São Vunibaldo

Nobre de coração e de linhagem, Vunibaldo nasceu em 701. Era filho de Ricardo, rei da Inglaterra e irmão de Vilibaldo e Valburga, todos também santificados pela igreja. Em 720 partiu com o pai e o irmão em peregrinação para a Terra Santa, passando antes por Roma. Mas seu pai adoeceu durante a viagem e morreu na cidade italiana de Luca. Os dois irmãos ficaram juntos em Roma, por dois anos e depois seguiram rumos diferentes. Em 738, Vunibaldo foi ordenado sacerdote e foi auxiliar a evangelização da Alemanha, ao lado do tio Bonifácio. Por algum tempo ficou acompanhando o tio na sua obra apostólica. Porém cada vez mais ansiava pela vida monástica e pela contemplação na solidão. Juntou seus bens e construiu um mosteiro. Logo foi nomeado abade, dedicando-se ao apostolado para reforçar a fé da população que vivia mergulhada em situações de pecado. Passou a vida em constante oração. Quando já não conseguia mais caminhar até a igreja, pediu para colocarem um pequeno altar em sua cela. Pouco tempo depois morreu, em 18 de dezembro de 761. Por A12 Fonte: Santo do dia – Notícias Católicas
São Vunibaldo

Nobre de coração e de linhagem, Vunibaldo nasceu em 701. Era filho de Ricardo, rei da Inglaterra e irmão de Vilibaldo e Valburga, todos também santificados pela igreja. Em 720 partiu com o pai e o irmão em peregrinação para a Terra Santa, passando antes por Roma. Mas seu pai adoeceu durante a viagem e morreu na cidade italiana de Luca. Os dois irmãos ficaram juntos em Roma, por dois anos e depois seguiram rumos diferentes. Em 738, Vunibaldo foi ordenado sacerdote e foi auxiliar a evangelização da Alemanha, ao lado do tio Bonifácio. Por algum tempo ficou acompanhando o tio na sua obra apostólica. Porém cada vez mais ansiava pela vida monástica e pela contemplação na solidão. Juntou seus bens e construiu um mosteiro. Logo foi nomeado abade, dedicando-se ao apostolado para reforçar a fé da população que vivia mergulhada em situações de pecado. Passou a vida em constante oração. Quando já não conseguia mais caminhar até a igreja, pediu para colocarem um pequeno altar em sua cela. Pouco tempo depois morreu, em 18 de dezembro de 761. Por A12 Fonte: Santo do dia – Notícias Católicas
São Vunibaldo

Nobre de coração e de linhagem, Vunibaldo nasceu em 701. Era filho de Ricardo, rei da Inglaterra e irmão de Vilibaldo e Valburga, todos também santificados pela igreja. Em 720 partiu com o pai e o irmão em peregrinação para a Terra Santa, passando antes por Roma. Mas seu pai adoeceu durante a viagem e morreu na cidade italiana de Luca. Os dois irmãos ficaram juntos em Roma, por dois anos e depois seguiram rumos diferentes. Em 738, Vunibaldo foi ordenado sacerdote e foi auxiliar a evangelização da Alemanha, ao lado do tio Bonifácio. Por algum tempo ficou acompanhando o tio na sua obra apostólica. Porém cada vez mais ansiava pela vida monástica e pela contemplação na solidão. Juntou seus bens e construiu um mosteiro. Logo foi nomeado abade, dedicando-se ao apostolado para reforçar a fé da população que vivia mergulhada em situações de pecado. Passou a vida em constante oração. Quando já não conseguia mais caminhar até a igreja, pediu para colocarem um pequeno altar em sua cela. Pouco tempo depois morreu, em 18 de dezembro de 761. Por A12 Fonte: Santo do dia – Notícias Católicas
3º Domingo Do Advento

