São Melquíades, Grande Defensor Da Fé

São Melquíades aproveitou a liberdade religiosa para organizar as sedes paroquiais em Roma e recuperar os bens da Igrejas perdidos durante a perseguição Hoje nos deixamos atingir pela santidade de vida de um Papa que buscou no Pastor Eterno e Universal toda a graça que necessitava para ser fiel num tempo de transição da Igreja. São Melquíades, de origem africana, fez parte do Clero Romano, até que em 310 faleceu o Papa Eusébio e foi eleito sucessor de São Pedro. No período de seu governo, Melquíades sofreu com a perseguição aos cristãos pelo Imperador Máximo. Esta perseguição só teve um descanso quando Constantino venceu Máximo na histórica batalha em Roma (312) a qual atribuiu ao Deus dos cristãos. Com isto, surgiu o Edito de Milão em 313, concedendo a liberdade religiosa; assim, São Melquíades passou do Papa da perseguição para o Papa da liberdade dos cristãos. Durante os quatro anos de seu Pontificado, as piores ameaças nasceram no interior da Igreja com os hereges. São Melquíades foi grande defensor da Fé, por isso combateu principalmente o Donatismo, que contestava a legitimação da eleição dos ministros de Deus e fanaticamente se substituía a qualquer autoridade. Aproveitou Melquíades, a liberdade religiosa para organizar as sedes paroquiais em Roma e recuperar os bens da Igrejas perdidos durante a perseguição. São Melquíades através da Eucaristia semeou a unidade da Igreja de Roma com as demais igrejas. Entrou no céu em 314 e foi enterrado na Via Ápia, no cemitério de Calisto. Do Doutor Santo Agostinho, São Melquíades recebeu o seguinte reconhecimento: “Verdadeiro filho da paz, verdadeiro pai dos cristãos”. São Melquíades, rogai por nós! Via: Canção N0va Fonte: Santo do dia – Notícias Católicas
2º Domingo Do Advento

1ª Leitura – Is 40,1-5.9-11 Preparai o caminho do Senhor. Leitura do Livro do Profeta Isaías 40,1-5.9-11 1 Consolai o meu povo, consolai-o!– diz o vosso Deus -.2 Falai ao coração de Jerusaléme dizei em alta voz que sua servidão acaboue a expiação de suas culpas foi cumprida;ela recebeu das mãos do Senhoro dobro por todos os seus pecados.3 Grita uma voz:‘Preparai no deserto o caminho do Senhor,aplainai na solidão a estrada de nosso Deus.4 Nivelem-se todos os vales,rebaixem-se todos os montes e colinas;endireite-se o que é tortoe alisem-se as asperezas:5 a glória do Senhor então se manifestará,e todos os homens verão juntamenteo que a boca do Senhor falou’.9 Sobe a um alto monte,tu, que trazes a boa nova a Sião;levanta com força a tua voz,tu, que trazes a boa nova a Jerusalém,ergue a voz, não temas;dize às cidades de Judá: ‘Eis o vosso Deus,10 eis que o Senhor Deus vem com poder,seu braço tudo domina: eis, com ele, sua conquista, eis à sua frente a vitória.11 Como um pastor, ele apascenta o rebanho,reúne, com a força dos braços, os cordeirose carrega-os ao colo;ele mesmo tange as ovelhas-mães’.Palavra do Senhor. Salmo – Sl 84,9ab-10.11-12.13-14 (R.8) R. Mostrai-nos, ó Senhor, vossa bondade, e a vossa salvação nos concedei! 9a Quero ouvir o que o Senhor irá falar:*é a paz que ele vai anunciar;9b a paz para o seu povo e seus amigos,*para os que voltam ao Senhor seu coração.10 Está perto a salvação dos que o temem,*e a glória habitará em nossa terra. R. 11 A verdade e o amor se encontrarão,*a justiça e a paz se abraçarão;12 da terra brotará a fidelidade,*e a justiça olhará dos altos céus. R. 13 O Senhor nos dará tudo o que é bom,*e a nossa terra nos dará suas colheitas;14 a justiça andará na sua frente*e a salvação há de seguir os passos seus. R. 2ª Leitura – 2Pd 3,8-14 O que nós esperamos são novos céus e uma nova terra. Leitura da Segunda Carta de São Pedro 3,8-14 8 Uma coisa vós não podeis desconhecer, caríssimos:para o Senhor, um dia é como mil anose mil anos como um dia.9 O Senhor não tarda a cumprir sua promessa,como pensam alguns, achando que demora.Ele está usando de paciência para convosco.Pois não deseja que alguém se perca.ao contrário, quer que todos venham a converter-se.10 O dia do Senhor chegará como um ladrão,e então os céus acabarão com barulho espantoso;os elementos, devorados pelas chamas, se dissolverão,e a terra será consumida com tudo o que nela se fez.11 Se deste modo tudo se vai desintegrar,qual não deve ser o vosso empenhonuma vida santa e piedosa,12 enquanto esperais com anseio a vinda do Dia de Deus,quando os céus em chama se vão derreter,e os elementos, consumidos pelo fogo, se fundirão?13 O que nós esperamos, de acordo com a sua promessa,são novos céus e uma nova terra,onde habitará a justiça.14 Caríssimos, vivendo nesta esperança,esforçai-vos para que ele vos encontrenuma vida pura e sem mancha e em paz.Palavra do Senhor. Evangelho – Mc 1,1-8 Endireitai as estradas do Senhor. + Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Marcos 1,1-8 1 Início do Evangelho de Jesus Cristo, Filho de Deus.2 Está escrito no livro do profeta Isaías:‘Eis que envio meu mensageiro à tua frente,para preparar o teu caminho.3 Esta é a voz daquele que grita no deserto:‘Preparai o caminho do Senhor,endireitai suas estradas!”4 Foi assim que João Batista apareceu no deserto,pregando um batismo de conversãopara o perdão dos pecados.5 Toda a região da Judéia e todos os moradores deJerusalém iam ao seu encontro.Confessavam os seus pecadose João os batizava no rio Jordão.6 João se vestia com uma pele de cameloe comia gafanhotos e mel do campo.7 E pregava, dizendo:‘Depois de mim virá alguém mais forte do que eu.Eu nem sou digno de me abaixarpara desamarrar suas sandálias.8 Eu vos batizei com água,mas ele vos batizará com o Espírito Santo.’Palavra da Salvação. Fonte: CNBB Fonte: Evangelho do dia – Notícias Católicas
