Santa Edviges, Religiosa

Bertoldo de Andech, Marquês de Meran, Conde do Tirol, Príncipe ou Duque da Caríntia e da Ístria era seu pai. Sua mãe, chamada Inês, era filha do Conde de Rotlech. Tiveram oito filhos, quatro meninos e quatro meninas; dois dos filhos foram bispos, ou sejam: Bertoldo, Patriarca da Aquiléia, Erberto, bispo de Bamberg; os dois outros, Henrique e Oton, seguiram a profissão das armas e sucederam ao pai no governo de seus Estados. As filhas foram Edviges, Inês, tão famosa por causa do seu casamento com Filipe Augusto, rei da França, Gertrudes, rainha da Hungria, mãe de Isabel; a quarta foi abadessa de Lutzing, na Francônia, da ordem de São Bento. Santa Edviges, foi internada nesse mosteiro desde criança e lá aprendeu as letras sagradas, que mais tarde lhe foram motivo de contínuo consolo. Com a idade de 12 anos, deram-na em casamento a Henrique, Duque da Silésia, e mais tarde também, Duque da Polônia, e, no estado do matrimônio, ela se conservou continente, na medida do possível. Desde a primeira gravidez, quando apenas contava treze anos, convencionou com o príncipe, seu marido, separar-se dele até do parto, prática que continuou a observar além da abstinência do advento e da quaresma, assomo como dos outros dias santos. Depois de terem seis filhos, conseguiu que o Duque consentisse em guardar a continência perpétua; comprometeram-se a fazê-lo através de um voto, com a benção do bispo, e assim viveram cerca de trinta anos. Tendo o fato se tornado público, resolveram morar inteiramente separados, e raras vezes se viam, sempre na presença de testemunhas, a fim de não escandalizarem os fracos. O Duque vivia como um religioso, embora não houvesse professado, e deixava crescer a barba como os irmãos conversos dos mosteiros, de onde lhe veio a alcunha de Henrique, o Barbudo. A santa Duquesa Edviges, persuadiu-o a fundar em Trebnitz, junto a Breslau, na Silésia, um mosteiro de religiosas da Ordem de Citeaux, cuja primeira abadessa foi Petrisssa, que a Duquesa tivera como governante na sua infância. Mandou-a vir de Bamberg com outras religiosas; a inauguração deu-se no ano de 1203, a consagração da igreja em 1219. Santa Edviges reuniu na nova ordem um número avultado de religiosas e ofereceu a Deus sua filha Gertrudes que depois foi abadessa. Edviges educou algumas jovens da nobreza e muitas outras, das quais algumas abraçaram a vida monástica; quanto às restantes, casava-as. Ela própria, frequentemente, se recolhia no mosteiro, mesmo em vida do Duque, seu marido, e dormia no dormitório das religiosas; depois instalou definitivamente em Trebnitz, junto ao mosteiro, mas não dentro dele, e vestiu o hábito das religiosas, sem professar, a fim de conservar a liberdade de socorrer os pobres com seus bens. Enfrentou com admirável paciência a morte do Duque Henrique, seu marido, ocorrida em 1238, e consolava as religiosas de Trebnitz, consternadas com aquela perda. De tal forma praticava a abstinência que não comeu carne durante quarenta anos aproximadamente, dissesse o que dissesse, através de pedidos ou de censuras, o Bispo de Bamberg, seu irmão, ao qual dedicava muito respeito e amizade. Até que Guilherme, Bispo de Modena e Legado da Santa Sé, tendo ido à Polônia, e encontrando-a doente, a obrigou, por obediência a comer carne. Costumava alimentar-se com peixe e laticínios aos domingos, terças e quintas; às segundas e aos sábados, com legumes secos; às terças e sextas, contentava-se com pão e água. Tinha suprimido de suas vestes não apenas os adornos e os requintes, mas a comodidade e o essencial, quase, só usando uma túnica e uma capa; andava descalça, com freqüência, não obstante o frio comum àquela região. Carregava consigo um cilício de crina e disciplinava-se até o sangue correr. Suas preces eram longas, fervorosas e quase contínuas; costumava assistir várias missas por dia, sendo que a cada uma delas dava uma intenção, e finalmente recebia a imposição das mãos do sacerdote. Operou vários milagres e tinha o dom da profecia; prevendo a proximidade de sua morte, fez questão de receber a extrema-unção antes de adoecer. Enfim faleceu no dia 15 de Outubro de 1243. Determinada que seria enterrada no cemitério das religiosas, mas a abadessa, sua filha, não consentiu nisso e, contra o desejo por ela expresso, mandou colocá-la na igreja, na frente do altar principal. As religiosas sofreram muitos aborrecimentos, tal como a santa predissera, por causa do grande número de pessoas que vinha rezar junto ao seu túmulo, no qual ocorreram numerosos milagres. Em vista disso, o bispo e os duques da Polônia, providenciaram junto à Santa Sé a canonização de Edviges, efetuada depois das informações de praxe pelo Papa Clemente IV, no dia 26 de Março de 1267. O Papa Inocêncio IX fixou sua festa no dia 17 de Outubro. Fotos: santiebeati.it (Vida dos Santos, Padre Rohrbacher, Volume XVIII, p. 253 à 256) The post Santa Edviges, Religiosa appeared first on Arautos do Evangelho. Fonte: Santo do Dia – Arautos do Evangelho
Evangelho Do Dia 2018-10-16

