São Juan Diego Cuauhtlatoatzin

São Juan Diego Cuauhtlatoatzin (que significa: Águia que fala ou o que fala como águia) nasceu em torno de 1474, em Cuauhtitlán, que pertencia ao reino de Textcoco, no México. Existem documentos eclesiásticos, datados do século XVI, que fazem parte de importante processo canônico, onde já se pedia aprovação para celebração da festa de Nossa Senhora do Guadalupe nos dias 12 de dezembro. Posteriormente aprovado e já constituído o Processo Apostólico, constam nestes documentos importantes testemunhos de anciãos (alguns com mais de cem anos de idade), que testificaram e confirmaram a vida exemplar, personalidade e fama da santidade de Juan Diego: “Era um índio que vivia honesta e recolhidamente e que era muito bom cristão, temente a Deus e, sua consciência, arraigada de muitos bons costumes e modos de proceder”; outro testemunho é o de Andrés Juan, que dizia que Juan Diego era um “varão santo”. Diversos outros testemunhos contidos naquelas informações jurídicas atestam que, efetivamente, Juan Diego era para o povo “um índio bom e cristão”, ou um “varão santo” e somente estes títulos bastariam para entender a fortaleza de sua fama; pois os índios eram muito exigentes para atribuir algum membro da tribo pelo apelativo de “bom índio” e muito menos ainda considerar sua bondade tão expressiva que pudesse a chegar ao extremo da santidade. Era um índio pobre, pertencia à mais baixa casta do Império Azteca, sem ser, entretanto, um escravo. Dedicava-se ao difícil trabalho no campo e à fabricação de esteiras. Possuía um pedaço de terra, onde vivia feliz com a esposa, numa pequena casa, mas não tinha filhos. Atraído pela doutrina dos padres franciscanos que chegaram ao México em 1524, se converteu e foi batizado, junto como sua esposa. Receberam o nome cristão de João Diego e Maria Lúcia, respectivamente. Era um homem dedicado, religioso, que sempre se retirava para as orações contemplativas e penitências. Costumava caminhar de sua vila à Cidade do México, a quatorze milhas de distância, para aprender a Palavra de Cristo. Andava descalço e vestia, nas manhãs frias, uma roupa de tecido grosso de fibra de cactos como um manto, chamado tilma ou ayate, como todos de sua classe social. A esposa, Maria Lúcia, ficou doente e faleceu em 1529. Ele, então, foi morar com seu tio, diminuindo a distância da igreja para nove milhas. Fazia esse percurso todo sábado e domingo, saindo bem cedo, antes do amanhecer. Durante uma de suas idas à igreja, no dia 9 de dezembro de 1531, por volta de três horas e meia, entre a vila e a montanha, ocorreu a primeira aparição de Nossa Senhora de Guadalupe, num lugar hoje chamado “Capela do Cerrinho”, onde a Virgem Maria o chamou em sua língua nativa, nahuatl, dizendo: “Joãozinho, João Dieguito”, “o mais humilde de meus filhos”, “meu filho caçula”, “meu queridinho”. A Virgem o encarregou de pedir ao bispo, o franciscano João de Zumárraga, para construir uma igreja no lugar da aparição. Como o bispo não se convenceu, ela sugeriu que João Diego insistisse. No dia seguinte, domingo, voltou a falar com o bispo, que pediu provas concretas sobre a aparição. Na terça-feira, 12 de dezembro, João Diego estava indo à cidade quando a Virgem apareceu e o consolou. Em seguida, pediu que ele colhesse flores para ela no alto da colina de Tepeyac. Apesar do frio inverno, ele encontrou lindas flores, que colheu, colocou no seu manto e levou para Nossa Senhora. Ela disse que as entregasse ao bispo como prova da aparição. Diante do bispo, João Diego abriu sua túnica, as flores caíram e no tecido apareceu impressa a imagem de Nossa Senhora de Guadalupe. Tinha, então, cinquenta e sete anos. Após o milagre de Guadalupe, foi morar numa sala ao lado da capela que acolheu a sagrada imagem, depois de ter passado seus negócios e propriedades ao seu tio. Dedicou o resto de sua vida propagando as aparições aos seus conterrâneos nativos, que se convertiam. Ele amou, profundamente, a santa eucaristia, e obteve uma especial permissão do bispo para receber a comunhão três vezes na semana, um acontecimento bastante raro naqueles dias. João Diego faleceu no dia 30 de maio de 1548, aos setenta e quatro anos, de morte natural. O papa João Paulo II, durante sua canonização em 2002, designou a festa litúrgica para 9 de dezembro, dia da primeira aparição, e louvou são João Diego, pela sua simples fé nutrida pelo catecismo, como um modelo de humildade para todos nós. A Igreja também celebra neste dia a memória dos santos: Basiano, Leocádia e Gorgônia Fonte: Santo do dia – Notícias Católicas
