4ª Feira Da 1ª Semana Do Advento

1ª Leitura – Is 25,6-10a O Senhor convida para o seu banquete e enxugará as lágrimas de todas as faces. Leitura do Livro do Profeta Isaías 25,6-10a Naquele dia:6 O Senhor dos exércitos daráneste monte, para todos os povos,um banquete de ricas iguarias,regado com vinho puro,servido de pratos deliciosose dos mais finos vinhos.7 Ele removerá, neste monte,a ponta da cadeia que ligava todos os povos,a teia em que tinha envolvido todas as nações.8 O Senhor Deuseliminará para sempre a mortee enxugará as lágrimas de todas as facese acabará com a desonra do seu povo em toda a terra,o Senhor o disse.9 Naquele dia, se dirá: ‘Este é o nosso Deus,esperamos nele, até que nos salvou;este é o Senhor, nele temos confiado:vamos alegrar-nos e exultar por nos ter salvo’.10a E a mão do Senhor repousará sobre este monte.Palavra do Senhor. Salmo – Sl 22 (23), 1-3a. 3b-4. 5. 6 (R. 6cd) R. Na casa do Senhor habitarei pelos tempos infinitos. 1 O Senhor é o pastor que me conduz;*não me falta coisa alguma.2 Pelos prados e campinas verdejantes*ele me leva a descansar.Para as águas repousantes me encaminha,*3a e restaura as minhas forças. R. 3b Ele me guia no caminho mais seguro,*pela honra do seu nome.4 Mesmo que eu passe pelo vale tenebroso,*nenhum mal eu temerei.Estais comigo com bastão e com cajado,*eles me dão a segurança! R. 5 Preparais à minha frente uma mesa,*bem à vista do inimigo;com óleo vós ungis minha cabeça,*e o meu cálice transborda. R. 6 Felicidade e todo bem hão de seguir-me,*por toda a minha vida;e, na casa do Senhor, habitarei*pelos tempos infinitos. R. Evangelho – Mt 15,29-37 Jesus cura muitos e multiplica os pães. + Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus 15,29-37 Naquele tempo:29 Jesus foi para as margens do mar da Galiléia,subiu a montanha, e sentou-se.30 Numerosas multidões aproximaram-se dele,levando consigo coxos, aleijados, cegos, mudos,e muitos outros doentes.Então os colocaram aos pés de Jesus. E ele os curou.31 O povo ficou admirado, quando viu os mudos falando,os aleijados sendo curados,os coxos andando e os cegos enxergando.E glorificaram o Deus de Israel.32 Jesus chamou seus discípulos e disse:‘Tenho compaixão da multidão,porque já faz três dias que está comigo,e nada tem para comer.Não quero mandá-los embora com fome,para que não desmaiem pelo caminho.’33 Os discípulos disseram:‘Onde vamos buscar, neste deserto,tantos pães para saciar tão grande multidão?’34 Jesus perguntou: ‘Quantos pães tendes?’Eles responderam: ‘Sete, e alguns peixinhos’.35 E Jesus mandou que a multidão se sentasse pelo chão.36 Depois pegou os sete pães e os peixes,deu graças, partiu-os, e os dava aos discípulos,e os discípulos, às multidões.37 Todos comeram, e ficaram satisfeitos.e encheram sete cestos com os pedaços que sobraram.Palavra da Salvação. Reflexão – Mt 15, 29-37 Todas as promessas que foram feitas no Antigo Testamento a respeito de Jesus começam a ser realizadas. Jesus cura todas as deficiências, de modo que as pessoas, além de não serem mais escravas do mal que possuíam, também podem ser novamente inseridas na vida social, deixando de ser excluídas e dependentes do auxílio dos demais. Jesus também multiplica os pães mostrando que Deus quer a saciedade de todos e que não quer entre os homens a fome e a miséria, pois o Reino de Deus é o reino da abundância de bens e de dons. Fonte: CNBB Fonte: Evangelho do dia – Notícias Católicas
6ª-feira Da 34ª Semana Do Tempo Comum