1ª Leitura – Is 61,1-2a.10-11 Exulto de alegria no Senhor. Leitura do Livro do Profeta Isaías 61,1-2a.10-11 1 O Espírito do Senhor Deus está sobre mim,porque o Senhor me ungiu;enviou-me para dar a boa-nova aos humildes,curar as feridas da alma,pregar a redenção para os cativose a liberdade para os que estão presos;2a para proclamar o tempo da graça do Senhor.10 Exulto de alegria no Senhore minh’alma regozija-se em meu Deus;ele me vestiu com as vestes da salvação,envolveu-me com o manto da justiçae adornou-me como um noivo com sua coroa,ou uma noiva com suas jóias.11 Assim como a terra faz brotar a plantae o jardim faz germinar a semente,assim o Senhor Deus fará germinar a justiçae a sua glória diante de todas as nações.Palavra do Senhor. Salmo – Lc 1,46-48.49-50.53-54 (R. Is 61,10b) R. A minh’alma se alegra no meu Deus. 46 ‘A minha alma engrandece o Senhor,*47 e o meu espírito se alegra em Deus, meu Salvador,48 porque olhou para a humildade de sua serva.* Doravante todas as gerações me chamarão bem-aventurada. R. 49 porque o Todo-poderoso fez grandes coisas em meu favor.* O seu nome é santo,50 e sua misericórdia se estende, de geração em geração,*a todos os que o respeitam. R. 53 Encheu de bens os famintos,*e despediu os ricos de mãos vazias.54 Socorreu Israel, seu servo,*lembrando-se de sua misericórdia. R. 2ª Leitura – 1Ts 5,16-24 Vosso espírito, vossa alma e vosso corpo sejam conservados para a vinda do Senhor. Leitura da Primeira Carta de São Paulo aos Tessalonicenses 5,16-24 Irmãos:16 Estai sempre alegres!17 Rezai sem cessar.18 Dai graças em todas as circunstâncias,porque esta é a vosso respeitoa vontade de Deus em Jesus Cristo.19 Não apagueis o espírito!20 Não desprezeis as profecias,21 mas examinai tudo e guardai o que for bom.22 Afastai-vos de toda espécie de maldade!23 Que o próprio Deus da paz vos santifique totalmente,e que tudo aquilo que sois– espírito, alma, corpo –seja conservado sem mancha algumapara a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo!24 Aquele que vos chamou é fiel;ele mesmo realizará isso.Palavra do Senhor. Evangelho – Jo 1,6-8.19-28 No meio de vós está aquele que vós não conheceis. + Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo João 1,6-8.19-28 6 Surgiu um homem enviado por Deus;Seu nome era João.7 Ele veio como testemunha,para dar testemunho da luz,para que todos chegassem à fé por meio dele.8 Ele não era a luz,mas veio para dar testemunho da luz:19 Este foi o testemunho de João,quando os judeus enviaram de Jerusalémsacerdotes e levitas para perguntar:‘Quem és tu?’20 João confessou e não negou.Confessou: ‘Eu não sou o Messias’.21 Eles perguntaram: ‘Quem és, então?És tu Elias?’João respondeu: ‘Não sou’.Eles perguntaram: ‘És o Profeta?’Ele respondeu: ‘Não’.22 Perguntaram então: ‘Quem és, afinal?Temos que levar uma resposta para aqueles que nos enviaram.O que dizes de ti mesmo?’23 João declarou:‘Eu sou a voz que grita no deserto:‘Aplainai o caminho do Senhor`’– conforme disse o profeta Isaías.24 Ora, os que tinham sido enviadospertenciam aos fariseus25 e perguntaram: ‘Por que então andas batizando,se não és o Messias, nem Elias, nem o Profeta?’26 João respondeu: ‘Eu batizo com água;mas no meio de vós está aqueleque vós não conheceis,27 e que vem depois de mim.Eu não mereço desamarrar a correia de suas sandálias.’28 Isso aconteceu em Betânia além do Jordão,onde João estava batizando.Palavra da Salvação. Fonte: CNBB Fonte: Evangelho do dia – Notícias Católicas
Santa Adelaide

O biógrafo desta Santa é Santo Odilo, abade de Cluny, que a conheceu pessoalmente. Segundo ele conta, quando era menina ainda, Santa Adelaide, filha de Rodolfo II de Borgonha, atual França, experimentou a amargura do caminho do sofrimento. Órfã com 6 anos, enviuvou-se com 19 anos, tendo sido esposa de Lotário, Rei da Itália, depois, como geralmente se crê, foi envenenado pelo duque Berengário. Obedeceu este ato ao plano de apoderar-se do trono da Itália e obrigar a jovem viúva a contrair matrimônio com o filho do duque, ao que Adelaide firmemente se opôs. Esta resistência custou-lhe a liberdade; pois determinou Berengário apoderar-se da vítima indefesa e encarcerá-la num castelo perto do lago de Garda, onde sofreu não só as maiores e mais duras privações, como também os maus tratos da parte de Wila, mulher de Berengário. Embora Adelaide se sujeitasse