São Juan Diego Cuauhtlatoatzin

São Juan Diego Cuauhtlatoatzin (que significa: Águia que fala ou o que fala como águia) nasceu em torno de 1474, em Cuauhtitlán, que pertencia ao reino de Textcoco, no México. Existem documentos eclesiásticos, datados do século XVI, que fazem parte de importante processo canônico, onde já se pedia aprovação para celebração da festa de Nossa Senhora do Guadalupe nos dias 12 de dezembro. Posteriormente aprovado e já constituído o Processo Apostólico, constam nestes documentos importantes testemunhos de anciãos (alguns com mais de cem anos de idade), que testificaram e confirmaram a vida exemplar, personalidade e fama da santidade de Juan Diego: “Era um índio que vivia honesta e recolhidamente e que era muito bom cristão, temente a Deus e, sua consciência, arraigada de muitos bons costumes e modos de proceder”; outro testemunho é o de Andrés Juan, que dizia que Juan Diego era um “varão santo”. Diversos outros testemunhos contidos naquelas informações jurídicas atestam que, efetivamente, Juan Diego era para o povo “um índio bom e cristão”, ou um “varão santo” e somente estes títulos bastariam para entender a fortaleza de sua fama; pois os índios eram muito exigentes para atribuir algum membro da tribo pelo apelativo de “bom índio” e muito menos ainda considerar sua bondade tão expressiva que pudesse a chegar ao extremo da santidade. Era um índio pobre, pertencia à mais baixa casta do Império Azteca, sem ser, entretanto, um escravo. Dedicava-se ao difícil trabalho no campo e à fabricação de esteiras. Possuía um pedaço de terra, onde vivia feliz com a esposa, numa pequena casa, mas não tinha filhos. Atraído pela doutrina dos padres franciscanos que chegaram ao México em 1524, se converteu e foi batizado, junto como sua esposa. Receberam o nome cristão de João Diego e Maria Lúcia, respectivamente. Era um homem dedicado, religioso, que sempre se retirava para as orações contemplativas e penitências. Costumava caminhar de sua vila à Cidade do México, a quatorze milhas de distância, para aprender a Palavra de Cristo. Andava descalço e vestia, nas manhãs frias, uma roupa de tecido grosso de fibra de cactos como um manto, chamado tilma ou ayate, como todos de sua classe social. A esposa, Maria Lúcia, ficou doente e faleceu em 1529. Ele, então, foi morar com seu tio, diminuindo a distância da igreja para nove milhas. Fazia esse percurso todo sábado e domingo, saindo bem cedo, antes do amanhecer. Durante uma de suas idas à igreja, no dia 9 de dezembro de 1531, por volta de três horas e meia, entre a vila e a montanha, ocorreu a primeira aparição de Nossa Senhora de Guadalupe, num lugar hoje chamado “Capela do Cerrinho”, onde a Virgem Maria o chamou em sua língua nativa, nahuatl, dizendo: “Joãozinho, João Dieguito”, “o mais humilde de meus filhos”, “meu filho caçula”, “meu queridinho”. A Virgem o encarregou de pedir ao bispo, o franciscano João de Zumárraga, para construir uma igreja no lugar da aparição. Como o bispo não se convenceu, ela sugeriu que João Diego insistisse. No dia seguinte, domingo, voltou a falar com o bispo, que pediu provas concretas sobre a aparição. Na terça-feira, 12 de dezembro, João Diego estava indo à cidade quando a Virgem apareceu e o consolou. Em seguida, pediu que ele colhesse flores para ela no alto da colina de Tepeyac. Apesar do frio inverno, ele encontrou lindas flores, que colheu, colocou no seu manto e levou para Nossa Senhora. Ela disse que as entregasse ao bispo como prova da aparição. Diante do bispo, João Diego abriu sua túnica, as flores caíram e no tecido apareceu impressa a imagem de Nossa Senhora de Guadalupe. Tinha, então, cinquenta e sete anos. Após o milagre de