Santa Margarida Maria Alacoque

Deus suscitou este luzeiro, ou seja, portadora da luz, que é Cristo, num período em que na Igreja penetrava as trevas do Jansenismo (doutrina que pregava um rigorismo que esfriava o amor de muitos e afastava o povo dos sacramentos). O nome de Santa Margarida Maria Alacoque está intimamente ligado à fervorosa devoção ao Sagrado Coração de Jesus. Nasceu na França em 1647, teve infância e adolescência provadas, sofridas. Órfã de pai e educada por Irmãs Clarissas, muito nova pegou uma estranha doença que só a deixou depois de fazer o voto à Santíssima Virgem. Com a intercessão da Virgem Maria, foi curada e pôde ser formada na cultura e religião. Até que provada e preparada no cadinho da humilhação, começou a cultuar o Santíssimo Sacramento do Altar e diante do Coração Eucarístico começou a ter revelações divinas. “Eis aqui o coração que tanto amou os homens, até se esgotar e consumir para testemunhar-lhe seu amor e, em troca, não recebe da maior parte senão ingratidões, friezas e desprezos”. As muitas mensagens insistiram num maior amor à Santíssima Eucaristia, à Comunhão reparadora nas primeiras sextas-feiras do mês e à Hora Santa em reparação da humanidade. Incompreendida por vários, Margarida teve o apoio de um sacerdote, recebeu o reconhecimento do povo que podia agora deixar o medo e mergulhar no amor de Deus. Leão XIII consagrou o mundo ao Sagrado Coração de Jesus e o Papa Pio XIII recomendou esta devoção que nos leva ao encontro do Coração Eucarístico de Jesus. Santa Margarida Maria Alacoque morreu em 1690 e foi canonizada pelo Papa Bento XV em 1920. Via Canção Nova Fonte: Santo do dia – Notícias Católicas
Santa Margarida Maria Alacoque

Deus suscitou este luzeiro, ou seja, portadora da luz, que é Cristo, num período em que na Igreja penetrava as trevas do Jansenismo (doutrina que pregava um rigorismo que esfriava o amor de muitos e afastava o povo dos sacramentos). O nome de Santa Margarida Maria Alacoque está intimamente ligado à fervorosa devoção ao Sagrado Coração de Jesus. Nasceu na França em 1647, teve infância e adolescência provadas, sofridas. Órfã de pai e educada por Irmãs Clarissas, muito nova pegou uma estranha doença que só a deixou depois de fazer o voto à Santíssima Virgem. Com a intercessão da Virgem Maria, foi curada e pôde ser formada na cultura e religião. Até que provada e preparada no cadinho da humilhação, começou a cultuar o Santíssimo Sacramento do Altar e diante do Coração Eucarístico começou a ter revelações divinas. “Eis aqui o coração que tanto amou os homens, até se esgotar e consumir para testemunhar-lhe seu amor e, em troca, não recebe da maior parte senão ingratidões, friezas e desprezos”. As muitas mensagens insistiram num maior amor à Santíssima Eucaristia, à Comunhão reparadora nas primeiras sextas-feiras do mês e à Hora Santa em reparação da humanidade. Incompreendida por vários, Margarida teve o apoio de um sacerdote, recebeu o reconhecimento do povo que podia agora deixar o medo e mergulhar no amor de Deus. Leão XIII consagrou o mundo ao Sagrado Coração de Jesus e o Papa Pio XIII recomendou esta devoção que nos leva ao encontro do Coração Eucarístico de Jesus. Santa Margarida Maria Alacoque morreu em 1690 e foi canonizada pelo Papa Bento XV em 1920. Via Canção Nova Fonte: Santo do dia – Notícias Católicas
Santa Margarida Maria Alacoque

