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Santo Inácio De Antioquia

Neste dia deparamos com a fé ardente, doação completa e amor singular ao Cristo do mártir Inácio, sucessor de São Pedro em Antioquia da Síria, que desde a infância conviveu com a primeira geração dos cristãos. Como Bispo foi muito amado em Antioquia e no Oriente todo, pois sua santidade brilhava, tanto que o prenderam devido a sua liderança na religião cristã, durante o Império de Trajano, por volta do ano 107. Chamado Teóforo – portador de Deus – Inácio, ao ser transportado para Roma, sabia que cristãos de influência na corte imperial poderiam impedi-lo de alcançar Cristo pelo martírio, por isso, dentre tantas cartas que enviara para as comunidades cristãs, a fim de edificar, escreveu em especial à Igreja Católica em Roma: “Eu vos suplico, não mostreis comigo uma caridade inoportuna. Permiti-me ser pasto das feras, pelas quais me será possível alcançar Deus, sou trigo de Deus e quero ser moído pelos dentes dos leões, a fim de ser apresentado como pão puro a Cristo. Escutai, antes, as feras, para que se convertam em meu sepulcro e não deixem rasto do meu corpo. Então serei verdadeiro discípulo de Cristo”. Nesta mesma carta há uma preciosa afirmação sobre a presença de Cristo na Eucaristia: “Não encontro mais prazer no alimento corruptível nem nos gozos desta vida, o que desejo é o pão de Deus, este pão que é a carne de Cristo e, por bebida, quero seu sangue, que é o amor incorruptível”. Santo Inácio escreveu sete cartas: Epístola a Policarpo de Esmirna, Epístola aos Efésios, Epístola aos Esmirniotas, Epístola aos Filadélfos, Epístola aos Magnésios, Epístola aos Romanos, Epístola aos Tralianos. Santo Inácio foi, de fato, atirado às feras no Coliseu em Roma no ano 107, e hoje intercede para que comecemos a ter a têmpera dos mártires a fim de nos doarmos por amor. Via Canção Nova Fonte: Santo do dia – Notícias Católicas

3ª-feira Da 28ª Semana Do Tempo Comum

1ª Leitura – Rm 1,16-25 Tendo os homens conhecido a Deus, não o glorificaram como Deus.  Leitura da Carta de São Paulo aos Romanos 1,16-25 Irmãos: 16 Eu não me envergonho do Evangelho, pois ele é uma força salvadora de Deus para todo aquele que crê, primeiro para o judeu, mas também para o grego. 17 Nele, com efeito, a justiça de Deus se revela da fé para a fé, como está escrito: O justo viverá pela fé. 18 Por outro lado, a ira de Deus se revela, do alto do céu, contra toda a impiedade e iniqüidade dos homens que em sua iniqüidade oprimem a verdade. 19 Pois o que de Deus se pode conhecer é manifesto aos homens: Deus mesmo lho manifestou. 20 Suas perfeições invisíveis, como o seu poder eterno e sua natureza divina, sóo claramente conhecidas através de suas obras, desde a criação do mundo. Assim, eles não têm desculpa 21 por não ter dado glória e ação de graças a Deus como se deve, embora o tenham conhecido. Pelo contrário, enfatuaram-se em suas especulações, e seu coração insensato se obscureceu: 22 alardeando sabedoria, tornaram-se ignorantes 23 e trocaram a glória do Deus incorruptível por uma figura ou imagem de seres corruptíveis: homens, pássaros, quadrúpedes, répteis. 24 Por isso, Deus os entregou com as paixões de seus coraçðes a tal impureza, que eles mesmos desonram seus próprios corpos. 25 Trocaram a verdade de Deus pela mentira, adorando e servindo a criatura em lugar do Criador, que é bendito para sempre. – Amém. Palavra do Senhor. Salmo – Sl 18 (19),2-3. 4-5 (R. 2a) R. Os céus proclamam a glória do Senhor! 2 Os céus proclamam a glória do Senhor, * e o firmamento, a obra de suas móos; 3 o dia ao dia transmite esta mensagem, * a noite à noite publica esta notícia. R. 4 Não são discursos nem frases ou palavras, * nem são vozes que possam ser ouvidas; 5 seu som ressoa e se espalha em toda a terra, * chega aos confins do universo a sua voz. R.  Evangelho – Lc 11,37-41 Dai esmola do que vós possuís e tudo ficará puro para vós. + Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Lucas 11,37-41 Naquele tempo: 37 Enquanto Jesus falava, um fariseu convidou-o para jantar com ele. Jesus entrou e pôs-se à mesa. 38 O fariseu ficou admirado ao ver que Jesus não tivesse lavado as mãos antes da refeição. 39 O Senhor disse ao fariseu: ‘Vós fariseus, limpais o copo e o prato por fora, mas o vosso interior está cheio de roubos e maldades. 40 Insensatos! Aquele que fez o exterior não fez também o interior? 41 Antes, dai esmola do que vós possuís e tudo ficará puro para vós. Palavra da Salvação.  Reflexão – Lc 11, 37-41 O Evangelho que nos é proposto para a reflexão a partir da liturgia de hoje é altamente questionador no que diz respeito à nossa fé e à nossa vivência religiosa. Para quem crê verdadeiramente, o importante não é a prática exterior, pois esta prática só encontra seu verdadeiro sentido quando é uma expressão do que realmente se crê e se vive, caso contrário, caímos na insensatez: celebramos o que não vivemos nem construímos, e revelamos valores que não são nossos, nem são importantes para nós. O Evangelho de hoje exige de nós coerência entre o que celebramos e o que vivemos, para que as nossas celebrações não sejam ritos vazios e estéreis, mas espírito e verdade. Fonte: CNBB  Fonte: Evangelho do dia – Notícias Católicas

