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14º Domingo Do Tempo Comum

Primeira Leitura: Isaías 66,10-14 Leitura do livro do profeta Isaías – Alegrai-vos com Jerusalém e exultai com ela todos vós que a amais; tomai parte em seu júbilo, todos vós que choráveis por ela, para poderdes sugar e saciar-vos ao seio de sua consolação e aleitar-vos e deliciar-vos aos úberes de sua glória. Isto diz o Senhor: “Eis que farei correr para ela a paz como um rio e a glória das nações como torrente transbordante. Sereis amamentados, carregados ao colo e acariciados sobre os joelhos. Como uma mãe que acaricia o filho, assim eu vos consolarei, e sereis consolados em Jerusalém. Tudo isso haveis de ver e o vosso coração exultará, e o vosso vigor se renovará como a relva do campo. A mão do Senhor se manifestará em favor de seus servos”. – Palavra do Senhor.   Salmo Responsorial: 65(66) Aclamai o Senhor Deus, ó terra inteira. Aclamai o Senhor Deus, ó terra inteira, / cantai salmos a seu nome glorioso, / dai a Deus a mais sublime louvação! / Dizei a Deus: “Como são grandes vossas obras! – R. Toda a terra vos adore com respeito / e proclame o louvor de vosso nome!” / Vinde ver todas as obras do Senhor: / seus prodígios estupendos entre os homens! – R. O mar ele mudou em terra firme, / e passaram pelo rio a pé enxuto. / Exultemos de alegria no Senhor! / Ele domina para sempre com poder! – R. Todos vós que a Deus temeis, vinde escutar: / vou contar-vos todo bem que ele me fez! / Bendito seja o Senhor Deus, que me escutou, † não rejeitou minha oração e meu clamor / nem afastou longe de mim o seu amor! – R. Segunda Leitura: Gálatas 6,14-18 Leitura da carta de são Paulo aos Gálatas – Irmãos, quanto a mim, que eu me glorie somente da cruz do Senhor nosso, Jesus Cristo. Por ele, o mundo está crucificado para mim, como eu estou crucificado para o mundo. Pois nem a circuncisão nem a incircuncisão têm valor; o que conta é a criação nova. E para todos os que seguirem esta norma, como para o Israel de Deus, paz e misericórdia. Doravante, que ninguém me moleste, pois eu trago em meu corpo as marcas de Jesus. Irmãos, a graça do Senhor nosso, Jesus Cristo, esteja convosco. Amém! – Palavra do Senhor. Evangelho: Lucas 10,1-12.17-20 ou 1-9 [A forma breve encontra-se entre colchetes.] Proclamação do evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas – [Naquele tempo, o Senhor escolheu outros setenta e dois discípulos e os enviou dois a dois, na sua frente, a toda cidade e lugar aonde ele próprio devia ir. E dizia-lhes: “A messe é grande, mas os trabalhadores são poucos. Por isso, pedi ao dono da messe que mande trabalhadores para a colheita. Eis que vos envio como cordeiros para o meio de lobos. Não leveis bolsa, nem sacola, nem sandálias e não cumprimenteis ninguém pelo caminho! Em qualquer casa em que entrardes, dizei primeiro: ‘A paz esteja nesta casa!’ Se ali morar um amigo da paz, a vossa paz repousará sobre ele; se não, ela voltará para vós. Permanecei naquela mesma casa, comei e bebei do que tiverem, porque o trabalhador merece o seu salário. Não passeis de casa em casa. Quando entrardes numa cidade e fordes bem recebidos, comei do que vos servirem, curai os doentes que nela houver e dizei ao povo: ‘O reino de Deus está próximo de vós’.]Mas, quando entrardes numa cidade e não fordes bem recebidos, saindo pelas ruas, dizei: ‘Até a poeira de vossa cidade, que se apegou aos nossos pés, sacudimos contra vós. No entanto, sabei que o reino de Deus está próximo!’ Eu vos digo que, naquele dia, Sodoma será tratada com menos rigor do que essa cidade”. Os setenta e dois voltaram muito contentes, dizendo: “Senhor, até os demônios nos obedeceram por causa do teu nome”. Jesus respondeu: “Eu vi satanás cair do céu como um relâmpago. Eu vos dei o poder de pisar em cima de cobras e escorpiões e sobre toda a força do inimigo. E nada vos poderá fazer mal. Contudo, não vos alegreis porque os espíritos vos obedecem. Antes, ficai alegres porque vossos nomes estão escritos no céu”. – Palavra da salvação.   Reflexão: Lucas, depois de apresentar a “missão dos doze” no capítulo nove, apresenta-nos a “missão dos setenta e dois” discípulos. O número “setenta e dois” é simbólico: recorda o número das nações elencadas em Gênesis (cap. 10) e lembra a missão universal da comunidade. A Igreja não tem fronteiras e não se limita a um único povo; precisa estar presente em toda parte onde o Reino de Deus ainda não se estabeleceu. O Reino é o objetivo de toda a ação da Igreja. Os discípulos são enviados dois a dois para mostrar que a missão não é iniciativa do indivíduo, mas obra da comunidade. Eles vão à frente do Mestre para preparar-lhe o caminho. O autor apresenta o perfil dos missionários: são pessoas que rezam, pedem ao Senhor da messe que envie operários; devem estar dispostas a enfrentar os desafios da missão, pois há lobos ferozes querendo devorar o projeto de Jesus e seus anunciadores; são pessoas despojadas, que não visam lucro e sabem que o resultado da missão não depende dos bens materiais; são pessoas promotoras da paz, dom messiânico por excelência; não se conformam com os projetos diabólicos, que são obstáculos ao Reino de Deus; sacodem o pó da sociedade injusta. A alegria dos anunciadores não advém do sucesso, mas em saber que contribuíram com o projeto de Jesus. Fonte: Evangelho do dia – Notícias Católicas