Deus suscitou este luzeiro, ou seja, portadora da luz, que é Cristo, num período em que na Igreja penetrava as trevas do Jansenismo (doutrina que pregava um rigorismo que esfriava o amor de muitos e afastava o povo dos sacramentos). O nome de Santa Margarida Maria Alacoque está intimamente ligado à fervorosa devoção ao Sagrado Coração de Jesus. Nasceu na França em 1647, teve infância e adolescência provadas, sofridas. Órfã de pai e educada por Irmãs Clarissas, muito nova pegou uma estranha doença que só a deixou depois de fazer o voto à Santíssima Virgem. Com a intercessão da Virgem Maria, foi curada e pôde ser formada na cultura e religião. Até que provada e preparada no cadinho da humilhação, começou a cultuar o Santíssimo Sacramento do Altar e diante do Coração Eucarístico começou a ter revelações divinas. “Eis aqui o coração que tanto amou os homens, até se esgotar e consumir para testemunhar-lhe seu amor e, em troca, não recebe da maior parte senão ingratidões, friezas e desprezos”. As muitas mensagens insistiram num maior amor à Santíssima Eucaristia, à Comunhão reparadora nas primeiras sextas-feiras do mês e à Hora Santa em reparação da humanidade. Incompreendida por vários, Margarida teve o apoio de um sacerdote, recebeu o reconhecimento do povo que podia agora deixar o medo e mergulhar no amor de Deus. Leão XIII consagrou o mundo ao Sagrado Coração de Jesus e o Papa Pio XIII recomendou esta devoção que nos leva ao encontro do Coração Eucarístico de Jesus. Santa Margarida Maria Alacoque morreu em 1690 e foi canonizada pelo Papa Bento XV em 1920. Via Canção Nova Fonte: Santo do dia – Notícias Católicas
2ª-feira Da 28ª Semana Do Tempo Comum

1ª Leitura – Rm 1,1-7 Jesus Cristo, descendente de Davi, filho de Deus. Leitura da Carta de São Paulo aos Romanos 1,1-7 1 Eu, Paulo, servo de Jesus Cristo, apóstolo por vocação,escolhido para o Evangelho de Deus,2 Esse Evangelho, que Deus havia prometido,por meio de seus profetas, nas Sagradas Escrituras,3 e que diz respeito a seu Filho,descendente de Davi segundo a carne,4 autenticado como Filho de Deus com poder,pelo Espírito de Santidade que o ressuscitou dos mortos, Jesus Cristo, Nosso senhor.5 É por Ele que recebemos a graça da vocação para o apostolado,a fim de podermos trazer à obediência da fétodos os povos pagãos,para a glória de seu nome.6 Entre esses povos estais também vós,chamados a ser discípulos de Jesus Cristo.7 A vós todos que morais em Roma,amados de Deus e santos por vocação,graça e paz da parte de Deus, nosso Pai,e de nosso Senhor, Jesus Cristo.Palavra do Senhor. Salmo – Sl 97, 1. 2-3ab. 3cd-4 (R.2a) R. O Senhor fez conhecer a salvação. 1 Cantai ao Senhor Deus um canto novo,* porque ele fez prodígios! Sua mão e o seu braço forte e santo* alcançaram-lhe a vitória. R. 2 O Senhor fez conhecer a salvação,* e às nações, sua justiça; 3a recordou o seu amor sempre fiel* 3b pela casa de Israel. R. 3c Os confins do universo contemplaram* 3d a salvação do nosso Deus. 4 Aclamai o Senhor Deus, ó terra inteira,* alegrai-vos e exultai! R. Evangelho – Lc 11,29-32 Nenhum sinal será dado a esta geração a não ser o sinal de Jonas. + Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Lucas 11,29-32 Naquele tempo:29 Quando as multidões se reuniram em grande quantidade,Jesus começou a dizer:‘Esta geração é uma geração má.Ela busca um sinal, mas nenhum sinal lhe será dado,a não ser o sinal de Jonas.30 Com efeito, assim como Jonasfoi um sinal para os ninivitas,assim também será o Filho do Homem para esta geração.31 No dia do julgamento,a rainha do Sul se levantarájuntamente com os homens desta geração,e os condenará.Porque ela veio de uma terra distantepara ouvir a sabedoria de Salomão.E aqui está quem é maior do que Salomão.32 No dia do julgamento, os ninivitasse levantarão juntamente com esta geração e a condenarão.Porque eles se converteramquando ouviram a pregação de Jonas.E aqui está quem é maior do que Jonas.’Palavra da Salvação. Reflexão – Lc 11, 29-32 Para muitas pessoas, Deus deve manifestar-se constantemente para todos, pois somente assim o mundo poderá crer. Na verdade, essas pessoas querem uma demonstração evidente da existência de Deus e da sua presença no nosso dia a dia, porém o Evangelho de hoje nos mostra que assim como Jonas foi um sinal para os ninivitas, Jesus é um sinal para nós, e Jonas foi um sinal para os ninivitas apenas por suas palavras, que os ninivitas ouviram e creram. Deste modo, Jesus é um sinal para nós por sua palavra e é nela que devemos crer e não ficar exigindo que ele fique realizando “milagres” para que fundamentemos a nossa fé. Fonte: CNBB Fonte: Evangelho do dia – Notícias Católicas
