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São Cromácio

Hoje a Igreja nos apresenta São Cromácio, Bispo de Aquiléia (Itália). Esta cidade da Europa, por um tempo foi muito importante para o Império Romano, que a tinha como centro político e principalmente para o Cristianismo, pois São Jerônimo a chamou: “Comunidade de santos”. Neste contexto que, no século IV, Cromácio aparece como pertencente do Clero de Aquiléia e ajudante fiel do Bispo Valeriano. Cromácio nasceu em Aquiléia no ano 345. São Cromácio colaborou na organização da diocese e na luta contra o Arianismo, que semeava a mentira em que Jesus Cristo seria criatura escolhida, e não Deus. A casa de São Cromácio era centro de atividade espiritual, de estudo, oração e encontro de amigos sacerdotes e leigos, dispostos a cresceram para Deus. Quando Valeriano morreu, todos – Clero e o povo – não tiveram dúvida em aclamar Cromácio para Bispo de Aquiléia. Isto em 388. Como Bispo, foi santo e sábio pastor, culto, enérgico na defesa da doutrina e incansável na evangelização dos povos, o próprio São Cromácio se destacou como pregador e escritor, além de cooperar para que São Jerônimo e Rufino trabalhassem cada um na sua tradução das Sagradas Escrituras. São Cromácio faleceu em sua cidade – Aquiléia – no ano de 408, local que jamais esqueceu deste santo Bispo. São Cromácio, rogai por nós! Via: Canção Nova Fonte: Santo do dia – Notícias Católicas

São Cromácio

Hoje a Igreja nos apresenta São Cromácio, Bispo de Aquiléia (Itália). Esta cidade da Europa, por um tempo foi muito importante para o Império Romano, que a tinha como centro político e principalmente para o Cristianismo, pois São Jerônimo a chamou: “Comunidade de santos”. Neste contexto que, no século IV, Cromácio aparece como pertencente do Clero de Aquiléia e ajudante fiel do Bispo Valeriano. Cromácio nasceu em Aquiléia no ano 345. São Cromácio colaborou na organização da diocese e na luta contra o Arianismo, que semeava a mentira em que Jesus Cristo seria criatura escolhida, e não Deus. A casa de São Cromácio era centro de atividade espiritual, de estudo, oração e encontro de amigos sacerdotes e leigos, dispostos a cresceram para Deus. Quando Valeriano morreu, todos – Clero e o povo – não tiveram dúvida em aclamar Cromácio para Bispo de Aquiléia. Isto em 388. Como Bispo, foi santo e sábio pastor, culto, enérgico na defesa da doutrina e incansável na evangelização dos povos, o próprio São Cromácio se destacou como pregador e escritor, além de cooperar para que São Jerônimo e Rufino trabalhassem cada um na sua tradução das Sagradas Escrituras. São Cromácio faleceu em sua cidade – Aquiléia – no ano de 408, local que jamais esqueceu deste santo Bispo. São Cromácio, rogai por nós! Via: Canção Nova Fonte: Santo do dia – Notícias Católicas