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1ª Leitura – Is 40,1-5.9-11 Preparai o caminho do Senhor. Leitura do Livro do Profeta Isaías 40,1-5.9-11 1 Consolai o meu povo, consolai-o!– diz o vosso Deus -.2 Falai ao coração de Jerusaléme dizei em alta voz que sua servidão acaboue a expiação de suas culpas foi cumprida;ela recebeu das mãos do Senhoro dobro por todos os seus pecados.3 Grita uma voz:‘Preparai no deserto o caminho do Senhor,aplainai na solidão a estrada de nosso Deus.4 Nivelem-se todos os vales,rebaixem-se todos os montes e colinas;endireite-se o que é tortoe alisem-se as asperezas:5 a glória do Senhor então se manifestará,e todos os homens verão juntamenteo que a boca do Senhor falou’.9 Sobe a um alto monte,tu, que trazes a boa nova a Sião;levanta com força a tua voz,tu, que trazes a boa nova a Jerusalém,ergue a voz, não temas;dize às cidades de Judá: ‘Eis o vosso Deus,10 eis que o Senhor Deus vem com poder,seu braço tudo domina: eis, com ele, sua conquista, eis à sua frente a vitória.11 Como um pastor, ele apascenta o rebanho,reúne, com a força dos braços, os cordeirose carrega-os ao colo;ele mesmo tange as ovelhas-mães’.Palavra do Senhor. Salmo – Sl 84,9ab-10.11-12.13-14 (R.8) R. Mostrai-nos, ó Senhor, vossa bondade, e a vossa salvação nos concedei! 9a Quero ouvir o que o Senhor irá falar:*é a paz que ele vai anunciar;9b a paz para o seu povo e seus amigos,*para os que voltam ao Senhor seu coração.10 Está perto a salvação dos que o temem,*e a glória habitará em nossa terra. R. 11 A verdade e o amor se encontrarão,*a justiça e a paz se abraçarão;12 da terra brotará a fidelidade,*e a justiça olhará dos altos céus. R. 13 O Senhor nos dará tudo o que é bom,*e a nossa terra nos dará suas colheitas;14 a justiça andará na sua frente*e a salvação há de seguir os passos seus. R. 2ª Leitura – 2Pd 3,8-14 O que nós esperamos são novos céus e uma nova terra. Leitura da Segunda Carta de São Pedro 3,8-14 8 Uma coisa vós não podeis desconhecer, caríssimos:para o Senhor, um dia é como mil anose mil anos como um dia.9 O Senhor não tarda a cumprir sua promessa,como pensam alguns, achando que demora.Ele está usando de paciência para convosco.Pois não deseja que alguém se perca.ao contrário, quer que todos venham a converter-se.10 O dia do Senhor chegará como um ladrão,e então os céus acabarão com barulho espantoso;os elementos, devorados pelas chamas, se dissolverão,e a terra será consumida com tudo o que nela se fez.11 Se deste modo tudo se vai desintegrar,qual não deve ser o vosso empenhonuma vida santa e piedosa,12 enquanto esperais com anseio a vinda do Dia de Deus,quando os céus em chama se vão derreter,e os elementos, consumidos pelo fogo, se fundirão?13 O que nós esperamos, de acordo com a sua promessa,são novos céus e uma nova terra,onde habitará a justiça.14 Caríssimos, vivendo nesta esperança,esforçai-vos para que ele vos encontrenuma vida pura e sem mancha e em paz.Palavra do Senhor. Evangelho – Mc 1,1-8 Endireitai as estradas do Senhor. + Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Marcos 1,1-8 1 Início do Evangelho de Jesus Cristo, Filho de Deus.2 Está escrito no livro do profeta Isaías:‘Eis que envio meu mensageiro à tua frente,para preparar o teu caminho.3 Esta é a voz daquele que grita no deserto:‘Preparai o caminho do Senhor,endireitai suas estradas!”4 Foi assim que João Batista apareceu no deserto,pregando um batismo de conversãopara o perdão dos pecados.5 Toda a região da Judéia e todos os moradores deJerusalém iam ao seu encontro.Confessavam os seus pecadose João os batizava no rio Jordão.6 João se vestia com uma pele de cameloe comia gafanhotos e mel do campo.7 E pregava, dizendo:‘Depois de mim virá alguém mais forte do que eu.Eu nem sou digno de me abaixarpara desamarrar suas sandálias.8 Eu vos batizei com água,mas ele vos batizará com o Espírito Santo.’Palavra da Salvação. Fonte: CNBB Fonte: Evangelho do dia – Notícias Católicas