Santa Teresa D’Ávila

Santa Teresa de Jesus nasceu em Ávila, Espanha, em 1515, com o nome de Teresa de Ahumada. Em sua autobiografia, ela menciona alguns detalhes da sua infância: o nascimento “de pais virtuosos e tementes a Deus”, em uma grande família, com nove irmãos e três irmãs. Ainda jovem, com pelo menos 9 anos, leu a vida dos mártires, que inspiram nela o desejo de martírio, tanto que chegou a improvisar uma breve fuga de casa para morrer como mártir e ir para o céu (cf. Vida 1, 4): “Eu quero ver Deus”, disse a pequena aos seus pais. Alguns anos mais tarde, Teresa falou de suas leituras da infância e afirmou ter descoberto a verdade, que se resume em dois princípios fundamentais: por um lado, que “tudo o que pertence a este mundo passa”; por outro, que só Deus é para “sempre, sempre, sempre”, tema que recupera em seu famoso poema: “Nada te perturbe, nada te espante; tudo passa, só Deus não muda. A paciência tudo alcança. Quem tem a Deus, nada lhe falta. Só Deus basta!”. Ficando órfã aos 12 anos, pediu à Virgem Santíssima que fosse sua mãe (cf. Vida 1,7). Se, na adolescência, a leitura de livros profanos a levou às distrações da vida mundana, a experiência como aluna das freiras agostinianas de Santa Maria das Graças, de Ávila, e a leitura de livros espirituais, em sua maioria clássicos da espiritualidade franciscana, ensinaram-lhe o recolhimento e a oração. Aos 20 anos de idade, entrou para o convento carmelita da Encarnação, sempre em Ávila. Três anos depois, ela ficou gravemente doente, tanto que permaneceu por quatro dias em coma, aparentemente morta (cf. Vida 5, 9). Também na luta contra suas próprias doenças, a santa vê o combate contra as fraquezas e resistências ao chamado de Deus. Em 1543, ela perdeu a proximidade da sua família: o pai morre e todos os seus irmãos, um após o outro, migram para a América. Na Quaresma de 1554, aos 39 anos, Teresa chega o topo de sua luta contra suas próprias fraquezas. A descoberta fortuita de “um Cristo muito ferido” marcou profundamente a sua vida (cf. Vida 9). A santa, que naquele momento sente profunda consonância com o Santo Agostinho das “Confissões”, descreve assim a jornada decisiva da sua experiência mística: “Aconteceu que…de repente, experimentei um sentimento da presença de Deus, que não havia como duvidar de que estivesse dentro de mim ou de que eu estivesse toda absorvida n’Ele” (Vida 10, 1). Paralelamente ao amadurecimento da sua própria interioridade, a santa começa a desenvolver, de forma concreta, o ideal de reforma da Ordem Carmelita: em 1562, funda, em Ávila, com o apoio do bispo da cidade, Dom Álvaro de Mendoza, o primeiro Carmelo reformado, e logo depois recebe também a aprovação do superior geral da Ordem, Giovanni Battista Rossi. Nos anos seguintes, continuou a fundação de novos Carmelos, um total de dezessete. Foi fundamental seu encontro com São João da Cruz, com quem, em 1568, constituiu, em Duruelo, perto de Ávila, o primeiro convento das Carmelitas Descalças. Em 1580, recebe de Roma a ereção a Província Autônoma para seus Carmelos reformados, ponto de partida da Ordem Religiosa dos Carmelitas Descalços. Teresa termina sua vida terrena justamente enquanto está se ocupando com a fundação. Em 1582, de fato, tendo criado o Carmelo de Burgos e enquanto fazia a viagem de volta a Ávila, ela morreu, na noite de 15 de outubro, em Alba de Tormes, repetindo humildemente duas frases: “No final, morro como filha da Igreja” e “Chegou a hora, Esposo meu, de nos encontrarmos”. Uma existência consumada dentro da Espanha, mas empenhada por toda a Igreja. Beatificada pelo Papa Paulo V, em 1614, e