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16ª Semana Do Tempo Comum – Terça-feira

Primeira Leitura: Miqueias 7,14-15.18-20 Leitura da profecia de Miqueias – Apascenta o teu povo com o cajado da autoridade, o rebanho de tua propriedade, os habitantes dispersos pela mata e pelos campos cultivados; que eles desfrutem a terra de Basã e Galaad, como nos velhos tempos. E, como foi nos dias em que nos fizeste sair do Egito, faze-nos ver novos prodígios. Qual Deus existe, como tu, que apagas a iniquidade e esqueces o pecado daqueles que são resto de tua propriedade? Ele não guarda rancor para sempre, o que ama é a misericórdia. Voltará a compadecer-se de nós, esquecerá nossas iniquidades e lançará ao fundo do mar todos os nossos pecados. Tu manterás fidelidade a Jacó e terás compaixão de Abraão, como juraste a nossos pais, desde tempos remotos. – Palavra do Senhor. Salmo Responsorial: 84(85) Mostrai-nos, ó Senhor, vossa bondade. 1. Favorecestes, ó Senhor, a vossa terra, / libertastes os cativos de Jacó. / Perdoastes o pecado ao vosso povo, / encobristes toda a falta cometida; / retirastes a ameaça que fizestes, / acalmastes o furor de vossa ira. – R. 2. Renovai-nos, nosso Deus e salvador, / esquecei a vossa mágoa contra nós! / Ficareis eternamente irritado? / Guardareis a vossa ira pelos séculos? – R. 3. Não vireis restituir a nossa vida, / para que em vós se rejubile o vosso povo? / Mostrai-nos, ó Senhor, vossa bondade, / concedei-nos também vossa salvação! – R. Evangelho: Mateus 12,46-50 Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus – Naquele tempo, enquanto Jesus estava falando às multidões, sua mãe e seus irmãos ficaram do lado de fora, procurando falar com ele. Alguém disse a Jesus: “Olha! Tua mãe e teus irmãos estão aí fora e querem falar contigo”. Jesus perguntou àquele que tinha falado: “Quem é minha mãe e quem são meus irmãos?” E, estendendo a mão para os discípulos, Jesus disse: “Eis minha mãe e meus irmãos. Pois todo aquele que faz a vontade do meu Pai, que está nos céus, esse é meu irmão, minha irmã e minha mãe”. – Palavra da salvação. Reflexão: Não está dito que Jesus tenha recusado receber sua mãe e seus parentes. Ele aproveita o ensejo para apresentar uma novidade. Doravante, a pertença à familiaridade de Jesus se dá por outros critérios, e não somente pelos laços de sangue. Sua nova família se constitui com as pessoas que fazem a vontade do Pai celeste. Jesus não fica confinado a pequeno grupo, ou exclusivo de uma raça. Ele vem para unir ao seu redor os povos do mundo inteiro. Ele é o Senhor e o Mestre de todos. Ele próprio se autodenomina o bom Pastor e prediz que “todos se tornarão um só rebanho com um só pastor” (Jo 10,16). Pois ele veio do Pai para salvar não apenas um povo, mas para reunir os filhos de Deus que estão espalhados por toda parte (cf. Jo 11,52). Você se sente fazendo parte da família de Jesus Cristo? Fonte: Evangelho do dia – Notícias Católicas

