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Santo Estevão

A primeira pessoa que derramou seu sangue testemunhando a fé em Jesus Cristo foi santo Estevão. Este jovem, pertencente a primeira comunidade cristã, morreu apedrejado pelas lideranças judaicas. Estevão foi eleito diácono da comunidade, ou seja, cabia a ele servir os pobres e as viúvas, recolhendo e distribuindo alimentos. Ele era um verdadeiro ministro da caridade, mas não se limitava ao trabalho social de que fora incumbido. Não perdia a chance de divulgar e pregar a Palavra de Cristo, e o fazia com tanto fervor e zelo, que chamou a atenção dos judeus. Levado diante das autoridades judaicas, foi caluniado e acusado de subverter as leis de Moisés. Mas o jovem, inspirado pelo Espírito Santo, relembrou toda a história da salvação, mostrando que não havia blasfemado nem contra Deus nem contra a Lei. As lideranças, porém, ficaram ainda mais iradas e o levaram aos gritos para fora da cidade, apedrejarando-o até a morte. Antes de tombar morto, Estevão repetiu as palavras de Jesus no Calvário, pedindo a Deus perdão para seus agressores. Entre os acusadores estava o futuro São Paulo. Por A12 Fonte: Santo do dia – Notícias Católicas

Santo Estevão

A primeira pessoa que derramou seu sangue testemunhando a fé em Jesus Cristo foi santo Estevão. Este jovem, pertencente a primeira comunidade cristã, morreu apedrejado pelas lideranças judaicas. Estevão foi eleito diácono da comunidade, ou seja, cabia a ele servir os pobres e as viúvas, recolhendo e distribuindo alimentos. Ele era um verdadeiro ministro da caridade, mas não se limitava ao trabalho social de que fora incumbido. Não perdia a chance de divulgar e pregar a Palavra de Cristo, e o fazia com tanto fervor e zelo, que chamou a atenção dos judeus. Levado diante das autoridades judaicas, foi caluniado e acusado de subverter as leis de Moisés. Mas o jovem, inspirado pelo Espírito Santo, relembrou toda a história da salvação, mostrando que não havia blasfemado nem contra Deus nem contra a Lei. As lideranças, porém, ficaram ainda mais iradas e o levaram aos gritos para fora da cidade, apedrejarando-o até a morte. Antes de tombar morto, Estevão repetiu as palavras de Jesus no Calvário, pedindo a Deus perdão para seus agressores. Entre os acusadores estava o futuro São Paulo. Por A12 Fonte: Santo do dia – Notícias Católicas

Santo Estevão

A primeira pessoa que derramou seu sangue testemunhando a fé em Jesus Cristo foi santo Estevão. Este jovem, pertencente a primeira comunidade cristã, morreu apedrejado pelas lideranças judaicas. Estevão foi eleito diácono da comunidade, ou seja, cabia a ele servir os pobres e as viúvas, recolhendo e distribuindo alimentos. Ele era um verdadeiro ministro da caridade, mas não se limitava ao trabalho social de que fora incumbido. Não perdia a chance de divulgar e pregar a Palavra de Cristo, e o fazia com tanto fervor e zelo, que chamou a atenção dos judeus. Levado diante das autoridades judaicas, foi caluniado e acusado de subverter as leis de Moisés. Mas o jovem, inspirado pelo Espírito Santo, relembrou toda a história da salvação, mostrando que não havia blasfemado nem contra Deus nem contra a Lei. As lideranças, porém, ficaram ainda mais iradas e o levaram aos gritos para fora da cidade, apedrejarando-o até a morte. Antes de tombar morto, Estevão repetiu as palavras de Jesus no Calvário, pedindo a Deus perdão para seus agressores. Entre os acusadores estava o futuro São Paulo. Por A12 Fonte: Santo do dia – Notícias Católicas

Santa Anastácia

Nascida em Roma no final do século III, tempo do Imperador Diocleciano, Anastácia destacava-se como um belíssima jovem. Junto com a mãe converteu-se ao cristianismo, tornando exemplo de caridade e bondade. Após a morte da mãe, o pai obrigou Anastácia a casar-se comum nobre romano. A partir de então a jovem foi proibida até mesmo de sair de casa. Mas Anastácia ajudava os pobres às escondidas, partilhando o pão de sua casa. Algum tempo depois, seu marido foi transferido para a Pérsia, como embaixador do Império. Anastácia ficou aos cuidados de um carrasco, que mal a alimentava e a mantinha sobre alta vigilância. A notícia da morte de seu marido trouxe liberdade para a jovem, que assumiu ainda mais corajosamente o trabalho de assitência aos pobres. Denunciada as autoridades por causa de sua fé, Anastácia foi presa exilada.Finalmente, depois de muito sofrer por causa do testemunho da fé, ela foi queimada viva. Por A12 Fonte: Santo do dia – Notícias Católicas

