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Evangelho Do Dia 2018-09-20

Quinta-feira, 20 de Setembro de 2018. Santo do dia: Santos André Kim Tae-gon, presbítero, Paulo Chong Ha-sang e companheiros, mártiresCor litúrgica: vermelho Evangelho do dia: São Lucas 7,36-50 Primeira leitura: Coríntios 15,1-11Leitura da Primeira Carta de São Paulo aos Coríntios: 1Irmãos, quero lembrar-vos o evangelho que vos preguei e que recebestes, e no qual estais firmes. 2Por ele sois salvos, se o estais guardando tal qual ele vos foi pregado por mim. De outro modo, teríeis abraçado a fé em vão. 3Com efeito, transmití-vos, em primeiro lugar, aquilo que eu mesmo tinha recebido, a saber: que Cristo morreu por nossos pecados, segundo as Escrituras; 4que foi sepultado; que, ao terceiro dia, ressuscitou, segundo as Escrituras; 5e que apareceu a Cefas e, depois, aos Doze. 6Mais tarde, apareceu a mais de quinhentos irmãos, de uma vez. Destes, a maioria ainda vive e alguns já morreram. 7Depois, apareceu a Tiago e, depois, apareceu aos apóstolos todos juntos. 8Por último, apareceu também a mim, como a um abortivo. 9Na verdade, eu sou o menor dos apóstolos, nem mereço o nome de apóstolo, porque persegui a Igreja de Deus. 10É pela graça de Deus que eu sou o que sou. Sua graça para comigo não foi estéril: a prova é que tenho trabalhado mais do que os outros apóstolos – não propriamente eu, mas a graça de Deus comigo. 11É isso, em resumo, o que eu e eles temos pregado e é isso o que crestes. – Palavra do Senhor – Graças a Deus Salmo 117 (118) – Dai graças ao Senhor, porque ele é bom! ‘Eterna é a sua misericórdia!’ A casa de Israel agora o diga: ‘Eterna é a sua misericórdia!’   R: Dai graças ao Senhor, porque ele é bom!   – A mão direita do Senhor fez maravilhas, a mão direita do Senhor me levantou, a mão direita do Senhor fez maravilhas!’ Não morrerei, mas ao contrário, viverei para cantar as grandes obras do Senhor!   R: Dai graças ao Senhor, porque ele é bom!   – Vós sois meu Deus, eu vos bendigo e agradeço! Vós sois meu Deus, eu vos exalto com louvores!    R: Dai graças ao Senhor, porque ele é bom! Evangelho de Jesus Cristo segundo São Lucas 7, 36-50 – Aleluia, Aleluia, Aleluia.– Vinde a mim, todos vós que estais cansados, e descanso eu vos darei, diz o Senhor (Mt 11,28); Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Lucas: Naquele tempo: 36Um fariseu convidou Jesus para uma refeição em sua casa. Jesus entrou na casa do fariseu e pôs-se à mesa. 37Certa mulher, conhecida na cidade como pecadora, soube que Jesus estava à mesa, na casa do fariseu. Ela trouxe um frasco de alabastro com perfume, 38e, ficando por detrás, chorava aos pés de Jesus; com as lágrimas começou a banhar-lhe os pés, enxugava-os com os cabelos, cobria-os de beijos e os ungia com o perfume. 39Vendo isso, o fariseu que o havia convidado ficou pensando: ‘Se este homem fosse um profeta, saberia que tipo de mulher está tocando nele, pois é uma pecadora.’ 40Jesus disse então ao fariseu: ‘Simão, tenho uma coisa para te dizer.’ Simão respondeu: ‘Fala, mestre!’ 41’Certo credor tinha dois devedores; um lhe devia quinhentas moedas de prata, o outro cinqüenta. 42Como não tivessem com que pagar, o homem perdoou os dois. Qual deles o amará mais?’ 43Simão respondeu: ‘Acho que é aquele ao qual perdoou mais.’ Jesus lhe disse: ‘Tu julgaste corretamente.’ 44Então Jesus virou-se para a mulher e disse a Simão: ‘Estás vendo esta mulher? Quando entrei em tua casa, tu não me ofereceste água para lavar os pés; ela, porém, banhou meus pés com lágrimas e enxugou-os com os cabelos. 45Tu não me deste o beijo de saudação; ela, porém, desde que entrei, não parou de beijar meus pés. 46Tu não derramaste óleo na minha cabeça; ela, porém, ungiu meus pés com perfume. 47Por esta razão, eu te declaro: os muitos pecados que ela cometeu estão perdoados porque ela mostrou muito amor. Aquele a quem se perdoa pouco mostra pouco amor.’ 48E Jesus disse à mulher: ‘Teus pecados estão perdoados.’ 49Então, os convidados começaram a pensar: ‘Quem é este que até perdoa pecados?’ 50Mas Jesus disse à mulher: ‘Tua fé te salvou. Vai em paz!’ – Palavra da Salvação– Glória a Vós, Senhor Comentário ao Evangelho por São Bernardo, Doutor da IgrejaSermão 7 sobre o Cântico dos Cânticos «Porque muito amou» «Beija-me com ósculos da tua boca» (Cant 1,2). Quem fala assim? A esposa [do Cântico dos cânticos]. E quem é esta esposa? É a alma associada a Deus. E a quem fala ela? Ao seu Deus. […] Não seria possível encontrar palavras mais doces para exprimir a ternura recíproca de Deus e da alma que estas do Esposo e da esposa. Tudo lhes é comum, não possuem nada próprio nem à parte. Única é a sua herança, única a sua mesa, única a sua casa, única até a carne que em conjunto constituem (Gn 2, 24). […] Se a palavra «amar» convém especialmente e em primeiro lugar aos esposos, é compreensível que se dê o nome de esposa à alma que ama a Deus. A prova de que ela ama é que pede a Deus um beijo. Não deseja a liberdade, nem uma recompensa, nem uma herança, nem mesmo um ensinamento, mas um beijo, ao jeito de uma esposa casta, elevada por um santo amor e incapaz de esconder a chama que lhe arde dentro. […] Sim, o seu amor é casto, pois ela deseja apenas Aquele que ama, e não alguma coisa que Lhe pertença. O seu amor é santo, porque ela não ama com um desejo pesado da carne, mas com pureza do espírito. O seu amor é ardente, pois, inebriada por este mesmo amor, esquece a grandeza de quem ama. Não é Ele, com efeito, que com um olhar faz tremer a Terra? (Sl 103,32). E é a este que ela pede um beijo? Não estará embriagada? Sim, está embriagada de amor pelo seu Deus. […] Que força, a do amor! Que confiança e que liberdade

