Santo Tomé, Apóstolo De Jesus

São Tomé foi um dos doze Apóstolos de Jesus. São três as grandes passagens do Apóstolo São Tomé nas Sagradas Escrituras. A primeira é quando Jesus é chamado para voltarà Judéia e acudir Lázaro. Os Apóstolos tentam impedi-lo que se arrisque, pois havia ameaças dos inimigos e Jesus poderia ser apedrejado, porém Tomé intima os demais: “Então vamos também e morramos com ele!” Na segunda passagem, Jesus reuniu os discípulos no Cenáculo e os avisou de que era chegada a hora do cumprimento das determinações do Pai. Falou com eles em tom de despedida, conclamando-os a segui-lo: “Para onde eu vós sabeis o caminho”. Tomé queria mais detalhes : “Se não sabemos para onde vais, como poderemos conhecer o caminho?”. A resposta de Jesus passou para a história: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vai ao Pai senão por mim”. E a terceira e definitiva passagem foi a que mais marcou a trajetória do apóstolo. Foi justamente quando todos lhe contaram que Cristo havia ressuscitado, pois era o único que não estava presente. Tomé disse que só acreditaria se visse nas mãos do Cristo o lugar dos cravos e tocasse-lhe o peito dilacerado. Ele pôde comprovar tanto quanto quis, pois Jesus apareceu-lhe e disse: “Põe o teu dedo aqui e vê minhas mãos!… Não sejas incrédulo!” Dessa forma, sua incredulidade tornou-se apenas mais uma prova dos fatos que mudaram a história da humanidade. ‘Se não vir nas suas mãos (do Redentor) a abertura dos cravos e não meter a minha mão no seu lado, não creio’, asseverou, na ocasião (Jo, 20, 25). Oito dias depois, estavam os discípulos reunidos, e São Tomé com eles. Jesus apareceu-lhes e disse então a São Tomé: “Mete aqui o teu dedo e vê as minhas mãos, aproxima também a tua mão, e mete-a no meu lado; e não sejas incrédulo, mas fiel!. Respondeu Tomé, e disse-lhe: “Senhor meu, e Deus meu”. Disse-lhe Jesus: “Tu creste, Tomé, porque me viste, bem-aventurados os que não viram, e creram” (Jo. 20, 27-29). Fonte: Santo do Dia – Arautos do Evangelho
Evangelho Do Dia 2018-07-03

Terça-feira, 03 de Julho de 2018. Santo do dia: São Tomé, Apóstolo; Santo Heliodoro, Bispo Cor litúrgica: vermelho Evangelho do dia: São João 20, 24-29 Primeira leitura: Efésios 2, 19-22 Leitura da carta de são Paulo aos Efésios: Irmãos, 19já não sois mais estrangeiros nem migrantes, mas concidadãos dos santos. Sois da família de Deus. 20Vós fostes integrados no edifício que tem como fundamento os apóstolos e os profetas, e o próprio Jesus Cristo como pedra principal. 21É nele que toda a construção se ajusta e se eleva para formar um templo santo no Senhor. 22E vós também sois integrados nessa construção, para vos tornardes morada de Deus pelo Espírito. – Palavra do Senhor – Graças a Deus Salmo 116 (117) – Cantai louvores ao Senhor, todas as gentes, povos todos, festejai-o! R: Ide por todo o mundo, a todos pregai o evangelho. – Pois comprovado é seu amor para conosco, para sempre ele é fiel! R: Ide por todo o mundo, a todos pregai o evangelho. Evangelho de Jesus Cristo segundo São João 20, 24-29 – Aleluia, Aleluia, Aleluia. – Acreditaste, Tomé, porque me viste. Felizes os que creem sem ter visto (Jo 20,29); Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São João: 24Tomé, chamado Dídimo, que era um dos doze, não estava com eles quando Jesus veio. 25Os outros discípulos contaram-lhe depois: “Vimos o Senhor!” Mas Tomé disse-lhes: “Se eu não vir a marca dos pregos em suas mãos, se eu não puser o dedo nas marcas dos pregos e não puser a mão no seu lado, não acreditarei”. 26Oito dias depois, encontravam-se os discípulos novamente reunidos em casa e Tomé estava com eles. Estando fechadas as portas, Jesus entrou, pôs-se no meio deles e disse: “A paz esteja convosco”. 27Depois disse a Tomé: “Põe o teu dedo aqui e olha as minhas mãos. Estende a tua mão e coloca-a no meu lado. E não sejas incrédulo, mas fiel”. 28Tomé respondeu: “Meu Senhor e meu Deus!” 29Jesus lhe disse: “Acreditaste porque me viste? Bem-aventurados os que creram sem terem visto!” – Palavra da Salvação – Glória a Vós, Senhor Fonte: Evangelho Diário – Arautos do Evangelho