por algum tempo a condições tão indignas, aproveitou a primeira ocasião que lhe oferecia, devido à valiosa cooperação do capelão Martinho, para, em companhia da fiel empregada, fugir da prisão. Viajou para a Alemanha para pedir o apoio do imperador Oto, que, além de devolver-lhe a Corte, casou-se com ela. Assim, tornou-se a imperatriz Adelaide, caridosa, piedosa e amada pelos súditos. Durante anos tudo era felicidade, mas o infortúnio atingiu-a novamente. O imperador morreu e Adelaide viu-se outra vez viúva. Assumiu seu filho Oto II, que aceitava seus conselhos, governando com ponderação. Os problemas reiniciaram quando ele se casou com a princesa grega Teofânia. Como não gostava da influência da sogra sobre o marido, conseguiu fazê-lo brigar com a mãe por causa dos gastos com suas obras de caridade e as doações que fazia aos conventos e igrejas. Por isso exigiu que Adelaide deixasse o reino. Escorraçada, procurou abrigo em Roma, junto ao papa. Depois, passou um período na França, na Corte de seu irmão, rei da Borgonha. Mas a dor da ingratidão filial a perseguia, Viu, também, que ele reinava com injustiça, dentro do luxo, da discórdia e da leviandade, devido à má influência de Teofânia. Nessa época, foi seu diretor espiritual o abade Odilo, de Cluny. Ao mesmo tempo, o abade passou a orientar Oto II. Após dois anos de separação, arrependido, convidou a mãe a visitá-lo e pediu seu perdão. Adelaide se reconciliou com filho e a paz voltou ao reino. Entretanto o imperador morreria logo depois. Como o neto de Adelaide, Oto III, não tinha idade para assumir o trono, a mãe o fez. E novamente a vida de Adelaide parecia encaminhar-se para o martírio. Teofânia, agora regente, pretendia matar a sogra, que só não morreu porque Teofânia foi assassinada antes, quatro semanas depois de assumir o governo. Adelaide se tornou a imperatriz regente da Alemanha, por direito e de fato. Administrou com justiça, solidariedade e piedade. Trouxe para a Corte as duas filhas de sua maior inimiga e as educou com carinho e proteção. O seu reinado foi de obrigações políticas e religiosas muito equilibradas, distribuindo felicidade e prosperidade para o povo e paz para toda a nação. Nos últimos anos de vida, Adelaide foi para o Convento beneditino de Selz, na Alsácia, que ela fundara, em Strasburgo. Morreu ali com oitenta e seis anos de idade, no dia 16 de dezembro de 999. A Igreja também celebra hoje a memória dos santos: Albina, Ananias e Misael. Fonte: Santo do dia – Notícias Católicas
Santa Adelaide

O biógrafo desta Santa é Santo Odilo, abade de Cluny, que a conheceu pessoalmente. Segundo ele conta, quando era menina ainda, Santa Adelaide, filha de Rodolfo II de Borgonha, atual França, experimentou a amargura do caminho do sofrimento. Órfã com 6 anos, enviuvou-se com 19 anos, tendo sido esposa de Lotário, Rei da Itália, depois, como geralmente se crê, foi envenenado pelo duque Berengário. Obedeceu este ato ao plano de apoderar-se do trono da Itália e obrigar a jovem viúva a contrair matrimônio com o filho do duque, ao que Adelaide firmemente se opôs. Esta resistência custou-lhe a liberdade; pois determinou Berengário apoderar-se da vítima indefesa e encarcerá-la num castelo perto do lago de Garda, onde sofreu não só as maiores e mais duras privações, como também os maus tratos da parte de Wila, mulher de Berengário. Embora Adelaide se sujeitasse por algum tempo a condições tão indignas, aproveitou a primeira ocasião que lhe oferecia, devido à valiosa cooperação do capelão Martinho, para, em companhia da fiel empregada, fugir da prisão. Viajou para a Alemanha para pedir o apoio do imperador Oto, que, além de devolver-lhe a Corte, casou-se com ela. Assim, tornou-se a imperatriz Adelaide, caridosa, piedosa e amada pelos súditos. Durante anos tudo era felicidade, mas o infortúnio atingiu-a novamente. O imperador