Santo Elígio

Também conhecido com Santo Elói, é padroeiro dos joalheiros e ourives. Mas Santo Elígio é celebrado como protetor dos faqueiros, ferradores, ferreiros, seleiros,  carreteiros, cocheiros, garageiros, mecânicos e metalúrgicos. Isso porque esse santo, antes de ingressar na vida religiosa exerceu várias profissões, como escultor, modelista, marceneiro e ourives. Santo Elígio nasceu, ano de 588, na cidade francesa de Chaptelat, proximidade de Limoges, na França, de pais de origem franco-italiana, que o educaram nos princípios cristãos. Seguindo a orientação dos pais, ainda jovem, ingressou na escola de ourives de Limoges, a mais conceituada da Europa da época e respeitada ainda hoje. Ao se formar mestre da profissão, já era afamado pela competência, integridade e honestidade. Em Paris tinha trabalhado como aprendiz junto com o superintendente de confecções de moedas reais, empenhou-se tanto e com tamanha honestidade que, com o precioso metal (ouro) que lhe foi fornecido para fazer um trono para o rei Clotário II, ele fez dois tronos, isso valeu-lhe a promoção de diretor da casa da moeda e ourives do rei. Ainda existem muitas moedas assinadas por Elígio e sabe-se que, em determinada altura, também cunhou moedas em Marselha. No tempo de Dagoberto II, filho e sucessor de Clotário II, Elígio foi um dos conselheiros mais influentes do rei. Diz-se que os enviados dos príncipes estrangeiros se avistavam previamente com ele, antes de serem recebidos oficialmente pelo soberano. Era diplomata hábil e por mais de uma vez conseguiu evitar a guerra. Gozava de tanta confiança junto do rei, que não só se permitia fazer-lhe reparos sobre a indumentária descuidada, mas também sobre a sua vida privada que, como se sabe, deixava ainda mais a desejar. Elói também realizou obras de arte importantes, como o túmulo de são Martinho de Tours, o mausoléu de são Dionísio em Paris, o cálice de Cheles e outros trabalhos artísticos de cunho religioso. Além disso, e acima de tudo, Elói era um homem religioso, não lhe faltou inspiração para grandes obras beneméritas e na arte de dedicar-se ao próximo, em especial aos pobres e abandonados. O dinheiro que recebia pelos trabalhos na Corte, usava-o todo para resgatar prisioneiros de guerra, fundar e reconstruir mosteiros masculinos e femininos, igrejas e para contribuir com outras tantas obras para o bem estar espiritual e material dos mais necessitados. Em 639, morto o rei, demitiu-se de todos os cargos, para entrar na vida eclesiástica, tendo sido ordenado sacerdote por Deodato, Bispo de Mans. Foi sagrado Bispo em Ruão, no dia 14 de maio de 641, e ocupou desde então a Sé Episcopal de Noyon. Ali existe um sermão escrito por Elói, no qual combate as práticas pagãs do seu tempo. Ele é particularmente venerado em Flanders, em Tournai, Contrai au Ghent e Douai. Durante a Idade Média suas relíquias foram objeto de intensa veneração. Morreu no dia 1º de dezembro de 660, na Holanda, durante uma missão evangelizadora. A Igreja o canonizou e autorizou o seu culto, um dos mais antigos da cristandade. A festa de santo Elói ou Elígio ocorre na data de sua morte. Na arte litúrgica da Igreja, ele é representado como um bispo com um crucifixo na mão direita e na palma aberta da mão esquerda ele segura uma miniatura de uma igreja em ouro. A Igreja também celebra hoje a memória dos santos: Naum, Cândida de Roma e o Bv. Charles de Foucauld. Fonte: Santo do dia – Notícias Católicas

São Leão Magno

Eleito com o nome de Leão I, foi um dos maiores pontífices da história do cristianismo, embora pouco se saiba sobre sua vida antes de ocupar a Cátedra de Pedro. É venerado por sua profunda sabedoria, suas extraordinárias virtudes e sua brilhante direção, como relatam os historiadores e teólogos. Leão nasceu por volta do ano 400, na região da Toscana, onde está situada a cidade de Roma. Tornou-se sacerdote muito jovem e fez carreira consolidada num trabalho brilhante. Em 430, já era arcediácono e depois foi conselheiro dos papas Celestino I e Xisto III. Era tão respeitado e conceituado que, após a morte deste último papa, foi eleito para substituí-lo Com o título de Leão I, assumiu o governo da Igreja em agosto do ano 440. Eram tempos difíceis. Por um lado, o Império Romano esfacelava-se e já não conseguia conter as hordas de bárbaros que invadiam e saqueavam seus domínios. Por outro lado, a Igreja enfrentava divisões e dissidências doutrinárias em seu interior. Um panorama tão sombrio que só não levou o Ocidente ao caos por causa da atuação de Leão I nos dois terrenos: o espiritual e o material. Na esfera espiritual, ele permaneceu firme, defendendo as verdades do catolicismo diante das grandes heresias que sacudiram o século V, e atuou participando de discussões, encontros e concílios. Foi nessa época que escreveu um dos documentos mais importantes para a fé: a “Carta dogmática a Flaviano”, o patriarca de Constantinopla, defendendo as posições ortodoxas do cristianismo. “Pedro falou pela boca de Leão”, diziam os sacerdotes da Igreja que acabavam concordando com os argumentos. Estão guardados mais de cem dos seus sermões, além de cento e quarenta e três cartas contendo ensinamentos sobre a fé cristã, seguidos e respeitados ainda hoje. Já no plano material, era o único que poderia conseguir, graças ao seu prestígio e à sua eloquência, que o terrível rei Átila, comandante dos bárbaros hunos, não destruísse Roma e a Itália. A missão poderia ser fatal, pois Átila já invadira, conquistara e destruíra a ferro e fogo o norte do país. Mesmo assim Leão I foi ao seu encontro e saiu vitorioso da situação. Mais tarde, foi a vez de conter os vândalos, que, liderados pelo chefe bárbaro Genserico, entraram em Roma. Só não atearam fogo à Cidade Eterna e não dizimaram sua população graças à atuação do grande pontífice. Não existem relatos sobre os seus últimos dias de vida. O livro dos papas diz que Leão I governou vinte e um anos, um mês e treze dias. Faleceu no dia 10 de novembro de 461 e foi sepultado na Basílica de São Pedro, em Roma. O papa Bento XIV proclamou-o doutor da Igreja em 1754. Leão I foi o primeiro papa a receber o título de “o Magno”. Fonte: Santo do dia – Notícias Católicas