Terça-feira, 16 de Outubro de 2018. Santo do dia: Santa Edwiges, religiosa; Santa Margarida Maria Alacoque, virgem; Beato Gerardo de Claraval, abadeCor litúrgica: verde Evangelho do dia: São Lucas 11, 37-41 Primeira leitura: Gálatas 5, 1-6Leitura da Carta de São Paulo aos Gálatas: Irmãos: 1É para a liberdade que Cristo nos libertou. Ficai pois firmes e não vos deixeis amarrar de novo ao jugo da escravidão. 2Eis que eu, Paulo, vos digo que Cristo não será de nenhum proveito para vós, se vos deixardes circuncidar. 3Mais uma vez, atesto a todo homem circuncidado que ele está obrigado a observar toda a Lei. 4Vós que procurais a vossa justificação na Lei, rompestes com Cristo, decaístes da graça. 5Quanto a nós, que nos deixamos conduzir pelo Espírito, é da fé que aguardamos a justificação, objeto de nossa esperança. 6Com efeito, em Jesus Cristo, o que vale é a fé agindo pela caridade; observar ou não a circuncisão não tem valor algum. – Palavra do Senhor – Graças a Deus Salmo 118 (119) – Senhor, que desça sobre mim a vossa graça e a vossa salvação que prometestes! R: Senhor, que desça sobre mim a vossa graça! – Não retireis vossa verdade de meus lábios, pois eu confio em vossos justos julgamentos! R: Senhor, que desça sobre mim a vossa graça! – Cumprirei constantemente a vossa lei; para sempre, eternamente a cumprirei! R: Senhor, que desça sobre mim a vossa graça! – É amplo e agradável meu caminho, porque busco e pesquiso as vossas ordens. R: Senhor, que desça sobre mim a vossa graça! – Muito me alegro com os vossos mandamentos, que eu amo, amo tanto, mais que tudo! R: Senhor, que desça sobre mim a vossa graça! – Elevarei as minhas mãos para louvar-vos e com prazer meditarei vossa vontade. R: Senhor, que desça sobre mim a vossa graça! Evangelho de Jesus Cristo segundo São Lucas 11, 37-41 – Aleluia, Aleluia, Aleluia.– A Palavra do Senhor é viva e eficaz: ela julga os pensamentos e as intenções do coração (Hb 4,12); Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Lucas: Naquele tempo: 37Enquanto Jesus falava, um fariseu convidou-o para jantar com ele. Jesus entrou e pôs-se à mesa. 38O fariseu ficou admirado ao ver que Jesus não tivesse lavado as mãos antes da refeição. 39O Senhor disse ao fariseu: ‘Vós fariseus, limpais o copo e o prato por fora, mas o vosso interior está cheio de roubos e maldades. 40Insensatos! Aquele que fez o exterior não fez também o interior? 41Antes, dai esmola do que vós possuís e tudo ficará puro para vós. – Palavra da Salvação– Glória a Vós, Senhor Comentário ao Evangelho por São João da Cruz, Carmelita descalço, Doutor da IgrejaDitos de luz e amor, n.º 26 in OC, edições Carmelo 2005, p. 88, rev «Quem fez o interior não fez também o exterior? […] Tudo para vós tudo ficará limpo» Oração da Alma Enamorada Senhor Deus, Amado da minha alma! Se ainda Vos recordais dos meus pecados para não me fazerdes o que vos tenho andado a pedir, fazei, meu Deus, a vossa vontade, pois é o que eu mais quero; fazei sentir a vossa bondade e misericórdia e nelas sereis reconhecido. E, se estais à espera das minhas obras para atenderdes o meu pedido, dai-mas Vós e realizai-as por mim, e juntai-lhes as penas que quiserdes aceitar, e faça-se. […] Quem se poderá livrar destes modos e baixos termos se não sois Vós, meu Deus, a erguê-lo para Vós em pureza de amor? Como se elevará até Vós o homem gerado e criado em baixezas, se não sois Vós, Senhor, a deitar-lhe a mão com que o fizestes? Meu Deus, não me roubareis o que me destes um dia no vosso único Filho, Jesus Cristo, no qual me destes tudo quanto quero; por isso, espero e confio em que não tardareis. E porquê tanta demora, se já podes amar a Deus no teu coração? Os Céus são meus e a Terra é minha. Os povos são meus; meus sãos os justos e os pecadores. Os anjos são meus, a Mãe de Deus é minha, e minhas são todas as coisas. O próprio Deus é meu e para mim, porque Cristo é meu e todo para mim (cf 1Cor 3,22-23). Então, que pedes e procuras, alma minha? Tudo isto é teu e para ti. Não te rebaixes nem olhes às migalhas que caem da mesa de teu Pai. Sai para fora e gloria-te na tua glória; esconde-te nela e goza, pois alcançarás o que o teu coração deseja. The post Evangelho do dia 2018-10-16 appeared first on Arautos do Evangelho. Fonte: Evangelho Diário – Arautos do Evangelho
Santa Teresa De Ávila, Fundadora Das Carmelitas Descalças

“Sempre no céu, estás ouvindo, meu irmão, ou então sempre no inferno! Sempre, sempre!” Assim falava a seu irmãozinho uma menina que se tornou Santa Teresa. Liam juntos as vidas dos santos. Evocando a glória dos mártires, assaltou-a o ardente desejo de morrer como tinham morrido, a fim de gozar mais cedo a felicidade eterna. “Sempre! Sempre!” diziam um ao outro. Nessa época ainda havia na Espanha mouros e sarracenos. As duas crianças imaginaram que o processo mais curto seria irem para as terras ocupadas pelos infiéis, mendigando, a fim de perecer nas suas mãos. Com efeito, certo dia fugiram de casa e iniciaram a jornada. Oravam a Deus, enquanto caminhavam, pedindo-lhe que cada vez mais os penetrasse com o seu santo amor, e para que aceitasse o sacrifício de suas vidas. Um dos tios das crianças encontrou-as fora dos limites da cidade e levou-as de volta para casa. Vendo que não lhes era possível chegar ao martírio, Teresa e seu irmão resolveram viver como eremitas, e improvisaram pequenos ermitérios no jardim. Teresa dava todas as esmolas que podia; mas seus recursos eram pequenos. Aos doze anos, por ocasião da morte de sua mãe, prosternou-se desfeita em lágrimas diante de uma imagem da Santa Virgem e suplicou-lhe que lhe servisse de mãe. O fervor de Teresa amorteceu com a leitura de romances e com as conversas mantidas com uma parenta de espírito mundano. Seu pai, que era um excelente cristão, percebeu o fato, e resolveu interná-la por algum tempo num convento de religiosas. O bom exemplo despertou no coração da menina os primeiros sentimentos de piedade. Certas leituras acresceram-lhe sensivelmente as boas disposições. Resolveu consagrar-se inteiramente a Deus e no ano de 1534 ingressou num mosteiro de Carmelitas. Foi provada por longas e pequenas moléstias, no meio das quais Deus a cumulou de inumeráveis graças. A Ordem do Carmo afastara-se da sua primitiva austeridade. Teresa recebeu a inspiração de levá-lo de volta à antiga regra. Por causa disso sofreu calúnias, perseguições e maus tratos. De tudo triunfou: sua reforma foi aplicada a um grande número de mosteiros, onde até os nossos dias produz incalculáveis frutos de santidade. “Ou morrer, Senhor, ou