morreu e Adelaide viu-se outra vez viúva. Assumiu seu filho Oto II, que aceitava seus conselhos, governando com ponderação. Os problemas reiniciaram quando ele se casou com a princesa grega Teofânia. Como não gostava da influência da sogra sobre o marido, conseguiu fazê-lo brigar com a mãe por causa dos gastos com suas obras de caridade e as doações que fazia aos conventos e igrejas. Por isso exigiu que Adelaide deixasse o reino. Escorraçada, procurou abrigo em Roma, junto ao papa. Depois, passou um período na França, na Corte de seu irmão, rei da Borgonha. Mas a dor da ingratidão filial a perseguia, Viu, também, que ele reinava com injustiça, dentro do luxo, da discórdia e da leviandade, devido à má influência de Teofânia. Nessa época, foi seu diretor espiritual o abade Odilo, de Cluny. Ao mesmo tempo, o abade passou a orientar Oto II. Após dois anos de separação, arrependido, convidou a mãe a visitá-lo e pediu seu perdão. Adelaide se reconciliou com filho e a paz voltou ao reino. Entretanto o imperador morreria logo depois. Como o neto de Adelaide, Oto III, não tinha idade para assumir o trono, a mãe o fez. E novamente a vida de Adelaide parecia encaminhar-se para o martírio. Teofânia, agora regente, pretendia matar a sogra, que só não morreu porque Teofânia foi assassinada antes, quatro semanas depois de assumir o governo. Adelaide se tornou a imperatriz regente da Alemanha, por direito e de fato. Administrou com justiça, solidariedade e piedade. Trouxe para a Corte as duas filhas de sua maior inimiga e as educou com carinho e proteção. O seu reinado foi de obrigações políticas e religiosas muito equilibradas, distribuindo felicidade e prosperidade para o povo e paz para toda a nação. Nos últimos anos de vida, Adelaide foi para o Convento beneditino de Selz, na Alsácia, que ela fundara, em Strasburgo. Morreu ali com oitenta e seis anos de idade, no dia 16 de dezembro de 999. A Igreja também celebra hoje a memória dos santos: Albina, Ananias e Misael. Fonte: Santo do dia – Notícias Católicas
Santa Adelaide

O biógrafo desta Santa é Santo Odilo, abade de Cluny, que a conheceu pessoalmente. Segundo ele conta, quando era menina ainda, Santa Adelaide, filha de Rodolfo II de Borgonha, atual França, experimentou a amargura do caminho do sofrimento. Órfã com 6 anos, enviuvou-se com 19 anos, tendo sido esposa de Lotário, Rei da Itália, depois, como geralmente se crê, foi envenenado pelo duque Berengário. Obedeceu este ato ao plano de apoderar-se do trono da Itália e obrigar a jovem viúva a contrair matrimônio com o filho do duque, ao que Adelaide firmemente se opôs. Esta resistência custou-lhe a liberdade; pois determinou Berengário apoderar-se da vítima indefesa e encarcerá-la num castelo perto do lago de Garda, onde sofreu não só as maiores e mais duras privações, como também os maus tratos da parte de Wila, mulher de Berengário. Embora Adelaide se sujeitasse por algum tempo a condições tão indignas, aproveitou a primeira ocasião que lhe oferecia, devido à valiosa cooperação do capelão Martinho, para, em companhia da fiel empregada, fugir da prisão. Viajou para a Alemanha para pedir o apoio do imperador Oto, que, além de devolver-lhe a Corte, casou-se com ela. Assim, tornou-se a imperatriz Adelaide, caridosa, piedosa e amada pelos súditos. Durante anos tudo era felicidade, mas o infortúnio atingiu-a novamente. O imperador morreu e Adelaide viu-se outra vez viúva. Assumiu seu filho Oto II, que aceitava seus conselhos, governando com ponderação. Os problemas reiniciaram quando ele se casou com a princesa grega Teofânia. Como não gostava da influência da sogra sobre o marido, conseguiu fazê-lo brigar com a mãe por causa dos gastos com suas obras de caridade e as doações que fazia aos conventos e igrejas. Por isso exigiu que Adelaide deixasse o reino. Escorraçada, procurou abrigo