1ª Leitura – Dn 7,2-14 Eis que, entre as nuvens do céu,vinha um como filho de homem. Leitura da Profecia de Daniel 7,2-14 Eu, Daniel, 2 ‘Tive uma visão durante a noite; eis que os quatro ventos do céu revolviam o vasto mar, 3 e quatro grandes animais, diferentes uns dos outros, emergiam do mar. 4 O primeiro era semelhante a um leão, e tinha asas de águia; ainda estava olhando, quando lhe foram arrancadas as asas; ele foi erguido da terra e posto de pé como um homem, e foi-lhe dado um coração de homem. 5 Eis que surgiu outro animal, o segundo, semelhante a um urso, que estava erguido pela metade e tinha três costelas nas fauces entre os dentes; ouvia-se dizer: ‘Vamos, come mais carne.` 6 Continuei a olhar, e eis que assomou outro animal, semelhante a um leopardo; tinha no dorso quatro asas de ave, e havia no animal quatro cabeças. E foi-lhe dado poder. 7 Depois, eu insistia em minha visão noturna, e eis que apareceu o quarto animal, terrível, estranho e extremamente forte; com suas dentuças de ferro, tudo devorava e triturava, calcando aos pés o que sobrava; era bem diferente dos outros animais que eu vi antes, e tinha dez chifres. 8 Eu observava estes chifres, e eis que apontou entre eles outro chifre pequeno, e, em compensação, foram arrancados três dos primeiros chifres; e eis que neste chifre pequeno havia uns olhos como olhos de homem e uma boca que fazia ouvir uma fala muito forte. 9 Eu continuava olhando até que foram colocados uns tronos, e um Ancião de muitos dias aí tomou lugar. Sua veste era branca como neve e os cabelos da cabeça, como ló pura; seu trono eram chamas de fogo, e as rodas do trono, como fogo em brasa. 10 Derramava-se aí um rio de fogo que nascia diante dele; serviam-no milhares de milhares, e milhões de milhões assistiam-no ao trono; foi instalado o tribunal e os livros foram abertos. 11 Eu estava olhando para o lado das palavras fortes que o mencionado chifre fazia ouvir, quando percebi que o animal tinha sido morto, e vi que seu corpo fora feito em pedaços e tinha sido entregue ao fogo para queimar; 12 percebi também que aos restantes animais foi-lhes tirado o poder, sendo-lhes prolongada a vida por certo tempo. 13 Continuei insistindo na visão noturna, e eis que, entre as nuvens do céu, vinha um como filho de homem, aproximando-se do Ancião de muitos dias, e foi conduzido à sua presença. 14 Foram-lhe dados poder, glória e realeza, e todos os povos, nações e línguas o serviam: seu poder é um poder eterno que não lhe será tirado, e seu reino, um reino que não se dissolverá. Palavra do Senhor. Salmo – Dn 3,75. 76. 77. 78. 79. 80. 81 (R. 59b) R. Louvai-o e exaltai-o, pelos séculos sem fim! 75 Montes e colinas, bendizei o Senhor! R. 76 Plantas da terra, bendizei o Senhor! R. 77 Mares e rios, bendizei o Senhor! R. 78 Fontes e nascentes, bendizei o Senhor! R. 79 Baleias e peixes, bendizei o Senhor! R. 80 Pássaros do céu, bendizei o Senhor! R. 81 Feras e rebanhos, bendizei o Senhor! R. Evangelho – Lc 21,29-33 Quando virdes acontecer essas coisas,ficai sabendo que o Reino de Deus está perto. + Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Lucas 21,29-33 Naquele tempo: 29 Jesus contou-lhes uma parábola: ‘Olhai a figueira e todas as árvores. 30 Quando vedes que elas estão dando brotos, logo sabeis que o verão está perto. 31 Vós também, quando virdes acontecer essas coisas, ficai sabendo que o Reino de Deus está perto. 32 Em verdade, eu vos digo: tudo isso vai acontecer antes que passe esta geração. 33 O céu e a terra passarão, mas as minhas palavras não hão de passar. Palavra da Salvação. Reflexão – Lc 21, 29-33 Devemos ser capazes de reconhecer os sinais dos tempos para que possamos perceber os apelos do Reino de Deus na nossa vida, assim como sermos capazes de descobrir a presença de Jesus na história das pessoas. Somente quando somos capazes de analisar os acontecimentos a partir da ótica da fé é que somos capazes de interpretar os fatos como sendo sinal dos tempos e ação da graça divina no nosso dia a dia. Para que isso seja possível, a Palavra de Jesus deve ser o critério fundamental para a interpretação dos acontecimentos. Fonte: CNBB Fonte: Evangelho do dia – Notícias Católicas
SÃO SABAS