Santa Margarida Maria Alacoque

Deus suscitou este luzeiro, ou seja, portadora da luz, que é Cristo, num período em que na Igreja penetrava as trevas do Jansenismo (doutrina que pregava um rigorismo que esfriava o amor de muitos e afastava o povo dos sacramentos). O nome de Santa Margarida Maria Alacoque está intimamente ligado à fervorosa devoção ao Sagrado Coração de Jesus. Nasceu na França em 1647, teve infância e adolescência provadas, sofridas. Órfã de pai e educada por Irmãs Clarissas, muito nova pegou uma estranha doença que só a deixou depois de fazer o voto à Santíssima Virgem. Com a intercessão da Virgem Maria, foi curada e pôde ser formada na cultura e religião. Até que provada e preparada no cadinho da humilhação, começou a cultuar o Santíssimo Sacramento do Altar e diante do Coração Eucarístico começou a ter revelações divinas. “Eis aqui o coração que tanto amou os homens, até se esgotar e consumir para testemunhar-lhe seu amor e, em troca, não recebe da maior parte senão ingratidões, friezas e desprezos”. As muitas mensagens insistiram num maior amor à Santíssima Eucaristia, à Comunhão reparadora nas primeiras sextas-feiras do mês e à Hora Santa em reparação da humanidade. Incompreendida por vários, Margarida teve o apoio de um sacerdote, recebeu o reconhecimento do povo que podia agora deixar o medo e mergulhar no amor de Deus. Leão XIII consagrou o mundo ao Sagrado Coração de Jesus e o Papa Pio XIII recomendou esta devoção que nos leva ao encontro do Coração Eucarístico de Jesus. Santa Margarida Maria Alacoque morreu em 1690 e foi canonizada pelo Papa Bento XV em 1920. Via Canção Nova Fonte: Santo do dia – Notícias Católicas

Santa Margarida Maria Alacoque

Deus suscitou este luzeiro, ou seja, portadora da luz, que é Cristo, num período em que na Igreja penetrava as trevas do Jansenismo (doutrina que pregava um rigorismo que esfriava o amor de muitos e afastava o povo dos sacramentos). O nome de Santa Margarida Maria Alacoque está intimamente ligado à fervorosa devoção ao Sagrado Coração de Jesus. Nasceu na França em 1647, teve infância e adolescência provadas, sofridas. Órfã de pai e educada por Irmãs Clarissas, muito nova pegou uma estranha doença que só a deixou depois de fazer o voto à Santíssima Virgem. Com a intercessão da Virgem Maria, foi curada e pôde ser formada na cultura e religião. Até que provada e preparada no cadinho da humilhação, começou a cultuar o Santíssimo Sacramento do Altar e diante do Coração Eucarístico começou a ter revelações divinas. “Eis aqui o coração que tanto amou os homens, até se esgotar e consumir para testemunhar-lhe seu amor e, em troca, não recebe da maior parte senão ingratidões, friezas e desprezos”. As muitas mensagens insistiram num maior amor à Santíssima Eucaristia, à Comunhão reparadora nas primeiras sextas-feiras do mês e à Hora Santa em reparação da humanidade. Incompreendida por vários, Margarida teve o apoio de um sacerdote, recebeu o reconhecimento do povo que podia agora deixar o medo e mergulhar no amor de Deus. Leão XIII consagrou o mundo ao Sagrado Coração de Jesus e o Papa Pio XIII recomendou esta devoção que nos leva ao encontro do Coração Eucarístico de Jesus. Santa Margarida Maria Alacoque morreu em 1690 e foi canonizada pelo Papa Bento XV em 1920. Via Canção Nova Fonte: Santo do dia – Notícias Católicas