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1ª Leitura – Is 40,1-5.9-11 Preparai o caminho do Senhor. Leitura do Livro do Profeta Isaías 40,1-5.9-11 1 Consolai o meu povo, consolai-o!– diz o vosso Deus -.2 Falai ao coração de Jerusaléme dizei em alta voz que sua servidão acaboue a expiação de suas culpas foi cumprida;ela recebeu das mãos do Senhoro dobro por todos os seus pecados.3 Grita uma voz:‘Preparai no deserto o caminho do Senhor,aplainai na solidão a estrada de nosso Deus.4 Nivelem-se todos os vales,rebaixem-se todos os montes e colinas;endireite-se o que é tortoe alisem-se as asperezas:5 a glória do Senhor então se manifestará,e todos os homens verão juntamenteo que a boca do Senhor falou’.9 Sobe a um alto monte,tu, que trazes a boa nova a Sião;levanta com força a tua voz,tu, que trazes a boa nova a Jerusalém,ergue a voz, não temas;dize às cidades de Judá: ‘Eis o vosso Deus,10 eis que o Senhor Deus vem com poder,seu braço tudo domina: eis, com ele, sua conquista, eis à sua frente a vitória.11 Como um pastor, ele apascenta o rebanho,reúne, com a força dos braços, os cordeirose carrega-os ao colo;ele mesmo tange as ovelhas-mães’.Palavra do Senhor. Salmo – Sl 84,9ab-10.11-12.13-14 (R.8) R. Mostrai-nos, ó Senhor, vossa bondade, e a vossa salvação nos concedei! 9a Quero ouvir o que o Senhor irá falar:*é a paz que ele vai anunciar;9b a paz para o seu povo e seus amigos,*para os que voltam ao Senhor seu coração.10 Está perto a salvação dos que o temem,*e a glória habitará em nossa terra. R. 11 A verdade e o amor se encontrarão,*a justiça e a paz se abraçarão;12 da terra brotará a fidelidade,*e a justiça olhará dos altos céus. R. 13 O Senhor nos dará tudo o que é bom,*e a nossa terra nos dará suas colheitas;14 a justiça andará na sua frente*e a salvação há de seguir os passos seus. R. 2ª Leitura – 2Pd 3,8-14 O que nós esperamos são novos céus e uma nova terra. Leitura da Segunda Carta de São Pedro 3,8-14 8 Uma coisa vós não podeis desconhecer, caríssimos:para o Senhor, um dia é como mil anose mil anos como um dia.9 O Senhor não tarda a cumprir sua promessa,como pensam alguns, achando que demora.Ele está usando de paciência para convosco.Pois não deseja que alguém se perca.ao contrário, quer que todos venham a converter-se.10 O dia do Senhor chegará como um ladrão,e então os céus acabarão com barulho espantoso;os elementos, devorados pelas chamas, se dissolverão,e a terra será consumida com tudo o que nela se fez.11 Se deste modo tudo se vai desintegrar,qual não deve ser o vosso empenhonuma vida santa e piedosa,12 enquanto esperais com anseio a vinda do Dia de Deus,quando os céus em chama se vão derreter,e os elementos, consumidos pelo fogo, se fundirão?13 O que nós esperamos, de acordo com a sua promessa,são novos céus e uma nova terra,onde habitará a justiça.14 Caríssimos, vivendo nesta esperança,esforçai-vos para que ele vos encontrenuma vida pura e sem mancha e em paz.Palavra do Senhor. Evangelho – Mc 1,1-8 Endireitai as estradas do Senhor. + Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Marcos 1,1-8 1 Início do Evangelho de Jesus Cristo, Filho de Deus.2 Está escrito no livro do profeta Isaías:‘Eis que envio meu mensageiro à tua frente,para preparar o teu caminho.3 Esta é a voz daquele que grita no deserto:‘Preparai o caminho do Senhor,endireitai suas estradas!”4 Foi assim que João Batista apareceu no deserto,pregando um batismo de conversãopara o perdão dos pecados.5 Toda a região da Judéia e todos os moradores deJerusalém iam ao seu encontro.Confessavam os seus pecadose João os batizava no rio Jordão.6 João se vestia com uma pele de cameloe comia gafanhotos e mel do campo.7 E pregava, dizendo:‘Depois de mim virá alguém mais forte do que eu.Eu nem sou digno de me abaixarpara desamarrar suas sandálias.8 Eu vos batizei com água,mas ele vos batizará com o Espírito Santo.’Palavra da Salvação. Fonte: CNBB Fonte: Evangelho do dia – Notícias Católicas
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1ª Leitura – Is 40,1-5.9-11 Preparai o caminho do Senhor. Leitura do Livro do Profeta Isaías 40,1-5.9-11 1 Consolai o meu povo, consolai-o!– diz o vosso Deus -.2 Falai ao coração de Jerusaléme dizei em alta voz que sua servidão acaboue a expiação de suas culpas foi cumprida;ela recebeu das mãos do Senhoro dobro por todos os seus pecados.3 Grita uma voz:‘Preparai no deserto o caminho do Senhor,aplainai na solidão a estrada de nosso Deus.4 Nivelem-se todos os vales,rebaixem-se todos os montes e colinas;endireite-se o que é tortoe alisem-se as asperezas:5 a glória do Senhor então se manifestará,e todos os homens verão juntamenteo que a boca do Senhor falou’.9 Sobe a um alto monte,tu, que trazes a boa nova a Sião;levanta com força a tua voz,tu, que trazes a boa nova a Jerusalém,ergue a voz, não temas;dize às cidades de Judá: ‘Eis o vosso Deus,10 eis que o Senhor Deus vem com poder,seu braço tudo domina: eis, com ele, sua conquista, eis à sua frente a vitória.11 Como um pastor, ele apascenta o rebanho,reúne, com a força dos braços, os cordeirose carrega-os ao colo;ele mesmo tange as ovelhas-mães’.Palavra do Senhor. Salmo – Sl 84,9ab-10.11-12.13-14 (R.8) R. Mostrai-nos, ó Senhor, vossa bondade, e a vossa salvação nos concedei! 