Evangelho Do Dia 2018-08-04

Sábado, 04 de Agosto de 2018. Santo do dia: São João Maria Vianney, presbíteroCor litúrgica: branco Evangelho do dia: São Mateus 14, 1-12 Primeira leitura: Jeremias 26, 11-16.24Leitura do livro do profeta Jeremias: Naqueles dias, 11os sacerdotes e profetas dirigiram-se aos chefes e a todo o povo, dizendo: “Este homem foi julgado réu de morte, porque profetizou contra esta cidade, como ouvistes com vossos ouvidos”. 12Disse Jeremias aos dignitários e a todo o povo: “O Senhor incumbiu-me de profetizar para esta casa e para esta cidade através de todas as palavras que ouvistes. 13Agora, portanto, tratai de emendar a vossa vida e as obras, ouvi a voz do Senhor, vosso Deus, que ele voltará atrás da decisão que tomou contra vós. 14Eu estou aqui, em vossas mãos; fazei de mim o que vos parecer conveniente e justo, 15mas ficai sabendo que, se me derdes a morte, tereis derramado sangue inocente contra vós mesmos e contra esta cidade e seus habitantes, pois em verdade o Senhor enviou-me a vós para falar tudo isso a vossos ouvidos”. 16Os chefes e o povo em geral disseram aos sacerdotes e profetas: “Este homem não merece ser condenado à morte; ele falou-nos em nome do Senhor, nosso Deus”. 24Jeremias passou a ter proteção de Aicam, filho de Safã, para não cair nas mãos do povo e evitar ser morto. – Palavra do Senhor – Graças a Deus Salmo 68 (69) – Retirai-me deste lodo, pois me afundo! Libertai-me, ó Senhor, dos que me odeiam e salvai-me destas águas tão profundas! Que as águas turbulentas não me arrastem, não me devorem violentos turbilhões nem a cova feche a boca sobre mim! R: No tempo favorável, escutai-me, ó Senhor! – Pobre de mim, sou infeliz e sofredor! Que vosso auxílio me levante, Senhor Deus! Cantando, eu louvarei o vosso nome e, agradecido, exultarei de alegria! R: No tempo favorável, escutai-me, ó Senhor! – Humildes, vede isto e alegrai-vos: o vosso coração reviverá se procurardes o Senhor continuamente! Pois nosso Deus atende à prece dos seus pobres e não despreza o clamor de seus cativos. R: No tempo favorável, escutai-me, ó Senhor! Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus 14, 1-12 – Aleluia, Aleluia, Aleluia.– Felizes os que são perseguidos por causa da justiça do Senhor, porque o reino dos céus há de ser deles! (Mt 5,10); Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus:0 1Naquele tempo, a fama de Jesus chegou aos ouvidos do governador Herodes. 2Ele disse a seus servidores: “É João Batista, que ressuscitou dos mortos; e, por isso, os poderes miraculosos atuam nele”. 3De fato, Herodes tinha mandado prender João, amarrá-lo e colocá-lo na prisão por causa de Herodíades, a mulher de seu irmão Filipe. 4Pois João tinha dito a Herodes: “Não te é permitido tê-la como esposa”. 5Herodes queria matar João, mas tinha medo do povo, que o considerava como profeta. 6Por ocasião do aniversário de Herodes, a filha de Herodíades dançou diante de todos e agradou tanto a Herodes, 7que ele prometeu, com juramento, dar a ela tudo o que pedisse. 8Instigada pela mãe, ela disse: “Dá-me aqui, num prato, a cabeça de João Batista”. 9O rei ficou triste, mas, por causa do juramento diante dos convidados, ordenou que atendessem o pedido dela. 10E mandou cortar a cabeça de João no cárcere. 11Depois a cabeça foi trazida num prato, entregue à moça e esta a levou para a sua mãe. 12Os discípulos de João foram buscar o corpo e o enterraram. Depois foram contar tudo a Jesus. – Palavra da Salvação– Glória a Vós, Senhor Fonte: Evangelho Diário – Arautos do Evangelho
São João Maria Vianney, Presbítero E Confessor

