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Evangelho Do Dia 2018-08-28

Terça-feira, 28 de Agosto de 2018. Santo do dia: Santo Agostinho, Bispo e Doutor da Igreja; Santa Florentina, virgemCor litúrgica: branco Evangelho do dia: São Mateus 23, 23-26 Primeira leitura: Tessalonicenses 2, 1-3.14-17Leitura da segunda carta de São Paulo aos Tessalonicenses: 1No que se refere à vinda de nosso Senhor Jesus Cristo e à nossa união com ele, nós vos pedimos, irmãos: 2não deixeis tão facilmente transtornar a vossa cabeça nem vos alarmeis por causa de alguma revelação ou carta atribuída a nós, afirmando que o dia do Senhor está próximo. 3Que ninguém vos engane de modo algum. 14Deus vos chamou para que, por meio do nosso evangelho, alcanceis a glória de nosso Senhor Jesus Cristo. 15Assim, portanto, irmãos, ficai firmes e conservai firmemente as tradições que vos ensinamos, de viva voz ou por carta. 16Nosso Senhor Jesus Cristo e Deus nosso Pai, que nos amou em sua graça e nos proporcionou uma consolação eterna e feliz esperança, 17animem os vossos corações e vos confirmem em toda boa ação e palavra.  – Palavra do Senhor – Graças a Deus Salmo 95 (96) – Publicai entre as nações: “Reina o Senhor!” Ele firmou o universo inabalável, e os povos ele julga com justiça. R: O Senhor vem julgar nossa terra. – O céu se rejubile e exulte a terra, aplauda o mar com o que vive em suas águas; os campos com seus frutos rejubilem. R: O Senhor vem julgar nossa terra. – E exultem as florestas e as matas na presença do Senhor, pois ele vem, porque vem para julgar a terra inteira. Governará o mundo todo com justiça, e os povos julgará com lealdade.  R: O Senhor vem julgar nossa terra. Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus 23, 23-26 – Aleluia, Aleluia, Aleluia.– A Palavra do Senhor é viva e eficaz: ela julga os pensamentos e as intenções do coração (Hb 4,12); Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus: Naquele tempo, disse Jesus: 23“Ai de vós, mestres da lei e fariseus hipócritas! Vós pagais o dízimo da hortelã, da erva-doce e do cominho e deixais de lado os ensinamentos mais importantes da lei, como a justiça, a misericórdia e a fidelidade. Vós deveríeis praticar isto sem, contudo, deixar aquilo. 24Guias cegos! Vós filtrais o mosquito, mas engolis o camelo. 25Ai de vós, mestres da lei e fariseus hipócritas! Vós limpais o copo e o prato por fora, mas, por dentro, estais cheios de roubo e cobiça. 26Fariseu cego! Limpa primeiro o copo por dentro, para que também por fora fique limpo”. – Palavra da Salvação– Glória a Vós, Senhor   Comentário ao Evangelho por Santo Agostinho, Bispo e Doutor da IgrejaComentário à 1° carta de João VI, 3   “Limpa primeiro o interior”   «Meus filhinhos, não amemos com palavras nem com a boca, mas com obras e com verdade. Por isto conheceremos que somos da verdade e, na sua presença, sentir-se-á tranquilo o nosso coração» (1Jo 3,18-19). Que quer dizer «na sua presença»? Quer dizer onde Deus vê. Por isso, o próprio Senhor diz no evangelho: «Guardai-vos de fazer as vossas boas obras diante dos homens, para vos tornardes notados por eles; de outro modo, não tereis nenhuma recompensa do vosso Pai que está no Céu» (Mt 6,1). […] Eis-te diante de Deus. Interroga o teu coração; vê o que fizeste e o que desejavas ao fazê-lo: a tua salvação ou uma vã glória humana? Olha para dentro, pois o homem não pode julgar aquilo que não pode ver. Se apaziguamos o nosso coração, façamo-lo diante de Deus. «Pois se o nosso coração nos condena», isto é, se ele nos acusa interiormente, porque não agimos com a intenção que devíamos ter tido, «Deus é maior que o nosso coração e tudo conhece» (v. 20). Escondes aos homens o fundo do teu coração: esconde-o a Deus, se puderes! Mas como escondê-lo d’Ele, d’Ele a quem um pecador, cheio de temor ou de arrependimento, dizia: «Onde poderei ocultar-me do teu espírito? Para onde poderei fugir da tua presença?» Com efeito, onde é que Deus não está? «Se subir aos céus, Tu lá estás; se descer ao mundo dos mortos, ali Te encontras» (Sl 138,7-8). Para onde ir? Para onde fugir? Queres um conselho? Se queres fugir, foge na sua direção. Foge para Ele, confessando-te a Ele e não escondendo-te d’Ele; com efeito, não te podes esconder d’Ele, mas podes confessar-Lhe as tuas faltas. Diz-Lhe: «Tu és o meu refúgio» (Sl 31,7); e alimenta em ti o amor, que é a única coisa que conduz à vida. The post Evangelho do dia 2018-08-28 appeared first on Arautos do Evangelho. Fonte: Evangelho Diário – Arautos do Evangelho