Guadalupe, foi morar numa sala ao lado da capela que acolheu a sagrada imagem, depois de ter passado seus negócios e propriedades ao seu tio. Dedicou o resto de sua vida propagando as aparições aos seus conterrâneos nativos, que se convertiam. Ele amou, profundamente, a santa eucaristia, e obteve uma especial permissão do bispo para receber a comunhão três vezes na semana, um acontecimento bastante raro naqueles dias. João Diego faleceu no dia 30 de maio de 1548, aos setenta e quatro anos, de morte natural. O papa João Paulo II, durante sua canonização em 2002, designou a festa litúrgica para 9 de dezembro, dia da primeira aparição, e louvou são João Diego, pela sua simples fé nutrida pelo catecismo, como um modelo de humildade para todos nós. A Igreja também celebra neste dia a memória dos santos: Basiano, Leocádia e Gorgônia Fonte: Santo do dia – Notícias Católicas
São Juan Diego Cuauhtlatoatzin

São Juan Diego Cuauhtlatoatzin (que significa: Águia que fala ou o que fala como águia) nasceu em torno de 1474, em Cuauhtitlán, que pertencia ao reino de Textcoco, no México. Existem documentos eclesiásticos, datados do século XVI, que fazem parte de importante processo canônico, onde já se pedia aprovação para celebração da festa de Nossa Senhora do Guadalupe nos dias 12 de dezembro. Posteriormente aprovado e já constituído o Processo Apostólico, constam nestes documentos importantes testemunhos de anciãos (alguns com mais de cem anos de idade), que testificaram e confirmaram a vida exemplar, personalidade e fama da santidade de Juan Diego: “Era um índio que vivia honesta e recolhidamente e que era muito bom cristão, temente a Deus e, sua consciência, arraigada de muitos bons costumes e modos de proceder”; outro testemunho é o de Andrés Juan, que dizia que Juan Diego era um “varão santo”. Diversos outros testemunhos contidos naquelas informações jurídicas atestam que, efetivamente, Juan Diego era para o povo “um índio bom e cristão”, ou um “varão santo” e somente estes títulos bastariam para entender a fortaleza de sua fama; pois os índios eram muito exigentes para atribuir algum membro da tribo pelo apelativo de “bom índio” e muito menos ainda considerar sua bondade tão expressiva que pudesse a chegar ao extremo da santidade. Era um índio pobre, pertencia à mais baixa casta do Império Azteca, sem ser, entretanto, um escravo. Dedicava-se ao difícil trabalho no campo e à fabricação de esteiras. Possuía um pedaço de terra, onde vivia feliz com a esposa, numa pequena casa, mas não tinha filhos. Atraído pela doutrina dos padres franciscanos que chegaram ao México em 1524, se converteu e foi batizado, junto como sua esposa. Receberam o nome cristão de João Diego e Maria Lúcia, respectivamente. Era um homem dedicado, religioso, que sempre se retirava para as orações contemplativas e penitências. Costumava caminhar de sua vila à Cidade do México, a quatorze milhas de distância, para aprender a Palavra de Cristo. Andava descalço e vestia, nas manhãs frias, uma roupa de tecido grosso de fibra de cactos como um manto, chamado tilma ou ayate, como todos de sua classe social. A esposa, Maria Lúcia, ficou doente e faleceu em 1529. Ele, então, foi morar com seu tio, diminuindo a distância da igreja para nove milhas. Fazia esse percurso todo sábado e domingo, saindo bem cedo, antes do amanhecer. Durante uma de suas idas à igreja, no dia 9 de dezembro de 1531, por volta de três horas e meia, entre a vila e a montanha, ocorreu a primeira aparição de Nossa Senhora de Guadalupe, num lugar hoje chamado “Capela do Cerrinho”, onde a Virgem Maria o chamou em sua língua nativa, nahuatl, dizendo: “Joãozinho, João Dieguito”, “o mais humilde de meus filhos”, “meu filho caçula”, “meu queridinho”. A Virgem o encarregou de pedir ao bispo, o franciscano João de Zumárraga, para construir uma igreja no lugar da aparição. Como o bispo não se convenceu, ela sugeriu que João Diego insistisse. No dia seguinte, domingo, voltou a falar com o bispo, que pediu provas concretas sobre a aparição. Na terça-feira, 12 de dezembro, João Diego estava indo à cidade quando a Virgem apareceu e o consolou. Em