São Bernardino Realino, Confessor

São Bernardino Realino, jesuíta italiano, era de Carpi, perto de Módena, onde nasceu no dia 1 de Dezembro de 1530. O pai, militar, servia sob um príncipe de Gonzaga. Bernardino principiou os estudos em Carpi, continuou-os em Módena e finalizou-os em Bolonha, graduando-se em direito civil e em direito canônico. Podestá de Feliizano, advogado em Alexandria, governador de Cassino, juiz em Castiglione, intendente do marquês de Pescara, acabou por se fazer jesuíta. Com trinta e quatro anos, foi admitido como noviço no colégio de Nápoles. Era a 13 de Outubro de 1564. Ordenado Padre com trinta e sete anos, confiaram-lhe, de início, o cargo de mestre dos noviços, que levou até 1571. Pregava em diversas igrejas, e, querido pelo prelado Mário Carafa, foi enviado a Lecce, onde permaneceu quarenta e dois anos. Ali, pregava na catedral. Teve vida azafamada. Visitava doentes, hospitais, prisões, fazia conferências, catequizava, evangelizava. Em breve era o homem de Lecce, que as famílias convidavam para almoçar ou jantar e gostavam de ter ao lado. São Bernardino Realino amava muito particularmente os animais. Doía-lhe o coração quando via um passarinho aprisionado numa gaiola. Acercava-se, então, do dono, e negociava a ave. De posse do passarinho, ia-se-lhe a tristeza, e o soltava, atirando-o carinhosamente para o azul do céu, para a liberdade. Logo, porém, uma nuvem de tristeza ensombrecia-lhe o rosto: quantas avezinhas havia pelo mundo a viver encarceradas? Pelo inverno, espalhava grãos e migalhas de pão pelo pátio da casa em que morava, e um bando de passarinhos visitava-o todos os dias. Sem cerimônia, pousavam-lhe pelos ombros, na cabeça, a pipilar alegremente, chegando mesmo a entrar no quarto de estudo do santo e a pousar sobre a mesa, os livros e os papéis. E Bernardino, muito admirado e desvanecido, agradecia ao Criador aquela bondade. Em 1610, ficou quase cego, e, à medida que os anos iam avançando, foi-se tornando cada vez mais inválido, muito trôpego, muito acabado. Naquela época, coisa rara, concediam-lhe a comunhão diariamente. Um dia, foram procurá-lo os magistrados da cidade. Encontraram-no muito abatido, desdormido, fraquíssimo, enterrado quietamente numa vasta poltrona macia. Oficialmente, suplicaram-lhe que tomasse sob sua proteção a cidade, para sempre. Bernardino, comovido, aceitou, e uma ata, ali mesmo, foi gostosamente redigida. Pouco depois, Bernardino Realino vivia ainda, aqueles magistrados, compenetradamente, deram de pressionar o bispo para que abrisse um processo informativo para a futura canonização. Era a 15 de Dezembro de 1615. A 2 de Junho do ano seguinte, São Bernardino falecia, com oitenta e seis anos de idade. Fora grande amigo do bem-aventurado Carlos Spinola, martirizado no Japão, de São Roberto Belarmino, Doutor da Igreja, e de Santo André Avelino. Beatificado por Leão XIII, no dia 27 de Setembro de 1895, foi canonizado pelo Papa Pio XII a 22 de Julho de 1947, juntamente com São João de Brito, jesuíta, mártir, e São José Cafasso. (Vida dos Santos, Padre Rohrbacher, Volume XII, p. 137 à 139) Fonte: Santo do Dia – Arautos do Evangelho
Evangelho Do Dia 2018-07-02

Segunda-feira, 02 de Julho de 2018. Santo do dia: Santos Liberato, abade, Bonifácio, diácono, Servo e Rústico, subdiáconos, Rogato e Sétimo, monges, e Máximo, infanteCor litúrgica: verde Evangelho do dia: São Mateus 8, 18-22 Primeira leitura: Amós 2, 6-10.13-16Leitura da profecia de Amós: 6Isto diz o Senhor: “Pelos três crimes de Israel, pelos seus quatro crimes, não retirarei a palavra: porque eles vendem o justo por dinheiro e o indigente, pelo preço de um par de chinelos; 7pisam, na poeira do chão, a cabeça dos pobres e impedem o progresso dos humildes; filho e pai vão à mesma mulher, profanando meu santo nome; 8deitando-se junto a qualquer altar, usando roupas que foram entregues em penhor, bebem vinho, à custa de pessoas multadas, na casa de Deus. 9Entretanto, eu tinha aniquilado, diante deles, os amorreus, homens espadaúdos como cedros e robustos como carvalhos, destruindo-lhes os frutos na ramada e arrancando-lhes as raízes. 