canonizada por Gregório XV, em 1622, foi proclamada “Doutora da Igreja” pelo Servo de Deus Paulo VI, em 1970. Teresa de Jesus não tinha formação acadêmica, mas sempre entesourou ensinamentos de teólogos, literatos e mestres espirituais. Como escritora, sempre se ateve ao que tinha experimentado pessoalmente ou visto na experiência de outros (cf. Prefácio do “Caminho de Perfeição”), ou seja, a partir da experiência. Teresa consegue tecer relações de amizade espiritual com muitos santos, especialmente com São João da Cruz. Ao mesmo tempo, é alimentada com a leitura dos Padres da Igreja, São Jerônimo, São Gregório Magno, Santo Agostinho. Entre suas principais obras, deve ser lembrada, acima de tudo, sua autobiografia, intitulada “Livro da Vida”, que ela chama de “Livro das Misericórdias do Senhor”. Escrito no Carmelo de Ávila, em 1565, conta o percurso biográfico e espiritual, por escrito, como diz a própria Teresa, para submeter a sua alma ao discernimento do “Mestre dos espirituais”, São João de Ávila. O objetivo é manifestar a presença e a ação de um Deus misericordioso em sua vida: Para isso, a obra muitas vezes inclui o diálogo de oração com o Senhor. É uma leitura fascinante, porque a santa não apenas narra, mas mostra como reviver a profunda experiência do seu amor com Deus. Em 1566, Teresa escreveu o “Caminho da perfeição”, chamado por ela de “Admoestações e conselhos” que dava às suas religiosas. As destinatárias são as doze noviças do Carmelo de São José, em Ávila. Teresa lhes propõe um intenso programa de vida contemplativa ao serviço da Igreja, em cuja base estão as virtudes evangélicas e a oração. Entre os trechos mais importantes, destaca-se o comentário sobre o Pai Nosso, modelo de oração. A obra mística mais famosa de Santa Teresa é o “Castelo Interior”, escrito em 1577, em plena maturidade. É uma releitura do seu próprio caminho de vida espiritual e, ao mesmo tempo, uma codificação do possível desenvolvimento da vida cristã rumo à sua plenitude, a santidade, sob a ação do Espírito Santo. Teresa refere-se à estrutura de um castelo com sete “moradas”, como imagens da interioridade do homem, introduzindo, ao mesmo tempo, o símbolo do bicho da seda que renasce em uma borboleta, para expressar a passagem do natural ao sobrenatural. A santa se inspira na Sagrada Escritura, especialmente no “Cântico dos Cânticos”,
28º Domingo Do Tempo Comum

1ª Leitura – Is 25, 6-10a O Senhor dará um banquete e enxugará as lágrimas de todas as faces. Leitura do Livro do Profeta Isaías 25, 6-10a 6 O Senhor dos exércitos daráneste monte, para todos os povos,um banquete de ricas iguarias, regado com vinho puro,servido de pratos deliciosos e dos mais finos vinhos.7 Ele removerá, neste monte,a ponta da cadeia que ligava todos os povos,a teia em que tinha envolvido todas as nações.8 O Senhor Deus eliminará para sempre a mortee enxugará as lágrimas de todas as facese acabará com a desonra do seu povo em toda a terra,o Senhor o disse.9 Naquele dia, se dirá: ‘Este é o nosso Deus,esperamos nele, até que nos salvou;este é o Senhor, nele temos confiado:vamos alegrar-nos e exultar por nos ter salvo’.10a E a mão do Senhor repousará sobre este monte.Palavra do Senhor. Salmo – Sl 22,1-3a.3b-4.5-6 (R. 6cd) R. Na casa do Senhor habitarei, eternamente. 1 O Senhor é o pastor que me conduz;*não me falta coisa alguma.2 Pelos prados e campinas verdejantes*ele me leva a descansar.Para as águas repousantes me encaminha,*3 e restaura as minhas forças. R. 3b Ele me guia no caminho mais seguro,*pela honra do seu nome.4 Mesmo que eu passe pelo vale tenebroso,*nenhum mal eu temerei;estais comigo com bastóo e com cajado;*eles me dão a segurança! R. 5 Preparais à minha frente uma mesa,*bem à vista do inimigo,e com óleo vós ungis minha cabeça;*o meu cálice transborda. R. 6 Felicidade e todo bem hão de seguir-me*por toda a minha vida;e na casa do