São Lourenço De Brindes

Presbítero da Igreja, o santo de hoje é reconhecido como Doutor, pois amou, aprofundou, serviu e com ardor comunicou a Sã Doutrina Católica. Nascido em Brindes, na Itália, no ano de 1559, São Lourenço entrou na família franciscana, como Capuchinho e chegou a Superior Geral. Homem de Deus e conciliador da maneira franciscana de viver com as necessidades da época, como pregador espalhou a Palavra de Deus em muitos lugares, como Itália, Espanha, Portugal, França, Bélgica, Holanda. Conhecedor do hebraico, aramaico, caldeu, grego, latim, alemão, italiano e outras línguas, pôde – como teólogo e apologista – aprofundar nos estudos das Sagradas Escrituras e bradar pelos quatro cantos da Igreja e do mundo a Verdade, pois o protestantismo se alastrava, assim como diversas heresias. São Lourenço fugia constantemente das honras e, além de dormir no chão, levantava-se à noite para rezar e se alimentava somente de pão, água e verduras, como penitência. Além de grande propagador da Palavra, foi quem muito lutou para vivê-la, por isso, ao ocupar a função de diplomata da Igreja, serviu de pacificador durante a ameaça de invasão por parte dos turcos. São Lourenço, que entrou no Céu com 60 anos, deixou muitos escritos, os quais externam o amor pela Palavra de Deus: “A Palavra de Deus é luz para a inteligência, fogo para a vontade, para que o homem possa conhecer e amar a Deus… É martelo contra a dura obstinação do coração, nos vícios contra a carne, o mundo e o demônio; é espada que mata todo o pecado”. São Lourenço de Brindes, rogai por nós! Fonte: Santo do dia – Notícias Católicas

São Símaco

Neste dia, celebramos um santo Papa que enfrentou um período da história em que a Igreja sofria com pressões internas e externas. Nasceu na Ilha da Sardenha no século V. Pertenceu ao clero romano e foi eleito Papa em 498. No tempo de Símaco, a Igreja era duramente atingida por perseguições. Muitas famílias tradicionais de Roma, bem como o Senado, buscavam de todas as formas influenciar a ação da Igreja, trazendo assim muitos prejuízos; isto perdurou por um tempo até levantar-se Símaco. O santo Papa combateu e venceu estes “invasores”, recuperando assim a total liberdade da Igreja, na sua organização e disciplina. Com a queda do império romano e a invasão dos vândalos, godos, visigodos e longobardos, que começavam a dominar o Ocidente, São Símaco, na ousadia, entrou nas intrigas sociais e políticas, para assim tomar partido da paz e da harmonia e não de algum dos lados. Na função eficiente de pai comum, suscitou a inveja do imperador do Oriente que começou a perseguir os cristãos; em resposta a esta atitude corrigiu Símaco: “Lança um olhar, o Imperador, a tantos príncipes que perseguiram a Igreja e vê como todos eles tiveram triste fim, ao passo que a Igreja perseguida continua com tanto mais glória, quanto mais violenta lhe foi a perseguição”. Símaco era conciliador, homem de justiça e sinal de paz. Em 514 ele partiu para a glória celeste e intercede por nós, para que nos tempos de hoje, por amor a Cristo e à Igreja, sejamos promotores da paz. São Símaco, rogai por nós! Fonte: Santo do dia – Notícias Católicas

