Santos Julita E Ciro

Julita vivia na cidade de Icônio, atualmente Turquia. Ela era uma senhora riquíssima, da alta aristocracia e cristã, que se tornara viúva logo após ter dado à luz a um menino. Ele foi batizado com o nome de Ciro. Tinha três anos de idade quando o sanguinário imperador Diocleciano começou a perseguir, prender e matar cristãos. Julita, levando o filhinho Ciro, tentou fugir, mas acabou presa. O governador local, um cruel romano, tirou-lhe o filho dos braços e passou a usá-lo como um elemento a mais à sua tortura. Colocou-o sentado sobre seus joelhos, enquanto submetia Julita ao flagelo na frente do menino, com o intuito de que renegasse a fé em Cristo. Como ela não obedeceu, os castigos aumentaram. Foi então que o pequenino Ciro saltou dos joelhos do governador, começou a chorar e a gritar junto com a mãe: “Também sou cristão! Também sou cristão!”. Foi tamanha a ira do governador que ele, com um pontapé, empurrou Ciro violentamente fazendo-o rolar pelos degraus do tribunal, esmigalhando o seu crânio. Conta-se que Julita ficou imóvel, não reclamou, nem chorou, apenas rezou para que pudesse seguir seu pequenino Ciro no martírio e encontrá-lo, o mais rápido possível, ao lado de Deus. E foi o que aconteceu. Julita continuou sendo brutamente espancada e depois foi decapitada. Era o ano 304. Ciro tornou-se o mais jovem mártir do cristianismo, precedido apenas dos Santos Mártires Inocentes, exterminados pelo rei Herodes em Belém. É considerado o Santo padroeiro das crianças que sofrem de maus tratos. Colaboração: Padre Evaldo César de Souza, CSsR Fonte: Santo do dia – Notícias Católicas
6ª-feira Da 10ª Semana Do Tempo Comum

Aquele que ressuscitou o Senhor Jesus nos ressuscitará também com Jesus e nos colocará ao seu lado. Leitura da Segunda Carta de São Paulo aos Coríntios 4,7-15 Irmãos: 7 Trazemos esse tesouro em vasos de barro, para que todos reconheçam que este poder extraordinário vem de Deus e não de nós. 8 Somos afligidos de todos os lados, mas não vencidos pela angústia; postos entre os maiores apuros, mas sem perder a esperança; 9 perseguidos, mas não desamparados; derrubados, mas não aniquilados; 10 por toda parte e sempre levamos em nós mesmos os sofrimentos mortais de Jesus, para que também a vida de Jesus seja manifestada em nossos corpos. 11 De fato, nós, os vivos, somos continuamente entregues à morte, por causa de Jesus, para que também a vida de Jesus seja manifestada em nossa natureza mortal. 12 Assim, a morte age em nós, enquanto a vida age em vós. 13 Mas, sustentados pelo mesmo espírito de fé, conforme o que está escrito: ‘Eu creio e, por isso, falei’, nós também cremos e, por isso, falamos, 14 certos de que aquele que ressuscitou o Senhor Jesus nos ressuscitará também com Jesus e nos colocará ao seu lado, juntamente convosco. 15 E tudo isso é por causa de vós, para que a abundância da graça em um número maior de pessoas faça crescer a ação de graças para a glória de Deus. Palavra do Senhor. Salmo – Sl 115,10-11. 15-16. 17-18 (R. 17a) R. Oferto ao Senhor um sacrifício de louvor. Ou: Aleluia, Aleluia, Aleluia 10 Guardei a minha fé, mesmo dizendo: * ‘É demais o sofrimento em minha vida!’ 11 Confiei, quando dizia na aflição: * ‘Todo homem é mentiroso! Todo homem!’ R. 15 É sentida por demais pelo Senhor * a morte de seus santos, seus amigos. 16 Eis que sou o vosso servo, ó Senhor, + vosso servo que nasceu de vossa serva; * mas me quebrastes os grilhões da escravidão! R. 17 Por isso oferto um sacrifício de louvor, * invocando o nome santo do Senhor. 18 Vou cumprir minhas promessas ao Senhor * na presença de seu povo reunido. R. Evangelho – Mt 5,27-32 Todo aquele que olhar para uma mulher, com o desejo de possuí-la, já cometeu adultério com ela no seu coração. + Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus 5,27-32 Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 27 Ouvistes o que foi dito: ‘Não cometerás adultério’. 