Senhor, habitarei*pelos tempos infinitos. R. 2ª Leitura – Fl 4,12-14.19-20 Tudo posso naquele que me dá força. Leitura da Carta de São Paulo aos Filipenses Irmãos:12 Sei viver na miséria e sei viver na abundância.Eu aprendi o segredo de viver em toda e qualquersituação, estando farto ou passando fome,tendo de sobra ou sofrendo necessidade.13 Tudo posso naquele que me dá força.14 No entanto, fizestes bem em compartilhar as minhasdificuldades.19 O meu Deus proverá esplendidamente com sua riquezaa todas as vossas necessidades, em Cristo Jesus.20 Ao nosso Deus e Pai,a glória pelos séculos dos séculos. Amém.Palavra do Senhor. Evangelho – Mt 22,1-14 Convidai para a festa todos os que encontrardes. + Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus 22,1-14 Naquele tempo:1 Jesus voltou a falar em parábolasaos sumos sacerdotes e aos anciãos do povo,2 dizendo: ‘O Reino dos Céus é como a história do reique preparou a festa de casamento do seu filho.3 E mandou os seus empregadospara chamar os convidados para a festa,mas estes não quiseram vir.4 O rei mandou outros empregados, dizendo:`Dizei aos convidados: já preparei o banquete,os bois e os animais cevados já foram abatidose tudo está pronto. Vinde para a festa!’5 Mas os convidados não deram a menor atenção:um foi para o seu campo, outro para os seus negócios,6 outros agarraram os empregados,bateram neles e os mataram.7 O rei ficou indignado e mandou suas tropas para mataraqueles assassinos e incendiar a cidade deles.8 Em seguida, o rei disse aos empregados:`A festa de casamento está pronta,mas os convidados não foram dignos dela.9 Portanto, ide até às encruzilhadas dos caminhose convidai para a festa todos os que encontrardes.’10 Então os empregados saíram pelos caminhose reuniram todos os que encontraram, maus e bons.E a sala da festa ficou cheia de convidados.11 Quando o rei entrou para ver os convidados, observouali um homem que não estava usando traje de festa12 e perguntou-lhe: `Amigo,como entraste aqui sem o traje de festa?’Mas o homem nada respondeu.13 Então o rei disse aos que serviam:`Amarrai os pés e as mãos desse homeme jogai-o fora, na escuridão!Ali haverá choro e ranger de dentes’.14 Por que muitos são chamados, e poucos são escolhidos.’Palavra da Salvação. Leituras Facultativas Evangelho – Mt 22,1-10 Convidai para a festa todos os que encontrardes. + Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus 22,1-10 Naquele tempo:Jesus voltou a falar em parábolasaos sumos sacerdotes e aos anciãos do povo,2 dizendo: ‘O Reino dos Céus é como a história do reique preparou a festa de casamento do seu filho.3 E mandou os seus empregadospara chamar os convidados para a festa,mas estes não quiseram vir.4 O rei mandou outros empregados, dizendo:`Dizei aos convidados: já preparei o banquete,os bois e os animais cevados já foram abatidose tudo está pronto. Vinde para a festa!’5 Mas os convidados não deram a menor atenção:um foi para o seu campo, outro para os seus negócios,6 outros agarraram os empregados,bateram neles e os mataram.7 O rei ficou indignado e mandou suas tropas para mataraqueles assassinos e incendiar a cidade deles.8 Em seguida, o rei disse aos empregados:`A festa de casamento está pronta,mas os convidados não foram dignos dela.9 Portanto, ide até às encruzilhadas dos caminhose convidai para a festa todos os que encontrardes.’10 Então os empregados saíram pelos caminhose reuniram todos os que encontraram, maus e bons.E a sala da festa ficou cheia de convidados.Palavra da Salvação. Fonte: CNBB Fonte: Evangelho do dia – Notícias Católicas
São Calisto I