São João Batista Maria Vianney, uma das mais prodigiosas glórias do clero da França, nasceu em Dardilly, perto de Lião, no dia 8 de Maio de 1786, tendo sido batizado no mesmo dia. Filho de Mateus Vianney, agricultor, e de Maria Belusa, teve cinco irmãos, todos consagrados solenemente a Nossa Senhora antes do nascimento. Eram eles Catarina, Joana Maria, que desapareceu aos cinco anos, Francisco, Margarida e um outro Francisco, que cognominaram o Caçula. Filho de pais cristãos, João Batista desde a mais baixa idade foi piedoso, doce e bom. A mãe, um dia, deu-lhe uma imagem de Maria, e o menino predestinado jamais a largava. Carregando-a respeitosa e ternamente nos braços para onde quer que fosse, muitas vezes, no estábulo, sozinho, sem que o vissem, assim pensava ele, costumava rezar diante dela, demorada, enlevada e compenetradamente, já como um sacerdotezinho. Logo principiou a ensinar aos companheiros as lições de religião que aprendia dos pais, às vezes mesmo os adultos, muito sério, muito seguro de si mesmo, inspirado. Com a Revolução invadindo as províncias, viveu dias tristes: as igrejas fechadas, melancolicamente vedadas ao povo, consternavam-no, e os padres, perseguidos, aqueles padres heróicos, destemerosos, que, pela verdade, diziam missas clandestinas no mais espesso dos bosques, dando Jesus aos homens, enchiam-lhe a almazinha de admiração e dum certo desassossego, duma ânsia incontida para as coisas de Deus. Com efeito, data daqueles tempos agitados, de grandes desordens, de morte, de medo e de fome, o rumo que se propôs tomar: caráter já temperado, teve o zelo dirigido para a salvação das almas, inflamado. De estranha predileção pelos pobres, pelos abandonados que nada possuem, nem comida nem carinho, reunia-os pelos caminhos, pelos bosques, ao longo dos valados, e, alegremente, levava-os para casa, onde os pais, reputados desde há muito pela caridade, acolhiam a todos os desventurados com um largo sorriso que espantava constrangimentos. Aos treze anos, com um fervor fora do comum, João Batista radiantíssimo, fez a primeira comunhão. E o bom menino, com Jesus no coração, no coração imenso, dizia baixinho, para si mesmo, como se fora a mais doce das melodias embaladoras: – Eu serei padre! Eu serei padre! E foi! Afoitamente, disse-o ao pai, Mas o pai, homem prudente e conhecedor da vida e dos arroubos da juventude, fê-lo esperar dois anos, para observá-lo, para experimentá-lo. Era nos tempos do Diretório, aquela época de agitação política agravada pela penúria das finanças e da economia nacional, época de dissolução dos costumes, não só porque os homens procuravam nos prazeres o esquecimento das amarguras passadas e dos perigos a que se haviam expostos, como pelo dinheiro que alguns amontoaram com a compra de bens nacionais e com os fornecimentos militares, dinheiro fácil, que levava ao luxo, à ostentação, à vaidade e à depravação. Afinal, João Batista entrou na escola fundada pelo abade Balley, cura, então, de Ecully. O jovem Vianney foi aluno que fez progressos lentos, embora se esforçasse desesperadamente. E, para obter bons resultados, mortificava-se para conseguir a ajuda do céu. Em 1807, com vinte e um anos, João Batista foi confirmado pelo arcebispo de Lião, o cardeal Fesh, tio de Napoleão. Aspirante ao sacerdócio, livrou-se do recrutamento militar. Adoentado, vagou de hospital em hospital. De volta aos estudos, fez o primeiro ano de filosofia, de 1812 a 1813, no pequeno seminário de Verriéres. Seminarista modelo, mas aluno bastante enfermiço, a poder de orações foi conseguindo abrir caminho, até que se viu no seminário maior de Santo Irineu de Lião. Ali, brilhou só pelas virtudes. Ordenado padre a 13 de Agosto de 1815, por Simão, bispo de Grenoble, estava com vinte e nove anos. Nomeado vigário de Ecully, ali esteve por três anos. Teve então, oportunidade de rever, e com calma, toda a sua teologia. Designado para Ars, que ficava a trinta e cinco quilômetros ao norte de Lião, chegou no lugar que ilustraria por rígido inverno, aquela Ars que o teria por quarenta e dois anos, ou seja, até o dia em que, deixando a terra, iria para Deus. Era no ano de 1818. João Batista foi direto para a igreja. Caindo