Domingo Da Páscoa

1ª Leitura – At 10,34a.37-43 Comemos e bebemos com ele depois que ressuscitou dos mortos. Leitura dos Atos dos Apóstolos 10,34a.37-43 Naqueles dias: 34a Pedro tomou a palavra e disse: 37 Vós sabeis o que aconteceu em toda a Judéia, a começar pela Galiléia, depois do batismo pregado por João: 38 como Jesus de Nazaré foi ungido por Deus com o Espírito Santo e com poder. Ele andou por toda a parte, fazendo o bem e curando a todos os que estavam dominados pelo demônio; porque Deus estava com ele. 39 E nós somos testemunhas de tudo o que Jesus fez na terra dos judeus e em Jerusalém. Eles o mataram, pregando-o numa cruz. 40 Mas Deus o ressuscitou no terceiro dia, concedendo-lhe manifestar-se 41 não a todo o povo, mas às testemunhas que Deus havia escolhido: a nós, que comemos e bebemos com Jesus, depois que ressuscitou dos mortos. 42 E Jesus nos mandou pregar ao povo e testemunhar que Deus o constituiu Juiz dos vivos e dos mortos. 43 Todos os profetas dão testemunho dele: ‘Todo aquele que crê em Jesus recebe, em seu nome, o perdão dos pecados’.’ Palavra do Senhor. Salmo – Sl 117,1-2.16ab-17.22-23 (R.24) R. Este é o dia que o Senhor fez para nós: alegremo-nos e nele exultemos! Ou: Aleluia, Aleluia, Aleluia 1 Dai graças ao Senhor, porque ele é bom!* ‘Eterna é a sua misericórdia!’ 2A casa de Israel agora o diga:* ‘Eterna é a sua misericórdia!’ R. 16 A mão direita do Senhor fez maravilhas,* a mão direita do Senhor me levantou, 17 Não morrerei, mas ao contrário, viverei* para cantar as grandes obras do Senhor! R. 22 ‘A pedra que os pedreiros rejeitaram,* tornou-se agora a pedra angular. 23 Pelo Senhor é que foi feito tudo isso:* Que maravilhas ele fez a nossos olhos! R. 2ª Leitura – Cl 3,1-4 Esforçai-vos por alcançar as coisas do alto, onde está Cristo. Leitura da Carta de São Paulo aos Colossenses 3,1-4 Irmãos: 1 Se ressuscitastes com Cristo, esforçai-vos por alcançar as coisas do alto, 2 onde está Cristo, sentado à direita de Deus; aspirai às coisas celestes e não às coisas terrestres. 3 Pois vós morrestes, e a vossa vida está escondida, com Cristo, em Deus. 4 Quando Cristo, vossa vida, aparecer em seu triunfo, então vós aparecereis também com ele, revestidos de glória. Palavra do Senhor. Evangelho – Jo 20,1-9 Ele devia ressuscitar dos mortos. + Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo João 20,1-9 1 No primeiro dia da semana, Maria Madalena foi ao túmulo de Jesus, bem de madrugada, quando ainda estava escuro, e viu que a pedra tinha sido retirada do túmulo. 2 Então ela saiu correndo e foi encontrar Simão Pedro e o outro discípulo, aquele que Jesus amava, e lhes disse: ‘Tiraram o Senhor do túmulo, e não sabemos onde o colocaram.’ 3 Saíram, então, Pedro e o outro discípulo e foram ao túmulo. 4 Os dois corriam juntos, mas o outro discípulo correu mais depressa que Pedro e chegou primeiro ao túmulo. 5 Olhando para dentro, viu as faixas de linho no chão, mas não entrou. 6 Chegou também Simão Pedro, que vinha correndo atrás, e entrou no túmulo. Viu as faixas de linho deitadas no chão 7 e o pano que tinha estado sobre a cabeça de Jesus, não posto com as faixas, mas enrolado num lugar à parte. 8 Então entrou também o outro discípulo, que tinha chegado primeiro ao túmulo. Ele viu, e acreditou. 9 De fato, eles ainda não tinham compreendido a Escritura, segundo a qual ele devia ressuscitar dos mortos. Palavra da Salvação. Leituras Facultativas 2ª Leitura – 1Cor 5,6b-8 Lançai fora o fermento velho, para que sejais uma massa nova. Leitura da Primeira Carta de São Paulo aos Coríntios 5,6b-8 Irmãos: 6b Acaso ignorais que um pouco de fermento leveda a massa toda? 7 Lançai fora o fermento velho, para que sejais uma massa nova, já que deveis ser sem fermento. Pois o nosso cordeiro pascal, Cristo, já está imolado. 8 Assim, celebremos a festa, não com velho fermento, nem com fermento de maldade ou de perversidade, mas com os pães ázimos de pureza e de verdade. Palavra do Senhor. Evangelho – Lc 24,13-35 Fica conosco, pois já é tarde. + Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas 24,13-35 13 Naquele mesmo dia, o primeiro da semana, dois dos discípulos de Jesus iam para um povoado, chamado Emaús, distante onze quilômetros de Jerusalém. 