Santo Adriano, Pertencia à Chefia Da Guarda Romana

Santo Adriano sofreu todas as pressões para negar a fé em Cristo e na Igreja Adriano viveu no século IV. Era casado com Natália. Recebia oração e via o testemunho de sua esposa nas pequenas coisas, na fidelidade, no amor a Deus e a ele. Adriano pertencia à chefia da guarda romana, onde o Imperador Diocleciano perseguia duramente os cristãos. Numa ocasião, foram presos 22 cristãos, que testemunharam Jesus perante os tribunais. O coração de Adriano se decidiu por Cristo naquele momento e quis pertencer ao número daqueles heróis do Senhor. Decidiu-se por Cristo, foi preso, sofreu todas as pressões para negar a fé em Cristo e na Igreja. Natália acompanhou tudo e orava pela fidelidade de seu esposo a Cristo. Adriano teve uma última chance de declarar seu amor à esposa e foi martirizado, queimado vivo, juntamente com os outros 22 cristãos. Santo Adriano, rogai por nós! Fonte: Santo do dia – Notícias Católicas

Santa Maria Goretti, Virgem E Mártir

Santa Maria Goretti manteve-se pura e santa por causa do seu amor a Deus A Igreja, neste dia, celebra a virgem e mártir que encantou e continua enriquecendo os cristãos com seu testemunho de “sim” a Deus e “não” ao pecado. Nascida em Corinaldo, centro da Itália, era de família pobre, numerosa e camponesa, mas muito temente a Deus. Com a morte do pai, Maria Goretti, com os seus, foram morar num local perto de Roma, sob o mesmo teto de uma família composta por um pai viúvo e dois filhos, sendo um deles Alexandre. Aconteceu que este jovem por várias vezes tentou seduzir Goretti, que ficava em casa para cuidar dos irmãozinhos. E por ser uma menina temente a Deus, sua resposta era cheia de maturidade: “Não, não, Deus não quer; é pecado!” Santa Maria Goretti, certa vez, estava em casa e em oração, por isso quando o jovem, que era de maior estatura e idade, tentou novamente seduzi-la, Goretti resistiu com mais um grande não. A resposta de Alexandre foram 14 facadas, enquanto da parte de Goretti, percebemos a santidade, na confidência à sua mãe: “Sim, o perdoo… Lá no céu, rogarei para que ele se arrependa… Quero que ele esteja junto comigo na glória eterna”. O martírio desta adolescente, de apenas 12 anos, foi a causa da conversão do jovem assassino, que depois de sair da cadeia esteve com as 400 mil pessoas, na Praça de São Pedro, na ocasião da canonização dessa santa, e ao lado da mãe dela, que o perdoou também. Santa Maria Goretti manteve-se pura e santa por causa do seu amor a Deus, por isso na glória reina com Cristo. Santa Maria Goretti, rogai por nós! Fonte: Santo do dia – Notícias Católicas