de joelhos, ficou, por longo tempo, abismado em adoração. Os habitantes de Ars, quanto à religião, viviam indiferentes, embora constituíssem boas famílias. João Maria pôs-se imediatamente ao trabalho. E, à ação do santo cura, tudo, a pouco e pouco, foi-se transformando. Cinco anos depois, Ars apresentava-se com outra fisionomia: o trabalho, que era executado aos domingos, foi totalmente abolido. A blasfêmia, que campeava, louca, pelo lugar, desapareceu. O vício da embriaguez, do qual grande parte dos homens era presa, foi afastado. E as danças inconvenientes, desenfreadas, paulatinamente foram sendo extirpadas do curato. Para ganhar tal batalha, quanta fadiga, quanto jejum, quanta súplica, quanta oração! Bem antes do raiar do dia, João Batista levantava-se e ia postar-se diante do tabernáculo. E ali, ajoelhado, silenciosa, ardentemente, rogava ao Senhor, com instância, que lhe convertesse aquelas almas afastadas do aprisco. Disciplinando-se até o sangue, descansava exposto ao sol, dormia sobre duros sarmentos. E, quando tudo começou a melhorar, eis que, de repente, principiaram as calúnias dos mal formados. Disto, porém, o santo cura devia sair-se perfeitamente bem. As perseguições dos homens, juntaram-se as do demônio. E a luta que travou com o espírito do mal, terrível, durou-lhe trinta e cinco anos: iniciada em 1824, terminaria um ano antes da morte. Fantasmas horrendos, balbúrdias infernais, insultantes vociferações horríveis transformaram o curato, durante a noite, num verdadeiro inferno, em medonhos pesadelos de febrentos. Vê-se ainda, em parte, os traços do fogo que lhe destruiu a cama de madeira. Sustentado, porém por graças divinas, João Batista Maria Vianney saiu vitorioso de todos os assaltos. E a Virgem, cuja imagem embalara na infância, aparecendo-lhe, dulcíssima com ele se entretinha, meigamente encorajando-o. Diz-se de São João Batista Maria Vianney que, ao dizer, todos os dias, a santa Missa, via a Nosso Senhor. A igreja velha, restaurou-a. Capelas, edificou-as muitas – tudo para honra de Deus e bem dos fiéis. Deus concedeu-lhe o dom dos milagres. E
São Pedro De Anagni, Bispo

São Pedro, bispo de Anagni, pertenceu à nobre família dos príncipes de Salerno. Jovem ainda, buscou um mosteiro dependente do Monte Cassino. Expulso de Roma pelas armas imperiais, o Papa Alexandre II refugiou-se em Anagni. Morto o bispo Bernardo (1062, o Papa elegeu o nosso beneditino que, 1071, enviava a Constantinopla para junto do imperador, como apocrisiário. De volta à diocese, em 1074, Pedro principiou a construção duma nova catedral, que terminou em 1105. A 3 de Agosto daquele ano, faleceu em paz. Pascal II canonizou-o na catedral de Segni a 6 de Julho de 1110. (Vida dos Santos, Padre Rohrbacher, Volume XIV, p. 88) Fonte: Santo do Dia – Arautos do Evangelho
São Pedro De Anagni, Bispo

São Pedro, bispo de Anagni, pertenceu à nobre família dos príncipes de Salerno. Jovem ainda, buscou um mosteiro dependente do Monte Cassino. Expulso de Roma pelas armas imperiais, o Papa Alexandre II refugiou-se em Anagni. Morto o bispo Bernardo (1062, o Papa elegeu o nosso beneditino que, 1071, enviava a Constantinopla para junto do imperador, como apocrisiário. De volta à diocese, em 1074, Pedro principiou a construção duma nova catedral, que terminou em 1105. A 3 de Agosto daquele ano, faleceu em paz. Pascal II canonizou-o na catedral de Segni a 6 de Julho de 1110. (Vida dos Santos, Padre Rohrbacher, Volume XIV, p. 88) Fonte: Santo do Dia – Arautos do Evangelho
Evangelho Do Dia 2018-08-03