Os Papas da Igreja são por excelência os Príncipes do Cristianismo, e hoje lembramos um dos Príncipes da Fé que mais se destacou entre os primeiros Papas: São Calisto I. Filho de uma humilde família romana, nasceu em 160. Administrador dos negócios de um comerciante, Calisto passou por grandes dificuldades, pois algo saiu de errado no trabalho, chegando a ser flagelado e deportado para a ilha da Sardenha, onde como condenação enfrentou trabalhos forçados nas minas, juntamente com cristãos condenados por motivos de fé. Sem dúvida, com a convivência com os cristãos que enfrentavam o martírio, pois o Cristianismo era considerado religião ilegal, Calisto decidiu seguir a Jesus. Mais tarde muitos cristãos foram resgatados do exílio e a comunidade cristã o libertou. O Santo de hoje colaborou com o Papa Vítor e depois como diácono ajudou o Papa Zeferino em Roma, pois assumiu, com muita sabedoria, a administração das catacumbas, na Via Ápia, que eram aqueles cemitérios cristãos, que se encontravam no subsolo por motivos de segurança, e também serviam para celebrações litúrgicas, além de guardar para a ressurreição os corpos dos mártires e dos primeiros Papas. Com a morte do Papa Zeferino, o Clero e o povo elegeram Calisto como o sucessor deste, apesar de sua origem escrava. Foi perseguido, caluniado e morreu mártir, quando acabou condenado ao exílio. Segundo a tradição mais segura, morreu numa revolta popular contra os cristãos e foi lançado a um poço. Durante os seis anos de pastoreio zeloso e santo, São Calisto I condenou a doutrina que se posicionava contra a Santíssima Trindade. Até o seu martírio defendeu a Misericórdia de Deus, que se expressa pela Igreja, que perdoa os pecados dos que cumprem as condições de penitência, assim, combatia Calisto os rigoristas que condenavam os apóstatas adúlteros e homicidas. Via Canção Nova Fonte: Santo do dia – Notícias Católicas
São Daniel E Companheiros

Leão, Angelo, Nicolau, Samuel, Hugolino e Donino. Mártires de Ceuta, no Marrocos, da Primeira Ordem (+ 1227). No dia 16 de janeiro de 1220, portanto ainda durante a vida de São Francisco, São Bernardo e seus companheiros foram martirizados na cidade de Marrakesh, Marrocos (a Igreja os canonizou em 1481). Os esclarecimentos que se tem sobre o ocorrido com estes missionários franciscanos são devidos a duas cartas encontradas nas suas residências. Os estudiosos consideraram também autêntica a carta de um certo Mariano de Gênova, que escrevera ao irmão Elias de Cortona comunicando o destino glorioso dos missionários. Esse documento teria sido escrito poucos dias após os acontecimentos, e faz parte dos arquivos da Igreja. O irmão Elias de Cortona era o superior da Ordem, em 1227, quando os sete franciscanos viajaram da Itália para a Espanha, desejosos de transferirem-se para o Marrocos, na África, onde pretendiam converter os muçulmanos. Era um período de grande entusiasmo missionário nas jovens ordens franciscanas, fortalecidas pela memória de são Francisco, que morrera no ano anterior. O chefe do grupo era Daniel, nascido em Belvedere, na Calábria, que também ocupava o cargo de ministro provincial da Ordem naquela região; os outros se chamavam Samuel, Ângelo, Donulo, Leão, Nicolas e Hugolino. Após uma breve permanência na Espanha, transferiram-se para a cidade de Ceuta, no Marrocos. Era um ato verdadeiramente corajoso, porque as autoridades marroquinas haviam proibido qualquer forma de propaganda da fé cristã. No início, e por pouco tempo, trabalharam nos inúmeros mercados de Pisa, Gênova e Marsiglia, enquanto residiam em Ceuta. Depois, nos primeiros dias de outubro de 1227, decidiram iniciar as pregações entre os infiéis. Nas estradas de Ceuta, falando em latim e em italiano, pois não conheciam o idioma local, anunciaram Cristo, contestando com palavras rudes a religião de Maomé. As autoridades mandaram que fossem capturados. Levados à presença do sultão, foram classificados como loucos, devendo permanecer na prisão. Depois de sete dias, todos eles voltaram à presença do sultão, que se esforçou de todas as maneiras para que negassem a religião cristã. Mas não conseguiu. Então, condenou à morte os sete franciscanos, que se mantiveram