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Sábado Da 2ª Semana Do Advento

1ª Leitura – Eclo 48,1-4.9-11 Elias virá.  Leitura do Livro do Eclesiástico 48,1-4.9-11 Naqueles dias:1 O profeta Elias surgiu como um fogo,e sua palavra queimava como uma tocha.2 Fez vir a fome sobre elese, no seu zelo, reduziu-os a pouca gente.3 Pela palavra do Senhor fechou o céue de lá fez cair fogo por três vezes.4 Ó Elias, como te tornaste glorioso por teus prodígios!Quem poderia gloriar-se de ser semelhante a ti?9 Tu foste arrebatado num turbilhão de fogo,num carro de cavalos também de fogo,10 tu, nas ameaças para os tempos futuros,foste designado para acalmar a ira do Senhor antes do furor,para reconduzir o coração do pai ao filho,e restabelecer as tribos de Jacó.11 Felizes os que te viram,e os que adormeceram na tua amizade!Palavra do Senhor. Salmo – Sl 79 (80), 2ac.3b. 15-16. 18-19 (R.4) R. Convertei-nos, ó Senhor,resplandecei a vossa face e nós seremos salvos! 2a Ó Pastor de Israel, prestai ouvidos.*2c Vós que sobre os querubins vos assentais.3b Despertai vosso poder, ó nosso Deus*e vinde logo nos trazer a salvação! R.  15 Voltai-vos para nós, Deus do universo!+Olhai dos altos céus e observai.*Visitai a vossa vinha e protegei-a!16 Foi a vossa mão direita que a plantou;*protegei-a, e ao rebento que firmastes! R.  18 Pousai a mão por sobre o vosso Protegido,*o filho do homem que escolhestes para vós!19 E nunca mais vos deixaremos, Senhor Deus!*Dai-nos vida, e louvaremos vosso nome! R. Evangelho – Mt 17,10-13 Elias já veio, mas não o reconheceram. + Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus 17,10-13 Ao descerem do monte,10 os discípulos perguntaram a Jesus:‘Por que os mestres da Lei dizemque Elias deve vir primeiro?’11 Jesus respondeu:‘Elias vem e colocará tudo em ordem.12 Ora, eu vos digo: Elias já veio,mas eles não o reconheceram.Ao contrário, fizeram com ele tudo o que quiseram.Assim também o Filho do Homem será maltratado por eles.’13 Então os discípulos compreenderamque Jesus lhes falava de João Batista.Palavra da Salvação. Reflexão – Mt 17, 10-13 O Profeta Elias foi aquele que, na sua época, lutou contra os profetas de Baal na tentativa de restabelecer o culto a Javé e reconduzir os corações do povo para Deus. Assim também era a função de João Batista, que deveria pregar a conversão para preparar um povo disposto para a vinda de Jesus. Neste sentido, João Batista realiza a promessa da volta de Elias, que não foi a sua ressurreição ou reencarnação ou ainda a carruagem de fogo o trouxe de volta do alto, mas o profetismo segundo o espírito de Elias se fez presente em João Batista. Fonte: CNBB  Fonte: Evangelho do dia – Notícias Católicas