Sexta-feira, 03 de Agosto de 2018. Santo do dia: Beato Salvador Ferrándis Segui, presbítero e mártirCor litúrgica: verde Evangelho do dia: São Mateus 13, 54-58 Primeira leitura: Jeremias 26, 1-9Leitura do livro do profeta Jeremias: 1No início do reinado de Joaquim, filho de Josias, rei de Judá, foi comunicada, da parte do Senhor, esta palavra, que dizia: 2“Assim fala o Senhor: Põe-te de pé no átrio da casa do Senhor e fala a todos os que vêm das cidades de Judá, para adorar o Senhor no templo, todas as palavras que eu te mandei dizer. Não retires uma só palavra; 3talvez eles as ouçam e voltem do mau caminho, e eu me arrependa da decisão de castigá-los por suas más obras. 4A eles então dirás: Isto diz o Senhor: se não vos dispuserdes a viver segundo a lei que vos dei, 5a escutar as palavras dos meus servos, os profetas, que eu vos tenho enviado com solicitude e para vossa orientação, e que vós não tendes escutado, 6farei desta casa uma segunda Silo e farei desta uma cidade amaldiçoada por todos os povos da terra”. 7Os sacerdotes e profetas e todo o povo presente ouviram Jeremias dizer essas palavras na casa do Senhor. 8Quando Jeremias acabou de dizer tudo o que o Senhor lhe ordenara falasse a todo o povo, prenderam-no os sacerdotes, os profetas e o povo, dizendo: “Este homem tem que morrer! 9Por que dizes, em nome do Senhor, a profecia: ‘Esta casa será como Silo, e esta cidade será devastada e vazia de habitantes’?” Todo o povo juntou-se contra Jeremias na casa do Senhor. – Palavra do Senhor – Graças a Deus Salmo 68 (69) – Mais numerosos que os cabelos da cabeça são aqueles que me odeiam sem motivo; meus inimigos são mais fortes do que eu; contra mim eles se voltam com mentiras! Por acaso poderei restituir alguma coisa que de outros não roubei? R: Respondei-me, ó Senhor, pelo vosso imenso amor. – Por vossa causa é que sofri tantos insultos e o meu rosto se cobriu de confusão; eu me tornei como um estranho a meus irmãos, como estrangeiro para os filhos de minha mãe. Pois meu zelo e meu amor por vossa casa me devoram como fogo abrasador; e os insultos de infiéis que vos ultrajam recaíram todos eles sobre mim! R: Respondei-me, ó Senhor, pelo vosso imenso amor. – Por isso elevo para vós minha oração neste tempo favorável, Senhor Deus! Respondei-me pelo vosso imenso amor, pela vossa salvação que nunca falha! R: Respondei-me, ó Senhor, pelo vosso imenso amor. Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus 13, 54-58 – Aleluia, Aleluia, Aleluia.– A Palavra do Senhor permanece eternamente, e esta é a Palavra que vos foi anunciada (1Pd 1,25); Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus: Naquele tempo, 54dirigindo-se para a sua terra, Jesus ensinava na sinagoga, de modo que ficavam admirados. E diziam: “De onde lhe vem essa sabedoria e esses milagres? 55 Não é ele o filho do carpinteiro? Sua mãe não se chama Maria, e seus irmãos não são Tiago, José, Simão e Judas? 56E suas irmãs não moram conosco? Então, de onde lhe vem tudo isso?” 57E ficaram escandalizados por causa dele. Jesus, porém, disse: “Um profeta só não é estimado em sua própria pátria e em sua família!” 58E Jesus não fez ali muitos milagres, porque eles não tinham fé. – Palavra da Salvação– Glória a Vós, Senhor Comentário ao Evangelho por Santo Hilário, Bispo e Doutor da IgrejaA Trindade, 12,52-53 «”Não é Ele o filho do carpinteiro?” […] E por causa da falta de fé daquela gente, Jesus não fez ali muitos milagres» Enquanto gozar do sopro de vida que me concedeste, Pai santo, Deus todo poderoso, proclamar-Te-ei Deus eterno e Pai eterno. Nunca eu me farei juiz do teu poder supremo e dos teus mistérios; nunca porei o meu limitado conhecimento à frente da noção verdadeira do teu infinito; nunca afirmarei que exististe jamais sem a tua sabedoria, o teu poder ou o teu Verbo, que é Deus, o Unigénito, o meu Senhor Jesus Cristo. É que, mesmo sendo a linguagem humana fraca e imperfeita, ao falar de Ti não limitará o meu espírito a ponto de reduzir a minha fé ao silêncio, por falta de palavras capazes de exprimir o mistério do teu ser. […] Nas realidades da natureza, também há muitas coisas cuja causa não conhecemos, sem contudo lhes ignorarmos os efeitos. E quando, devido à nossa incapacidade, não sabemos