28 Eu, porém, vos digo: Todo aquele que olhar para uma mulher, com o desejo de possuí-la, já cometeu adultério com ela no seu coração. 29 Se o teu olho direito é para ti ocasião de pecado, arranca-o e joga-o para longe de ti! De fato, é melhor perder um de teus membros, do que todo o teu corpo ser jogado no inferno. 30 Se a tua mão direita é para ti ocasião de pecado, corta-a e joga-a para longe de ti! De fato, é melhor perder um dos teus membros, do que todo o teu corpo ir para o inferno. 3l Foi dito também: ‘Quem se divorciar de sua mulher, dê-lhe uma certidão de divórcio’. 32 Eu, porém, vos digo: Todo aquele que se divorcia de sua mulher, a não ser por motivo de união irregular, faz com que ela se torne adúltera; e quem se casa com a mulher divorciada comete adultério. Palavra da Salvação. Reflexão – Mt 5, 27-32 O valor da pessoa humana não pode ser diminuído em hipótese alguma. O Evangelho de hoje nos mostra o valor da pessoa como motivação para a vivência plena da Lei. Não é porque eu não fiz nada que eu não desrespeitei. Jesus não quer apenas ato, ele exige de nós uma postura evangélica de quem é capaz de ver o outro e a outra como seres criados à imagem e semelhança de Deus, mas também como renascidos em Cristo para uma vida nova, membros do Corpo Místico de Cristo, unidos a Cristo como o ramo está unido à videira, Templos vivos do Espírito Santo e como consagrados pela graça do Batismo, ou seja, pertencentes ao Pai, amados e amadas por ele e que devem ser respeitados e valorizados. Fonte: CNBB Fonte: Evangelho do dia – Notícias Católicas
Rito De Comunhão Durante A Missa Da Santíssima Trindade

No dia 11 de junho, primeiro domingo após o Pentecostes, a Missa de solenidade à Santíssima Trindade celebrada as 9 horas pelo padre Robert marcou também o Rito de Acolhida dos catequizandos do 2°ano e catecúmenos (que ainda não receberam o batismo) da Paróquia Santa Luzia. O celebrante iniciou o Rito acolhendo a todas as crianças participantes do Rito e perguntou aos catecumenos e a seus responsáveis se estavam dispostos a perseverar na Caminhada Cristã. E com 132 crianças, sendo 19 delas catecumenos o padre disse “a vocês que estão se preparando para Batismo e Eucaristia serão recebidos com muita alegria na vida de cristão aonde cada dia irão conhecer melhor o amor de Cristo e procurar viver como filhos e filhas de Deus”. A Comunidade por sua vez, dirigiu suas preces a todas aquelas crianças, a fim de que Deus possa ajudá-las no Caminho da Fé e do Amor, além também de mostrar seu compromisso em acolher os novos cristãos. Os catecúmenos foram convidados a ficar em frente ao altar aonde o padre lhes entregou um px (um cordão símbolo cristão com a abreviatura do nome de Jesus Cristo). As catequistas repetiram os gestos com as crianças das doze turmas em preparação para a Primeira Comunhão. Em seguida os pais entregaram uma Bíblia aos filhos em sinônimo do testemunho de fé, e nesta hora padre Robert lembrou “o primeiro catequista das crianças são os pais e as catequistas são auxiliares para reforçar o que é aprendido em casa”. No final da celebração o padre Robert mencionou com alegria o crescimento no número de inscritos na catequese e fez a premiação do concurso de desenhos. Com tema duplo (a Campanha da Fraternidade 2017 & os 300 anos da aparição de Nossa Senhora Aparecida) em duas categorias de idades. Os premiados receberam um terço com uma medalha para o 3º lugar, uma Bíblia para o 2º lugar e o 1º lugar um tablet. O padre falou em nome da comissão julgadora o quanto foi difícil a escolha diante de tantos trabalhos bonitos. Na categoria de 5 a 9 anos os vencedores foram Karine Maia/3º lugar, Luan Gomes/2º lugar e Luiz Felipe da Silva/1º lugar; e na categoria 10 a 14 anos os ganhadores foram Yasmin Gomes/3º lugar, Ana Beatriz Leite/2º lugar e Letícia Lima/1º lugar. Os desenhos estão expostos em dois murais no pátio da Paróquia para a apreciação de todos.