Beato Francisco De Posadas, Dominicano

Seus pais eram pobres e ganhavam a vida vendendo flores, legumes e frutos. Moravam a princípio em Lama de Arcos, em Castela; depois, estabeleceram-se em Córdova. Malgrado a humildade da sua condição, provinham de estirpe nobre, circunstâncias que, aliadas às virtudes por eles praticadas, faziam-nos merecedores de consideração. Francisco nasceu em Córdova, no dia 25 de novembro de 1644. Seus piedosos pais preocuparam-se em inculcar-lhe profundos sentimentos religiosos. Ensinaram-lhe muitas práticas de piedade, com as quais entretiveram seu espírito desde a infância, e educaram-no na oração, no amor a Deus e ao próximo. Inspiraram-lhe particularmente uma terna devoção à Santa Virgem. Desde os mais verdes anos, habituou-se a recitar todos os dias o rosário. Muitas vezes, outras crianças da mesma idade a ele se juntavam. Reuniam-se a determinada hora e depois de terem recitado algumas orações, caminhavam em procissão pelas ruas da cidade e pelas estradas adjacentes, cantando o rosário e também hinos. Francisco era a alma de todos esses exercícios piedosos e, desde então, começava a salientar-se como um zeloso servo de Deus. Sua mãe que, logo após ter Francisco nascido, o colocara sob a proteção da Santa Virgem, alimentava o grande desejo de que ele pudesse entrar na Ordem de São Domingos e mandou educá-lo da melhor maneira possível. Os progressos do jovem Francisco no estudo, atenção que lhe mereciam os deveres religiosos, correspondiam perfeitamente às intenções de seus pais. Desde a mais tenra idade demonstrara o menino o desejo de pô-las em execução, tornando-se dominicano. Daí por diante foi como se já tivesse renunciado ao mundo e se consagrado inteiramente a Deus. Não tomava parte nos jogos e nos divertimentos infantis; procurava a solidão e dedicava à prece e à meditação quase todo o tempo que não dispendia no estudo. Frequentava os sacramentos com grande devoção e seu único objetivo era vir a ser um digno membro da Ordem de São Domingos. Durante muito tempo seus desejos permaneceram irrealizados, Morreu-lhe o pai, e sua mãe tornou a casar-se com um homem que se comportou com ele da pior maneira possível. Obrigou-o a aprender o ofício, e confiou-o um mestre brutal, que o espancava todos os dias, não obstante a sua assiduidade ao trabalho. Finalmente de tal forma a brandura do virtuoso jovem conquistou o patrão, que este o auxiliou a concluir os estudos. Tendo sua mãe enviuvado pela segunda vez, Francisco cumpriu em relação a ela todos os deveres de um bom filho e prodigalizou-lhe os mais ternos cuidados. Mais tarde, na velhice, Francisco atribuía as graças a ele concedidas por Deus ao respeito que sua mãe sempre lhe merecera. Enfim, chegou o tão almejado momento de consagrar-se a Deus. Em 1663 foi admitido nos Dominicanos da Scale Coeli, convento situado a uma légua de Córdoba, e, depois das provas habituais, pronunciou os votos solenes. A princípio seus méritos não foram devidamente apreciados. Foi vítima de perseguições e de calúnias, mas suportou-as com grande paciência; e havendo sido o erro reconhecido, foi ordenado sacerdote em São Lucar de Barmeja. Em seguida seus superiores designaram-no para o ministério da prédica. Seus sermões, apoiados pela santidade de vida, produziram frutos incomensuráveis. Multidões acorriam para ouvi-lo e tinha de pregar em praças públicas, pois as igrejas eram insuficientes para contê-las. Bastava que sua voz ressoasse para que o auditório ficasse penetrado de respeito; a força e o encanto das suas palavras, as lágrimas que derramava, tocavam e convertiam as almas. Viram-no algumas vezes com o rosto resplandecente, como são representados os serafins. Levava nas suas missões uma vida mortificada, viajando sempre a pé, muitas vezes descalço, sem provisões, e só tendo como leito um saco de palha, ou mesmo a terra nua. Obtinha os mesmos resultados no tribunal da penitência; a unção com que envolvia as palavras era quase irresistível. Guia sábio e esclarecido, levava à perfeição as almas por ele dirigidas, afastando-as dos perigos do mundo. Tinha horror aos espetáculos profanos e empenhava-se tenazmente para dele desviar os fiéis. Seu prestígio sobre o espírito dos habitantes de Córdova foi bastante forte para conseguir a demolição do teatro dessa cidade, que até agora não foi reconstruído. Nem as fadigas, nem as dificuldades logravam atenuar seu zelo pelo serviço de Deus: nada, porém, ultrapassava seu amor pelos pobres e servia-se dos mais engenhosos meios para proporcionar-lhes socorros temporais e espirituais. Suas austeridades e seus jejuns surpreendiam. Os bispados de Alquer, na Sardenha, e o de Cádiz foram-lhe oferecidos; recusou-os, pois desejava viver na humildade e na obscuridade da profissão que abraçara. Após uma vida transcorrida em meio a todas as práticas da perfeição religiosa, e no trabalho incessante de um santo apostolado, morreu quase subitamente, ao sair para celebrar a missa, no dia 20 de setembro de 1713. Publicara várias obras sobre questões de teologia e assuntos piedosos. As mais notáveis são: 1. O triunfo da castidade sobre a luxúria diabólica de Molinos 2. Vida da Venerável Madre Leonarda de Cristo, religiosa dominicana 3. Vida do Padre Cristóvão de Santa Catarina, fundador do Asilo de Jesus de Nazaré 4. Vida de São Domingos 5. Conselhos à cidade de Córdova Durante os últimos anos de vida já era reverenciado como santo pelos habitantes das províncias meridionais da Espanha. As diligências para a sua canonização foram iniciadas logo após a sua morte e depois regularmente continuadas. No dia 4 de agosto de 1804, o Papa Pio VII declarou que ele possuíra as virtudes teologais em grau muito elevado. No dia 5 de maio de 1817, o mesmo Pontífice proclamou dois milagres que haviam sido operados pela sua intercessão; no dia 8 de setembro do mesmo ano, o Santo Padre anunciou que iriam proceder à beatificação de Francisco. O decreto de beatificação foi promulgado no dia 20 de setembro de 1818, e a festa foi celebrada em Roma com grande solenidade. (Vida dos Santos, Padre Rohrbacher, Volume XVI, p. 343 à 346)   The post Beato Francisco de Posadas, Dominicano appeared first on Arautos do Evangelho. Fonte: Santo do Dia – Arautos do