16ª Semana Do Tempo Comum – Segunda-feira

Primeira Leitura: Miqueias 6,1-4.6-8 Leitura da profecia de Miqueias – Ouvi o que diz o Senhor: “Levanta-te, convoca um julgamento perante os montes e faze que as colinas ouçam tua voz”. Ouvi, montes, as razões do Senhor em juízo, escutai-o, fundamentos da terra; a pendência do Senhor é com seu povo, ele disputa em juízo contra Israel. ?Povo meu, que é que te fiz? Em que te fui penoso? Responde-me. Eu te retirei da terra do Egito e te libertei da casa de servidão, e pus à tua frente Moisés, Aarão e Maria”. ?Que oferta farei ao Senhor, digna dele, ao ajoelhar-me diante do Deus altíssimo? Acaso oferecerei holocaustos e novilhos de um ano? Acaso agradam ao Senhor carneiros aos milhares e torrentes de óleo? Porventura ofertaria eu o meu primogênito por um crime meu, o fruto do meu sangue pelos pecados da minha vida?” Foi-te revelado, ó homem, o que é o bem e o que o Senhor exige de ti: principalmente praticar a justiça e amar a misericórdia, e caminhar solícito com teu Deus. – Palavra do Senhor. Salmo Responsorial: 49(50) A todo homem que procede retamente / eu mostrarei a salvação que vem de Deus. 1. “Reuni à minha frente os meus eleitos, / que selaram a Aliança em sacrifícios!” / Testemunha o próprio céu seu julgamento, / porque Deus mesmo é juiz e vai julgar. – R. 2. Eu não venho censurar teus sacrifícios, / pois sempre estão perante mim teus holocaustos; / não preciso dos novilhos de tua casa / nem dos carneiros que estão nos teus rebanhos. – R. 3. “Como ousas repetir os meus preceitos / e trazer minha Aliança em tua boca? / Tu, que odiaste minhas leis e meus conselhos / e deste as costas às palavras dos meus lábios! – R. 4. Diante disso que fizeste, eu calarei? / Acaso pensas que eu sou igual a ti? / É disso que te acuso e repreendo, / e manifesto essas coisas aos teus olhos. – R. 5. Quem me oferece um sacrifício de louvor, / este, sim, é que me honra de verdade. / A todo homem que procede retamente / eu mostrarei a salvação que vem de Deus.” – R. Evangelho: Mateus 12,38-42 Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus – Naquele tempo, alguns mestres da Lei e fariseus disseram a Jesus: “Mestre, queremos ver um sinal realizado por ti”. Jesus respondeu-lhes: “Uma geração má e adúltera busca um sinal, mas nenhum sinal lhe será dado, a não ser o sinal do profeta Jonas. Com efeito, assim como Jonas esteve três dias e três noites no ventre da baleia, assim também o Filho do Homem estará três dias e três noites no seio da terra. No dia do juízo, os habitantes de Nínive se levantarão contra essa geração e a condenarão, porque se converteram diante da pregação de Jonas. E aqui está quem é maior do que Jonas. No dia do juízo, a rainha do Sul se levantará contra essa geração e a condenará, porque veio dos confins da terra para ouvir a sabedoria de Salomão, e aqui está quem é maior do que Salomão”. – Palavra da salvação. Reflexão: Doutores da Lei e fariseus, representantes do poder religioso e político, com malícia no coração, pedem a Jesus um sinal do céu. Na verdade, não se abrem à pregação de Jesus; não o aceitam como Messias, o Filho de Deus. Querem é desafiá-lo. Preferem manter os velhos esquemas sociais que dão regalias a poucos, dentre os quais eles se incluem, enquanto sacrificam a maioria da população. Jesus argumenta evocando duas célebres figuras do Antigo Testamento: o profeta Jonas e o rei Salomão. Os ouvintes de Jonas, embora sendo pagãos, se converteram com a pregação dele. A rainha de Sabá fez longa viagem para ouvir de Salomão a Palavra de Deus. Estão em melhores condições diante de Deus do que esta geração “má e adúltera”, que ignora o Cristo, “maior do que Jonas” e “mais sábio do que Salomão”. Fonte: Evangelho do dia – Notícias Católicas