em Roma, junto ao papa. Depois, passou um período na França, na Corte de seu irmão, rei da Borgonha. Mas a dor da ingratidão filial a perseguia, Viu, também, que ele reinava com injustiça, dentro do luxo, da discórdia e da leviandade, devido à má influência de Teofânia. Nessa época, foi seu diretor espiritual o abade Odilo, de Cluny. Ao mesmo tempo, o abade passou a orientar Oto II. Após dois anos de separação, arrependido, convidou a mãe a visitá-lo e pediu seu perdão. Adelaide se reconciliou com filho e a paz voltou ao reino. Entretanto o imperador morreria logo depois. Como o neto de Adelaide, Oto III, não tinha idade para assumir o trono, a mãe o fez. E novamente a vida de Adelaide parecia encaminhar-se para o martírio. Teofânia, agora regente, pretendia matar a sogra, que só não morreu porque Teofânia foi assassinada antes, quatro semanas depois de assumir o governo. Adelaide se tornou a imperatriz regente da Alemanha, por direito e de fato. Administrou com justiça, solidariedade e piedade. Trouxe para a Corte as duas filhas de sua maior inimiga e as educou com carinho e proteção. O seu reinado foi de obrigações políticas e religiosas muito equilibradas, distribuindo felicidade e prosperidade para o povo e paz para toda a nação. Nos últimos anos de vida, Adelaide foi para o Convento beneditino de Selz, na Alsácia, que ela fundara, em Strasburgo. Morreu ali com oitenta e seis anos de idade, no dia 16 de dezembro de 999. A Igreja também celebra hoje a memória dos santos: Albina, Ananias e Misael. Fonte: Santo do dia – Notícias Católicas
Sábado Da 2ª Semana Do Advento

1ª Leitura – Eclo 48,1-4.9-11 Elias virá. Leitura do Livro do Eclesiástico 48,1-4.9-11 Naqueles dias:1 O profeta Elias surgiu como um fogo,e sua palavra queimava como uma tocha.2 Fez vir a fome sobre elese, no seu zelo, reduziu-os a pouca gente.3 Pela palavra do Senhor fechou o céue de lá fez cair fogo por três vezes.4 Ó Elias, como te tornaste glorioso por teus prodígios!Quem poderia gloriar-se de ser semelhante a ti?9 Tu foste arrebatado num turbilhão de fogo,num carro de cavalos também de fogo,10 tu, nas ameaças para os tempos futuros,foste designado para acalmar a ira do Senhor antes do furor,para reconduzir o coração do pai ao filho,e restabelecer as tribos de Jacó.11 Felizes os que te viram,e os que adormeceram na tua amizade!Palavra do Senhor. Salmo – Sl 79 (80), 2ac.3b. 15-16. 18-19 (R.4) R. Convertei-nos, ó Senhor,resplandecei a vossa face e nós seremos salvos! 2a Ó Pastor de Israel, prestai ouvidos.*2c Vós que sobre os querubins vos assentais.3b Despertai vosso poder, ó nosso Deus*e vinde logo nos trazer a salvação! R. 15 Voltai-vos para nós, Deus do universo!+Olhai dos altos céus e observai.*Visitai a vossa vinha e protegei-a!16 Foi a vossa mão direita que a plantou;*protegei-a, e ao rebento que firmastes! R. 18 Pousai a mão por sobre o vosso Protegido,*o filho do homem que escolhestes para vós!19 E nunca mais vos deixaremos, Senhor Deus!*Dai-nos vida, e louvaremos vosso nome! R. Evangelho – Mt 17,10-13 Elias já veio, mas não o reconheceram. + Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus 17,10-13 Ao descerem do monte,10 os discípulos perguntaram a Jesus:‘Por que os mestres da Lei dizemque Elias deve vir primeiro?’11 Jesus respondeu:‘Elias vem e colocará tudo em ordem.12 Ora, eu vos digo: Elias já veio,mas eles não o reconheceram.Ao contrário, fizeram com ele tudo o que quiseram.Assim também o Filho do Homem será maltratado por eles.’13 Então os discípulos compreenderamque Jesus lhes falava de João Batista.Palavra da Salvação. Reflexão – Mt 17, 10-13 O Profeta Elias foi aquele que, na sua época, lutou contra os profetas de Baal na tentativa de restabelecer o culto a Javé e reconduzir os corações do povo para Deus. Assim também era a função de João Batista, que deveria pregar a conversão para preparar um povo disposto para a vinda de Jesus. Neste sentido, João Batista realiza a promessa da volta de Elias, que não foi a sua ressurreição ou reencarnação ou ainda a carruagem de fogo o trouxe de volta do alto, mas o profetismo segundo o espírito de Elias se fez presente em João Batista. Fonte: CNBB Fonte: Evangelho do dia – Notícias Católicas