Santa Cristiana

Nos primeiros anos do século IV, nas terras pagãs entre o mar Negro e o mar Cáspio, hoje território da Geórgia, vivia uma jovem escrava cristã chamada Nina ou Nuné. A Capital do Império Romano mudou-se para Constantinopla, cidade fundada em 324, e dedicada em 11 de maio de 330 D.C. O crescimento da Igreja passou a exigir esclarecimentos e definições relacionados com seu credo. Em 325 aconteceu o Concílio de Nicéia, Turquia, e o de Constantinopla, em 381. A partir do ano 300 os bárbaros começaram a invadir a região oriental do império romano, saqueando cidades e levando prisioneiros para serem vendidos como escravos. E a região da Capadócia e sua vizinhança havia sido evangelizada desde as primeiras viagens missionárias de Paulo. Muitos desses escravos tiveram oportunidade de testemunhar sua fé nas terras pagãs para onde eram levados. Se em Roma o cristianismo exigia definições mais elaboradas da doutrina, por outro lado, as primeiras sementes evangélicas eram lançadas nas terras pagãs da Geórgia. Era o Espírito de Deus em ação. A obra do bispo Eusébio, ‘A História da Igreja’, tornou-se o primeiro registro importante da história da Igreja, passando assim um legado, sem precedentes, de documentos da igreja antiga. Eusébio morreu em 340. É em seu livro, e em algumas tradições posteriores, que encontramos a história, mesmo que um pouco lendária, da santa de hoje. Nina era uma escrava que demonstrava toda sua fé em Cristo, na alegria com que enfrentava as dificuldades e os sofrimentos. Esse fato chamou a atenção dos pagãos com quem convivia. Assim, teve a oportunidade de ensinar a palavra de Cristo a todos os que a cercavam. Tornou-se tão conhecida que passaram a chamá-la de “Cristiana”, a serva cristã. A antiga tradição russa narra que, certa vez, uma senhora procurou-a, pedindo que solicitasse a intervenção de Deus para que seu filho, gravemente enfermo, não morresse. Nina se ajoelhou aos pés da cama onde estava a criança e rezou com tanto fervor que o menino abriu os olhos, sorriu e levantou-se na frente de todos. Foi o bastante para que toda a região mostrasse interesse pela religião da serva de Cristo. Quanto mais prodígios ela promovia, mais catequizava e convertia os pagãos. Até que, um dia, a rainha desse povo, chamada Nana, adoeceu gravemente e nenhum remédio conseguia fazê-la melhorar. Tentaram de tudo. Nada parecia possível. Então, alguém se lembrou dos chamados “poderes” da serva cristã. Como último recurso, foram sugeridos à rainha, que mandou chamá-la. Assim, essa humilde escrava foi ao palácio atender a rainha, levando consigo apenas a certeza de sua fé e a confiança de suas orações. Logo conseguiu curar a soberana. Enquanto ela se recuperava, seu marido, o rei Mirian, certo dia, saiu em comitiva para uma caçada. Mas o grupo acabou isolado no bosque devido a uma violentíssima tempestade. A situação era crítica, com trovões e raios incendiando árvores, pedras rolando ao vento e atingindo pessoas. O pavor tomou conta de todos, clamaram por seus deuses, mas nada acontecia. Lembrando-se da rainha, o rei decidiu rezar para o Deus de Cristiana. Uma luz, então, foi vista saindo do céu, a tempestade cessou e todos puderam regressar sãos e salvos à Corte. Nesse instante, o rei sentiu a fé invadir seu coração. Ao voltar, procurou a escrava Nina e lhe pediu que falasse tudo o que sabia sobre sua religião. Acabou catequizado e convertido. Entretanto os reis Mirian e Nana não podiam ser batizados, pois na Corte não havia nenhum bispo. Seguindo a orientação de Cristiana, o rei enviou esse pedido ao imperador Constantino. Nesse meio tempo, mandou construir a primeira igreja cristã, de acordo com uma planta feita sob orientação de Nina, já liberta. Quando chegou o primeiro bispo da Geórgia acompanhado de um grupo de sacerdotes missionários, encontraram o povo já abraçando a doutrina de santa Nina, como os fiéis a chamavam por força de sua piedade e prodígios de fé. Com facilidade, converteram a nação inteira, a partir da grande solenidade do batismo do casal real. Depois, junto com o bispo, o rei Mirian e a rainha Nana construíram o Mosteiro Samtavro, anexo àquela igreja, onde mais tarde foram sepultados. Nele também viveu alguns anos santa Nina, que morreu no ano 330. Venerada pelos fiéis como padroeira da Geórgia, suas relíquias estão guardadas na Catedral da Metiskreta, antiga capital do país. Seu culto foi confirmado, sendo realizado, no Oriente, em 14 de janeiro, enquanto a Igreja de Roma a comemora no dia 15 de dezembro. A Igreja também celebra hoje os santos: Cristiana, Ninon e Paulo de Latros. Fonte: Santo do dia – Notícias Católicas

6ª Feira Da 2ª Semana Do Advento

1ª Leitura – Is 48,17-19 Ah! se tivesses observado os meus mandamentos!  Leitura do Livro do Profeta Isaías 48,17-19 17 Isto diz o Senhor,o teu libertador, o Santo de Israel:Eu, o Senhor teu Deus, te ensino coisas úteis,te conduzo pelo caminho em que andas.18 Ah, se tivesses observado os meus mandamentos!Tua paz teria sido como um rioe tua justiça como as ondas do mar;19 tua descendência seria como a areia do mare os filhos do teu ventre como os grãos de areia;este nome não teria desaparecidonem teria sido cancelado de minha presença.Palavra do Senhor. Salmo – Sl 1, 1-2. 3. 4.6 (R. CF.Jo 8,12) R. Senhor, quem vos seguir, terá a luz da vida. 1 Feliz é todo aquele que não anda*conforme os conselhos dos perversos;que não entra no caminho dos malvados,*nem junto aos zombadores vai sentar-se;2 mas encontra seu prazer na lei de Deus*a medita, dia e noite, sem cessar. R.  3 Eis que ele é semelhante a uma árvore,*que à beira da torrente está plantada;ela sempre dá seus frutos a seu tempo,e jamais as suas folhas vão murchar.*Eis que tudo o que ele faz vai prosperar. R.  4 Mas bem outra é a sorte dos perversos.Ao contrário, são iguais à palha seca*espalhada e dispersada pelo vento.6 Pois Deus vigia o caminho dos eleitos,*mas a estrada dos malvados leva à morte. R. Evangelho – Mt 11,16-19 Não ouvem nem a João nem ao Filho do Homem. + Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus 11,16-19 Naquele tempo, disse Jesus às multidões:l6 Com quem vou comparar esta geração?São como crianças sentadas nas praças,que gritam para os colegas, dizendo:17 ‘Tocamos flauta e vós não dançastes.Entoamos lamentações e vós não batestes no peito!’18 Veio João, que não come nem bebe,e dizem: ‘Ele está com um demônio’.19 Veio o Filho do Homem, que come e bebe,e dizem: ‘É um comilão e beberrão,amigo de cobradores de impostos e de pecadores’.Mas a sabedoria foi reconhecida com base em suas obras.’Palavra da Salvação. Reflexão – Mt 11, 16-19 Muitas pessoas ouvem as mensagens do Evangelho, mas não se sensibilizam com elas, não correspondem a elas, de modo que elas não provocam eco em suas vidas. O conhecimento da Palavra de Deus é muito importante, mas não é tão importante como a comunhão de idéias e valores que deve haver entre os homens e Deus. O conhecimento nos ajuda a realizar esta comunhão de modo que ele é um meio necessário para que possamos atingir o fim, mas o conhecimento não é a finalidade em si. Se ficamos apenas no conhecimento, não dançamos com as flautas nem batemos no peito com o canto fúnebre, não comungamos as idéias de Jesus. Fonte: CNBB  Fonte: Evangelho do dia – Notícias Católicas