Santa Tarsila

Tarsila era tia de Gregório Magno, um dos grandes papas da história. Sua influência na vida de seu sobrinho foi essencial. Dela saíram grandes lições de caridade e justiça. As grandes companheiras de Tarsila eram suas irmãs, Emiliana e Jordana.  Tarsila e Emiliana eram muito unidas, pelo fervor da fé em Cristo e pela caridade. Viviam juntas na casa herdada do pai, como se estivessem num mosteiro.Tarsila orientava a casa, auxiliada pela Palavra do Evangelho, pelo exemplo da caridade e da castidade. Dessa maneira os progressos na vida espiritual foram grandes.  Tarsila permaneceu com a opção de vida religiosa que havia escolhido. Sempre feliz, na paz do seu retiro e na entrega de seu amor a Deus, até que foi ao Seu encontro na glória de Cristo. A tradição conta que Tarsila ouviu, na hora da morte, uma frase consoladora: “Vem, que eu haverei de te receber nestas moradas de Luz”. Imediatamente pediu para que todos se afastassem dizendo: “Está chegado Jesus, meu Salvador!”.  Colaboração: Padre Evaldo César de Souza, CSsR Fonte: Santo do dia – Notícias Católicas

São João Câncio

João Câncio nasceu em 23 de junho de 1390, no povoado de Kety, e viveu sempre em sua cidade, Cracóvia. Entre as boas coisas realizadas enumera-se a criação em 1400 da célebre Universidade de Cracóvia.  Lá, conquistou todos os graus acadêmicos e lecionou em sua principal universidade até morrer. A grande preocupação de seu magistério era transmitir aos alunos os conhecimentos “não à luz de uma ciência fria e anônima, mas como irradiação da ciência suprema que tem sua fonte em Deus”. Foi ordenado sacerdote e obteve a cátedra universitária no momento em que a controvérsia hussita se tornava mais acesa. João discutiu com vários opositores, recebendo nesta disputas mais insultos que argumentações objetivas. Quando a sua humildade e a sua paciência eram postas a prova, sem perder a costumeira serenidade de espírito, se limitava a responder: “Graças a Deus!” Mesmo depois de ordenar-se sacerdote, continuou a cultivar a ciência, ao mesmo tempo que fazia seu trabalho pastoral como vigário da paróquia de Olkusz. Homem de profunda vida interior, jejuava e penitenciava-se semanalmente, ao mesmo tempo que espalhava o amor pelo próximo entre os estudantes e os pobres da cidade. Há um exemplo claro de sua personalidade em sua biografia, que remonta às inúmeras peregrinações e romarias aos túmulos dos mártires em Roma, bem como aos lugares santos da Palestina. Numa dessas incontáveis viagens, foi assaltado. Os bandidos exigiram que João Câncio lhes desse tudo que tinha, depois perguntaram ainda se não estava escondendo mais nada. Ele afirmou que não. Depois que os ladrões partiram, ele se lembrou de que ainda tinha algumas moedas no forro do manto. Achou-as, correu atrás dos bandidos, deu-lhes as moedas e ainda pediu desculpa pelo esquecimento. Anos depois, ao perceber a proximidade da morte, distribuiu os poucos bens que possuía aos pobres, falecendo às vésperas do Natal de 1473. Foi canonizado por Clemente II em 1767. São João Câncio era celebrado no dia 20 de outubro, mas agora sua festa acontece um dia antes daquele que marca sua morte. Para homenagear o “professor santo”, que foi modelo para gerações inteiras de religiosos, o papa João Paulo II foi à Polônia em 1979. Na ocasião, consagrou uma capela em memória do padroeiro da Polônia, S     ão João Câncio, na igreja de São Floriano. Nela, na metade do século XX, o mesmo papa, então um jovem sacerdote, iniciava o seu serviço de vigário paroquial. A Igreja também celebra hoje a memória dos santos:  Euniciano e Mardônio Fonte: Santo do dia – Notícias Católicas