Santo Agostinho, Bispo De Hipona

Nasceu a 13 de novembro de 354, na pequena cidade de Tagaste, perto de Madaura e de Hipona, na Numídia, a Argélia atual. Seus pais eram de condição honesta; o pai, membro do corpo municipal, chamava-se Patrício, a mãe Mônica. Tiveram grande cuidado em o fazer instruir nas letras humanas e todos notavam nele um espírito excelente e disposições maravilhosas para as ciências. Tendo caído doente na infância, e em perigo de morte, pediu o batismo sendo logo catecúmeno, pelo sinal da cruz e pelo sal. Sua mãe, piedosa e fervorosa cristã, dispunha tudo para a cerimônia. Mas de repente ele melhorou e o batismo foi adiado. Estudou primeiro em Madaura, gramática e retórica até à idade de dezesseis anos, quando o pai o fez voltar a Tagaste e aí ficou um ano, enquanto se preparavam as coisas necessárias para que fosse terminar os estudos em Cartago; a paixão de mandar esse filho estudar obrigava o pai a esforços superiores à sua fortuna, que era medíocre. Durante a permanência em Tagaste, o jovem Agostinho, desprezando os sábios conselhos de sua mãe, começou por se deixar levar a amores desonestos, convidado pela ociosidade e pela complacência do pai, que ainda não era cristão. Mas o foi antes da morte, que aconteceu pouco tempo depois. Agostinho chegou a Cartago e afundou-se cada vez mais no amor das mulheres, que fomentava com espetáculos dos teatros. Não deixava de pedir a Deus a castidade, mas, acrescenta, que não seja agora. Entretanto caminhava com grande êxito nos estudos, que tinham por objetivo chegar aos cargos e à magistratura, pois a eloqüência lhes era então o caminho. Entre as obras de Cícero, que estudava, leu o Hortensius que não temos mais e que era uma exortação à filosofia. Ele ficou encantado e começou então, na idade de dezenove anos, a desprezar as vãs esperanças do mundo e a desejar a sabedoria e os bens imortais. Foi o primeiro movimento de sua conversão. A única coisa que o desgostava nos filósofos é que neles não encontrava o nome de Jesus Cristo que tinha recebido com o leite de mãe e que tinha causado profunda impressão em seu coração. Quis então ler as Sagradas Escrituras, mas a simplicidade do estilo desagradou-lhe, habituado como estava à elegância de Cícero. Depois, caiu nas mãos dos maniqueus que, falando somente de Jesus Cristo, do Espírito Santo e da verdade, o seduziram com seus discursos pomposos, deram-lhe o gosto por suas ilusões e aversão pelo Novo Testamento. Entretanto, sua mãe, mais aflita do que se o tivesse visto morto, não queria mais comer com ele; veio consolá-la este sonho: Ela estava num bosque e um jovem resplandecente vinha a ela, sorrindo, perguntando-lhe a causa de suas penas; ela respondeu-lhe que chorava a perda do filho. Vede, disse ele, esta convosco! De fato, viu-o junto de si, no mesmo lugar. Contou depois o sonho a Agostinho, que lhe disse: Vós sereis o que Eu sou. Mas ela respondeu sem hesitar: Não! Porque não me disseram: Tu estarás onde ele está mas ele estará onde tu estás. Desde aquele tempo, viveu e comeu com ele, como antes. Dirigiu-se a um santo bispo e rogou-lhe falasse ao filho. O bispo respondeu: ainda é muito indócil e está muito cheio daquela heresia, que lhe é nova. Deixai-o, e contentai-vos de rogar por ele; ele verá, lendo, qual é seu erro. Eu que vos falo, na minha infância fui entregue aos maniqueus por minha mãe, que tinham seduzido; não somente li, mas transcrevi quase todos os seus livros e eu mesmo me enganei. A mãe não se contentou com as palavras do santo bispo; chorando abundantemente, continuou a insistir que falasse com o filho; o bispo respondeu com certo humor: Ide, é impossível que o filho de tantas lágrimas pereça! O que ela ouviu como um oráculo do céu. Seu filho, todavia, ficou nove anos maniqueu desde os dezenove até os vinte e oito anos. Tendo terminado os estudos, ensinou, na sua cidade de Tagaste, gramática e depois retórica. Um arúspice se ofereceu para fazê-lo ganhar o prêmio numa disputa de poesia, por meio de alguns sacrifícios de animais; mas ele rejeitou-o com horror não querendo ter relação alguma com demônios. Todavia, não fazia dificuldade em consular os astrólogos e ler-lhes os livros. Mas disso foi dissuadido por um sábio ancião, chamado Vindiciano, médico famoso, que tinha reconhecido, por experiência, a vaidade desse estudo, Agostinho tinha então um amigo íntimo que ele também fizera maniqueu, pois cuidava de seduzir os outros. O amigo caiu doente e ficou muito tempo fora de si: como se perdera a esperança de o salvar, deram-lhe o batismo, Quando voltou a si, Agostinho quis zombar do batismo que tinha recebido naquele estado: mas o doente repeliu as palavras com horror e disse-lhe, com inesperada liberdade, que, se queria ser seu amigo, não lhe devia nunca mais falar daquele modo. Morreu poucos dias depois, fiel à graça. Agostinho, que o amava como a si mesmo, ficou inconsolável com a morte. Tinha mais ou menos vinte e seis anos, quando escreveu dois ou três livros: – Da Beleza e da Decência – que não chegaram até nós. Descobriu, nesse tempo, que sob a máscara de piedade os maniqueus, que se chamavam de santos e eleitos, ocultavam os costumes mais depravados. Cita vários escândalos públicos. Ao mesmo tempo começava a se aborrecer com as lendas que contavam, principalmente sobre o sistema do mundo, a natureza dos corpos e dos elementos. Tais conhecimentos, dizia, não são necessários à religião; é preciso não mentir e não se vangloriar de saber o que não se sabe, principalmente quando se quer passar, como Manés, por ser guiado pelo Espírito Santo. Gostava muito mais das razões que os matemáticos e os filósofos davam dos eclipses, dos solstícios e do curso dos astros. (…) Naquele tempo persuadiram-se a ensinar em Roma, onde os alunos eram mais razoáveis que em Cartago. Embarcou contra a vontade de sua mãe e a enganou