sofrer, é tudo que vos imploro!” Era essa a prece de Santa Teresa. “Ou morrer para ver-vos, ou sofrer pelo vosso serviço.” Compreendia que, depois da felicidade de ver Deus, não há outra maior do que sofrer por ele. Meu Deus, como ainda estou longe dessa perfeição do vosso amor! Santa Teresa, em obediência a uma ordem de seu pai espiritual, escreveu a sua própria vida. É uma leitura das mais úteis e mais agradáveis às almas piedosas. Conta-nos, não apenas o que lhe aconteceu, as graças a ela concedidas por Deus, mas também nos ensina como devemos comportar-nos nas diversas fases da vida espiritual. Deus deu-lhe a graça de ver a santa humanidade de Nosso Senhor e os anjos bons. Também viu mais de uma vez os demônios que a atacavam. Estando um dia no oratório, relata ela, apareceu-me o demônio sob uma forma horrível; e, como falou comigo, observei, sobretudo, como era pavorosa a sua boca. Dela saía uma grande chama sem mistura de sombra; e disse-me num tom que me fez tremer, que eu me escapara de suas mãos, mas que saberia reaver-me. Senti-me tremendamente amedrontada; fiz o sinal da cruz como pude, e ele desapareceu; mas tornou a voltar logo depois e eu não sabia como proceder; enfim, atirei água benta no lugar em que se encontrava e nunca mais ele retornou àquele mesmo lugar. Outra vez, atormentou-me durante cinco horas, com sofrimentos e dores tanto interiores como exteriores, tão terríveis que acreditei não resistir-lhes por muito tempo. As pessoas com quem me encontrava ficaram assustadas e, tal como eu, não sabiam onde estavam. Tenho o costume, nessas ocasiões, de pedir a Deus do fundo do meu coração que, se lhe aprouver prolongar a provação, então me dê forças para suportá-la; ou que, se for da sua vontade que eu permaneça no estado de provação, nele me deixe até o fim do mundo. Sei por várias experiências que nada afugenta mais depressa os demônios do que a água benta; ela impede que retornem. O sinal da cruz afasta-os momentaneamente, mas depois voltam. Essa água deve, pois, possuir uma grande virtude; e aliviava-me muito, proporcionando-me um sensível e profundo conforto, embora eu não saiba explicar bem de que espécie é o prazer que sinto e que se difunde na minha alma, fortalecendo-a. Não são coisas imaginárias, já experimentei esse prazer muitas vezes, e depois de ter feito muitas reflexões, parece-me que é como, se atormentada por um excessivo calor e extremamente sedenta, eu bebesse um grande copo de água fria que refrescasse o meu corpo inteiro. Reconheço, e com grande prazer, que nada há no que a Igreja ordena que não seja digno de admiração, pois bastam algumas palavras para imprimir tanta virtude à água, estabelecendo tão surpreendente diferença entre a que foi benta e a que não foi. Como o tormento que eu suportava na ocasião a que me refiro não cessasse, disse às minhas irmãs que, caso não lhes temesse a zombaria, pedir-lhes-ia que me trouxessem água benta. Imediatamente foram buscá-la, e jogaram-na sobre mim, sem que me sentisse aliviada; porém, tendo eu mesma jogado a água no lugar onde estava presente aquele espírito infernal, ele fugiu no mesmo momento e encontrei-me livre de dor, mas tão cansada e abatida como se me tivessem dado várias pauladas. Muito tempo depois, continua Santa Teresa, estando um dia em oração, pareceu-me durante um espaço de tempo que me encontrava no inferno, sem saber como fora levada para lá. Compreendi apenas que Deus desejava que eu visse o lugar preparado para mim pelos demônios e merecido pelos meus pecados. Durou muito pouco a experiência; porém, por mais anos que eu viva, não creio que me seja possível apagar essa lembrança. (…) Não aprouve a Nossa Senhor dar-me então um conhecimento mais amplo do inferno; porém depois,
Evangelho Do Dia 2018-10-15

Segunda-feira, 15 de Outubro de 2018. Santo do dia: Santa Teresa de Jesus, virgem e Doutora da IgrejaCor litúrgica: branco Evangelho do dia: São Lucas 11, 29-32 Primeira leitura: Gálatas 4, 22-24.26-27.31-5, 1Leitura da Carta de São Paulo aos Gálatas: Irmãos: 22está escrito que Abraão teve dois filhos, um da escrava e outro da livre. 23Mas o filho da escrava nasceu segundo a carne, e o filho da livre nasceu em virtude da promessa. 24Esses fatos têm um sentido alegórico, pois essas mulheres representam as duas alianças: a primeira, Hagar, vem do monte Sinai; ela gera filhos para a escravidão. 26Porém, a Jerusalém celeste é livre, e é a nossa mãe. 27Pois está escrito: ‘Rejubila, estéril, que não dás à luz, prorrompe em gritos de alegria, tu que não sentes as dores do parto, porque os filhos da mulher abandonada são mais numerosos do que os da mulher preferida’. 31Portanto, irmãos, não somos filhos de uma escrava; somos filhos da mulher livre. 5,1É para a liberdade que Cristo nos libertou. Ficai pois firmes e não vos deixeis amarrar de novo ao jugo da escravidão. – Palavra do Senhor – Graças a Deus Salmo 112 (113) – Louvai, louvai, ó servos do Senhor, louvai, louvai o nome do Senhor! Bendito seja o nome do Senhor, agora e por toda a eternidade! R: Bendito seja o nome do Senhor, agora e para sempre! – Do nascer do sol até o seu ocaso, louvado seja o nome do Senhor! O Senhor está acima das nações, sua glória vai além dos altos céus. R: Bendito seja o nome do Senhor, agora e para sempre! – Quem pode comparar-se ao nosso Deus, que se inclina para olhar o céu e a terra? Levanta da poeira o indigente e do lixo ele retira o pobrezinho. R: Bendito seja o nome do Senhor, agora e para sempre! Evangelho de Jesus Cristo segundo São Lucas 11, 29-32 – Aleluia, Aleluia, Aleluia.– Oxalá ouvísseis hoje a sua voz: Não fecheis os corações como em Meriba! (Sl 94,8); Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Lucas: Naquele tempo: 29Quando as multidões se reuniram em grande quantidade, Jesus começou a dizer: ‘Esta geração é uma geração má. Ela busca um sinal, mas nenhum sinal lhe será dado, a não ser o sinal de Jonas. 