Evangelho Do Dia 2018-09-19

Quarta-feira, 19 de Setembro de 2018. Santo do dia: São Januário, Bispo e mártir; Santa Pomposa, virgem e mártirCor litúrgica: verde Evangelho do dia: São Lucas 7, 31-35 Primeira leitura: Coríntios 12, 31-13, 13Leitura da Primeira Carta de São Paulo aos Coríntios: Irmãos: 31Aspirai aos dons mais elevados. Eu vou ainda mostrar-vos um caminho incomparavelmente superior. 13,1Se eu falasse todas as línguas, as dos homens e as dos anjos, mas não tivesse caridade, eu seria como um bronze que soa ou um címbalo que retine. 2Se eu tivesse o dom da profecia, se conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, se tivesse toda a fé, a ponto de transportar montanhas, mas se não tivesse caridade, eu não seria nada. 3Se eu gastasse todos os meus bens para sustento dos pobres, se entregasse o meu corpo às chamas, mas não tivesse caridade, isso de nada me serviria. 4A caridade é paciente, é benigna; não é invejosa, não é vaidosa, não se ensoberbece; 5não faz nada de inconveniente, não é interesseira, não se encoleriza, não guarda rancor; 6não se alegra com a iniqüidade, mas se regozija com a verdade. 7Suporta tudo, crê tudo, espera tudo, desculpa tudo. 8A caridade não acabará nunca. As profecias desaparecerão, as línguas cessarão, a ciência desaparecerá. 9Com efeito, o nosso conhecimento é limitado e a nossa profecia é imperfeita. 10Mas, quando vier o que é perfeito, desaparecerá o que é imperfeito. 11Quando eu era criança, falava como criança, pensava como criança, raciocinava como criança. Quando me tornei adulto, rejeitei o que era próprio de criança. 12Agora nós vemos num espelho, confusamente, mas, então, veremos face a face. Agora, conheço apenas de modo imperfeito, mas, então, conhecerei como sou conhecido. 13Atualmente permanecem estas três coisas: fé, esperança, caridade. Mas a maior delas é a caridade. – Palavra do Senhor – Graças a Deus Salmo 32 (33) – Dai graças ao Senhor ao som da harpa, na lira de dez cordas celebrai-o! Cantai para o Senhor um canto novo, com arte sustentai a louvação!   R: Feliz o povo que o Senhor escolheu por sua herança!   – Pois reta é a palavra do Senhor, e tudo o que ele faz merece fé. Deus ama o direito e a justiça, transborda em toda a terra a sua graça.   R: Feliz o povo que o Senhor escolheu por sua herança!   – Feliz o povo cujo Deus é o Senhor, e a nação que escolheu por sua herança! Sobre nós venha, Senhor, a vossa graça, da mesma forma que em vós nós esperamos!   R: Feliz o povo que o Senhor escolheu por sua herança! Evangelho de Jesus Cristo segundo São Lucas 7, 31-35 – Aleluia, Aleluia, Aleluia.– Senhor, tuas palavras são espírito, são vida; só tu tens palavras de vida eterna (Jo 6,63.68); Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Lucas: Naquele tempo, disse Jesus: 31Com quem hei de comparar os homens desta geração? Com quem eles se parecem? 32São como crianças que se sentam nas praças, e se dirigem aos colegas, dizendo: ‘Tocamos flauta para vós e não dançastes; fizemos lamentações e não chorastes!’ 33Pois veio João Batista, que não comia pão nem bebia vinho, e vós dissestes: ‘Ele está com um demônio!’ 34Veio o Filho do Homem, que come e bebe, e vós dizeis: ‘Ele é um comilão e beberrão, amigo dos publicanos e dos pecadores!’ 35Mas a sabedoria foi justificada por todos os seus filhos.’ – Palavra da Salvação– Glória a Vós, Senhor Comentário ao Evangelho por São João Paulo II, PapaEncíclica «Dives in Misericordia» § 13 (trad. © copyright Libreria Editrice Vaticana) Na Igreja, Cristo chama-nos à conversão A Igreja vive vida autêntica quando professa e proclama a misericórdia, o mais admirável atributo do Criador e do Redentor, e quando aproxima os homens das fontes da misericórdia do Salvador, das quais é depositária e dispensadora. Neste contexto, assumem grande significado a meditação constante da Palavra de Deus, e sobretudo a participação consciente e refletida na Eucaristia e no sacramento da Penitência ou Reconciliação. A Eucaristia aproxima-nos sempre do amor que é mais forte do que a morte (Cant 8,6). Com efeito, «todas as vezes que comemos deste pão e bebemos deste cálice», não só anunciamos a morte do Redentor, mas proclamamos a sua ressurreição, «enquanto esperamos a sua vinda gloriosa» (Missal Romano; cf 1Cor 11,26). A própria liturgia eucarística, celebrada em memória daquele que, na sua missão messiânica, nos revelou o Pai por meio da Palavra e da Cruz, atesta o inexaurível amor em virtude do qual Ele deseja sempre unir-Se e como que tornar-Se uma só coisa connosco, indo ao encontro de todos os corações humanos. O sacramento da Penitência ou Reconciliação aplana o caminho a cada um dos homens (cf Lc 3,3; Is 40,3), mesmo quando sobrecarregados por faltas graves. Neste sacramento, todos os homens podem experimentar de modo singular a misericórdia, isto é, o amor que é mais forte do que o pecado. The post Evangelho do dia 2018-09-19 appeared first on Arautos do Evangelho. Fonte: Evangelho Diário – Arautos do Evangelho