10Fui eu que vos fiz sair da terra do Egito e vos guiei pelo deserto, durante quarenta anos, para ocupardes a terra dos amorreus. 13Pois bem, eu vos calcarei aos pés como calca o chão a carroça carregada de feixes; 14o mais ágil não conseguirá fugir, o mais forte não achará força, o valente não salvará a vida; 15o arqueiro não resistirá de pé, o corredor veloz não terá pernas para escapar, nem se salvará o cavaleiro; 16o mais corajoso dentre os corajosos fugirá nu naquele dia”, diz o Senhor. – Palavra do Senhor – Graças a Deus Salmo 49 (50) – “Como ousas repetir os meus preceitos e trazer minha aliança em tua boca? Tu que odiaste minhas leis e meus conselhos e deste as costas às palavras dos meus lábios! R: Entendei isto, todos vós que esqueceis o Senhor Deus! – Quando vias um ladrão, tu o seguias e te juntavas ao convívio dos adúlteros. Tua boca se abriu para a maldade e tua língua maquinava a falsidade. R: Entendei isto, todos vós que esqueceis o Senhor Deus! – Assentado, difamavas teu irmão, e ao filho de tua mãe injuriavas. Diante disso que fizeste, eu calarei? Acaso pensas que eu sou igual a ti? É disso que te acuso e repreendo e manifesto essas coisas aos teus olhos. R: Entendei isto, todos vós que esqueceis o Senhor Deus! – Entendei isto, todos vós que esqueceis Deus, para que eu não arrebate a vossa vida, sem que haja mais ninguém para salvar-vos! Quem me oferece um sacrifício de louvor, este, sim, é que me honra de verdade. A todo homem que procede retamente eu mostrarei a salvação que vem de Deus.” R: Entendei isto, todos vós que esqueceis o Senhor Deus! Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus 8, 18-22 – Aleluia, Aleluia, Aleluia.– Oxalá ouvísseis hoje a sua voz: Não fecheis os corações como em Meriba! (Sl 94,8); Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus: Naquele tempo, 18vendo uma multidão ao seu redor, Jesus mandou passar para a outra margem do lago. 19Então um mestre da lei aproximou-se e disse: “Mestre, eu te seguirei aonde quer que tu vás”. 20Jesus lhe respondeu: “As raposas têm suas tocas e as aves dos céus têm seus ninhos; mas o Filho do homem não tem onde reclinar a cabeça”. 21Um outro dos discípulos disse a Jesus: “Senhor, permite-me que primeiro eu vá sepultar meu pai”. 22Mas Jesus lhe respondeu: “Segue-me e deixa que os mortos sepultem os seus mortos”. – Palavra da Salvação– Glória a Vós, Senhor Comentário por São Leão Magno, Papa e Doutor da IgrejaSermão 95, 2-3; PL 54, 461-462 A pobreza que enriquece «Felizes os pobres em espírito, porque deles é o reino dos Céus» (Mt 5,3). […] Depois do Senhor, os primeiros a dar-nos exemplo desta pobreza generosa foram os apóstolos. Deixando sem hesitar todos os seus bens ao ouvirem o chamamento do Divino Mestre, converteram-se alegremente e abandonaram a pesca de peixes para se tornarem pescadores de homens (Mt 4,18s). Entre estes homens, foram muitos os que se lhes assemelharam, imitando a sua fé; os primeiros filhos da Igreja «tinham um só coração e uma só alma» (At 4,32). Despojados de todas as suas posses, tinham sido enriquecidos com bens eternos graças à santa pobreza. Acolhendo a pregação dos apóstolos, alegravam-se por nada terem neste mundo e tudo possuírem em Cristo (cf 2Cor 6,10). Certo dia em que o apóstolo Pedro subia ao Templo, houve um coxo que lhe pediu esmola. «Não tenho ouro nem prata», respondeu-lhe Pedro, «mas dou-te o que tenho: em nome de Jesus de Nazaré, levanta-te e anda» (At 3,6). […] Pedro curou-o com a sua palavra. Não tendo moedas com a efígie de César, restaurou naquele homem a imagem de Cristo. A riqueza deste tesouro não socorreu apenas aquele a quem foi devolvida a capacidade de andar, mas também os cinco mil homens que acreditaram na pregação do apóstolo por causa deste milagre (cf At 4,4). E Pedro, o pobre que nada tinha para dar a quem lhe pedia esmola, deu a graça divina com tal largueza, que, não se contentando em voltar a pôr um homem de pé, curou o coração de milhares de homens, dando-lhes a fé. Fonte: Evangelho Diário – Arautos do Evangelho
Evangelho Do Dia 2018-07-01