São Martinho De Tours

“Senhor, se o vosso povo precisa de mim, não vou fugir do trabalho. Seja feita a vossa vontade”, dizia Martinho, bispo de Tours, aos oitenta e um anos de idade. Ele despertou para a fé quando ainda menino e depois, mesmo soldado da cavalaria do exército romano, jamais abandonou os ensinamentos de Cristo. A sua vida foi uma verdadeira cruzada contra os pagãos e em favor do cristianismo. Quatro mil igrejas dedicadas a ele na França, e o seu nome dado a milhares de localidades, povoados e vilas; como em toda a Europa, nas Américas. Enfim, em todos os países do mundo. Martinho nasceu na Hungria, antiga Panônia, por volta do ano 316, e pertencia a uma família pagã. Seu pai era comandante do exército romano. Por curiosidade começou a frequentar uma Igreja cristã, ainda criança, sendo instruído na doutrina cristã, porém sem receber o batismo. Ao atingir a adolescência, para tê-lo mais à sua volta, seu pai o alistou na cavalaria do exército imperial. Mas se o intuito do pai era afastá-lo da Igreja, o resultado foi inverso, pois Martinho continuava praticando os ensinamentos cristãos, principalmente a caridade. Depois, foi destinado a prestar serviço na Gália, atual França. Foi nessa época que ocorreu o famoso episódio do manto. Um dia, um mendigo que tiritava de frio pediu-lhe esmola e, como não tinha, o cavalariano cortou seu próprio manto com a espada, dando metade ao pedinte. Durante a noite, o próprio Jesus apareceu-lhe em sonho usando o pedaço de manta que dera ao mendigo e agradeceu a Martinho por tê-lo aquecido no frio. Dessa noite em diante, ele decidiu que deixaria as fileiras militares para dedicar-se à religião. Com vinte e dois anos, já estava batizado, provavelmente pelo bispo de Amiens, afastado da vida da Corte e do exército. Tornou-se monge e discípulo do famoso bispo de Poitiers, santo Hilário, que o ordenou diácono. Mais tarde, quando voltou do exílio, em 360, doou a Martinho um terreno em Ligugé, a doze quilômetros de Poitiers. Lá, Martinho fundou uma comunidade de monges. Mas logo eram tantos jovens religiosos que buscavam sua orientação que Martinho construiu o primeiro mosteiro da França e da Europa ocidental. No Ocidente, ao contrário do Oriente, os monges podiam exercer o sacerdócio para que se tornassem apóstolos na evangelização. Martinho liderou, então, a conversão de muitos e muitos habitantes da região rural. Com seus monges, ele visitava as aldeias pagãs, pregava o Evangelho, derrubava templos e ídolos e construía igrejas. Onde encontrava resistência, fundava um mosteiro. Com os monges evangelizando pelo exemplo da caridade cristã, logo todo o povo se convertia. Dizem os escritos que, nessa época, havia recebido dons místicos, operando muitos prodígios em beneficio dos pobres e doentes que tanto amparava. Quando ficou vaga a diocese de Tours, em 371, o povo aclamou-o, unanimemente, para ser o bispo. Martinho aceitou, apesar de resistir no início. Mas não abandonou sua peregrinação apostólica: visitava todas as paróquias, zelava pelo culto e não desistiu de converter pagãos e exercer exemplarmente a caridade. Nas proximidades da cidade, fundou outro mosteiro, chamado de Marmoutier. E sua influência não se limitou a Tours, tendo se expandido por toda a França, tornando-o querido e amado por todo o povo. Martinho exerceu o bispado por vinte e cinco anos. Morreu, aos oitenta e um anos, na cidade de Candes, no dia 8 de novembro de 397. Sua festa é comemorada no dia 11, data em que foi sepultado na cidade de Tours. Venerado como são Martinho de Tours, ele se tornou o primeiro santo não-mártir a receber culto oficial da Igreja e também um dos santos mais populares da Europa medieval. Fonte: Santo do dia – Notícias Católicas