Evangelho Do Dia 2018-09-19

Quarta-feira, 19 de Setembro de 2018. Santo do dia: São Januário, Bispo e mártir; Santa Pomposa, virgem e mártirCor litúrgica: verde Evangelho do dia: São Lucas 7, 31-35 Primeira leitura: Coríntios 12, 31-13, 13Leitura da Primeira Carta de São Paulo aos Coríntios: Irmãos: 31Aspirai aos dons mais elevados. Eu vou ainda mostrar-vos um caminho incomparavelmente superior. 13,1Se eu falasse todas as línguas, as dos homens e as dos anjos, mas não tivesse caridade, eu seria como um bronze que soa ou um címbalo que retine. 2Se eu tivesse o dom da profecia, se conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, se tivesse toda a fé, a ponto de transportar montanhas, mas se não tivesse caridade, eu não seria nada. 3Se eu gastasse todos os meus bens para sustento dos pobres, se entregasse o meu corpo às chamas, mas não tivesse caridade, isso de nada me serviria. 4A caridade é paciente, é benigna; não é invejosa, não é vaidosa, não se ensoberbece; 5não faz nada de inconveniente, não é interesseira, não se encoleriza, não guarda rancor; 6não se alegra com a iniqüidade, mas se regozija com a verdade. 7Suporta tudo, crê tudo, espera tudo, desculpa tudo. 8A caridade não acabará nunca. As profecias desaparecerão, as línguas cessarão, a ciência desaparecerá. 9Com efeito, o nosso conhecimento é limitado e a nossa profecia é imperfeita. 10Mas, quando vier o que é perfeito, desaparecerá o que é imperfeito. 11Quando eu era criança, falava como criança, pensava como criança, raciocinava como criança. Quando me tornei adulto, rejeitei o que era próprio de criança. 12Agora nós vemos num espelho, confusamente, mas, então, veremos face a face. Agora, conheço apenas de modo imperfeito, mas, então, conhecerei como sou conhecido. 13Atualmente permanecem estas três coisas: fé, esperança, caridade. Mas a maior delas é a caridade. – Palavra do Senhor – Graças a Deus Salmo 32 (33) – Dai graças ao Senhor ao som da harpa, na lira de dez cordas celebrai-o! Cantai para o Senhor um canto novo, com arte sustentai a louvação!   R: Feliz o povo que o Senhor escolheu por sua herança!   – Pois reta é a palavra do Senhor, e tudo o que ele faz merece fé. Deus ama o direito e a justiça, transborda em toda a terra a sua graça.   R: Feliz o povo que o Senhor escolheu por sua herança!   – Feliz o povo cujo Deus é o Senhor, e a nação que escolheu por sua herança! Sobre nós venha, Senhor, a vossa graça, da mesma forma que em vós nós esperamos!   R: Feliz o povo que o Senhor escolheu por sua herança! Evangelho de Jesus Cristo segundo São Lucas 7, 31-35 – Aleluia, Aleluia, Aleluia.– Senhor, tuas palavras são espírito, são vida; só tu tens palavras de vida eterna (Jo 6,63.68); Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Lucas: Naquele tempo, disse Jesus: 31Com quem hei de comparar os homens desta geração? Com quem eles se parecem? 32São como crianças que se sentam nas praças, e se dirigem aos colegas, dizendo: ‘Tocamos flauta para vós e não dançastes; fizemos lamentações e não chorastes!’ 33Pois veio João Batista, que não comia pão nem bebia vinho, e vós dissestes: ‘Ele está com um demônio!’ 34Veio o Filho do Homem, que come e bebe, e vós dizeis: ‘Ele é um comilão e beberrão, amigo dos publicanos e dos pecadores!’ 35Mas a sabedoria foi justificada por todos os seus filhos.’ – Palavra da Salvação– Glória a Vós, Senhor Comentário ao Evangelho por São João Paulo II, PapaEncíclica «Dives in Misericordia» § 13 (trad. © copyright Libreria Editrice Vaticana) Na Igreja, Cristo chama-nos à conversão A Igreja vive vida autêntica quando professa e proclama a misericórdia, o mais admirável atributo do Criador e do Redentor, e quando aproxima os homens das fontes da misericórdia do Salvador, das quais é depositária e dispensadora. Neste contexto, assumem grande significado a meditação constante da Palavra de Deus, e sobretudo a participação consciente e refletida na Eucaristia e no sacramento da Penitência ou Reconciliação. A Eucaristia aproxima-nos sempre do amor que é mais forte do que a morte (Cant 8,6). Com efeito, «todas as vezes que comemos deste pão e bebemos deste cálice», não só anunciamos a morte do Redentor, mas proclamamos a sua ressurreição, «enquanto esperamos a sua vinda gloriosa» (Missal Romano; cf 1Cor 11,26). A própria liturgia eucarística, celebrada em memória daquele que, na sua missão messiânica, nos revelou o Pai por meio da Palavra e da Cruz, atesta o inexaurível amor em virtude do qual Ele deseja sempre unir-Se e como que tornar-Se uma só coisa connosco, indo ao encontro de todos os corações humanos. O sacramento da Penitência ou Reconciliação aplana o caminho a cada um dos homens (cf Lc 3,3; Is 40,3), mesmo quando sobrecarregados por faltas graves. Neste sacramento, todos os homens podem experimentar de modo singular a misericórdia, isto é, o amor que é mais forte do que o pecado. The post Evangelho do dia 2018-09-19 appeared first on Arautos do Evangelho. Fonte: Evangelho Diário – Arautos do Evangelho