São Vito

Vito nasceu no final do século III, na Sicília Ocidental, de uma família pagã, muito rica e de nobre estirpe. Sua mãe morreu quando ele tinha tenra idade, e seu pai contratou uma ama, chamada Crescência, para cuidar do pequenino. Ela era cristã, viúva e tinha perdido o único filho. Ele ainda providenciou um professor, chamado Modesto, para instruir e formar seu herdeiro. Entretanto, o professor também era cristão. O pai de Vito encarava o cristianismo como inimigo a ser combatido. Por isto, Modesto e Crescência nunca revelaram que eram seguidores de Cristo. Contudo, educaram o menino dentro da religião. Desta forma, aos doze anos, embora clandestinamente, Vito já estava batizado e demonstrava identificação total com os ensinamentos de Jesus. Ao saber do batismo, o pai tentou convencê-lo a abandonar a fé e castigou o próprio filho, entregando-o então ao governador Valeriano, que o encarcerou e o maltratou por vários dias. Modesto e Crescência, entretanto, conseguiram arquitetar uma fuga e tiraram Vito das mãos do poderoso governador. Fugiram e passaram a viver de cidade em cidade, fugindo dos algozes. Aconteceu que o filho do imperador Diocleciano ficou muito doente. O soberano, tendo conhecimento dos dons de Vito, mandou que o trouxessem vivo à sua presença. Vito então rezou com todo fervor e em nome de Jesus foi logo atendido. Porém, Diocleciano pagou com a traição. Mandou prender Vito, que não aceitou renegar a fé em Cristo para ser libertado. Vito disse não ao imperador e foi condenado à morte no dia 15 de junho, possivelmente de 304, depois de muitas torturas, quando ele tinha apenas quinze anos de idade. Com ele foram martirizados também Modesto e Crescência. Colaboração: Padre Evaldo César de Souza, CSsR Fonte: Santo do dia – Notícias Católicas
Solenidade Do Santíssimo Corpo E Sangue De Cristo Do Tempo Comum

1ª Leitura – Dt 8,2-3.14b-16a Deu-te um alimento, que nem tu nem teus pais conhecíeis. Leitura do Livro do Deuteronômio 8,2-3.14b-16a Moisés falou ao povo, dizendo: 2 Lembra-te de todo o caminho por onde o Senhor teu Deus te conduziu, esses quarenta anos, no deserto, para te humilhar e te pôr à prova, para saber o que tinhas no teu coração, e para ver se observarias ou não seus mandamentos. 3 Ele te humilhou, fazendo-te passar fome e alimentando-te com o maná que nem tu nem teus pais conheciam, para te mostrar que nem só de pão vive o homem, mas de toda a palavra que sai da boca do Senhor. 14b Não te esqueças do Senhor teu Deus que te fez sair do Egito da casa da escravidão, 15 e que foi teu guia no vasto e terrível deserto, onde havia serpentes abrasadoras, escorpiões, e uma terra árida e sem água nenhuma. Foi ele que fez jorrar água para ti da pedra duríssima, 16a e te alimentou no deserto com maná, que teus pais não conheciam. Palavra do Senhor. Salmo – Sl 147,12-13.14-15.19-20 (R. 12) R. Glorifica o Senhor, Jerusalém; celebra teu Deus, ó Sião! Ou: Aleluia, Aleluia, Aleluia. 12 Glorifica o Senhor, Jerusalém!* Â Sião, canta louvores ao teu Deus! 13 Pois reforçou com segurança as tuas portas,* e os teus filhos em teu seio abençoou. R. 14 A paz em teus limites garantiu * e te dá como alimento a flor do trigo. 15 Ele envia suas ordens para a terra,* e a palavra que ele diz corre veloz. R. 19 Anuncia a Jacó sua palavra,* seus preceitos suas leis a Israel. 20 Nenhum povo recebeu tanto carinho,* a nenhum outro revelou os seus preceitos. R. 2ª Leitura – 1Cor 10,16-17 Uma vez que há um só pão, nós, embora muitos, somos um só corpo. Leitura da Primeira Carta de São Paulo aos Coríntios 10,16-17 Irmãos: 16 O cálice da bênção, o cálice que abençoamos, não é comunhão com o sangue de Cristo? E o pão que partimos, não é comunhão com o corpo de Cristo? 17 Porque há um só pão, nós todos somos um só corpo, pois todos participamos desse único pão. Palavra do Senhor. Evangelho – Jo 6,51-58 Minha carne é verdadeira comida e o meu sangue, verdadeira bebida. + Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo João 6,51-58 Naquele tempo: disse Jesus às multidões dos judeus: 51 ‘Eu sou o pão vivo descido do céu. Quem comer deste pão viverá eternamente. E o pão que eu darei é a minha carne dada para a vida do mundo’. 52 Os judeus discutiam entre si, dizendo: ‘Como é que ele pode dar a sua carne a comer?’ 53 Então Jesus disse: ‘Em verdade, em verdade vos digo, se não comerdes a carne do Filho do Homem e não beberdes o seu sangue, não tereis a vida em vós. 54 Quem come a minha carne e bebe o meu sangue tem a vida eterna, e eu o ressuscitarei no último dia. 55 Porque a minha carne é verdadeira comida e o meu sangue, verdadeira bebida. 56 Quem come a minha carne e bebe o meu sangue permanece em mim e eu nele. 57 Como o Pai, que vive, me enviou, e eu vivo por causa do Pai, assim o que me come viverá por causa de mim. 58 Este é o pão que desceu do céu. Não é como aquele que os vossos pais comeram. Eles morreram. Aquele que come este pão viverá para sempre.’ Palavra da Salvação. Fonte: CNBB Fonte: Evangelho do dia – Notícias Católicas
O Que é O Sacramento Do Batismo?