Santa Margarida Maria Alacoque

Deus suscitou este luzeiro, ou seja, portadora da luz, que é Cristo, num período em que na Igreja penetrava as trevas do Jansenismo (doutrina que pregava um rigorismo que esfriava o amor de muitos e afastava o povo dos sacramentos). O nome de Santa Margarida Maria Alacoque está intimamente ligado à fervorosa devoção ao Sagrado Coração de Jesus. Nasceu na França em 1647, teve infância e adolescência provadas, sofridas. Órfã de pai e educada por Irmãs Clarissas, muito nova pegou uma estranha doença que só a deixou depois de fazer o voto à Santíssima Virgem. Com a intercessão da Virgem Maria, foi curada e pôde ser formada na cultura e religião. Até que provada e preparada no cadinho da humilhação, começou a cultuar o Santíssimo Sacramento do Altar e diante do Coração Eucarístico começou a ter revelações divinas. “Eis aqui o coração que tanto amou os homens, até se esgotar e consumir para testemunhar-lhe seu amor e, em troca, não recebe da maior parte senão ingratidões, friezas e desprezos”. As muitas mensagens insistiram num maior amor à Santíssima Eucaristia, à Comunhão reparadora nas primeiras sextas-feiras do mês e à Hora Santa em reparação da humanidade. Incompreendida por vários, Margarida teve o apoio de um sacerdote, recebeu o reconhecimento do povo que podia agora deixar o medo e mergulhar no amor de Deus. Leão XIII consagrou o mundo ao Sagrado Coração de Jesus e o Papa Pio XIII recomendou esta devoção que nos leva ao encontro do Coração Eucarístico de Jesus. Santa Margarida Maria Alacoque morreu em 1690 e foi canonizada pelo Papa Bento XV em 1920. Via Canção Nova Fonte: Santo do dia – Notícias Católicas

Santa Margarida Maria Alacoque

Deus suscitou este luzeiro, ou seja, portadora da luz, que é Cristo, num período em que na Igreja penetrava as trevas do Jansenismo (doutrina que pregava um rigorismo que esfriava o amor de muitos e afastava o povo dos sacramentos). O nome de Santa Margarida Maria Alacoque está intimamente ligado à fervorosa devoção ao Sagrado Coração de Jesus. Nasceu na França em 1647, teve infância e adolescência provadas, sofridas. Órfã de pai e educada por Irmãs Clarissas, muito nova pegou uma estranha doença que só a deixou depois de fazer o voto à Santíssima Virgem. Com a intercessão da Virgem Maria, foi curada e pôde ser formada na cultura e religião. Até que provada e preparada no cadinho da humilhação, começou a cultuar o Santíssimo Sacramento do Altar e diante do Coração Eucarístico começou a ter revelações divinas. “Eis aqui o coração que tanto amou os homens, até se esgotar e consumir para testemunhar-lhe seu amor e, em troca, não recebe da maior parte senão ingratidões, friezas e desprezos”. As muitas mensagens insistiram num maior amor à Santíssima Eucaristia, à Comunhão reparadora nas primeiras sextas-feiras do mês e à Hora Santa em reparação da humanidade. Incompreendida por vários, Margarida teve o apoio de um sacerdote, recebeu o reconhecimento do povo que podia agora deixar o medo e mergulhar no amor de Deus. Leão XIII consagrou o mundo ao Sagrado Coração de Jesus e o Papa Pio XIII recomendou esta devoção que nos leva ao encontro do Coração Eucarístico de Jesus. Santa Margarida Maria Alacoque morreu em 1690 e foi canonizada pelo Papa Bento XV em 1920. Via Canção Nova Fonte: Santo do dia – Notícias Católicas