9a Quero ouvir o que o Senhor irá falar:*é a paz que ele vai anunciar;9b a paz para o seu povo e seus amigos,*para os que voltam ao Senhor seu coração.10 Está perto a salvação dos que o temem,*e a glória habitará em nossa terra. R. 11 A verdade e o amor se encontrarão,*a justiça e a paz se abraçarão;12 da terra brotará a fidelidade,*e a justiça olhará dos altos céus. R. 13 O Senhor nos dará tudo o que é bom,*e a nossa terra nos dará suas colheitas;14 a justiça andará na sua frente*e a salvação há de seguir os passos seus. R. 2ª Leitura – 2Pd 3,8-14 O que nós esperamos são novos céus e uma nova terra. Leitura da Segunda Carta de São Pedro 3,8-14 8 Uma coisa vós não podeis desconhecer, caríssimos:para o Senhor, um dia é como mil anose mil anos como um dia.9 O Senhor não tarda a cumprir sua promessa,como pensam alguns, achando que demora.Ele está usando de paciência para convosco.Pois não deseja que alguém se perca.ao contrário, quer que todos venham a converter-se.10 O dia do Senhor chegará como um ladrão,e então os céus acabarão com barulho espantoso;os elementos, devorados pelas chamas, se dissolverão,e a terra será consumida com tudo o que nela se fez.11 Se deste modo tudo se vai desintegrar,qual não deve ser o vosso empenhonuma vida santa e piedosa,12 enquanto esperais com anseio a vinda do Dia de Deus,quando os céus em chama se vão derreter,e os elementos, consumidos pelo fogo, se fundirão?13 O que nós esperamos, de acordo com a sua promessa,são novos céus e uma nova terra,onde habitará a justiça.14 Caríssimos, vivendo nesta esperança,esforçai-vos para que ele vos encontrenuma vida pura e sem mancha e em paz.Palavra do Senhor. Evangelho – Mc 1,1-8 Endireitai as estradas do Senhor. + Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Marcos 1,1-8 1 Início do Evangelho de Jesus Cristo, Filho de Deus.2 Está escrito no livro do profeta Isaías:‘Eis que envio meu mensageiro à tua frente,para preparar o teu caminho.3 Esta é a voz daquele que grita no deserto:‘Preparai o caminho do Senhor,endireitai suas estradas!”4 Foi assim que João Batista apareceu no deserto,pregando um batismo de conversãopara o perdão dos pecados.5 Toda a região da Judéia e todos os moradores deJerusalém iam ao seu encontro.Confessavam os seus pecadose João os batizava no rio Jordão.6 João se vestia com uma pele de cameloe comia gafanhotos e mel do campo.7 E pregava, dizendo:‘Depois de mim virá alguém mais forte do que eu.Eu nem sou digno de me abaixarpara desamarrar suas sandálias.8 Eu vos batizei com água,mas ele vos batizará com o Espírito Santo.’Palavra da Salvação. Fonte: CNBB Fonte: Evangelho do dia – Notícias Católicas
São Juan Diego Cuauhtlatoatzin

São Juan Diego Cuauhtlatoatzin (que significa: Águia que fala ou o que fala como águia) nasceu em torno de 1474, em Cuauhtitlán, que pertencia ao reino de Textcoco, no México. Existem documentos eclesiásticos, datados do século XVI, que fazem parte de importante processo canônico, onde já se pedia aprovação para celebração da festa de Nossa Senhora do Guadalupe nos dias 12 de dezembro. Posteriormente aprovado e já constituído o Processo Apostólico, constam nestes documentos importantes testemunhos de anciãos (alguns com mais de cem anos de idade), que testificaram e confirmaram a vida exemplar, personalidade e fama da santidade de Juan Diego: “Era um índio que vivia honesta e recolhidamente e que era muito bom cristão, temente a Deus e, sua consciência, arraigada de muitos bons costumes e modos de proceder”; outro testemunho é o de Andrés Juan, que dizia que Juan Diego era um “varão santo”. Diversos outros testemunhos contidos naquelas informações jurídicas atestam que, efetivamente, Juan Diego era para o povo “um índio bom e cristão”, ou um “varão santo” e somente estes títulos bastariam para entender a fortaleza de sua fama; pois os índios eram muito exigentes para atribuir algum membro da tribo pelo apelativo de “bom índio” e muito menos ainda considerar sua bondade tão expressiva que pudesse a chegar ao extremo da santidade. Era um índio pobre, pertencia à mais baixa casta do Império Azteca, sem ser, entretanto, um escravo. Dedicava-se ao difícil trabalho no campo e à fabricação de esteiras. Possuía um pedaço de terra, onde vivia feliz com a esposa, numa pequena casa, mas não tinha filhos. Atraído pela doutrina dos padres franciscanos que chegaram ao México em 1524, se converteu e foi batizado, junto como sua esposa. Receberam o nome cristão de João Diego e Maria Lúcia, respectivamente. Era um homem dedicado, religioso, que sempre se retirava para as orações contemplativas e penitências. Costumava caminhar de sua vila à Cidade do México, a quatorze milhas de distância, para aprender a Palavra de Cristo. Andava descalço e vestia, nas manhãs frias, uma roupa de tecido grosso de fibra de cactos como um manto, chamado tilma ou ayate, como todos de sua classe social. A esposa, Maria Lúcia, ficou