O Sacramento do Batismo é o primeiro Sacramento, a porta de entrada para todos os outros. Sem o Batismo, nenhum católico pode receber os Sacramentos. Mas qual o significado do Batismo? O que ele realiza? O Batismo, como todos os outros Sacramentos, foi instituído por Cristo e ministrado pela Igreja desde os Apóstolos. No início da sua vida pública, Jesus foi até João Batista para receber o batismo. João Batista usava a água apenas como sinal de arrependimento e conversão. Jesus, antecipando o seu Sacrifício na Cruz, (quando assumiu sobre si o pecado da humanidade) se deixa batizar por João Batista. Jesus assume , desde o momento do seu batismo, os nossos pecados, que seriam redimidos plenamente na sua morte e ressurreição. “253. Como é prefigurado o Batismo na Antiga Aliança? Na Antiga Aliança encontram-se várias prefigurações do Batismo: a água, fonte de vida e de morte; a arca de Noé, que salva por meio da água; a passagem do Mar Vermelho, que liberta Israel da escravidão egípcia; a travessia do Jordão, que introduz Israel na terra prometida, imagem da vida eterna. 1217-1222 254. Quem dá acabamento a essas prefigurações? Jesus Cristo, o qual, no início da sua vida pública, se faz batizar por João Batista no Jordão; na cruz, do seu lado traspassado brotam sangue e água, sinais do Batismo e da Eucaristia, e depois da sua Ressurreição confia aos Apóstolos esta missão: “Ide, pois, fazer discípulos entre todas as nações, e batizai-os em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo” (Mt 28,19). 1223-1224″ (Compêndio do Catecismo da Igreja Católica) Com o seu próprio batismo, Jesus institui o nosso batismo, que é o perdão (remissão) da mancha do Pecado Original; nos fazendo filhos de Deus e membros do Corpo Místico de Cristo: a Igreja. Com o sinal visível do derramamento da água no nosso corpo, é realizada uma graça invisível e eficaz. Em resumo: o Batismo é um sinal visível (através da água) que realizada ações eficazes e invisíveis. As graças que recebemos com o batismo são: – o perdão do Pecado Original e de todos os nossos pecados pessoais (cometidos até o batismo); – a adoção como filhos de Deus; – se tornar membros da Igreja (Corpo Místico de Cristo); e – receber o Espírito Santo. Tudo isso, como falamos no artigo anterior, só é possível tendo em vista o Sacrifício que Cristo realizou na Cruz para perdoar a culpa dos nossos pecados. O Batismo começou a ser administrado pela Igreja desde o dia de Pentecostes, a todos aqueles que creem em Jesus Cristo. E desde o inicio a Igreja administrou o Batismo às crianças, como se pode ver nessa passagem no livro dos Atos dos Apóstolos: “Disseram-lhe: Crê no Senhor Jesus e serás salvo, tu e tua família. Anunciaram-lhe a palavra de Deus, a ele e a todos os que estavam em sua casa. Então, naquela mesma hora da noite, ele cuidou deles e lavou-lhes as chagas. Imediatamente foi batizado, ele e toda a sua família.” (At 16, 31-33) Nessa e em outras passagens da Bíblia, vemos indícios de que a Igreja sempre batizou crianças. Na casa do centurião Cornélio (“com toda a sua casa”; At 10, 1s.24.47s); a negociante Lídia de Filipos (At 16, 14s); o Carcereiro de Filipos (16, 31-33), Crispo de Corinto (At 18,8); a família de Estéfanas (1Cor 1, 16). Além das Sagradas Escrituras, podemos constatar a tradição da Igreja de batizar crianças desde o tempo dos Apóstolos, como afirmam Orígines de Alexandria (†250) e S. Agostinho (†430): “o costume de batizar crianças é tradição recebida dos Apóstolos.” A Santíssima Trindade dá ao Batizado a graça santificante, a graça da justificação, a qual torna-o capaz de crer em Deus, de esperar nele e de amá-lo, por meio das Virtudes Teologais (Fé, Esperança e Caridade); concede-lhe o poder de viver e agir sob a moção do Espírito Santo por seus dons; permite-lhe crescer no bem pelas virtudes morais. Assim, todo o organismo da vida sobrenatural do cristão tem sua raiz no Santo Batismo. O Batismo é um sinal indelével, ou seja, não se apaga. Uma vez batizado, sempre batizado. É uma marca na alma que nunca se apaga. Também é importante dizer que o Batismo é necessário para a salvação e só pode ser recebido uma vez na vida: “Ide, pois, e ensinai a todas as nações; batizai-as em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo.” disse nosso Senhor Jesus Cristo (Mt 28, 19). “261. O Batismo é necessário para a salvação? O Batismo é necessário à salvação para aqueles aos quais foi anunciado o Evangelho e que têm a possibilidade de pedir esse sacramento. 