinal entre os povos; hão de buscá-la as nações, e gloriosa será a sua morada. – Palavra do Senhor – Graças a Deus Salmo 71 (72) – Dai ao rei vossos poderes, Senhor Deus, vossa justiça ao descendente da realeza! Com justiça ele governe o vosso povo, com equidade ele julgue os vossos pobres. R: Nos seus dias, a justiça florirá e paz em abundância, para sempre. – Nos seus dias, a justiça florirá e grande paz, até que a lua perca o brilho! De mar a mar estenderá o seu domínio, e desde o rio até os confins de toda a terra! R: Nos seus dias, a justiça florirá e paz em abundância, para sempre. – Libertará o indigente que suplica e o pobre ao qual ninguém quer ajudar. Terá pena do indigente e do infeliz, e a vida dos humildes salvará. R: Nos seus dias, a justiça florirá e paz em abundância, para sempre. – Seja bendito o seu nome para sempre! E que dure como o sol sua memória! Todos os povos serão nele abençoados, todas as gentes cantarão o seu louvor! R: Nos seus dias, a justiça florirá e paz em abundância, para sempre. Evangelho de Jesus Cristo segundo São Lucas 10, 21-24 – Aleluia, Aleluia, Aleluia.– Eis que virá o nosso Deus com poder e majestade. E ele há de iluminar os olhos dos seus servos; Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Lucas: 21Naquele momento, Jesus exultou no Espírito Santo e disse: “Eu te louvo, Pai, Senhor do céu e da terra, porque escondeste essas coisas aos sábios e inteligentes e as revelaste aos pequeninos. Sim, Pai, porque assim foi do teu agrado. 22Tudo me foi entregue pelo meu Pai. Ninguém conhece quem é o Filho, a não ser o Pai; e ninguém conhece quem é o Pai, a não ser o Filho e aquele a quem o Filho o quiser revelar”. 23Jesus voltou-se para os discípulos e disse-lhes em particular: “Felizes os olhos que veem o que vós vedes! 24Pois eu vos digo que muitos profetas e reis quiseram ver o que estais vendo e não puderam ver; quiseram ouvir o que estais ouvindo e não puderam ouvir”. – Palavra da Salvação– Glória a Vós, Senhor The post Evangelho do dia 2018-12-04 appeared first on Arautos do Evangelho. Fonte: Evangelho Diário – Arautos do Evangelho
Santa Bárbara, Mártir

Bárbara, jovem belíssima, era filha dum rico pagão chamado Dióscoro, Pedida muitas vezes em casamento, recusara todos os pretendentes. O pai, para afastá-la dos olhos do mundo, ciumento, transferiu-a para uma torre. A torre tinha duas janelas, e Bárbara, que era cristã de coração, exigiu de Dióscoro a abertura duma terceira, porque queria honrar a Santíssima Trindade. Um dia, o rico pagão viajou, e a filha, aproveitando-se daquela ausência, procurou o batismo. De volta, sabedor de que a jovem se fizera cristã, enfureceu-se, e correu à torre para matá-la. Bárbara fugiu. E os rochedos, conta-se, abriam-se para deixá-la passar. Escondida, foi denunciada por um pastor. Deus, para castigá-lo, transformou-lhe todas as ovelhas em escaravelhos, enquanto Dióscoro levava Bárbara ao juiz. Condenada a ser exibida nua por todo o país, Santa Bárbara implorou a Deus o socorro que só o céu poderia prestar-lhe: revestida miraculosamente com um espesso manto, escapou do ultraje. Tendo sofrido todos os rigores do encarceramento, foi queimada com grandes tochas e teve os seios cortados. Decapitada pelo pai, gloriosamente consumiu o martírio. Dióscoro, logo após a morte de Bárbara, foi abatido, pulverizado pelo fogo do céu. Eis porque a santa virgem e mártir é invocada, nas tempestades, contra o raio. Da Nicomédia, onde nasceu e viveu, a santa teve o corpo transferido para Veneza, mais precisamente para as monjas de Torcello, depois para os jesuítas . Alguns textos dizem que as relíquias foram trasladadas para Roma e dali para Plaisance, onde uma irmã do imperador Carlos Magno havia fundado um mosteiro. Santa Bárbara é honrada e invocada no mundo inteiro, especialmente na Finlândia, Bélgica, Espanha, Portugal, Brasil, França, Países-Baixos, Alemanha e Suiça. (Vida de Santos, Padre Rohrbacher, Volume XXI, p. 20 à 22) The post Santa Bárbara, Mártir appeared first on Arautos do Evangelho. Fonte: Santo do Dia – Arautos do Evangelho
Evangelho Do Dia 2018-12-03