30Com efeito, assim como Jonas foi um sinal para os ninivitas, assim também será o Filho do Homem para esta geração. 31No dia do julgamento, a rainha do Sul se levantará juntamente com os homens desta geração, e os condenará. Porque ela veio de uma terra distante para ouvir a sabedoria de Salomão. E aqui está quem é maior do que Salomão. 32No dia do julgamento, os ninivitas se levantarão juntamente com esta geração e a condenarão. Porque eles se converteram quando ouviram a pregação de Jonas. E aqui está quem é maior do que Jonas.’ – Palavra da Salvação– Glória a Vós, Senhor Comentário ao Evangelho por São João Crisóstomo, Bispo e Doutor da Igreja4.ª Homilia sobre 1 Coríntios O sinal de Jonas Choremos os pagãos, que não compreendem a salvação que Deus lhes quer dar. Sim, um esposo ama menos a sua mulher do que nós amamos todos os homens e, por isso, gostaríamos de os levar a todos à salvação. Choremos e lamentemos esses incrédulos, porque para eles a linguagem da cruz é uma loucura, sendo, como é, «poder de Deus e sabedoria de Deus» (1Cor 1,18.24). Vê bem, ó homem! Por ti, Jesus Cristo tomou a forma de escravo (Fil 2,7); por ti, morreu numa cruz; por ti, ressuscitou. E tu dizes que é impossível acreditar num amor assim, adorar um Deus assim, quando o que este Rei fez por ti, seu inimigo, que pai, que filho ou que amigo, entre nós, o teria feito? Quando digo: «O meu Deus está pregado numa cruz», o pagão responde-me: «A razão não pode admitir uma coisa dessas. Ele sofre e deixa-Se crucificar; não pode, então salvar-Se a si mesmo? Mas, se não pode salvar-Se a si mesmo, como pode salvar os outros? (cf Mt 27,42). Tudo isto é contrário à razão.» É verdade: a cruz é um mistério que supera a razão humana, é sinal de um poder que está para além de qualquer compreensão. Mas repara: quando, depois de terem sido lançados na fornalha, os três hebreus triunfaram das chamas (Dan 3), isso foi mais prodigioso do que se não tivessem sido lançados nelas. Que Jonas tenha sido engolido por uma baleia, é natural, é normal; mas Jonas permanecer vivo no ventre do monstro, aí está o prodígio. Do mesmo modo, Cristo provou melhor a sua divindade triunfando da morte desde o próprio seio da morte, do que a teria demonstrado recusando-Se a morrer. The post Evangelho do dia 2018-10-15 appeared first on Arautos do Evangelho. Fonte: Evangelho Diário – Arautos do Evangelho
São Fortunato, Bispo

São Fortunato foi bispo de Todi e grande expulsador do demônio. São Gregório, o Grande, consagrou-lhe longo capítulo nos seus diálogos famosos. Conta ele que uma nobre dama da Toscana fora, com a cunhada, convidada para a dedicação duma capela. À noite que precedia pra a cerimônia, a jovem não pode evitar de ter relações com o esposo. No dia seguinte, de manhã, assaltou-a certos escrúpulos. Procurando abafá-los, acabou, não sem um incômodo nervosismo, por ir à festa, sentindo-se culpada e impura. O santo padroeiro da capela era São Sebastião. Assim que as relíquias do mártir entraram no recinto sagrado, a cunhada da nobre dama toscana deu de ser torturada pelo espírito maligno, que se pôs a vexá-la, diante de todos os convidados. Inutilmente, o padre cobriu-a com a toalha do altar. Levaram-na então, para casa, e chamaram vários mágicos, para livrá-la, mas tudo inutilmente. Tomaram-na pois, e conduziram-na a Fortunato, que a curou em poucos dias. São Fortunato também curou um cego. A um cavalo furiosíssimo, tornou-o manso como o mais manso cordeiro. Marcelo era um homem de bem, respeitadíssimo em Todi. Falecido num sábado santo, o enterro estava marcado para o dia seguinte. As irmãs do defunto, chorosas, doridas, inconformadas, foram procurar o santo bispo Fortunato. Disseram-lhe: – Nós sabemos que és um novo apóstolo, Purificas os leprosos, dás vida aos olhos dos cegos. Vem, ressuscita nosso morto, por amor de Deus. Fortunato respondeu: – Ide, não digais tais coisas! Não vedes que o que se passou é um decreto de Deus Todo-poderoso? Ninguém pode ir contra ele! No dia seguinte, porém, o santo bispo apareceu na casa das duas irmãs que o haviam procurado e rogado pelo irmão. Pôs-se ao lado do cadáver e, baixinho, chamou-o pelo nome, brandamente: – Marcelo, irmão Marcelo! O morto mexeu-se. Vagarosamente abriu os olhos. E, dando com o bispo, exclamou, debilmente: – Oh, que fizeste? Que fizeste? Fortunato respondeu-lhe, perguntando: – O que eu fiz? E o ressuscitado: – Ontem dois personagens extraíram-me do corpo e me levaram para bom lugar. Hoje, alguém me apareceu e disse: “Volta, porque o bispo Fortunato está em tua casa.” Marcelo viveu ainda muitos anos, e foi mais piedoso, mais reto do que havia sido, antes da morte. Crê-se que São Fortunato faleceu em 542. Da tumba continuou a livrar os possessos e a curar enfermos, aos bandos. (Vida dos Santos, Padre Rohrbacher, Volume XVIII, p. 187-188) The post São Fortunato, Bispo appeared first on Arautos do Evangelho. Fonte: Santo do Dia – Arautos do Evangelho
Evangelho Do Dia 2018-10-14