Santo Orestes

Existe um Santo Orestes que é celebrado pela Igreja Oriental, no dia 14 de abril. Ele é um dos 72 discípulos escolhidos por Jesus (Lucas 10,1). O segundo Santo Orestes é celebrado pela Igreja Católica Romana no dia 9 de novembro. Ele é natural de Tiana, na Capadócia. Foi um médico cristão e que foi martirizado durante a perseguição de Diocleciano. Orestes, ao contrário dos médicos pagãos, não aceitava a magia feita por seus colegas como tratamento. Orestes cuidava de todos os seus pacientes sem distinção de raça, credo ou riqueza, aceitando, como pagamento por seus serviços profissionais, o que eles fossem capazes de dar, muitas vezes trabalhando de graça e doando roupas, alimentos e remédios para os pobres. Ele agiu como Madre Teresa de Calcutá, que reconheceu Jesus em cada pessoa que necessita de cuidados, cada ser humano, criado à imagem e semelhança de Deus. Por esta razão, as pessoas recorreram a inúmeros tratamentos de Orestes. E, uma vez que muitos de seus pacientes, fascinados por sua fé e sua caridade, converteram-se ao cristianismo, tendo entre eles até mesmo as autoridades políticas e religiosas. Ele foi acusado de não reconhecer a divindade do imperador, não dar a devida consideração à reputação das autoridades imperiais (políticos e religiosos) e de desviar o povo da adoração dos deuses pagãos ao Deus que se fez homem. Assim, foi denunciado como cristão e promotor da nova fé. Durante o julgamento público, ele clamou que o céu lhe concedesse um prodígio capaz de cair sobre o povo, que queria trair a verdade do cristianismo. Imediatamente, foi atendido. Orestes, apenas com um sopro, fez as estátuas dos ídolos voarem como folhas mortas e as colunas do templo caírem, como se fossem de fios de palha. Foi condenado à morte. Mas antes foi torturado com pregos e arrastado por um cavalo. No final, com o cadáver desfigurado, foi atirado num rio, que devolveu seu corpo refeito e coberto com uma magnífica túnica. Foi assim que as relíquias do mártir chegaram naquele antigo local, onde existiu o famoso mosteiro de santo Orestes, na Capadócia, atual Turquia. Neste dia a Igreja celebra a Dedicação da Basílica de Latrão, a ainda memória dos santos: São Jorge Napper e São Salvador. Fonte: Santo do dia – Notícias Católicas