São João Câncio

João Câncio nasceu em 23 de junho de 1390, no povoado de Kety, e viveu sempre em sua cidade, Cracóvia. Entre as boas coisas realizadas enumera-se a criação em 1400 da célebre Universidade de Cracóvia.  Lá, conquistou todos os graus acadêmicos e lecionou em sua principal universidade até morrer. A grande preocupação de seu magistério era transmitir aos alunos os conhecimentos “não à luz de uma ciência fria e anônima, mas como irradiação da ciência suprema que tem sua fonte em Deus”. Foi ordenado sacerdote e obteve a cátedra universitária no momento em que a controvérsia hussita se tornava mais acesa. João discutiu com vários opositores, recebendo nesta disputas mais insultos que argumentações objetivas. Quando a sua humildade e a sua paciência eram postas a prova, sem perder a costumeira serenidade de espírito, se limitava a responder: “Graças a Deus!” Mesmo depois de ordenar-se sacerdote, continuou a cultivar a ciência, ao mesmo tempo que fazia seu trabalho pastoral como vigário da paróquia de Olkusz. Homem de profunda vida interior, jejuava e penitenciava-se semanalmente, ao mesmo tempo que espalhava o amor pelo próximo entre os estudantes e os pobres da cidade. Há um exemplo claro de sua personalidade em sua biografia, que remonta às inúmeras peregrinações e romarias aos túmulos dos mártires em Roma, bem como aos lugares santos da Palestina. Numa dessas incontáveis viagens, foi assaltado. Os bandidos exigiram que João Câncio lhes desse tudo que tinha, depois perguntaram ainda se não estava escondendo mais nada. Ele afirmou que não. Depois que os ladrões partiram, ele se lembrou de que ainda tinha algumas moedas no forro do manto. Achou-as, correu atrás dos bandidos, deu-lhes as moedas e ainda pediu desculpa pelo esquecimento. Anos depois, ao perceber a proximidade da morte, distribuiu os poucos bens que possuía aos pobres, falecendo às vésperas do Natal de 1473. Foi canonizado por Clemente II em 1767. São João Câncio era celebrado no dia 20 de outubro, mas agora sua festa acontece um dia antes daquele que marca sua morte. Para homenagear o “professor santo”, que foi modelo para gerações inteiras de religiosos, o papa João Paulo II foi à Polônia em 1979. Na ocasião, consagrou uma capela em memória do padroeiro da Polônia, S     ão João Câncio, na igreja de São Floriano. Nela, na metade do século XX, o mesmo papa, então um jovem sacerdote, iniciava o seu serviço de vigário paroquial. A Igreja também celebra hoje a memória dos santos:  Euniciano e Mardônio Fonte: Santo do dia – Notícias Católicas

