9ª Semana Do Tempo Comum – Quinta-feira

Primeira Leitura: 2 Timóteo 2,8-15 Leitura da segunda carta de são Paulo a Timóteo – Caríssimo, lembra-te de Jesus Cristo, da descendência de Davi, ressuscitado dentre os mortos, segundo o meu evangelho. Por ele eu estou sofrendo até as algemas, como se eu fosse um malfeitor; mas a palavra de Deus não está algemada. Por isso suporto qualquer coisa pelos eleitos, para que eles também alcancem a salvação, que está em Cristo Jesus, com a glória eterna. Merece fé esta palavra: se com ele morremos, com ele viveremos. Se com ele ficamos firmes, com ele reinaremos. Se nós o negamos, também ele nos negará. Se lhe somos infiéis, ele permanece fiel, pois não pode negar-se a si mesmo. Lembra-lhes tais coisas e conjura-os por Deus a evitarem discussões vãs, que de nada servem a não ser para a perdição dos ouvintes. Empenha-te em apresentar-te diante de Deus como homem digno de aprovação, como operário que não tem de que se envergonhar, mas expõe corretamente a palavra da verdade. – Palavra do Senhor. Salmo Responsorial: (25/24) Mostrai-me, ó Senhor, vossos caminhos! 1. Mostrai-me, ó Senhor, vossos caminhos / e fazei-me conhecer a vossa estrada! / Vossa verdade me oriente e me conduza, / porque sois o Deus da minha salvação. – R. 2. O Senhor é piedade e retidão / e reconduz ao bom caminho os pecadores. / Ele dirige os humildes na justiça / e aos pobres ele ensina o seu caminho. – R. 3. Verdade e amor são os caminhos do Senhor / para quem guarda sua aliança e seus preceitos. / O Senhor se torna íntimo aos que o temem / e lhes dá a conhecer sua aliança. – R. Evangelho: Marcos 12,28-34 Proclamação do evangelho de Jesus Cristo segundo Marcos – Naquele tempo, um mestre da lei aproximou-se de Jesus e perguntou-lhe: “Qual é o primeiro de todos os mandamentos?” Jesus respondeu: “O primeiro é este: Ouve, ó Israel! O Senhor nosso Deus é o único Senhor. Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma, de todo o teu entendimento e com toda a tua força! O segundo mandamento é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo! Não existe outro mandamento maior do que estes”. O mestre da lei disse a Jesus: “Muito bem, mestre! Na verdade, é como disseste: ele é o único Deus e não existe outro além dele. Amá-lo de todo o coração, de toda a mente e com toda a força e amar o próximo como a si mesmo é melhor do que todos os holocaustos e sacrifícios”. Jesus viu que ele tinha respondido com inteligência e disse: “Tu não estás longe do reino de Deus”. E ninguém mais tinha coragem de fazer perguntas a Jesus. – Palavra da salvação. Reflexão: Até agora, Jesus vem sendo atacado por representantes das autoridades judaicas, com o objetivo de vê-lo cair em contradição ou posicionar-se radicalmente contra o governo. De todas as tramoias, Jesus tem-se livrado de modo brilhante, enquanto nos deixa ensinamentos perenes. No episódio aqui descrito, um doutor da Lei, de boa índole e respeitoso com Jesus, apresenta-lhe uma questão central na lei judaica: Qual é o primeiro de todos os mandamentos? Com a citação de dois textos bíblicos (Dt 6,4-5; Lv 19,18), Jesus harmoniza o amor a Deus com o amor ao próximo. Não se pode amar a Deus sem amar o próximo. E o amor ao próximo é reflexo ou consequência do amor a Deus. Todas as outras leis e tradições estão submetidas a este núcleo. Ensinamento ao alcance de todos. Mais exigente é praticá-lo. Fonte: Evangelho do dia – Notícias Católicas
9ª Semana Do Tempo Comum – Quarta-feira