13ª Semana Do Tempo Comum – Sábado

Primeira Leitura: Gênesis 27,1-5.15-29 Leitura do livro do Gênesis – Quando Isaac ficou velho, seus olhos enfraqueceram e já não podia ver. Chamou, então, o filho mais velho, Esaú, e lhe disse: “Meu filho!” Este respondeu: “Aqui estou!” Disse-lhe o pai: “Como vês, já estou velho e não sei qual será o dia da minha morte. Toma as tuas armas, as flechas e o arco, e sai para o campo. Se apanhares alguma caça, prepara-me um assado saboroso, como sabes que eu gosto, e traze-o para que o coma e assim te dar a bênção antes de morrer”. Rebeca escutava o que Isaac dizia a seu filho Esaú. Esaú saiu para o campo à procura de caça para o pai. Rebeca tomou, então, as melhores roupas que o filho mais velho tinha em casa e vestiu com elas o filho mais novo, Jacó. Cobriu-lhe as mãos e a parte lisa do pescoço com peles de cabrito. Pôs nas mãos do filho Jacó o assado e o pão que havia preparado. Este levou-os ao pai, dizendo: “Meu pai!” “Estou ouvindo”, respondeu Isaac. “Quem és tu, meu filho?” E disse Jacó a seu pai: “Eu sou Esaú, teu filho primogênito; fiz como me ordenaste. Levanta-te, senta-te e come da minha caça, para me abençoares”. Isaac replicou-lhe: “Como conseguiste achar assim depressa, meu filho?” Ele respondeu: “É o Senhor teu Deus que fez que isso acontecesse”. Isaac disse a Jacó: “Vem cá, meu filho, para que eu te apalpe e veja se és ou não meu filho Esaú”. Jacó achegou-se a seu pai, Isaac, que o apalpou e disse: “A voz é a voz de Jacó, mas as mãos são as mãos de Esaú”. E não o reconheceu, pois suas mãos estavam peludas como as do seu filho Esaú. Então, decidiu abençoá-lo. Perguntou-lhe ainda: “Tu és, de fato, meu filho Esaú?” Ele respondeu: “Sou”. Isaac continuou: “Meu filho, serve-me da tua caça para eu comer e te abençoar”. Jacó serviu-o e ele comeu; trouxe-lhe depois vinho e ele bebeu. Disse-lhe então seu pai, Isaac: “Aproxima-te, meu filho, e beija-me”. Jacó aproximou-se e o beijou. Quando Isaac sentiu o cheiro das suas roupas, abençoou-o, dizendo: “Este é o cheiro do meu filho: é como o aroma de um campo fértil que o Senhor abençoou! Que Deus te conceda o orvalho do céu e a fertilidade da terra, a abundância de trigo e de vinho. Que os povos te sirvam e se prostrem as nações em tua presença. Sê o senhor de teus irmãos, e diante de ti se inclinem os filhos de tua mãe. Maldito seja quem te amaldiçoar, e quem te abençoar seja bendito!” – Palavra do Senhor.   Salmo Responsorial: 134(135) Louvai o Senhor, porque é bom! Louvai o Senhor, bendizei-o; / louvai o Senhor, servos seus, / que celebrais o louvor em seu templo / e habitais junto aos átrios de Deus! – R. Louvai o Senhor, porque é bom; / cantai ao seu nome suave! / Escolheu para si a Jacó, / preferiu Israel por herança. – R. Eu bem sei que o Senhor é tão grande, / que é maior do que todos os deuses. / Ele faz tudo quanto lhe agrada, † nas alturas dos céus e na terra, / no oceano e nos fundos abismos. – R. Evangelho: Mateus 9,14-17 Proclamação do evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus – Naquele tempo, os discípulos de João aproximaram-se de Jesus e perguntaram: “Por que razão nós e os fariseus praticamos jejuns, mas os teus discípulos não?” Disse-lhes Jesus: “Por acaso, os amigos do noivo podem estar de luto enquanto o noivo está com eles? Dias virão em que o noivo será tirado do meio deles. Então, sim, eles jejuarão. Ninguém coloca remendo de pano novo em roupa velha, porque o remendo repuxa a roupa e o rasgão fica maior ainda. Também não se coloca vinho novo em odres velhos, senão os odres se arrebentam, o vinho se derrama e os odres se perdem. Mas vinho novo se coloca em odres novos, e assim os dois se conservam”. – Palavra da salvação. Reflexão: Os discípulos de João Batista vão até Jesus para pôr na balança dois comportamentos. Eles e os fariseus jejuam, ao passo que os discípulos de Jesus não jejuam. Por que não? Aos ouvidos dos fariseus soavam ainda as palavras de Oseias, retomadas por Jesus: “Vão e aprendam o que significa: ‘Quero misericórdia e não sacrifício’” (Os 6,6). Agora vão aprender uma lição sobre a prática do jejum. Jejuar em vista de quê? Só para aumentar e exibir a coleção de boas obras como trunfo para ganhar a aprovação de Deus e conquistar o céu? Mas Deus aprova antes de tudo os que ouvem o “Noivo” da nova comunidade (Jesus) e põem em prática suas palavras. É o esforço que fazem “os amigos do noivo”. É o tempo da libertação para uma vida nova. Mas, na cabeça dos fariseus, essa novidade transformadora não entra. Fonte: Evangelho do dia – Notícias Católicas