1257 262. Pode-se ser salvo sem o Batismo? Uma vez que Cristo morreu pela salvação de todos, podem ser salvos mesmo sem Batismo todos os que morrem por causa da fé (Batismo de sangue), os catecúmenos, e também todos aqueles que sob o impulso da graça, sem conhecer Cristo e a Igreja, procuram sinceramente Deus e se esforçam por cumprir a sua vontade (Batismo de desejo). Quanto às crianças mortas sem Batismo, a Igreja na sua liturgia as confia à misericórdia de Deus. 1258-1261 1281-1283. (Compêndio do Catecismo da Igreja Católica)” Para um Sacramento ser válido, ele deve possuir “Matéria, Forma, Ministro e Intenção do Ministro”. No caso do Sacramento do Batismo, é necessário: Matéria: água; Forma: rito básico do batismo (Eu te batizo em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo); Ministro: são ministros ordinários do Batismo o Bispo e o presbítero (padre). Na Igreja Latina, também o diácono. Em caso de necessidade (perigo de morte), qualquer pessoa (até não batizado) pode batizar, desde que tenha intenção de fazer o que a Igreja faz, e derramar água sobre a cabeça do candidato dizendo “Eu te batizo em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo”. Somente na Igreja Católica temos a oportunidade de receber o Sacramento do Batismo com o seu pleno significado, em nome da Santíssima Trindade. Para nós
Santa Iolanda Da Polônia

Iolanda nasceu no ano de 1235, era filha do rei da Hungria, que era da ordem terceira de São Francisco. Além disso, era sobrinha de Santa Isabel da Hungria, também da Ordem Terceira. Iolanda foi educada desde muito pequena pela irmã. Por tradição familiar e social da época, Iolanda deveria se casar com alguém da terra e escolheu Boleslau, o Duque de Kalisz, conhecido como “o Pio”. Foi uma época de muita alegria para o povo polonês, que viu em Iolanda uma pessoa profundamente bondosa, justa e caridosa. Iolanda tinha então três filhas, das quais duas se casaram e uma terceira retirou-se para o convento das clarissas. Iolanda e sua irmã, quando ficaram viúvas, resolveram entrar também para a vida religiosa. As três damas cristãs viveram muitos anos em um mosteiro de clarissas, fazendo do silêncio do claustro o terreno para um fecundo período de meditação e oração. Quando sua irmã morreu, em 1292, Iolanda mudou de mosteiro. No novo lar, ela foi superiora e aí mesmo faleceu, no dia 14 de junho de 1298. Colaboração: Padre Evaldo César de Souza, CSsR Fonte: Santo do dia – Notícias Católicas
4ª-feira Da 10ª Semana Do Tempo Comum

1ª Leitura – 2Cor 3,4-11 Ele é que nos tornou capazes de exercer o ministério de uma aliança nova. Esta não é uma aliança da letra, mas do Espírito. Leitura da Segunda Carta de São Paulo aos Coríntios 3,4-11 Irmãos: 4 É por Cristo que temos tal confiança perante Deus, 5 não porque sejamos capazes por nós mesmos, de ter algum pensamento, como de nós mesmos, mas essa nossa capacidade vem de Deus. 6 Ele é que nos tornou capazes de exercer o ministério de uma aliança nova. Esta não é uma aliança da letra, mas do Espírito. Pois a letra mata, mas o Espírito comunica a vida. 7 Se o ministério da morte, gravado em pedras com letras, foi cercado de tanta glória, que os israelitas não podiam fitar o rosto de Moisés, por causa do seu fulgor, ainda que passageiro, 8 quanto mais glorioso não será o ministério do Espírito? 9 Pois, se o ministério da condenação foi glorioso, muito mais glorioso há de ser o ministério ao serviço da justificação. 10 Realmente, em comparação com uma glória tão eminente, já não se pode chamar glória o que então tinha sido glorioso. 11 Pois, se o que era passageiro foi marcado de glória, muito mais glorioso será o que permanece. Palavra do Senhor. Salmo – Sl 98, 5. 