14 Conversavam sobre todas as coisas que tinham acontecido. 15 Enquanto conversavam e discutiam, o próprio Jesus se aproximou e começou a caminhar com eles. 16 Os discípulos, porém, estavam como que cegos, e não o reconheceram. 17 Então Jesus perguntou: ‘O que ides conversando pelo caminho?’ Eles pararam, com o rosto triste, 18 e um deles, chamado Cléofas, lhe disse: ‘Tu és o único peregrino em Jerusalém que não sabe o que lá aconteceu nestes últimos dias?’ 19 Ele perguntou: ‘O que foi?’ Os discípulos responderam: ‘O que aconteceu com Jesus, o Nazareno, que foi um profeta poderoso em obras e palavras, diante de Deus e diante de todo o povo. 20 Nossos sumos sacerdotes e nossos chefes o entregaram para ser condenado à morte e o crucificaram. 21 Nós esperávamos que ele fosse libertar Israel, mas, apesar de tudo isso, já faz três dias que todas essas coisas aconteceram! 22 É verdade que algumas mulheres do nosso grupo nos deram um susto. Elas foram de madrugada ao túmulo 23 e não encontraram o corpo dele. Então voltaram, dizendo que tinham visto anjos e que estes afirmaram que Jesus está vivo. 24 Alguns dos nossos foram ao túmulo e encontraram as coisas como as mulheres tinham dito. A ele, porém, ninguém o viu.’ 25 Então Jesus lhes disse: ‘Como sois sem inteligência e lentos para crer em tudo o que os profetas falaram! 26 Será que o Cristo não devia sofrer tudo isso para entrar na sua glória?’ 27 E, começando por Moisés
São Cesar De Bus

César de Bus nasceu em 1544 e desejava seguir a carreira militar, mas foi impedido por uma enfermidade que o atingiu de maneira fulminante. Foi essa ocasião que o aproximou do bispo de Cavaillon, cidadezinha da Provença. Animado por alguns amigos cristãos, entre eles alguns jesuítas e uma camponesa, ele reencontrou a religião e a vida cristã. Não perdeu tempo: tão logo se curou trocou de vida e se pôs a estudar para se tornar sacerdote. Enquanto se preparava começou a percorrer os sítios e fazendas ensinando o catecismo. Fundou, com o auxilio de um primo centros de instrução religiosa nos cantos mais escondidos e esquecidos, nos quais começou a experimentar novos métodos de ensino da doutrina às crianças do meio rural. César de Bus tornou-se sacerdote aos trinta e oito anos de idade e já reunia em torno de si muitos jovens, formando uma comunidade que tomou o nome de Congregação dos Padres da Doutrina Cristã, ou Doutrinários. Depois de um longo período de sofrimento por uma enfermidade César de Bus, morreu no dia 15 de abril de 1607. Colaboração: Padre Evaldo César de Souza, CSsR A12
Sábado Santo Da Páscoa

1ª Leitura – Gn 1,1-2,2 Deus viu tudo quanto havia feito e eis que tudo era muito bom. Leitura do Livro do Gênesis 1,1-2,2 1 No princípio Deus criou o céu e a terra. 2 A terra estava deserta e vazia, as trevas cobriam a face do abismo e o Espírito de Deus pairava sobre as águas. 3 Deus disse: ‘Faça-se a luz!’ E a luz se fez. 4 Deus viu que a luz era boa e separou a luz das trevas. 5 E à luz Deus chamou ‘dia’ e às trevas, ‘noite’. Houve uma tarde e uma manhã: primeiro dia. 6 Deus disse: ‘Faça-se um firmamento entre as águas, separando umas das outras’. 7 E Deus fez o firmamento, e separou as águas que estavam embaixo, das que estavam em cima do firmamento. E assim se fez. 8 Ao firmamento Deus chamou ‘céu’. Houve uma tarde e uma manhã: segundo dia. 9 Deus disse: ‘Juntem-se as águas que estão debaixo do céu num só lugar e apareça o solo enxuto!’ E assim se fez. 10 Ao solo enxuto Deus chamou ‘terra’ e ao ajuntamento das águas, ‘mar’. E Deus viu que era bom. 11 Deus disse: ‘A terra faça brotar vegetação e plantas que dêem semente, e árvores frutíferas que dêem fruto segundo a sua espécie, que tenham nele a sua semente sobre a terra’. E assim se fez. 12 E a terra produziu vegetação e plantas que trazem semente segundo a sua espécie, e árvores que dão fruto tendo nele a semente da sua espécie. E Deus viu que era bom. 13 Houve uma tarde e uma manhã: terceiro dia. 14 Deus disse: ‘Façam-se luzeiros no firmamento do céu, para separar o dia da noite. Que sirvam de sinais para marcar as épocas, os dias e os anos, 15 e que resplandeçam no firmamento do céu e iluminem a terra’. E assim se fez. 16 Deus fez os dois grandes luzeiros: o luzeiro maior para presidir o dia, e o luzeiro menor para presidir à noite, e as estrelas. 