A descrição do martírio de Sabas foi feita em uma carta, logo após sua morte, pelo governo dos Gothes ao norte do Danúbio. São Jerônimo conta que o Rei Athanaric iniciou a perseguição aos cristãos em 370. Sabas nasceu no ano de 439 na Capadócia e foi convertido ao cristianismo desde de jovem. A disputa dos parentes por sua herança o levou a procurar ajuda num mosteiro, onde foi acolhido apesar de ser ainda uma criança. Apesar de pouca instrução, tornou-se um sábio na doutrina cristã. Dividiu tudo o que herdou entre os cristãos pobres e doentes. Trabalhou na conversão de seus conterrâneos e ajudando os cristãos perseguidos em sua pátria. Era, antes de tudo, um caridoso e valente. Experimentou a vida monástica cenobítica, ou seja, comunitária; depois passou para o mosteiro dos anacoretas, onde os monges se nutrem na solidão, preferindo esta última. Naquela época, havia o decreto de que cristãos, para serem poupados, deveriam comer a carne dos animais mortos aos deuses pagãos. Muitos se utilizavam da estratégia de enganar os guardas, dando de comer aos familiares carnes comuns, e não as desses sacrifícios, salvando os familiares do martírio. Mas Sabas se recusava a mentir, chegando a protestar em público contra tal prática. Quando as perseguições se acentuaram, Sabas já gozava de muito prestígio, pois tinha fundado uma grande comunidade de monges anacoretas no vale de Cedron, na Palestina, chamada de “grande Laura”. Ela começou naturalmente, com os eremitas ocupando as cavernas ao redor daquela em que vivia, isolado com os animais, e construíram um oratório. Foi assim que surgiu o que seria no futuro o Mosteiro de São Sabas. A fama dos prodígios que alcançava através das orações e também a grande sabedoria sobre a doutrina de Cristo, que tão bem defendia, fizeram essa comunidade crescer muito. A ele se atribui o fim de uma longa e calamitosa seca. Ocupava uma posição de liderança importante dentro da sociedade e do clero. A eloquência da sua pregação do Evangelho atraía cada vez mais os pagãos à conversão. Sabas, então, já incomodava o poder pagão como autoridade cristã. Interferiu junto ao imperador, em Constantinopla, a favor dos mais pobres, contra os impostos. Organizou e liderou um verdadeiro e próprio exercito de monges anacoretas para dar apoio ao papa contra a heresia monofisista que agitou a Igreja do Oriente. Morreu em 5 de dezembro de 532, na Palestina, aos noventa e três anos de idade. São Sabas está presente na relação dos grandes sacerdotes fundadores do monaquismo da Palestina. A festa em sua honra ocorre no dia de sua morte. A Igreja também celebra hoje a memória dos santos: Crispina, Dalmácio e Nicécio. Fonte: Santo do dia – Notícias Católicas
3ª Feira Da 1ª Semana Do Advento

1ª Leitura – Is 11,1-10 Julgará os humildes com justiça. Leitura do Livro do Profeta Isaías 11,1-10 Naqueles dias:1 Nascerá uma haste do tronco de Jessé e, a partir da raiz, surgirá o rebento de uma flor;2 sobre ele repousará o espírito do Senhor:espírito de sabedoria e discernimento,espírito de conselho e fortaleza, espírito de ciência e temor de Deus;3 no temor do Senhor encontra ele seu prazer.Ele não julgará pelas aparências que vênem decidirá somente por ouvir dizer;4 mas trará justiça para os humildes e uma ordem justa para os homens pacíficos; fustigará a terra com a força da sua palavrae destruirá o mau com o sopro dos lábios.5 Cingirá a cintura com a correia da justiçae as costas com a faixa da fidelidade.6 O lobo e o cordeiro viverão juntos e o leopardo deitar-se-á ao lado do cabrito;o bezerro e o leão comerão juntose até mesmo uma criança poderá tangê-los.7 A vaca e o urso pastarão lado a lado,enquanto suas crias descansam juntas;o leão comerá palha como o boi;8 a criança de peito vai brincarem cima do buraco da cobra venenosa;e o menino desmamadonão temerá pôr a mão na toca da serpente.9 Não haverá danos nem mortespor todo o meu santo monte:a terra estará tão repleta do saber do Senhorquanto as águas que cobrem o mar.10 Naquele dia, a raiz de Jessése erguerá como um sinal entre os povos;hão de buscá-la as nações, e gloriosa será a sua morada.Palavra do Senhor. Salmo – Sl 71 (72), 1-2. 7-8. 12-13. 17 (R.cf 7) R. Nos seus dias a justiça floriráe paz em abundância, para sempre. 1 Dai ao Rei vossos poderes, Senhor Deus,*vossa justiça ao descendente da realeza!2 Com justiça ele governe o vosso povo,*com eqüidade ele julgue os vossos pobres. R. 7 Nos seus dias a justiça florirá*e grande paz, até que a lua perca o brilho!8 De mar a mar estenderá o seu domínio,*e desde o rio até os confins de toda a terra! R. 12 Libertará o indigente que suplica,*e o pobre ao qual ninguém quer ajudar.13 Terá pena do indigente e do infeliz,*e a vida dos humildes salvará. R. 17 Seja bendito o seu nome para sempre!