Primeira Leitura: 2 Timóteo 1,1-3.6-12 Início da segunda carta de são Paulo a Timóteo – Paulo, apóstolo de Jesus Cristo pelo desígnio de Deus referente à promessa de vida que temos em Cristo Jesus, a Timóteo, meu querido filho: graça, misericórdia e paz da parte de Deus Pai e de Cristo Jesus, nosso Senhor! Dou graças a Deus, a quem sirvo com a consciência pura, como aprendi dos meus antepassados, quando me lembro de ti, dia e noite, nas minhas orações. Por esse motivo, exorto-te a reavivar a chama do dom de Deus que recebeste pela imposição das minhas mãos. Pois Deus não nos deu um espírito de timidez, mas de fortaleza, de amor e sobriedade. Não te envergonhes do testemunho de nosso Senhor nem de mim, seu prisioneiro, mas sofre comigo pelo evangelho, fortificado pelo poder de Deus. Deus nos salvou e nos chamou com uma vocação santa, não devido às nossas obras, mas em virtude do seu desígnio e da sua graça, que nos foi dada em Cristo Jesus desde toda a eternidade. Essa graça foi revelada agora, pela manifestação de nosso salvador, Jesus Cristo. Ele não só destruiu a morte, como também fez brilhar a vida e a imortalidade por meio do evangelho, do qual fui constituído anunciador, apóstolo e mestre. Essa é a causa pela qual estou sofrendo, mas não me envergonho, porque sei em quem coloquei a minha fé. E tenho a certeza de que ele é capaz de guardar aquilo que me foi confiado até o grande dia. – Palavra do Senhor. Salmo Responsorial: (123/122) Ó Senhor, para vós eu levanto meus olhos. 1. Eu levanto os meus olhos para vós, / que habitais nos altos céus. / Como os olhos dos escravos estão fitos / nas mãos do seu senhor. – R. 2. Como os olhos das escravas estão fitos / nas mãos de sua senhora, / assim os nossos olhos, no Senhor, / até de nós ter piedade. – R. Evangelho: Marcos 12,18-27 Proclamação do evangelho de Jesus Cristo segundo Marcos – Naquele tempo, vieram ter com Jesus alguns saduceus, os quais afirmam que não existe ressurreição, e lhe propuseram este caso: “Mestre, Moisés deu-nos esta prescrição: se morrer o irmão de alguém e deixar a esposa sem filhos, o irmão desse homem deve casar-se com a viúva, a fim de garantir a descendência de seu irmão. Ora, havia sete irmãos; o mais velho casou-se e morreu sem deixar descendência. O segundo casou-se com a viúva e morreu sem deixar descendência. E a mesma coisa aconteceu com o terceiro. E nenhum dos sete deixou descendência. Por último, morreu também a mulher. Na ressurreição, quando eles ressuscitarem, de quem será ela mulher? Porque os sete se casaram com ela!” Jesus respondeu: “Acaso, vós não estais enganados por não conhecerdes as Escrituras nem o poder de Deus? Com efeito, quando os mortos ressuscitarem, os homens e as mulheres não se casarão, pois serão como os anjos do céu. Quanto ao fato da ressurreição dos mortos, não lestes, no livro de Moisés, na passagem da sarça ardente, como Deus lhe falou: ‘eu sou o Deus de Abraão, o Deus de Isaac e o Deus de Jacó’? Ora, ele não é Deus de mortos, mas de vivos! Vós estais muito enganados”. – Palavra da salvação. Reflexão: Os saduceus não admitiam outra vida depois da morte. Eram materialistas. O horizonte deles era esta vida e nela procuravam manter sua posição de poder e de privilégio. Ao responder ao caso proposto por eles, Jesus atinge também os fariseus. Estes acreditavam na ressurreição e em outra vida, que imaginavam como retorno à vida terrena em condições de total bem-estar. Jesus esclarece: a vida após a morte não é simples retorno ou repetição da vida anterior vivida neste mundo. Trata-se de vida em outra dimensão, “como os anjos”. Bem outro é o esquema da vida eterna. Nela não há matrimônio nem necessidade de procriação para conservar a espécie humana. Quanto à ressurreição dos mortos, a Escritura nos ilumina: o Deus de Jesus é o Deus da vida, porque sua força é a força da vida. Vida sem fim. Fonte: Evangelho do dia – Notícias Católicas
São Carlos Lwanga E Companheiros