doente e faleceu em 1529. Ele, então, foi morar com seu tio, diminuindo a distância da igreja para nove milhas. Fazia esse percurso todo sábado e domingo, saindo bem cedo, antes do amanhecer. Durante uma de suas idas à igreja, no dia 9 de dezembro de 1531, por volta de três horas e meia, entre a vila e a montanha, ocorreu a primeira aparição de Nossa Senhora de Guadalupe, num lugar hoje chamado “Capela do Cerrinho”, onde a Virgem Maria o chamou em sua língua nativa, nahuatl, dizendo: “Joãozinho, João Dieguito”, “o mais humilde de meus filhos”, “meu filho caçula”, “meu queridinho”. A Virgem o encarregou de pedir ao bispo, o franciscano João de Zumárraga, para construir uma igreja no lugar da aparição. Como o bispo não se convenceu, ela sugeriu que João Diego insistisse. No dia seguinte, domingo, voltou a falar com o bispo, que pediu provas concretas sobre a aparição. Na terça-feira, 12 de dezembro, João Diego estava indo à cidade quando a Virgem apareceu e o consolou. Em seguida, pediu que ele colhesse flores para ela no alto da colina de Tepeyac. Apesar do frio inverno, ele encontrou lindas flores, que colheu, colocou no seu manto e levou para Nossa Senhora. Ela disse que as entregasse ao bispo como prova da aparição. Diante do bispo, João Diego abriu sua túnica, as flores caíram e no tecido apareceu impressa a imagem de Nossa Senhora de Guadalupe. Tinha, então, cinquenta e sete anos. Após o milagre de Guadalupe, foi morar numa sala ao lado da capela que acolheu a sagrada imagem, depois de ter passado seus negócios e propriedades ao seu tio. Dedicou o resto de sua vida propagando as aparições aos seus conterrâneos nativos, que se convertiam. Ele amou, profundamente, a santa eucaristia, e obteve uma especial permissão do bispo para receber a comunhão três vezes na semana, um acontecimento bastante raro naqueles dias. João Diego faleceu no dia 30 de maio de 1548, aos setenta e quatro anos, de morte natural. O papa João Paulo II, durante sua canonização em 2002, designou a festa litúrgica para 9 de dezembro, dia da primeira aparição, e louvou são João Diego, pela sua simples fé nutrida pelo catecismo, como um modelo de humildade para todos nós. A Igreja também celebra neste dia a memória dos santos: Basiano, Leocádia e Gorgônia Fonte: Santo do dia – Notícias Católicas
São Juan Diego Cuauhtlatoatzin

São Juan Diego Cuauhtlatoatzin (que significa: Águia que fala ou o que fala como águia) nasceu em torno de 1474, em Cuauhtitlán, que pertencia ao reino de Textcoco, no México. Existem documentos eclesiásticos, datados do século XVI, que fazem parte de importante processo canônico, onde já se pedia aprovação para celebração da festa de Nossa Senhora do Guadalupe nos dias 12 de dezembro. Posteriormente aprovado e já constituído o Processo Apostólico, constam nestes documentos importantes testemunhos de anciãos (alguns com mais de cem anos de idade), que testificaram e confirmaram a vida exemplar, personalidade e fama da santidade de Juan Diego: “Era um índio que vivia honesta e recolhidamente e que era muito bom cristão, temente a Deus e, sua consciência, arraigada de muitos bons costumes e modos de proceder”; outro testemunho é o de Andrés Juan, que dizia que Juan Diego era um “varão santo”. Diversos outros testemunhos contidos naquelas informações jurídicas atestam que, efetivamente, Juan Diego era para o povo “um índio bom e cristão”, ou um “varão santo” e somente estes títulos bastariam para entender a fortaleza de sua fama; pois os índios eram muito exigentes para atribuir algum membro da tribo pelo apelativo de “bom índio” e muito menos ainda considerar sua bondade tão expressiva que pudesse a chegar ao extremo da santidade. Era um índio pobre, pertencia à mais baixa casta do Império Azteca, sem ser, entretanto, um escravo. Dedicava-se ao difícil trabalho no campo e à fabricação de esteiras. Possuía um pedaço de terra, onde vivia feliz com a esposa, numa pequena casa, mas não tinha filhos. Atraído pela doutrina dos padres franciscanos que chegaram ao México em 1524, se converteu e foi batizado, junto como sua esposa. Receberam o nome cristão de João Diego e Maria Lúcia, respectivamente. Era um homem dedicado, religioso, que sempre se retirava para as orações contemplativas e penitências. Costumava caminhar de sua vila à Cidade do México, a quatorze milhas de distância, para aprender a Palavra de Cristo. Andava descalço e vestia, nas manhãs frias, uma roupa de tecido grosso de fibra de cactos como um manto, chamado tilma ou ayate, como todos de sua classe social. A esposa, Maria Lúcia, ficou doente e faleceu em 1529. Ele, então, foi morar com seu tio, diminuindo a distância da igreja para nove milhas. Fazia esse percurso todo sábado e domingo, saindo bem cedo, antes do amanhecer. Durante uma de suas idas à igreja, no dia 9 de dezembro de 1531, por volta de três horas e meia, entre a vila e a montanha, ocorreu a primeira aparição de Nossa Senhora de