16º Domingo Do Tempo Comum

Primeira Leitura: Sabedoria 12,13.16-19 Leitura do livro da Sabedoria – Não há, além de ti, outro Deus que cuide de todas as coisas e a quem devas mostrar que teu julgamento não foi injusto. A tua força é princípio da tua justiça, e o teu domínio sobre todos te faz para com todos indulgente. Mostras a tua força a quem não crê na perfeição do teu poder; e nos que te conhecem, castigas o seu atrevimento. No entanto, dominando tua própria força, julgas com clemência e nos governas com grande consideração, pois, quando quiseres, está ao teu alcance fazer uso do teu poder. Assim procedendo, ensinaste ao teu povo que o justo deve ser humano; e a teus filhos deste a confortadora esperança de que concedes o perdão aos pecadores. – Palavra do Senhor. Salmo Responsorial: 85(86) Ó Senhor, vós sois bom, sois clemente e fiel! 1. Ó Senhor, vós sois bom e clemente, / sois perdão para quem vos invoca. / Escutai, ó Senhor, minha prece, / o lamento da minha oração! – R. 2. As nações que criastes virão / adorar e louvar vosso nome. / Sois tão grande e fazeis maravilhas: / vós somente sois Deus e Senhor! – R. 3. Vós, porém, sois clemente e fiel, / sois amor, paciência e perdão. / Tende pena e olhai para mim! / Confirmai com vigor vosso servo. – R. Segunda Leitura: Romanos 8,26-27 Leitura da carta de São Paulo aos Romanos – Irmãos, o Espírito vem em socorro da nossa fraqueza. Pois nós não sabemos o que pedir nem como pedir; é o próprio Espírito que intercede em nosso favor com gemidos inefáveis. E aquele que penetra o íntimo dos corações sabe qual é a intenção do Espírito. Pois é sempre segundo Deus que o Espírito intercede em favor dos santos. – Palavra do Senhor. Evangelho: Mateus 13,24-43 ou 24-30 Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus – Naquele tempo, Jesus contou outra parábola à multidão: “O Reino dos céus é como um homem que semeou boa semente no seu campo. Enquanto todos dormiam, veio seu inimigo, semeou joio no meio do trigo e foi embora. Quando o trigo cresceu e as espigas começaram a se formar, apareceu também o joio. Os empregados foram procurar o dono e lhe disseram: ‘Senhor, não semeaste boa semente no teu campo? Donde veio então o joio?’ O dono respondeu: ‘Foi algum inimigo que fez isso’. Os empregados lhe perguntaram: ‘Queres que vamos arrancar o joio?’ O dono respondeu: ‘Não! Pode acontecer que, arrancando o joio, arranqueis também o trigo. Deixai crescer um e outro até a colheita! E, no tempo da colheita, direi aos que cortam o trigo: arrancai primeiro o joio e amarrai-o em feixes para ser queimado! Recolhei, porém, o trigo no meu celeiro!’” Jesus contou-lhes outra parábola: “O Reino dos céus é como uma semente de mostarda que um homem pega e semeia no seu campo. Embora ela seja a menor de todas as sementes, quando cresce, fica maior do que as outras plantas. E torna-se uma árvore, de modo que os pássaros vêm e fazem ninhos em seus ramos”. Jesus contou-lhes ainda outra parábola: “O Reino dos céus é como o fermento que uma mulher pega e mistura com três porções de farinha, até que tudo fique fermentado”. Tudo isso Jesus falava em parábolas às multidões. Nada lhes falava sem usar parábolas, para se cumprir o que foi dito pelo profeta: “Abrirei a boca para falar em parábolas; vou proclamar coisas escondidas desde a criação do mundo”. Então Jesus deixou as multidões e foi para casa. Seus discípulos aproximaram-se dele e disseram: “Explica-nos a parábola do joio!” Jesus respondeu: “Aquele que semeia a boa semente é o Filho do Homem. O campo é o mundo. A boa semente são os que pertencem ao Reino. O joio são os que pertencem ao maligno. O inimigo que semeou o joio é o diabo. A colheita é o fim dos tempos. Os ceifeiros são os anjos. Como o joio é recolhido e queimado ao fogo, assim também acontecerá no fim dos tempos: o Filho do Homem enviará os seus anjos e eles retirarão do seu Reino todos os que fazem outros pecar e os que praticam o mal; e depois os lançarão na fornalha de fogo. Aí haverá choro e ranger de dentes. Então os justos brilharão como o sol no Reino de seu Pai. Quem tem ouvidos ouça”. – Palavra da salvação. Reflexão: Aos camponeses da Palestina, Jesus continua seu ensinamento sobre o Reino de Deus por meio de parábolas. O texto de hoje nos põe diante de três delas: o trigo e o joio, a semente de mostarda e o fermento. A primeira – o trigo e o joio – recebe uma explicação do próprio Jesus aos discípulos, como aconteceu com a parábola da semente. Essa parábola pode nos surpreender quando pensamos o Reino de Deus como algo fora da realidade, situado talvez no além. A parábola mostra que a comunidade não é formada por anjos, mas é uma mistura de pessoas mais ou menos santas e pecadoras. A tentação dos discípulos talvez seja nossa também: extirpar o joio. A tentação farisaica de separar “bons” e “maus” é combatida pelo Mestre. Ele convida à paciência e condena o julgamento precipitado, pois o julgamento seletivo cabe a Deus no dia da colheita. Além do mais, cada um é um pouco trigo e um pouco joio. Quando nos consideramos melhores que os outros, podemos nos tornar odiosos e intolerantes. Fonte: Evangelho do dia – Notícias Católicas