seguida, pediu que ele colhesse flores para ela no alto da colina de Tepeyac. Apesar do frio inverno, ele encontrou lindas flores, que colheu, colocou no seu manto e levou para Nossa Senhora. Ela disse que as entregasse ao bispo como prova da aparição. Diante do bispo, João Diego abriu sua túnica, as flores caíram e no tecido apareceu impressa a imagem de Nossa Senhora de Guadalupe. Tinha, então, cinquenta e sete anos. Após o milagre de Guadalupe, foi morar numa sala ao lado da capela que acolheu a sagrada imagem, depois de ter passado seus negócios e propriedades ao seu tio. Dedicou o resto de sua vida propagando as aparições aos seus conterrâneos nativos, que se convertiam. Ele amou, profundamente, a santa eucaristia, e obteve uma especial permissão do bispo para receber a comunhão três vezes na semana, um acontecimento bastante raro naqueles dias. João Diego faleceu no dia 30 de maio de 1548, aos setenta e quatro anos, de morte natural. O papa João Paulo II, durante sua canonização em 2002, designou a festa litúrgica para 9 de dezembro, dia da primeira aparição, e louvou são João Diego, pela sua simples fé nutrida pelo catecismo, como um modelo de humildade para todos nós. A Igreja também celebra neste dia a memória dos santos: Basiano, Leocádia e Gorgônia Fonte: Santo do dia – Notícias Católicas
Sábado Da 1ª Semana Do Advento

1ª Leitura – Is 30,19-21.23-26 O Senhor se comoverá à voz do teu clamor. Leitura do Livro do Profeta Isaías 30,19-21.23-26 Assim fala o Senhor, o Santo de Israel:19 Povo de Sião, que habitas em Jerusalém,não terás motivo algum para chorar:ele se comoverá à voz do teu clamor;logo que te ouvir, ele atenderá.20 O Senhor de certo dará a todoso pão da angústia e a água da aflição,não se apartará mais de ti o teu mestre;teus olhos poderão vê-lo21 e teus ouvidos poderão ouvir a palavra de aviso atrás de ti:‘O caminho é este para todos, segui por ele’,sem desviar-vos à direita ou à esquerda.23 Ele te dará chuva para a sementeque tiveres semeado na terra,e o fruto da terra será abundante e rico;nesse dia, o teu rebanho pastará em vastas pastagens,24 teus bois e os animais que lavram a terracomerão forragem salgada,limpa com pá e peneira.25 Haverá em toda montanha altae em toda colina elevadaarroios de água corrente,num dia em que muitos serão mortoscom o desabamento de seus torreões.26 A lua brilhará como a luz do sole o sol brilhará sete vezes mais,como a luz de sete dias,no dia em que o Senhor curar a ferida de seu povoe fizer sarar a lesão de sua chaga.Palavra do Senhor. Salmo – Sl 146 (147) 1-2. 3-4. 5-6 (R. Is 30,18) R. Felizes são aqueles, que esperam no Senhor! 1 Louvai o Senhor Deus, porque ele é bom,+cantai ao nosso Deus, porque é suave:* ele é digno de louvor, ele o merece!2 O Senhor reconstruiu Jerusalém,*e os dispersos de Israel juntou de novo. R. 3 ele conforta os corações despedaçados,*ele enfaixa suas feridas e as cura;4 fixa o número de todas as estrelas*e chama a cada uma por seu nome. R. 5 É grande e onipotente o nosso Deus,*seu saber não tem medida nem limites.6 O Senhor Deus é o amparo dos humildes,*mas dobra até o chão os que são ímpios. R. Evangelho – Mt 9,35 – 10,1.6-8 Vendo Jesus as multidões, compadeceu-se delas. + Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus 9,35 – 10,1.6-8 Naquele tempo:35 Jesus percorria todas as cidades e povoados,ensinando em suas sinagogas,pregando o Evangelho do Reino,e curando todo tipo de doença e enfermidade.36 Vendo Jesus as multidões, compadeceu-se delas,porque estavam cansadas e abatidas,como ovelhas que não têm pastor.Então disse a seus discípulos:37 ‘A Messe é grande, mas os trabalhadores são poucos.38 Pedi pois ao dono da messeque envie trabalhadores para a sua colheita!’10,1 E, chamando os seus doze discípulosdeu-lhes poder para expulsarem os espíritos mause para curarem todo tipo de doença e enfermidade.Enviou-os com as seguintes recomendações:6 Ide, antes, às ovelhas perdidas da casa de Israel!7 Em vosso caminho, anunciai:‘O Reino dos Céus está próximo’.8 Curai os doentes, ressuscitai os mortos,purificai os leprosos, expulsai os demônios.De graça recebestes, de graça