17 Deus colocou-os no firmamento do céu para alumiar a terra, 18 para presidir ao dia e à noite e separar a luz das trevas. E Deus viu que era bom. 19 E houve uma tarde e uma manhã: quarto dia. 20 Deus disse: ‘Fervilhem as águas de seres animados de vida e voem pássaros sobre a terra, debaixo do firmamento do céu’. 21 Deus criou os grandes monstros marinhos e todos os seres vivos que nadam, em multidão, nas águas, segundo as suas espécies, e todas as aves, segundo as suas espécies. E Deus viu que era bom. 22 E Deus os abençoou, dizendo: ‘Sede fecundos e multiplicai-vos e enchei as águas do mar, e que as aves se multipliquem sobre a terra’. 23 Houve uma tarde e uma manhã: quinto dia. 24 Deus disse: ‘Produza a terra seres vivos segundo as suas espécies, animais domésticos, répteis e animais selvagens, segundo as suas espécies’. E assim se fez. 25 Deus fez os animais selvagens, segundo as suas espécies, os animais domésticos segundo as suas espécies e todos os répteis do solo segundo as suas espécies. E Deus viu que era bom. 26 Deus disse: ‘Façamos o homem à nossa imagem e segundo à nossa semelhança, para que domine sobre os peixes do mar, sobre as aves do céu, e sobre todos os répteis que rastejam sobre a terra’. 27 E Deus criou o homem à sua imagem, à imagem de Deus ele o criou: homem e mulher os criou. 28 E Deus os abençoou e lhes disse: ‘Sede fecundos e multiplicai-vos, enchei a terra e submetei-a! Dominai sobre os peixes do mar, sobre os pássaros do céu e sobre todos os animais que se movem sobre a terra’. 29 E Deus disse: ‘Eis que vos entrego todas as plantas que dão semente sobre a terra, e todas as árvores que produzem fruto com sua semente, para vos servirem de alimento. 30 E a todos os animais da terra, e a todas as aves do céu, e a tudo o que rasteja sobre a terra e que é animado de vida, eu dou todos os vegetais para alimento’. E assim se fez. 31 E Deus viu tudo quanto havia feito, e eis que tudo era muito bom. Houve uma tarde e uma manhã: sexto dia. 2,1 E assim foram concluídos o céu e a terra com todo o seu exército. 2 No sétimo dia, Deus considerou acabada toda a obra que tinha feito; e no sétimo dia descansou de toda a obra que fizera. Palavra do Senhor. Salmo – Sl 103,1-2a.5-6.10.12.13-14.24.35c (R.30) R. Enviai o vosso Espírito Senhor, e da terra toda a face renovai. 1 Bendize, ó minha alma, ao Senhor!* Ó meu Deus e meu Senhor, como sois grande! 2 De majestade e esplendor vos revestis* e de luz vos envolveis como num manto.. R. 5A terra vós firmastes em suas bases,* ficará firme pelos séculos sem fim; 6 os mares a cobriam como um manto,* e as águas envolviam as montanhas.. R. 10 Fazeis brotar em meio aos vales as nascentes* que passam serpeando entre as montanhas; 12 às suas margens vêm morar os passarinhos,* entre os ramos eles erguem o seu canto.. R. 13 De vossa casa as montanhas irrigais,* com vossos frutos saciais a terra inteira; 14 fazeis crescer os verdes pastos para o gado* e as plantas que são úteis para o homem.. R. 24 Quão numerosas, ó Senhor, são vossas obras,* e que sabedoria em todas elas! Encheu-se a terra com as vossas criaturas!* 35c Bendize, ó minha alma, ao Senhor!. R. 2ª Leitura – Gn 22,1-18 O sacrifício de nosso pai Abraão. Leitura do Livro do Gênesis 22,1-18 Naqueles dias: 1 Deus pôs Abraão à prova. Chamando-o, disse: ‘Abraão!’ E ele respondeu: ‘Aqui estou’. 2 E Deus disse: ‘Toma teu filho único, Isaac, a quem tanto amas, dirije-te à terra de Moriá, e oferece-o ali em holocausto sobre um monte
Santa Liduína (Lidvina)