15ª Semana Do Tempo Comum – Sábado

Primeira Leitura: Miqueias 2,1-5 Leitura da profecia de Miqueias – Ai dos que tramam a iniquidade e se ocupam de maldades ainda em seus leitos! Ao amanhecer do dia, executam tudo o que está em poder de suas mãos. Cobiçam campos e tomam-nos com violência, cobiçam casas e roubam-nas. Oprimem o dono e sua casa, o proprietário e seus bens. Isto diz o Senhor: “Eis que tenciono enviar sobre esta geração perversa uma desgraça de onde não livrareis vossos pescoços; não podereis andar de cabeça erguida, porque serão tempos desastrosos. Naquele dia, sereis assunto de uma alegoria, de uma canção triste que diz: ‘Fomos inteiramente devastados; a parte de meu povo que passou a outro por ninguém lhe será restituída; os nossos campos são repartidos entre infiéis’. Por isso, não terás na assembleia do Senhor quem meça com cordel as porções consignadas por sorte”. – Palavra do Senhor. Salmo Responsorial: 9B(10) O Senhor não se esquece do clamor dos aflitos. 1. Ó Senhor, por que ficais assim tão longe / e, no tempo da aflição, vos escondeis, / enquanto o pecador se ensoberbece, / o pobre sofre e cai no laço do malvado? – R. 2. O ímpio se gloria em seus excessos, / blasfema o avarento e vos despreza; / em seu orgulho, ele diz: “Não há castigo! / Deus não existe!” É isso mesmo que ele pensa. – R. 3. Só há maldade e violência em sua boca, / em sua língua, só mentira e falsidade. / Arma emboscadas nas saídas das aldeias, / mata inocentes em lugares escondidos. – R. 4. Vós, porém, vedes a dor e o sofrimento, / vós olhais e tomais tudo em vossas mãos! / A vós o pobre se abandona confiante, / sois dos órfãos vigilante protetor. – R. Evangelho: Mateus 12,14-21 Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus – Naquele tempo, os fariseus saíram e fizeram um plano para matar Jesus. Ao saber disso, Jesus retirou-se dali. Grandes multidões o seguiram, e ele curou a todos. E ordenou-lhes que não dissessem quem ele era, para se cumprir o que foi dito pelo profeta Isaías: ?Eis o meu servo, que escolhi; o meu amado, no qual coloco a minha afeição; porei sobre ele o meu Espírito, e ele anunciará às nações o direito. Ele não discutirá nem gritará, e ninguém ouvirá a sua voz nas praças. Não quebrará o caniço rachado nem apagará o pavio que ainda fumega, até que faça triunfar o direito. Em seu nome as nações depositarão a sua esperança”. – Palavra da salvação. Reflexão: Ao estabelecer o Reino de Deus, Jesus se coloca a favor do povo, oferecendo-lhe gratuitamente acolhida, ensinamento e curas. Os fariseus, ao invés, oprimem o povo em vista de manter os próprios privilégios. Rejeitam Jesus e seu projeto de libertação e vida. Então, com pauta definida, reúnem-se para tramar a morte de Jesus. Citando passagem de Isaías (Is 42,1-4), o evangelista Mateus oferece uma síntese sobre o Messias. Ele é o servo escolhido por Deus, o Filho amado, o ungido pelo Espírito, que traz a luz e o julgamento a todos os povos. Jesus não cessa de proclamar a Boa-Nova do Reino, mas muitos não ouvem a sua pregação. Cresce, cada vez mais, a rejeição de líderes religiosos e políticos, familiares, multidões e cidades. A pressão dos adversários aumenta. Fonte: Evangelho do dia – Notícias Católicas