Santa Margarida Maria Alacoque

Deus suscitou este luzeiro, ou seja, portadora da luz, que é Cristo, num período em que na Igreja penetrava as trevas do Jansenismo (doutrina que pregava um rigorismo que esfriava o amor de muitos e afastava o povo dos sacramentos). O nome de Santa Margarida Maria Alacoque está intimamente ligado à fervorosa devoção ao Sagrado Coração de Jesus. Nasceu na França em 1647, teve infância e adolescência provadas, sofridas. Órfã de pai e educada por Irmãs Clarissas, muito nova pegou uma estranha doença que só a deixou depois de fazer o voto à Santíssima Virgem. Com a intercessão da Virgem Maria, foi curada e pôde ser formada na cultura e religião. Até que provada e preparada no cadinho da humilhação, começou a cultuar o Santíssimo Sacramento do Altar e diante do Coração Eucarístico começou a ter revelações divinas. “Eis aqui o coração que tanto amou os homens, até se esgotar e consumir para testemunhar-lhe seu amor e, em troca, não recebe da maior parte senão ingratidões, friezas e desprezos”. As muitas mensagens insistiram num maior amor à Santíssima Eucaristia, à Comunhão reparadora nas primeiras sextas-feiras do mês e à Hora Santa em reparação da humanidade. Incompreendida por vários, Margarida teve o apoio de um sacerdote, recebeu o reconhecimento do povo que podia agora deixar o medo e mergulhar no amor de Deus. Leão XIII consagrou o mundo ao Sagrado Coração de Jesus e o Papa Pio XIII recomendou esta devoção que nos leva ao encontro do Coração Eucarístico de Jesus. Santa Margarida Maria Alacoque morreu em 1690 e foi canonizada pelo Papa Bento XV em 1920. Via Canção Nova Fonte: Santo do dia – Notícias Católicas

2ª-feira Da 28ª Semana Do Tempo Comum

1ª Leitura – Rm 1,1-7 Jesus Cristo, descendente de Davi, filho de Deus. Leitura da Carta de São Paulo aos Romanos 1,1-7 1 Eu, Paulo, servo de Jesus Cristo, apóstolo por vocação,escolhido para o Evangelho de Deus,2 Esse Evangelho, que Deus havia prometido,por meio de seus profetas, nas Sagradas Escrituras,3 e que diz respeito a seu Filho,descendente de Davi segundo a carne,4 autenticado como Filho de Deus com poder,pelo Espírito de Santidade que o ressuscitou dos mortos, Jesus Cristo, Nosso senhor.5 É por Ele que recebemos a graça da vocação para o apostolado,a fim de podermos trazer à obediência da fétodos os povos pagãos,para a glória de seu nome.6 Entre esses povos estais também vós,chamados a ser discípulos de Jesus Cristo.7 A vós todos que morais em Roma,amados de Deus e santos por vocação,graça e paz da parte de Deus, nosso Pai,e de nosso Senhor, Jesus Cristo.Palavra do Senhor. Salmo – Sl 97, 1. 2-3ab. 3cd-4 (R.2a) R. O Senhor fez conhecer a salvação.  1 Cantai ao Senhor Deus um canto novo,* porque ele fez prodígios! Sua mão e o seu braço forte e santo* alcançaram-lhe a vitória. R.  2 O Senhor fez conhecer a salvação,* e às nações, sua justiça; 3a recordou o seu amor sempre fiel* 3b pela casa de Israel. R.  3c Os confins do universo contemplaram* 3d a salvação do nosso Deus. 4 Aclamai o Senhor Deus, ó terra inteira,* alegrai-vos e exultai! R.  Evangelho – Lc 11,29-32 Nenhum sinal será dado a esta geração a não ser o sinal de Jonas. + Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Lucas 11,29-32 Naquele tempo:29 Quando as multidões se reuniram em grande quantidade,Jesus começou a dizer:‘Esta geração é uma geração má.Ela busca um sinal, mas nenhum sinal lhe será dado,a não ser o sinal de Jonas.30 Com efeito, assim como Jonasfoi um sinal para os ninivitas,assim também será o Filho do Homem para esta geração.31 No dia do julgamento,a rainha do Sul se levantarájuntamente com os homens desta geração,e os condenará.Porque ela veio de uma terra distantepara ouvir a sabedoria de Salomão.E aqui está quem é maior do que Salomão.32 No dia do julgamento, os ninivitasse levantarão juntamente com esta geração e a condenarão.Porque eles se converteramquando ouviram a pregação de Jonas.E aqui está quem é maior do que Jonas.’Palavra da Salvação. Reflexão – Lc 11, 29-32 Para muitas pessoas, Deus deve manifestar-se constantemente para todos, pois somente assim o mundo poderá crer. Na verdade, essas pessoas querem uma demonstração evidente da existência de Deus e da sua presença no nosso dia a dia, porém o Evangelho de hoje nos mostra que assim como Jonas foi um sinal para os ninivitas, Jesus é um sinal para nós, e Jonas foi um sinal para os ninivitas apenas por suas palavras, que os ninivitas ouviram e creram. Deste modo, Jesus é um sinal para nós por sua palavra e é nela que devemos crer e não ficar exigindo que ele fique realizando “milagres” para que fundamentemos a nossa fé. Fonte: CNBB  Fonte: Evangelho do dia – Notícias Católicas