Evangelho Do Dia 2018-08-27

Segunda-feira, 27 de Agosto de 2018. Santo do dia: Santa Mônica,  mãe e viúvaCor litúrgica: branco Evangelho do dia: São Mateus 23,13-22 Primeira leitura: Tessalonicenses 1, 1-5.11-12Início da segunda carta de São Paulo aos Tessalonicenses: 1Paulo, Silvano e Timóteo à Igreja dos tessalonicenses reunida em Deus nosso Pai e no Senhor Jesus Cristo: 2a vós, graça e paz da parte de Deus Pai e do Senhor Jesus Cristo. 3Devemos agradecer sempre por vós, irmãos, com toda justiça, porque progredis sempre mais na fé e porque aumenta a caridade que tendes uns para com os outros. 4Assim, nos gloriamos nas Igrejas de Deus por causa da vossa perseverança e da vossa fé em todas as perseguições e sofrimentos que suportais. 5Estes constituem um sinal do justo juízo de Deus, pois servem para serdes julgados dignos do reino de Deus, pelo qual também estais sofrendo. 11Que o nosso Deus vos faça dignos da sua vocação. Que ele, por seu poder, realize todo o bem que desejais e torne ativa a vossa fé. 12Assim o nome de nosso Senhor Jesus Cristo será glorificado em vós, e vós nele, em virtude da graça do nosso Deus e do Senhor Jesus Cristo. – Palavra do Senhor – Graças a Deus Salmo 95 (96) – Cantai ao Senhor Deus um canto novo, cantai ao Senhor Deus, ó terra inteira! Cantai e bendizei seu santo nome! R: Anunciai as maravilhas do Senhor entre todas as nações! – Dia após dia anunciai sua salvação, manifestai a sua glória entre as nações e, entre os povos do universo, seus prodígios! R: Anunciai as maravilhas do Senhor entre todas as nações! – Pois Deus é grande e muito digno de louvor, é mais terrível e maior que os outros deuses; porque um nada são os deuses dos pagãos. Foi o Senhor e nosso Deus quem fez os céus.  R: Anunciai as maravilhas do Senhor entre todas as nações! Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus 23, 13-22 – Aleluia, Aleluia, Aleluia.– Minhas ovelhas escutam minha voz, eu as conheço e elas me seguem (Jo 10,27); Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus: Naquele tempo, disse Jesus: 13“Ai de vós, mestres da lei e fariseus hipócritas! Vós fechais o reino dos céus aos homens. Vós, porém, não entrais nem deixais entrar aqueles que o desejam.[14] 15Ai de vós, mestres da lei e fariseus hipócritas! Vós percorreis o mar e a terra para converter alguém e, quando o conseguis, o tornais merecedor do inferno duas vezes pior do que vós. 16Ai de vós, guias cegos! Vós dizeis: ‘Se alguém jura pelo templo, não vale; mas, se alguém jura pelo ouro do templo, então vale!’ 17Insensatos e cegos! O que vale mais, o ouro ou o templo, que santifica o ouro? 18Vós dizeis também: ‘Se alguém jura pelo altar, não vale; mas, se alguém jura pela oferta que está sobre o altar, então vale!’ 19Cegos! O que vale mais, a oferta ou o altar, que santifica a oferta? 20Com efeito, quem jura pelo altar jura por ele e por tudo o que está sobre ele. 21E quem jura pelo templo jura por ele e por Deus que habita no templo. 22E quem jura pelo céu jura pelo trono de Deus e por aquele que nele está sentado”. – Palavra da Salvação– Glória a Vós, Senhor Comentário ao Evangelho por São Pio de Pietrelcina, capuchinhoCarta 3, 698 Cristo chama-nos à conversão Diante das tentações, sê forte e combate com a ajuda do Senhor. Se caíres no pecado, não permaneças nele, desanimada e abatida. Humilha-te, mas sem perder a coragem; abaixa-te, mas sem te degradares; verte lágrimas sinceras de contrição para lavares as tuas imperfeições e as tuas faltas, mas sem perderes a confiança na misericórdia de Deus, que será sempre maior que a tua ingratidão. Faz o propósito de te corrigires, mas sem presumires de ti própria, pois só em Deus deves colocar a tua força. Enfim, reconhece sinceramente que, se Deus não fosse a tua couraça e o teu escudo, a tua imprudência te teria levado a cometer toda a espécie de pecados. Não te espantes com as tuas fraquezas. Aceita-te tal como és; cora com as tuas infidelidades para com Deus, mas confia n’Ele e abandona-te tranquilamente aEle, como uma criança nos braços da mãe. Fonte: Evangelho Diário – Arautos do Evangelho

Santa Mônica, Mãe De Santo Agostinho

Nasceu de família cristã, da qual recebeu boa educação. Submetera-se inteiramente ao marido, suportando os seus escárnios e transportes de cólera com uma paciência que servia de exemplo às outras mulheres, e conquistou-o, assim, para Deus, no fim da vida. Tinha o talento particular de reunir as pessoas divididas. Depois que enviuvou, dedicou-se inteiramente às obras de piedade. Dava grandes esmolas, servia aos pobres, não faltava nenhum dia à oblação do santo altar, nem de vir duas vezes à igreja, na manhã e à tarde, para ouvir a palavra de Deus e fazer preces, em que consistia toda sua vida. Deus comunicava-se com ela por meio de visões e de revelações; ela sabia distingui-las dos sonhos e dos pensamentos naturais. Tal era Santa Mônica, na narração de Santo Agostinho. Quando viu o filho envolvido nas peias da heresia dos maniqueus, afligiu-se mais do que se morto o visse, e não queria mais tomar as refeições com ele: mas foi consolada por um sonho. Viu-se sobre uma prancha de madeira e ao jovem homem resplandecente que lhe vinha ao encontro e lhe perguntava a causa de sua dor, respondeu que chorava a perda de seu filho. “Olhai, disse ele, ele está convosco!” Com efeito, ela o viu ao pé de si, na mesma prancha. Contou o sonho a Agostinho, que lhe respondeu: “É que sereis o que sou agora”. Mas ela replicou sem hesitar: “Não; porque não me disse?: Será o que ele é, mas ele irá para onde tu estás.” Depois disto ela morou e tomou suas refeições com ele, como anteriormente. Dirigiu-se a um santo bispo e solicitou-lhe que falasse ao filho. O bispo respondeu: “Ainda é demasiadamente indócil e demasiadamente imbuído desta heresia, que lhe é nova. Deixai-o, e contentai-vos em pedir por ele; ele verá, com leituras, qual é o erro. Eu, que vos falo, em minha infância, fui entregue aos maniqueus por minha mãe, que eles haviam seduzido; não somente li, mas transcrevi quase todos os seus livros, e, por mim mesmo, desenganei-me.” A mãe não se satisfez com estas palavras, e continuou a instar para que falasse ao seu filho. O bispo respondeu-lhe então com certo humor: “Ide, é impossível que o filho de tantas lágrimas pereça!” Isso ela recebeu como um oráculo do céu. Seu filho, todavia, permaneceu nove anos maniqueu, desde a idade de dezenove anos até os vinte e oito. No ano 384, Agostinho veio a Milão ensinar retórica, e conheceu Santo Ambrósio, que o desiludiu paulatinamente do maniqueísmo. Resolveu definitivamente abandonar os maniqueus e permanecer na Igreja, na qualidade de catecúmeno, como dizia ele, na Igreja que os pais lhe haviam recomendado, isto é, na católica, até que a verdade se lhe revelasse mais claramente. Santa Mônica veio da África encontrá-lo em Milão, com tão viva fé, que atravessando o mar, consolava os marinheiros, mesmo nos maiores perigos, pela certeza que Deus lhe havia que chegaria até seu filho. Quando ele lhe disse que não era mais maniqueu, mas que ainda não era católico, ela não se surpreendeu; respondeu-lhe tranquilamente que estava certa de vê-lo fiel católico antes de deixar esta vida. Entrementes, continuava com as preces e atenta às prédicas de Santo Ambrósio, a quem amava como anjo de Deus, sabendo que havia levado seu filho a esse estado de dúvida, que deveria ser a crise de seu mal. Como tivesse o costume, na África, de levar às igrejas dos mártires pão, vinho e carnes, queria fazer o mesmo em Milão; mas o porteiro da igreja lhe impediu e lhe disse que o bispo o havia proibido. Ela obedeceu imediatamente, sem que nenhum apego ao costume. Santo Ambrósio, de resto, havia abolido esses repastos nas igrejas, porque, em lugar dos antigos ágapes sóbrios e modestos, não ofereciam senão oportunidade para devassidão. Amava, por seu lado, Santa Mônica pela piedade e boas obras, e sempre felicitava Agostinho de ter mãe como aquele; porque toda sua vida fora virtuosa. Santo Agostinho, após o batismo, tendo examinado em que lugar poderia servir a Deus mais utilmente, resolveu voltar para a África com a mãe, o filho, o irmão e um jovem chamado Evódio. Ele era também de Tagasta; sendo agente do imperador, converteu-se, recebeu o batismo antes de Santo Agostinho, e deixou o cargo para servir a Deus. Quando chegaram a Óstia, descansaram do longo caminho que haviam feito desde Milão e se prepararam para o embarque. Um dia, Santo Agostinho e sua mãe, debruçados ambos sobre uma janela que dava para o jardim da casa, entretinham-se com uma doçura extrema, esquecendo todo o passado e conduzindo o pensamento para o futuro. Buscavam saber qual seria a vida eterna dos santos. Elevaram-se acima de todos os prazeres dos sentidos; percorreram gradativamente todos os corpos, o próprio céu e os astros. Chegaram até as almas, e, passando por todas as criaturas, mesmo espirituais, alcançaram a sabedoria eterna, pela qual elas são, e que é sempre, sem diferença de tempo. Ali permaneceram um momento no auge da satisfação espiritual, e suspiraram contrafeitos ao serem obrigados a voltar ao ruído da voz, onde a palavra começa e acaba. Então a mãe lhe disse; “Meu filho, pelo que me diz respeito, já nenhum prazer me prende a esta vida. Não sei o que faço aqui, nem porque existo. O que me fazia ansiar aqui permanecer era ver-vos cristão católico antes de morrer. Deus concedeu-me mais; vejo-vos consagrado a seu serviço, após haverdes desprezado a felicidade terrena.” Aproximadamente cinco anos após, caiu doente com febre. Um dia perdeu os sentidos; ao voltar a si, encarou Agostinho e seu irmão Navígio, e lhes disse: “Onde estava eu?” Depois, vendo-os compungidos de dor, ajuntou: “Deixareis vossa mãe aqui.” Navígio manifestou o desejo de que ela morresse de preferência no seu país. Mas ela encarou-o com olharsanto Agostinho e severo, como a repreendê-lo e disse a Agostinho: “Vê o que ele diz!” Enfim, dirigindo-se a ambos: Colocai este corpo onde vos aprouver; não vos inquieteis. Peço-vos somente que vos lembreis