São Godofredo

No período de 1073-1085, a Igreja trabalhava para retomar a credibilidade da autoridade papal. O Papa Gregório VII, então, promoveu uma reforma na Igreja com a ênfase no sacerdócio celibatário e a completa separação da Igreja e do Estado, dando força para o surgimento de novas ordens monásticas. Na localidade de Soissons, na França, uma criança conhecerá desde cedo uma Ordem Monástica e, nela, fará um caminho de santidade. Filho de nobres, Godofredo nasceu num castelo rodeado de todos os cuidados por ser o herdeiro tão esperado pela família. A tradição católica aponta como data de nascimento o ano de 1066, quando recebeu o nome de Godofredo, que significa a “Paz de Deus”. Quando fez cinco anos, seus pais o entregaram aos monges beneditinos para receber uma boa educação. Ele, contudo, nunca mais se afastou da companhia dos monges. Quando terminou sua fase educativa, foi para o convento de São Quintino, onde foi ordenado sacerdote aos vinte e cinco anos. Não demorou muito para o monge que tinha integridade de caráter, profundidade nos conhecimentos dos assuntos da fé, bem como a visão social, tornar-se abade e elevar e transformar a vida monástica. Fez da abadia dos Beneditinos de Nugent um centro espiritual, que atraiu numerosas vocações. Os religiosos de outras localidades buscavam nesta abadia orientação e conselhos de Godofredo. Quando o arcebispo viu o resultado do trabalho de Godofredo, quis que ele assumisse a Abadia de São Remigio, a mais importante da diocese. Godofredo não aceitou, pois seu desejo era viver no seguimento de Cristo, dedicando-se à caridade e trabalhando junto a pobres e doentes. Era comum ver os pobre excluídos participando da sua mesa, pois acolhia a todos os necessitados com abrigo e esmolas. Suas virtudes levaram o povo e o clero a eleger Godofredo, Bispo de Amiens, mas ele só aceitou a diocese depois de receber ordem escrita do próprio Papa. Esta foi outra missão difícil para Godofredo. Teve de enfrentar os ricos e poderosos, que preferiam a vida de muitos vícios, prazeres e luxos, sem nenhuma virtude e ligação com os ensinamentos cristãos. Começou empregando toda a força e eloquência de sua pregação contra esses abusos denunciando-os do próprio púlpito. O que quase lhe causou a morte num atentado encomendado. Colocaram veneno em seu vinho, mas o plano foi descoberto antes. Quando os monges de um convento famoso, rico e poderoso o convidaram para ser o abade, ele recusou. O que desejava era viver no seguimento de Cristo, dedicando-se à caridade e trabalhando no amparo e proteção aos pobres e doentes, e não o poder ou a ostentação. Era comum ver os mendigos e leprosos participando da sua mesa, pois acolhia todos os necessitados com abrigo e esmolas fartas. Suas virtudes levaram o povo e o clero a eleger Godofredo bispo de Amiens, mas ele só aceitou a diocese depois de receber ordem escrita do próprio papa. Sentindo-se pressionado e sem apoio, retirou-se para o Mosteiro dos Trapistas em Chartreuse (1114) para dedicar-se à oração em silêncio. Mas nem os superiores, nem o povo aceitaram a demissão e Godofredo foi reconduzido ao cargo. Mas foi por pouco tempo. Durante uma peregrinação à igreja de São Crispim e São Crispiniano, situada em Soissons, sua cidade natal, ele adoeceu. Morreu no dia 8 de novembro de 1115, no convento dedicada aos dois santos padroeiros dos sapateiros, onde foi enterrado. A Igreja também celebra hoje a memória dos santos:   Deodato e o bem-aventurado João Duns Scotus. Fonte: Santo do dia – Notícias Católicas