Santa Teresa D’Ávila

Santa Teresa de Jesus nasceu em Ávila, Espanha, em 1515, com o nome de Teresa de Ahumada. Em sua autobiografia, ela menciona alguns detalhes da sua infância: o nascimento “de pais virtuosos e tementes a Deus”, em uma grande família, com nove irmãos e três irmãs. Ainda jovem, com pelo menos 9 anos, leu a vida dos mártires, que inspiram nela o desejo de martírio, tanto que chegou a improvisar uma breve fuga de casa para morrer como mártir e ir para o céu (cf. Vida 1, 4): “Eu quero ver Deus”, disse a pequena aos seus pais. Alguns anos mais tarde, Teresa falou de suas leituras da infância e afirmou ter descoberto a verdade, que se resume em dois princípios fundamentais: por um lado, que “tudo o que pertence a este mundo passa”; por outro, que só Deus é para “sempre, sempre, sempre”, tema que recupera em seu famoso poema: “Nada te perturbe, nada te espante; tudo passa, só Deus não muda. A paciência tudo alcança. Quem tem a Deus, nada lhe falta. Só Deus basta!”. Ficando órfã aos 12 anos, pediu à Virgem Santíssima que fosse sua mãe (cf. Vida 1,7). Se, na adolescência, a leitura de livros profanos a levou às distrações da vida mundana, a experiência como aluna das freiras agostinianas de Santa Maria das Graças, de Ávila, e a leitura de livros espirituais, em sua maioria clássicos da espiritualidade franciscana, ensinaram-lhe o recolhimento e a oração. Aos 20 anos de idade, entrou para o convento carmelita da Encarnação, sempre em Ávila. Três anos depois, ela ficou gravemente doente, tanto que permaneceu por quatro dias em coma, aparentemente morta (cf. Vida 5, 9). Também na luta contra suas próprias doenças, a santa vê o combate contra as fraquezas e resistências ao chamado de Deus. Em 1543, ela perdeu a proximidade da sua família: o pai morre e todos os seus irmãos, um após o outro, migram para a América. Na Quaresma de 1554, aos 39 anos, Teresa chega o topo de sua luta contra suas próprias fraquezas. A descoberta fortuita de “um Cristo muito ferido” marcou profundamente a sua vida (cf. Vida 9). A santa, que naquele momento sente profunda consonância com o Santo Agostinho das “Confissões”, descreve assim a jornada decisiva da sua experiência mística: “Aconteceu que…de repente, experimentei um sentimento da presença de Deus, que não havia como duvidar de que estivesse dentro de mim ou de que eu estivesse toda absorvida n’Ele” (Vida 10, 1). Paralelamente ao amadurecimento da sua própria interioridade, a santa começa a desenvolver, de forma concreta, o ideal de reforma da Ordem Carmelita: em 1562, funda, em Ávila, com o apoio do bispo da cidade, Dom Álvaro de Mendoza, o primeiro Carmelo reformado, e logo depois recebe também a aprovação do superior geral da Ordem, Giovanni Battista Rossi. Nos anos seguintes, continuou a fundação de novos Carmelos, um total de dezessete. Foi fundamental seu encontro com São João da Cruz, com quem, em 1568, constituiu, em Duruelo, perto de Ávila, o primeiro convento das Carmelitas Descalças. Em 