Neste dia, celebramos a memória destes grandes mártires que na África testemunharam o nome de Jesus. Carlos Lwanga era chefe dos pajens, que serviam na corte do rei Muanga da Uganda. Acontece que a entrada da evangelização na África, sofreu muito pelas invasões dos homens brancos, por isso os missionários tinham que ser homens verdadeiramente de Deus, ou seja, de caridade, pois facilmente eram confundidos como colonizadores. Depois da entrada dos padres que fizeram um lindo trabalho de evangelização que atingiu Carlos Lwanga e outros, o rei se revoltou e decretou pena de morte para os que rezassem. São Carlos, depois de muito se preparar junto com seus companheiros, apresentou-se diante do rei com o firme propósito de não negar a fé, por isso foi queimado vivo diante de todos. Seguindo o irmão na fé, nenhum deles renegou, até que em 1887 o último deles morreu afogado, como parte dos corajosos mártires de Uganda, na África. São Carlos Lwanga e companheiros, rogai por nós! Fonte: Santo do dia – Notícias Católicas
Live Setor Juventude – Amizade

Na Live Setor Juventude desta semana o Leo (Setor Juventude & EJC) e a Carol (Terço Jovem & Setor Juventude) falaram sobre amizade, um tema bastante importante para todos, mas principalmente os jovens, que passam muito tempo com os amigos. É necessário escolher bem os seus amigos, pessoas que você possa sempre contar, que estejam ao seu lado nos momentos felizes e nos momentos de provação, e que nos aplauda quando estamos certo, mas também nos corrija quando erramos. Amigos sinceros não nos deixam ir pelo caminho errado sem nos corrigir. Também, por um outro lado, não devemos ter medo de seguir o caminho do Senhor por causa de nossas amizades. Convém mais amar a Deus primeiro do que qualquer outra pessoa. Portanto, caso uma amizade não esteja florescendo no caminho do Senhor, é adequado, primeiramente, dialogar com aquela pessoa, entender as suas diferenças. Muitas das vezes esta pessoa não está falando mal da Igreja Católica ou de seus santos mal intencionada, mas simplesmente por não ter conhecido a verdadeira fé da Igreja. O diálogo é sempre importante e pode ser uma oportunidade de conversão daquela pessoa, que talvez esteja passando até por uma situação difícil e somente precisa de conforto. De tempos difíceis como este é que podem nascer grandes amizades e até grandes histórias de salvação. Até na amizade entre católicos praticantes o diálogo é importante, até mesmo entre pessoas de boa fé surgem discordâncias, diferenças de meios no serviço ao Senhor, entre outros problemas. Nós, como paroquianos, devemos sempre dialogar, ouvir os nossos irmãos e ser ouvidos, é assim que construímos uma amizade em Cristo. Boas amizades fortalecem a fé mutuamente, como podemos ver entre os jovens de nossa paróquia. Porém, não necessariamente devemos ter somente amigos dentro da Igreja, podemos ter amigos também fora da Igreja, ou até de outras religiões, desde que haja o respeito e que seja ocasião de enfraquecimento na fé. Não deixe de dialogar, defender a fé, evangelizar ou até buscar oportunidades de conversão, tudo baseado no respeito mútuo. Precisamos ser firmes com quem maldiz a Igreja e seus santos. Não podemos ser dizer servos da Virgem Maria, por exemplo, sem defendê-la quando é ofendida. Devemos sempre colocar na balança uma amizade, que pode ser importante, mas humana, e a salvação eterna e não deve haver hesitação na escolha. Há pessoas que tem dificuldade de fazer amizades, seja por timidez ou por qualquer outro motivo, estas devemos acolher e entender suas dificuldades e não julgar o livro pela capa. A essas pessoas é importante dizer que quando se trata de amizade, qualidade é melhor que quantidade. Vale mais um ou dois amigos que você sabe que pode contar em qualquer situação, do que muitos que viram as costas em momentos de provação. Por último, mas não menos importante, devemos sempre se lembrar do nosso maior amigo, Nosso Senhor Jesus Cristo, que entregou a sua vida por nós. É Ele quem está sempre ao nosso lado, mesmo nos momentos mais difíceis e mesmo quando o ofendemos. Também temos a Virgem Maria como mãe e grande amiga para nos guiar, assim como todos os santos e o anjo da guarda de cada pessoa, que nos defende das tentações do demônio. Que saibamos cultivar as nossas amizades, terrenas e espirituais, para que todas elas contribuam para que cheguem a verdadeiro amizade com Cristo. São Francisco e Santa Clara, rogai por nós!
