São José Cafasso

O santo de hoje nasceu em Castelnuovo d’Asti, na Itália, no ano de 1811, onde também nasceu o grande São João Bosco. José Cafasso, desde criança, sentiu-se chamado ao sacerdócio, que foi se tornando cada vez mais forte no decorrer de sua vida com Deus. Assim, entrou para a formação sacerdotal e se tornou padre aos 23 anos, destacando-se no meio de tantos por seu amor aos pobres e zelo pela salvação das almas. Depois de comprovado e dedicado trabalho na Igreja de São Francisco em Turim, José assumiu, com toda sua bagagem de pregador, confessor e iluminado diretor espiritual, a função de reitor e formador de novos sacerdotes. Dom Bosco foi um dos vocacionados que desfrutou das formações e aconselhamentos deste santo, pois como um sacerdote sintonizado ao coração do Cristo Pastor, sabia muito bem colocar sua cultura eclesiástica, dons e carismas a serviço da salvação do próximo. Dentre tantos ofícios assumidos por este homem incansável, que foi para o Céu em 1860, despontou José Cafasso na evangelização dos condenados à forca, tanto assim que ficou conhecido como o “Santo da Forca”. São José Cafasso, rogai por nós! Fonte: Santo do dia – Notícias Católicas
12º Semana Do Tempo Comum – Terça-feira

Primeira Leitura: 2 Reis 19,9-11.14-21.31-36 Leitura do segundo livro dos Reis – Naqueles dias, Senaquerib, rei da Assíria, enviou de novo mensageiros a Ezequias para dizer-lhe: “Não te seduza o teu Deus, em quem confias, pensando: ‘Jerusalém não será entregue nas mãos do rei dos assírios’. Porque tu mesmo tens ouvido o que os reis da Assíria fizeram a todas as nações e como as devastaram. Só tu te vais salvar?” Ezequias tomou a carta da mão dos mensageiros e leu-a. Depois subiu ao templo do Senhor, estendeu a carta diante do Senhor e, na presença do Senhor, fez a seguinte oração: “Senhor, Deus de Israel, que estás sentado sobre os querubins! Tu és o único Deus de todos os reinos da terra. Tu fizeste o céu e a terra. Inclina o teu ouvido, Senhor, e ouve. Abre, Senhor, os teus olhos e vê. Ouve todas as palavras de Senaquerib, que mandou emissários para insultar o Deus vivo. É verdade, Senhor, que os reis da Assíria devastaram as nações e seus territórios; lançaram os seus deuses ao fogo, porque não eram deuses, mas obras das mãos dos homens, de madeira e pedra; por isso os puderam destruir. Mas agora, Senhor, nosso Deus, livra-nos de suas mãos, para que todos os reinos da terra saibam que só tu, Senhor, és Deus”. Então Isaías, filho de Amós, mandou dizer a Ezequias: “Assim fala o Senhor, Deus de Israel: Ouvi a prece que me dirigiste a respeito de Senaquerib, rei da Assíria. Eis o que o Senhor disse dele: ‘A virgem filha de Sion despreza-te e zomba de ti. A filha de Jerusalém meneia a cabeça nas tuas costas. Pois um resto sairá de Jerusalém, e sobreviventes, do monte Sião. Eis o que fará o zelo do Senhor todo-poderoso’. Por isso, assim diz o Senhor acerca do rei da Assíria: ‘Ele não entrará nesta cidade, nem lançará nenhuma flecha contra ela, nem a assaltará com escudo, nem a cercará com trincheira alguma. Pelo caminho por onde veio há de voltar e não entrará nesta cidade, diz o Senhor. Protegerei esta cidade e a salvarei em atenção a mim mesmo e ao meu servo Davi’”. Naquela mesma noite, saiu o anjo do Senhor e exterminou no acampamento assírio cento e oitenta e cinco mil homens. Senaquerib, rei da Assíria, levantou acampamento e partiu. Voltou para Nínive e aí permaneceu. – Palavra do Senhor. Salmo Responsorial: 47(48) O Senhor estabelece sua cidade para sempre. 