Domingo, 01 de Julho de 2018. Santo do dia: São Pedro e São Paulo, ApóstolosCor litúrgica: vermelho Evangelho do dia: São Mateus 16,13-19 Primeira leitura: Atos dos Apóstolos 12, 1-11Leitura dos Atos dos Apóstolos: Naqueles dias, 1o rei Herodes prendeu alguns membros da Igreja para torturá-los. 2Mandou matar à espada Tiago, irmão de João. 3E, vendo que isso agradava aos judeus, mandou também prender a Pedro. Eram os dias dos Pães Ázimos. 4Depois de prender Pedro, Herodes colocou-o na prisão, guardado por quatro grupos de soldados, com quatro soldados cada um. Herodes tinha a intenção de apresentá-lo ao povo depois da festa da Páscoa. 5Enquanto Pedro era mantido na prisão, a Igreja rezava continuamente a Deus por ele. 6Herodes estava para apresentá-lo. Naquela mesma noite, Pedro dormia entre dois soldados, preso com duas correntes; e os guardas vigiavam a porta da prisão. 7Eis que apareceu o anjo do Senhor e uma luz iluminou a cela. O anjo tocou o ombro de Pedro, acordou-o e disse: “Levanta-te depressa!” As correntes caíram-lhe das mãos. 8O anjo continuou: “Coloca o cinto e calça tuas sandálias!” Pedro obedeceu, e o anjo lhe disse: “Põe tua capa e vem comigo!” 9Pedro acompanhou-o e não sabia que era realidade o que estava acontecendo por meio do anjo, pois pensava que aquilo era uma visão. 10Depois de passarem pela primeira e segunda guarda, chegaram ao portão de ferro que dava para a cidade. O portão abriu-se sozinho. Eles saíram, caminharam por uma rua e logo depois o anjo o deixou. 11Então Pedro caiu em si e disse: “Agora sei, de fato, que o Senhor enviou o seu anjo para me libertar do poder de Herodes e de tudo o que o povo judeu esperava!” – Palavra do Senhor – Graças a Deus Salmo 33 (34) – Bendirei o Senhor Deus em todo o tempo, seu louvor estará sempre em minha boca. Minha alma se gloria no Senhor; que ouçam os humildes e se alegrem! R: De todos os temores me livrou o Senhor Deus. – Comigo engrandecei ao Senhor Deus, exaltemos todos juntos o seu nome! Todas as vezes que o busquei, ele me ouviu e de todos os temores me livrou. R: De todos os temores me livrou o Senhor Deus. – Contemplai a sua face e alegrai-vos, e vosso rosto não se cubra de vergonha! Este infeliz gritou a Deus e foi ouvido, e o Senhor o libertou de toda angústia. R: De todos os temores me livrou o Senhor Deus. – O anjo do Senhor vem acampar ao redor dos que o temem e os salva. Provai e vede quão suave é o Senhor! Feliz o homem que tem nele o seu refúgio! R: De todos os temores me livrou o Senhor Deus. Segunda leitura: Timóteo 4, 6-8.17-18Leitura da segunda carta de São Paulo a Timóteo: Caríssimo, 6quanto a mim, eu já estou para ser derramado em sacrifício; aproxima-se o momento de minha partida. 7Combati o bom combate, completei a corrida, guardei a fé. 8Agora está reservada para mim a coroa da justiça, que o Senhor, justo juiz, me dará naquele dia; e não somente a mim, mas também a todos os que esperam com amor a sua manifestação gloriosa. 17Mas o Senhor esteve a meu lado e me deu forças, ele fez com que a mensagem fosse anunciada por mim integralmente e ouvida por todas as nações; e eu fui libertado da boca do leão. 18O Senhor me libertará de todo mal e me salvará para o seu reino celeste. A ele a glória, pelos séculos dos séculos! Amém. – Palavra do Senhor – Graças a Deus Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus 16,13-19 – Aleluia, Aleluia, Aleluia.– Tu és Pedro e sobre esta pedra eu irei construir minha Igreja; e as portas do inferno não irão derrotá-la (Mt 16,18); Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus: Naquele tempo, 13Jesus foi à região de Cesareia de Filipe e ali perguntou aos seus discípulos: “Quem dizem os homens ser o Filho do homem?” 14Eles responderam: “Alguns dizem que é João Batista; outros, que é Elias; outros, ainda, que é Jeremias ou algum dos profetas”. 15Então Jesus lhes perguntou: “E vós, quem dizeis que eu sou?” 16Simão Pedro respondeu: “Tu és o Messias, o Filho do Deus vivo”. 17Respondendo, Jesus lhe disse: “Feliz és tu, Simão, filho de Jonas, porque não foi um ser humano que te revelou isso, mas o meu Pai que está no céu. 18Por isso eu te digo que tu és Pedro e sobre esta pedra construirei a minha Igreja, e o poder do inferno nunca poderá vencê-la. 19Eu te darei as chaves do reino dos céus: tudo o que tu ligares na terra será ligado nos céus; tudo o que tu desligares na terra será desligado nos céus”. – Palavra da Salvação– Glória a Vós, Senhor Fonte: Evangelho Diário – Arautos do Evangelho