Santa Francisca Xavier Cabrini

Nascida a 17 de julho de 1850 em S. Ângelo Lodigiano, de uma família de agricultores, tinha bebido do ambiente e das pessoas que a cercavam, uma fé autêntica, vivida cotidianamente. Francisca Cabrini foi a penúltima de quinze filhos de Antônio e Estela. Desde pequena se entusiasmava ao ler a vida dos santos. A preferida era a de são Francisco Xavier, a quem venerou tanto que assumiu seu sobrenome, autointitulando-se Xavier. Sua infância e adolescência foram tristes e simples, cheia de sacrifícios e pesares. Franzina, de saúde fraca, não conseguiu ser aceita nos conventos. Apesar disso, era dona de uma alma grandiosa, digna de figurar entre os santos. Assim pode ser definida santa Francisca Cabrini, com sua vida voltada somente para a caridade e o bem do próximo. Sua formação pessoal e profissional desenvolveu-se nos anos das guerras da independência e das lutas políticas, que trouxeram a unificação da Itália; lutam que sacudiram também o quieto curso da vida provinciana e nela inseriram elementos insatisfeitos e contrastes entre grupos opostos. Foi educada com firmeza e fidelidade aos princípios da fé, na obediência à Igreja e aos seus representantes e sua fé tornou-se para ela em estilo de vida, sempre animado e alimentado pelo vivo desejo de transmitir a riqueza do conhecimento de Cristo e de sua mensagem de amor e salvação. Como professora teve sempre em mira a formação da pessoa, cuidando do desenvolvimento dos valores humanos e cristãos com o método da simplicidade e da clareza, do respeito ao outro, que procura convencer, sem impor. Francisca, porém, gostava tanto de ler e se aplicava de tal forma nos estudos que seus pais fizeram o possível para que ela pudesse tornar-se professora. Mal se viu formada, porém, encontrou-se órfã. No prazo de um ano perdeu o pai e a mãe. Enquanto lecionava e atuava em obras de caridade em sua cidade, acalentava o sonho de entregar-se de vez à vida religiosa. Aos poucos, foi criando coragem e, por fim, pediu admissão em dois conventos, mas não foi aceita em nenhum. A causa era a sua fragilidade física. Mas também influiu a displicência e o egoísmo do padre da paróquia, que a queria trabalhando junto dele nas obras de caridade da comunidade. Francisca, embora decepcionada, nunca desistiu do sonho. Passado o tempo, quando já tinha trinta anos de idade, desabafou com um bispo o quanto desejava abraçar uma obra missionária e esse a aconselhou: “Quer ser missionária? Pois se não existe ainda um instituto feminino para esse fim, funde um”. Foi, exatamente, o que ela fez. Com o auxílio do vigário, em 1877 fundou o Instituto das Irmãs Missionárias do Sagrado Coração de Jesus, que colocou sob a proteção de são Francisco Xavier. Ainda: obteve o apoio do papa Leão XIII, que apontou o alvo para as missões de Francisca: “O Ocidente, não o Oriente, como fez são Francisco”. Era o período das grandes migrações rumo às Américas por causa das guerras que assolavam a Itália. As pessoas chegavam aos cais do Novo Mundo desorientadas, necessitadas de apoio, solidariedade e, sobretudo, orientação espiritual. Francisca preparou missionárias dispostas e plenas de fé, como ela, para acompanhar os imigrantes em sua nova jornada. Tinham o objetivo de fundar, nas terras onde chegavam, hospitais, asilos e escolas que lhes possibilitassem calor humano, amparo e conforto. Em trinta anos de intensa atividade, Francisca Cabrini fundou sessenta e sete Casas na Itália, França e nas Américas, no Brasil inclusive. Mais de trinta vezes cruzou os oceanos aquela “pequena e fraca professora lombarda”, que enfrentava, destemida, as autoridades políticas em defesa dos direitos de seus imigrantes nos novos lares. Madre Cabrini, como era popularmente chamada, morreu em Chicago, Estados Unidos, em 22 de dezembro de 1917. Solenemente, seu corpo foi transportado para New York, onde o sepultaram na capela anexa à Escola Madre Cabrini, para ficar mais próxima dos imigrantes. Canonizada em 1946, santa Francisca Xavier Cabrini é festejada no mundo todo, no dia de sua morte, como padroeira dos imigrantes. A Igreja também celebra hoje a memória dos santos: Floro e Ciremão Fonte: Santo do dia – Notícias Católicas