Santa Cristiana

Nos primeiros anos do século IV, nas terras pagãs entre o mar Negro e o mar Cáspio, hoje território da Geórgia, vivia uma jovem escrava cristã chamada Nina ou Nuné. A Capital do Império Romano mudou-se para Constantinopla, cidade fundada em 324, e dedicada em 11 de maio de 330 D.C. O crescimento da Igreja passou a exigir esclarecimentos e definições relacionados com seu credo. Em 325 aconteceu o Concílio de Nicéia, Turquia, e o de Constantinopla, em 381. A partir do ano 300 os bárbaros começaram a invadir a região oriental do império romano, saqueando cidades e levando prisioneiros para serem vendidos como escravos. E a região da Capadócia e sua vizinhança havia sido evangelizada desde as primeiras viagens missionárias de Paulo. Muitos desses escravos tiveram oportunidade de testemunhar sua fé nas terras pagãs para onde eram levados. Se em Roma o cristianismo exigia definições mais elaboradas da doutrina, por outro lado, as primeiras sementes evangélicas eram lançadas nas terras pagãs da Geórgia. Era o Espírito de Deus em ação. A obra do bispo Eusébio, ‘A História da Igreja’, tornou-se o primeiro registro importante da história da Igreja, passando assim um legado, sem precedentes, de documentos da igreja antiga. Eusébio morreu em 340. É em seu livro, e em algumas tradições posteriores, que encontramos a história, mesmo que um pouco lendária, da santa de hoje. Nina era uma escrava que demonstrava toda sua fé em Cristo, na alegria com que enfrentava as dificuldades e os sofrimentos. Esse fato chamou a atenção dos pagãos com quem convivia. Assim, teve a oportunidade de ensinar a palavra de Cristo a todos os que a cercavam. Tornou-se tão conhecida que passaram a chamá-la de “Cristiana”, a serva cristã. A antiga tradição russa narra que, certa vez, uma senhora procurou-a, pedindo que solicitasse a intervenção de Deus para que seu filho, gravemente enfermo, não morresse. Nina se ajoelhou aos pés da cama onde estava a criança e rezou com tanto fervor que o menino abriu os olhos, sorriu e levantou-se na frente de todos. Foi o bastante para que toda a região mostrasse interesse pela religião da serva de Cristo. Quanto mais prodígios ela promovia, mais catequizava e convertia os pagãos. Até que, um dia, a rainha desse povo, chamada Nana, adoeceu gravemente e nenhum remédio conseguia fazê-la melhorar. Tentaram de tudo. Nada parecia possível. Então, alguém se lembrou dos chamados “poderes” da serva cristã. Como último recurso, foram sugeridos à rainha, que mandou chamá-la. Assim, essa humilde escrava foi ao palácio atender a rainha, levando consigo apenas a certeza de sua fé e a confiança de suas orações. Logo conseguiu curar a soberana. Enquanto ela se recuperava, seu marido, o rei Mirian, certo dia, saiu em comitiva para uma caçada. Mas o grupo acabou isolado no bosque devido a uma violentíssima tempestade. A situação era crítica, com trovões e raios incendiando árvores, pedras rolando ao vento e atingindo pessoas. O pavor tomou conta de todos, clamaram por seus deuses, mas nada acontecia. Lembrando-se da rainha, o rei decidiu rezar para o Deus de Cristiana. Uma luz, então, foi vista saindo do céu, a tempestade cessou e todos puderam regressar sãos e salvos à Corte. Nesse instante, o rei sentiu a fé invadir seu coração. Ao voltar, procurou a escrava Nina e lhe pediu que falasse tudo o que sabia sobre sua religião. Acabou catequizado e convertido. Entretanto os reis Mirian e Nana não podiam ser batizados, pois na Corte não