São Marcelino E São Pedro

Os santos de hoje, pertenceram ao clero romano no século IV e viveram no contexto da grande perseguição contra a Igreja de Cristo, por parte do Imperador Diocleciano. Foram mártires por causa do amor a Jesus. Os santos demonstram com a vida e até com a morte, no caso dos mártires, que o amor precisa ser o mais importante. Foram presos, e na cadeia souberam que o responsável daquela prisão estava deprimido. E quiseram saber o porquê. E a filha deste, estava sendo oprimida pelo maligno. Eles então, anunciaram Jesus àquele pai, e disseram do poder do Senhor para libertá-la. Conseguiram liberação, foram até a casa desta família, anunciaram Jesus, oraram pela libertação daquela criança e que graça, toda a família se converteu, aceitando o santo Batismo. Este pai de família também foi preso e martirizado. Pedro e Marcelino foram instrumentos da Divina Providência para que a evangelização chegasse a essa família e a tantas outras pessoas. Estes santos foram decapitados no ano de 304. Peçamos a intercessão destes santos para que a nossa evangelização seja centrada no amor de Deus, para que muitas famílias se convertam e se tornem sinais visíveis deste amor que santifica e salva, o amor de Deus. São Marcelino e São Pedro, rogai por nós! Fonte: Santo do dia – Notícias Católicas
9ª Semana Do Tempo Comum – Terça-feira

Primeira Leitura: 2 Pedro 3,12-15.17-18 Leitura da segunda carta de são Pedro – Caríssimos, esperais com anseio a vinda do dia de Deus, quando os céus em chama se vão derreter e os elementos, consumidos pelo fogo, se fundirão? O que nós esperamos, de acordo com a sua promessa, são novos céus e uma nova terra, onde habitará a justiça. Caríssimos, vivendo nessa esperança, esforçai-vos para que ele vos encontre numa vida pura e sem mancha e em paz. Considerai também como salvação a longanimidade de nosso Senhor. Vós, portanto, bem-amados, sabendo disso com antecedência, precavei-vos, para não suceder que, levados pelo engano destes ímpios, percais a própria firmeza. Antes procurai crescer na graça e no conhecimento de nosso Senhor e salvador Jesus Cristo. A ele seja dada a glória, desde agora, até o dia da eternidade. Amém. – Palavra do Senhor. Salmo Responsorial: (90/89) Ó Senhor, vós fostes sempre um refúgio para nós! 1. Já bem antes que as montanhas fossem feitas † ou a terra e o mundo se formassem, / desde sempre e para sempre vós sois Deus. – R. 2. Vós fazeis voltar ao pó todo mortal, / quando dizeis: “Voltai ao pó, filhos de Adão!” / Pois mil anos para vós são como ontem, / qual vigília de uma noite que passou. – R. 3. Pode durar setenta anos nossa vida, / os mais fortes talvez cheguem a oitenta; / a maior parte é ilusão e sofrimento: / passam depressa e também nós assim passamos. – R. 4. Saciai-nos de manhã com vosso amor, / e exultaremos de alegria todo o dia! / Manifestai a vossa obra a vossos servos / e a seus filhos revelai a vossa glória! – R. Evangelho: Marcos 12,13-17 Proclamação do evangelho de Jesus Cristo segundo Marcos – Naquele tempo, as autoridades mandaram alguns fariseus e alguns partidários de Herodes para apanharem Jesus em alguma palavra. Quando chegaram, disseram a Jesus: “Mestre, sabemos que tu és verdadeiro e não dás preferência a ninguém. Com efeito, tu não olhas para as aparências do homem, mas ensinas, com verdade, o caminho de Deus. Dize-nos: é lícito ou não pagar o imposto a César? Devemos pagar ou não?” Jesus percebeu a hipocrisia deles e respondeu: “Por que me tentais? Trazei-me uma moeda para que eu a veja”. Eles levaram a moeda, e Jesus perguntou: “De quem é a figura e a inscrição que estão nessa moeda?” Eles responderam: “De César”. Então Jesus disse: “Dai, pois, a César o que é de César e a Deus o que é de Deus”. E eles ficaram admirados com Jesus. – Palavra da salvação. Reflexão: Os fariseus eram contra os ocupantes romanos. Os