1. Grande é o Senhor e muito digno de louvores / na cidade onde ele mora; / seu monte santo, esta colina encantadora / é a alegria do universo. – R. 2. Monte Sião, no extremo norte situado, / és a mansão do grande rei! / Deus revelou-se, em suas fortes cidadelas, / um refúgio poderoso. – R. 3. Recordamos, Senhor Deus, vossa bondade / em meio ao vosso templo; / com vosso nome vai também vosso louvor / aos confins de toda a terra. – R. Evangelho: Mateus 7,6.12-14 Proclamação do evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus – Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: “Não deis aos cães as coisas santas nem atireis vossas pérolas aos porcos, para que eles não as pisem com os pés e, voltando-se contra vós, vos despedacem. Tudo quanto quereis que os outros vos façam, fazei também a eles. Nisto consiste a lei e os profetas. Entrai pela porta estreita, porque larga é a porta e espaçoso é o caminho que leva à perdição, e muitos são os que entram por ele! Como é estreita a porta e apertado o caminho que leva à vida! E são poucos os que o encontram!” – Palavra da salvação. Reflexão: O que é sagrado – símbolos, ritos, coisas – entra na esfera de Deus e precisa ser respeitado. Pessoas sem religião por vezes abusam dos símbolos sagrados de outras crenças. Isso é ignorância e desrespeito. Pior ainda é quando o próprio Deus é objeto de blasfêmia. Isso então é intolerável. Jesus resgata, em chave positiva, um princípio comum a muitas culturas: “Façam às pessoas o mesmo que vocês desejam que elas façam a vocês”. É um impulso à prática do amor sem medida. Porta estreita e caminho apertado representam o Reino de Deus. É uma escolha que provoca perseguições. No entanto, este é “o caminho que leva para a vida”. A porta larga se abre para um caminho espaçoso, sem Deus. Aí impera o egoísmo, e a pessoa, insensível às necessidades alheias, afunda nos bens terrenos. Vida perdida. Fonte: Evangelho do dia – Notícias Católicas
Santos João Fischer E Tomás More

João Fischer era inglês, chamado por Deus à vida sacerdotal. Fez uma linda caminhada acadêmica até chegar a ser Arcebispo de Rochester. Foi um homem de grande influência intelectual, cultural e religiosa a partir do seu testemunho. Ele não se vendia: diante do contexto das confusões da Reforma ele já havia se declarado contra. Também escreveu e defendeu a fé católica. Henrique VIII, por causa de um envolvimento com uma amante, quis que a Igreja declarasse nulo seu casamento. Mas, ao ser analisado pelo Bispo de Rochester, viu-se que não era o caso. Mas com insistência e imposição, Henrique VIII se “auto-declarou” chefe da Igreja da Inglaterra. Em meio às confusões religiosas e políticas, o testemunho de Fischer indicou a verdade, que nem sempre é acolhida. O Papa já havia escolhido ele para Cardeal, mas Henrique VIII o condenou à morte. E ao ser apresentado para o martírio, São João Fischer deixou claro que era pela fé da Igreja Católica e de Cristo que ele estava ali. E seu sangue foi derramado em 1535. No mesmo ano, Tomás More, pai de família e de grande influência no meio universitário, era chanceler do rei, mas não se vendeu diante do ato de supremacia de Henrique VIII. Também foi martirizado. Era leal ao rei, mas acima de tudo a Deus. Em 1535 Tomás More foi decapitado. Em meio às confusões, o testemunho faz a diferença. Santos João Fischer e Tomás More, rogai por nós! Fonte: Santo do dia – Notícias Católicas
12º Semana Do Tempo Comum – Segunda-feira