Liduina nasceu na Holanda, em 1380, numa família humilde e caridosa. Ainda criança recolhia alimentos e roupas para os pobres e doentes abandonados. Até aos quinze anos Liduina era uma menina como todas as demais. Porém, no inverno daquele ano, sua vida mudou completamente. Com um grupo de amigos foi patinar no gelo e em plena descida da montanha, um deles se chocou violentamente contra ela. Ficou quase morta, com muitas lesões graves. Apesar dos esforços, os médicos declararam que sua enfermidade não tinha cura e que o tratamento seria inútil, só empobrecendo ainda mais a família. Ela ficaria presa na cama! Os anos se passavam e Liduina não melhorava, nem morria. Ficou a um passo do desespero total, quando chegou em seu socorro o padre João Pot. Com conversas serenas o sacerdote lhe recordou que Deus poda a árvore para que ela produza mais frutos. E pendurou na frente da sua cama um crucifixo. Pediu que olhasse para Ele e rezasse sempre. Liduina entendeu que do seu leito podia colaborar com a Redenção, ofertando seu martírio para a salvação das pessoas. E disse ao padre que gostaria de receber um sinal que confirmasse ser este o seu caminho. Diz a história que neste momento, Liduina ficou iluminada por uma hóstia consagrada que apareceu em sua fronte. Liduina nunca mais pediu que Deus lhe aliviasse os sofrimentos, mas que lhe desse amor para sofrer pela conversão dos pecadores. Do seu leito de enferma ela recebeu de Deus o dom da profecia e da cura pela oração aos enfermos. Após doze anos de enfermidade também começou a ter êxtases espirituais, recebendo mensagens de Deus e da Virgem Maria. Liduina só se alimentava da Sagrada Eucaristia e das orações. Sua enfermidade a impossibilitava de comer e de beber, e nada podia explicar tal prodígio. Nos últimos sete meses de vida seu sofrimento foi terrível. No dia 14 de abril de 1433, após a Páscoa, Liduina morreu serena e em paz. Ao padre e ao médico que a assistiam pediu que fizessem de sua casa um hospital para os pobres com doenças incuráveis. E assim foi feito. Os devotos a consideram padroeira dos doentes incuráveis. Também é padroeira dos patinadores. Colaboração: Padre Evaldo César de Souza, CSsR Via: a12
Sexta-feira Da Paixão Do Senhor Da Páscoa

1ª Leitura – Is 52,13 – 53,12 Ele foi ferido por causa de nossos pecados. Leitura do Livro do Profeta Isaías 13 Ei-lo, o meu Servo será bem sucedido;sua ascensão será ao mais alto grau.14 Assim como muitos ficaram pasmados ao vê-lo– tão desfigurado ele estava que não pareciaser um homem ou ter aspecto humano -,15 do mesmo modo ele espalhará sua fama entre os povos.Diante dele os reis se manterão em silêncio,vendo algo que nunca lhes foi narradoe conhecendo coisas que jamais ouviram.53,1 ‘Quem de nós deu crédito ao que ouvimos?E a quem foi dado reconhecer a força do Senhor?2 Diante do Senhor ele cresceu como renovo de plantaou como raiz em terra seca.Não tinha beleza nem atrativo para o olharmos,não tinha aparência que nos agradasse.3 Era desprezado como o último dos mortais,homem coberto de dores, cheio de sofrimentos;passando por ele, tapávamos o rosto;tão desprezível era, não fazíamos caso dele.4 A verdade é que ele tomava sobre si nossasenfermidades e sofria, ele mesmo, nossas dores;e nós pensávamos fosse um chagado,golpeado por Deus e humilhado!5 Mas ele foi ferido por causa de nossos pecados,esmagado por causa de nossos crimes;a punição a ele imposta era o preço da nossa paz,e suas feridas, o preço da nossa cura.6 Todos nós vagávamos como ovelhas desgarradas,cada qual seguindo seu caminho;e o Senhor fez recair sobre eleo pecado de todos nós’.7 Foi maltratado, e submeteu-se, não abriu a boca;como cordeiro levado ao matadouroou como ovelha diante dos que a tosquiam,ele não abriu a boca.8 Foi atormentado pela angústia e foi condenado.Quem se preocuparia com sua história de origem?Ele foi eliminado do mundo dos vivos;e por causa do pecado do meu povo foi golpeado até morrer.9 Deram-lhe sepultura entre ímpios, um túmulo entreos ricos, porque ele não praticou o malnem se encontrou falsidade em suas palavras.10 O Senhor quis macerá-lo com sofrimentos.Oferecendo sua vida em expiação,ele terá descendência duradoura,e fará cumprir com êxito a vontade do Senhor.11 Por esta vida de sofrimento,alcançará luz e uma ciência perfeita.Meu Servo, o justo, fará justos inúmeros homens,carregando sobre si suas culpas.12 Por isso, compartilharei com ele multidõese ele repartirá suas riquezas com os valentesseguidores, pois entregou o corpo à morte,sendo contado como um malfeitor;ele, na verdade, resgatava o pecado de todose intercedia em favor dos pecadores.Palavra do Senhor. Salmo – Sl 30,2.6.12-13.15-16.17.25 (R.Lc 23,46) R. Ó Pai, em tuas mãos eu entrego o meu espírito. 