Santo Antônio Maria Zaccaria, Apaixonado Por Jesus Eucarístico

O santo de hoje foi um grande apaixonado por Jesus Eucarístico e pela Virgem Maria Antônio Maria, nasceu em Cremona, no norte da Itália em 1502 e, ao perder o pai muito cedo teve de sua mãe o grande gesto de amor que consistiu em dedicar-se somente para sua educação, tanto assim que, com apenas 22 anos, já era médico. Ele fazia de sua profissão um apostolado, por isso não cuidava só do corpo, mas também da alma dos seus pacientes que eram tratados como irmãos deste médico corajoso, pois viviam em um ambiente impregnado pelo humanismo sem Deus. Chamado por Cristo, ampliou seu apostolado ao ser ordenado sacerdote e, desta forma, pôde testemunhar Jesus e a unidade da Igreja num tempo em que as ciências de fundo pagão, a decadência das ordens religiosas, do clero, pediam não uma Reforma Protestante, mas sim uma santidade transformadora. Fundador dos Clérigos Regulares de São Paulo e, com a ajuda de uma condessa, da Congregação das Angélicas de São Paulo, Antônio viveu, comunicou vida num dos períodos mais difíceis da Igreja de Cristo. Depois de muito propagar a devoção a Jesus Eucarístico, por ter trabalhado demais, veio com 37 anos “dormir” nos braços de sua mãe terrestre e acordar nos braços de sua Mãe Celeste. Santo Antônio Maria Zaccaria, rogai por nós! Fonte: Santo do dia – Notícias Católicas