São João Da Cruz

Segundo Mario Sgarbossa e Luigi Giovannini (em “Um Santo para Cada Dia”), Teresa de Jesus chamava-o de seu pequeno Sêneca, brincava amavelmente com a sua baixa estatura, apelidando-o de meio homem, mas não hesitava em considerá-lo o pai de sua alma, afirmando também que não era possível discorrer com ele sobre Deus sem vê-lo em êxtase. Vinte e sete anos mais jovem que Teresa (nasceu em 1542 em Fontiveros, Castilha, Espanha), João de Yepes é uma das figuras mais desconcertantes e ao mesmo tempo mais transparentes da mística moderna. João foi criado pela mãe após a morte do pai, quando ainda era menino. Estudou no Colégio jesuíta, em Medina e já era aprendiz, aos 15 anos, no hospital de Nossa Senhora da Conceição. Em 1563, com 21 anos, ingressou na Ordem dos Carmelitas em Medina do Campo e tomou o nome de João de São Mathias. Após o noviciado, foi enviado para o Mosteiro Carmelita perto da Universidade de Salamanca. Ali estudou de 1564 a 1568 e foi ordenado presbítero em 1567, com 25 anos. Na época, pensou em procurar uma Ordem mais austera e rígida, por achar a Ordem Carmelita muito branda. Foi então que Tereza de Ávila cruzou seu caminho. Com autorização para promover, na Espanha, a fundação de conventos reformados, ela também tinha carta branca dos superiores gerais para fazer o mesmo com conventos masculinos. Tamanho era seu entusiasmo que atraiu o sacerdote João da Cruz para esse trabalho. Ao invés de sair da Ordem, ele passou a trabalhar em sua reforma, recuperando os princípios e a disciplina. Em pouco tempo, fundou em Durvelo o primeiro convento dos carmelitas descalços, adotando ao mesmo tempo o nome de João da Cruz. O resto de sua vida foi devotado à promoção, reformas e escritos. Em 1571, ele foi o reitor do convento de Alcalá; de 1572 a 1577, foi o confessor do convento da Encarnação em Ávila e promoveu, em 1579, a separação das Carmelitas para Carmelitas Calçadas Descalças, com regras bem mais duras. De 1579 a 1582, ele foi o Reitor do Colégio que ele fundou em Baeza e depois foi reitor em Granada e prior em Segóvia. Reformar uma Ordem, porém, é muito mais difícil que fundá-la, e João enfrentou dificuldades e sofrimentos incríveis, para muitos, insuportáveis. Chegou a ser preso por nove meses num convento que se opunha à reforma. Os escritos sobre sua vida dão conta de que abraçou a cruz dos sofrimentos e contrariedades com prazer, o que é só compreensível aos santos. Aliás, esse foi o aspecto da personalidade de João da Cruz que mais se evidenciou no fim de sua vida. Conta-se que ele pedia, insistentemente, três coisas a Deus. Primeiro, dar-lhe forças para trabalhar e sofrer muito. Segundo, não deixá-lo sair desse mundo como superior de uma Ordem ou comunidade. Terceiro, e mais surpreendente, que o deixasse morrer desprezado e humilhado pelos seres humanos. Para ele, fazia parte de sua religiosidade mística enfrentar os sofrimentos da Paixão de Jesus, pois lhe proporcionava êxtases e visões. Seu misticismo era a inspiração para seus escritos, que foram muitos e o colocam ao lado de santa Tereza de Ávila, outra grande mística do seu tempo. Assim, foi atendido nos três pedidos. Pouco antes de sua morte, João da Cruz teve graves dissabores por causa das incompreensões e calúnias. Foi exonerado de todos os cargos da comunidade, passando os últimos meses na solidão e no abandono. Faleceu após uma penosa doença, em 14 de dezembro de 1591, com apenas quarenta e nove anos de idade, no Convento de Ubeda, Espanha. Deixou como legado sua volumosa obra escrita, de importante valor humanístico e teológico. E sua relevante e incansável participação como reformador da Ordem Carmelita Descalça. Foi canonizado em 1726 e teve sua festa marcada para o dia de sua morte. São João da Cruz foi proclamado Doutor da Igreja em 1926, pelo papa Pio XI. Mais tarde, em 1952, foi declarado o padroeiro dos poetas espanhóis. Foi na prisão que compôs os poemas, como “Noite escura da alma”, “Subida do Monte Carmelo”, “Cântico espiritual” e “Chama de amor viva”. A Igreja também celebra hoje a memória dos santos: Agnelo, Esperidião e Nimatullah Al Hardini. Fonte: Santo do dia – Notícias Católicas