São Prosdócimo

Quando se fala em Pádua, todo mundo associa a cidade a Santo Antônio. Mas, muitos séculos antes de nascer esse franciscano em Portugal, essa região da Itália já tinha o seu santo: São Prosdócimo, natural da região de Veneto e também muito lembrado pelos devotos de Rieti. O culto a este santo vem de uma tradição muito antiga, do século II, que homenageia o primeiro bispo de Pádua, de Rieti e, também, padroeiro dessas duas cidades. Segundo narram os registros oficiais da Igreja, Prosdócimo teria evangelizado também toda a Veneza ocidental, numa grande obra de difusão que fixou, definitivamente, o cristianismo no coração daquelas populações. Prosdócimo, em grego, significa “esperado” e, segundo os registros históricos, as duas cidades pagãs esperavam muito por este santo. Portanto, ele foi o primeiro evangelizador desta região. Nas várias regiões de Rieti e Pádua, o bispo Prosdócimo promoveu prodígios e milagres, que as mais antigas tradições descrevem com toda a liberdade de expressão, reforçando ainda mais seus exemplos edificantes de fé em Cristo. Depois de sua morte, encontrou-se o registro citando que a comunidade erguera, fora das muralhas de Pádua, a igreja de Santo Prosdócimo, que mais tarde tornou-se a Basílica de Santa Justina, uma das mais belas da cidade. Justina foi convertida ao cristianismo por ele e soube manter intacta a sua fé, enfrentando o martírio na perseguição de Nero. É a primeira grande mártir desta região. Entretanto, Prosdócimo foi poupado, não havendo nenhum registro, ou tradição, que explique o porquê. O bispo Prosdócimo morreu naturalmente, carregado de merecimentos e de anos. O seu culto ainda é vigoroso, sendo venerado pelos fiéis, que rezam por sua paternal intercessão nas situações de aflição e desânimo. A Igreja confirmou a sua celebração e, no calendário litúrgico, são Prosdócimo deve ser homenageado no dia 7 de novembro. A Igreja também celebra hoje a memória dos santos: Amarante, Wilibrordo, Carina e Pedro de Ruffia. Fonte: Santo do dia – Notícias Católicas

São Leonardo De Noblac

O martirológio romano assim se refere a São Leonardo: “Em Limoges, na Aquitânia, S. Leonardo, confessor, discípulo do bem-aventurado bispo Remígio. De nobre ascendência abraçou a vida solitária e distinguiu-se pela sua santidade e milagres. Manifestava uma virtude toda particular na libertação de cativos”. Apesar da grande popularidade deste santo e da difusão do seu culto na Europa Central, com inúmeras igrejas, capelas e localidades a ele dedicadas, os dados relativos à sua vida são escassos. Leonardo nasceu na Gália no tempo do imperador Anastácio (491-518), sendo seus pais, além de nobres, amigos íntimos de Clóvis, o grande chefe dos francos. Tornando-se moço, Leonardo não quis seguir a carreira das armas e preferiu colocar-se no seguimento de S. Remígio, que se tornara bispo de Reims. Como S. Remígio, aproveitando-se da sua amizade com o rei, tinha conseguido o privilégio de conceder a liberdade a todos os prisioneiros com os quais se encontrasse, também, Leonardo pediu e obteve um poder análogo, que exerceu frequentemente. O rei sentiu-se no direito de oferecer-lhe outra coisa: a dignidade episcopal. Mas Leonardo preferiu retirar-se primeiramente para junto de S. Maximino, em Miey, e depois para as proximidades de Limoges, num bosque afastado. Lá, havia apenas uma casa tosca e simples, que lhe servia de morada. O seu ermo virou ponto de visitação de mais e mais pessoas que buscavam seus conselhos, orações e consolo. Certo dia, sua solidão foi interrompida de um modo especial. A chegada do rei Clóvis, que praticava uma caçada, acompanhado da rainha Clotilde, então grávida, e que nessa ocasião foi surpreendida pelas dores do parto. O rei, aflito, buscou os cuidados de Leonardo, que eliminou as dores com suas orações e conduziu o nascimento de um lindo menino horas depois. Como recompensa, o rei Clóvis doou aquelas terras a Leonardo. No local, que ele chamou de “Nobiliacum”, para lembrar o gesto nobilíssimo do seu padrinho, ergueu um altar a Nossa Senhora, que, aos poucos, tornou-se uma intensa e fervorosa comunidade religiosa, culminando com a construção do Mosteiro de Noblac. Diz a tradição que o monge Leonardo só deixava o mosteiro quando alguma missão o exigia, especialmente quando se tratava de resgatar e converter os pagãos encarcerados. E ainda, ele teria sido visto libertando nobres franceses que estavam prisioneiros dos turcos muçulmanos invasores. O prodígio teria ocorrido por volta do ano 1000, muitos séculos depois de sua morte, em 6 de novembro de 545. O culto de são Leonardo de Noblac, uma das devoções mais antigas dos fiéis franceses, propagou-se em todo o mundo cristão e foi reconhecido pela Igreja. A festa ocorre no dia 6 de novembro, considerado o dia de sua morte. A Igreja também celebra hoje a memória dos santos: Ático. Fonte: Santo do dia – Notícias Católicas