Evangelho Do Dia 2018-06-30

sábado, 30 de Junho de 2018. Santo do dia: Beato Zenão Kovalyk, presbítero e mártirCor litúrgica: verde Evangelho do dia: São Mateus 8, 5-17 Primeira leitura: Lm 2, 2.10-14.18-19Leitura do livro das Lamentações: 2O Senhor destruiu sem piedade todos os campos de Jacó; em sua ira deitou abaixo as fortificações da cidade de Judá; lançou por terra, aviltou a realeza e seus príncipes. 10Sentados no chão, em silêncio, os anciãos da cidade de Sião espalharam cinza na cabeça, vestiram-se de saco; as jovens de Jerusalém inclinaram a cabeça para o chão. 11Meus olhos estão machucados de lágrimas, fervem minhas entranhas; derrama-se por terra o meu fel diante da arruinada cidade de meu povo, vendo desfalecerem tantas crianças pelas ruas da cidade. 12Elas pedem às mães: ‘O trigo e o vinho, onde estão?’ E vão caindo como derrubadas pela morte nas ruas da cidade, até expirarem no colo das mães. 13Com quem te posso comparar, ou a quem te posso assemelhar, Ó cidade de Jerusalém? A quem te igualarei, para te consolar, ó cidade de Sião? Grande como o mar é tua aflição; quem poderá curar-te? 14Teus profetas te fizeram ver imagens falsas e insensatas, não puseram a descoberto a tua malícia, para tentar mudar a tua sorte; ao contrário, deram-te oráculos mentirosos e atraentes. 18Grite o teu coração ao Senhor, em favor dos muros da cidade de Sião; deixa correr uma torrente de lágrimas, de dia e de noite. Não te concedas repouso, não cessem de chorar as pupilas de teus olhos. 19Levanta-te, chora na calada da noite, no início das vigílias, derrama o teu coração, como água, diante do Senhor; ergue as mãos para ele, pela vida de teus pequeninos, que desfalecem de fome em todas as encruzilhadas. – Palavra do Senhor – Graças a Deus Salmo 73 (74) – Ó Senhor, por que razão nos rejeitastes para sempre e vos irais contra as ovelhas do rebanho que guiais? Recordai-vos deste povo que outrora adquiristes, desta tribo que remistes para ser a vossa herança, e do monte de Sião que escolhestes por morada! R: Não esqueçais até o fim a humilhação dos vossos pobres. – Dirigi-vos até lá para ver quanta ruína: no santuário o inimigo destruiu todas as coisas; e, rugindo como feras, no local das grandes festas, lá puseram suas bandeiras vossos ímpios inimigos. R: Não esqueçais até o fim a humilhação dos vossos pobres. – Pareciam lenhadores derrubando uma floresta, ao quebrarem suas portas com martelos e com malhos. Ó Senhor, puseram fogo mesmo em vosso santuário! Rebaixaram, profanaram o lugar onde habitais! R: Não esqueçais até o fim a humilhação dos vossos pobres. – Recordai vossa Aliança! A medida transbordou, porque nos antros desta terra só existe violência! Que não se escondam envergonhados o humilde e o pequeno, mas glorifiquem vosso nome o infeliz e o indigente! R: Não esqueçais até o fim a humilhação dos vossos pobres. Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus 8, 5-17 – Aleluia, aleluia, aleluia.– O Cristo tomou sobre si nossas dores, carregou em seu corpo as nossas fraquezas (Mt 8,17); Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus: Naquele tempo: 5Quando Jesus entrou em Cafarnaum, um oficial romano aproximou-se dele, suplicando: 6‘Senhor, o meu empregado está de cama, lá em casa, sofrendo terrivelmente com uma paralisia.’ 7Jesus respondeu:’Vou curá-lo.’ oficial disse:’Senhor, eu não sou digno de que entres em minha casa. Dize uma só palavra e o meu empregado ficará curado. 9Pois eu também sou subordinado e tenho soldados debaixo de minhas ordens. E digo a um :’Vai!’, e ele vai; e a outro:’Vem!’, e ele vem; e digo ao meu escravo:’Faze isto!’, e ele faz.’ 10Quando ouviu isso, Jesus ficou admirado, e disse aos que o seguiam: ‘Em verdade, vos digo: nunca encontrei em Israel alguém que tivesse tanta fé. 11Eu vos digo: muitos virão do Oriente e do Ocidente, e se sentarão à mesa no Reino dos Céus, junto com Abraão, Isaac e Jacó, 12enquanto os herdeiros do Reino serão jogados para fora, nas trevas, onde haverá choro e ranger de dentes.’ 