Segunda-feira, 03 de Dezembro de 2018. Primeira Semana do AdventoSanto do dia: São Francisco Xavier, presbíteroCor litúrgica: branco Evangelho do dia: São Mateus 8, 5-11 Primeira leitura: Isaías 2, 1-5Leitura do livro do profeta Isaías: 1Visão de Isaías, filho de Amós, sobre Judá e Jerusalém. 2Acontecerá, nos últimos tempos, que o monte da casa do Senhor estará firmemente estabelecido no ponto mais alto das montanhas e dominará as colinas. A ele acorrerão todas as nações, 3para lá irão numerosos povos e dirão: “Vamos subir ao monte do Senhor, à casa do Deus de Jacó, para que ele nos mostre seus caminhos e nos ensine a cumprir seus preceitos”; porque de Sião provém a lei e de Jerusalém, a palavra do Senhor. 4Ele há de julgar as nações e arguir numerosos povos; estes transformarão suas espadas em arados e suas lanças em foices: não pegarão em armas uns contra os outros e não mais travarão combate. 5Vinde, todos da casa de Jacó, e deixemo-nos guiar pela luz do Senhor. – Palavra do Senhor – Graças a Deus Salmo 121 (122) – Que alegria quando ouvi que me disseram: “Vamos à casa do Senhor!” E agora nossos pés já se detêm, Jerusalém, em tuas portas. R: Que alegria quando me disseram: “Vamos à casa do Senhor!” – Jerusalém, cidade bem edificada num conjunto harmonioso; para lá sobem as tribos de Israel, as tribos do Senhor. R: Que alegria quando me disseram: “Vamos à casa do Senhor!” – Para louvar, segundo a lei de Israel, o nome do Senhor. A sede da justiça lá está e o trono de Davi. R: Que alegria quando me disseram: “Vamos à casa do Senhor!” – Rogai que viva em paz Jerusalém, e em segurança os que te amam! Que a paz habite dentro de teus muros, tranquilidade em teus palácios! R: Que alegria quando me disseram: “Vamos à casa do Senhor!” – Por amor a meus irmãos e meus amigos, peço: “A paz esteja em ti!” Pelo amor que tenho à casa do Senhor, eu te desejo todo bem! R: Que alegria quando me disseram: “Vamos à casa do Senhor!” Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus 8, 5-11 – Aleluia, Aleluia, Aleluia.– Ó vinde libertar-nos, Senhor e nosso Deus; mostrai a vossa face e nós seremos salvos! (Sl 79,4); Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus: Naquele tempo, 5quando Jesus entrou em Cafarnaum, um oficial romano aproximou-se dele, suplicando: 6“Senhor, o meu empregado está de cama, lá em casa, sofrendo terrivelmente com uma paralisia”. 7Jesus respondeu: “Vou curá-lo”. 8O oficial disse: “Senhor, eu não sou digno de que entres em minha casa. Dize uma só palavra e o meu empregado ficará curado. 9Pois eu também sou subordinado e tenho soldados debaixo de minhas ordens. E digo a um: ‘Vai!’, e ele vai; e a outro: ‘Vem!’, e ele vem; e digo ao meu escravo: ‘Faze isto!’, e ele faz”. 10Quando ouviu isso, Jesus ficou admirado e disse aos que o seguiam: “Em verdade vos digo, nunca encontrei em Israel alguém que tivesse tanta fé. 11Eu vos digo, muitos virão do oriente e do ocidente e se sentarão à mesa no reino dos céus, junto com Abraão, Isaac e Jacó”. – Palavra da Salvação– Glória a Vós, Senhor The post Evangelho do dia 2018-12-03 appeared first on Arautos do Evangelho. Fonte: Evangelho Diário – Arautos do Evangelho
São Francisco Xavier, Apóstolo Das Índias

Durante o século XVI, enquanto um mau monge, Lutero, pervertia a metade da Alemanha, um santo religioso convertia grande parte da índia e do Japão – São Francisco Xavier, um dos primeiros discípulos de Santo Inácio. Como principiou sua obra o Santo? Pelas crianças. Chegado à Índia, encontrou cristãos vindos da Europa, dados a toda espécie de desordens, escandalizando os infiéis pelos maus exemplos. Para converter os pais e as mães, agarrou-se o Santo aos filhos. Reunia-os fazendo soar uma sineta pelas ruas. Aos pequenos, ensinava a conhecer a Deus, a amá-lo, a rezar-lhe, a ser piedosos, modestos e dóceis. Logo, a boa conduta das crianças tocou os pais, que, por sua vez, se converteram. Todo o país, então, começou a mudar. Tempos depois, saiu o santo em busca dum povo que já havia recebido o batismo mas não vivia mais cristamente. Eram os japoneses, e passou a agir de igual modo: pelos filhos, convertia