que dizer dessas coisas, a nossa fé enche-se de adoração. Quando contemplo o movimento das estrelas […], o fluxo e refluxo do mar […], o poder oculto na mais pequena semente […], a minha ignorância ajuda-me a contemplar-Te, pois, se não compreendo essa natureza que está ao meu serviço, distingo nela a tua bondade, pelo simples facto de existir para me servir. Apercebo-me mesmo de que nem a mim próprio me conheço, mas admiro-Te tanto mais por isso […]. Deste-me a razão, a vida e os meus sentidos de homem, que me causam tantas alegrias, mas não consigo compreender qual foi o meu começo como homem. É, pois, não conhecendo aquilo que me cerca que capto aquilo que és; e, percebendo aquilo que és, adoro-Te. Por isso, não compreender os teus mistérios não diminui a minha fé no teu poder supremo. […] A geração de teu eterno Filho ultrapassa a própria noção de eternidade, é anterior aos tempos eternos. Nunca exististe sem Ele […], és o Pai eterno do teu Unigénito desde antes dos tempos eternos. Fonte: Evangelho Diário – Arautos do Evangelho
Evangelho Do Dia 2018-08-02

Quinta-feira, 02 de Agosto de 2018. Santo do dia: São Pedro Julião Eymard, presbítero; Beato Justino Maria Russolillo, presbíteroCor litúrgica: verde Evangelho do dia: São Mateus 13, 47-53 Primeira leitura: Jeremias 18, 1-6Leitura do livro do profeta Jeremias: 1Palavra dirigida a Jeremias, da parte do Senhor: 2“Levanta-te e vai à casa do oleiro, e ali te farei ouvir minhas palavras”. 3Fui à casa do oleiro, e eis que ele estava trabalhando ao torno; 4quando o vaso que moldava com barro se avariava em suas mãos, ei-lo de novo a fazer com esse material um outro vaso, conforme melhor lhe parecesse aos olhos. 5Fez-se em mim a palavra do Senhor: 6“Acaso não posso fazer convosco como este oleiro, casa de Israel? – diz o Senhor. Como é o barro na mão do oleiro, assim sois vós em minha mão, casa de Israel”. – Palavra do Senhor – Graças a Deus Salmo 145 (146) – Bendize, minha alma, ao Senhor! Bendirei ao Senhor toda a vida, cantarei ao meu Deus sem cessar! R: Feliz quem se apoia no Deus de Jacó! – Não ponhais vossa fé nos que mandam, não há homem que possa salvar. Ao faltar-lhe o respiro, ele volta para a terra de onde saiu; nesse dia seus planos perecem. R: Feliz quem se apoia no Deus de Jacó! – É feliz todo homem que busca seu auxílio no Deus de Jacó e que põe no Senhor a esperança. O Senhor fez o céu e a terra, fez o mar e o que neles existe. R: Feliz quem se apoia no Deus de Jacó! Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus 13, 47-53 – Aleluia, Aleluia, Aleluia.– Abre-nos, ó Senhor, o coração, para ouvirmos a palavra de Jesus! (At 16,14); Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus: Naquele tempo, disse Jesus à multidão: 47“O reino dos céus é ainda como uma rede lançada ao mar e que apanha peixes de todo tipo. 48Quando está cheia, os pescadores puxam a rede para a praia, sentam-se e recolhem os peixes bons em cestos e jogam fora os que não prestam. 49Assim acontecerá no fim dos tempos: os anjos virão para separar os homens maus dos que são justos 50e lançarão os maus na fornalha de fogo. E aí haverá choro e ranger de dentes. 51Compreendestes tudo isso?” Eles responderam: “Sim”. 52Então Jesus acrescentou: “Assim, pois, todo mestre da lei que se torna discípulo do reino dos céus é como um pai de família que tira do seu tesouro coisas novas e velhas”. 