15ª Semana Do Tempo Comum – Sexta-feira

Primeira Leitura: Isaías 38,1-6.21-22.7-8 Leitura do livro do profeta Isaías – Naqueles dias, Ezequias foi acometido de uma doença mortal. Foi visitá-lo o profeta Isaías, filho de Amós, e disse-lhe: “Isto diz o Senhor: Arruma as coisas de tua casa, pois vais morrer e não viverás”. Então Ezequias virou o rosto contra a parede e orou ao Senhor, dizendo: ?Peço-te, Senhor, te lembres de que tenho caminhado em tua presença, com fidelidade e probidade de coração, e tenho praticado o bem aos teus olhos”. Ezequias prorrompeu num grande choro. A palavra do Senhor foi dirigida a Isaías: ?Vai dizer a Ezequias: Isto diz o Senhor, Deus de Davi, teu pai: ‘Ouvi a tua oração, vi as tuas lágrimas; eis que vou acrescentar à tua vida mais quinze anos, vou libertar-te das mãos do rei da Assíria junto com esta cidade, que ponho sob minha proteção’”. Então Isaías ordenou que fizessem uma cataplasma de massa de figos e a aplicassem sobre a ferida, que ele ficaria bom. Perguntou Ezequias: “E qual é o sinal de que hei de subir à casa do Senhor?” ?Este é o sinal que terás do Senhor, de que ele cumprirá a promessa que fez: Eis que farei recuar dez graus a sombra dos graus que já desceu no relógio solar de Acaz”. De fato, a marca do sol recuara dez graus dos que ela tinha descido. – Palavra do Senhor. Salmo Responsorial: Is 38 Vós livrastes minha vida do sepulcro, / a fim de eu não deixar de existir. 1. Eu dizia: “É necessário que eu me vá / no apogeu de minha vida e de meus dias; / para a mansão triste dos mortos descerei, / sem viver o que me resta dos meus anos”. – R. 2. Eu dizia: “Não verei o Senhor Deus † sobre a terra dos viventes nunca mais; / nunca mais verei um homem neste mundo!” – R. 3. Minha morada foi à força arrebatada, / desarmada como a tenda de um pastor. / Qual tecelão, eu ia tecendo a minha vida, / mas agora foi cortada a sua trama. – R. 4. Ó Senhor, meu coração em vós espera; † por vós há de viver o meu espírito. / Curai-me e conservai a minha vida. – R. Evangelho: Mateus 12,1-8 Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus – Naquele tempo, Jesus passou no meio de uma plantação num dia de sábado. Seus discípulos tinham fome e começaram a apanhar espigas para comer. Vendo isso, os fariseus disseram-lhe: “Olha, os teus discípulos estão fazendo o que não é permitido fazer em dia de sábado!” Jesus respondeu-lhes: “Nunca lestes o que fez Davi quando ele e seus companheiros sentiram fome? Como entrou na casa de Deus e todos comeram os pães da oferenda, que nem a ele nem aos seus companheiros era permitido comer, mas unicamente aos sacerdotes? Ou nunca lestes na Lei que, em dia de sábado, no templo, os sacerdotes violam o sábado sem contrair culpa alguma? Ora, eu vos digo, aqui está quem é maior do que o templo. Se tivésseis compreendido o que significa: ‘Quero a misericórdia e não o sacrifício’, não teríeis condenado os inocentes. De fato, o Filho do Homem é senhor do sábado”. – Palavra da salvação. Reflexão: A lei judaica antiga proibia fazer colheita no sábado, dia de total repouso, sinal da aliança com Deus (cf. Ex 34,21; Dt 23,25). Ora, os discípulos de Jesus estavam pegando algumas espigas para matar a fome. São ações diferentes, mas os fariseus colocavam tudo no mesmo plano e censuravam Jesus. Citando dois episódios da Escritura, Jesus lhes mostra que, por motivos justificáveis, há situações ou atitudes que não ferem a lei sabática. Além disso, os fariseus precisam aprender o que significa “Quero misericórdia, e não sacrifício”. O que Deus espera de cada pessoa não é a mera observância da lei, mas a solidariedade, o socorro necessário e imediato, o salvamento de uma vida. O profeta Isaías, de modo brilhante, descreve qual é o “dia que agrada a Deus” (cf. Is 58,3ss.). Fonte: Evangelho do dia – Notícias Católicas