1580, recebe de Roma a ereção a Província Autônoma para seus Carmelos reformados, ponto de partida da Ordem Religiosa dos Carmelitas Descalços. Teresa termina sua vida terrena justamente enquanto está se ocupando com a fundação. Em 1582, de fato, tendo criado o Carmelo de Burgos e enquanto fazia a viagem de volta a Ávila, ela morreu, na noite de 15 de outubro, em Alba de Tormes, repetindo humildemente duas frases: “No final, morro como filha da Igreja” e “Chegou a hora, Esposo meu, de nos encontrarmos”. Uma existência consumada dentro da Espanha, mas empenhada por toda a Igreja. Beatificada pelo Papa Paulo V, em 1614, e canonizada por Gregório XV, em 1622, foi proclamada “Doutora da Igreja” pelo Servo de Deus Paulo VI, em 1970. Teresa de Jesus não tinha formação acadêmica, mas sempre entesourou ensinamentos de teólogos, literatos e mestres espirituais. Como escritora, sempre se ateve ao que tinha experimentado pessoalmente ou visto na experiência de outros (cf. Prefácio do “Caminho de Perfeição”), ou seja, a partir da experiência. Teresa consegue tecer relações de amizade espiritual com muitos santos, especialmente com São João da Cruz. Ao mesmo tempo, é alimentada com a leitura dos Padres da Igreja, São Jerônimo, São Gregório Magno, Santo Agostinho. Entre suas principais obras, deve ser lembrada, acima de tudo, sua autobiografia, intitulada “Livro da Vida”, que ela chama de “Livro das Misericórdias do Senhor”. Escrito no Carmelo de Ávila, em 1565, conta o percurso biográfico e espiritual, por escrito, como diz a própria Teresa, para submeter a sua alma ao discernimento do “Mestre dos espirituais”, São João de Ávila. O objetivo é manifestar a presença e a ação de um Deus misericordioso em sua vida: Para isso, a obra muitas vezes inclui o diálogo de oração com o Senhor. É uma leitura fascinante, porque a santa não apenas narra, mas mostra como reviver a profunda experiência do seu amor com Deus. Em 1566, Teresa escreveu o “Caminho da perfeição”, chamado por ela de “Admoestações e conselhos” que dava às suas religiosas. As destinatárias são as doze noviças do Carmelo de São José, em Ávila. Teresa lhes propõe um intenso programa de vida contemplativa ao serviço da Igreja, em cuja base estão as virtudes evangélicas e a oração. Entre os trechos mais importantes, destaca-se o comentário sobre o Pai Nosso, modelo de oração. A obra mística mais famosa de Santa Teresa é o “Castelo Interior”, escrito em 1577, em plena maturidade. É uma releitura do seu próprio caminho de vida espiritual e, ao mesmo tempo, uma codificação do possível desenvolvimento da vida cristã rumo à sua plenitude, a santidade, sob a ação do Espírito Santo. Teresa refere-se à estrutura de um castelo com sete “moradas”, como imagens da interioridade do homem, introduzindo, ao mesmo tempo, o símbolo do bicho da seda que renasce em uma borboleta, para expressar a passagem do natural ao sobrenatural. A santa se inspira na Sagrada Escritura, especialmente no “Cântico dos Cânticos”,