13ª Semana Do Tempo Comum – Sexta-feira

Primeira Leitura: Gênesis 23,1-4.19; 24,1-8.62-67 Leitura do livro do Gênesis – Sara viveu cento e vinte e sete anos e morreu em Cariat Arbe, que é Hebron, em Canaã. Abraão veio fazer luto por Sara e chorá-la. Depois, levantou-se de junto da morta e falou aos hititas: “Sou um estrangeiro e hóspede no vosso meio. Cedei-me como propriedade entre vós um lugar de sepultura, onde possa sepultar minha esposa que morreu”. Assim, Abraão sepultou Sara, sua mulher, na caverna do campo de Macpela, em frente de Mambré, que é Hebron, na terra de Canaã. Abraão já era velho, de idade avançada, e o Senhor o havia abençoado em tudo. Abraão disse ao servo mais antigo da sua casa, administrador de todos os seus bens: “Põe a mão debaixo da minha coxa e jura-me pelo Senhor, Deus do céu e da terra, que não escolherás para meu filho uma mulher entre as filhas dos cananeus, no meio dos quais eu moro; mas tu irás à minha terra natal, buscar entre os meus parentes uma mulher para o meu filho Isaac”. E o servo respondeu: “E se a mulher não quiser vir comigo para esta terra, deverei levar teu filho para a terra de onde saíste?” Abraão respondeu: “Guarda-te de levar meu filho de volta para lá. O Senhor, Deus do céu, que me tirou da casa do meu pai e da minha terra natal e que me falou e jurou, dizendo: ‘À tua descendência darei esta terra’, ele mesmo enviará seu anjo diante de ti e trarás de lá uma mulher para meu filho. Porém, se a mulher não quiser vir contigo, ficarás livre deste juramento; mas de maneira alguma levarás meu filho de volta para lá”. Isaac tinha voltado da região do poço de Laai-Rói e morava na terra do Negueb. Ao cair da tarde, Isaac saiu para o campo a passear. Levantando os olhos, viu camelos que chegavam. Rebeca também, erguendo os olhos, viu Isaac. Desceu do camelo e perguntou ao servo: “Quem é aquele homem que vem pelo campo ao nosso encontro?” O servo respondeu: “É o meu senhor”. Ela puxou o véu e cobriu o rosto. Então o servo contou a Isaac tudo o que tinha feito. Ele introduziu Rebeca na tenda de Sara, sua mãe, e recebeu-a por esposa. Isaac amou-a, consolando-se assim da morte da mãe. – Palavra do Senhor. Salmo Responsorial: 105(106) Dai graças ao Senhor, porque ele é bom. Dai graças ao Senhor, porque ele é bom, / porque eterna é a sua misericórdia! / Quem contará os grandes feitos do Senhor? / Quem cantará todo o louvor que ele merece? – R. Felizes os que guardam seus preceitos / e praticam a justiça em todo o tempo! / Lembrai-vos, ó Senhor, de mim, lembrai-vos / pelo amor que demonstrais ao vosso povo! – R. Visitai-me com a vossa salvação, / para que eu veja o bem-estar do vosso povo, / e exulte na alegria dos eleitos, / e me glorie com os que são vossa herança. – R. Evangelho: Mateus 9,9-13 Proclamação do evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus – Naquele tempo, Jesus viu um homem, chamado Mateus, sentado na coletoria de impostos e disse-lhe: “Segue-me!” Ele se levantou e seguiu a Jesus. Enquanto Jesus estava à mesa, em casa de Mateus, vieram muitos cobradores de impostos e pecadores e sentaram-se à mesa com Jesus e seus discípulos. Alguns fariseus viram isso e perguntaram aos discípulos: “Por que vosso mestre come com os cobradores de impostos e pecadores?” Jesus ouviu a pergunta e respondeu: “Aqueles que têm saúde não precisam de médico, mas sim os doentes. Aprendei, pois, o que significa: ‘Quero misericórdia e não sacrifício’. De fato, eu não vim para chamar os justos, mas os pecadores”. – Palavra da salvação. Reflexão: Por prestar serviço aos ocupantes romanos, os cobradores de impostos eram malvistos ou mesmo desprezados pelos judeus. Jesus, que veio para oferecer a salvação a todos, não se deixa levar por esses preconceitos. Por isso chama justamente um cobrador de impostos para ser seu discípulo. Esse modo de pensar e agir de Jesus ganha evidência quando se dispõe a participar de uma refeição a que comparecem também cobradores de impostos e pecadores. Um prato cheio para os fariseus (o que faziam aí?) que censuram a atitude do Mestre por se misturar com essa gente! Jesus argumenta: os doentes é que precisam de médico! À força de observâncias, os fariseus se consideram sãos e justos: permanecem fechados à misericórdia do Senhor, da qual Mateus se torna verdadeira testemunha. Fonte: Evangelho do dia – Notícias Católicas