* E que dure como o sol sua memória!Todos os povos serão nele abençoados,*todas as gentes cantarão o seu louvor! R. Evangelho – Lc 10,21-24 Jesus exulta no Espírito Santo. + Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Lucas 10,21-24 21 Naquele momento, Jesus exultou no Espírito Santo e disse:‘Eu te louvo, Pai, Senhor do céu e da terra,porque escondeste essas coisas aos sábios e inteligentes,e as revelaste aos pequeninos.Sim, Pai, porque assim foi do teu agrado.22 Tudo me foi entregue pelo meu Pai.Ninguém conhece quem é o Filho, a não ser o Pai;e ninguém conhece quem é o Pai, a não ser o Filhoe aquele a quem o Filho o quiser revelar.’23 Jesus voltou-se para os discípulose disse-lhes em particular:‘Felizes os olhos que vêem o que vós vedes!24 Pois eu vos digo que muitos profetas e reis quiseram vero que estais vendo, e não puderam ver;quiseram ouvir o que estais ouvindo,e não puderam ouvir.’Palavra da Salvação. Reflexão – Lc 10, 21-24 Felizes somos todos nós que nos abrimos à ação da graça divina e reconhecemos a presença de Jesus em nossas vidas. Felizes somos todos nós que aceitamos de bom coração esta presença e acolhemos Jesus. Felizes somos todos nós que nos abrimos à ação do Espírito Santo de modo que, conduzidos por ele, renunciamos à sabedoria do mundo como um fim em si e aceitamos o mistério que nos abre para as realidades eternas e imutáveis. Felizes somos todos nós que somos amados por Deus que, a partir da revelação que nos vem por Jesus, nos permite viver conscientemente aqui na terra as realidades do céu. Fonte: CNBB Fonte: Evangelho do dia – Notícias Católicas
SÃO JOÃO DAMASCENO

São João Damasceno foi um grande doutor na história da Igreja universal. Nasceu em 675, em Damasco (Síria), de uma rica família cristã. Ainda jovem assumiu o cargo – talvez ostentado também por seu pai – de responsável econômico do califado. Bem cedo, contudo, insatisfeito pela vida da corte, amadureceu a escolha monástica, entrando no mosteiro de São Sabas, perto de Jerusalém. Era por volta do ano 700. Não se afastando nunca do mosteiro, dedicou-se com todas as forças à ascese e à atividade literária, sem desdenhar da atividade pastoral, da qual dão testemunho sobretudo suas numerosas homilias. Sua memória litúrgica se celebra em 4 de dezembro. O Papa Leão XIII o proclamou Doutor da Igreja universal em 1850. Dele se recordam no Oriente, sobretudo, os três Discursos – “A fonte da ciência”, “A fé ortodoxa”, “Sacra paralela” e “Orações sobre as imagens sagradas” – contra quem calunia as imagens santas, que foram condenados, após sua morte, pelo Concílio iconoclasta de Hieria (754). Estes discursos, contudo, foram o principal motivo de sua reabilitação e canonização por parte dos Padres ortodoxos convocados no II Concílio de Niceia (787), sétimo ecumênico. Nestes textos é possível encontrar os primeiros intentos teológicos importantes de legitimação da veneração das imagens sagradas, unindo a estas o mistério da Encarnação do Filho de Deus no seio da Virgem Maria. Por causa desta obra, “Orações sobre as imagens sagradas”, onde defende o culto das imagens nas igrejas, contra o conceito dos iconoclastas, João Damasceno foi muito perseguido e até preso pelos hereges. Até mesmo o califa foi induzido a acreditar que João Damasceno conspirava, junto com os cristãos, contra ele. Mandou prendê-lo a aplicar-lhe a lei muçulmana: sua mão direita foi decepada, para que não escrevesse mais. Mas pela fé e devoção que dedicava à Virgem Maria tanto rezou que a Mãe recolocou a mão no lugar e ele ficou curado. E foram inúmeras orações, hinos, poesias e homilias que dedicou, especialmente, a Nossa Senhora. Através de sua obra teológica foi ele quem deu início à teologia mariana. Morreu no ano 749, segundo a tradição, no Mosteiro de São Sabas. Tão importante foi sua contribuição para a Igreja que o papa Leão XIII o proclamou doutor da Igreja e os críticos e teólogos o declararam “são Tomás do Oriente”. Sua celebração, no novo calendário litúrgico da Igreja, ocorre no dia 4 de dezembro. A Igreja também celebra hoje a memória dos santos: Bernardo de Parma e Bárbara Fonte: Santo do dia – Notícias Católicas