2 Senhor, eu ponho em vós minha esperança;*que eu não fique envergonhado eternamente!6 Em vossas mãos, Senhor, entrego o meu espírito,*porque vós me salvareis, ó Deus fiel!. R. 12 Tornei-me o opróbrio do inimigo,*o desprezo e zombaria dos vizinhos,e objeto de pavor para os amigos;*fogem de mim os que me vêem pela rua.13 Os corações me esqueceram como um morto,*e tornei-me como um vaso espedaçado.. R. 15 A vós, porém, ó meu Senhor, eu me confio,*e afirmo que só vós sois o meu Deus!16 Eu entrego em vossas mãos o meu destino;*libertai-me do inimigo e do opressor!. R. 17 Mostrai serena a vossa face ao vosso servo,*e salvai-me pela vossa compaixão!25 Fortalecei os corações, tende coragem,*todos vós que ao Senhor vos confiais! R 2ª Leitura – Hb 4,14-16; 5,7-9 Ele aprendeu a ser obediente e tornou-se causade salvação para todos os que lhe obedecem. Leitura da Carta aos Hebreus 4,14-16; 5,7-9 Irmãos:14 Temos um sumo sacerdote eminente, que entrou no céu,Jesus, o Filho de Deus.Por isso, permaneçamos firmes na fé que professamos.15 Com efeito, temos um sumo sacerdotecapaz de se compadecer de nossas fraquezas,pois ele mesmo foi provado em tudo como nós,com exceção do pecado.16 Aproximemo-nos então, com toda a confiança,do trono da graça, para conseguirmos misericórdia e alcançarmosa graça de um auxílio no momento oportuno.5,7 Cristo, nos dias de sua vida terrestre,dirigiu preces e súplicas,com forte clamor e lágrimas,àquele que era capaz de salvá-lo da morte.E foi atendido, por causa de sua entrega a Deus.8 Mesmo sendo Filho, aprendeu o que significa aobediência a Deus por aquilo que ele sofreu.9 Mas, na consumação de sua vida,tornou-se causa de salvação eternapara todos os que lhe obedecem.Palavra do Senhor. Evangelho – Jo 18,1-19,42 Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo João 18,1-19,42 Prenderam Jesus e o amarraram. Naquele tempo:1 Jesus saiu com os discípulospara o outro lado da torrente do Cedron.Havia aí um jardim, onde ele entrou com os discípulos.2 Também Judas, o traidor, conhecia o lugar,porque Jesus costumava reunir-se aícom os seus discípulos.3 Judas levou consigo um destacamento de soldadose alguns guardas dos sumos sacerdotes e fariseus,e chegou ali com lanternas, tochas e armas.4 Então Jesus, consciente de tudo o que ia acontecer,saiu ao encontro deles e disse: ‘A quem procurais?’5 Responderam: ‘A Jesus, o nazareno’.Ele disse: ‘Sou eu’.Judas, o traidor, estava junto com eles.6 Quando Jesus disse: ‘Sou eu’,eles recuaram e caíram por terra.7 De novo lhes perguntou:‘A quem procurais?’Eles responderam: ‘A Jesus, o nazareno’.8 Jesus respondeu: ‘Já vos disse que sou eu.Se é a mim que procurais,então deixai que estes se retirem’.9 Assim se realizava a palavra que Jesus tinha dito:‘Não perdi nenhum daqueles que me confiaste’.10 Simão Pedro, que trazia uma espada consigo,puxou dela e feriu o servo do sumo sacerdote,cortando-lhe a orelha direita.O nome do servo era Malco.11 Então Jesus disse a Pedro:‘Guarda a tua espada na bainha.Não vou beber o cálice que o Pai me deu?’ Conduziram Jesus primeiro a Anás. 12 Então, os soldados, o comandante e os guardas dosjudeus prenderam Jesus e o amarraram.13 Conduziram-no primeiro a Anás, que era o sogro deCaifás, o sumo sacerdote naquele ano.14 Foi Caifás que deu aos judeus o conselho:‘É preferível que um só morra pelo povo’.15 Simão Pedro e um outro discípulo seguiam Jesus.Esse discípulo era conhecido do sumo sacerdotee entrou com Jesus no pátio do sumo sacerdote.16 Pedro ficou fora, perto da porta.Então o outro discípulo,que era conhecido do sumo sacerdote, saiu,conversou com a encarregada da portae levou Pedro para dentro.17 A criada que guardava a porta disse a Pedro:‘Não pertences também tu aos discípulos desse homem?’Ele respondeu: ‘Não’.18 Os empregados e os guardas fizeram uma fogueirae estavam-se
São Martinho I