Primeira Leitura: 2 Reis 17,5-8.13-15.18 Leitura do segundo livro dos Reis – Naqueles dias, Salmanasar, rei da Assíria, invadiu todo o país. E, chegando a Samaria, sitiou-a durante três anos. No nono ano de Oseias, o rei da Assíria tomou Samaria e deportou os habitantes de Israel para a Assíria, estabelecendo-os em Hala e nas margens do Habor, rio de Gozã, e nas cidades da Média. Isso aconteceu porque os filhos de Israel pecaram contra o Senhor, seu Deus, que os tinha tirado do Egito, libertando-os da opressão do faraó, rei do Egito, porque tinham adorado outros deuses. Eles seguiram os costumes dos povos que o Senhor havia expulsado diante deles e as leis introduzidas pelos reis de Israel. O Senhor tinha advertido seriamente Israel e Judá por meio de todos os profetas e videntes, dizendo: “Voltai dos vossos maus caminhos e observai meus mandamentos e preceitos, conforme todas as leis que prescrevi a vossos pais e que vos comuniquei por intermédio de meus servos, os profetas”. Eles, porém, não prestaram ouvidos, mostrando-se tão obstinados como seus pais, que não tinham acreditado no Senhor, seu Deus. Desprezaram as suas leis e a aliança que tinha feito com seus pais, e os testemunhos com que os havia garantido. O Senhor indignou-se profundamente contra os filhos de Israel e rejeitou-os para longe da sua face, restando apenas a tribo de Judá. – Palavra do Senhor. Salmo Responsorial: 59(60) Vossa mão nos ajude, ouvi-nos, Senhor! 1. Rejeitastes, ó Deus, vosso povo † e arrasastes as nossas fileiras; / vós estáveis irado: voltai-vos! – R. 2. Abalastes, partistes a terra, / reparai suas brechas, pois treme. / Duramente provastes o povo, / e um vinho atordoante nos destes. – R. 3. Quem me leva à cidade segura, / e a Edom quem me vai conduzir, / se vós, Deus, rejeitais vosso povo / e não mais conduzis nossas tropas? – R. 4. Dai-nos, Deus, vosso auxílio na angústia; / nada vale o socorro dos homens! / Mas com Deus nós faremos proezas, / e ele vai esmagar o opressor. – R. Evangelho: Mateus 7,1-5 Proclamação do evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus – Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: “Não julgueis e não sereis julgados. Pois vós sereis julgados com o mesmo julgamento com que julgardes; e sereis medidos com a mesma medida com que medirdes. Por que observas o cisco no olho do teu irmão e não prestas atenção à trave que está no teu próprio olho? Ou como podes dizer ao teu irmão: ‘Deixa-me tirar o cisco do teu olho’, quando tu mesmo tens uma trave no teu? Hipócrita, tira primeiro a trave do teu próprio olho e então enxergarás bem para tirar o cisco do olho do teu irmão”. – Palavra da salvação. Reflexão: Jesus puxa um assunto de extrema atualidade. As imagens do cisco e da trave são tão claras e eloquentes, que todos podem compreender. Nossa visão é enganosa: vemos com lentes de aumento os defeitos alheios, ao passo que escondemos os nossos. Contra essa tendência maligna é que Jesus nos adverte. Não temos condições para julgar ninguém de modo justo; somente Deus conhece o íntimo das pessoas. Então é necessário empenhar-nos a fim de corrigir nossos erros. Isso é exigente. Requer constante exame de consciência e profundo desejo de conversão. Lembramos, enfim, que os defeitos alheios que nos irritam são os nossos próprios defeitos. Preciosa indicação para sabermos o que aperfeiçoar em nós. Somos imperfeitos. Caminhamos confiando-nos à misericórdia de Deus. Fonte: Evangelho do dia – Notícias Católicas
12º Domingo Do Tempo Comum