firmes no cristianismo. No dia 10 de outubro, foram decapitados em praça pública e seus corpos, destroçados. Todavia os comerciantes cristãos ocidentais recuperaram os pobres restos, que sepultaram nos cemitérios dos subúrbios de Ceuta. Em seguida, os ossos foram transferidos para a Espanha. Hoje, as relíquias são conservadas em diversas igrejas de várias cidades da Espanha, de Portugal e da Itália. O papa Leão X, em 1516, canonizou como santos Daniel e cada um dos seis companheiros, autorizando o culto para o dia 13 de outubro, três dias após suas mortes. A Igreja também celebra hoje a memória dos santos: Celidônia, Geraldo de Aurilac e Venâncio. Fonte: Santo do dia – Notícias Católicas
Sábado Da 27ª Semana Do Tempo Comum

1ª Leitura – Jl 4,12-21 Tomai a foice, pois a colheita está madura. Leitura da Profecia de Joel 4,12-21 Assim fala o Senhor: 12 Levantem-se e ponham-se em marcha os povos rumo ao Vale de Josafá; ali me sentarei como juiz para julgar todas as nações em redor. 13 Tomai a foice, pois a colheita está madura; vinde calcar, que o lagar está cheio: as tinas transbordam, porque grande é a sua malícia.. 14 Povos e mais povos no Vale da Decisão: o dia do Senhor está próximo no Vale da Decisão. 15 Escureceram o sol e a lua e as estrelas perderam o brilho. 16 Desde Sião rugirá o Senhor, fará ouvir sua voz desde Jerusalém; tremerão céus e terra, mas o Senhor será refúgio para o seu povo, será a fortaleza dos filhos de Israel. 17 Sabereis, então, que eu sou o Senhor, vosso Deus, que habito em Sião, meu santo monte; Jerusalém será lugar sagrado, por onde não mais passarão estranhos. 18 Acontecerá naquele dia que os montes farão correr vinho, e as colinas manarão leite; aos regatos de Judá não há de faltar água, e da casa do Senhor brotará uma fonte, que irá alimentar a torrente de Setim. 19 O Egito será devastado, e a Iduméia, devastada e deserta, por causa de suas atrocidades contra os filhos de Judá, derramando sangue inocente em suas terras. 20 Judá será habitada para sempre, e Jerusalém, por todos os séculos. 21 Vingarei meu sangue, não o deixarei sem castigo. O Senhor está habitando em Sião. Palavra do Senhor. Salmo – Sl 96,1-2. 5-6. 11-12 (R. 12a) R. Ó justos, alegrai-vos no Senhor! 1 Deus é Rei! Exulte a terra de alegria, * e as ilhas numerosas rejubilem! 2 Treva e nuvem o rodeiam no seu trono, * que se apóia na justiça e no direito. R. 5 As montanhas se derretem como cera * ante a face do Senhor de toda a terra; 6 e assim proclama o céu sua justiça, * todos os povos podem ver a sua glória. R. 11 Uma luz já se levanta para os justos, * e a alegria, para os retos corações. 12 Homens justos, alegrai-vos no Senhor, * celebrai e bendizei seu santo nome! R. Evangelho – Lc 11,27-28 Feliz o ventre que te trouxe. Muito mais felizes são aqueles que ouvem a palavra de Deus. + Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Lucas 11,27-28 Naquele tempo: 27 Enquanto Jesus falava, uma mulher levantou a voz no meio da multidão e lhe disse: ‘Feliz o ventre que te trouxe e os seios que te amamentaram.’ 28 Jesus respondeu: ‘Muito mais felizes são aqueles que ouvem a palavra de Deus e a põem em prática.’ Palavra da Salvação. Reflexão – Lc 11, 27-28 A maternidade carnal de Maria é muito importante e, é claro, muito valorizada por Jesus, mas é apenas uma maternidade, algo que faz parte da natureza de todas as mulheres. No Evangelho de hoje, Jesus contrasta a maternidade carnal de sua mãe com a grandeza da fé e do seguimento dos valores do Reino, o que não faz parte da natureza humana, mas é fruto da atuação da graça divina em nós, e que fazia parte da vida de Maria. Mas Maria, quando se dispôs a fazer a vontade de Deus e disse Sim ao seu projeto de amor, foi muito além, pois sua maternidade não foi apenas carnal, foi divina. Fonte: CNBB Fonte: Evangelho do dia – Notícias Católicas
6ª-feira Da 27ª Semana Do Tempo Comum