O Papa Martinho I enfrentou o poder imperial de sua época e por isso foi submetido a grandes humilhações e também a degradantes torturas. Martinho nasceu em Todi, na Toscana, e era padre em Roma quando morreu o Papa Teodoro. Imediatamente Martinho foi eleito para sucedê-lo e passou a dirigir a Igreja com a mão forte da disciplina que o período exigia. O imperador Constante II defendia as teses hereges dos monotelistas, que negavam a condição humana de Cristo. Para defender a fé católica, que reconhece Jesus Cristo como homem e Deus, o Papa Martinho I convocou um Concílio, um dos maiores da história da Igreja, na basílica de São João de Latrão, para o qual foram convidados todos os bispos do Ocidente. Ali foram condenadas definitivamente todas as teses monotelistas, o que provocou a ira mortal do imperador Constante II. O imperador ordenou a prisão do Papa Marinho I, mas o comandante da guarda resolveu ir além e planejou matar Martinho. Armou um plano com seu escudeiro, que entrou no local de uma missa em que o próprio Papa daria a Santa Comunhão aos fiéis. Na hora de receber a hóstia, o assassino sacou de seu punhal, mas ficou cego no mesmo instante e fugiu apavorado. O imperador Constante II não desistiu da prisão do Papa Martinho I, pedindo a sua transferência para que o julgamento se desse em Bósforo. A viagem tornou-se um verdadeiro suplício que durou quinze meses e acabou com a saúde do Papa. Mesmo assim, ao chegar à cidade ficou exposto desnudo sobre um leito no meio da rua, para ser insultado pela população. Depois foi jogado em um fétido e podre calabouço, sem as mínimas condições de higiene e alimentação. Entristecido pelo abandono de todos, Martinho repetia: “Surpreende-me a falta de compreensão e de compaixão de todos os que antes me pertenciam e de meus amigos e parentes, os quais se esqueceram de mim de um modo completo”. O Papa Martinho I foi condenado ao exílio na Criméia, sul da Rússia. Ele acabou morrendo de fome quatro meses depois. Foi o último Papa a ser martirizado. Colaboração: Padre Evaldo César de Souza, CSsR Via: a12
Quinta-feira Da Semana Santa – Missa Do Crisma Da Páscoa

1ª Leitura – Is 61,1-3a.6a.8b-9 O Senhor me ungiu e enviou-mepara dar a boa-nova aos humildes. Leitura do Livro do Profeta Isaías 61,1-3a.6a.8b-91 O espírito do Senhor Deus está sobre mim,porque o Senhor me ungiu;enviou-me para dar a boa-nova aos humildes,curar as feridas da alma,pregar a redenção para os cativose a liberdade para os que estão presos;2 para proclamar o tempo da graça do Senhore o dia da vingança do nosso Deus;para consolar todos os que choram,3a para reservar e dar aos que sofrem por Siãouma coroa, em vez de cinza,o óleo da alegria, em vez da aflição.6a Vós sois os sacerdotes do Senhor,chamados ‘ministros de nosso Deus’.8b Eu os recompensarei por suas obras segundo a verdade,e farei com eles uma aliança perpétua.9 Sua descendência será conhecida entre as nações,e seus filhos se fixarão no meio dos povos;quem os vir há de reconhecê-loscomo descendentes abençoados por Deus.Palavra do Senhor. Salmo – Sl 88, 21-22.25.27 (R. cf. 2a) R. Senhor, eu cantarei eternamente o vosso amor. 21 Encontrei e escolhi a Davi, meu servidor, *e o ungi, para ser rei, com meu óleo consagrado.22 Estará sempre com ele minha mão onipotente, *e meu braço poderoso há de ser a sua força. R. 25 Minha verdade e meu amor estarão sempre com ele, *sua força e seu poder por meu nome crescerão.27 Ele, então, me invocará: ‘Ó Senhor, vós sois meu Pai, *sois meu Deus, sois meu Rochedoonde encontro a salvação!` R. 1ª Leitura – Ap 1,5-8 Fez de nós um reino,sacerdotes para seu Deus e Pai. Leitura do Livro do Apocalipse de São João 1,5-8A vós graça e paz5 da parte de Jesus Cristo,a testemunha fiel, o primeiro a ressuscitar dentre os mortos,o soberano dos reis da terra.A Jesus, que nos ama,que por seu sangue nos libertou dos nossos pecados6 e que fez de nós um reino,sacerdotes para seu Deus e Pai,a ele a glória e o poder, em eternidade. Amém.7 Olhai! Ele vem com as nuvens,e todos os olhos o verão– também aqueles que o traspassaram.Todas as tribos da terra baterão no peito por causa dele.Sim. Amém!8 ‘Eu sou o Alfa e o ômega’, diz o Senhor Deus,‘aquele que é, que era e que vem,o Todo-poderoso’.Palavra do Senhor. Evangelho – Lc 4,16-21 O Espírito do Senhor está sobre mim.+ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas 4,16-21Naquele tempo:16 Jesus veio à cidade de Nazaré, onde se tinha criado.Conforme seu costume, entrou na sinagoga no sábado,e levantou-se para fazer a leitura.17 Deram-lhe o livro do profeta Isaías.Abrindo o livro,Jesus achou a passagem em que está escrito:18 ‘O Espírito do Senhor está sobre mim,porque ele me consagrou com a unçãopara anunciar a Boa Nova aos pobres;enviou-me para proclamar a libertação aos cativose aos cegos a recuperação da vista;para libertar os oprimidos19 e para proclamar um ano da graça do Senhor.’20 Depois fechou o livro,entregou-o ao ajudante, e sentou-se.Todos os que estavam na sinagogatinham os olhos fixos nele.21 Então começou a dizer-lhes:‘Hoje se cumpriu esta passagem da Escrituraque acabastes de ouvir.’Palavra da Salvação. Fonte: CNBB
São Vitor De Braga, Mártir

Na Igreja temos pelo menos nove santos com o nome de Júlio, mas hoje celebramos Júlio Primeiro, Papa que dirigiu a Igreja desde 337 até 352. Júlio era de origem romana, filho de um certo cidadão chamado Rústico. Viveu no período em que a Igreja respirava a liberdade religiosa concedida pelo imperador Constantino. Esta liberdade oferecia ao cristianismo melhores condições de vida e expansão da religião. Por outro lado surgiram as primeiras heresias: donatismo, que pregava que somente santos podiam estar na igreja e o arianismo, que negava a divindade de Cristo. Com a morte de Constantino, o arianismo começou a crescer rapidamente. O Papa Júlio I, indo contra os poderosos que defendiam esta heresia, tomou a defesa e hospedou Atanásio, o grande doutor da Igreja, aquele que era contra os hereges arianos, incentivando a fim desta heresia. O Papa Júlio I construiu várias igrejas em Roma: a dos Santos Apóstolos, a da Santíssima Maria de Trastéveres, e mandou construir as igrejas de são Valentim, de São Calixto e de São Félix. Cuidou da organização eclesiástica, e da catequese dos adultos e velhos. Ele morreu em 352, após quinze anos de pontificado. Foi sepultado no cemitério de Calepódio, na via Aurélia, numa igreja que ele também havia mandado edificar e sua veneração começou entre os fiéis a partir do século sétimo. Colaboração: Padre Evaldo César de Souza, CSsR Via: a12
4ª-feira Da Semana Santa Da Páscoa

1ª Leitura – Is 50,4-9a Não desviei o rosto de bofetões e cusparadas.(3º canto do Servo do Senhor) Leitura do Livro do Profeta Isaías 50,4-9a 4 O Senhor Deus deu-me língua adestrada,para que eu saiba dizerpalavras de conforto à pessoa abatida;ele me desperta cada manhãe me excita o ouvido,para prestar atenção como um discípulo.5 O Senhor abriu-me os ouvidos;não lhe resisti nem voltei atrás.6 Ofereci as costas para me batereme as faces para me arrancarem a barba:não desviei o rostode bofetões e cusparadas.7 Mas o Senhor Deus é meu Auxiliador,por isso não me deixei abater o ânimo,conservei o rosto impassível como pedra,porque sei que não sairei humilhado.8 A meu lado está quem me justifica;alguém me fará objeções? Vejamos.Quem é meu adversário? Aproxime-se.9a Sim, o Senhor Deus é meu Auxiliador;quem é que me vai condenar?Palavra do Senhor. Salmo – Sl 68, 8-10. 21bcd-22. 31. 33-34 (R. 14cb) R. Respondei-me pelo vosso imenso amor,neste tempo favorável, Senhor Deus. 8 Por vossa causa é que sofri tantos insultos, *e o meu rosto se cobriu de confusão;9 eu me tornei como um estranho a meus irmãos, *como estrangeiro para os filhos de minha mãe.10 Pois meu zelo e meu amor por vossa casa *me devoram como fogo abrasador;e os insultos de infiéis que vos ultrajam *recaíram todos eles sobre mim! R. 21b O insulto me partiu o coração;+21c Eu esperei que alguém de mim tivesse pena;* 21d procurei quem me aliviasse e não achei!22 Deram-me fel como se fosse um alimento, *em minha sede ofereceram-me vinagre! R. 31 Cantando eu louvarei o vosso nome *e agradecido exultarei de alegria!33 Humildes, vede isto e alegrai-vos: +o vosso coração reviverá, *se procurardes o Senhor continuamente!34 Pois