Primeira Leitura: Jeremias 20,10-13 Leitura do livro do profeta Jeremias – Jeremias disse: “Eu ouvi as injúrias de tantos homens e os vi espalhando o medo em redor: ‘Denunciai-o, denunciemo-lo’. Todos os amigos observavam minhas falhas: ‘Talvez ele cometa um engano e nós poderemos apanhá-lo e desforrar-nos dele’. Mas o Senhor está ao meu lado como forte guerreiro; por isso, os que me perseguem cairão vencidos. Por não terem tido êxito, eles se cobrirão de vergonha. Eterna infâmia, que nunca se apaga! Ó Senhor dos exércitos, que provas o homem justo e vês os sentimentos do coração, rogo-te me faças ver tua vingança sobre eles; pois eu te declarei a minha causa. Cantai ao Senhor, louvai o Senhor, pois ele salvou a vida de um pobre homem das mãos dos maus”. – Palavra do Senhor. Salmo Responsorial: 68(69) Atendei-me, ó Senhor, pelo vosso imenso amor! 1. Por vossa causa é que sofri tantos insultos, / e o meu rosto se cobriu de confusão; / eu me tornei como um estranho a meus irmãos, / como estrangeiro para os filhos de minha mãe. / Pois meu zelo e meu amor por vossa casa / me devoram como fogo abrasador. – R. 2. Por isso elevo para vós minha oração, / neste tempo favorável, Senhor Deus! / Respondei-me pelo vosso imenso amor, / pela vossa salvação que nunca falha! / Senhor, ouvi-me, pois suave é vossa graça, / ponde os olhos sobre mim com grande amor! – R. 3. Humildes, vede isto e alegrai-vos: † o vosso coração reviverá / se procurardes o Senhor continuamente! / Pois nosso Deus atende à prece dos seus pobres / e não despreza o clamor de seus cativos. / Que céus e terra glorifiquem o Senhor / com o mar e todo ser que neles vive! – R. Segunda Leitura: Romanos 5,12-15 Leitura da carta de são Paulo aos Romanos – Irmãos, o pecado entrou no mundo por um só homem. Através do pecado, entrou a morte. E a morte passou para todos os homens, porque todos pecaram. Na realidade, antes de ser dada a lei, já havia pecado no mundo. Mas o pecado não pode ser imputado quando não há lei. No entanto, a morte reinou, desde Adão até Moisés, mesmo sobre os que não pecaram como Adão, o qual era a figura provisória daquele que devia vir. Mas isso não quer dizer que o dom da graça de Deus seja comparável à falta de Adão! A transgressão de um só levou a multidão humana à morte, mas foi de modo bem superior que a graça de Deus, ou seja, o dom gratuito concedido através de um só homem, Jesus Cristo, se derramou em abundância sobre todos. – Palavra do Senhor. Evangelho: Mateus 10,26-33 Proclamação do evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus – Naquele tempo, disse Jesus a seus apóstolos: “Não tenhais medo dos homens, pois nada há de encoberto que não seja revelado e nada há de escondido que não seja conhecido. O que vos digo na escuridão, dizei-o à luz do dia; o que escutais ao pé do ouvido, proclamai-o sobre os telhados! Não tenhais medo daqueles que matam o corpo, mas não podem matar a alma! Pelo contrário, temei aquele que pode destruir a alma e o corpo no inferno! Não se vendem dois pardais por algumas moedas? No entanto, nenhum deles cai no chão sem o consentimento do vosso Pai. Quanto a vós, até os cabelos da vossa cabeça estão todos contados. Não tenhais medo! Vós valeis mais do que muitos pardais. Portanto, todo aquele que se declarar a meu favor diante dos homens, também eu me declararei em favor dele diante do meu Pai que está nos céus. Aquele, porém, que me negar diante dos homens, também eu o negarei diante do meu Pai que está nos céus”. – Palavra da salvação. Reflexão: Após prever dificuldades e perseguições aos seus seguidores, Jesus vem com o solene “não tenham medo”, repetido três vezes. De fato, o medo impede o anúncio do evangelho – o qual não pode permanecer oculto – e fraqueja nossa fé e nosso testemunho. O medo nos tira a liberdade de agir. Quem mais e quem menos, todos temos algum medo: da morte, da violência, da intolerância, da escuridão, dos “monstros”… Tudo isso é muito normal. O Mestre apresenta também os motivos para não temer. O anúncio que os apóstolos são convidados a fazer, mais cedo ou mais tarde, será revelado. Em outras palavras, toda mensagem lançada não ficará para sempre escondida, mas produzirá algum resultado. Ninguém poderá arrebatar nossa vitória final. O próprio Jesus venceu o mundo e a morte; nessa vitória se funda nossa esperança. Não podemos esquecer a Providência divina. O Pai celeste se preocupa até com os cabelos e com os pássaros, e nossa vida vale muito mais que a de um pássaro. Fonte: Evangelho do dia – Notícias Católicas