53Quando Jesus terminou de contar essas parábolas, partiu dali. – Palavra da Salvação– Glória a Vós, Senhor Comentário ao Evangelho por Bento XVI, Papa de 2005 a 2013Encíclica «Spe Salvi», §§ 45-46 (trad. © copyright Libreria Editrice Vaticana) Puxam-na para a praia Com a morte, a opção de vida feita pelo homem torna-se definitiva; esta sua vida está diante do Juiz. A sua opção, que tomou forma ao longo de toda a vida, pode ter caracteres diversos. Pode haver pessoas que destruíram totalmente em si próprias o desejo da verdade e a disponibilidade para o amor; pessoas nas quais tudo se tornou mentira; pessoas que viveram para o ódio e espezinharam o amor em si mesmas. Trata-se de uma perspectiva terrível, mas algumas figuras da nossa mesma história deixam entrever, de forma assustadora, perfis deste género. Em tais indivíduos, não haveria nada de remediável e a destruição do bem seria irrevogável: é já isto que se indica com a palavra «inferno». Por outro lado, podem existir pessoas puríssimas, que se deixaram penetrar inteiramente por Deus e, consequentemente, estão totalmente abertas ao próximo – pessoas em quem a comunhão com Deus orienta desde já todo o seu ser e cuja chegada a Deus apenas leva a cumprimento aquilo que já são. Mas, segundo a nossa experiência, nem um nem outro são o caso normal da existência humana. Na maioria dos homens – como podemos supor – perdura no mais profundo da sua essência uma derradeira abertura interior para a verdade, para o amor, para Deus. Nas opções concretas da vida, porém, aquela é sepultada sob repetidos compromissos com o mal. […] O que acontece a tais indivíduos quando comparecem diante do Juiz? Será que todas as coisas imundas que acumularam na sua vida se tornarão de repente irrelevantes? Ou acontecerá algo de diverso? São Paulo, na Primeira Carta aos Coríntios, dá-nos uma ideia da distinta repercussão do juízo de Deus sobre o homem, conforme as suas condições. […] «Se alguém edifica sobre este fundamento com ouro, prata, pedras preciosas, madeiras, feno ou palha, a obra de cada um ficará patente, pois o dia do Senhor a fará conhecer. Pelo fogo será revelada, e o fogo provará o que vale a obra de cada um. Se a obra construída subsistir, o construtor receberá a paga. Se a obra de alguém se queimar, sofrerá a perda. Ele, porém, será salvo, como que através do fogo» (3,12-15). Fonte: Evangelho Diário – Arautos do Evangelho
São Pedro De Osma, Bispo

São Pedro, bispo de Osma, originário de Bourges, foi monge na ordem de Cluny, talvez em Santo Orens, na diocese de Auch, onde teria conhecido Bernardo da Salvação. Com vários outros monges, da mesma ordem, passou à Espanha, no afã de ligar-se aos homens de Castela no grande trabalho da reconquista e combate aos mouros. Em 1085, Bernardo da Salvação foi nomeado arcebispo de Toledo, Castela formou-se em 1037, sob Fernando Magno, pela união de Leão, mas, com a morte deste rei, em 1075, seus Estados foram novamente divididos pelos filhos, um dos quais, Afonso VI de Leão, conseguiu, de novo, anexar Castela e Galiza e fazer de Toledo a capital, no ano em que Bernardo era nomeado arcebispo, 1085. Todavia, o período sobre todo heróico da reconquista da península foi o século XII. Neste século foi que, chamadas pelo emir de Sevilha, vieram as cruéis hordas de berberes fanáticas, período em que se salientou Dom Rodrigo de Bivar, o Cid Campeador da lenda. Em 1097, Bernardo escolheu a Pedro para arcediago, e, em 1103, levava-o a Sé de Osma, vaga desde muito tempo, e restaurada pelos católicos apenas se viram expulsos da cidade os infiéis. O novo bispo teve trabalhos penosíssimos na diocese. Havia que começar tudo, recriar. As igrejas estavam em ruínas. Os fiéis, na mais crassa ignorância, haviam como que esquecido as obrigações da moral cristã. Foi um trabalho insano, trabalho que varava dias, varava noites, ininterruptamente. São Pedro de Osma lançou os fundamentos duma nova catedral, Restaurou paróquias, Estabeleceu hospitais. E pregava. Pregava sem tréguas. Cansado, esgotado, pregava com ardor, com entusiasmo. Alevantava-se com o fogo das próprias palavras. E Deus, coroando aquele esforço hercúleo, confirmava as pregações com grandes milagres. E tudo foi subindo, firmando-se, concretizando, definindo, assentando definitivamente. Em 1109. São Pedro compareceu às exéquias do rei Afonso VI em Sahagum. Ali, durante as cerimônias, tomou-o a febre. Piorando e piorando, levaram-no para Palência, onde faleceu. Era no dia 2 de Agosto. Segundo o desejo que deixava expresso, o corpo foi levado para Osma. Enterrado, os milagres sem conta que se realizaram à beira da sepultura levaram o povo a considerá-lo, de fato, um grande santo, já que, em vida, tal o trabalho que desenvolvera, tinham-no todos como tal. Num átimo, o culto de São Pedro espalhou-se por toda a região. (Vida dos Santos, Padre Rohrbacher, Volume XIV, p. 51-52) Fonte: Santo do Dia – Arautos do Evangelho