Evangelho Do Dia 2018-08-26

Domingo, 26 de Agosto de 2018. Santo do dia: Santa Joana Isabel Bichier des Âges, virgemCor litúrgica: verde Evangelho do dia: São João 6, 60-69 Primeira leitura: Josué 24, 1-2.15-18Leitura do livro de Josué: Naqueles dias, 1Josué reuniu em Siquém todas as tribos de Israel e convocou os anciãos, os chefes, os juízes e os magistrados, que se apresentaram diante de Deus. 2Então Josué falou a todo o povo: 15“Se vos parece mal servir ao Senhor, escolhei hoje a quem quereis servir: se aos deuses a quem vossos pais serviram na Mesopotâmia ou aos deuses dos amorreus, em cuja terra habitais. Quanto a mim e à minha família, nós serviremos ao Senhor”. 16E o povo respondeu, dizendo: “Longe de nós abandonarmos o Senhor para servir a deuses estranhos. 17Porque o Senhor, nosso Deus, ele mesmo é quem nos tirou, a nós e a nossos pais, da terra do Egito, da casa da escravidão. Foi ele quem realizou esses grandes prodígios diante de nossos olhos e nos guardou por todos os caminhos por onde peregrinamos e no meio de todos os povos pelos quais passamos. 18Portanto, nós também serviremos ao Senhor, porque ele é o nosso Deus”. – Palavra do Senhor – Graças a Deus Salmo 33 (34) – Bendirei o Senhor Deus em todo o tempo, seu louvor estará sempre em minha boca. Minha alma se gloria no Senhor; que ouçam os humildes e se alegrem! R: Provai e vede quão suave é o Senhor! – O Senhor pousa seus olhos sobre os justos, e seu ouvido está atento ao seu chamado; mas ele volta a sua face contra os maus, para da terra apagar sua lembrança. R: Provai e vede quão suave é o Senhor! – Clamam os justos, e o Senhor bondoso escuta e de todas as angústias os liberta. Do coração atribulado ele está perto e conforta os de espírito abatido. R: Provai e vede quão suave é o Senhor! – Muitos males se abatem sobre os justos, mas o Senhor de todos eles os liberta. Mesmo os seus ossos ele os guarda e os protege, e nenhum deles haverá de se quebrar. R: Provai e vede quão suave é o Senhor! – A malícia do iníquo leva à morte, e quem odeia o justo é castigado. Mas o Senhor liberta a vida dos seus servos, e castigado não será quem nele espera.  R: Provai e vede quão suave é o Senhor! Segunda leitura: Efésios 5, 21-32Leitura da carta de São Paulo aos Efésios: Irmãos, 21vós que temeis a Cristo, sede solícitos uns para com os outros. 22As mulheres sejam submissas aos seus maridos como ao Senhor. 23Pois o marido é a cabeça da mulher, do mesmo modo que Cristo é a cabeça da Igreja, ele, o salvador do seu corpo. 24Mas como a Igreja é solícita por Cristo, sejam as mulheres solícitas em tudo pelos seus maridos. 25Maridos, amai as vossas mulheres, como o Cristo amou a Igreja e se entregou por ela. 26Ele quis assim torná-la santa, purificando-a com o banho da água unida à Palavra. 27Ele quis apresentá-la a si mesmo esplêndida, sem mancha nem ruga, nem defeito algum, mas santa e irrepreensível. 28Assim é que o marido deve amar a sua mulher, como ao seu próprio corpo. Aquele que ama a sua mulher ama-se a si mesmo. 29Ninguém jamais odiou a sua própria carne. Ao contrário, alimenta-a e cerca-a de cuidados, como o Cristo faz com a sua Igreja; 30e nós somos membros do seu corpo! 31Por isso o homem deixará seu pai e sua mãe e se unirá à sua mulher, e os dois serão uma só carne. 32Este mistério é grande, e eu o interpreto em relação a Cristo e à Igreja. – Palavra do Senhor – Graças a Deus Evangelho de Jesus Cristo segundo São João 6, 60-69 – Aleluia, Aleluia, Aleluia.– Ó Senhor, vossas palavras são espírito e vida; as palavras que dizeis, bem que são de eterna vida (Jo 6,63.68); Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São João: Naquele tempo, 60muitos dos discípulos de Jesus que o escutaram, disseram: “Esta palavra é dura. Quem consegue escutá-la?” 61Sabendo que seus discípulos estavam murmurando por causa disso mesmo, Jesus perguntou: “Isto vos escandaliza? 62E quando virdes o Filho do homem subindo para onde estava antes? 63O Espírito é que dá vida, a carne não adianta nada. As palavras que vos falei são espírito e vida. 64Mas entre vós há alguns que não creem”. Jesus sabia, desde o início, quem eram os que não tinham fé e quem havia de entregá-lo. 65E acrescentou: “É por isso que vos disse: ninguém pode vir a mim a não ser que lhe seja concedido pelo Pai”. 66A partir daquele momento, muitos discípulos voltaram atrás e não andavam mais com ele. 67Então, Jesus disse aos doze: “Vós também vos quereis ir embora?” 68Simão Pedro respondeu: “A quem iremos, Senhor? Tu tens palavras de vida eterna. 69Nós cremos firmemente e reconhecemos que tu és o santo de Deus”. – Palavra da Salvação– Glória a Vós, Senhor Comentário ao Evangelho por São Pio de Pietrelcina, capuchinhoCarta 3, 980; GF, 196s «Tu tens palavras de vida eterna» Sê paciente e persevera na prática da meditação. A princípio, contenta-te com avançar em pequenos passos. Mais tarde, terás pernas que te pedirão que corras, ou melhor, asas para voar. Contenta-te com obedecer. Nunca é fácil, mas foi a Deus que escolhemos como nosso quinhão. Aceita não seres mais do que uma abelhinha no cortiço; cedo ela se tornará uma dessas grandes obreiras hábeis na fabricação do mel. Permanece sempre humilde diante de Deus e diante dos homens, no amor. Então o Senhor falar-te-á em verdade e enriquecer-te-á com os seus dons. Acontece às abelhas atravessarem grandes distâncias nos prados antes de chegarem às flores que escolheram; em seguida, fatigadas mas satisfeitas e carregadas de pólen, regressam à colmeia para aí realizarem a transformação silenciosa, mas fecunda, do néctar das flores em néctar da vida. Faz tu também assim: depois de teres escutado a Palavra, medita-a atentamente, examina os seus diferentes elementos, procura a sua significação profunda. Então, ela tornar-se-á clara e luminosa; ela terá o poder de transformar as tuas inclinações naturais em