História Da Festa Do Imaculado Coração De Maria

A festa do Imaculado Coração de Maria é celebrada no primeiro sábado após a festa do Sagrado Coração de Jesus, sendo uma festa móvel no calendário litúrgico, e tem uma história de devoção muito antiga até ser realmente oficializada como festa pela Igreja. A devoção a Virgem Maria é bastante antiga, desde antes do nascimento da Igreja como a conhecemos em Pentecostes Nosso Senhor Jesus Cristo nos deu Maria como mãe (Jo, 19,26). Naquele momento o Imaculado Coração de Maria sofria por nós, assim como o Sagrado Coração de Jesus. É sempre lembrando deste coração que sofre por nós e intercede por nós junto a seu filho que devemos celebrar esta festa. Apesar da devoção ser antiga a aprovação de celebração pela primeira vez do culto ao Imaculado Coração de Maria ocorreu em 1648 quando São João Eudes conseguiu a aprovação do bispo de Autun, na França, para celebrar. No século XIX houve grandes avanços a devoção, com a Igreja mostrando-se favorável a celebração no mundo inteiro, sendo que em 1805 o Papa Pio VII concedeu autorização de celebração da festa a todas as dioceses e congregações que o pedia. Por fim, em 1855 o Papa Pio IX aprovou a Missa e Ofício próprios do Imaculado Coração de Maria. Porém a devoção se propagou ainda mais após as aparições de Nossa Senhora em Fátima aos três pastorinhos. Foram 6 aparições, todas no dia 13, começando em 13 de maio. A mensagem de Nossa Senhora em Fátima possui várias menções ao seu Imaculado Coração e, principalmente, em reparação às ofensas cometidas contra ele e o Sagrado Coração de Jesus. Os pastorinhos foram questionados por Nossa Senhora se eles estavam dispostos a sofrer em reparação às ofensas praticadas contra Deus, e eles aceitaram. A Virgem Maria, responde então: “Ides, pois, ter muito que sofrer, mas a graça de Deus será o vosso conforto” São Francisco e Santa Jacinta Marto, quando faziam penitência por si mesmos como reparação aos pecados do mundo, sofriam muito em suas vidas. Ambos viveram em meio a Primeira Guerra Mundial e, por fim, foram vítimas de um pandemia, mas eles entregaram tudo isto ao Imaculado Coração de Maria e agora vivem na glória onde não sofrem mais. Esta resposta que a Virgem Maria deu aos três pastorinhos pode se aplicar a nós também, se abrirmos o nosso coração. Foram muitos os pedido da Santíssima Virgem para evitar os castigos que a humanidade estava ameaçada de sofrer caso continuasse a ofender o Sagrado Coração de Jesus e o Imaculado Coração de Maria. Ela mostrou aos pastorinhos o seu coração, trespassado de espinhos por causa dos pecados da humanidade e pediu para que se rezasse o terço todos os dias em desagravo a essas chagas. Também pediu que se praticasse a devoção dos cinco primeiros sábados. Nossa Senhora também pediu que a Rússia, especialmente, fosse consagrada ao seu Imaculado Coração. Para entender este pedido expresso da Virgem Maria, é necessário entender o contexto histórico, onde não muito mais tarde, se viu o avanço do comunismo na Rússia, levando muito sofrimento a humanidade durante todo o século XX. O Papa Pio XII consagrou a Igreja e todo o gênero