Guadalupe, num lugar hoje chamado “Capela do Cerrinho”, onde a Virgem Maria o chamou em sua língua nativa, nahuatl, dizendo: “Joãozinho, João Dieguito”, “o mais humilde de meus filhos”, “meu filho caçula”, “meu queridinho”. A Virgem o encarregou de pedir ao bispo, o franciscano João de Zumárraga, para construir uma igreja no lugar da aparição. Como o bispo não se convenceu, ela sugeriu que João Diego insistisse. No dia seguinte, domingo, voltou a falar com o bispo, que pediu provas concretas sobre a aparição. Na terça-feira, 12 de dezembro, João Diego estava indo à cidade quando a Virgem apareceu e o consolou. Em seguida, pediu que ele colhesse flores para ela no alto da colina de Tepeyac. Apesar do frio inverno, ele encontrou lindas flores, que colheu, colocou no seu manto e levou para Nossa Senhora. Ela disse que as entregasse ao bispo como prova da aparição. Diante do bispo, João Diego abriu sua túnica, as flores caíram e no tecido apareceu impressa a imagem de Nossa Senhora de Guadalupe. Tinha, então, cinquenta e sete anos. Após o milagre de Guadalupe, foi morar numa sala ao lado da capela que acolheu a sagrada imagem, depois de ter passado seus negócios e propriedades ao seu tio. Dedicou o resto de sua vida propagando as aparições aos seus conterrâneos nativos, que se convertiam. Ele amou, profundamente, a santa eucaristia, e obteve uma especial permissão do bispo para receber a comunhão três vezes na semana, um acontecimento bastante raro naqueles dias. João Diego faleceu no dia 30 de maio de 1548, aos setenta e quatro anos, de morte natural. O papa João Paulo II, durante sua canonização em 2002, designou a festa litúrgica para 9 de dezembro, dia da primeira aparição, e louvou são João Diego, pela sua simples fé nutrida pelo catecismo, como um modelo de humildade para todos nós. A Igreja também celebra neste dia a memória dos santos: Basiano, Leocádia e Gorgônia Fonte: Santo do dia – Notícias Católicas
São Juan Diego Cuauhtlatoatzin

São Juan Diego Cuauhtlatoatzin (que significa: Águia que fala ou o que fala como águia) nasceu em torno de 1474, em Cuauhtitlán, que pertencia ao reino de Textcoco, no México. Existem documentos eclesiásticos, datados do século XVI, que fazem parte de importante processo canônico, onde já se pedia aprovação para celebração da festa de Nossa Senhora do Guadalupe nos dias 12 de dezembro. Posteriormente aprovado e já constituído o Processo Apostólico, constam nestes documentos importantes testemunhos de anciãos (alguns com mais de cem anos de idade), que testificaram e confirmaram a vida exemplar, personalidade e fama da santidade de Juan Diego: “Era um índio que vivia honesta e recolhidamente e que era muito bom cristão, temente a Deus e, sua consciência, arraigada de muitos bons costumes e modos de proceder”; outro testemunho é o de Andrés Juan, que dizia que Juan Diego era um “varão santo”. Diversos outros testemunhos contidos naquelas informações jurídicas atestam que, efetivamente, Juan Diego era para o povo “um índio bom e cristão”, ou um “varão santo” e somente estes títulos bastariam para entender a fortaleza de sua fama; pois os índios eram muito exigentes para atribuir algum membro da tribo pelo apelativo de “bom índio” e muito menos ainda considerar sua bondade tão expressiva que pudesse a chegar ao extremo da santidade. Era um índio pobre, pertencia à mais baixa casta do Império Azteca, sem ser, entretanto, um escravo. Dedicava-se ao difícil trabalho no campo e à fabricação de esteiras. Possuía um pedaço de terra, onde vivia feliz com a esposa, numa pequena casa, mas não tinha filhos. Atraído pela doutrina dos padres franciscanos que chegaram ao México em 1524, se converteu e foi batizado, junto como sua esposa. Receberam o nome cristão de João Diego e Maria Lúcia, respectivamente. Era um homem dedicado, religioso, que sempre se retirava para as orações contemplativas e penitências. Costumava caminhar de sua vila à Cidade do México, a quatorze milhas de distância, para aprender a Palavra de Cristo. Andava descalço e vestia, nas manhãs frias, uma roupa de tecido grosso de fibra de cactos como um manto, chamado tilma ou ayate, como todos de sua classe social. A esposa, Maria Lúcia, ficou doente e faleceu em 1529. Ele, então, foi morar com seu tio, diminuindo a distância da igreja para nove milhas. Fazia esse percurso todo sábado e domingo, saindo bem cedo, antes do amanhecer. Durante uma de suas idas à igreja, no dia 9 de dezembro de 1531, por volta de três horas e meia, entre a vila e a montanha, ocorreu a primeira aparição de Nossa Senhora de Guadalupe, num lugar hoje chamado “Capela do Cerrinho”, onde a Virgem Maria o chamou em sua língua nativa, nahuatl, dizendo: “Joãozinho, João Dieguito”, “o mais humilde de meus filhos”, “meu filho caçula”, “meu queridinho”. A Virgem o encarregou de pedir ao bispo, o franciscano João de Zumárraga, para construir uma igreja no lugar da aparição. Como o bispo não se