Nossa Senhora De Czestochowa

A milagrosa imagem, foi colocada na Igreja da Assunção e dada aos cuidados dos monges. Desta pequena igreja, foi construído o Mosteiro, o Santuário de Nossa Senhora de Czestochowa e o príncipe Ladislaus confiou a guarda aos Eremitas de São Paulo. Ficando o quadro em Czestochowa, por vontade de Maria Santíssima, deram-lhe um novo título: Nossa Senhora de Czestochowa. Em 1430, os hussitas saquearam o mosteiro e carregaram todos os tesouros de Jasna Gora em vagões. Mas, os cavalos que puxavam o vagão onde estava a pintura não se moviam. Os hussitas então jogaram a pintura fora do vagão, e os cavalos moveram-se. Um dos incursores cortou duas vezes com a espada a pintura no mordente direito de Maria, e quando foi golpear pela terceira vez caiu à terra agonizando até morrer. Ao verem o que ocorreu, os demais incursores fugiram com medo. Apesar da destruição, o santuário foi em pouco tempo restaurado (conta-se que em 15 dias). Inúmeras foram as tentativas de reparar os dois cortes no mordente da Virgem Maria e no ferimento da garganta, mas estes reapareciam sempre. Acredita-se que por vontade de Maria as cicatrizes devem permanecer. Assim, o milagroso quadro não escapou da desecração e da mutilação, bem como de sensíveis alterações, tanto que é chamado de “Madonna Preta”, pois a pintura original foi escurecida pelo resíduo acumulado das velas e pelas flamas do fogo no incêndio ocorrido. O mosteiro, transformou-se em uma fortaleza e em um ponto de referência do nacionalismo polonês. Suportou o ataque do poderoso exército sueco, em 1655. No ano seguinte, o rei Casimiro proclamou Nossa Senhora de Czestochowa a Rainha da Polônia e o Santuário de Jasna Gora capital espiritual da Polônia. Em 1683, resistiu aos ataques dos Turts. Em 1920, os Boshevids foram dispersados através de uma aparição de Nossa Senhora de Czestochowa no rio Vistula. Durante os anos de divisão da Polônia (1772 – 1918), o Santuário de Jasna Gora transformou-se em um local de união para os povos poloneses. A sagrada pintura irradia como um farol de esperança durante os dolorosos anos de sofrimento e derrotas nacionais. Com a restauração da independência nacional em 1918, os peregrinos no Santuário polonês eram milhares em um culto constante e fervoroso. E quando a segunda guerra terminou, a nação devastada pelo sofrimento da guerra encontrou força e coragem no Santuário. O Papa São Pio X concedeu favores espirituais aos peregrinos que visitam o Santuário, enriquecendo-os com muitos privilégios. Anualmente afluem ao santuário nacional mais de um milhão de peregrinos. Cópias do milagroso quadro espalharam-se por toda a cristandade, e em muitas igrejas de outros países ficaram expostas e foram veneradas. O saudoso Papa João Paulo II, era da Polônia; visitou o Santuário em Jasna Gora e orou junto ao milagroso quadro de Nossa Senhora de Czestochowa durante sua histórica visita em 1979, meses depois de sua eleição à cadeira de Pedro, e em visita no ano de 1983 e em outra no ano de 1991. Oremos à Virgem Mãe de Deus, Nossa Senhora de Czestochowa, que rogue por nós junto ao seu Filho. Que nossa fé seja rica e amadurecida, a fim de podermos irradiá-la e testemunhá-la; uma fé viva que se expressa na vida e no cotidiano; uma fé criativa, capaz de transformar a nós mesmos e ao mundo em que vivemos. Que seja completa com o amor e a torne sensível aos sinais dos tempos e às necessidades dos irmãos. Imploremos à Mãe do Filho de Deus e nossa Mãe, que nos conceda a graça da fidelidade a Deus, à Cruz, ao Evangelho e à Igreja. Confiamo-nos à sua proteção, a fim de podermos conservar por todos os séculos o tesouro da santa fé. Fonte: Santo do Dia – Arautos do Evangelho