2ª Feira Da 1ª Semana Do Advento

1ª Leitura – Is 4,2-6 Haverá grande alegria para os sobreviventes de Israel. Leitura do Livro do Profeta Isaías 4,2-6 2 Naquele dia, o povo do Senhor terá esplendor e glória,e o fruto da terra será de grande alegriapara os sobreviventes de Israel.3 Então, os que forem deixados em Sião,os sobreviventes de Jerusalém, serão chamados santos,a saber, todos os destinados à vida em Jerusalém.4 Quando o Senhor tiver lavado as imundícies das filhas de Sião,e limpado as manchas de sangue dentro de Jerusalém,com espírito de justiça e de purificação,5 ele criará em todo lugar do monte Siãoe em suas assembléiasuma nuvem durante o dia,e fumaça e clarão de chamas durante a noite:e será proteção para toda a sua glória,6 uma tenda para dar sombra contra o calor do dia,abrigo e refúgio contra a ventania e a chuva.Palavra do Senhor. Salmo – Sl 121 (122), 1-2. 3-4a. (4b-5. 6-7) 8-9 (R. 1) R. Que alegria, quando me disseram: ‘Vamos à casa Senhor! 1 Que alegria, quando ouvi que me disseram:*‘Vamos à casa do Senhor!’2 E agora nossos pés já se detêm,*Jerusalém, em tuas portas. R. 3 Jerusalém,cidade bem edificada *num conjunto harmonioso;4a para lá sobem as tribos de Israel,*as tribos do Senhor. R. 4b Para louvar, segundo a lei de Israel,*o nome do Senhor.5 A sede da justiça lá está *e o trono de Davi. R. 6 Rogai que viva em paz Jerusalém,*e em segurança os que te amam!7 Que a paz habite dentro de teus muros,*tranqüilidade em teus palácios! R. 8 Por amor a meus irmãos e meus amigos,*peço: ‘A paz esteja em ti!’9 Pelo amor que tenho à casa do Senhor,*eu te desejo todo bem! R. Evangelho – Mt 8,5-11 Muitos virão do Oriente e do Ocidente para o Reino do Céu. + Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus 8,5-11 Naquele tempo:5 Quando Jesus entrou em Cafarnaum,um oficial romano aproximou-se dele, suplicando:6 ‘Senhor, o meu empregado está de cama, lá em casa,sofrendo terrivelmente com uma paralisia.’7 Jesus respondeu: ‘Vou curá-lo.’8 O oficial disse: ‘Senhor,eu não sou digno de que entres em minha casa.Dize uma só palavra e o meu empregado ficará curado.9 Pois eu também sou subordinadoe tenho soldados debaixo de minhas ordens.E digo a um : ‘Vai!’, e ele vai;e a outro: ‘Vem!’, e ele vem;e digo ao meu escravo: ‘Faze isto!’, e ele faz.’10 Quando ouviu isso, Jesus ficou admirado,e disse aos que o seguiam:‘Em verdade, vos digo:nunca encontrei em Israel alguém que tivesse tanta fé.11 Eu vos digo:muitos virão do Oriente e do Ocidente,e se sentarão à mesa no Reino dos Céus,junto com Abraão, Isaac e Jacó.Palavra da Salvação Reflexão – Mt 8, 5-11 A presença de Jesus no meio dos homens significa a chegada dos tempos messiânicos e o pleno cumprimento de todas as profecias do Antigo Testamento. Os sinais que Jesus realiza atestam este fato. Mas para que as pessoas participem do Reino de Deus de modo a usufruir dos dons que lhes são oferecidos nestes tempos messiânicos, faz-se necessária a aceitação plena de Jesus e de sua palavra, assim como a adesão à causa do Reino de Deus. Não basta ser católico para participar das coisas do alto, é necessário assumir a fé e ter uma vida coerente com ela. Fonte: CNBB Fonte: Evangelho do dia – Notícias Católicas
SÃO FRANCISCO XAVIER