13Então, Jesus disse ao oficial: ‘Vai! e seja feito como tu creste.’ E naquela mesma hora o empregado ficou curado. 14Entrando Jesus na casa de Pedro, viu a sogra dele deitada e com febre. 15Tocou-lhe a mão, e a febre a deixou. Ela se levantou, e pôs-se a servi-lo. 16Quando caiu a tarde, levaram a Jesus muitas pessoas possuídas pelo demônio. Ele expulsou os espíritos, com sua palavra, e curou todos os doentes, 17para que se cumprisse o que foi dito pelo profeta Isaías: ‘Ele tomou as nossas dores e carregou as nossas enfermidades.’ – Palavra da Salvação– Glória a Vós, Senhor Fonte: Evangelho Diário – Arautos do Evangelho
São Domiciano, Abade – Século V

São Domiciano teria nascido em Roma na segunda metade do século IV. Depois da morte do pai, que foi trucidado pelos arianos, o santo teria procurado um mosteiro, romano, onde fixou-se e donde, muitos anos mais tarde, sairia para se estabelecer em Lérins. Naquela cidade, supõe-se tenha sido ordenado padre por Santo Hilário de Arles. De Lérins, teria passado para o vale do Ródano, parando num lugar próximo de Lião. Ali, construiu um oratório, que dedicou a São Cristovão. Discípulos, então, foram juntar-se a ele, a pouco e pouco. E tão numerosos se tornaram, que foi obrigado a lhes dar um superior, com o qual os deixou, porque pretendia internar-se mais para o este. Na garganta do Brevon, fundou novo mosteiro. E, à conversão de um ariano, homem rico e de considerável influência, a nova fundação, com as doações que o convertido fez, cresceu e progrediu. Crê-se que São Domiciano, abade, faleceu bastante idoso. O mosteiro de Brevon, mais tardem passou a chamar-se de São Ramberto, que ficou filiado a Cluny. (Vida dos Santos, Padre Rohrbacher, Volume XII, p. 59) Fonte: Santo do Dia – Arautos do Evangelho
São Teobaldo, Sacerdote E Ermitão

São Teobaldo era aparentado com o São Teobaldo que foi arcebispo de Viena. Filho de Arnoul e de Willa, ou Guilla, ainda Gisla, que deu Gisela, foi-lhe padrinho de batismo o conde Teobaldo III de Blois. O nosso Santo passou os primeiros anos de vida na piedade e na inocência, sem ouvir os chamados dos prazeres do mundo. Desde menino, sentiu-se atraído, sim, pela solidão, e, continuamente, ficava absorto nas leituras santas, considerando a vida de Elias no monte Carmelo, de São João Batista ao longo do rio Jordão, de São Paulo e de Santo Antônio na Tebaida. Nestas ocasiões, retirado de todos, penetrava-lhe fundamente na alma o desejo imenso de se afastar de todo o burburinho do mundo, de viver bem longe de vozes humanas, na mais completa solidão. Logo, principiou a visitar um ermitão, chamado Burchard, que levava a vida numa das pequeninas ilhas do Sena, Contaminado pela santidade do solitário, Teobaldo deixou o século, indo, com um dos amigos, Gualtério para a abadia de São Remi de Reims, depois para a Alemanha, ambos a mendigar, com muita humildade. Agradados com a majestade e a perene quietude da floresta de Pettingen, distante dezesseis quilômetros, mais ou menos, de Luxemburgo, ali se fixaram. E, a ajudar era este, ora aquele, trabalhando a terra, fazendo carvão, ou mourejando nas colheitas, ganhavam alguma coisa, o suficiente para animar a vida. Virtuosíssimos, passaram os dois amigos, num instante, a ser venerados por toda a gente da vasta região. E as visitas se sucediam tão amiudadamente, que já nem lhes era possível dedicar sequer uma hora das coisas de Deus. Assim, resolveram partir da quieta floresta majestosa, e, descalços, uma noite, demandaram outras plagas, alegres, debaixo do céu crivado de estrelas. E foram andando. Caminharam longamente, a fazer pequenas paradas, a falar das coisas eternas, a pensar, e só, em Jesus Senhor nosso. Em Roma, depois de terem visitado muito contritamente todos os lugares de peregrinação, pensaram em Jerusalém. Iriam a Jerusalém. Iniciaram a jornada, animadíssimos, mas antes mesmo de chegar a Veneza, as forças entraram-lhes a descambar: esgotados, depois de dias infindos de andanças, pararam, exaustos, em Salanigo, que ficava perto da abadia de Vangadizza, na diocese de Adria. Logo, avistaram uma capela, singela, muito castigada pelas intempéries. Dedicada a Santo Hermágoras e a São Fortunato, jazia um tanto ou quanto em ruínas. Ao lado da igrejinha, Teobaldo e Gualtério edificaram duas toscas celas diminutas, e, ali, passaram a viver na mais completa soledade, a orar, a cantar salmos, penitenciando-se, a macerar o corpo já macerado. Dois anos depois, Deus levou o bom Gualtério. Teobaldo, sozinho, redobrou de austeridades. Comia pouquíssimo. Uma côdea de pão, que alguma alma caridosa lhe levava, ou então, um punhado de grãos, uma tigela risível de legumes. Dormindo na rijeza do chão, Teobaldo sempre procurava os lugares mais incômodos. Tal gênero de vida devia ser recompensado por Deus. Devia e foi. Anjos, sob as mais graciosas aparências, enchiam-lhe docemente a cela. E os milagres que então principiou a obrar. Levaram-no a ser considerado, por toda a gente do lugar, como um grande santo. O bispo de Vicenzo elevou-o ao sacerdócio. E a reputação do santo ermitão crescia tanto, que o conde Arnoul, com Gisela, buscaram a Itália para rever o filho. Quando chegaram, de coração pulando dentro do peito, ambos, impulsionados pelo emoção incontida, outra coisa não fizeram senão cair de joelhos diante daquele que lhes saíra da própria carne. E, assim, prosternados, de olhos rasos d’água, mudos, sem murmurar sequer uma curta exclamação, porque embargados, aos pés do santo filho amado, pequenos, muito pequenos, deixaram-se ficar longamente. Magro, esquálido, quase transparente, Teobaldo revestia-se duma como luminosidade angelical. O pai e a mãe, cheios do mais puro desejo de se consagrar à mesma vida, decidiram permanecer ao pé do santo Teobaldo. Gisele ficou definitivamente. E Arnoul tornou: poria os negócios em ordem e depois voltaria para os dois entes amados, para sempre. Pouco depois, atacado de úlceras, que lhe cobriram o corpo todo, o doce ermitão que os anjos visitavam deixou o mundo, aquele mundo que, fazia muito, gostosamente deixara para unicamente viver para Deus. O abade de Vangadizza, que há um ano atrás lhe conferira o hábito dos camaldulos, e Gisele, receberam-lhe ó último suspiro, as últimas palavras: – Senhor, tem piedade de teu povo! Corria o ano de 1066, era a 30 de Junho, e o santo homem, naquele retiro, vivera doze anos. Desapareceram-lhe, então as úlceras todas. Do mal, nem os sinais ficaram no magro corpo castigado. Sepultado na capela dos santos mártires Leôncio e Carpóforo, na catedral de Vicenzo, no dia 3 de Julho em 1074, secretamente subtraído da tumba, foi levado para a abadia de Vangadizza. Mais tarde, um irmão de São Teobaldo, Arnoul, que era abade de Santa Colomba de Sens e de Lagny, pleiteou as relíquias do santo ermitão, as quais foram, pelo próprio irmão abade, levadas para Sens. Depois dum milagre, ocorrido no bosque de Hetres, construiu-se uma igreja dedicada a São João Batista – origem do priorado que se denominou São Teobaldo das Videiras. São Teobaldo foi canonizado pelo Papa Alexandre II, o que quer dizer que foi elevado ao número dos santos em menos de sete anos depois do falecimento. (Vida dos Santos, Padre Rohrbacher, Volume XI, p. 390 à 394) Fonte: Santo do Dia – Arautos do Evangelho
Evangelho Do Dia 2018-06-29

Sexta-feira, 29 de junho de 2018. Santo do dia: Solenidade de São Pedro e São Paulo, Apóstolos; Santas Maria Du Tianshi e sua filha Madalena Du Fengju, mártiresCor litúrgica: verde Evangelho do dia: São Mateus 8,1-4 Primeira leitura: 2 Reis 25,1-12Leitura do segundo livro dos Reis: 1No nono ano do reinado de Sedecias, no dia dez do décimo mês, Nobucodonosor, rei da Babilônia, veio atacar Jerusalém com todo o seu exército. Puseram-lhe um cerco e construíram torres de assalto ao seu redor. 2A cidade ficou sitiada e rodeada de valas até ao décimo primeiro ano do reinado de Sedecias. 