Evangelho Do Dia 2018-08-25

Sábado, 25 de Agosto de 2018. Santo do dia: São Luís, rei; São José de Calazans, presbíteroCor litúrgica: verde Evangelho do dia: São Mateus 23, 1-12 Primeira leitura: Ezequiel 43, 1-7Leitura da profecia de Ezequiel: 1O homem conduziu-me até a porta da casa do Senhor que dá para o nascente, 2e eu vi a glória do Deus de Israel, vinda do oriente; um ruído a acompanhava, semelhante ao ruído de águas caudalosas, e a terra brilhava com a sua glória. 3A visão era idêntica à visão que tive quando ele veio destruir a cidade, bem como à visão que tive junto ao rio Cobar; e eu caí com o rosto no chão. 4A glória do Senhor entrou no templo pela porta que dá para o nascente. 5Então, o espírito raptou-me e me levou para dentro do pátio interno, e eu vi que o templo ficou cheio da glória do Senhor. 6Ouvi alguém falando-me de dentro do templo, enquanto o homem esteve de pé junto a mim. 7Ele me disse: “Filho do homem, este é o lugar do meu trono, é o lugar em que coloco a planta dos meus pés, o lugar onde habitarei para sempre no meio dos israelitas”. – Palavra do Senhor – Graças a Deus Salmo 84 (85) – Quero ouvir o que o Senhor irá falar: é a paz que ele vai anunciar. Está perto a salvação dos que o temem, e a glória habitará em nossa terra. R: A glória do Senhor habitará em nossa terra. – A verdade e o amor se encontrarão, a justiça e a paz se abraçarão; da terra brotará a fidelidade, e a justiça olhará dos altos céus. R: A glória do Senhor habitará em nossa terra. – O Senhor nos dará tudo o que é bom, e a nossa terra nos dará suas colheitas; a justiça andará na sua frente e a salvação há de seguir os passos seus. R: A glória do Senhor habitará em nossa terra. Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus 23, 1-12 – Aleluia, Aleluia, Aleluia.– Vós tendes um só Pai, que está no céu, vosso guia é um somente, é o Messias (Mt 23,9s); Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus: Naquele tempo, 1Jesus falou às multidões e aos seus discípulos: 2“Os mestres da lei e os fariseus têm autoridade para interpretar a lei de Moisés. 3Por isso, deveis fazer e observar tudo o que eles dizem. Mas não imiteis suas ações! Pois eles falam e não praticam. 4Amarram pesados fardos e os colocam nos ombros dos outros, mas eles mesmos não estão dispostos a movê-los nem sequer com um dedo. 5Fazem todas as suas ações só para serem vistos pelos outros. Eles usam faixas largas, com trechos da Escritura, na testa e nos braços e põem na roupa longas franjas. 6Gostam de lugar de honra nos banquetes e dos primeiros lugares nas sinagogas. 7Gostam de ser cumprimentados nas praças públicas e de serem chamados de mestre. 8Quanto a vós, nunca vos deixeis chamar de mestre, pois um só é vosso mestre e todos vós sois irmãos. 9Na terra, não chameis a ninguém de pai, pois um só é vosso Pai, aquele que está nos céus. 10Não deixeis que vos chamem de guias, pois um só é o vosso guia, Cristo. 11Pelo contrário, o maior dentre vós deve ser aquele que vos serve. 12Quem se exaltar será humilhado, e quem se humilhar será exaltado”. – Palavra da Salvação– Glória a Vós, Senhor Fonte: Evangelho Diário – Arautos do Evangelho

Evangelho Do Dia 2018-08-24

Sexta-feira, 24 de Agosto de 2018. Santo do dia: São Bartolomeu, ApóstoloCor litúrgica: vermelho Evangelho do dia: São João 1, 45-51 Primeira leitura: Apocalipse 21, 9-14Leitura do Apocalipse de são João: 9Um anjo falou comigo e disse: “Vem! Vou mostrar-te a noiva, a esposa do Cordeiro”. 10Então me levou em espírito a uma montanha grande e alta. Mostrou-me a cidade santa, Jerusalém, descendo do céu, de junto de Deus, 11brilhando com a glória de Deus. Seu brilho era como o de uma pedra preciosíssima, como o brilho de jaspe cristalino. 12Estava cercada por uma muralha maciça e alta, com doze portas. Sobre as portas estavam doze anjos, e nas portas estavam escritos os nomes das doze tribos de Israel. 13Havia três portas do lado do oriente, três portas do lado norte, três portas do lado sul e três portas do lado do ocidente. 14A muralha da cidade tinha doze alicerces, e sobre eles estavam escritos os nomes dos doze apóstolos do Cordeiro. – Palavra do Senhor – Graças a Deus Salmo 144 (145) – Que vossas obras, ó Senhor, vos glorifiquem, e os vossos santos com louvores vos bendigam! Narrem a glória e o esplendor do vosso reino e saibam proclamar vosso poder! R: Ó Senhor, vossos amigos anunciem vosso Reino glorioso! – Para espalhar vossos prodígios entre os homens e o fulgor de vosso reino esplendoroso. O vosso reino é um reino para sempre, vosso poder, de geração em geração. R: Ó Senhor, vossos amigos anunciem vosso Reino glorioso! – É justo o Senhor em seus caminhos, é santo em toda obra que ele faz. Ele está perto da pessoa que o invoca, de todo aquele que o invoca lealmente. R: Ó Senhor, vossos amigos anunciem vosso Reino glorioso! Evangelho de Jesus Cristo segundo São João 1, 45-51 – Aleluia, Aleluia, Aleluia.– Mestre, tu és o Filho de Deus, és rei de Israel! (Jo 1,49); Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São João: 45Filipe encontrou-se com Natanael e lhe disse: “Encontramos aquele de quem Moisés escreveu na lei e também os profetas: Jesus de Nazaré, o filho de José”. 46Natanael disse: “De Nazaré pode sair coisa boa?” Filipe respondeu: “Vem ver!” 47Jesus viu Natanael, que vinha para ele, e comentou: “Aí vem um israelita de verdade, um homem sem falsidade”. 48Natanael perguntou: “De onde me conheces?” Jesus respondeu: “Antes que Filipe te chamasse, enquanto estavas debaixo da figueira, eu te vi”. 49Natanael respondeu: “Rabi, tu és o Filho de Deus, tu és o rei de Israel”. 50Jesus disse: “Tu crês porque te disse: Eu te vi debaixo da figueira? Coisas maiores que esta verás!” 51E Jesus continuou: “Em verdade, em verdade, eu vos digo, vereis o céu aberto e os anjos de Deus subindo e descendo sobre o Filho do homem”. – Palavra da Salvação– Glória a Vós, Senhor Comentário ao Evangelho por São Pedro Damião, Bispo e Doutor da IgrejaSermão 42, 2.º para a festa de São Bartolomeu; PL 144, 726 «Vereis o Céu aberto e os Anjos de Deus subindo e descendo sobre o Filho do Homem» A glória de todos os apóstolos é de tal modo indissociável e está unida por tantas graças que, quando se celebra a festa de um deles, é a grandeza comum a todos que é trazida à atenção da nossa visão interior. Com efeito, eles partilham a mesma autoridade de juízes supremos, o mesmo grau de dignidade, e possuem o mesmo poder de ligar e de absolver (Mt 19,28; 18,18). Eles são as pérolas preciosas que São João diz ter contemplado no Apocalipse e com as quais são feitas as portas da Jerusalém celeste (Ap 21,21.14). […] Com efeito, quando, através de sinais ou de milagres, irradiam a luz divina, os apóstolos abrem o acesso à glória celeste de Jerusalém aos povos convertidos à fé cristã. […] É também deles que o profeta diz: «Quem são estes que voam como nuvens?» (Is 60,8). […] Deus eleva o espírito dos seus pregadores à contemplação das verdades do alto, […] de modo que eles possam espalhar com abundância a chuva da palavra de Deus no nosso coração. Assim, eles bebem a água na nascente para depois no-la darem a beber. São Bartolomeu bebeu plenamente dessa fonte quando o Espírito Santo desceu sobre ele, tal como sobre os outros apóstolos, sob a forma de línguas de fogo (At 2,3). Mas ouves falar de fogo e talvez não vejas a relação com a água. Escuta como o Senhor chama água a esse Espirito Santo que desceu como um fogo sobre os apóstolos. «Se alguém tem sede, venha a Mim e beba», e acrescenta: «Do seio daquele que crê em Mim, como diz a Escritura, correrão rios de água viva»; e o evangelista explica: referia-Se «ao Espírito que iam receber os que n’Ele acreditassem» (Jo 7,37-39). Também o salmista diz dos crentes: «Podem saciar-se da abundância da tua casa; Tu os inebrias na torrente das tuas delícias. Em Ti está a fonte da vida» (Sl 36,9-10). Fonte: Evangelho Diário – Arautos do Evangelho