Santo Afonso De Ligório, Bispo, Confessor E Doutor Da Igreja

No dia 1º de agosto se comemora a festa de Santo Afonso Maria de Ligório, Bispo, Confessor e Doutor da Igreja. Fundador da Congregação do Santíssimo Redentor, é o tratadista por excelência da moral católica, e se destacou por sua profunda devoção a Nossa Senhora, em louvor da qual escreveu uma de suas mais belas obras, as Glórias de Maria. Dele temos essa síntese biográfica, escrita por Dom Guéranger: Afonso Maria de Ligório nasceu de pais nobres, em Nápoles, a 27 de setembro de 1696. Sua juventude foi piedosa, estudiosa ecaritativa. Aos 17 anos ele era doutor em direito civil e canônico. E começava pouco depois uma brilhante carreira de advogado. Mas nem seu sucesso, nem as instâncias de seu pai, que o queria casado, o impediram de deixar o mundo. Diante do altar de Nossa Senhora, fez o voto de se tornar sacerdote. Ordenado padre em 1726, consagrou-se à pregação. Em 1729, uma epidemia permitiu-lhe que se dedicasse aos doentes em Nápoles. Pouco depois retirou-se, com companheiros, a Santa Maria dos Montes, e com eles se preparou para a evangelização dos campos. Em 1732, estabeleceu a Congregação do Santíssimo Redentor, que lhe deveria acarretar numerosas dificuldades e perseguições. Mas enfim os postulantes afluíram e o instituto se expandiu rapidamente. Em 1762 foi nomeado Bispo de Santa Ágata dos Godos, perto de Nápoles. Empreendeu ato contínuo a visita à sua diocese, pregando em todas as paróquias e reformando o clero. Ele continuava a dirigir seu Instituto e o das religiosas que tinha fundado para servir de apoio, por sua oração contemplativa, a seus filhos missionários. Em 1765, demitiu-se do ministério episcopal e voltou a viver entre seus filhos. Dentro em pouco uma cisão se produziu no Instituto dos Redentoristas, e Santo Afonso se viu expulso de sua própria família religiosa. A provação foi muito grande, mas ele não perdeu a coragem e predisse mesmo que a unidade se restabeleceria depois de sua morte. Às suas doenças se acrescentaram sofrimentos morais que lhe causaram longas crises de escrúpulos e diversas tentações. Porém, seu amor a Deus não fez senão crescer. Enfim, no dia 1º de agosto de 1787, entregou sua alma ao Senhor, na hora em que os sinos tocavam o Ângelus. Gregório XVI o inscreveu no catálogo dos Santos em 1839, e Pio IX o declarou Doutor da Igreja. Fonte: Santo do Dia – Arautos do Evangelho
Santo Afonso De Ligório, Bispo, Confessor E Doutor Da Igreja

No dia 1º de agosto se comemora a festa de Santo Afonso Maria de Ligório, Bispo, Confessor e Doutor da Igreja. Fundador da Congregação do Santíssimo Redentor, é o tratadista por excelência da moral católica, e se destacou por sua profunda devoção a Nossa Senhora, em louvor da qual escreveu uma de suas mais belas obras, as Glórias de Maria. Dele temos essa síntese biográfica, escrita por Dom Guéranger: Afonso Maria de Ligório nasceu de pais nobres, em Nápoles, a 27 de setembro de 1696. Sua juventude foi piedosa, estudiosa ecaritativa. Aos 17 anos ele era doutor em direito civil e canônico. E começava pouco depois uma brilhante carreira de advogado. Mas nem seu sucesso, nem as instâncias de seu pai, que o queria casado, o impediram de deixar o mundo. Diante do altar de Nossa Senhora, fez o voto de se tornar sacerdote. Ordenado padre em 1726, consagrou-se à pregação. Em 