Santa Isabel, Mulher De Oração E Centrada Na Eucaristia

Santa Isabel era mulher de caridade e reconciliadora, vivendo isso bem a partir de sua família Nasceu na Espanha no ano de 1270. Pertencia à família real de Aragão, que lhe concedeu uma ótima formação cristã. Foi entregue em casamento ao rei Diniz, rei de Portugal, com apenas 12 anos de idade, e já dava testemunho de uma esposa cristã, uma mulher de oração e centrada na Eucaristia e ajudou a propagar a grande devoção à Nossa Senhora da Conceição. Aos 20 anos teve seu filho Afonso IV, que viveu muitos conflitos com o pai. Isabel era mulher de caridade e reconciliadora, vivendo isso bem a partir de sua família. Era rainha, mas nunca esqueceu que também era irmã dos mais necessitados. Uma de suas últimas obras de caridade talvez, foi cuidar do seu próprio esposo. Dom Diniz que tanto a fez sofrer, agora precisava dos cuidados de Isabel, que se dispôs, quis cuidar dele. Ele ficou doente em 1324 e faleceu no ano seguinte. Então Isabel deixou a sua condição de viver no palácio como rainha e recebeu o hábito como franciscana, clarissa. Em 1336 saiu de Coimbra e foi ao encontro de seu filho, devido a um novo conflito familiar. Mesmo com 66 anos e enferma conseguiu chegar. Foi acolhida e ouvida por seu filho. Ali ela faleceu, mas foi enterrada em Coimbra, como era seu desejo. Está enterrada em uma Igreja dedicado a ela. Santa Isabel, rogai por nós! Fonte: Santo do dia – Notícias Católicas