deveis dar!Palavra da Salvação. Reflexão – Mt 9, 35-38 – 10, 1.6-8 Jesus é o bom pastor que vem ao encontro das ovelhas perdidas da casa de Israel, cumprindo assim as promessas feitas por Deus no Antigo Testamento. De fato, Deus disse pela boca do profeta Jeremias que daria ao seu povo pastores segundo o seu próprio coração e Jesus é o pastor segundo o coração de Deus. Ele disse também pela boca do profeta Ezequiel que ele mesmo apascentaria o seu rebanho, procurando a perdida, indo ao encontro da desgarrada, alimentando a faminta, curando a doente, procurando a perdida e estabelecendo o direito entre elas, e Jesus é o bom pastor, o próprio Deus que se encarna e vem ao encontro do seu rebanho para ser o seu pastor e enviar outros, os pastores da Nova Aliança, para que não haja mais ovelhas sem pastor. Fonte: CNBB Fonte: Evangelho do dia – Notícias Católicas
Sábado Da 1ª Semana Do Advento

1ª Leitura – Is 30,19-21.23-26 O Senhor se comoverá à voz do teu clamor. Leitura do Livro do Profeta Isaías 30,19-21.23-26 Assim fala o Senhor, o Santo de Israel:19 Povo de Sião, que habitas em Jerusalém,não terás motivo algum para chorar:ele se comoverá à voz do teu clamor;logo que te ouvir, ele atenderá.20 O Senhor de certo dará a todoso pão da angústia e a água da aflição,não se apartará mais de ti o teu mestre;teus olhos poderão vê-lo21 e teus ouvidos poderão ouvir a palavra de aviso atrás de ti:‘O caminho é este para todos, segui por ele’,sem desviar-vos à direita ou à esquerda.23 Ele te dará chuva para a sementeque tiveres semeado na terra,e o fruto da terra será abundante e rico;nesse dia, o teu rebanho pastará em vastas pastagens,24 teus bois e os animais que lavram a terracomerão forragem salgada,limpa com pá e peneira.25 Haverá em toda montanha altae em toda colina elevadaarroios de água corrente,num dia em que muitos serão mortoscom o desabamento de seus torreões.26 A lua brilhará como a luz do sole o sol brilhará sete vezes mais,como a luz de sete dias,no dia em que o Senhor curar a ferida de seu povoe fizer sarar a lesão de sua chaga.Palavra do Senhor. Salmo – Sl 146 (147) 1-2. 3-4. 5-6 (R. Is 30,18) R. Felizes são aqueles, que esperam no Senhor! 1 Louvai o Senhor Deus, porque ele é bom,+cantai ao nosso Deus, porque é suave:* ele é digno de louvor, ele o merece!2 O Senhor reconstruiu Jerusalém,*e os dispersos de Israel juntou de novo. R. 3 ele conforta os corações despedaçados,*ele enfaixa suas feridas e as cura;4 fixa o número de todas as estrelas*e chama a cada uma por seu nome. R. 5 É grande e onipotente o nosso Deus,*seu saber não tem medida nem limites.6 O Senhor Deus é o amparo dos humildes,*mas dobra até o chão os que são ímpios. R. Evangelho – Mt 9,35 – 10,1.6-8 Vendo Jesus as multidões, compadeceu-se delas. + Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus 9,35 – 10,1.6-8 Naquele tempo:35 Jesus percorria todas as cidades e povoados,ensinando em suas sinagogas,pregando o Evangelho do Reino,e curando todo tipo de doença e enfermidade.36 Vendo Jesus as multidões, compadeceu-se delas,porque estavam cansadas e abatidas,como ovelhas que não têm pastor.Então disse a seus discípulos:37 ‘A Messe é grande, mas os trabalhadores são poucos.38 Pedi pois ao dono da messeque envie trabalhadores para a sua colheita!’10,1 E, chamando os seus doze discípulosdeu-lhes poder para expulsarem os espíritos mause para curarem todo tipo de doença e enfermidade.Enviou-os com as seguintes recomendações:6 Ide, antes, às ovelhas perdidas da casa de Israel!7 Em vosso caminho, anunciai:‘O Reino dos Céus está próximo’.8 Curai os doentes, ressuscitai os mortos,purificai os leprosos, expulsai os demônios.De graça recebestes, de graça deveis dar!Palavra da Salvação. Reflexão – Mt 9, 35-38 – 10, 1.6-8 Jesus é o bom pastor que vem ao encontro das ovelhas perdidas da casa de Israel, cumprindo assim as promessas feitas por Deus no Antigo Testamento. De fato, Deus disse pela boca do profeta Jeremias que daria ao seu povo pastores segundo o seu próprio coração e Jesus é o pastor segundo o coração de Deus. Ele disse também pela boca do profeta Ezequiel que ele mesmo apascentaria o seu rebanho, procurando a perdida, indo ao encontro da desgarrada, alimentando a faminta, curando a doente, procurando a perdida e estabelecendo o direito entre elas, e Jesus é o bom pastor, o próprio Deus que se encarna e vem ao encontro do seu rebanho para ser o seu pastor e enviar outros, os pastores da Nova Aliança, para que não haja mais ovelhas sem pastor. Fonte: CNBB Fonte: Evangelho do dia – Notícias Católicas