1729, uma epidemia permitiu-lhe que se dedicasse aos doentes em Nápoles. Pouco depois retirou-se, com companheiros, a Santa Maria dos Montes, e com eles se preparou para a evangelização dos campos. Em 1732, estabeleceu a Congregação do Santíssimo Redentor, que lhe deveria acarretar numerosas dificuldades e perseguições. Mas enfim os postulantes afluíram e o instituto se expandiu rapidamente. Em 1762 foi nomeado Bispo de Santa Ágata dos Godos, perto de Nápoles. Empreendeu ato contínuo a visita à sua diocese, pregando em todas as paróquias e reformando o clero. Ele continuava a dirigir seu Instituto e o das religiosas que tinha fundado para servir de apoio, por sua oração contemplativa, a seus filhos missionários. Em 1765, demitiu-se do ministério episcopal e voltou a viver entre seus filhos. Dentro em pouco uma cisão se produziu no Instituto dos Redentoristas, e Santo Afonso se viu expulso de sua própria família religiosa. A provação foi muito grande, mas ele não perdeu a coragem e predisse mesmo que a unidade se restabeleceria depois de sua morte. Às suas doenças se acrescentaram sofrimentos morais que lhe causaram longas crises de escrúpulos e diversas tentações. Porém, seu amor a Deus não fez senão crescer. Enfim, no dia 1º de agosto de 1787, entregou sua alma ao Senhor, na hora em que os sinos tocavam o Ângelus. Gregório XVI o inscreveu no catálogo dos Santos em 1839, e Pio IX o declarou Doutor da Igreja. Fonte: Santo do Dia – Arautos do Evangelho
Santo Afonso De Ligório, Bispo, Confessor E Doutor Da Igreja

No dia 1º de agosto se comemora a festa de Santo Afonso Maria de Ligório, Bispo, Confessor e Doutor da Igreja. Fundador da Congregação do Santíssimo Redentor, é o tratadista por excelência da moral católica, e se destacou por sua profunda devoção a Nossa Senhora, em louvor da qual escreveu uma de suas mais belas obras, as Glórias de Maria. Dele temos essa síntese biográfica, escrita por Dom Guéranger: Afonso Maria de Ligório nasceu de pais nobres, em Nápoles, a 27 de setembro de 1696. Sua juventude foi piedosa, estudiosa ecaritativa. Aos 17 anos ele era doutor em direito civil e canônico. E começava pouco depois uma brilhante carreira de advogado. Mas nem seu sucesso, nem as instâncias de seu pai, que o queria casado, o impediram de deixar o mundo. Diante do altar de Nossa Senhora, fez o voto de se tornar sacerdote. Ordenado padre em 1726, consagrou-se à pregação. Em 1729, uma epidemia permitiu-lhe que se dedicasse aos doentes em Nápoles. Pouco depois retirou-se, com companheiros, a Santa Maria dos Montes, e com eles se preparou para a evangelização dos campos. Em 1732, estabeleceu a Congregação do Santíssimo Redentor, que lhe deveria acarretar numerosas dificuldades e perseguições. Mas enfim os postulantes afluíram e o instituto se expandiu rapidamente. Em 1762 foi nomeado Bispo de Santa Ágata dos Godos, perto de Nápoles. Empreendeu ato contínuo a visita à sua diocese, pregando em todas as paróquias e reformando o clero. Ele continuava a dirigir seu Instituto e o das religiosas que tinha fundado para servir de apoio, por sua oração contemplativa, a seus filhos missionários. Em 1765, demitiu-se do ministério episcopal e voltou a viver entre seus filhos. Dentro em pouco uma cisão se produziu no Instituto dos Redentoristas, e Santo Afonso se viu expulso de sua própria família religiosa. A provação foi muito grande, mas ele não perdeu a coragem e predisse mesmo que a unidade se restabeleceria depois de sua morte. Às suas doenças se acrescentaram sofrimentos morais que lhe causaram longas crises de escrúpulos e diversas tentações. Porém, seu amor a Deus não fez senão crescer. Enfim, no dia 1º de agosto de 1787, entregou sua alma ao Senhor, na hora em que os sinos tocavam o Ângelus. Gregório XVI o inscreveu no catálogo dos Santos em 1839, e Pio IX o declarou Doutor da Igreja. Fonte: Santo do Dia – Arautos do Evangelho