6. 7. 8. 9 (R. Cf. 9c) R. Santo é o Senhor nosso Deus! 5 Exaltai o Senhor nosso Deus, + e prostrai-vos perante seus pés, * pois é santo o Senhor nosso Deus! R. 6 Eis Moisés e Aarão entre os seus sacerdotes. + E também Samuel invocava seu nome, * e ele mesmo, o Senhor, os ouvia. R. 7 Da coluna de nuvem falava com eles. + E guardavam a lei e os preceitos divinos, * que o Senhor nosso Deus tinha dado. R. 8 Respondíeis a eles, Senhor nosso Deus, + porque éreis um Deus paciente com eles, * mas sabíeis punir seu pecado. R. 9 Exaltai o Senhor nosso Deus, + e prostrai-vos perante seu monte, * pois é santo o Senhor nosso Deus! R. Evangelho – Mt 5,17-19 Aquele que praticar e ensinar os mandamentos, este será considerado grande. + Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus 5,17-19 Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 17 Não penseis que vim abolir a Lei e os Profetas. Não vim para abolir, mas para dar-lhes pleno cumprimento. 18 Em verdade, eu vos digo: antes que o céu e a terra deixem de existir, nem uma só letra ou vírgula serão tiradas da Lei, sem que tudo se cumpra. l9 Portanto, quem desobedecer a um só destes mandamentos, por menor que seja, e ensinar os outros a fazerem o mesmo, será considerado o menor no Reino dos Céus. Porém, quem os praticar e ensinar será considerado grande no Reino dos Céus. Palavra da Salvação. Reflexão – Mt 5, 17-19 O verdadeiro cumprimento da Lei não significa apenas a obediência a ela. Significa descobrir os valores que são inerentes a ela, as motivações que estão por trás dela e as conseqüências da sua observância para a felicidade pessoal, para a construção de um mundo melhor para todos e principalmente para que possamos descobrir o bem maior para as nossas vidas, que é o projeto de Deus para a humanidade, e assumir como próprio de cada um de nós este projeto que nos é proposto pelo próprio Deus. Jesus nos mostra que Deus não quer de nós a infantilidade da obediência cega, mas a maturidade da co-responsabilidade no projeto do Reino. Fonte: CNBB Fonte: Evangelho do dia – Notícias Católicas
Novo Bispo Auxiliar Para O Rio De Janeiro

A Nunciatura Apostólica no Brasil anunciou nesta quarta-feira, 7 de junho, que o Papa Francisco nomeou o padre Juarez Delorto Secco, 47 anos, como bispo auxiliar da Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro. Até então, pároco da Catedral de São Pedro Apóstolo, e integrante do Clero da Diocese de Cachoeiro de Itapemirim (ES), no Regional Leste 2 da CNBB, o eleito auxiliará o governo pastoral do Cardeal Orani João Tempesta. A ordenação episcopal será no dia 9 de setembro, às 16h, na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, e sua apresentação na Arquidiocese do Rio será no dia 7 de outubro, às 9h, na Catedral de São Sebastião. Perfil Monsenhor Juarez Delorto Secco Filho de Alfredo Secco e de Marcelina Delorto Secco Local e data nascimento: 4/7/1970, em Cachoeiro de Itapemirim (ES) Data do batismo: 26/7/1970, na Paróquia Nossa Senhora da Consolação Propedêutico e filosofia: Seminário Bom Pastor, em Cachoeiro de Itapemirim Curso de teologia: IFTAV (Instituto de Filosofia e Teologia da Arquidiocese de Vitória (ES) Seminário maior: São João Maria Vianney Recepção dos ministérios Leitorato – Paróquia São Felipe – Aeroporto Acolitato – Paróquia São Sebastião – Aquidaban Ordenação diaconal: 12/11/2000, na Paróquia São Geraldo Magela, por Dom Luiz Mancilha Vivlela Ordenação presbiteral: 10/3/2001, na Paróquia São Felipe, por Dom Luiz Mancilha Vivlela Títulos Terceiro grau completo. Bacharel em Direito Curso superior: Faculdade de Direito de Cachoeiro de Itapemirim (FDCI) Pós-graduação especialização em processo matrimonial canônico pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul. Pós-graduação lato sensu (especialização) – formação de educadores, promovido em convênio com a Escola de Formadores da Organização dos Seminários e Institutos do Brasil (OSIB – Sul IV) e da Conferência dos Religiosos do Brasil (CRB – SC), com sede em Florianópolis – SC. Ofícios na Diocese de Cachoeiro de