Nossa Senhora Da Imaculada Conceição

Comemoramos a Imaculada Conceição de Nossa Senhora, a Rainha de todos os santos Esta verdade, reconhecida pela Igreja de Cristo, é muito antiga. Muitos padres e doutores da Igreja oriental, ao exaltarem a grandeza de Maria, Mãe de Deus, usavam expressões como: cheia de graça, lírio da inocência, mais pura que os anjos. A Igreja ocidental, que sempre muito amou a Santíssima Virgem, tinha uma certa dificuldade para a aceitação do mistério da Imaculada Conceição. Em 1304, o Papa Bento XI reuniu na Universidade de Paris uma assembleia dos doutores mais eminentes em Teologia, para terminar as questões de escola sobre a Imaculada Conceição da Virgem. Foi o franciscano João Duns Escoto quem solucionou a dificuldade ao mostrar que era sumamente conveniente que Deus preservasse Maria do pecado original, pois a Santíssima Virgem era destinada a ser mãe do seu Filho. Isso é possível para a Onipotência de Deus, portanto, o Senhor, de fato, a preservou, antecipando-lhe os frutos da redenção de Cristo. Rapidamente a doutrina da Imaculada Conceição de Maria, no seio de sua mãe Sant’Ana, foi introduzido no calendário romano. A própria Virgem Maria apareceu em 1830 a Santa Catarina Labouré pedindo que se cunhasse uma medalha com a oração: “Ó Mariaconcebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a vós”. No dia 8 de dezembro de 1854, através da bula Ineffabilis Deus do Papa Pio IX, a Igreja oficialmente reconheceu e declarou solenemente como dogma: “Maria isenta do pecado original”. A própria Virgem Maria, na sua aparição em Lourdes, em 1858, confirmou a definição dogmática e a fé do povo dizendo para Santa Bernadette e para todos nós: “Eu Sou a Imaculada Conceição”. Nossa Senhora da Imaculada Conceição, rogai por nós! Fonte: Santo do dia – Notícias Católicas
Nossa Senhora Da Imaculada Conceição

Comemoramos a Imaculada Conceição de Nossa Senhora, a Rainha de todos os santos Esta verdade, reconhecida pela Igreja de Cristo, é muito antiga. Muitos padres e doutores da Igreja oriental, ao exaltarem a grandeza de Maria, Mãe de Deus, usavam expressões como: cheia de graça, lírio da inocência, mais pura que os anjos. A Igreja ocidental, que sempre muito amou a Santíssima Virgem, tinha uma certa dificuldade para a aceitação do mistério da Imaculada Conceição. Em 1304, o Papa Bento XI reuniu na Universidade de Paris uma assembleia dos doutores mais eminentes em Teologia, para terminar as questões de escola sobre a Imaculada Conceição da Virgem. Foi o franciscano João Duns Escoto quem solucionou a dificuldade ao mostrar que era sumamente conveniente que Deus preservasse Maria do pecado original, pois a Santíssima Virgem era destinada a ser mãe do seu Filho. Isso é possível para a Onipotência de Deus, portanto, o Senhor, de fato, a preservou, antecipando-lhe os frutos da redenção de Cristo. Rapidamente a doutrina da Imaculada Conceição de Maria, no seio de sua mãe Sant’Ana, foi introduzido no calendário romano. A própria Virgem Maria apareceu em 1830 a Santa Catarina Labouré pedindo que se cunhasse uma medalha com a oração: “Ó Mariaconcebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a vós”. No dia 8 de dezembro de 1854, através da bula Ineffabilis Deus do Papa Pio IX, a Igreja oficialmente reconheceu e declarou solenemente como dogma: “Maria isenta do pecado original”. A própria Virgem Maria, na sua aparição em Lourdes, em 1858, confirmou a definição dogmática e a fé do povo dizendo para Santa Bernadette e para todos nós: “Eu Sou a Imaculada Conceição”. Nossa Senhora da Imaculada Conceição, rogai por nós! Via: Canção Nova Fonte: Santo do dia – Notícias Católicas
Nossa Senhora Da Imaculada Conceição