São Pedro Canísio

Quando, a 2 de setembro de 1549, São Pedro Canísio obteve a bênção do Papa Paulo III para a sua missão na Alemanha, ajoelhou-se junto do túmulo de Pedro, Príncipe dos Apóstolos, para orar. Aquilo que viveu interiormente plasmou-o de maneira tão profunda, que num trecho das suas confissões afirma: «Tu sabes, ó Senhor, quão intensamente naquele dia me confiaste a Alemanha. A partir de então, a Alemanha ocupou sempre mais os meus pensamentos e desejei, ardentemente, oferecer a minha vida pela sua salvação eterna». Este era o programa de vida, ao qual permaneceu heroicamente fiel até à sua morte serena, no dia 21 de dezembro de 1597. Na sua Encíclica Militantis Ecclesiae, de 1º de agosto de 1897, Leão XIII, definiu justamente e com honra, «segundo Apóstolo da Alemanha», aquele que o Papa Pio IX beatificara a 20 de novembro de 1864. Quando, no dia 21 de maio de 1925, foi elevado às honras dos altares pelo Papa Pio XI, adquiriu o título de Doutor da Igreja. Peter Kanijs para os latinos, Pedro Canísio nasceu no dia 8 de maio 1521, no ducado de Geldern, atual Holanda. Quando criança, preferia os livros de oração às brincadeiras. Muito estudioso, com quinze anos seu pai o mandou estudar em Colônia e, com dezenove, recebeu o título de doutor em Filosofia. Mas não aprendeu somente as ciências terrenas. Com um mestre profundamente católico, Pedro também mergulhou, prazerosamente, nos estudos da doutrina de Cristo, fazendo despertar a vocação que se adivinhava desde a infância. No ano seguinte ao da sua formatura, os pais, que planejaram um belo futuro financeiro para a família, lhe arranjaram um bom casamento. Mas Pedro Canísio recusou. Não só recusou como aproveitou e fez voto eterno de castidade. Foi para Mainz, dedicar-se apenas ao estudo da religião. Orientado pelo padre Faber, célebre discípulo do futuro Santo Inácio de Loyola, em 1543 ingressou na recém-fundada Companhia de Jesus. Três anos depois, ordenado padre jesuíta, recebeu a incumbência de voltar para Colônia e fundar uma nova Casa para a Ordem. Assim começou sua luta contra um cisma que abalou e dividiu a Igreja: o protestantismo. Pedro Canísio serviu de múltiplos modos a Igreja na Alemanha. Também quando se dedicou a atividades políticas e organizativas, o objetivo da sua obra permaneceu o anúncio da verdade, e foram sempre a catequese e a pastoral o fio condutor da sua rica produção. Tanto o apreço extraordinário que obteve das autoridades eclesiásticas e seculares, como os obstáculos que os seus detratores tentaram erguer no seu caminho, demonstram o modo como conviveram nele sinceridade e bom senso. O Santo dedicou particular atenção aos jovens, em cuja formação intelectual e religiosa via um pressuposto essencial para um futuro católico da Alemanha. Esta atividade era reconhecida pelos seus coirmãos na Companhia de Jesus, cujo fruto foi a criação, em poucos decênios, de uma elite espiritual que se tornou o elemento propulsor daquela época cultural. Quando era professor de Teologia em Colônia, sendo respeitado até pelo imperador, Pedro Canísio conseguiu a deposição do arcebispo local, que era abertamente favorável aos protestantes. Depois, participou do Concílio de Trento, representando o cardeal Oto de Augsburg. Pregou e combateu o cisma, ainda, em Roma e Messina, onde lecionou Teologia. Mas teve de voltar à Alemanha, pois sua presença se fazia necessária em Viena, onde o protestantismo fazia enormes estragos. Foi nesse período que sua luta incansável trouxe mais frutos e que também escreveu a maior parte de suas obras literárias. Fundou colégios católicos em Viena, Praga, Baviera, Colônia, Innsbruck e Dillingen. Foi nomeado pelo próprio fundador, Inácio de Loyola, provincial da Ordem para a Alemanha e a Áustria. Pregou em Strasburg, Friburg e até na Polônia, sempre denunciando os seguidores do sacerdote Lutero, pai do protestantismo. Admirado pelos pontífices e governantes do seu tempo, respeitado como primeiro jesuíta de nacionalidade alemã, Pedro Canísio morreu em 21 de dezembro de 1597, em Friburg, atual Suíça, após cinquenta e quatro anos de dedicação à Companhia de Jesus e à Igreja. Foi canonizado por Pio XI, em 1925, para ser festejado, no dia de sua morte, como são Pedro Canísio, Doutor da Igreja, título que também recebeu nessa ocasião. A Igreja também celebra hoje a memória dos santos: Glicério e Temístocles. Fonte: Santo do dia – Notícias Católicas

São Domingos De Silos

Talvez o maior defensor dos valores monásticos tenha sido o religioso Domingos de Silos, que valorizava nos mosteiros o ensino não só da agricultura como dos demais ofícios e artes. Domingos nasceu no ano 1000, na Espanha, numa família pobre e cristã. Ainda menino, quando era pastor, aproveitava o ofício para oferecer leite para os caminhantes pobres. Ao mesmo tempo era um menino estudioso e a família resolveu matriculá-lo na escola da paróquia. O pároco viu a boa vontade do menino e ajudou-o a entrar no seminário. Mas o jovem Domingos resolveu ser eremita e depois monge. Aí encontrou sua vocação. Destacou-se entre os monges pela bondade e simplicidade. Seu exemplo foi tão forte que seu próprio pai resolveu fazer-se monge. Ao final da vida, era chamado de “apóstolo de Castela”. Previu a data da própria morte, que ocorreu a 20 de dezembro de 1073. Por A12 Fonte: Santo do dia – Notícias Católicas