Evangelho Do Dia 2018-09-19

Quarta-feira, 19 de Setembro de 2018. Santo do dia: São Januário, Bispo e mártir; Santa Pomposa, virgem e mártirCor litúrgica: verde Evangelho do dia: São Lucas 7, 31-35 Primeira leitura: Coríntios 12, 31-13, 13Leitura da Primeira Carta de São Paulo aos Coríntios: Irmãos: 31Aspirai aos dons mais elevados. Eu vou ainda mostrar-vos um caminho incomparavelmente superior. 13,1Se eu falasse todas as línguas, as dos homens e as dos anjos, mas não tivesse caridade, eu seria como um bronze que soa ou um címbalo que retine. 2Se eu tivesse o dom da profecia, se conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, se tivesse toda a fé, a ponto de transportar montanhas, mas se não tivesse caridade, eu não seria nada. 3Se eu gastasse todos os meus bens para sustento dos pobres, se entregasse o meu corpo às chamas, mas não tivesse caridade, isso de nada me serviria. 4A caridade é paciente, é benigna; não é invejosa, não é vaidosa, não se ensoberbece; 5não faz nada de inconveniente, não é interesseira, não se encoleriza, não guarda rancor; 6não se alegra com a iniqüidade, mas se regozija com a verdade. 7Suporta tudo, crê tudo, espera tudo, desculpa tudo. 8A caridade não acabará nunca. As profecias desaparecerão, as línguas cessarão, a ciência desaparecerá. 9Com efeito, o nosso conhecimento é limitado e a nossa profecia é imperfeita. 10Mas, quando vier o que é perfeito, desaparecerá o que é imperfeito. 11Quando eu era criança, falava como criança, pensava como criança, raciocinava como criança. Quando me tornei adulto, rejeitei o que era próprio de criança. 12Agora nós vemos num espelho, confusamente, mas, então, veremos face a face. Agora, conheço apenas de modo imperfeito, mas, então, conhecerei como sou conhecido. 13Atualmente permanecem estas três coisas: fé, esperança, caridade. Mas a maior delas é a caridade. – Palavra do Senhor – Graças a Deus Salmo 32 (33) – Dai graças ao Senhor ao som da harpa, na lira de dez cordas celebrai-o! Cantai para o Senhor um canto novo, com arte sustentai a louvação!   R: Feliz o povo que o Senhor escolheu por sua herança!   – Pois reta é a palavra do Senhor, e tudo o que ele faz merece fé. Deus ama o direito e a justiça, transborda em toda a terra a sua graça.   R: Feliz o povo que o Senhor escolheu por sua herança!   – Feliz o povo cujo Deus é o Senhor, e a nação que escolheu por sua herança! Sobre nós venha, Senhor, a vossa graça, da mesma forma que em vós nós esperamos!   R: Feliz o povo que o Senhor escolheu por sua herança! Evangelho de Jesus Cristo segundo São Lucas 7, 31-35 – Aleluia, Aleluia, Aleluia.– Senhor, tuas palavras são espírito, são vida; só tu tens palavras de vida eterna (Jo 6,63.68); Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Lucas: Naquele tempo, disse Jesus: 31Com quem hei de comparar os homens desta geração? Com quem eles se parecem? 32São como crianças que se sentam nas praças, e se dirigem aos colegas, dizendo: ‘Tocamos flauta para vós e não dançastes; fizemos lamentações e não chorastes!’ 33Pois veio João Batista, que não comia pão nem bebia vinho, e vós dissestes: ‘Ele está com um demônio!’ 34Veio o Filho do Homem, que come e bebe, e vós dizeis: ‘Ele é um comilão e beberrão, amigo dos publicanos e dos pecadores!’ 35Mas a sabedoria foi justificada por todos os seus filhos.’ – Palavra da Salvação– Glória a Vós, Senhor Comentário ao Evangelho por São João Paulo II, PapaEncíclica «Dives in Misericordia» § 13 (trad. © copyright Libreria Editrice Vaticana) Na Igreja, Cristo chama-nos à conversão A Igreja vive vida autêntica quando professa e proclama a misericórdia, o mais admirável atributo do Criador e do Redentor, e quando aproxima os homens das fontes da misericórdia do Salvador, das quais é depositária e dispensadora. Neste contexto, assumem grande significado a meditação constante da Palavra de Deus, e sobretudo a participação consciente e refletida na Eucaristia e no sacramento da Penitência ou Reconciliação. A Eucaristia aproxima-nos sempre do amor que é mais forte do que a morte (Cant 8,6). Com efeito, «todas as vezes que comemos deste pão e bebemos deste cálice», não só anunciamos a morte do Redentor, mas proclamamos a sua ressurreição, «enquanto esperamos a sua vinda gloriosa» (Missal Romano; cf 1Cor 11,26). A própria liturgia eucarística, celebrada em memória daquele que, na sua missão messiânica, nos revelou o Pai por meio da Palavra e da Cruz, atesta o inexaurível amor em virtude do qual Ele deseja sempre unir-Se e como que tornar-Se uma só coisa connosco, indo ao encontro de todos os corações humanos. O sacramento da Penitência ou Reconciliação aplana o caminho a cada um dos homens (cf Lc 3,3; Is 40,3), mesmo quando sobrecarregados por faltas graves. Neste sacramento, todos os homens podem experimentar de modo singular a misericórdia, isto é, o amor que é mais forte do que o pecado. The post Evangelho do dia 2018-09-19 appeared first on Arautos do Evangelho. Fonte: Evangelho Diário – Arautos do Evangelho

Santa Emília De Rodat, Fundadora Da Congregação Da Santa Família

Nascida em 1787, no dia 6 de setembro, no castelo de Druelle, Maria Emilia de Rodat pertencia à velha família de Rouergue. Educada pela avó, vivendo no vasto castelo de Ginals, Emília mesma, mais tarde, escreveria: “Com a idade de oito anos, minha avó tomou-me consigo e, assim que cheguei à idade da razão, ensinou-me a amar o bom Deus. Uma de minhas tias-avós, religiosa visitandina, de concerto com ela, prodigalizou-me os mais ternos cuidados. Quando era pequena, tinha o defeito de ficar amuada facilmente. Ia, então, agachar-me debaixo duma janela, e minha avó, me chamava: – Emília vem comigo, vem! Eu a atendia e ia. E quando estava com ela, dizia-me: – Olha-me bem, e sorri! Tornava-me amarga, áspera, mas vovó persistia até que, rindo, voltava ao meu ar costumeiro. Naquele ambiente calmo, de pessoas compreensivas, a jovem foi crescendo toda brandura. Aos onze anos, fez a primeira comunhão na capela do castelo. Moça, em Villefranche de Rourque, abriu uma sala de aula, onde quarenta jovenzinhas estudavam e passavam o dia. Era em 1815, e tanta procura teve a Sala que, em 1819, instalava-se nos Cordeliers, com caráter religioso, e as irmãs pronunciavam os votos perpétuos e tomavam o hábito das religiosas. Todavia, nesse meio de tempo, de 1815 a 1819, quantas provas, quantas críticas, quanta incompreensão por parte dos faladores. O instituto, porém, cresceu e, quando a Santa faleceu, em 1852, sabia que as filhas jaziam acomodadas por trinta e seis fundações. Que levaria Emília de Rodat a fundar tal instituto, que começou numa sala? Um dia, ao visitar uma doente, ouviu das vizinhas que ajudavam a pobre as queixas que faziam sobre o desaparecimento, do lugar, das Ursulinas e suas escolas gratuitas, onde se haviam educado, e nas quais agora, não podiam deixar as filhas. Emília, tocada, propôs levar adiante, como levou, a obra que a tornou conhecida e na qual se santificou. A 9 de junho de 1940, Pio XII beatificou a fundadora. O mesmo Papa da Paz, a 23 de Abril de 1950, canonizou-a solenemente. Foto: santiebeati.it (Vida dos Santos, Padre Rohrbacher, Volume XVI, p. 318-319) The post Santa Emília de Rodat, Fundadora da Congregação da Santa Família appeared first on Arautos do Evangelho. Fonte: Santo do Dia – Arautos do Evangelho