Domingo, 14 de Outubro de 2018. Santo do dia: São Calisto I, Papa e mártir; São Venâncio, BispoCor litúrgica: verde Evangelho do dia: São Marcos 10, 17-30 Primeira leitura: Sabedoria 7, 7-11Leitura do Livro da Sabedoria: 7Orei, e foi-me dada a prudência; supliquei, e veio a mim o espírito da sabedoria. 8Preferi a Sabedoria aos cetros e tronos e em comparação com ela, julguei sem valor a riqueza; 9a ela não igualei nenhuma pedra preciosa, pois, a seu lado, todo o ouro do mundo é um punhado de areia e diante dela, a prata, será como a lama. 10Amei-a mais que a saúde e a beleza, e quis possuí-la mais que a luz, pois o esplendor que dela irradia não se apaga. 11Todos os bens me vieram com ela, pois uma riqueza incalculável está em suas mãos. – Palavra do Senhor – Graças a Deus Salmo 89 (90) – Ensinai-nos a contar os nossos dias, e dai ao nosso coração sabedoria! Senhor, voltai-vos! Até quando tardareis? Tende piedade e compaixão de vossos servos! R: Saciai-nos, ó Senhor, com vosso amor, e exultaremos de alegria! – Saciai-nos de manhã com vosso amor, e exultaremos de alegria todo o dia! Alegrai-nos pelos dias que sofremos, pelos anos que passamos na desgraça! R: Saciai-nos, ó Senhor, com vosso amor, e exultaremos de alegria! – Manifestai a vossa obra a vossos servos, e a seus filhos revelai a vossa glória! Que a bondade do Senhor e nosso Deus repouse sobre nós e nos conduza! Tornai fecundo, ó Senhor, nosso trabalho. R: Saciai-nos, ó Senhor, com vosso amor, e exultaremos de alegria! Segunda leitura: Hebreus 4, 12-13Leitura da Carta aos Hebreus: 12A Palavra de Deus é viva, eficaz e mais cortante do que qualquer espada de dois gumes. Penetra até dividir alma e espírito, articulações e medulas. Ela julga os pensamentos e as intenções do coração. 13E não há criatura que possa ocultar-se diante dela. Tudo está nu e descoberto aos seus olhos, e é a ela que devemos prestar contas. – Palavra do Senhor – Graças a Deus Evangelho de Jesus Cristo segundo São Marcos 10, 17-30 – Aleluia, Aleluia, Aleluia.– Felizes os pobres em espírito, porque deles é o reino dos céus (Mt 5,3); Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Marcos: Naquele tempo: 17Quando Jesus saiu a caminhar, veio alguém correndo, ajoelhou-se diante dele, e perguntou: ‘Bom Mestre, que devo fazer para ganhar a vida eterna?’ 18Jesus disse: ‘Por que me chamas de bom?’ Só Deus é bom, e mais ninguém. 19Tu conheces os mandamentos: não matarás; não cometerás adultério; não roubarás; não levantarás falso testemunho; não prejudicarás ninguém; honra teu pai e tua mãe!’ 20Ele respondeu: ‘Mestre, tudo isso tenho observado desde a minha juventude’. 21Jesus olhou para ele com amor, e disse: ‘Só uma coisa te falta: vai, vende tudo o que tens e dá aos pobres, e terás um tesouro no céu. Depois vem e segue-me!’ 22Mas quando ele ouviu isso, ficou abatido e foi embora cheio de tristeza, porque era muito rico. 23Jesus então olhou ao redor e disse aos discípulos: ‘Como é difícil para os ricos entrar no Reino de Deus!’ 24Os discípulos se admiravam com estas palavras, mas ele disse de novo: ‘Meus filhos, como é difícil entrar no Reino de Deus! 25É mais fácil um camelo passar pelo buraco de uma agulha do que um rico entrar no Reino de Deus!’ 26Eles ficaram muito espantados ao ouvirem isso, e perguntavam uns aos outros: ‘Então, quem pode ser salvo?’ 27Jesus olhou para eles e disse: ‘Para os homens isso é impossível, mas não para Deus. Para Deus tudo é possível’. 28Pedro então começou a dizer-lhe: ‘Eis que nós deixamos tudo e te seguimos’. 29Respondeu Jesus: ‘Em verdade vos digo, quem tiver deixado casa, irmãos, irmãs, mãe, pai, filhos, campos, por causa de mim e do Evangelho, 30receberá cem vezes mais agora, durante esta vida – casa, irmãos, irmãs, mães, filhos e campos, com perseguições – e, no mundo futuro, a vida eterna. – Palavra da Salvação– Glória a Vós, Senhor Comentário ao Evangelho por São João Crisóstomo, Bispo e Doutor da IgrejaHomilia 63 sobre São Mateus; PG 58,603 «Terás um tesouro no Céu» Cristo tinha dito ao jovem: «Se queres entrar na vida eterna, cumpre os mandamentos» (Mt 19,17). E ele perguntou-Lhe: «Quais?», não para O pôr à prova, longe disso, mas por supor que o Senhor tinha para ele, a par da Lei de Moisés, outros mandamentos que lhe proporcionassem a vida; era uma demonstração do seu desejo ardente. Depois de Jesus lhe enunciar os mandamentos da Lei, o jovem disse-Lhe: «Tenho cumprido tudo isso»; e prossegue: «Que me falta ainda?» (Mt 19,20), sinal certo desse mesmo desejo ardente. Não são as almas pequenas que consideram que ainda lhes falta alguma coisa, a quem parece insuficiente o ideal proposto para alcançarem o objeto dos seus desejos. E que diz Cristo? Propõe-lhe uma coisa grande; começa por propor-lhe a recompensa, declarando: «Se queres ser perfeito, vai, vende tudo o que tens, dá o dinheiro aos pobres, e terás um tesouro nos Céus; depois, vem e segue-Me». Vês o preço, a coroa que Ele oferece como prémio desta corrida desportiva? […] Para o atrair, propõe-lhe uma recompensa de grande valor e apresenta-lhe o cenário completo. Aquilo que poderia parecer penoso permanece na sombra. Antes de falar de combates e de esforços, mostra-lhe a recompensa: «Se queres ser perfeito», diz-lhe: eis a glória, eis a felicidade! […] «Terás um tesouro nos Céus; depois, vem e segue-Me»: eis a soberba recompensa daqueles que seguem a Cristo, daqueles que escolhem ser seus companheiros e seus amigos! Este jovem apreciava as riquezas da Terra; Cristo aconselha-o a despojar-se delas, não para empobrecer com este despojamento, mas para enriquecer ainda mais. The post Evangelho do dia 2018-10-14 appeared first on Arautos do Evangelho. Fonte: Evangelho Diário – Arautos do Evangelho
São Geraldo, Conde De Aurillac