Bem-aventurado Inácio De Azevedo E Companheiros Mártires

Quarenta mártires. Entre eles 2 padres, 24 estudantes e 14 irmãos auxiliares. Portugueses e espanhóis. Todos pertenciam à Companhia de Jesus. Inácio de Azevedo nasceu no Porto em 1526. Aos 23 anos, já tinha entrado na Companhia de Jesus ocupando vários serviços. Era ardoroso pelas missões além fronteiras. Foi quando o Superior Geral o enviou para o Brasil e, ao retornar, testemunhou a necessidade de mais missionários. Saíram por isso, 3 naus missionárias. Em uma delas estavam Inácio de Azevedo e os 39 companheiros. A nau foi interceptada por 5 navios de inimigos da fé católica que queriam a morte de todos. Por amor à Igreja ele aceitou o martírio, exortou e consolou seus filhos espirituais. Foi morto e lançado ao mar e todos foram martirizados, alcançando a coroa da glória na eternidade. Inácio e seus companheiros foram assassinados por serem católicos e missionários. Estamos no tempo das novas missões, a começar na nossa casa e onde convivemos. Ali, é o primeiro lugar onde devemos testemunhar o amor a Cristo e, se preciso, sofrer por Ele. Bem-aventurado Inácio de Azevedo e companheiros mártires, rogai por nós! Fonte: Santo do dia – Notícias Católicas

15ª Semana Do Tempo Comum – Quinta-feira

Primeira Leitura: Zacarias 2,14-17 Leitura da profecia de Zacarias – ?Rejubila, alegra-te, cidade de Sião, eis que venho para habitar no meio de ti, diz o Senhor. Muitas nações se aproximarão do Senhor naquele dia e serão o seu povo. Habitarei no meio de ti, e saberás que o Senhor dos exércitos me enviou a ti. O Senhor entrará em posse de Judá, como sua porção na terra santa, e escolherá de novo Jerusalém. Emudeça todo mortal diante do Senhor, ele acaba de levantar-se de sua santa habitação”. – Palavra do Senhor. Salmo Responsorial: Lc 1 O Poderoso fez por mim maravilhas, / e santo é o seu nome. 1. A minha alma engrandece ao Senhor, / e se alegrou o meu espírito em Deus, meu salvador. – R. 2. Pois ele viu a pequenez de sua serva, / desde agora as gerações hão de chamar-me de bendita. / O Poderoso fez por mim maravilhas, / e santo é o seu nome! – R. 3. Seu amor, de geração em geração, / chega a todos os que o respeitam. / Demonstrou o poder de seu braço, / dispersou os orgulhosos. – R. 4. Derrubou os poderosos de seus tronos / e os humildes exaltou. / De bens saciou os famintos / e despediu, sem nada, os ricos. – R. 5. Acolheu Israel, seu servidor, / fiel ao seu amor, / como havia prometido aos nossos pais, / em favor de Abraão e de seus filhos para sempre. – R. Evangelho: Mateus 12,46-50 Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus – Naquele tempo, enquanto Jesus estava falando às multidões, sua mãe e seus irmãos ficaram do lado de fora, procurando falar com ele. Alguém disse a Jesus: “Olha! Tua mãe e teus irmãos estão aí fora e querem falar contigo”. Jesus perguntou àquele que tinha falado: “Quem é minha mãe e quem são meus irmãos?” E, estendendo a mão para os discípulos, Jesus disse: “Eis minha mãe e meus irmãos. Pois todo aquele que faz a vontade do meu Pai, que está nos céus, esse é meu irmão, minha irmã e minha mãe”. – Palavra da salvação. Reflexão: O Carmelo é uma elevação montanhosa na Palestina. No século XII, alguns eremitas retirados nessa montanha teriam fundado a ordem dos Carmelitas, dedicados à contemplação, sob a proteção de Nossa Senhora. Segundo as tradições carmelitas, em 16 de julho de 1251, o primeiro geral da Ordem, São Simão Stock, recebeu das mãos de Maria o escapulário (pequeno hábito) com a promessa de salvação: quem morresse revestido do escapulário seria salvo. Difundida com o apoio do povo em diversas nações, a festa de Nossa Senhora do Carmo (nome comum sinônimo de Carmelo) foi estendida, em 1726, a toda a Igreja pelo Papa Bento XIII. Se for compreendido com retidão, o escapulário não é outra coisa senão o sinal exterior do apego interior à Virgem e do compromisso de sermos fiéis à Palavra do Senhor. Fonte: Evangelho do dia – Notícias Católicas