Comemoramos a Imaculada Conceição de Nossa Senhora, a Rainha de todos os santos Esta verdade, reconhecida pela Igreja de Cristo, é muito antiga. Muitos padres e doutores da Igreja oriental, ao exaltarem a grandeza de Maria, Mãe de Deus, usavam expressões como: cheia de graça, lírio da inocência, mais pura que os anjos. A Igreja ocidental, que sempre muito amou a Santíssima Virgem, tinha uma certa dificuldade para a aceitação do mistério da Imaculada Conceição. Em 1304, o Papa Bento XI reuniu na Universidade de Paris uma assembleia dos doutores mais eminentes em Teologia, para terminar as questões de escola sobre a Imaculada Conceição da Virgem. Foi o franciscano João Duns Escoto quem solucionou a dificuldade ao mostrar que era sumamente conveniente que Deus preservasse Maria do pecado original, pois a Santíssima Virgem era destinada a ser mãe do seu Filho. Isso é possível para a Onipotência de Deus, portanto, o Senhor, de fato, a preservou, antecipando-lhe os frutos da redenção de Cristo. Rapidamente a doutrina da Imaculada Conceição de Maria, no seio de sua mãe Sant’Ana, foi introduzido no calendário romano. A própria Virgem Maria apareceu em 1830 a Santa Catarina Labouré pedindo que se cunhasse uma medalha com a oração: “Ó Mariaconcebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a vós”. No dia 8 de dezembro de 1854, através da bula Ineffabilis Deus do Papa Pio IX, a Igreja oficialmente reconheceu e declarou solenemente como dogma: “Maria isenta do pecado original”. A própria Virgem Maria, na sua aparição em Lourdes, em 1858, confirmou a definição dogmática e a fé do povo dizendo para Santa Bernadette e para todos nós: “Eu Sou a Imaculada Conceição”. Nossa Senhora da Imaculada Conceição, rogai por nós! Via: Canção Nova Fonte: Santo do dia – Notícias Católicas
Nossa Senhora Da Imaculada Conceição

Comemoramos a Imaculada Conceição de Nossa Senhora, a Rainha de todos os santos Esta verdade, reconhecida pela Igreja de Cristo, é muito antiga. Muitos padres e doutores da Igreja oriental, ao exaltarem a grandeza de Maria, Mãe de Deus, usavam expressões como: cheia de graça, lírio da inocência, mais pura que os anjos. A Igreja ocidental, que sempre muito amou a Santíssima Virgem, tinha uma certa dificuldade para a aceitação do mistério da Imaculada Conceição. Em 1304, o Papa Bento XI reuniu na Universidade de Paris uma assembleia dos doutores mais eminentes em Teologia, para terminar as questões de escola sobre a Imaculada Conceição da Virgem. Foi o franciscano João Duns Escoto quem solucionou a dificuldade ao mostrar que era sumamente conveniente que Deus preservasse Maria do pecado original, pois a Santíssima Virgem era destinada a ser mãe do seu Filho. Isso é possível para a Onipotência de Deus, portanto, o Senhor, de fato, a preservou, antecipando-lhe os frutos da redenção de Cristo. Rapidamente a doutrina da Imaculada Conceição de Maria, no seio de sua mãe Sant’Ana, foi introduzido no calendário romano. A própria Virgem Maria apareceu em 1830 a Santa Catarina Labouré pedindo que se cunhasse uma medalha com a oração: “Ó Mariaconcebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a vós”. No dia 8 de dezembro de 1854, através da bula Ineffabilis Deus do Papa Pio IX, a Igreja oficialmente reconheceu e declarou solenemente como dogma: “Maria isenta do pecado original”. A própria Virgem Maria, na sua aparição em Lourdes, em 1858, confirmou a definição dogmática e a fé do povo dizendo para Santa Bernadette e para todos nós: “Eu Sou a Imaculada Conceição”. Nossa Senhora da Imaculada Conceição, rogai por nós! Via: Canção Nova Fonte: Santo do dia – Notícias Católicas
Imaculada Conceição De Nossa Senhora . Solenidade