nosso Deus atende à prece dos seus pobres, *e não despreza o clamor de seus cativos. R. Evangelho – Mt 26,14-25 O Filho do Homem vai morrer,conforme diz a Escritura a respeito dele.Contudo, ai daquele que o trair. + Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus 26,14-25 Naquele tempo:14 Um dos doze discípulos, chamado Judas Iscariotes,foi ter com os sumos sacerdotes15 e disse: ‘O que me dareis se vos entregar Jesus?’Combinaram, então, trinta moedas de prata.16 E daí em diante, Judas procurava uma oportunidadepara entregar Jesus.17 No primeiro dia da festa dos Ázimos,os discípulos aproximaram-se de Jesuse perguntaram: ‘Onde queres que façamos os preparativospara comer a Páscoa?’18 Jesus respondeu: ‘Ide à cidade,procurai certo homem e dizei-lhe:‘O Mestre manda dizer: o meu tempo está próximo,vou celebrar a Páscoa em tua casa,junto com meus discípulos’.’19 Os discípulos fizeram como Jesus mandoue prepararam a Páscoa.20 Ao cair da tarde, Jesus pôs-se à mesacom os doze discípulos.21 Enquanto comiam, Jesus disse:‘Em verdade eu vos digo, um de vós vai me trair.’22 Eles ficaram muito tristese, um por um, começaram a lhe perguntar:‘Senhor, será que sou eu?’23 Jesus respondeu:‘Quem vai me trair é aquele que comigo põe a mão no prato.24 O Filho do Homem vai morrer,conforme diz a Escritura a respeito dele.Contudo, ai daquele que trair o Filho do Homem!Seria melhor que nunca tivesse nascido!’25 Então Judas, o traidor, perguntou:‘Mestre, serei eu?’Jesus lhe respondeu: ‘Tu o dizes.’Palavra da Salvação. Reflexão – Mt 26, 14-25 O amor que Deus tem por todas as pessoas nunca foi plenamente correspondido, pois sempre o pecado manifestou o desamor que o homem tem por ele. O episódio da traição de Judas nos mostra de um modo muito mais profundo esta verdade. O Filho, verdadeiro Deus, Segunda Pessoa da Santíssima Trindade, por amor a nós, renuncia à sua condição divina e se faz homem, tornando-se um de nós. A resposta que ele encontra dos homens não é o amor, mas a traição e a morte. Mas nem mesmo esta realidade diminui o amor que Deus tem por nós, uma vez que, por amor, Jesus nos dá livremente a sua vida. Fonte: CNBB
Santa Gema Galgani

Gema, nome que significa jóia, foi a primeira das cinco filhas do casal Galgani. Nasceu em 1878, numa família rica e profundamente religiosa. Gema Galgani teve uma infância feliz, cercada de atenção da mãe que lhe ensinava as orações e o catecismo com alegria. Ela aprendeu tão bem que não se cansava de recitá-lo e pedia constantemente à mãe que lhe contasse as histórias da vida de Jesus. Mas esta felicidade caseira terminou aos sete anos. Sua mãe morreu muito cedo e sua ausência também causou o falecimento do pai. Órfã, caiu doente e só suplantou a grave enfermidade graças ao abrigo encontrado no seio de uma família de Luca, também muito católica, que a adotou e cuidou de sua formação. Com a morte dos pais, Gema apegou-se ainda mais a religião. Recebeu a Primeira Eucaristia antes mesmo do tempo marcado para as outras meninas e levava tão a sério os conceitos de caridade que dividia a própria merenda com os pobres. Demonstrava sempre vontade de se tornar freira e tentou fazê-lo logo depois que Nossa Senhora lhe apareceu, em sonho. Pediu a entrada no convento da Ordem das Passionistas, mas a resposta foi negativa. Conservou seu estado leigo com entrega total ao amor de Jesus. Conta a história que Gema conversava com anjos e recebia a visita de São Gabriel. Recebeu também os estigmas de Cristo, que lhe trouxeram terríveis sofrimentos, mas ela os suportou com alegria e paciência. Entretanto, fisicamente fraca, os estigmas e as penitências que se auto-infligia acabaram por consumir sua vida. Gema Galgani morreu muito doente, aos vinte e cinco anos. Imediatamente começou a devoção e veneração à “Virgem de Luca” como passou a ser conhecida. O Papa Pio XII a declarou modelo para a juventude da Igreja. segundo consideram autoridades em matéria de espiritualidade, passou por todos os nove graus clássicos do crescimento na vida de santidade. Colaboração: Padre Evaldo César de Souza, CSsR Via: a12
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