Itapemirim Sav (Serviço de Animação Vocacional) Vice reitor do Seminário Maior São João Maria Vianney Chanceler da cúria Membro do conselho presbiteral Defensor do vínculo do Tribunal Eclesiástico Interdiocesano de Vitória (ES) Defensor do vínculo da Câmara Eclesiástica de Cachoeiro de Itapemirim Coordenador do Regional Leste 2 Membro do Conselho Nacional do Prado Foi pároco da Paróquia São Miguel Arcanjo – Guaçuí Foi pároco da Paróquia São Sebastião no Bairro Aquidaban, em Cachoeiro de Itapemirim Atualmente pároco da Catedral de São Pedro Apóstolo – Diocese de Cachoeiro de Itapemirim *** Carta de boas vindas do Cardeal Orani João Tempesta Seja bem-vindo, Monsenhor Juarez Delorto Secco! O Santo Padre, o Papa Francisco, na sua solicitude pela Igreja Católica que peregrina em todo o orbe, escolheu no presbitério da Diocese de Cachoeiro deItapemirim, ES, o Reverendíssimo Monsenhor Juarez Delorto Secco, nomeando-o Bispo Titular de “Vesegela di Numidia”, e Bispo Auxiliar de nossa Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro. Caro Mons. Juarez, quero acolhê-lo, de coração aberto, como nosso precioso colaborador no serviço alegre à grande metrópole carioca. O Reverendo Padre Juarez Delorto Secco, com dezesseis anos de ordenação sacerdotal, nasceu em 04 de julho de 1970, em Cachoeiro de Itapemirim, ES, filho de Alfredo Secco e de Dona Marcelina Delorto Secco. Foi batizado em 26 de julho de 1970, na Paróquia Nossa Senhora da Consolação. Frequentou o propedêutico e curso de filosofia no Seminário Bom Pastor, em Cachoeiro de Itapemirim, ES. Estudou Teologia no Instituto de Filosofia e Teologia da Arquidiocese de Vitória, ES, residindo no Seminário Maior São João Maria Vianney. Foi ordenado Diácono pela imposição das mãos de Dom Luiz Mancilha Vilela, então Bispo de Cachoeiro deItapemirim, ES, em 12 de novembro de 2000, na Paróquia São Geraldo Magela, em Cachoeiro de Itapemirim. Foi ordenado presbítero pela imposição das mãos de Dom Luiz Mancilha Vilela, em 10 de março de 2001, na Paróquia São Filipe, Bairro Aeroporto, em Cachoeiro deItapemirim. Atualmente é o Pároco da Paróquia São Pedro – Catedral de Cachoeiro de Itapemirim, ES; Chanceler do Bispado de Cachoeiro de Itapemirim, ES, bem como Defensor do Vínculo do Tribunal Eclesiástico Interdiocesano de Vitória, ES. Monsenhor Juarez é Bacharel em Direito, pela Faculdade de Direito de Cachoeiro de Itapemirim (FDCI), pós-graduado, com especialização em Processo Matrimonial Canônico, pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul. Também obteve Pós-graduado lato sensu em formação de Educadores, promovido em convênio com a Escola de Formadores da Organização dos Seminários e Institutos do Brasil – OSIB – Sul IV e da Conferência dos Religiosos do Brasil – CRB-SC, com sede em Florianópolis, SC. Como presbítero na Diocese de Cachoeiro deItapemirim, assumiu os seguintes ofícios: SAV – Serviço de Animação Vocacional, Vice-Reitor do Seminário Maior São João Maria Vianney, Chanceler da Cúria Diocesana, Membro do Conselho Presbiteral, Defensor do Vínculo do Tribunal Eclesiástico Interdiocesano de Vitória, ES, Defensor do Vínculo da Câmara Eclesiástica de Cachoeiro de Itapemirim, Coordenador do Regional II da Diocese de Cachoeiro de Itapemirim, Membro do Conselho Nacional do Prado, foi pároco da Paróquia São Miguel Arcanjo, em Guaçuí, ES, foi pároco da Paróquia São Sebastião, no bairro Aquidaban, na sede diocesana, e, atualmente, é pároco da Catedral de São Pedro Apóstolo. Com a chegada de Monsenhor Juarez, passaremos a contar com seis bispos auxiliares. Como bem disse o Papa Francisco, na alocução aos sacerdotes e seminaristas do Pontifício Seminário Campano, inter-regional de Posillipo: “o sacerdote é chamado a guiar o povo cristão, a discernir os sinais dos tempos, a saber reconhecer a voz de Deus na multidão de vozes, muitas vezes confusas, que se cruzam, com mensagens contrastantes entre si, no nosso mundo caracterizado pela pluralidade de sensibilidades culturais e religiosas”. (Cf. L’Osservatore Romano, quinta-feira, 11 de maio de 2017, número 19, página 