os pais. Começaram, então, as perseguições. E perto de cinqüenta anos depois que São Francisco Xavier iniciou a pregação do Evangelho naquele país, vinte e seis cristãos japoneses foram martirizados, e com ele nove missionários, dos quais seis religiosos de São Francisco de Assis e três de Santo Inácio. Depois dos primeiros mártires, sucederam-se uma multidão doutros. Eram queimados, crucificados, mortos a chicotadas, decapitados. Sem dúvida, Deus não nos chama para fazer tão grandes coisas, quais foram as que São Francisco Xavier fez naquelas longínquas plagas. Todavia, chama-nos para trabalhar como o Santo, cada um segundo as possibilidades próprias, na salvação das almas. Imitemos-lhe as disposições, principalmente a grande humildade e a obediência. Em meio aos milagres que Deus, por intermédio de São Francisco Xavier, operou, em meio dos povos que se convertiam às suas palavras, a humildade era sempre a mesma, senão maior, e São Francisco Xavier, ao superior não escrevia, relatando o que fazia, se não fora de joelhos. Sejamos assim humildes e obedientes, e Deus estará conosco. Nascido a 7 de abril de 1506, de grande nobreza, no castelo de Xavier, na Navarra, a oito léguas de Pamplona, Francisco estudava em Paris, no colégio de Santa Bárbara, quando o compatriota, Santo Inácio de Loyola, lhe solicitou se desse todo a Deus, dizendo: – De que serve ao homem ganhar o mundo, se perde a alma? Logo se tornou discípulo e companheiro inseparável de Santo Inácio. Sob a direção de tão hábil mestre, dez em pouco tempo, muitos progessos na vida espiritual, tanto que, por mais duma vez, enquanto estava abismado nas coisas divinas, tinha o corpo elevado ao ar. Isso aconteceu mesmo diante do povo, algumas vezes, quando da celebração da santa missa. Graças tão extraordinárias eram a recompensa das extraordinárias mortificações que fazia. São Francisco Xavier não comia carne, não bebia vinho, raramente fazia uso de pão que levasse fermento, alimentando-se das coisas mais triviais. Às vezes, passava dois ou três dias sem alimento algum, absolutamente, Flagelava-se até oi sangue com disciplinas de ferro, e não dormia senão poucas horas, sobre a terra. Foi devido às austeridades e à vida tão santa que se preparou para as futuras funções de apóstolo, quando, a pedido do rei de Portugal, o Papa Paulo III o enviou às Índias, com a autoridade de núncio apostólico. Por mais duma vez, enquanto falava numa só língua, cada nação o ouvia na sua própria. Percorria inumeráveis províncias, sempre a pé e descalço. Levou a fé ao Japão e a outros seis países mais, convertendo muitas centenas de milhares de homens nas Índias. Batizou reis e príncipes incontáveis. E Deus lhe autorizava as pregações por grandes milagres. Ressuscitou vários mortos; o dom da profecia lhe foi outorgado. Dispunha-se a levar a fé à China, quando morreu na ilha de Sancião, a 2 de Dezembro de 1552. Eis a história dos últimos momentos de São Francisco Xavier. Uma febre esquisita o tomou a 20 de novembro, ao mesmo tempo em que um claro conhecimento do dia e da hora da morte lhe passava pela cabeça, como mais tarde revelou a um amigo, que depois, sob juramento solene, o atestou. Um desgosto profundo pelas coisas da terra o levava constantemente a pensar em coisas celestes, nada mais aspirando que a Jesus Cristo que o chamava. Tomado cada vez mais pela febre, retirou-se para o barco que era o hospital comum de todos os doentes, a fim de morrer na pobreza. Como, porém, o balanço do barco lhe causava dores tremendas de cabeça, impedindo-o de aplicar-se a Deus, que desejava com sofreguidão pediu que, no dia seguinte, o levassem para terra. Deixado às margens do rio, exposto ao vento frio que soprava do norte, sofria mais e mais. Jorge Alvarez, um bom amigo, o levou à sua cabana. Era uma choça humilde, rústica, mas fechada, que abrigava do vento e da chuva, do sol e do sereno. Uma dor aguda nas costas e uma opressão no peito martirizavam Francisco. E a doença fazia progressos sem cessar. Duas sangrias, uma num dia, outra noutro, foram feitas, mas, na última, como o cirurgião fosse pouco experimentado