humano ao Imaculado Coração de Maria em 1942, durante a Segunda Guerra Mundial, três anos mais tarde foi estendida a festa para toda a Igreja. Seguindo a mensagem de Fátima devemos propagar cada vez mais essa devoção e rezar sempre o terço em reparação pelos nossos pecados e da humanidade. Por fim, não nos esqueçamos, principalmente neste tempo de provação o que Nossa Senhora de Fátima disse aos pastorinhos. “Por fim, meu Imaculado Coração, triunfará.” Não há dúvidas de que a Virgem Maria já venceu, permaneçamos com ela para também desfrutar do triunfo de seu Imaculado Coração. Oração de consagração ao Imaculado Coração de Maria “Santíssima Virgem Maria, movido pelo ardente desejo de amar-vos como Mãe querida e promover uma terna devoção ao Vosso Imaculado Coração, digníssimo de todo amor e veneração e tão transpassado de dor pelas blasfêmias e ingratidões dos homens, humildemente me prostro ao vossos pés e consagro ao vosso coração doloroso e imaculado para sempre: meu corpo, minha alma, minha vida, meu coração e todo o meu ser. Aceitai, Mãe amorosíssima, esta consagração e guardai-me sempre em vosso coração materno. Ó, minha terna Mãe, em vós confio, quero amar-vos sempre mais e servir-vos com toda felicidade. Abençoai-me, protegei-me e preservai-me de todo o mal. Amém!” Nossa Senhora de Fátima, rogai por nós!
Folheto Do 12° Domingo Do Tempo Comum (21/06/2020)

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Imaculado Coração Da Virgem Maria – Sábado

Primeira Leitura: Isaías 61,9-11 Leitura do livro do profeta Isaías – A descendência do meu povo será conhecida entre as nações, e seus filhos se fixarão no meio dos povos; quem os vir há de reconhecê-los como descendentes abençoados por Deus. Exulto de alegria no Senhor, e minha alma regozija-se em meu Deus; ele me vestiu com as vestes da salvação, envolveu-me com o manto da justiça e adornou-me como um noivo com sua coroa ou uma noiva com suas joias. Assim como a terra faz brotar a planta e o jardim faz germinar a semente, assim o Senhor Deus fará germinar a justiça e a sua glória diante de todas as nações. – Palavra do Senhor. Salmo Responsorial: (1Sm 2) Meu coração se regozija no Senhor. 1. Exulta no Senhor meu coração / e se eleva a minha fronte no meu Deus; / minha boca desafia os meus rivais / porque me alegro com a vossa salvação. – R. 2. O arco dos fortes foi dobrado, foi quebrado, / mas os fracos se vestiram de vigor. / Os saciados se empregaram por um pão, / mas os pobres e os famintos se fartaram. / Muitas vezes deu à luz a que era estéril, / mas a mãe de muitos filhos definhou. – R. 3. É o Senhor quem dá a morte e dá a vida, / faz descer à sepultura e faz voltar; / é o Senhor quem faz o pobre e faz o rico, / é o Senhor quem nos humilha e nos exalta. – R. 4. O Senhor ergue do pó o homem fraco, / do lixo ele retira o indigente, / para fazê-los assentar-se com os nobres / num lugar de muita honra e distinção. – R. Evangelho: Lucas 2,41-51 Proclamação do evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas – Os pais de Jesus iam todos os anos a Jerusalém, para a festa da Páscoa. Quando ele completou doze anos, subiram para a festa, como de costume. Passados os dias da Páscoa, começaram a viagem de volta, mas o menino Jesus ficou em Jerusalém sem que seus pais o notassem. Pensando que ele estivesse na caravana, caminharam um dia inteiro. Depois começaram a procurá-lo entre os parentes e conhecidos. Não o tendo encontrado, voltaram para Jerusalém à sua procura. Três dias depois, o encontraram no templo. Estava sentado no meio dos mestres, escutando e fazendo perguntas. Todos os que ouviam o menino estavam