A Igreja que, na sua essência é missionária, teve no século XV e XVI um grande impulso do Espírito Santo para evangelizar a América e o Oriente. No Oriente, São Francisco Xavier destacou-se com uma santidade que o levou a ousadia de fundar várias missões, a ponto de ser conhecido como “São Paulo do Oriente”. Francisco nasceu no castelo de Xavier, na Espanha, a 7 de abril de 1506, sofreu com a guerra, onde aprendeu a nobreza e a valentia; com dezoito anos foi para Paris estudar, tornando-se doutor e professor. Era filho de uma família nobre, que havia projetado para ele um futuro de glória e riqueza no mundo, matriculando-o, com dezoito anos, na Universidade de Paris. Mas não foi no campo terreno que ele se sobressaiu e sim no espiritual. Francisco formou-se em filosofia e lecionava na mesma universidade, onde conheceu um aluno bem mais velho e de ideias objetivas e tudo mudou. Tratava-se do futuro santo Inácio de Loyola, fundador dos jesuítas. Loyola sonhava formar uma companhia de apóstolos para a defesa e propagação do cristianismo no mundo. Viu em Francisco alguém capaz de ajudá-lo na empreitada e tentou conquistá-lo para a causa. Tarefa que se revelou nada fácil, por causa do orgulho e da ambição que Xavier tinha, projetadas em si por sua família. Loyola, enfim, convenceu-o com uma frase que lhe tocou a alma: “De que vale a um homem ganhar o mundo inteiro se perder sua alma?” (Mc 8, 36). Francisco tomou-a como lema e nunca mais a abandonou, nem ao seu autor, Jesus Cristo. Os papéis se inverteram e Inácio passou a ser mestre de seu professor, ensinando-lhe o difícil caminho da humildade e dos exercícios espirituais. Francisco, por fim, se retirou por quarenta dias na solidão, preparando-se para receber a ordenação sacerdotal. Celebrou sua primeira missa com trinta e um anos e se tornou cofundador da Companhia de Jesus. Passou, então, a cuidar dos doentes leprosos, doença de então, segregados pela sociedade. Com outros companheiros, fixou-se, em 1537, em Veneza, onde recolhia das ruas e tratava aqueles a quem ninguém tinha coragem de recolher. Foi então que D. João III, rei de Portugal, pediu a Inácio de Loyola para organizar um grupo de sacerdotes que acompanhassem as expedições ao Oriente e depois evangelizassem as Índias. O grupo estava pronto e treinado quando um dos missionários adoeceu e Francisco Xavier decidiu tomar o seu lugar. O navio, com novecentos passageiros, entre eles Francisco Xavier, partiu de Lisboa com destino às Índias. Foi o início de uma viagem perigosíssima e cheia de transtornos, que demorou praticamente um ano. Durante todo esse tempo, Francisco trabalhou em todos os serviços mais humildes do navio. Era auxiliar de cozinha, faxineiro e enfermeiro. Finalmente, chegaram ao porto de Goa. Desde então, Francisco Xavier realizou uma das missões mais árduas da Igreja Católica. Ia de aldeia em aldeia, evangelizava os nativos, batizava as crianças e os adultos. Reunia as aldeias em grupos, fundava comunidades eclesiais e deixava outro sacerdote para tocar a obra, enquanto investia em novas frentes apostólicas noutra região. Acabou saindo das Índias para pregar no Japão, além de ter feito algumas incursões clandestinas na China. Numa delas, na ilha de Sacian, adoeceu e uma febre persistente o debilitou, levando-o à morte, em 3 de dezembro de 1552, com apenas quarenta e seis anos de idade. A Igreja o beatificou em 1619, canonizando-o em 1622. Celebrado no dia de sua morte, como exemplo do missionário moderno, são Francisco Xavier foi, com toda justiça, proclamado pela Igreja patrono das missões, e pelo trabalho tão significativo recebeu o apelido de “são Paulo do Oriente”. A Igreja também celebra hoje a memória dos santos: Sofonias e Birino Fonte: Santo do dia – Notícias Católicas
1º Domingo Do Advento

1ª Leitura – Is 63,16b-17.19b;64,2b-7 Ah! se rompesses os céus e descesses! Leitura do Livro do Profeta Isaías 63,16b-17.19b;64,2b-7 16b Senhor, tu és nosso Pai, nosso redentor;eterno é o teu nome.17 Como nos deixaste andar longe de teus caminhose endureceste nossos coraçðes para não termos o teu temor?Por amor de teus servos,das tribos de tua herança, volta atrás.19b Ah! se rompesses os céus e descesses!As montanhas se desmanchariam diante de ti.64,2b Desceste, pois, e as montanhas se derreteram diante de ti.3 Nunca se ouviu dizer nem chegou aos ouvidos de ninguém,jamais olhos viram que um Deus, exceto tu,tenha feito tanto pelos que nele esperam.4 Vens ao encontro de quem pratica a justiça com alegria,de quem se lembra de ti em teus caminhos.Tu te irritaste, porque nós pecamos;é nos caminhos de outrora que seremos salvos.5 Todos nós nos tornamos imundície,e todas as nossas boas obras são como um pano sujo;murchamos todos como folhas,e nossas maldades empurram-nos como o vento.6 Não há quem invoque teu nome,quem se levante para encontrar-se contigo,escondeste de nós tua facee nos entregaste à mercê da nossa maldade.7 Assim mesmo, Senhor, tu és nosso pai,nós somos barro; tu, nosso oleiro,e nós todos, obra de tuas mãos.Palavra do Senhor. Salmo – Is 79 2ac.3b.15-16.18-19(R.4) R.Iluminai a vossa face sobre nós,convertei-nos, para que sejamos salvos! 