herodianos, ao invés, eram aliados do governo de Roma. Adversários entre eles, ajuntavam-se para atacar uma presa comum, o Mestre Jesus. Queriam que ele se pronunciasse sobre a obrigação de pagar o imposto ao imperador. Prontamente, Jesus põe tudo no devido lugar. Se há imposto estabelecido, é porque os chefes judeus aceitaram o domínio do imperador, estão usando o dinheiro de César. Então “devolvam a César o que é de César”. Só renunciando a esse dinheiro deixarão de reconhecer César como senhor. Entretanto, há uma nação inteira que precisa ser respeitada e não pode sofrer e agonizar por causa dos pesados impostos (devolvam a Deus o que é de Deus). O povo é de Deus. Deus é o Senhor absoluto. Fonte: Evangelho do dia – Notícias Católicas
9ª Semana Do Tempo Comum – Maria Mãe Da Igreja

Primeira Leitura: Atos 1,12-14 Leitura dos Atos dos Apóstolos – Depois que Jesus subiu ao céu, os apóstolos voltaram para Jerusalém, vindo do monte das Oliveiras, que fica perto de Jerusalém, a mais ou menos um quilômetro. Entraram na cidade e subiram para a sala de cima, onde costumavam ficar. Eram Pedro e João, Tiago e André, Filipe e Tomé, Bartolomeu e Mateus, Tiago, filho de Alfeu, Simão zelota e Judas, filho de Tiago. Todos eles perseveravam na oração em comum, junto com algumas mulheres, entre as quais Maria, mãe de Jesus, e com os irmãos de Jesus. – Palavra do Senhor. Salmo Responsorial: 86(87) Dizem coisas gloriosas da cidade do Senhor. 1. O Senhor ama a cidade / que fundou no monte santo; / ama as portas de Sião / mais que as casas de Jacó. – R. 2. Dizem coisas gloriosas / da cidade do Senhor. / De Sião, porém, se diz: † “Nasceu nela todo homem; / Deus é sua segurança”. – R. 3. Deus anota no seu livro, † onde inscreve os povos todos: / “Foi ali que estes nasceram”. / E por isso todos juntos / a cantar se alegrarão; / e, dançando, exclamarão: / “Estão em ti as nossas fontes!” – R. Evangelho: João 19,25-34 Proclamação do evangelho de Jesus Cristo segundo João – Naquele tempo, perto da cruz de Jesus, estavam de pé a sua mãe, a irmã da sua mãe, Maria de Cléofas, e Maria Madalena. Jesus, ao ver sua mãe e, ao lado dela, o discípulo que ele amava, disse à mãe: “Mulher, este é o teu filho”. Depois disse ao discípulo: “Esta é a tua mãe”. Daquela hora em diante, o discípulo a acolheu consigo. Depois disso, Jesus, sabendo que tudo estava consumado, e para que a Escritura se cumprisse até o fim, disse: “Tenho sede”. Havia ali uma jarra de vinagre. Amarraram numa vara uma esponja embebida de vinagre e levaram-na à boca de Jesus. Ele tomou o vinagre e disse: “Tudo está consumado”. E, inclinando a cabeça, entregou o espírito. Era o dia da preparação para a Páscoa. Os judeus queriam evitar que os corpos ficassem na cruz durante o sábado, porque aquele sábado era dia de festa solene. Então pediram a Pilatos que mandasse quebrar as pernas aos crucificados e os tirasse da cruz. Os soldados foram e quebraram as pernas de um e depois do outro que foram crucificados com Jesus. Ao se aproximarem de Jesus, e vendo que já estava morto, não lhe quebraram as pernas; mas um soldado abriu-lhe o lado com uma lança, e logo saiu sangue e água. – Palavra da salvação. Reflexão: Mediante Decreto da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, publicado em 11/02/2018, o Papa Francisco instituiu a memória da “Bem-Aventurada Virgem Maria, Mãe da Igreja”, a ser celebrada na segunda-feira depois de Pentecostes. Ao promover esta memória obrigatória, o Papa Francisco visa favorecer o crescimento materno da Igreja nos pastores, nos religiosos e nos fiéis, como também a genuína piedade mariana. Considerando o evangelho do dia, o Decreto afirma: “A Mãe, que estava junto à cruz, aceitou o testamento do amor do seu Filho e acolheu todos os homens, personificados no discípulo amado… tornando-se a amorosa Mãe da Igreja, que Cristo gerou na cruz, dando o Espírito. Por sua vez, no discípulo amado, Cristo elegeu todos os discípulos como herdeiros do seu amor para com a Mãe”. Fonte: Evangelho do dia – Notícias Católicas