maravilhados com sua inteligência e suas respostas. Ao vê-lo, seus pais ficaram muito admirados e sua mãe lhe disse: “Meu filho, por que agiste assim conosco? Olha que teu pai e eu estávamos, angustiados, à tua procura”. Jesus respondeu: “Por que me procuráveis? Não sabeis que devo estar na casa de meu Pai?” Eles, porém, não compreenderam as palavras que lhes dissera. Jesus desceu então com seus pais para Nazaré e era-lhes obediente. Sua mãe, porém, conservava no coração todas essas coisas. – Palavra da salvação. Reflexão: Enfocada já desde os Padres da Igreja, a grandeza do coração de Maria recebe devoção especial durante a Idade Média. A passagem da devoção privada ao culto público do Coração de Maria é obra de São João Eudes (1601-1680). Em 1942, o Papa Pio XII estendeu esta festa a toda a Igreja. O caminho para Jerusalém é imagem da caminhada de fé, vivida por Maria no seu coração. Os pais sempre alimentam projetos com relação ao futuro dos filhos. Com doze anos, Jesus entra responsavelmente na sociedade cultual e social do povo da Aliança. O que fará ele de sua vida? Jesus deve realizar o projeto do Pai, projeto para o qual nasceu. Jerusalém (mencionada três vezes) é a meta rumo à qual Jesus caminha em total obediência à vontade do Pai. Com Jesus devem caminhar também sua mãe e todo discípulo seu. Fonte: Evangelho do dia – Notícias Católicas
Bem-aventuradas Teresa, Mafalda E Sancha

Teresa, Mafalda e Sancha, filhas de Dom Sancho I e da Rainha Dulce, eram portuguesas. Teresa, a primogênita, nasceu em 1177. Desde de cedo, muito bem educada, sentiu o chamado à vida religiosa, mas conforme o costume do tempo, acabou sendo dada em casamento com o Rei Afonso e tornou-se Rainha de Lion. Por diversos motivos o casamento foi nulo. Ela voltou pra casa e entrou para a vida religiosa. Afonso não gostou e armou uma guerra contra o pai de Teresa e contra Portugal. Ela, já no convento, consumiu-se na intercessão. Um exemplo a seguir de despojamento e de busca da vontade de Deus. Mafalda teve momentos parecidos com o de Teresa. Casou com Henrique I, mas este faleceu e ela retornou para casa, despojando-se de seus bens e entrando para a vida religiosa. Viveu a total dependência de Deus. Sancha: uma jovem que não se casou como acontecera com suas irmãs. Fundou um convento da Ordem Cisterciense em Coimbra, onde viveu as regras com fidelidade até sua morte. No ano de 1705, as três irmãs portuguesas foram beatificadas. Que sigamos o exemplo dessas mulheres de oração, que buscaram a vontade de Deus. Bem-aventuradas Teresa, Mafalda e Sancha, rogai por nós! Fonte: Santo do dia – Notícias Católicas
Solenidade Sagrado Coração De Jesus – Sexta-feira

Primeira Leitura: Dt 7,6-11 Leitura do Livro do Deuteronômio. Moisés falou ao povo, dizendo: “Tu és um povo consagrado ao Senhor teu Deus. O Senhor teu Deus te escolheu dentre todos os povos da terra, para seres o seu povo preferido. O Senhor se afeiçoou a vós e vos escolheu, não por serdes mais numerosos que os outros povos – na verdade sois o menor de todos – mas, sim, porque o Senhor vos amou e quis cumprir o juramento que fez a vossos pais. Foi por isso que o Senhor vos fez sair com mão poderosa, e vos resgatou da casa da escravidão, das mãos do Faraó, rei do Egito. Saberás, pois, que o Senhor teu Deus é o único Deus, um Deus fiel, que guarda a aliança e a misericórdia até mil gerações, para aqueles que o amam e observam seus mandamentos; mas castiga diretamente aquele que o odeia, fazendo-o perecer; e não o deixa esperar: mas dá-lhe imediatamente o castigo merecido. Guarda, pois, os mandamentos, as leis e os decretos que hoje te