Evangelho Do Dia 2018-08-24

Sexta-feira, 24 de Agosto de 2018. Santo do dia: São Bartolomeu, ApóstoloCor litúrgica: vermelho Evangelho do dia: São João 1, 45-51 Primeira leitura: Apocalipse 21, 9-14Leitura do Apocalipse de são João: 9Um anjo falou comigo e disse: “Vem! Vou mostrar-te a noiva, a esposa do Cordeiro”. 10Então me levou em espírito a uma montanha grande e alta. Mostrou-me a cidade santa, Jerusalém, descendo do céu, de junto de Deus, 11brilhando com a glória de Deus. Seu brilho era como o de uma pedra preciosíssima, como o brilho de jaspe cristalino. 12Estava cercada por uma muralha maciça e alta, com doze portas. Sobre as portas estavam doze anjos, e nas portas estavam escritos os nomes das doze tribos de Israel. 13Havia três portas do lado do oriente, três portas do lado norte, três portas do lado sul e três portas do lado do ocidente. 14A muralha da cidade tinha doze alicerces, e sobre eles estavam escritos os nomes dos doze apóstolos do Cordeiro. – Palavra do Senhor – Graças a Deus Salmo 144 (145) – Que vossas obras, ó Senhor, vos glorifiquem, e os vossos santos com louvores vos bendigam! Narrem a glória e o esplendor do vosso reino e saibam proclamar vosso poder! R: Ó Senhor, vossos amigos anunciem vosso Reino glorioso! – Para espalhar vossos prodígios entre os homens e o fulgor de vosso reino esplendoroso. O vosso reino é um reino para sempre, vosso poder, de geração em geração. R: Ó Senhor, vossos amigos anunciem vosso Reino glorioso! – É justo o Senhor em seus caminhos, é santo em toda obra que ele faz. Ele está perto da pessoa que o invoca, de todo aquele que o invoca lealmente. R: Ó Senhor, vossos amigos anunciem vosso Reino glorioso! Evangelho de Jesus Cristo segundo São João 1, 45-51 – Aleluia, Aleluia, Aleluia.– Mestre, tu és o Filho de Deus, és rei de Israel! (Jo 1,49); Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São João: 45Filipe encontrou-se com Natanael e lhe disse: “Encontramos aquele de quem Moisés escreveu na lei e também os profetas: Jesus de Nazaré, o filho de José”. 46Natanael disse: “De Nazaré pode sair coisa boa?” Filipe respondeu: “Vem ver!” 47Jesus viu Natanael, que vinha para ele, e comentou: “Aí vem um israelita de verdade, um homem sem falsidade”. 48Natanael perguntou: “De onde me conheces?” Jesus respondeu: “Antes que Filipe te chamasse, enquanto estavas debaixo da figueira, eu te vi”. 49Natanael respondeu: “Rabi, tu és o Filho de Deus, tu és o rei de Israel”. 50Jesus disse: “Tu crês porque te disse: Eu te vi debaixo da figueira? Coisas maiores que esta verás!” 51E Jesus continuou: “Em verdade, em verdade, eu vos digo, vereis o céu aberto e os anjos de Deus subindo e descendo sobre o Filho do homem”. – Palavra da Salvação– Glória a Vós, Senhor Comentário ao Evangelho por São Pedro Damião, Bispo e Doutor da IgrejaSermão 42, 2.º para a festa de São Bartolomeu; PL 144, 726 «Vereis o Céu aberto e os Anjos de Deus subindo e descendo sobre o Filho do Homem» A glória de todos os apóstolos é de tal modo indissociável e está unida por tantas graças que, quando se celebra a festa de um deles, é a grandeza comum a todos que é trazida à atenção da nossa visão interior. Com efeito, eles partilham a mesma autoridade de juízes supremos, o mesmo grau de dignidade, e possuem o mesmo poder de ligar e de absolver (Mt 19,28; 18,18). Eles são as pérolas preciosas que São João diz ter contemplado no Apocalipse e com as quais são feitas as portas da Jerusalém celeste (Ap 21,21.14). […] Com efeito, quando, através de sinais ou de milagres, irradiam a luz divina, os apóstolos abrem o acesso à glória celeste de Jerusalém aos povos convertidos à fé cristã. […] É também deles que o profeta diz: «Quem são estes que voam como nuvens?» (Is 60,8). […] Deus eleva o espírito dos seus pregadores à contemplação das verdades do alto, […] de modo que eles possam espalhar com abundância a chuva da palavra de Deus no nosso coração. Assim, eles bebem a água na nascente para depois no-la darem a beber. São Bartolomeu bebeu plenamente dessa fonte quando o Espírito Santo desceu sobre ele, tal como sobre os outros apóstolos, sob a forma de línguas de fogo (At 2,3). Mas ouves falar de fogo e talvez não vejas a relação com a água. Escuta como o Senhor chama água a esse Espirito Santo que desceu como um fogo sobre os apóstolos. «Se alguém tem sede, venha a Mim e beba», e acrescenta: «Do seio daquele que crê em Mim, como diz a Escritura, correrão rios de água viva»; e o evangelista explica: referia-Se «ao Espírito que iam receber os que n’Ele acreditassem» (Jo 7,37-39). Também o salmista diz dos crentes: «Podem saciar-se da abundância da tua casa; Tu os inebrias na torrente das tuas delícias. Em Ti está a fonte da vida» (Sl 36,9-10). Fonte: Evangelho Diário – Arautos do Evangelho