convenceu, ela sugeriu que João Diego insistisse. No dia seguinte, domingo, voltou a falar com o bispo, que pediu provas concretas sobre a aparição. Na terça-feira, 12 de dezembro, João Diego estava indo à cidade quando a Virgem apareceu e o consolou. Em seguida, pediu que ele colhesse flores para ela no alto da colina de Tepeyac. Apesar do frio inverno, ele encontrou lindas flores, que colheu, colocou no seu manto e levou para Nossa Senhora. Ela disse que as entregasse ao bispo como prova da aparição. Diante do bispo, João Diego abriu sua túnica, as flores caíram e no tecido apareceu impressa a imagem de Nossa Senhora de Guadalupe. Tinha, então, cinquenta e sete anos. Após o milagre de Guadalupe, foi morar numa sala ao lado da capela que acolheu a sagrada imagem, depois de ter passado seus negócios e propriedades ao seu tio. Dedicou o resto de sua vida propagando as aparições aos seus conterrâneos nativos, que se convertiam. Ele amou, profundamente, a santa eucaristia, e obteve uma especial permissão do bispo para receber a comunhão três vezes na semana, um acontecimento bastante raro naqueles dias. João Diego faleceu no dia 30 de maio de 1548, aos setenta e quatro anos, de morte natural. O papa João Paulo II, durante sua canonização em 2002, designou a festa litúrgica para 9 de dezembro, dia da primeira aparição, e louvou são João Diego, pela sua simples fé nutrida pelo catecismo, como um modelo de humildade para todos nós. A Igreja também celebra neste dia a memória dos santos: Basiano, Leocádia e Gorgônia Fonte: Santo do dia – Notícias Católicas
São Juan Diego Cuauhtlatoatzin

São Juan Diego Cuauhtlatoatzin (que significa: Águia que fala ou o que fala como águia) nasceu em torno de 1474, em Cuauhtitlán, que pertencia ao reino de Textcoco, no México. Existem documentos eclesiásticos, datados do século XVI, que fazem parte de importante processo canônico, onde já se pedia aprovação para celebração da festa de Nossa Senhora do Guadalupe nos dias 12 de dezembro. Posteriormente aprovado e já constituído o Processo Apostólico, constam nestes documentos importantes testemunhos de anciãos (alguns com mais de cem anos de idade), que testificaram e confirmaram a vida exemplar, personalidade e fama da santidade de Juan Diego: “Era um índio que vivia honesta e recolhidamente e que era muito bom cristão, temente a Deus e, sua consciência, arraigada de muitos bons costumes e modos de proceder”; outro testemunho é o de Andrés Juan, que dizia que Juan Diego era um “varão santo”. Diversos outros testemunhos contidos naquelas informações jurídicas atestam que, efetivamente, Juan Diego era para o povo “um índio bom e cristão”, ou um “varão santo” e somente estes títulos bastariam para entender a fortaleza de sua fama; pois os índios eram muito exigentes para atribuir algum membro da tribo pelo apelativo de “bom índio” e muito menos ainda considerar sua bondade tão expressiva que pudesse a chegar ao extremo da santidade. Era um índio pobre, pertencia à mais baixa casta do Império Azteca, sem ser, entretanto, um escravo. Dedicava-se ao difícil trabalho no campo e à fabricação de esteiras. Possuía um pedaço de terra, onde vivia feliz com a esposa, numa pequena casa, mas não tinha filhos. Atraído pela doutrina dos padres franciscanos que chegaram ao México em 1524, se converteu e foi batizado, junto como sua esposa. Receberam o nome cristão de João Diego e Maria Lúcia, respectivamente. Era um homem dedicado, religioso, que sempre se retirava para as orações contemplativas e penitências. Costumava caminhar de sua vila à Cidade do México, a quatorze milhas de distância, para aprender a Palavra de Cristo. Andava descalço e vestia, nas manhãs frias, uma roupa de tecido grosso de fibra de cactos como um manto, chamado tilma ou ayate, como todos de sua classe social. A esposa, Maria Lúcia, ficou doente e faleceu em 1529. Ele, então, foi morar com seu tio, diminuindo a distância da igreja para nove milhas. Fazia esse percurso todo sábado e domingo, saindo bem cedo, antes do amanhecer. Durante uma de suas idas à igreja, no dia 9 de dezembro de 1531, por volta de três horas e meia, entre a vila e a montanha, ocorreu a primeira aparição de Nossa Senhora de Guadalupe, num lugar hoje chamado “Capela do Cerrinho”, onde a Virgem Maria o chamou em sua língua nativa, nahuatl, dizendo: “Joãozinho, João Dieguito”, “o mais humilde de meus filhos”, “meu filho caçula”, “meu queridinho”. A Virgem o encarregou de pedir ao bispo, o franciscano João de Zumárraga, para construir uma igreja no lugar da aparição. Como o bispo não se convenceu, ela sugeriu que João Diego insistisse. No dia seguinte, domingo, voltou a falar com o bispo, que pediu provas concretas sobre a aparição. Na terça-feira, 12 de dezembro, João Diego estava indo à cidade quando a Virgem apareceu e o consolou. Em seguida, pediu que ele colhesse flores para ela no alto da colina de Tepeyac. Apesar do frio inverno, ele encontrou