São João Da Cruz

Segundo Mario Sgarbossa e Luigi Giovannini (em “Um Santo para Cada Dia”), Teresa de Jesus chamava-o de seu pequeno Sêneca, brincava amavelmente com a sua baixa estatura, apelidando-o de meio homem, mas não hesitava em considerá-lo o pai de sua alma, afirmando também que não era possível discorrer com ele sobre Deus sem vê-lo em êxtase. Vinte e sete anos mais jovem que Teresa (nasceu em 1542 em Fontiveros, Castilha, Espanha), João de Yepes é uma das figuras mais desconcertantes e ao mesmo tempo mais transparentes da mística moderna. João foi criado pela mãe após a morte do pai, quando ainda era menino. Estudou no Colégio jesuíta, em Medina e já era aprendiz, aos 15 anos, no hospital de Nossa Senhora da Conceição. Em 1563, com 21 anos, ingressou na Ordem dos Carmelitas em Medina do Campo e tomou o nome de João de São Mathias. Após o noviciado, foi enviado para o Mosteiro Carmelita perto da Universidade de Salamanca. Ali estudou de 1564 a 1568 e foi ordenado presbítero em 1567, com 25 anos. Na época, pensou em procurar uma Ordem mais austera e rígida, por achar a Ordem Carmelita muito branda. Foi então que Tereza de Ávila cruzou seu caminho. Com autorização para promover, na Espanha, a fundação de conventos reformados, ela também tinha carta branca dos superiores gerais para fazer o mesmo com conventos masculinos. Tamanho era seu entusiasmo que atraiu o sacerdote João da Cruz para esse trabalho. Ao invés de sair da Ordem, ele passou a trabalhar em sua reforma, recuperando os princípios e a disciplina. Em pouco tempo, fundou em Durvelo o primeiro convento dos carmelitas descalços, adotando ao mesmo tempo o nome de João da Cruz. O resto de sua vida foi devotado à promoção, reformas e escritos. Em 1571, ele foi o reitor do convento de Alcalá; de 1572 a 1577, foi o confessor do convento da Encarnação em Ávila e promoveu, em 1579, a separação das Carmelitas para Carmelitas Calçadas Descalças, com regras bem mais duras. De 1579 a 1582, ele foi o Reitor do Colégio que ele fundou em Baeza e depois foi reitor em Granada e prior em Segóvia. Reformar uma Ordem, porém, é muito mais difícil que fundá-la, e João enfrentou dificuldades e sofrimentos incríveis, para muitos, insuportáveis. Chegou a ser preso por nove meses num convento que se opunha à reforma. Os escritos sobre sua vida dão conta de que abraçou a cruz dos sofrimentos e contrariedades com prazer, o que é só compreensível aos santos. Aliás, esse foi o aspecto da personalidade de João da Cruz que mais se evidenciou no fim de sua vida. Conta-se que ele pedia, insistentemente, três coisas a Deus. Primeiro, dar-lhe forças para trabalhar e sofrer muito. Segundo, não deixá-lo sair desse mundo como superior de uma Ordem ou comunidade. Terceiro, e mais surpreendente, que o deixasse morrer desprezado e humilhado pelos seres humanos. Para ele, fazia parte de sua religiosidade mística enfrentar os sofrimentos da Paixão de Jesus, pois lhe proporcionava êxtases e visões. Seu misticismo era a inspiração para seus escritos, que foram muitos e o colocam ao lado de santa Tereza de Ávila, outra grande mística do seu tempo. Assim, foi atendido nos três pedidos. Pouco antes de sua morte, João da Cruz teve graves dissabores por causa das incompreensões e calúnias. Foi exonerado de todos os cargos da comunidade, passando os últimos meses na solidão e no abandono. Faleceu após uma penosa doença, em 14 de dezembro de 1591, com apenas quarenta e nove anos de idade, no Convento de Ubeda, Espanha. Deixou como legado sua volumosa obra escrita, de importante valor humanístico e teológico. E sua relevante e incansável participação como reformador da Ordem Carmelita Descalça. Foi canonizado em 1726 e teve sua festa marcada para o dia de sua morte. São João da Cruz foi proclamado Doutor da Igreja em 1926, pelo papa Pio XI. Mais tarde, em 1952, foi declarado o padroeiro dos poetas espanhóis. Foi na prisão que compôs os poemas, como “Noite escura da alma”, “Subida do Monte Carmelo”, “Cântico espiritual” e “Chama de amor viva”. A Igreja também celebra hoje a memória dos santos: Agnelo, Esperidião e Nimatullah Al Hardini. Fonte: Santo do dia – Notícias Católicas