Evangelho Do Dia 2018-08-24

Sexta-feira, 24 de Agosto de 2018. Santo do dia: São Bartolomeu, ApóstoloCor litúrgica: vermelho Evangelho do dia: São João 1, 45-51 Primeira leitura: Apocalipse 21, 9-14Leitura do Apocalipse de são João: 9Um anjo falou comigo e disse: “Vem! Vou mostrar-te a noiva, a esposa do Cordeiro”. 10Então me levou em espírito a uma montanha grande e alta. Mostrou-me a cidade santa, Jerusalém, descendo do céu, de junto de Deus, 11brilhando com a glória de Deus. Seu brilho era como o de uma pedra preciosíssima, como o brilho de jaspe cristalino. 12Estava cercada por uma muralha maciça e alta, com doze portas. Sobre as portas estavam doze anjos, e nas portas estavam escritos os nomes das doze tribos de Israel. 13Havia três portas do lado do oriente, três portas do lado norte, três portas do lado sul e três portas do lado do ocidente. 14A muralha da cidade tinha doze alicerces, e sobre eles estavam escritos os nomes dos doze apóstolos do Cordeiro. – Palavra do Senhor – Graças a Deus Salmo 144 (145) – Que vossas obras, ó Senhor, vos glorifiquem, e os vossos santos com louvores vos bendigam! Narrem a glória e o esplendor do vosso reino e saibam proclamar vosso poder! R: Ó Senhor, vossos amigos anunciem vosso Reino glorioso! – Para espalhar vossos prodígios entre os homens e o fulgor de vosso reino esplendoroso. O vosso reino é um reino para sempre, vosso poder, de geração em geração. R: Ó Senhor, vossos amigos anunciem vosso Reino glorioso! – É justo o Senhor em seus caminhos, é santo em toda obra que ele faz. Ele está perto da pessoa que o invoca, de todo aquele que o invoca lealmente. R: Ó Senhor, vossos amigos anunciem vosso Reino glorioso! Evangelho de Jesus Cristo segundo São João 1, 45-51 – Aleluia, Aleluia, Aleluia.– Mestre, tu és o Filho de Deus, és rei de Israel! (Jo 1,49); Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São João: 45Filipe encontrou-se com Natanael e lhe disse: “Encontramos aquele de quem Moisés escreveu na lei e também os profetas: Jesus de Nazaré, o filho de José”. 46Natanael disse: “De Nazaré pode sair coisa boa?” Filipe respondeu: “Vem ver!” 47Jesus viu Natanael, que vinha para ele, e comentou: “Aí vem um israelita de verdade, um homem sem falsidade”. 48Natanael perguntou: “De onde me conheces?” Jesus respondeu: “Antes que Filipe te chamasse, enquanto estavas debaixo da figueira, eu te vi”. 49Natanael respondeu: “Rabi, tu és o Filho de Deus, tu és o rei de Israel”. 50Jesus disse: “Tu crês porque te disse: Eu te vi debaixo da figueira? Coisas maiores que esta verás!” 51E Jesus continuou: “Em verdade, em verdade, eu vos digo, vereis o céu aberto e os anjos de Deus subindo e descendo sobre o Filho do homem”. – Palavra da Salvação– Glória a Vós, Senhor Comentário ao Evangelho por São Pedro Damião, Bispo e Doutor da IgrejaSermão 42, 2.º para a festa de São Bartolomeu; PL 144, 726 «Vereis o Céu aberto e os Anjos de Deus subindo e descendo sobre o Filho do Homem» A glória de todos os apóstolos é de tal modo indissociável e está unida por tantas graças que, quando se celebra a festa de um deles, é a grandeza comum a todos que é trazida à atenção da nossa visão interior. Com efeito, eles partilham a mesma autoridade de juízes supremos, o mesmo grau de dignidade, e possuem o mesmo poder de ligar e de absolver (Mt 19,28; 18,18). Eles são as pérolas preciosas que São João diz ter contemplado no Apocalipse e com as quais são feitas as portas da Jerusalém celeste (Ap 21,21.14). […] Com efeito, quando, através de sinais ou de milagres, irradiam a luz divina, os apóstolos abrem o acesso à glória celeste de Jerusalém aos povos convertidos à fé cristã. […] É também deles que o profeta diz: «Quem são estes que voam como nuvens?» (Is 60,8). […] Deus eleva o espírito dos seus pregadores à contemplação das verdades do alto, […] de modo que eles possam espalhar com abundância a chuva da palavra de Deus no nosso coração. Assim, eles bebem a água na nascente para depois no-la darem a beber. São Bartolomeu bebeu plenamente dessa fonte quando o Espírito Santo desceu sobre ele, tal como sobre os outros apóstolos, sob a forma de línguas de fogo (At 2,3). Mas ouves falar de fogo e talvez não vejas a relação com a água. Escuta como o Senhor chama água a esse Espirito Santo que desceu como um fogo sobre os apóstolos. «Se alguém tem sede, venha a Mim e beba», e acrescenta: «Do seio daquele que crê em Mim, como diz a Escritura, correrão rios de água viva»; e o evangelista explica: referia-Se «ao Espírito que iam receber os que n’Ele acreditassem» (Jo 7,37-39). Também o salmista diz dos crentes: «Podem saciar-se da abundância da tua casa; Tu os inebrias na torrente das tuas delícias. Em Ti está a fonte da vida» (Sl 36,9-10). Fonte: Evangelho Diário – Arautos do Evangelho