São Justino

Nasceu na Palestina, na cidade de Siquém, em uma família que não conheceu Jesus. Justino buscou8 a verdade com aquilo que tinha. Providencialmente, essa sede pela verdade pôs em sua vida um ancião que se aproximou dele para falar sobre a filosofia, apresentando-lhe o ‘algo mais’ que faltava. Falou dos profetas, da fé, da verdade, do mistério de Deus e apresentou Jesus Cristo. Justino se tornou um grande filósofo cristão, sacerdote, um homem que buscou corresponder, diariamente, à sua fé. E depois dos padres apostólicos, ele foi intitulado como o primeiro padre santo. A Sagrada Tradição foi muito testemunhada nos escritos deste santo. Por inveja e por não aceitar a verdade, um filosofo denunciou São Justino, que foi julgado injustamente, flagelado e, por não renunciar a Jesus Cristo, foi decapitado no ano de 167. Com fé e razão, nós mergulhamos nosso ser no coração de Jesus, modelo e fonte de toda graça, bênção e santidade. São Justino, rogai por nós! Fonte: Santo do dia – Notícias Católicas
Visitação De Nossa Senhora, A Mãe Do Nosso Salvador

Sabemos que Nossa Senhora foi visitada pelo Arcanjo Gabriel com esta mensagem de amor, com esta proposta de fazer dela a mãe do nosso Salvador. E ela aceitou. E aceitar Jesus é estar aberto a aceitar o outro. O anjo também comunicou a ela que sua parenta – Santa Isabel – já estava grávida. Aí encontramos o testemunho da Santíssima Virgem – no Evangelho de São Lucas no capitulo 1, – quando depois de andar cerca de 100 km ela encontrou-se com Isabel. Nesta festa, também vamos descobrindo a raiz da nossa devoção a Maria. Ela cantou o Magnificat, glorificando a Deus. Em certa altura ela reconheceu sua pequenez, e a razão pela qual devemos ter essa devoção, que passa de século a século. “Porque olhou para sua pobre serva, por isso, desde agora, me proclamarão bem-aventurada todas as gerações.” (Lucas 1,48) A Palavra de Deus nos convida a proclamarmos Bem-aventurada aquela que, por aceitar Jesus, também se abriu à necessidade do outro. É impossível dizer que ama a Deus, se não ama o outro. A visitação de Maria a sua prima nos convoca a essa caridade ativa, à fé que opera por esse amor de que o outro tanto precisa. Quem será que precisa de nós? Peçamos a Virgem Maria que interceda por nós junto a Jesus, para que sejamos cada vez mais sensíveis à dor do outro. Mas que a nossa sensibilidade não fique no sentimentalismo, mas se concretize através da caridade. Virgem Maria, Mãe da visitação, rogai por nós! Fonte: Santo do dia – Notícias Católicas
Solenidade De Pentecostes – Domingo

Primeira Leitura: At 2,1-11 Quando chegou o dia de Pentecostes, os discípulos estavam todos reunidos no mesmo lugar. De repente, veio do céu um barulho como se fosse uma forte ventania, que encheu a casa onde eles se encontravam. Então apareceram línguas como de fogo que se repartiram e pousaram sobre cada um deles. Todos ficaram cheios do Espírito Santo e começaram a falar em outras línguas, conforme o Espírito os inspirava. Moravam em Jerusalém judeus devotos, de todas as nações do mundo. Quando ouviram o barulho, juntou-se a multidão, e todos ficaram confusos, pois cada um ouvia os discípulos falar em sua própria língua. Cheios de espanto e admiração, diziam: “Esses homens que estão falando não são todos galileus? Como é que nós os escutamos na nossa própria língua? Nós que somos partos, medos e elamitas, habitantes da Mesopotâmia, da Judeia e da Capadócia, do Ponto e da Ásia, da Frígia e da Panfília, do Egito e da parte da Líbia próxima de Cirene, também romanos que aqui residem; judeus e prosélitos, cretenses e árabes, todos nós os escutamos anunciarem as maravilhas de Deus na nossa própria língua!” – Palavra do Senhor. Salmo Responsorial: 103(104) Enviai o vosso Espírito, Senhor, / e da terra toda a face renovai. 