São João Da Cruz

Segundo Mario Sgarbossa e Luigi Giovannini (em “Um Santo para Cada Dia”), Teresa de Jesus chamava-o de seu pequeno Sêneca, brincava amavelmente com a sua baixa estatura, apelidando-o de meio homem, mas não hesitava em considerá-lo o pai de sua alma, afirmando também que não era possível discorrer com ele sobre Deus sem vê-lo em êxtase. Vinte e sete anos mais jovem que Teresa (nasceu em 1542 em Fontiveros, Castilha, Espanha), João de Yepes é uma das figuras mais desconcertantes e ao mesmo tempo mais transparentes da mística moderna. João foi criado pela mãe após a morte do pai, quando ainda era menino. Estudou no Colégio jesuíta, em Medina e já era aprendiz, aos 15 anos, no hospital de Nossa Senhora da Conceição. Em 1563, com 21 anos, ingressou na Ordem dos Carmelitas em Medina do Campo e tomou o nome de João de São Mathias. Após o noviciado, foi enviado para o Mosteiro Carmelita perto da Universidade de Salamanca. Ali estudou de 1564 a 1568 e foi ordenado presbítero em 1567, com 25 anos. Na época, pensou em procurar uma Ordem mais austera e rígida, por achar a Ordem Carmelita muito branda. Foi então que Tereza de Ávila cruzou seu caminho. Com autorização para promover, na Espanha, a fundação de conventos reformados, ela também tinha carta branca dos superiores gerais para fazer o mesmo com conventos masculinos. Tamanho era seu entusiasmo que atraiu o sacerdote João da Cruz para esse trabalho. Ao invés de sair da Ordem, ele passou a trabalhar em sua reforma, recuperando os princípios e a disciplina. Em pouco tempo, fundou em Durvelo o primeiro convento dos carmelitas descalços, adotando ao mesmo tempo o nome de João da Cruz. O resto de sua vida foi devotado à promoção, reformas e escritos. Em 1571, ele foi o reitor do convento de Alcalá; de 1572 a 1577, foi o confessor do convento da Encarnação em Ávila e promoveu, em 1579, a separação das Carmelitas para Carmelitas Calçadas Descalças, com regras bem mais duras. De 1579 a 1582, ele foi o Reitor do Colégio que ele fundou em Baeza e depois foi reitor em Granada e prior em Segóvia. Reformar uma Ordem, porém, é muito mais difícil que fundá-la, e João enfrentou dificuldades e sofrimentos incríveis, para muitos, insuportáveis. Chegou a ser preso por nove meses num convento que se opunha à reforma. Os escritos sobre sua vida dão conta de que abraçou a cruz dos sofrimentos e contrariedades com prazer, o que é só compreensível aos santos. Aliás, esse foi o aspecto da personalidade de João da Cruz que mais se evidenciou no fim de sua vida. Conta-se que ele pedia, insistentemente, três coisas a Deus. Primeiro, dar-lhe forças para trabalhar e sofrer muito. Segundo, não deixá-lo sair desse mundo como superior de uma Ordem ou comunidade. Terceiro, e mais surpreendente, que o deixasse morrer desprezado e humilhado pelos seres humanos. Para ele, fazia parte de sua religiosidade mística enfrentar os sofrimentos da Paixão de Jesus, pois lhe proporcionava êxtases e visões. Seu misticismo era a inspiração para seus escritos, que foram muitos e o colocam ao lado de santa Tereza de Ávila, outra grande mística do seu tempo. Assim, foi atendido nos três pedidos. Pouco antes de sua morte, João da Cruz teve graves dissabores por causa das incompreensões e calúnias. Foi exonerado de todos os cargos da comunidade, passando os últimos meses na solidão e no abandono. Faleceu após uma penosa doença, em 14 de dezembro de 1591, com apenas quarenta e nove anos de idade, no Convento de Ubeda, Espanha. Deixou como legado sua volumosa obra escrita, de importante valor humanístico e teológico. E sua relevante e incansável participação como reformador da Ordem Carmelita Descalça. Foi canonizado em 1726 e teve sua festa marcada para o dia de sua morte. São João da Cruz foi proclamado Doutor da Igreja em 1926, pelo papa Pio XI. Mais tarde, em 1952, foi declarado o padroeiro dos poetas espanhóis. Foi na prisão que compôs os poemas, como “Noite escura da alma”, “Subida do Monte Carmelo”, “Cântico espiritual” e “Chama de amor viva”. A Igreja também celebra hoje a memória dos santos: Agnelo, Esperidião e Nimatullah Al Hardini. Fonte: Santo do dia – Notícias Católicas