28º Domingo Do Tempo Comum

1ª Leitura – Is 25, 6-10a O Senhor dará um banquete e enxugará as lágrimas de todas as faces. Leitura do Livro do Profeta Isaías 25, 6-10a 6 O Senhor dos exércitos daráneste monte, para todos os povos,um banquete de ricas iguarias, regado com vinho puro,servido de pratos deliciosos e dos mais finos vinhos.7 Ele removerá, neste monte,a ponta da cadeia que ligava todos os povos,a teia em que tinha envolvido todas as nações.8 O Senhor Deus eliminará para sempre a mortee enxugará as lágrimas de todas as facese acabará com a desonra do seu povo em toda a terra,o Senhor o disse.9 Naquele dia, se dirá: ‘Este é o nosso Deus,esperamos nele, até que nos salvou;este é o Senhor, nele temos confiado:vamos alegrar-nos e exultar por nos ter salvo’.10a E a mão do Senhor repousará sobre este monte.Palavra do Senhor. Salmo – Sl 22,1-3a.3b-4.5-6 (R. 6cd) R. Na casa do Senhor habitarei, eternamente. 1 O Senhor é o pastor que me conduz;*não me falta coisa alguma.2 Pelos prados e campinas verdejantes*ele me leva a descansar.Para as águas repousantes me encaminha,*3 e restaura as minhas forças. R. 3b Ele me guia no caminho mais seguro,*pela honra do seu nome.4 Mesmo que eu passe pelo vale tenebroso,*nenhum mal eu temerei;estais comigo com bastóo e com cajado;*eles me dão a segurança! R. 5 Preparais à minha frente uma mesa,*bem à vista do inimigo,e com óleo vós ungis minha cabeça;*o meu cálice transborda. R. 6 Felicidade e todo bem hão de seguir-me*por toda a minha vida;e na casa do Senhor, habitarei*pelos tempos infinitos. R. 2ª Leitura – Fl 4,12-14.19-20 Tudo posso naquele que me dá força. Leitura da Carta de São Paulo aos Filipenses  Irmãos:12 Sei viver na miséria e sei viver na abundância.Eu aprendi o segredo de viver em toda e qualquersituação, estando farto ou passando fome,tendo de sobra ou sofrendo necessidade.13 Tudo posso naquele que me dá força.14 No entanto, fizestes bem em compartilhar as minhasdificuldades.19 O meu Deus proverá esplendidamente com sua riquezaa todas as vossas necessidades, em Cristo Jesus.20 Ao nosso Deus e Pai,a glória pelos séculos dos séculos. Amém.Palavra do Senhor. Evangelho – Mt 22,1-14 Convidai para a festa todos os que encontrardes. + Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus 22,1-14 Naquele tempo:1 Jesus voltou a falar em parábolasaos sumos sacerdotes e aos anciãos do povo,2 dizendo: ‘O Reino dos Céus é como a história do reique preparou a festa de casamento do seu filho.3 E mandou os seus empregadospara chamar os convidados para a festa,mas estes não quiseram vir.4 O rei mandou outros empregados, dizendo:`Dizei aos convidados: já preparei o banquete,os bois e os animais cevados já foram abatidose tudo está pronto. Vinde para a festa!’5 Mas os convidados não deram a menor atenção:um foi para o seu campo, outro para os seus negócios,6 outros agarraram os empregados,bateram neles e os mataram.7 O rei ficou indignado e mandou suas tropas para mataraqueles assassinos e incendiar a cidade deles.8 Em seguida, o rei disse aos empregados:`A festa de casamento está pronta,mas os convidados não foram dignos dela.9 Portanto, ide até às encruzilhadas dos caminhose convidai para a festa todos os que encontrardes.’10 Então os empregados saíram pelos caminhose reuniram todos os que encontraram, maus e bons.E a sala da festa ficou cheia de convidados.11 Quando o rei entrou para ver os convidados, observouali um homem que não estava usando traje de festa12 e perguntou-lhe: `Amigo,como entraste aqui sem o traje de festa?’Mas o homem nada respondeu.13 Então o rei disse aos que serviam:`Amarrai os pés e as mãos desse homeme jogai-o fora, na escuridão!Ali haverá choro e ranger de dentes’.14 Por que muitos são chamados, e poucos são escolhidos.’Palavra da Salvação.   Leituras Facultativas Evangelho – Mt 22,1-10 Convidai para a festa todos os que encontrardes. + Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus 22,1-10 Naquele tempo:Jesus voltou a falar em parábolasaos sumos sacerdotes e aos anciãos do povo,2 dizendo: ‘O Reino dos Céus é como a história do reique preparou a festa de casamento do seu filho.3 E mandou os seus empregadospara chamar os convidados para a festa,mas estes não quiseram vir.4 O rei mandou outros empregados, dizendo:`Dizei aos convidados: já preparei o banquete,os bois e os animais cevados já foram abatidose tudo está pronto. Vinde para a festa!’5 Mas os convidados não deram a menor atenção:um foi para o seu campo, outro para os seus negócios,6 outros agarraram os empregados,bateram neles e os mataram.7 O rei ficou indignado e mandou suas tropas para mataraqueles assassinos e incendiar a cidade deles.8 Em seguida, o rei disse aos empregados:`A festa de casamento está pronta,mas os convidados não foram dignos dela.9 Portanto, ide até às encruzilhadas dos caminhose convidai para a festa todos os que encontrardes.’10 Então os empregados saíram pelos caminhose reuniram todos os que encontraram, maus e bons.E a sala da festa ficou cheia de convidados.Palavra da Salvação. Fonte: CNBB  Fonte: Evangelho do dia – Notícias Católicas