1. Bendize, ó minha alma, ao Senhor! / Ó meu Deus e meu Senhor, como sois grande! / De majestade e esplendor vos revestis / e de luz vos envolveis como num manto. – R. 2. Quão numerosas, ó Senhor, são vossas obras, / e que sabedoria em todas elas! / Encheu-se a terra com as vossas criaturas. / Bendize, ó minha alma, ao Senhor! – R. 3. Todos eles, ó Senhor, de vós esperam / que a seu tempo vós lhes deis o alimento; / vós lhes dais o que comer e eles recolhem, / vós abris a vossa mão e eles se fartam. – R. 4. Se tirais o seu respiro, eles perecem / e voltam para o pó de onde vieram; / enviais o vosso espírito e renascem / e da terra toda a face renovais. – R. Segunda Leitura: Cor 12,3b-7.12-13 Leitura da Primeira Carta de São Paulo aos Coríntios: Irmãos: Ninguém pode dizer: Jesus é o Senhor, a não ser no Espírito Santo. Há diversidade de dons, mas um mesmo é o Espírito. Há diversidade de ministérios, mas um mesmo é o Senhor. Há diferentes atividades, mas um mesmo Deus que realiza todas as coisas em todos. A cada um é dada a manifestação do Espírito em vista do bem comum. Como o corpo é um, embora tenha muitos membros, e como todos os membros do corpo, embora sejam muitos, formam um só corpo, assim também acontece com Cristo. De fato, todos nós, judeus ou gregos, escravos ou livres, fomos batizados num único Espírito, para formarmos um único corpo, e todos nós bebemos de um único Espírito. – Palavra do Senhor. Evangelho: Jo 20,19-23 Ao anoitecer daquele dia, o primeiro da semana, estando fechadas, por medo dos judeus, as portas do lugar onde os discípulos se encontravam, Jesus entrou e, pondo-se no meio deles, disse: “A paz esteja convosco”. Depois dessas palavras, mostrou-lhes as mãos e o lado. Então os discípulos se alegraram por verem o Senhor. Novamente, Jesus disse: “A paz esteja convosco. Como o Pai me enviou, também eu vos envio”. E, depois de ter dito isso, soprou sobre eles e disse: “Recebei o Espírito Santo. A quem perdoardes os pecados, eles lhes serão perdoados; a quem não os perdoardes, eles lhes serão retidos”. – Palavra da salvação. Reflexão: O clima vivido pela Comunidade do Ressuscitado era de temor desmedido, pavor, penumbra… As expressões dissertadas, no texto, que mais ganham tônica na desenvoltura de uma catequese madura, acerca desse episódio, são: “ao anoitecer” / “as portas fechadas” / “o medo”, indicando a insegurança vivida por um grupo de homens que perderam tudo, precisamente porque confiaram numa Proposta, numa Pessoa, na difusão de um Reino que parece ter se esfacelado.Quando o ambiente era de insegurança e desconforto, desarmonia e instabilidade, Deus, em Jesus, apresentou-se aos seus, de modo estritamente sacramental. A presença de Jesus contou com elementos, tais como: A Palavra – por meio desta, Jesus dialoga, conversa, cria elos, tonifica laços, marca território. Nesse contexto, o vocábulo pronunciado fora: “shalom”, transmissão da serenidade, da paz, da concórdia. Certo de que a palavra sempre fora o meio cultural mais adequado para tornar Deus conhecido, mesmo estando na esfera Ressuscitada, Jesus usa a ferramenta da Palavra para tranquilizar e serenar os aflitos; As mãos e o lado aberto – ora, se o trigo, pelas mãos do trabalhador, com afinco e inteligência, pode ser transformado em pão, Deus, pelo seu Espírito, pôde transformar a humanidade integral de Jesus em oferta perfeita de amor e de paz; O sopro – este gesto de Jesus rememora o antigo gesto presidido por Iahweh no Éden: lá, o Senhor precisou soprar para da terra retirar Adão, aqui, o mesmo acontece, para que Adão receba não mais o dom da vida biológica, mas o dom da vida espiritual e, portanto, eterna. Fonte: Evangelho do dia – Notícias Católicas
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