2a Ao Pastor de Israel, prestai ouvidos. 2c Vós que sobre os querubins vos assentais,*aparecei cheio de glória e esplendor! 3b Despertai vosso poder, ó nosso Deus*e vinde logo nos trazer a salvação! R. 15 Voltai-vos para nós, Deus do universo!Olhai dos altos céus e observai.*Visitai a vossa vinha e protegei-a!16 Foi a vossa mão direita que a plantou;*protegei-a, e ao rebento que firmastes! R. 18 Pousai a mão por sobre o vosso Protegido,*o filho do homem que escolhestes para vós!19 E nunca mais vos deixaremos, Senhor Deus!*Dai-nos vida, e louvaremos vosso nome! R. 2ª Leitura – ICor 1,3-9 Esperamos a revelação deNosso Senhor Jesus Cristo. Leitura da Primeira Carta de São Paulo aos Coríntios 1,3-9 Irmãos: 3 Para vós, graça e paz,da parte de Deus, nosso Pai,e do Senhor Jesus Cristo.4 Dou graças a Deus sempre a vosso respeito,por causa da graça que Deus vos concedeuem Cristo Jesus:5 Nele fostes enriquecidos em tudo,em toda palavra e em todo conhecimento,6 à medida que o testemunho sobre Cristose confirmou entre vós.7 Assim, não tendes falta de nenhum dom, vós queaguardais a revelação do Senhor nosso, Jesus Cristo.8 É ele também que vos dará perseverançaem vosso procedimento irrepreensível,até ao fim, até ao dia de nosso Senhor, Jesus Cristo.9 Deus é fiel; por ele fostes chamados à comunhãocom seu Filho, Jesus Cristo, Senhor nosso.Palavra do Senhor. Evangelho – Mc 13,33-37 Vigiai: não sabeis quando o dono da casa vem. + Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Marcos 13,33-37 Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos:33 Cuidado! Ficai atentos,porque não sabeis quando chegará o momento.34 É como um homem que, ao partir para o estrangeiro,deixou sua casa sob a responsabilidade de seusempregados, distribuindo a cada um sua tarefa.E mandou o porteiro ficar vigiando.35 Vigiai, portanto, porque não sabeisquando o dono da casa vem:à tarde, à meia-noite, de madrugada ou ao amanhecer.36 Para que não suceda que, vindo de repente,ele vos encontre dormindo.37 O que vos digo, digo a todos: Vigiai!’Palavra da Salvação. Fonte: CNBB Fonte: Evangelho do dia – Notícias Católicas
São Cromácio

Hoje a Igreja nos apresenta São Cromácio, Bispo de Aquiléia (Itália). Esta cidade da Europa, por um tempo foi muito importante para o Império Romano, que a tinha como centro político e principalmente para o Cristianismo, pois São Jerônimo a chamou: “Comunidade de santos”. Neste contexto que, no século IV, Cromácio aparece como pertencente do Clero de Aquiléia e ajudante fiel do Bispo Valeriano. Cromácio nasceu em Aquiléia no ano 345. São Cromácio colaborou na organização da diocese e na luta contra o Arianismo, que semeava a mentira em que Jesus Cristo seria criatura escolhida, e não Deus. A casa de São Cromácio era centro de atividade espiritual, de estudo, oração e encontro de amigos sacerdotes e leigos, dispostos a cresceram para Deus. Quando Valeriano morreu, todos – Clero e o povo – não tiveram dúvida em aclamar Cromácio para Bispo de Aquiléia. Isto em 388. Como Bispo, foi santo e sábio pastor, culto, enérgico na defesa da doutrina e incansável na evangelização dos povos, o próprio São Cromácio se destacou como pregador e escritor, além de cooperar para que São Jerônimo e Rufino trabalhassem cada um na sua tradução das Sagradas Escrituras. São Cromácio faleceu em sua cidade – Aquiléia – no ano de 408, local que jamais esqueceu deste santo Bispo. São Cromácio, rogai por nós! Via: Canção Nova Fonte: Santo do dia – Notícias Católicas