São João Da Cruz

Segundo Mario Sgarbossa e Luigi Giovannini (em “Um Santo para Cada Dia”), Teresa de Jesus chamava-o de seu pequeno Sêneca, brincava amavelmente com a sua baixa estatura, apelidando-o de meio homem, mas não hesitava em considerá-lo o pai de sua alma, afirmando também que não era possível discorrer com ele sobre Deus sem vê-lo em êxtase. Vinte e sete anos mais jovem que Teresa (nasceu em 1542 em Fontiveros, Castilha, Espanha), João de Yepes é uma das figuras mais desconcertantes e ao mesmo tempo mais transparentes da mística moderna. João foi criado pela mãe após a morte do pai, quando ainda era menino. Estudou no Colégio jesuíta, em Medina e já era aprendiz, aos 15 anos, no hospital de Nossa Senhora da Conceição. Em 1563, com 21 anos, ingressou na Ordem dos Carmelitas em Medina do Campo e tomou o nome de João de São Mathias. Após o noviciado, foi enviado para o Mosteiro Carmelita perto da Universidade de Salamanca. Ali estudou de 1564 a 1568 e foi ordenado presbítero em 1567, com 25 anos. Na época, pensou em procurar uma Ordem mais austera e rígida, por achar a Ordem Carmelita muito branda. Foi então que Tereza de Ávila cruzou seu caminho. Com autorização para promover, na Espanha, a fundação de conventos reformados, ela também tinha carta branca dos superiores gerais para fazer o mesmo com conventos masculinos. Tamanho era seu entusiasmo que atraiu o sacerdote João da Cruz para esse trabalho. Ao invés de sair da Ordem, ele passou a trabalhar em sua reforma, recuperando os princípios e a disciplina. Em pouco tempo, fundou em Durvelo o primeiro convento dos carmelitas descalços, adotando ao mesmo tempo o nome de João da Cruz. O resto de sua vida foi devotado à promoção, reformas e escritos. Em 1571, ele foi o reitor do convento de Alcalá; de 1572 a 1577, foi o confessor do convento da Encarnação em Ávila e promoveu, em 1579, a separação das Carmelitas para Carmelitas Calçadas Descalças, com regras bem mais duras. De 1579 a 1582, ele foi o Reitor do Colégio que ele fundou em Baeza e depois foi reitor em Granada e prior em Segóvia. Reformar uma Ordem, porém, é muito mais difícil que fundá-la, e João enfrentou dificuldades e sofrimentos incríveis, para muitos, insuportáveis. Chegou a ser preso por nove meses num convento que se opunha à reforma. Os escritos sobre sua vida dão conta de que abraçou a cruz dos sofrimentos e contrariedades com prazer, o que é só compreensível aos santos. Aliás, esse foi o aspecto da personalidade de João da Cruz que mais se evidenciou no fim de sua vida. Conta-se que ele pedia, insistentemente, três coisas a Deus. Primeiro, dar-lhe forças para trabalhar e sofrer muito. Segundo, não deixá-lo sair desse mundo como superior de uma Ordem ou comunidade. Terceiro, e mais surpreendente, que o deixasse morrer desprezado e humilhado pelos seres humanos. Para ele, fazia parte de sua religiosidade mística enfrentar os sofrimentos da Paixão de Jesus, pois lhe proporcionava êxtases e visões. Seu misticismo era a inspiração para seus escritos, que foram muitos e o colocam ao lado de santa Tereza de Ávila, outra grande mística do seu tempo. Assim, foi atendido nos três pedidos. Pouco antes de sua morte, João da Cruz teve graves dissabores por causa das incompreensões e calúnias. Foi exonerado de todos os cargos da comunidade, passando os últimos meses na solidão e no abandono. Faleceu após uma penosa doença, em 14 de dezembro de 1591, com apenas quarenta e nove anos de idade, no Convento de Ubeda, Espanha. Deixou como legado sua volumosa obra escrita, de importante valor humanístico e teológico. E sua relevante e incansável participação como reformador da Ordem Carmelita Descalça. Foi canonizado em 1726 e teve sua festa marcada para o dia de sua morte. São João da Cruz foi proclamado Doutor da Igreja em 1926, pelo papa Pio XI. Mais tarde, em 1952, foi declarado o padroeiro dos poetas espanhóis. Foi na prisão que compôs os poemas, como “Noite escura da alma”, “Subida do Monte Carmelo”, “Cântico espiritual” e “Chama de amor viva”. A Igreja também celebra hoje a memória dos santos: Agnelo, Esperidião e Nimatullah Al Hardini. Fonte: Santo do dia – Notícias Católicas