Santa Emília De Rodat, Fundadora Da Congregação Da Santa Família

Nascida em 1787, no dia 6 de setembro, no castelo de Druelle, Maria Emilia de Rodat pertencia à velha família de Rouergue. Educada pela avó, vivendo no vasto castelo de Ginals, Emília mesma, mais tarde, escreveria: “Com a idade de oito anos, minha avó tomou-me consigo e, assim que cheguei à idade da razão, ensinou-me a amar o bom Deus. Uma de minhas tias-avós, religiosa visitandina, de concerto com ela, prodigalizou-me os mais ternos cuidados. Quando era pequena, tinha o defeito de ficar amuada facilmente. Ia, então, agachar-me debaixo duma janela, e minha avó, me chamava: – Emília vem comigo, vem! Eu a atendia e ia. E quando estava com ela, dizia-me: – Olha-me bem, e sorri! Tornava-me amarga, áspera, mas vovó persistia até que, rindo, voltava ao meu ar costumeiro. Naquele ambiente calmo, de pessoas compreensivas, a jovem foi crescendo toda brandura. Aos onze anos, fez a primeira comunhão na capela do castelo. Moça, em Villefranche de Rourque, abriu uma sala de aula, onde quarenta jovenzinhas estudavam e passavam o dia. Era em 1815, e tanta procura teve a Sala que, em 1819, instalava-se nos Cordeliers, com caráter religioso, e as irmãs pronunciavam os votos perpétuos e tomavam o hábito das religiosas. Todavia, nesse meio de tempo, de 1815 a 1819, quantas provas, quantas críticas, quanta incompreensão por parte dos faladores. O instituto, porém, cresceu e, quando a Santa faleceu, em 1852, sabia que as filhas jaziam acomodadas por trinta e seis fundações. Que levaria Emília de Rodat a fundar tal instituto, que começou numa sala? Um dia, ao visitar uma doente, ouviu das vizinhas que ajudavam a pobre as queixas que faziam sobre o desaparecimento, do lugar, das Ursulinas e suas escolas gratuitas, onde se haviam educado, e nas quais agora, não podiam deixar as filhas. Emília, tocada, propôs levar adiante, como levou, a obra que a tornou conhecida e na qual se santificou. A 9 de junho de 1940, Pio XII beatificou a fundadora. O mesmo Papa da Paz, a 23 de Abril de 1950, canonizou-a solenemente. Foto: santiebeati.it (Vida dos Santos, Padre Rohrbacher, Volume XVI, p. 318-319) The post Santa Emília de Rodat, Fundadora da Congregação da Santa Família appeared first on Arautos do Evangelho. Fonte: Santo do Dia – Arautos do Evangelho

Evangelho Do Dia 2018-09-18

Terça-feira, 18 de Setembro de 2018. Santo do dia: São José de Cupertino, presbíteroCor litúrgica: verde Evangelho do dia: São Lucas 7, 11-17 Primeira leitura: Coríntios 12, 12-14.27-31Leitura da Primeira Carta de São Paulo aos Coríntios: Irmãos: 12Como o corpo é um, embora tenha muitos membros, e como todos os membros do corpo, embora sejam muitos, formam um só corpo, assim também acontece com Cristo. 13De fato, todos nós, judeus ou gregos, escravos ou livres, fomos batizados num único Espírito, para formarmos um único corpo, e todos nós bebemos de um único Espírito. 14Com efeito, o corpo não é feito de um membro apenas, mas de muitos membros. 27Vós, todos juntos, sois o corpo de Cristo e, individualmente, sois membros desse corpo. 28E, na Igreja, Deus colocou, em primeiro lugar, os apóstolos; em segundo lugar, os profetas; em terceiro lugar, os que têm o dom e a missão de ensinar; depois, outras pessoas com dons diversos, a saber: dom de milagres, dom de curas, dom para obras de misericórdia, dom de governo e direção, dom de línguas. 29Acaso todos são apóstolos? Todos são profetas? Todos ensinam? Todos realizam milagres? 30Todos têm o dom das curas? Todos falam em línguas? Todos as interpretam? 31aAspirai aos dons mais elevados. – Palavra do Senhor – Graças a Deus Salmo 99 (100) – Aclamai o Senhor, ó terra inteira, servi ao Senhor com alegria, ide a ele cantando jubilosos!   R: Nós somos o seu povo e seu rebanho.   – Sabei que o Senhor, só ele, é Deus, Ele mesmo nos fez, e somos seus, nós somos seu povo e seu rebanho.   R: Nós somos o seu povo e seu rebanho.   – Entrai por suas portas dando graças, e em seus átrios com hinos de louvor; dai-lhe graças, seu nome bendizei!   R: Nós somos o seu povo e seu rebanho.   – Sim, é bom o Senhor e nosso Deus, sua bondade perdura para sempre, seu amor é fiel eternamente!   R: Nós somos o seu povo e seu rebanho. Evangelho de Jesus Cristo segundo São Lucas 7, 11-17 – Aleluia, Aleluia, Aleluia.– Um grande profeta surgiu entre nós, e Deus visitou o seu povo (Lc 7,16); Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Lucas: Naquele tempo: 11Jesus dirigiu-se a uma cidade chamada Naim. Com ele iam seus discípulos e uma grande multidão. 12Quando chegou à porta da cidade, eis que levavam um defunto, filho único; e sua mãe era viúva. Grande multidão da cidade a acompanhava. 13Ao vê-la, o Senhor sentiu compaixão para com ela e lhe disse: ‘Não chores!’ 14Aproximou-se, tocou o caixão, e os que o carregavam pararam. Então, Jesus disse: ‘Jovem, eu te ordeno, levanta-te!’ 15O que estava morto sentou-se e começou a falar. E Jesus o entregou à sua mãe. 16Todos ficaram com muito medo e glorificavam a Deus, dizendo: ‘Um grande profeta apareceu entre nós e Deus veio visitar o seu povo.’ 17E a notícia do fato espalhou-se pela Judéia inteira, e por toda a redondeza. – Palavra da Salvação– Glória a Vós, Senhor Comentário ao Evangelho por Santo Ambrósio, Bispo e Doutor da IgrejaTratado sobre o Evangelho de São Lucas, 5, 89, 91-92 «Jovem, Eu te ordeno: levanta-te» Ainda que os sintomas da morte tenham roubado por completo a esperança de vida, ainda que os corpos dos defuntos se encontrem já perto do sepulcro, à voz de Deus, os cadáveres que começavam a decompor-se recuperam a fala; o filho é devolvido a sua mãe, é chamado do túmulo, é arrancado ao túmulo. Que túmulo é o teu? São os teus maus hábitos, é a tua falta de fé. É deste túmulo que Cristo te salva, será deste túmulo que ressuscitarás, se ouvires a Palavra de Deus. Ainda que os teus pecados sejam tão graves que não possas lavar-te a ti próprio com as lágrimas do arrependimento, a Igreja, tua Mãe, chorará por ti, pois intercede por cada um dos seus filhos como mãe viúva com um filho único. Com efeito, a Igreja tem compaixão, por uma espécie de sofrimento espiritual, dos seus filhos que vê dirigirem-se para a morte em consequência de vícios funestos. […] Que ela chore, pois, esta mãe piedosa; que a multidão a acompanhe; que não seja uma simples multidão, mas uma multidão considerável a ter compaixão desta mãe terna. Então, ressuscitarás do teu túmulo, serás dele libertado; os carregadores deter-se-ão, começarás a dizer palavras de vivo e todos ficarão estupefactos. E o exemplo de um só permitirá corrigir muitos, que louvarão a Deus por nos ter dado tais remédios para evitarmos a morte. The post Evangelho do dia 2018-09-18 appeared first on Arautos do Evangelho. Fonte: Evangelho Diário – Arautos do Evangelho