13ª Semana Do Tempo Comum – Quinta-feira

Primeira Leitura: Gênesis 22,1-19 Leitura do livro do Gênesis – Naqueles dias, Deus pôs Abraão à prova. Chamando-o, disse: “Abraão!” E ele respondeu: “Aqui estou”. E Deus disse: “Toma teu filho único, Isaac, a quem tanto amas, dirige-te à terra de Moriá e oferece-o ali em holocausto sobre um monte que eu te indicar”. Abraão levantou-se bem cedo, selou o jumento, tomou consigo dois dos seus servos e seu filho Isaac. Depois de ter rachado lenha para o holocausto, pôs-se a caminho, para o lugar que Deus lhe havia ordenado. No terceiro dia, Abraão, levantando os olhos, viu de longe o lugar. Disse, então, aos seus servos: “Esperai aqui com o jumento, enquanto eu e o menino vamos até lá. Depois de adorarmos a Deus, voltaremos a vós”. Abraão tomou a lenha para o holocausto e a pôs às costas do seu filho Isaac, enquanto ele levava o fogo e a faca. E os dois continuaram caminhando juntos. Isaac disse a Abraão: “Meu pai”. “Que queres, meu filho?”, respondeu ele. E o menino disse: “Temos o fogo e a lenha, mas onde está a vítima para o holocausto?” Abraão respondeu: “Deus providenciará a vítima para o holocausto, meu filho”. E os dois continuaram caminhando juntos. Chegados ao lugar indicado por Deus, Abraão ergueu um altar, colocou a lenha em cima, amarrou o filho e o pôs sobre a lenha em cima do altar. Depois, estendeu a mão, empunhando a faca para sacrificar o filho. E eis que o anjo do Senhor gritou do céu, dizendo: “Abraão! Abraão!” Ele respondeu: “Aqui estou!” E o anjo lhe disse: “Não estendas a mão contra teu filho e não lhe faças nenhum mal! Agora sei que temes a Deus, pois não me recusaste teu filho único”. Abraão, erguendo os olhos, viu um carneiro preso num espinheiro pelos chifres; foi buscá-lo e ofereceu-o em holocausto no lugar do seu filho. Abraão passou a chamar aquele lugar: “O Senhor providenciará”. Donde até hoje se diz: “O monte onde o Senhor providenciará”. O anjo do Senhor chamou Abraão, pela segunda vez, do céu e lhe disse: “Juro por mim mesmo – oráculo do Senhor –, uma vez que agiste deste modo e não me recusaste teu filho único, eu te abençoarei e tornarei tão numerosa tua descendência como as estrelas do céu e como as areias da praia do mar. Teus descendentes conquistarão as cidades dos inimigos. Por tua descendência serão abençoadas todas as nações da terra, porque me obedeceste”. Abraão tornou para junto dos seus servos, e, juntos, puseram-se a caminho de Bersabeia, onde Abraão passou a morar. – Palavra do Senhor. Salmo Responsorial: 114(115) Andarei na presença de Deus, / junto a ele na terra dos vivos. Eu amo o Senhor, porque ouve / o grito da minha oração. / Inclinou para mim seu ouvido / no dia em que eu o invoquei. – R. Prendiam-me as cordas da morte, † apertavam-me os laços do abismo; / invadiam-me angústia e tristeza, / eu então invoquei o Senhor: / “Salvai, ó Senhor, minha vida!” – R. O Senhor é justiça e bondade, / nosso Deus é amor-compaixão. / É o Senhor quem defende os humildes: / eu estava oprimido, e salvou-me. – R. Libertou minha vida da morte, † enxugou de meus olhos o pranto / e livrou os meus pés do tropeço. / Andarei na presença de Deus, / junto a ele na terra dos vivos. – R. Evangelho: Mateus 9,1-8 Proclamação do evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus – Naquele tempo, entrando em um barco, Jesus atravessou para a outra margem do lago e foi para a sua cidade. Apresentaram-lhe, então, um paralítico deitado numa cama. Vendo a fé que eles tinham, Jesus disse ao paralítico: “Coragem, filho, os teus pecados estão perdoados!” Então alguns mestres da lei pensaram: “Esse homem está blasfemando!” Mas Jesus, conhecendo os pensamentos deles, disse: “Por que tendes esses maus pensamentos em vossos corações? O que é mais fácil, dizer: ‘Os teus pecados estão perdoados’ ou dizer: ‘Levanta-te e anda’? Pois bem, para que saibais que o Filho do homem tem, na terra, poder para perdoar pecados” – disse, então, ao paralítico –, “levanta-te, pega a tua cama e vai para a tua casa”. O paralítico então se levantou e foi para a sua casa. Vendo isso, a multidão ficou com medo e glorificou a Deus, por ter dado tal poder aos homens. – Palavra da salvação. Reflexão: Jesus se vê diante de um paralítico trazido por mãos solidárias. Ao ver isso, valoriza-lhes a fé, mola propulsora que nos faz sair de nós mesmos e buscar a cura, a vida, a salvação. Jesus nada pergunta ao paralítico; com poucas palavras o liberta dos pecados. Desse modo, Jesus mostra claramente a natureza espiritual da sua obra no mundo onde o mal fundamental é o pecado. Agitam-se alguns doutores da Lei, que cochicham a respeito de Jesus: “Ele blasfema”. Jesus esclarece o equívoco: “O Filho do Homem tem na terra autoridade para perdoar pecados”. E dirigindo-se ao paralítico, ordena: “Levante-se…”. Se tem poder para perdoar pecados, também pode libertar dos males físicos. Os doutores da Lei ficam desconcertados e mudos. As multidões, ao invés, glorificam a Deus. Fonte: Evangelho do dia – Notícias Católicas