Geraldo nasceu em Aurillac, cidade da alta Auvergne, cerca do ano de 855. Geraldo, conde de Aurillac, seu pai, e a condessa Adaltrudes, sua mãe, eram ainda mais recomendáveis pela piedade do que pela nobreza. Havia na família dois ilustres santos, ou sejam: São Cesário de Arles, e Santo Irier ou Aredius, e era esse o título de nobreza de que mais se orgulhavam seus descendentes. Como o filho deveria suceder à dignidade do pai, mandaram ministrar-lhe a educação comum à nobreza: aprender a ler o bastante para recitar o saltério, conduzir matilhas de cães à caça, atirar ao arco e lançar o falcão. Aprouve a Deus, que durante muito tempo Geraldo fosse bastante doentio para não lhe ser possível dedicar-se aos exercícios da época, mas não tanto que o impedisse de estudar. Por isso seus pais resolveram que se consagrasse mais particularmente às letras para assim fazê-lo ingressar no clero. Aprendeu não apenas canto, mas também gramática, o que muito serviu para estimular seus pendores naturais. Ao atingir a adolescência, sua saúde consolidou-se; tornou-se tão ágil que saltava facilmente por cima de um cavalo. Destacava-se nos exercícios militares, mas continuava a amar o estudo; as Escrituras Sagradas tornaram-se-lhe tão familiares como a poucos clérigos. Tendo o pai falecido, foi obrigado, muito jovem ainda, a governar o domínio na qualidade de conde. Nem por isso se tornou mais orgulhoso, como frequentemente acontece. O dever levava-o a ocupar-se de negócios temporais, mas sentia-se cada vez mais atraído pela meditação das coisas divinas. Meigo e pacífico, a vingar-se preferia sofrer o mal que lhe faziam. Porém, demonstraram-lhe que tanta indulgência prejudicava o povo, exposto às incursões e à pilhagem. Então, pôs-se a imaginar um meio de proteger os órfãos, as viúvas, e os habitantes do campo. O amor aos pobres fez dele um militar. Sempre disposto a perdoar e a aceitar a paz, lutou por diversas vezes e sempre derrotou os inimigos renitentes. Tal era o jovem conde de Aurillac. Despeitado por tantas vezes virtudes reunidas num jovem e, sobretudo, com a sua grande pureza, o inimigo do bem armou-lhe uma cilada, onde quase caiu. Tendo um dia detido o olhar numa jovem escrava que lhe pertencia, Geraldo enamorou-se da sua rara beleza; num primeiro impulso de paixão, mandou dizer à mãe da rapariga que iria visitá-la à noite. Foi efetivamente; mas em caminho, rogava a Deus que não o deixasse sucumbir à tentação. A moça e seu pai permaneciam junto ao fogo, pois estava-se no rigor do inverno. O jovem conde achou-a tão disforme que julgou à principio que fosse outra pessoa. Ao ouvir o pai afirmar que era a mesma moça, Geraldo viu naquele fato uma advertência do céu, tornou a montar precipitadamente no cavalo, dando graças a deus, e permaneceu durante a noite inteira exposto ao frio intenso, a fim de punir-se, e extinguir os ardores da concupiscência. Mal retornou à casa, o jovem conde tomou precauções para fugir àquela situação delicada. Assim sendo, libertou a jovem escrava e ordenou a seus pais que a casassem imediatamente. Algum tempo depois, Geraldo perdeu o uso dos olhos e permaneceu cego durante mais de um ano. Aceitou a provação como um castigo como o qual Deus o punia pelos olhares criminosos que lançara à jovem escrava. Tendo recobrado a vista, Geraldo ainda se tornou mais fervoroso e só se preocupou com os exercícios de piedade compatíveis com seu estado. Na intenção de afastá-lo do rei da França, Guilherme, o Indulgente, duque da Aquitânia, ofereceu-lhe sua irmã em casamento. O conde de Aurillac permaneceu fiel ao rei da França, agradeceu a honrosa proposta ao duque, sem deixar por isso de continuar a ser um de seus amigos mais íntimos. Decidira conservar-se solteiro, a fim de mais livremente se entregar /à prática das boas obras. Quando lhe afirmavam que devia dar herdeiros à sua ilustre família, respondia que mais valia morrer sem filhos do que deixar mais filhos. Tornou-se particularmente estimado por cauda da sua caridade para com os pobres, do seu amor pela castidade, do seu zelo em relação à justiça que, às vezes, beirava o escrúpulo. Fez, no mínimo, sete peregrinações a Roma, desejoso de reverenciar o túmulo dos santos apóstolos; e nunca se apresentava de mãos vazias; pois pagava à Igreja de São Pedro um tributo anual dos seus bens. Dava um sem número de esmolas; não mandava embora um único pobre; às pobres ordenava que arrumassem mesas para os indígenas e assistia à distribuição do alimento, a fim de certificar-se da qualidade da comida fornecida, chegando ao ponto de experimentá-la. Seus oficiais conservavam pronto, sempre, um prato que ele mesmo servia aos pobres. Além dos que apareciam à última hora, costumava alimentar um determinado número de mendigos. Contudo, vivia muito frugalmente. Nunca ceava, contentando-se à noite, e em certos dias de estio, com uma ligeira colação. Ao jantar, sua mesa era bem servida, e convidava pessoas cultas e piedosas para participarem da refeição, e com as quais se entretinha à respeito da leitura feita em voz alta enquanto comiam. Era de estatura média, mas bem proporcionado, com uma fisionomia atraente, e uma palestra que não o era menos. Quando um dos convivas levava um gracejo um pouco longe, admoestava-o polidamente em tom de brincadeira. Ocupava-se durante o resto do dia com a administração de seus negócios, com resolver contendas, dar instrução aos seus subordinados, visitar hospitais, ler as Sagradas Escrituras. Jejuava três vezes por semana, e se acontecia haver uma festa no seu dia de jejum, transferia-o para outro e antecipava no sábado o do domingo. Não usava seda, nem tecidos preciosos, em qualquer ocasião que fosse; suas roupas eram simples e modestas. Certo dia, quando voltava de Roma, acampou perto de Pavia. Alguns mercadores de Veneza vieram oferecer-lhe tecidos preciosos. Respondeu-lhes que já fizera suas compras em Roma, mas que ficaria muito satisfeito caso se certificasse de que fizera um bom negócio. Entre os tecidos que mostrou aos mercadores, havia um que estes garantiram poderia ser vendido
Evangelho Do Dia 2018-10-13