prescrevo, pondo-os em prática”. – Palavra do Senhor. Salmo Responsorial: Sl 102 — O amor do Senhor Deus por quem o teme, é de sempre e perdura para sempre. — O amor do Senhor Deus por quem o teme, é de sempre e perdura para sempre. — Bendize, ó minha alma, ao Senhor, e todo o meu ser, seu santo nome! Bendize, ó minha alma, ao Senhor, não te esqueças de nenhum de seus favores! — Pois ele te perdoa toda culpa, e cura toda a tua enfermidade; da sepultura ele salva a tua vida e te cerca de carinho e compaixão. — O Senhor realiza obras de justiça e garante o direito aos oprimidos; revelou os seus caminhos a Moisés, e aos filhos de Israel, seus grandes feitos. — O Senhor é indulgente, é favorável, é paciente, é bondoso e compassivo. Não nos trata como exigem nossas faltas, nem nos pune em proporção às nossas culpas. Segunda Leitura: 1Jo 4,7-16 Leitura da Primeira Carta de São João. Caríssimos, amemo-nos uns aos outros, porque o amor vem de Deus e todo aquele que ama nasceu de Deus e conhece Deus. Quem não ama, não chegou a conhecer Deus, pois Deus é amor. Foi assim que o amor de Deus se manifestou entre nós: Deus enviou o seu Filho único ao mundo, para que tenhamos vida por meio dele. Nisto consiste o amor: não fomos nós que amamos a Deus, mas foi ele que nos amou e enviou o seu Filho como vítima de reparação pelos nossos pecados. Caríssimos, se Deus nos amou assim, nós também devemos amar-nos uns aos outros. Ninguém jamais viu a Deus. Se nos amamos uns aos outros, Deus permanece conosco e seu amor é plenamente realizado entre nós. A prova de que permanecemos com ele, e ele conosco, é que ele nos deu o seu Espírito. E nós vimos, e damos testemunho, que o Pai enviou o seu Filho como Salvador do mundo. Todo aquele que proclama que Jesus é o Filho de Deus, Deus permanece com ele, e ele com Deus. 16E nós conhecemos o amor que Deus tem para conosco, e acreditamos nele. Deus é amor: quem permanece no amor, permanece com Deus, e Deus permanece com ele. – Palavra do Senhor. Evangelho: Mt 11,25-30 Naquele tempo, Jesus pôs-se a dizer: “Eu te louvo, ó Pai, Senhor do céu e da terra, porque escondeste estas coisas aos sábios e entendidos e as revelaste aos pequeninos. Sim, Pai, porque assim foi do teu agrado. Tudo me foi entregue por meu Pai, e ninguém conhece o Filho, senão o Pai, e ninguém conhece o Pai, senão o Filho e aquele a quem o Filho o quiser revelar. Vinde a mim todos vós que estais cansados e fatigados sob o peso dos vossos fardos, e eu vos darei descanso. Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração, e vós encontrareis descanso. Pois o meu jugo é suave e o meu fardo é leve”. – Palavra da Salvação. Reflexão: Depois de censurar algumas cidades por não terem acolhido sua mensagem, Jesus eleva uma prece de gratidão ao Pai por ter escondido essa mensagem aos grandes e sábios e tê-la revelado aos pequeninos, que a acolheram. Tal mensagem ficou “escondida” aos sábios e entendidos porque estes já tinham ideia formada a respeito de Jesus e da religião. É difícil mudar a mentalidade de quem se fecha em si mesmo e se reconhece “experto no assunto”. Jesus agradece principalmente porque os pequeninos estão abertos para seguir os seus passos. Os pobres e humildes descobrem que a mensagem do Mestre liberta dos pesos que, além de impedir a vida de florescer, dificultam o acesso ao Pai. O Mestre nos convida a descobrir que sua proposta de vida é leve; ele não a complica, mas a torna suave e mais simples. A solenidade do Sagrado Coração de Jesus nos revela o grande amor de Deus pela humanidade. Fonte: Evangelho do dia – Notícias Católicas
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