São Tomé

Pertenceu ao grupo dos doze apóstolos. O Senhor o chamou dentro de sua realidade, com suas fraquezas e até com suas crises de fé. Nosso Senhor Jesus revelou a nós coisas maravilhosas através de São Tomé: “Tomé lhe disse: ‘Senhor, nós nem sabemos para onde vais, como poderíamos saber o caminho?’ Jesus lhe disse: Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vai ao Pai a não ser por mim” (Jo 14,6). Tomé nunca teve medo de expor a realidade de sua fé e de sua razão, que queria saber cada vez mais e melhor. Quando Jesus apareceu aos apóstolos ao ressuscitar, Tomé não estava ali, e aí encontramos seu testemunho: “Oito dias depois, os discípulos encontravam-se reunidos na casa, e Tomé estava com eles. Estando as portas fechadas, Jesus entrou, pôs-se no meio deles e disse: “A paz esteja convosco”. Depois disse a Tomé: “Põe o teu dedo aqui e olha as minhas mãos. Estende a tua mão e coloca-a no meu lado e não sejas incrédulo, mas crê!” Tomé respondeu: “Meu Senhor e meu Deus!” (Jo 20,26-28). O Papa São Gregório Magno meditando essa realidade de São Tomé diz: “A incredulidade de Tomé não foi um acaso, mas prevista nos planos de Deus. O discípulo, que, duvidando da Ressurreição do Mestre, pôs as mãos nas chagas do mesmo, curou com isso a ferida da nossa incredulidade”. Segundo a Tradição, Tomé teria ido, depois de Pentecostes, evangelizar pelo Oriente e Índia onde morreu martirizado, ou seja, morreu por amor, testemunhando a sua fé. São Tomé, rogai por nós ! Fonte: Santo do dia – Notícias Católicas

13ª Semana Do Tempo Comum – Quarta-feira

Primeira Leitura: Efésios 2,19-22 Leitura da carta de são Paulo aos Efésios – Irmãos, já não sois mais estrangeiros nem migrantes, mas concidadãos dos santos. Sois da família de Deus. Vós fostes integrados no edifício que tem como fundamento os apóstolos e os profetas, e o próprio Jesus Cristo como pedra principal. É nele que toda a construção se ajusta e se eleva para formar um templo santo no Senhor. E vós também sois integrados nessa construção, para vos tornardes morada de Deus pelo Espírito. – Palavra do Senhor. Salmo Responsorial: 116(117) Ide por todo o mundo, a todos pregai o evangelho. Cantai louvores ao Senhor, todas as gentes, / povos todos, festejai-o! – R. Pois comprovado é seu amor para conosco, / para sempre ele é fiel! – R. Evangelho: João 20,24-29 Proclamação do evangelho de Jesus Cristo segundo João – Tomé, chamado Dídimo, que era um dos doze, não estava com eles quando Jesus veio. Os outros discípulos contaram-lhe depois: “Vimos o Senhor!” Mas Tomé disse-lhes: “Se eu não vir a marca dos pregos em suas mãos, se eu não puser o dedo nas marcas dos pregos e não puser a mão no seu lado, não acreditarei”. Oito dias depois, encontravam-se os discípulos novamente reunidos em casa, e Tomé estava com eles. Estando fechadas as portas, Jesus entrou, pôs-se no meio deles e disse: “A paz esteja convosco”. Depois disse a Tomé: “Põe o teu dedo aqui e olha as minhas mãos. Estende a tua mão e coloca-a no meu lado. E não sejas incrédulo, mas fiel”. Tomé respondeu: “Meu Senhor e meu Deus!” Jesus lhe disse: “Acreditaste porque me viste? Bem-aventurados os que creram sem terem visto!” – Palavra da salvação. Reflexão: Tomé aparece nas quatro listas que contêm os nomes dos apóstolos (cf. Mt 10,1-4; Mc 3,13-16; Lc 6,12-16; At 1,13). Foi ele que, com toda franqueza, disse a Jesus: “Senhor, não sabemos para onde vais, como podemos conhecer o caminho?” (Jo 14,6). Tal pergunta deu margem para Jesus proferir solene definição de si mesmo: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém chega ao Pai senão por mim” (Jo 14,6). Tomé ficou conhecido, sobretudo, como símbolo da incredulidade: exigiu provas para crer que Jesus tinha ressuscitado. Depois, diante da evidência, expressou sua comovida profissão de fé: “Meu Senhor e meu Deus” (v. 28). Após Pentecostes, segundo o bispo e historiador Eusébio de Cesareia, Tomé evangelizou a Pérsia e a Índia, onde também sofreu o martírio. O exemplo desse apóstolo revigore nossa fé em Jesus Cristo. Fonte: Evangelho do dia – Notícias Católicas