Sábado, 13 de Outubro de 2018. Santo do dia: Santa Quelidonia, virgemCor litúrgica: verde Evangelho do dia: São Lucas 11, 27-28 Primeira leitura: Gálatas 3, 22-29Leitura da Carta de São Paulo aos Gálatas: Irmãos: 22A Escritura pôs todos e tudo sob o jugo do pecado, a fim de que, pela fé em Jesus Cristo, se cumprisse a promessa em favor dos que crêem. 23Antes que se inaugurasse o regime da fé, nós éramos guardados, como prisioneiros, sob o jugo da Lei. Éramos guardados para o regime da fé, que estava para ser revelado. 24Assim, a Lei foi como um pedagogo que nos conduziu até Cristo, para que fôssemos justificados pela fé. 25Mas, uma vez inaugurado o regime da fé, já não estamos na dependência desse pedagogo. 26Com efeito, vós todos sois filhos de Deus pela fé em Jesus Cristo. 27Vós todos que fostes batizados em Cristo vos revestistes de Cristo. 28O que vale não é mais ser judeu nem grego, nem escravo nem livre, nem homem nem mulher, pois todos vós sois um só, em Jesus Cristo. 29Sendo de Cristo, sois então descendência de Abraão, herdeiros segundo a promessa. – Palavra do Senhor – Graças a Deus Salmo 104 (105) – Cantai, entoai salmos para ele, publicai todas as suas maravilhas! Gloriai-vos em seu nome que é santo, exulte o coração que busca a Deus! R: O Senhor se lembra sempre da Aliança! – Procurai o Senhor Deus e seu poder, buscai constantemente a sua face! Lembrai as maravilhas que ele fez, seus prodígios e as palavras de seus lábios! R: O Senhor se lembra sempre da Aliança! – Descendentes de Abraão, seu servidor, e filhos de Jacó, seu escolhido, ele mesmo, o Senhor, é nosso Deus, vigoram suas leis em toda a terra. R: O Senhor se lembra sempre da Aliança! Evangelho de Jesus Cristo segundo São Lucas 11, 27-28 – Aleluia, Aleluia, Aleluia.– Feliz quem ouve e observa a Palavra de Deus! (Lc 11,28); Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Lucas: Naquele tempo: 27Enquanto Jesus falava, uma mulher levantou a voz no meio da multidão e lhe disse: ‘Feliz o ventre que te trouxe e os seios que te amamentaram.’ 28Jesus respondeu: ‘Muito mais felizes são aqueles que ouvem a palavra de Deus e a põem em prática.’ – Palavra da Salvação– Glória a Vós, Senhor Comentário ao Evangelho por Santo Agostinho, Bispo e Doutor da IgrejaSermão sobre o Evangelho de Mateus, n° 25, 7-8; PL 46, 937 «Feliz Aquela que Te trouxe no seu ventre» Tomai atenção ao que Cristo diz, indicando com a mão os discípulos: «Aí estão minha mãe e meus irmãos». E em seguida: «Pois todo aquele que fizer a vontade de meu Pai que está nos Céus, esse é meu irmão, minha irmã e minha mãe» (Mt 12,49-50). Não fez a Virgem Maria a vontade do Pai, Ela que acreditou pela fé, que concebeu pela fé? […] Sim, Santa Maria fez a vontade do Pai e, consequentemente, […] Maria era bem-aventurada porque, antes mesmo de dar à luz o Mestre, O trouxe no seu seio. Vede se aquilo que digo não é verdade. Quando o Senhor caminhava, seguido pela multidão e realizando milagres divinos, uma mulher exclamou: «Feliz Aquela que Te trouxe no seu ventre e Te amamentou ao seu peito!» E que replicou o Senhor, para evitar que a tónica da felicidade fosse colocada na carne? «Mais felizes são os que ouvem a palavra de Deus e a põem em prática». Ou seja, Maria também é feliz porque escutou a palavra de Deus e a pôs em prática; mais do que guardar a carne no seu seio, guardou a verdade na sua alma. A verdade é Cristo; a carne é Cristo. A verdade é Cristo na alma de Maria; a carne é Cristo no seio de Maria. Aquilo que está na alma é mais do que o que está no seio. Santa Maria, feliz Maria! […] Mas vós, meus caros, vede que sois corpo de Cristo e seus membros (1Cor 12,27). […] «Pois aquele que faz a vontade de Meu Pai que está nos céus, esse é meu irmão, minha irmã e minha mãe». […] É que só há uma herança. Foi por isso que Cristo, embora fosse Filho único, não quis permanecer só; na sua misericórdia, quis que fôssemos herdeiros do Pai, que fôssemos co-herdeiros com Ele (Rom 8,17). The post Evangelho do dia 2018-10-13 appeared first on Arautos do Evangelho. Fonte: Evangelho Diário – Arautos do Evangelho
Evangelho Do Dia 2018-10-12

Sexta-feira, 12 de Outubro de 2018. Santo do dia: Nossa Senhora Aparecida, Padroeira do BrasilCor litúrgica: branco Evangelho do dia: São João 2, 1-11 Primeira leitura: Ester 5, 1-2; 7, 2-3Leitura do Livro de Ester: 1bEster revestiu-se com vestes de rainha e foi colocar-se no vestíbulo interno do palácio real, frente à residência do rei. O rei estava sentado no trono real, na sala do trono, frente à entrada. 2Ao ver a rainha Ester parada no vestíbulo, olhou para ela com agrado e estendeu-lhe o cetro de ouro que tinha na mão, e Ester aproximou-se para tocar a ponta do cetro. 7,2bEntão, o rei lhe disse: “O que me pedes, Ester; o que queres que eu faça? Ainda que me pedisses a metade do meu reino, ela te seria concedida”. 3Ester respondeu-lhe: “Se ganhei as tuas boas graças, ó rei, e se for de teu agrado, concede-me a vida – eis o meu pedido! – e a vida do meu povo – eis o meu desejo! – Palavra do Senhor – Graças a Deus Salmo 44 (45) – Escutai, minha filha, olhai, ouvi isto: “Esquecei vosso povo e a casa paterna! Que o Rei se encante com vossa beleza! Prestai-lhe homenagem: é vosso Senhor! R: Escutai, minha filha, olhai, ouvi isto: que o Rei se encante com vossa beleza! – O povo de Tiro vos traz seus presentes, os grandes do povo vos pedem favores. Majestosa, a princesa real vem chegando, vestida de ricos brocados de ouro. R: Escutai, minha filha, olhai, ouvi isto: que o Rei se encante com vossa beleza! – Em vestes vistosas ao Rei se dirige, e as virgens amigas lhe formam cortejo, entre cantos de festa e com grande alegria, ingressam, então, no palácio real”. R: Escutai, minha filha, olhai, ouvi isto: que o Rei se encante com vossa beleza! Segunda leitura: Apocalipse 12, 1.5.13.15-16Leitura do Livro do Apocalipse de São João: 1Apareceu no céu um grande sinal: uma mulher vestida do sol, tendo a lua debaixo dos pés e sobre a cabeça uma coroa de doze estrelas. 5E ela deu à luz um filho homem, que veio para governar todas as nações com cetro de ferro. Mas o filho foi levado para junto de Deus e do seu trono. 