na arte, cortou um tendão, e o santo, além da fraqueza extrema, entrou a ter convulsões. Nas horas de calma, levantando os olhos para o céu, as mãos apertando o crucifixo, dizia repetidas vezes: – Jesu, fili David, miserere mei. Depois de longo silêncio, as palavras que lhe eram familiares na boca: – O sanctissima Trinitas E não cessava de invocar a Rainha do céu: – Monstra te esse matrem. Afinal, a 2 de dezembro de 1552, uma sexta-feira, com os olhos rasos dágua, ternamente postos no crucifixo, disse: – Senhor, ponho em vis toda a minha esperança, e não serei jamais confundido. Com o rosto a resplandecer, docemente morreu, com quarenta e seis anos, dos quais dez e meio passara nas Índias. Os trabalhos contínuos e as canseiras nevaram-lhe totalmente os cabelos. O enterramento realizou-se no domingo seguinte. O corpo foi depositado num caixão muito grande, à maneira chinesa, e cheio todo ele de cal
Evangelho Do Dia 2018-12-03

Segunda-feira, 03 de Dezembro de 2018. Primeira Semana do AdventoSanto do dia: São Francisco Xavier, presbíteroCor litúrgica: branco Evangelho do dia: São Mateus 8, 5-11 Primeira leitura: Isaías 2, 1-5Leitura do livro do profeta Isaías: 1Visão de Isaías, filho de Amós, sobre Judá e Jerusalém. 2Acontecerá, nos últimos tempos, que o monte da casa do Senhor estará firmemente estabelecido no ponto mais alto das montanhas e dominará as colinas. A ele acorrerão todas as nações, 3para lá irão numerosos povos e dirão: “Vamos subir ao monte do Senhor, à casa do Deus de Jacó, para que ele nos mostre seus caminhos e nos ensine a cumprir seus preceitos”; porque de Sião provém a lei e de Jerusalém, a palavra do Senhor. 4Ele há de julgar as nações e arguir numerosos povos; estes transformarão suas espadas em arados e suas lanças em foices: não pegarão em armas uns contra os outros e não mais travarão combate. 5Vinde, todos da casa de Jacó, e deixemo-nos guiar pela luz do Senhor. – Palavra do Senhor – Graças a Deus Salmo 121 (122) – Que alegria quando ouvi que me disseram: “Vamos à casa do Senhor!” E agora nossos pés já se detêm, Jerusalém, em tuas portas. R: Que alegria quando me disseram: “Vamos à casa do Senhor!” – Jerusalém, cidade bem edificada num conjunto harmonioso; para lá sobem as tribos de Israel, as tribos do Senhor. R: Que alegria quando me disseram: “Vamos à casa do Senhor!” – Para louvar, segundo a lei de Israel, o nome do Senhor. A sede da justiça lá está e o trono de Davi. R: Que alegria quando me disseram: “Vamos à casa do Senhor!” – Rogai que viva em paz Jerusalém, e em segurança os que te amam! Que a paz habite dentro de teus muros, tranquilidade em teus palácios! R: Que alegria quando me disseram: “Vamos à casa do Senhor!” – Por amor a meus irmãos e meus amigos, peço: “A paz esteja em ti!” Pelo amor que tenho à casa do Senhor, eu te desejo todo bem! R: Que alegria quando me disseram: “Vamos à casa do Senhor!” Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus 8, 5-11 – Aleluia, Aleluia, Aleluia.– Ó vinde libertar-nos, Senhor e nosso Deus; mostrai a vossa face e nós seremos salvos! (Sl 79,4); Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus: Naquele tempo, 5quando Jesus entrou em Cafarnaum, um oficial romano aproximou-se dele, suplicando: 6“Senhor, o meu empregado está de cama, lá em casa, sofrendo terrivelmente com uma paralisia”. 7Jesus respondeu: “Vou curá-lo”. 8O oficial disse: “Senhor, eu não sou digno de que entres em minha casa. Dize uma só palavra e o meu empregado ficará curado. 9Pois eu também sou subordinado e tenho soldados debaixo de minhas ordens. E digo a um: ‘Vai!’, e ele vai; e a outro: ‘Vem!’, e ele vem; e digo ao meu escravo: ‘Faze isto!’, e ele faz”. 10Quando ouviu isso, Jesus ficou admirado e disse aos que o seguiam: “Em verdade vos digo, nunca encontrei em Israel alguém que tivesse tanta fé. 11Eu vos digo, muitos virão do oriente e do ocidente e se sentarão à mesa no reino dos céus, junto com Abraão, Isaac e Jacó”. – Palavra da Salvação– Glória a Vós, Senhor The post Evangelho do dia 2018-12-03 appeared first on Arautos do Evangelho. Fonte: Evangelho Diário – Arautos do Evangelho