São João Da Cruz

Segundo Mario Sgarbossa e Luigi Giovannini (em “Um Santo para Cada Dia”), Teresa de Jesus chamava-o de seu pequeno Sêneca, brincava amavelmente com a sua baixa estatura, apelidando-o de meio homem, mas não hesitava em considerá-lo o pai de sua alma, afirmando também que não era possível discorrer com ele sobre Deus sem vê-lo em êxtase. Vinte e sete anos mais jovem que Teresa (nasceu em 1542 em Fontiveros, Castilha, Espanha), João de Yepes é uma das figuras mais desconcertantes e ao mesmo tempo mais transparentes da mística moderna. João foi criado pela mãe após a morte do pai, quando ainda era menino. Estudou no Colégio jesuíta, em Medina e já era aprendiz, aos 15 anos, no hospital de Nossa Senhora da Conceição. Em 1563, com 21 anos, ingressou na Ordem dos Carmelitas em Medina do Campo e tomou o nome de João de São Mathias. Após o noviciado, foi enviado para o Mosteiro Carmelita perto da Universidade de Salamanca. Ali estudou de 1564 a 1568 e foi ordenado presbítero em 1567, com 25 anos. Na época, pensou em procurar uma Ordem mais austera e rígida, por achar a Ordem Carmelita muito branda. Foi então que Tereza de Ávila cruzou seu caminho. Com autorização para promover, na Espanha, a fundação de conventos reformados, ela também tinha carta branca dos superiores gerais para fazer o mesmo com conventos masculinos. Tamanho era seu entusiasmo que atraiu o sacerdote João da Cruz para esse trabalho. Ao invés de sair da Ordem, ele passou a trabalhar em sua reforma, recuperando os princípios e a disciplina. Em pouco tempo, fundou em Durvelo o primeiro convento dos carmelitas descalços, adotando ao mesmo tempo o nome de João da Cruz. O resto de sua vida foi devotado à promoção, reformas e escritos. Em 1571, ele foi o reitor do convento de Alcalá; de 1572 a 1577, foi o confessor do convento da Encarnação em Ávila e promoveu, em 1579, a separação das Carmelitas para Carmelitas Calçadas Descalças, com regras bem mais duras. De 1579 a 1582, ele foi o Reitor do Colégio que ele fundou em Baeza e depois foi reitor em Granada e prior em Segóvia. Reformar uma Ordem, porém, é muito mais difícil que fundá-la, e João enfrentou dificuldades e sofrimentos incríveis, para muitos, insuportáveis. Chegou a ser preso por nove meses num convento que se opunha à reforma. Os escritos sobre sua vida dão conta de que abraçou a cruz dos sofrimentos e contrariedades com prazer, o que é só compreensível aos santos. Aliás, esse foi o aspecto da personalidade de João da Cruz que mais se evidenciou no fim de sua vida. Conta-se que ele pedia, insistentemente, três coisas a Deus. Primeiro, dar-lhe forças para trabalhar e sofrer muito. Segundo, não deixá-lo sair desse mundo como superior de uma Ordem ou comunidade. Terceiro, e mais surpreendente, que o deixasse morrer desprezado e humilhado pelos seres humanos. Para ele, fazia parte de sua religiosidade mística enfrentar os sofrimentos da Paixão de Jesus, pois lhe proporcionava êxtases e visões. Seu misticismo era a inspiração para seus escritos, que foram muitos e o colocam ao lado de santa Tereza de Ávila, outra grande mística do seu tempo. Assim, foi atendido nos três pedidos. Pouco antes de sua morte, João da Cruz teve graves dissabores por causa das incompreensões e calúnias. Foi exonerado de todos os cargos da comunidade, passando os últimos meses na solidão e no abandono. Faleceu após uma penosa doença, em 14 de dezembro de 1591, com apenas quarenta e nove anos de idade, no Convento de Ubeda, Espanha. Deixou como legado sua volumosa obra escrita, de importante valor humanístico e teológico. E sua relevante e incansável participação como reformador da Ordem Carmelita Descalça. Foi canonizado em 1726 e teve sua festa marcada para o dia de sua morte. São João da Cruz foi proclamado Doutor da Igreja em 1926, pelo papa Pio XI. Mais tarde, em 1952, foi declarado o padroeiro dos poetas espanhóis. Foi na prisão que compôs os poemas, como “Noite escura da alma”, “Subida do Monte Carmelo”, “Cântico espiritual” e “Chama de amor viva”. A Igreja também celebra hoje a memória dos santos: Agnelo, Esperidião e Nimatullah Al Hardini. Fonte: Santo do dia – Notícias Católicas

5ª Feira Da 2ª Semana Do Advento

1ª Leitura – Is 41,13-20 Eu sou o teu Salvador, o Santo de Israel.  Leitura do Livro do Profeta Isaías 41,13-20 13 Eu sou o Senhor, teu Deus,que te tomo pela mãoe te digo: ‘Não temas;eu te ajudarei.14 Não tenhas medo, Jacó, pobre verme,não temais, homens de Israel.Eu vos ajudarei’, diz o Senhore Salvador, o Santo de Israel.15 Eis que te transformei num carro novo de triturar,guarnecido de dentes de serra.Hás de triturar e despedaçar os montes,e reduzirás as colinas a poeira.16 Ao expô-los ao vento, o vento os levaráe o temporal os dispersará;exultarás no Senhore te alegrarás no Santo de Israel.17 Pobres e necessitados procuram água, mas não há,estão com a língua seca de sede.Eu, o Senhor, os atenderei,eu, Deus de Israel, não os abandonarei.18 Farei nascer rios nas colinas escalvadase fontes no meio dos vales;transformarei o deserto em lagose a terra seca em nascentes d’água.19 Plantarei no deserto o cedro,a acácia e a murta e a oliveira;crescerão no ermo o pinheiro,o olmo e o cipreste juntamente,20 para que os homens vejam e saibam,considerem e compreendamque a mão do Senhor fez essas coisase o Santo de Israel tudo criou.Palavra do Senhor. Salmo – Sl 144 (145), 1.9. 10-11. 12-13ab (R. 8) R. Misericórdia e piedade é o Senhor! Ele é amor, é paciência, é compaixão. 1 Ó meu Deus, quero exaltar-os, ó meu Rei,*e bendizer o vosso nome pelos séculos.9 O Senhor é muito bom para com todos,*sua ternura abraça toda criatura. R.  10 Que vossas obras, ó Senhor, vos glorifiquem,*e os vossos santos com louvores vos bendigam!11 Narrem a glória e o esplendor do vosso reino*e saibam proclamar vosso poder! R.  12 Para espalhar vossos prodígios entre os homens*e o fulgor de vosso reino esplendoroso.13a O vosso reino é um reino para sempre,*13b vosso poder, de geração em geração. R. Evangelho – Mt 11,11-15 Não surgiu nenhum maior do que João Batista. + Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus 11,11-15 Naquele tempo, disse Jesus à multidão:11 Em verdade eu vos digo,de todos os homens que já nasceram,nenhum é maior do que João Batista.No entanto, o menor no Reino dos Céus é maior do que ele.12 Desde os dias de João Batista até agora,o Reino dos Céus sofre violência,e são os violentos que o conquistam.13 Com efeito, todos os profetas e a Leiprofetizaram até João.14 E se quereis aceitar, ele é o Elias que há de vir.15 Quem tem ouvidos, ouça.Palavra da Salvação. Reflexão – Mt 11, 11-15 Um dos personagens mais importantes para a nossa reflexão durante este tempo do Advento é João Batista, o maior dentre os nascidos de mulher. João é o último profeta do Antigo Testamento, o mensageiro que é enviado por Deus para ser o precursor do Messias, aquele que tem como missão preparar os seus caminhos. Mas quem é do Reino dos céus é maior do que ele, todos aqueles que vivem segundo a nova aliança é maior que João, porque a nova aliança é a aliança perfeita, enquanto a antiga aliança é imperfeita. Fonte: CNBB  Fonte: Evangelho do dia – Notícias Católicas