13aQuando viu que tinha sido expulso para a terra, o dragão começou a perseguir a mulher que tinha dado à luz o menino. 15A serpente, então, vomitou como um rio de água atrás da mulher, a fim de a submergir. 16aA terra, porém, veio em socorro da mulher. – Palavra do Senhor – Graças a Deus Evangelho de Jesus Cristo segundo São João 2, 1-11 – Aleluia, Aleluia, Aleluia.– Disse a mãe de Jesus aos serventes: “Fazei tudo o que ele disser!” (Jo 2,5); Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São João: Naquele tempo: 1Houve um casamento em Caná da Galiléia. A mãe de Jesus estava presente. 2Também Jesus e seus discípulos tinham sido convidados para o casamento. 3Como o vinho veio a faltar, a mãe de Jesus lhe disse: “Eles não têm mais vinho”. 4″Mulher, por que dizes isto a mim? Minha hora ainda não chegou.” 5Sua mãe disse aos que estavam servindo: “Fazei o que ele vos disser”. 6Estavam seis talhas de pedra colocadas aí para a purificação que os judeus costumam fazer. Em cada uma delas cabiam mais ou menos cem litros. 7Jesus disse aos que estavam servindo: “Enchei as talhas de água”. Encheram-nas até a boca. 8Jesus disse: “Agora tirai e levai ao mestre-sala”. E eles levaram. 9O mestre-sala experimentou a água, que se tinha transformado em vinho. Ele não sabia de onde vinha, mas os que estavam servindo sabiam, pois eram eles que tinham tirado a água. 10O mestre-sala chamou então o noivo e lhe disse: “Todo mundo serve primeiro o vinho melhor e, quando os convidados já estão embriagados, serve o vinho menos bom. Mas tu guardaste o vinho melhor até agora!” 11Este foi o início dos sinais de Jesus. Ele o realizou em Caná da Galiléia e manifestou a sua glória, e seus discípulos creram nele. – Palavra da Salvação– Glória a Vós, Senhor The post Evangelho do dia 2018-10-12 appeared first on Arautos do Evangelho. Fonte: Evangelho Diário – Arautos do Evangelho
Evangelho Do Dia 2018-10-12

Sexta-feira, 12 de Outubro de 2018. Santo do dia: Nossa Senhora Aparecida, Padroeira do BrasilCor litúrgica: branco Evangelho do dia: São João 2, 1-11 Primeira leitura: Ester 5, 1-2; 7, 2-3Leitura do Livro de Ester: 1bEster revestiu-se com vestes de rainha e foi colocar-se no vestíbulo interno do palácio real, frente à residência do rei. O rei estava sentado no trono real, na sala do trono, frente à entrada. 2Ao ver a rainha Ester parada no vestíbulo, olhou para ela com agrado e estendeu-lhe o cetro de ouro que tinha na mão, e Ester aproximou-se para tocar a ponta do cetro. 7,2bEntão, o rei lhe disse: “O que me pedes, Ester; o que queres que eu faça? Ainda que me pedisses a metade do meu reino, ela te seria concedida”. 3Ester respondeu-lhe: “Se ganhei as tuas boas graças, ó rei, e se for de teu agrado, concede-me a vida – eis o meu pedido! – e a vida do meu povo – eis o meu desejo! – Palavra do Senhor – Graças a Deus Salmo 44 (45) – Escutai, minha filha, olhai, ouvi isto: “Esquecei vosso povo e a casa paterna! Que o Rei se encante com vossa beleza! Prestai-lhe homenagem: é vosso Senhor! R: Escutai, minha filha, olhai, ouvi isto: que o Rei se encante com vossa beleza! – O povo de Tiro vos traz seus presentes, os grandes do povo vos pedem favores. Majestosa, a princesa real vem chegando, vestida de ricos brocados de ouro. R: Escutai, minha filha, olhai, ouvi isto: que o Rei se encante com vossa beleza! – Em vestes vistosas ao Rei se dirige, e as virgens amigas lhe formam cortejo, entre cantos de festa e com grande alegria, ingressam, então, no palácio real”. R: Escutai, minha filha, olhai, ouvi isto: que o Rei se encante com vossa beleza! Segunda leitura: Apocalipse 12, 1.5.13.15-16Leitura do Livro do Apocalipse de São João: 1Apareceu no céu um grande sinal: uma mulher vestida do sol, tendo a lua debaixo dos pés e sobre a cabeça uma coroa de doze estrelas. 5E ela deu à luz um filho homem, que veio para governar todas as nações com cetro de ferro. Mas o filho foi levado para junto de Deus e do seu trono. 13aQuando viu que tinha sido expulso para a terra, o dragão começou a perseguir a mulher que tinha dado à luz o menino. 15A serpente, então, vomitou como um rio de água atrás da mulher, a fim de a submergir. 16aA terra, porém, veio em socorro da mulher. – Palavra do Senhor – Graças a Deus Evangelho de Jesus Cristo segundo São João 2, 1-11 – Aleluia, Aleluia, Aleluia.– Disse a mãe de Jesus aos serventes: “Fazei tudo o que ele disser!” (Jo 2,5); Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São João: Naquele tempo: 1Houve um casamento em Caná da Galiléia. A mãe de Jesus estava presente. 2Também Jesus e seus discípulos tinham sido convidados para o casamento. 3Como o vinho veio a faltar, a mãe de Jesus lhe disse: “Eles não têm mais vinho”. 4″Mulher, por que dizes isto a mim? Minha hora ainda não chegou.” 5Sua mãe disse aos que estavam servindo: “Fazei o que ele vos disser”. 6Estavam seis talhas de pedra colocadas aí para a purificação que os judeus costumam fazer. Em cada uma delas cabiam mais ou menos cem litros. 7Jesus disse aos que estavam servindo: “Enchei as talhas de água”. Encheram-nas até a boca. 8Jesus disse: “Agora tirai e levai ao mestre-sala”. E eles levaram. 9O mestre-sala experimentou a água, que se tinha transformado em vinho. Ele não sabia de onde vinha, mas os que estavam servindo sabiam, pois eram eles que tinham tirado a água. 10O mestre-sala chamou então o noivo e lhe disse: “Todo mundo serve primeiro o vinho melhor e, quando os convidados já estão embriagados, serve o vinho menos bom. Mas tu guardaste o vinho melhor até agora!” 11Este foi o início dos sinais de Jesus. Ele o realizou em Caná da Galiléia e manifestou a sua glória, e seus discípulos creram nele. – Palavra da Salvação– Glória a Vós, Senhor The post Evangelho do dia 2018-10-12 appeared first on Arautos do Evangelho. Fonte: Evangelho Diário – Arautos do Evangelho