1ª Leitura – Jl 1,13-15; 2,1-2 Está chegando o dia do Senhor. É um dia de escuridão fechada. Leitura da Profecia de Joel 1,13-15; 2,1-2 13 Ponde as vestes e chorai, sacerdotes, gemei, ministros do altar. Entrai no templo, deitai-vos em sacos, ministros de Deus; a casa de vosso Deus está vazia de oblações e libações. 14 Prescrevei o jejum sagrado, convocai a assembléia, congregai os anciãos e toda a gente do povo na casa do Senhor, vosso Deus, e clamai ao Senhor: 15 ‘Ai de nós neste dia! O dia do Senhor está às portas, está chegando com a força devastadora da tempestade. 2,1 Tocai trombeta em Sião, gritai alerta em meu santo monte; tremam os habitantes da terra, que está chegando o dia do Senhor, ele está às portas. 2 É um dia de escuridão fechada, dia de nuvens e remoinhos; como aurora espraiada nos montes, assim é um povo numeroso e forte, tal como jamais se viu algum outro nem jamais se verá, até aos anos de gerações futuras. Palavra do Senhor. Salmo – Sl 9,2-3. 6.16. 8-9 (R. 9a) R. O Senhor há de julgar o mundo inteiro com justiça 2 Senhor, de coração vos darei graças, * as vossas maravilhas cantarei! 3 Em vós exultarei de alegria, * cantarei ao vosso nome, Deus Altíssimo! R. 6 Repreendestes as nações, e os maus perdestes, * apagastes o seu nome para sempre. 16 Os maus caíram no buraco que cavaram, * nos próprios laços foram presos os seus pés. R. 8 Mas Deus sentou-se para sempre no seu trono, * preparou o tribunal do julgamento; 9 julgará o mundo inteiro com justiça, * e as nações há de julgar com eqüidade. R. Evangelho – Lc 11,15-26 Se é pelo dedo de Deus que eu expulso os demônios, então chegou para vós o Reino de Deus. + Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Lucas 11,15-26 Naquele tempo, Jesus estava expulsando um demônio: 15 Mas alguns disseram: ‘É por Belzebu, o príncipe dos demônios, que ele expulsa os demônios.’ 16 Outros, para tentar Jesus, pediam-lhe um sinal do céu. 17 Mas, conhecendo seus pensamentos, Jesus disse-lhes: ‘Todo reino dividido contra si mesmo será destruído; e cairá uma casa por cima da outra. 18 Ora, se até Satanás está dividido contra si mesmo, como poderá sobreviver o seu reino? Vós dizeis que é por Belzebu que eu expulso os demônios. 19 Se é por meio de Belzebu que eu expulso demônios, vossos filhos os expulsam por meio de quem? Por isso, eles mesmos serão vossos juízes. 20 Mas, se é pelo dedo de Deus que eu expulso os demônios, então chegou para vós o Reino de Deus. 21 Quando um homem forte e bem armado guarda a própria casa, seus bens estão seguros. 22 Mas, quando chega um homem mais forte do que ele, vence-o, arranca-lhe a armadura na qual ele confiava, e reparte o que roubou. 23 Quem não está comigo, está contra mim. E quem não recolhe comigo, dispersa. 24 Quando o espírito mau sai de um homem, fica vagando em lugares desertos, à procura de repouso; não o encontrando, ele diz: ‘Vou voltar para minha casa de onde saí’. 25 Quando ele chega, encontra a casa varrida e arrumada. 26 Então ele vai, e traz consigo outros sete espíritos piores do que ele. E, entrando, instalam-se aí. No fim, esse homem fica em condição pior do que antes.’ Palavra da Salvação. Reflexão – Lc 11, 15-26 O reino de Deus chegou até nós com toda a sua força contra o mal e suas conseqüências. Mas porque é que sempre temos a impressão que o mal está vencendo o bem e que as coisas estão sempre piorando? A verdade é que vemos a realidade em si sem sermos capazes de interpretar os sinais dos tempos que se apresentam a nós. Assim sendo, até mesmo as coisas boas que Deus realiza no meio de nós são interpretadas como coisas más e, por isso, nós bloqueamos até mesmo as coisas boas que Deus realiza, vendo nelas, por motivos egoístas e por dureza de coração, coisas más, como fizeram os judeus. Fonte: CNBB Fonte: Evangelho do dia – Notícias Católicas
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