4). Jesus Cristo é o único Sumo Sacerdote do Novo Testamento, mas em Cristo, também, todo o povo de Deus foi constituído povo sacerdotal. Entre os seus discípulos, o Senhor Jesus escolhe alguns fiéis para o ministério sacerdotal, sempre em favor da santificação do povo de Deus, para continuar a missão de sacerdote e de pastor do Ressuscitado. Jesus enviou primeiro os Apóstolos e depois os Bispos e os seus sucessores, chamados ao serviço do povo de Deus. Portanto, a missão do Bispo Auxiliar é ser testemunha visível do Ressuscitado e servidor dos irmãos e irmãs, para santificá-los com o seu estilo de vida,conforme o estilo de vida de Jesus e a sua disposição em servir à comunidade diocesana para a qual foi enviado. O mundo necessita de pessoas que escutem as angústias e agruras dos homens e das mulheres neste tempo complexo em que vivemos. Hoje, mais do que ontem, precisamos nos educar, permanentemente, na escuta respeitosa do outro, para poder, depois, anunciar a boa nova do Reino de Deus. Ouvindo os irmãos e anunciando a santidade, o Bispo se esforça por ser aquele
3ª-feira Da 10ª Semana Do Tempo Comum

1ª Leitura – 2Cor 1,18-22 Jesus nunca foi ‘sim-e-não’, mas somente ‘sim’ Leitura da Segunda Carta de São Paulo aos Coríntios 1,18-22 Irmãos: 18 Eu vos asseguro, pela fidelidade de Deus: O ensinamento que vos transmitimos não é ‘sim-e-não’. 19 Pois o Filho de Deus, Jesus Cristo, que nós – a saber: eu, Silvano e Timóteo – pregamos entre vós, nunca foi ‘sim-e-não’, mas somente ‘sim’. 20 Com efeito, é nele que todas as promessas de Deus têm o seu ‘sim’ garantido. Por isso também, é por ele que dizemos ‘amém’ a Deus, para a sua glória. 21 É Deus que nos confirma, a nós e a vós, em nossa adesão a Cristo, como também é Deus que nos ungiu. 22 Foi ele que nos marcou com o seu selo e nos adiantou como sinal o Espírito derramado em nossos corações. Palavra do Senhor. Salmo – Sl 118(119),129.130.131.132.133.134.135 R. Fazei brilhar vosso semblante ao vosso servo! 129 Maravilhosos são os vossos testemunhos, * eis por que meu coração os observa! R. 130 Vossa palavra, ao revelar-se, me ilumina, * ela dá sabedoria aos pequeninos R. 131 Abro a boca e aspiro largamente, * pois estou ávido de vossos mandamentos. R. 132 Senhor, voltai-vos para mim, tende piedade, * como fazeis para os que amam vosso nome! R. 133 Conforme a vossa lei firmai meus passos, * para que não domine em mim a iniquidade R. 134 Libertai-me da opressão e da calúnia, * para que eu possa observar vossos preceitos! R. 135 Fazei brilhar vosso semblante ao vosso servo, * e ensinai-me vossas leis e mandamentos! R. Evangelho – Mt 5,13-16 Vós sois a luz do mundo. + Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus 5,13-16 Naquele tempo, disse Jesus a seus discípulos: 13 Vós sois o sal da terra. Ora, se o sal se tornar insosso, com que salgaremos? Ele não servirá para mais nada, senão para ser jogado fora e ser pisado pelos homens. 14 Vós sois a luz do mundo. Não pode ficar escondida uma cidade construída sobre um monte. 15 Ninguém acende uma lâmpada, e a coloca debaixo de uma vasilha, mas sim, num candeeiro, onde brilha para todos que estão na casa. 16 Assim também brilhe a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e louvem o vosso Pai que está nos céus. Palavra da Salvação. Reflexão – Mt 5, 13-16 Todos nós devemos testemunhar Jesus e os valores do Reino dos céus a fim de que o mundo não se corrompa, mas descubra os caminhos da santidade, da justiça e da graça. Com isso, é de suma importância que o anúncio da Palavra seja acompanhado pela coerência de vida, pela busca da santidade e pelo seguimento de Jesus a partir da vivência dos seus mandamentos. O Papa Paulo VI nos falava sobre isso na sua Exortação Apostólica Evangelii Nuntiandi, quando se referia à exigência da santidade em todo trabalho evangelizador. Todo trabalho evangelizador deve começar pela caridade, pelo serviço, ou seja, pela explicitação, através da vida, dos valores do Evangelho. Fonte: CNBB Fonte: Evangelho do dia – Notícias Católicas
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