Sábado Da 34ª Semana Do Tempo Comum

1ª Leitura – Dn 7,15-27 Seja dado o reino e o poder ao povo dos santos do Altíssimo Leitura da Profecia de Daniel 7,15-27 15 Fiquei chocado em meu íntimo: eu, Daniel, fiquei aterrorizado com estas coisas, e as visões da imaginação me deixaram perturbado. 16 Aproximei-me de um dos presentes e pedi-lhe que me desse explicações sobre o significado de tudo aquilo. Respondeu-me, fazendo-me conhecer a interpretação das coisas: 17 Estes quatro possantes animais são quatro reinos que surgirão na terra; 18 mas os que receberão o reino, são os santos do Altíssimo; eles ficarão de posse do reino por todos os séculos, eternamente.` 19 Depois, quis ser mais bem informado a respeito do quarto animal, que era bastante diferente dos outros e o mais terrível de todos, com seus dentes de ferro e garras de bronze, sempre devorando e triturando, e calcando aos pés o que restava; 20 e ainda a respeito dos dez chifres que tinha na cabeça, e sobre o outro que nascera e fizera cair outros três, sobre o chifre que tinha olhos e boca, e que fazia ouvir uma fala forte, e era maior que os outros. 21 Eu continuava a olhar, e eis que este chifre combatia contra os santo e vencia, 22 até que veio o Ancião de muitos dias e fez justiça aos santos do Altíssimo, e chegou o tempo para os santos entrarem na posse do reino. 23 Respondeu-me assim: ‘O quarto animal é um quarto reino que surgirá na terra, e que será maior do que todos os outros reinos; há de devorar a terra inteira, espezinhá-la e esmagá-la. 24 Quanto aos dez chifres do reino, serão dez reis; um outro surgirá depois deles, e este será mais poderoso do que seus antecessores, e abaterá os três reis, 25 e articulará insolências contra o Altíssimo e perseguirá seus santos e se julgará em condições de mudar os tempos e a lei; os santos serão entregues ao seu arbítrio por um tempo, por tempos e por um meio-tempo; 26 o tribunal se estabelecerá, e ao chifre será tirado o poder, até ser destruído e desaparecer para sempre; 27 e então, que seja dado o reino, o poder e a grandeza dos reinos que existem sob o céu ao povo dos santos do Altíssimo, cujo reino é um reino eterno, e a quem todos os reis servirão e prestarão obediência.’ Palavra do Senhor. Salmo – Dn 3,82. 83. 84. 85. 86. 87 (R. 59b) R. Louvai-o e exaltai-o, pelos séculos sem fim! 82 Filhos dos homens, bendizei o Senhor! R. 83 Filhos de Israel, bendizei o Senhor! R. 84 Sacerdotes do Senhor, bendizei o Senhor! R. 85 Servos do Senhor, bendizei o Senhor! R. 86a lmas dos justos, bendizei o Senhor! R. 87 Santos e humildes, bendizei o Senhor! R. Evangelho – Lc 21,34-36 Ficai atentos a fim de terdes forçapara escapar de tudo o que deve acontecer + Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Lucas 21,34-36 Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 34 Tomai cuidado para que vossos corações não fiquem insensíveis por causa da gula, da embriaguez e das preocupações da vida, e esse dia não caia de repente sobre vós; 35 pois esse dia cairá como uma armadilha sobre todos os habitantes de toda a terra. 36 Portanto, ficai atentos e orai a todo momento, a fim de terdes força para escapar de tudo o que deve acontecer e para ficardes em pé diante do Filho do Homem.’ Palavra da Salvação. Reflexão – Lc 21, 34-36 A nossa vida é marcada por preocupações constantes que são exigências da agitada vida moderna. Essas preocupações muitas vezes acabam por fazer de si mesmas o centro da nossa vida. Na verdade, a gente deixa de viver a vida que a gente quer para viver a vida que é exigida de nós. Assim, não temos tempo para a oração, para a contemplação, para o encontro com Deus e o estabelecimento de comunhão com ele. O resultado de tudo isso é que deixamos de viver na sua presença e nos fechamos num mundo que cada vez mais nos escraviza e nos impede de viver a verdadeira vida, a vida dos filhos e filhas de Deus em perfeita comunhão e relação com o Pai. Fonte: Evangelho do dia – Notícias Católicas
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