São José De Cupertino, Franciscano

José Desa nasceu no dia 17 de junho de 1603 em Cupertino, pequena cidade da diocese de Nardo, entre Brindes e Otranto. Seus pais eram pobres, mas virtuosos. Cognominaram-no mais tarde Cupertino por causa do lugar do seu nascimento. Sua mãe educou-o dentro de uma grande piedade; mas se mostrava muito rigorosa e castigava-o severamente pelas menores faltas, a fim de habituá-lo a uma vida áspera e penitente. José mostrou, desde a infância, um extraordinário fervor e já parecia desfrutar a doçura das consolações celestiais. Era extremamente assíduo ao serviço divino; e, numa idade em que só se costuma aspirar ao prazer, usava um áspero cilício e macerava o corpo com várias disciplinas. Fizeram-no aprender o ofício de sapateiro, que exerceu durante algum tempo. Porém, ao atingir a idade de dezessete anos, apresentou-se para ser recebido pelos Franciscanos conventuais, comunidade à qual pertenciam dois tios seus, bastantes considerados. Contudo, foi recusado, pois nada estudara. O máximo que conseguiu obter foi ingressar nos Capuchinhos, na qualidade de irmão converso. E, após oito meses de noviciado, foi despedido como incapaz de corresponder à vocação. Longe de insurgir-se, persistiu na resolução de abraçar o estado religioso. Enfim, tocados de compaixão, os Franciscanos conventuais receberam-no no convento Della Grotella, assim chamado por causa de uma capela subterrânea, dedicada à Virgem Santa. O convento ficava muito próximo de Cupertino. Depois de ter feito seu noviciado com muito fervor, José foi recebido como irmão converso entre os oblatas da ordem terceira. Confiaram-lhe, a princípio, as tarefas mais grosseiras da casa, que executou escrupulosamente. Duplicou os jejuns e as austeridades; orava incessantemente e só dormia três horas por noite. Sua humildade, sua doçura, seu amor à mortificação e à penitência tornaram-no alvo de tamanha veneração que num capítulo geral realizado em Altamura, em 1625, ficou decidido que seria recebido entre os religiosos do coro, a fim de preparar-se para as santas ordens. José, pediu permissão para fazer um segundo noviciado, depois do qual se afastou mais do que nunca do convívio dos homens para unir-se a Deus de maneira ainda íntima através da contemplação. Considerava-se um grande pecador e imaginava que só por caridade, lhe haviam permitido usar o hábito religioso. Sua paciência fê-lo suportar em silêncio e com alegria, severas repreensões por faltas que não cometera. Levou a obediência ao ponto de executar prontamente às mais difíceis ordens que lhe davam. Tantas virtudes o tornaram objeto da admiração de todos. Tendo sido ordenado sacerdote em 1628, celebrou a primeira missa penetrado de intraduzíveis sentimentos de fé, de amor e de respeito. Escolheu uma cela afastada, escura e incômoda. Costumava rezar em capelas pouco freqüentadas, a fim de entregar-se mais livremente ao seu pendor pela contemplação. Privou-se de tudo quanto lhe fora concedido pela regra; e quando se viu completamente despojado, disse, prosternado diante do crucifixo: “Eis-me aqui Senhor, despojado de todas as coisas criadas; sede, conjuro-vos meu único bem; considero qualquer outro bem um verdadeiro perigo, como a perdição da minha alma.” Depois de haver recebido o sacerdócio, passou cinco anos sem comer pão e beber vinho; durante este tempo só se alimentou de ervas e frutos secos; e as ervas que comia na sexta-feira eram tão repugnantes que só ele mesmo conseguia comê-las. Observava um jejum tão rigoroso na quaresma que durante sete anos só tomou algum alimento às quintas-feiras e aos domingos, com excessão da Santa Eucaristia, que recebia todos os dias. Seu rosto, que amanhecia pálido, tornava-se fresco e rosado depois da comunhão. De tal maneira se habituara a não comer carne que o estômago não conseguia mais suportá-la. O zelo pela mortificação fazia-o inventar vários instrumentos de penitência. Durante dois anos foi provado com dores internas que o faziam sofrer intensamente. Enfim, a bonança sucedeu à tempestade. Tendo-se espalhado o rumor de que tinha êxtases e operava milagres, uma grande quantidade de pessoas o acompanhou quando viajou pela província de Bari.Um vigário geral ofendeu-se e queixou-se aos inquisidores de Nápoles. José recebeu ordens para apresentar-se àquela cidade. Mas depois de terem sido examinados os pontos de acusação, ele foi declarado inocente, e despediram-no. Celebrou a Missa em Nápoles na Igreja de São Gregório Armênio, que pertencia a um mosteiro de religiosas. Terminado o sacrifício, José caiu em êxtase, como o atestaram várias testemunhas oculares durante o processo de canonização. Os inquisidores enviaram-no ao seu superior em Roma. Foi duramente recebido e logo depois recebeu ordens para recolher-se ao convento de Assis, o que lhe causou grande alegria por causa da devoção que lhe merecia o santo patriarca da sua ordem. O superior de Assis também o tratou com aspereza. Sua santidade manifestava-se cada vez mais visivelmente, e as pessoas mais bem qualificadas testemunhavam um ardente desejo de vê-lo. Chegou em Assis em 1639 e lá permaneceu pelo espaço de treze anos. Sofreu, a princípio, muitas tribulações interiores e exteriores. Seu superior frequentemente o acusava de hipocrisia e usava para com ele de grade severidade. Por outro lado, Deus parecia tê-lo abandonado; seus exercícios eram acompanhados por uma secura e uma aridez que o consternavam. Os fantasmas impuros que a imaginação lhe apresentava, com tentações horríveis, fizeram-no cair numa melancolia tão profunda que nem mesmo ousava levantar os olhos. Informado das tristes condições em que José se encontrava, seu Superior mandou-o chamara a Roma; e depois de lá tê-lo retido durante três semanas, mandou-o de volta ao convento de Assis. Ao regressar de Roma, o santo sentiu retornarem as consolações celestiais que em seguida lhe foram dispensadas com mais abundância do que nunca. Ao pronunciar os nomes de Deus, de Jesus, ou de Maria, tão só, ficava como que fora de si. Exclamava frequentemente: “Dignai-vos, ó meu Deus! Encher e possuir meu coração todo inteiro! Possa a minha alma despojar-se dos laços do corpo e unir-se a Jesus Cristo! Jesus, atraí-me a vós, não posso mais continuar na terra!” Ouviam-no muitas vezes excitar os outros à divina caridade: Amai a deus; aquele em quem domina esse amor é rico, embora não chegue