havia nenhum bispo. Seguindo a orientação de Cristiana, o rei enviou esse pedido ao imperador Constantino. Nesse meio tempo, mandou construir a primeira igreja cristã, de acordo com uma planta feita sob orientação de Nina, já liberta. Quando chegou o primeiro bispo da Geórgia acompanhado de um grupo de sacerdotes missionários, encontraram o povo já abraçando a doutrina de santa Nina, como os fiéis a chamavam por força de sua piedade e prodígios de fé. Com facilidade, converteram a nação inteira, a partir da grande solenidade do batismo do casal real. Depois, junto com o bispo, o rei Mirian e a rainha Nana construíram o Mosteiro Samtavro, anexo àquela igreja, onde mais tarde foram sepultados. Nele também viveu alguns anos santa Nina, que morreu no ano 330. Venerada pelos fiéis como padroeira da Geórgia, suas relíquias estão guardadas na Catedral da Metiskreta, antiga capital do país. Seu culto foi confirmado, sendo realizado, no Oriente, em 14 de janeiro, enquanto a Igreja de Roma a comemora no dia 15 de dezembro. A Igreja também celebra hoje os santos: Cristiana, Ninon e Paulo de Latros. Fonte: Santo do dia – Notícias Católicas
6ª Feira Da 2ª Semana Do Advento

1ª Leitura – Is 48,17-19 Ah! se tivesses observado os meus mandamentos! Leitura do Livro do Profeta Isaías 48,17-19 17 Isto diz o Senhor,o teu libertador, o Santo de Israel:Eu, o Senhor teu Deus, te ensino coisas úteis,te conduzo pelo caminho em que andas.18 Ah, se tivesses observado os meus mandamentos!Tua paz teria sido como um rioe tua justiça como as ondas do mar;19 tua descendência seria como a areia do mare os filhos do teu ventre como os grãos de areia;este nome não teria desaparecidonem teria sido cancelado de minha presença.Palavra do Senhor. Salmo – Sl 1, 1-2. 3. 4.6 (R. CF.Jo 8,12) R. Senhor, quem vos seguir, terá a luz da vida. 1 Feliz é todo aquele que não anda*conforme os conselhos dos perversos;que não entra no caminho dos malvados,*nem junto aos zombadores vai sentar-se;2 mas encontra seu prazer na lei de Deus*a medita, dia e noite, sem cessar. R. 3 Eis que ele é semelhante a uma árvore,*que à beira da torrente está plantada;ela sempre dá seus frutos a seu tempo,e jamais as suas folhas vão murchar.*Eis que tudo o que ele faz vai prosperar. R. 4 Mas bem outra é a sorte dos perversos.Ao contrário, são iguais à palha seca*espalhada e dispersada pelo vento.6 Pois Deus vigia o caminho dos eleitos,*mas a estrada dos malvados leva à morte. R. Evangelho – Mt 11,16-19 Não ouvem nem a João nem ao Filho do Homem. + Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus 11,16-19 Naquele tempo, disse Jesus às multidões:l6 Com quem vou comparar esta geração?São como crianças sentadas nas praças,que gritam para os colegas, dizendo:17 ‘Tocamos flauta e vós não dançastes.Entoamos lamentações e vós não batestes no peito!’18 Veio João, que não come nem bebe,e dizem: ‘Ele está com um demônio’.19 Veio o Filho do Homem, que come e bebe,e dizem: ‘É um comilão e beberrão,amigo de cobradores de impostos e de pecadores’.Mas a sabedoria foi reconhecida com base em suas obras.’Palavra da Salvação. Reflexão – Mt 11, 16-19 Muitas pessoas ouvem as mensagens do Evangelho, mas não se sensibilizam com elas, não correspondem a elas, de modo que elas não provocam eco em suas vidas. O conhecimento da Palavra de Deus é muito importante, mas não é tão importante como a comunhão de idéias e valores que deve haver entre os homens e Deus. O conhecimento nos ajuda a realizar esta comunhão de modo que ele é um meio necessário para que possamos atingir o fim, mas o conhecimento não é a finalidade em si. Se ficamos apenas no conhecimento, não dançamos com as flautas nem batemos no peito com o canto fúnebre, não comungamos as idéias de Jesus. Fonte: CNBB Fonte: Evangelho do dia – Notícias Católicas
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