5ª Feira Da 2ª Semana Do Advento

1ª Leitura – Is 41,13-20 Eu sou o teu Salvador, o Santo de Israel.  Leitura do Livro do Profeta Isaías 41,13-20 13 Eu sou o Senhor, teu Deus,que te tomo pela mãoe te digo: ‘Não temas;eu te ajudarei.14 Não tenhas medo, Jacó, pobre verme,não temais, homens de Israel.Eu vos ajudarei’, diz o Senhore Salvador, o Santo de Israel.15 Eis que te transformei num carro novo de triturar,guarnecido de dentes de serra.Hás de triturar e despedaçar os montes,e reduzirás as colinas a poeira.16 Ao expô-los ao vento, o vento os levaráe o temporal os dispersará;exultarás no Senhore te alegrarás no Santo de Israel.17 Pobres e necessitados procuram água, mas não há,estão com a língua seca de sede.Eu, o Senhor, os atenderei,eu, Deus de Israel, não os abandonarei.18 Farei nascer rios nas colinas escalvadase fontes no meio dos vales;transformarei o deserto em lagose a terra seca em nascentes d’água.19 Plantarei no deserto o cedro,a acácia e a murta e a oliveira;crescerão no ermo o pinheiro,o olmo e o cipreste juntamente,20 para que os homens vejam e saibam,considerem e compreendamque a mão do Senhor fez essas coisase o Santo de Israel tudo criou.Palavra do Senhor. Salmo – Sl 144 (145), 1.9. 10-11. 12-13ab (R. 8) R. Misericórdia e piedade é o Senhor! Ele é amor, é paciência, é compaixão. 1 Ó meu Deus, quero exaltar-os, ó meu Rei,*e bendizer o vosso nome pelos séculos.9 O Senhor é muito bom para com todos,*sua ternura abraça toda criatura. R.  10 Que vossas obras, ó Senhor, vos glorifiquem,*e os vossos santos com louvores vos bendigam!11 Narrem a glória e o esplendor do vosso reino*e saibam proclamar vosso poder! R.  12 Para espalhar vossos prodígios entre os homens*e o fulgor de vosso reino esplendoroso.13a O vosso reino é um reino para sempre,*13b vosso poder, de geração em geração. R. Evangelho – Mt 11,11-15 Não surgiu nenhum maior do que João Batista. + Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus 11,11-15 Naquele tempo, disse Jesus à multidão:11 Em verdade eu vos digo,de todos os homens que já nasceram,nenhum é maior do que João Batista.No entanto, o menor no Reino dos Céus é maior do que ele.12 Desde os dias de João Batista até agora,o Reino dos Céus sofre violência,e são os violentos que o conquistam.13 Com efeito, todos os profetas e a Leiprofetizaram até João.14 E se quereis aceitar, ele é o Elias que há de vir.15 Quem tem ouvidos, ouça.Palavra da Salvação. Reflexão – Mt 11, 11-15 Um dos personagens mais importantes para a nossa reflexão durante este tempo do Advento é João Batista, o maior dentre os nascidos de mulher. João é o último profeta do Antigo Testamento, o mensageiro que é enviado por Deus para ser o precursor do Messias, aquele que tem como missão preparar os seus caminhos. Mas quem é do Reino dos céus é maior do que ele, todos aqueles que vivem segundo a nova aliança é maior que João, porque a nova aliança é a aliança perfeita, enquanto a antiga aliança é imperfeita. Fonte: CNBB  Fonte: Evangelho do dia – Notícias Católicas