Evangelho Do Dia 2018-09-17

Segunda-feira, 17 de Setembro de 2018. Santo do dia: São Roberto Belarmino, Bispo e Doutor da Igreja; Santa Hildegarda de Bingen, virgemCor litúrgica: verde Evangelho do dia: São Lucas 7, 1-10 Primeira leitura: Coríntios 11,17-26.33Leitura da Primeira Carta de São Paulo aos Coríntios: Irmãos: 17No que tenho a dizer-vos, eu não vos louvo, pois vossas reuniões não têm sido para o vosso bem, mas para o mal. 18Com efeito, e em primeiro lugar, ouço dizer que, quando vos reunis em assembléia, têm surgido divisões entre vós. E, em parte, acredito. 19Na verdade, convém que haja até cisões entre vós, para que também se tornem bem conhecidos aqueles dentre vós que resistem à prova. 20De fato, não é para comer a Ceia do Senhor que vos reunis em comum. 21Pois cada um se apressa a comer a sua própria ceia; e enquanto um passa fome o outro se embriaga. 22Não tendes casas onde comer e beber? Ou desprezais a Igreja de Deus e quereis envergonhar aqueles que nada têm? Que vos direi? Hei-de elogiar-vos? Neste ponto, não posso elogiar-vos. 23O que eu recebi do Senhor foi isso que eu vos transmiti: Na noite em que foi entregue, o Senhor Jesus tomou o pão 24e, depois de dar graças, partiu-o e disse: ‘Isto é o meu corpo que é dado por vós. Fazei-o em memória de mim’. 25Do mesmo modo, depois da ceia, tomou também o cálice e disse: ‘Este cálice é a nova aliança, em meu sangue. Todas as vezes que dele beberdes, fazei isto em minha memória’. 26Todas as vezes, de fato, que comerdes deste pão e beberdes deste cálice, estareis proclamando a morte do Senhor, até que ele venha. 33Portanto, meus irmãos, quando vos reunirdes para a Ceia, esperai uns pelos outros. – Palavra do Senhor – Graças a Deus Salmo 39 (40) – Sacrifício e oblação não quisestes, mas abristes, Senhor, meus ouvidos; não pedistes ofertas nem vítimas, holocaustos por nossos pecados, E então eu vos disse: ‘Eis que venho!’ R: Irmãos, anunciai a morte do Senhor, até que ele venha!   – Sobre mim está escrito no livro: ‘Com prazer faço a vossa vontade, guardo em meu coração vossa lei!’   R: Irmãos, anunciai a morte do Senhor, até que ele venha!   – Boas-novas de vossa justiça anunciei numa grande assembléia; vós sabeis: não fechei os meus lábios!   R: Irmãos, anunciai a morte do Senhor, até que ele venha!   – Mas se alegre e em vós rejubile todo ser que vos busca, Senhor! Digam sempre: ‘É grande o Senhor!’ os que buscam em vós seu auxílio.   R: Irmãos, anunciai a morte do Senhor, até que ele venha! Evangelho de Jesus Cristo segundo São Lucas 7, 1-10 – Aleluia, Aleluia, Aleluia.– Deus o mundo tanto amou, que lhe deu seu próprio Filho, para que todo o que nele crer encontre vida eterna (Jo 3,16); Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Lucas: Naquele tempo: 1Quando acabou de falar ao povo que o escutava, Jesus entrou em Cafarnaum. 2Havia lá um oficial romano que tinha um empregado a quem estimava muito, e que estava doente, à beira da morte. 3O oficial ouviu falar de Jesus e enviou alguns anciãos dos judeus, para pedirem que Jesus viesse salvar seu empregado. 4Chegando onde Jesus estava, pediram-lhe com insistência: ‘O oficial merece que lhe faças este favor, 5porque ele estima o nosso povo. Ele até nos construiu uma sinagoga.’ 6Então Jesus pôs-se a caminho com eles. Porém, quando já estava perto da casa, o oficial mandou alguns amigos dizerem a Jesus: ‘Senhor, não te incomodes, pois não sou digno de que entres em minha casa. 7Nem mesmo me achei digno de ir pessoalmente ao teu encontro. Mas ordena com a tua palavra, e o meu empregado ficará curado. 8Eu também estou debaixo de autoridade, mas tenho soldados que obedecem às minhas ordens. Se ordeno a um : ‘Vai!’, ele vai; e a outro: ‘Vem!’, ele vem; e ao meu empregado ‘Faze isto!’, e ele o faz’.’ 9Ouvindo isso, Jesus ficou admirado. Virou-se para a multidão que o seguia, e disse: ‘Eu vos declaro que nem mesmo em Israel encontrei tamanha fé.’ 10Os mensageiros voltaram para a casa do oficial e encontraram o empregado em perfeita saúde. – Palavra da Salvação– Glória a Vós, Senhor Comentário ao Evangelho por Santo Agostinho, Bispo e Doutor da IgrejaSermão 62 «Mas diz uma palavra e o meu servo será curado» Como é que o centurião obteve a graça da cura do seu servo? «Porque também eu, que sou um subalterno, tenho soldados sob as minhas ordens. Digo a um “vai” e ele vai; e a outro “vem” e ele vem; e ao meu servo “faz isto” e ele faz» Tenho poder sobre os meus subordinados, mas eu também estou submetido a uma autoridade superior. Se, pois, embora subordinado, tenho, apesar de tudo, o poder de comandar, o que não poderás fazer Tu, a quem se submetem todas as potestades? Este homem pertencia ao povo pagão pois a nação judaica estava ocupada pelos exércitos do Império Romano. […]. Mas Nosso Senhor, embora estivesse entre o povo hebraico, declarava já que a Igreja se espalharia por toda a Terra, para onde Ele enviaria os seus apóstolos (cf Mt 8,11). Com efeito, os pagãos acreditaram nele sem O terem visto […]. O Senhor não entrou fisicamente na casa do centurião; mas, embora ausente de corpo, esteve ali presente pela sua majestade e curou esta casa pela sua fé. Do mesmo modo, o Senhor só estava fisicamente presente no meio do povo hebraico; os outros povos não O viram nascer de uma Virgem, nem sofrer, nem caminhar, nem sujeitar-Se às condições da natureza humana, nem fazer maravilhas divinas. Ele não fez nada disso entre os pagãos e, no entanto, entre eles, realizou-se o que Ele tinha dito a seu respeito: «Povos desconhecidos prestaram-Me vassalagem». Como foi que O serviram se não O conheciam? O salmo continua: «Mal ouviram falar de Mim, logo Me obedeceram e os estrangeiros Me cortejaram» (Sl 17,45). The post Evangelho do dia 2018-09-17 appeared first on Arautos