3No dia nove do quarto mês, quando a fome se agravava na cidade e a população não tinha mais o que comer, 4abriram uma brecha na muralha da cidade. Então o rei fugiu de noite, com todos os guerreiros, pela porta entre os dois muros, perto do jardim real, se bem que os caldeus cercavam a cidade, e seguiram pela estrada que conduz à Araba. 5Mas o exército dos caldeus perseguiu o rei e alcançou-o na planície de Jericó, enquanto todo o seu exército se dispersou e o abandonou. 6Os caldeus prenderam o rei e levaram-no a Rebla, à presença do rei da Babilônia, que pronunciou sentença contra ele. 7Matou os filhos de Sedecias, na sua presença, vasou-lhe os olhos e, preso com uma corrente de bronze, levou-o para a Babilônia. 8No dia sete do quinto mês, data que corresponde ao ano dezenove do reinado de Nabucodonosor, rei da Babilônia, Nabuzardã, comandante da guarda e oficial do rei da Babilônia, fez a sua entrada em Jerusalém. 9Ele incendiou o templo do Senhor e o palácio do rei e entregou às chamas todas as casas e os edifícios de Jerusalém. 10Todo o exército dos caldeus, que acompanhava o comandante da guarda, destruiu as muralhas que rodeavam Jerusalém. 11Nabuzardã, comandante da guarda, exilou o resto da população que tinha ficado na cidade, os desertores que se tinham passado ao rei da Babilônia e o resto do povo. 12E, dos pobres do país, o comandante da guarda deixou uma parte, como vinhateiros e agricultores. – Palavra do Senhor – Graças a Deus Salmo 136(137) – Junto aos rios da Babilônia nos sentávamos chorando, com saudades de Sião. Nos salgueiros por ali penduramos nossas harpas. R: Que se prenda a minha língua ao céu da boca, se de ti Jerusalém, eu me esquecer! – Pois foi lá que os opressores nos pediram nossos cânticos; nossos guardas exigiam alegria na tristeza: ‘Cantai hoje para nós algum canto de Sião!’ R: Que se prenda a minha língua ao céu da boca, se de ti Jerusalém, eu me esquecer! – Como havemos de cantar os cantares do Senhor numa terra estrangeira? Se de ti, Jerusalém, algum dia eu me esquecer, que resseque a minha mão! R: Que se prenda a minha língua ao céu da boca, se de ti Jerusalém, eu me esquecer! – Que se cole a minha língua e se prenda ao céu da boca, se de ti não me lembrar Se não for Jerusalém minha grande alegria! R: Que se prenda a minha língua ao céu da boca, se de ti Jerusalém, eu me esquecer! Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus 8,1-4 – Aleluia, aleluia, aleluia.– O Cristo tomou sobre si nossas dores, carregou em seu corpo as nossas fraquezas (Mt 8,17); Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus: 1Tendo Jesus descido do monte, numerosas multidões o seguiam. 2Eis que um leproso se aproximou e se ajoelhou diante dele, dizendo: ‘Senhor, se queres, tu tens o poder de me purificar.’ 3Jesus estendeu a mão, tocou nele e disse: ‘Eu quero, fica limpo.’ No mesmo instante, o homem ficou curado da lepra. 4Então Jesus lhe disse: ‘Olha, não digas nada a ninguém, mas vai mostrar-te ao sacerdote, e faze a oferta que Moisés ordenou, para servir de testemunho para eles.’ – Palavra da Salvação– Glória a Vós, Senhor Fonte: Evangelho Diário – Arautos do Evangelho
Santa Ema, Viúva

Santa Ema, filha de conde e parente de Santo Henrique, o imperador, foi educada na corte onde se sobressaiu Santa Cunegunda, a imperatriz. Casada com Guilherme, um landgrave (1), teve dois filhos: Guilherme e Hartwig. Ambos foram assassinados ao mesmo tempo, quando inspecionavam as minhas de ouro e prata, onde o pai os colocara como diretores. A dor de Santa Ema foi cruciante. E o landgrave, no auge da desesperação, idealizou uma vingança tremenda, na qual pudesse afogar a dor da esposa e a própria. Ema, todavia, conteve-o. E Guilherme, caindo em si, por penitência, empreendeu uma peregrinação a Roma, no regresso da qual, santamente expirou. Ema, resignada com a sorte, desfez-se da fortuna. Distribuiu uma parte aos pobres e a outra empregou em piedosas fundações. Ergueu um mosteiro para homens e mulheres; o castelo em que vivia, transformou-o em convento; e uma igreja, consagrada a Nossa Senhora, foi erigida em 1043. Falecida em 1045, teve as relíquias colocadas na vasta catedral de Gurk no ano de 1174.(Vida dos Santos, Padre Rohrbacher, Volume XI, p. 379-380) Fonte: Santo do Dia – Arautos do Evangelho