1ª Leitura – Gn 3,9-15.20 Porei inimizade entre ti e a mulher,entre a tua descendência e a dela. Leitura do Livro do Gênesis 3,9-15.20 Depois que Adão comeu do fruto da árvore,9 o Senhor Deus o chamou, dizendo:“Onde estás?”10 E ele respondeu:“Ouvi tua voz no jardim,e fiquei com medo porque estava nu;e me escondi”.11 Disse-lhe o Senhor Deus:“E quem te disse que estavas nu?Então comeste da árvore,de cujo fruto te proibi comer?”12 Adão disse:“A mulher que tu me deste por companheira,foi ela que me deu do fruto da árvore, e eu comi”.13 Disse o Senhor Deus à mulher:“Por que fizeste isso?”E a mulher respondeu:“A serpente enganou-me e eu comi”.14 Então o Senhor Deus disse à serpente:“Porque fizeste isso, serás malditaentre todos os animais domésticose todos os animais selvagens!Rastejarás sobre o ventree comerás pó todos os dias da tua vida!15 Porei inimizade entre ti e a mulher,entre a tua descendência e a dela.Esta te ferirá a cabeçae tu lhe ferirás o calcanhar”.20 E Adão chamou à sua mulher “Eva”,porque ela é a mãe de todos os viventes.Palavra do Senhor. Salmo – Sl 97(98),1.2-3ab.3cd-4 (R. 1a) R. Cantai ao Senhor Deus um canto novo,porque ele fez prodígios![x]1 Cantai ao Senhor Deus um canto novo, *porque ele fez prodígios!Sua mão e o seu braço forte e santo *alcançaram-lhe a vitória. R. 2 O Senhor fez conhecer a salvação, *e às nações, sua justiça;3a recordou o seu amor sempre fiel *3b pela casa de Israel. R. 3c Os confins do universo contemplaram *3d a salvação do nosso Deus. 4 Aclamai o Senhor Deus, ó terra inteira, *alegrai-vos e exultai! R. 2ª Leitura – Ef 1,3-6.11-12 Em Cristo, ele nos escolheu,antes da fundação do mundo. Leitura da Carta de São Paulo aos Efésios 1,3-6.11-12 3 Bendito seja Deus,Pai de nosso Senhor Jesus Cristo.Ele nos abençoou com toda a bênção do seu Espíritoem virtude de nossa união com Cristo, no céu.4 Em Cristo, ele nos escolheu,antes da fundação do mundo,para que sejamos santos e irrepreensíveissob o seu olhar, no amor.5 Ele nos predestinou para sermos seus filhos adotivospor intermédio de Jesus Cristo,conforme a decisão da sua vontade,6 para o louvor da sua glóriae da graça com que ele nos cumulou no seu Bem-amado.11 Nele também nós recebemos a nossa parte.Segundo o projeto daqueleque conduz tudo conforme a decisão de sua vontade,nós fomos predestinados12 a sermos, para o louvor de sua glória,os que de antemão colocaram a sua esperança em Cristo.Palavra do Senhor. Evangelho – Lc 1,26-38 Eis que conceberás e darás à luz um filho. + Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas 1,26-38 Naquele tempo:26 O anjo Gabriel foi enviado por Deusa uma cidade da Galiléia, chamada Nazaré,27 a uma virgem, prometida em casamentoa um homem chamado José.Ele era descendente de Davie o nome da virgem era Maria28 O anjo entrou onde ela estava e disse:‘Alegra-te, cheia de graça, o Senhor está contigo!’29 Maria ficou perturbada com estas palavras e começou apensar qual seria o significado da saudação.30 O anjo, então, disse-lhe:‘Não tenhas medo, Maria,porque encontraste graça diante de Deus.31 Eis que conceberás e darás à luz um filho,a quem porás o nome de Jesus.32 Ele será grande, será chamado Filho do Altíssimo,e o Senhor Deus lhe dará o trono de seu pai Davi.33 Ele reinará para sempre sobre os descendentes de Jacó,e o seu reino não terá fim’.34 Maria perguntou ao anjo:‘Como acontecerá isso,se eu não conheço homem algum?’35 O anjo respondeu:‘O Espírito virá sobre ti,e o poder do Altissimo te cobrirá com sua sombra.Por isso, o menino que vai nascerserá chamado Santo, Filho de Deus.36 Também Isabel, tua parenta,concebeu um filho na velhice.Este já é o sexto mêsdaquela que era considerada estéril,37 porque para Deus nada é impossível’.38 Maria, então, disse:‘Eis aqui a serva do Senhor;faça-se em mim segundo a tua palavra!’E o anjo retirou-se.Palavra da Salvação. Reflexão – Lc 1, 26 – 38 Jesus se insere na história da humanidade e, ao fazê-lo, também passa a ter uma história. Ele é verdadeiramente homem e assume em tudo a condição humana, menos o pecado Ao comemorarmos a Imaculada Conceição da Virgem Maria, estamos comemorando um fato da história do próprio Cristo, pois a Imaculada Conceição de Maria está condicionada ao nascimento de Cristo, uma vez que Deus estava preparando o ventre digno de receber seu próprio Filho. Com isso, podemos perceber a ação do Deus que é Senhor da história e que, agindo na própria história da humanidade, conta com a colaboração de todos para a realização do seu plano. Fonte: CNBB Fonte: Evangelho do dia – Notícias Católicas
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