lindas flores, que colheu, colocou no seu manto e levou para Nossa Senhora. Ela disse que as entregasse ao bispo como prova da aparição. Diante do bispo, João Diego abriu sua túnica, as flores caíram e no tecido apareceu impressa a imagem de Nossa Senhora de Guadalupe. Tinha, então, cinquenta e sete anos. Após o milagre de Guadalupe, foi morar numa sala ao lado da capela que acolheu a sagrada imagem, depois de ter passado seus negócios e propriedades ao seu tio. Dedicou o resto de sua vida propagando as aparições aos seus conterrâneos nativos, que se convertiam. Ele amou, profundamente, a santa eucaristia, e obteve uma especial permissão do bispo para receber a comunhão três vezes na semana, um acontecimento bastante raro naqueles dias. João Diego faleceu no dia 30 de maio de 1548, aos setenta e quatro anos, de morte natural. O papa João Paulo II, durante sua canonização em 2002, designou a festa litúrgica para 9 de dezembro, dia da primeira aparição, e louvou são João Diego, pela sua simples fé nutrida pelo catecismo, como um modelo de humildade para todos nós. A Igreja também celebra neste dia a memória dos santos: Basiano, Leocádia e Gorgônia Fonte: Santo do dia – Notícias Católicas
Sábado Da 1ª Semana Do Advento

1ª Leitura – Is 30,19-21.23-26 O Senhor se comoverá à voz do teu clamor. Leitura do Livro do Profeta Isaías 30,19-21.23-26 Assim fala o Senhor, o Santo de Israel:19 Povo de Sião, que habitas em Jerusalém,não terás motivo algum para chorar:ele se comoverá à voz do teu clamor;logo que te ouvir, ele atenderá.20 O Senhor de certo dará a todoso pão da angústia e a água da aflição,não se apartará mais de ti o teu mestre;teus olhos poderão vê-lo21 e teus ouvidos poderão ouvir a palavra de aviso atrás de ti:‘O caminho é este para todos, segui por ele’,sem desviar-vos à direita ou à esquerda.23 Ele te dará chuva para a sementeque tiveres semeado na terra,e o fruto da terra será abundante e rico;nesse dia, o teu rebanho pastará em vastas pastagens,24 teus bois e os animais que lavram a terracomerão forragem salgada,limpa com pá e peneira.25 Haverá em toda montanha altae em toda colina elevadaarroios de água corrente,num dia em que muitos serão mortoscom o desabamento de seus torreões.26 A lua brilhará como a luz do sole o sol brilhará sete vezes mais,como a luz de sete dias,no dia em que o Senhor curar a ferida de seu povoe fizer sarar a lesão de sua chaga.Palavra do Senhor. Salmo – Sl 146 (147) 1-2. 3-4. 5-6 (R. Is 30,18) R. Felizes são aqueles, que esperam no Senhor! 1 Louvai o Senhor Deus, porque ele é bom,+cantai ao nosso Deus, porque é suave:* ele é digno de louvor, ele o merece!2 O Senhor reconstruiu Jerusalém,*e os dispersos de Israel juntou de novo. R. 3 ele conforta os corações despedaçados,*ele enfaixa suas feridas e as cura;4 fixa o número de todas as estrelas*e chama a cada uma por seu nome. R. 5 É grande e onipotente o nosso Deus,*seu saber não tem medida nem limites.6 O Senhor Deus é o amparo dos humildes,*mas dobra até o chão os que são ímpios. R. Evangelho – Mt 9,35 – 10,1.6-8 Vendo Jesus as multidões, compadeceu-se delas. + Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus 9,35 – 10,1.6-8 Naquele tempo:35 Jesus percorria todas as cidades e povoados,ensinando em suas sinagogas,pregando o Evangelho do Reino,e curando todo tipo de doença e enfermidade.36 Vendo Jesus as multidões, compadeceu-se delas,porque estavam cansadas e abatidas,como ovelhas que não têm pastor.Então disse a seus discípulos:37 ‘A Messe é grande, mas os trabalhadores são poucos.38 Pedi pois ao dono da messeque envie trabalhadores para a sua colheita!’10,1 E, chamando os seus doze discípulosdeu-lhes poder para expulsarem os espíritos mause para curarem todo tipo de doença e enfermidade.Enviou-os com as seguintes recomendações:6 Ide, antes, às ovelhas perdidas da casa de Israel!7 Em vosso caminho, anunciai:‘O Reino dos Céus está próximo’.8 Curai os doentes, ressuscitai os mortos,purificai os leprosos, expulsai os demônios.De graça recebestes, de graça deveis dar!Palavra da Salvação. Reflexão – Mt 9, 35-38 – 10, 1.6-8 Jesus é o bom pastor que vem ao encontro das ovelhas perdidas da casa de Israel, cumprindo assim as promessas feitas por Deus no Antigo Testamento. De fato, Deus disse pela boca do profeta Jeremias que daria ao seu povo pastores segundo o seu próprio coração e Jesus é o pastor segundo o coração de Deus. Ele disse também pela boca do profeta Ezequiel que ele mesmo apascentaria o seu rebanho, procurando a perdida, indo ao encontro da desgarrada, alimentando a faminta, curando a doente, procurando a perdida e estabelecendo o direito entre elas, e Jesus é o bom pastor, o próprio Deus que se encarna e vem ao encontro do seu rebanho para ser o seu pastor e enviar outros, os pastores da Nova Aliança, para que não haja mais ovelhas sem pastor. Fonte: CNBB Fonte: Evangelho do dia – Notícias Católicas
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