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São Jerônimo, Doutor Da Igreja

Na segunda metade do quarto século, enquanto nas Gálias surgiam dois grandes homens, Hilário e Martim, surgiam outros dois na África: Santo Optat, bispo de Mileva, e Agostinho, que acabara de nascer em Tagasta em 354. Ambrósio, futuro bispo de Milão, que deveria um dia receber Santo Agostinho na Igreja, tinha então quatorze anos, e estudava em Roma as línguas grega e latina. Nessa mesma ocasião, Roma viu chegar dos confins da Dalmácia e da Panônia, outro futuro doutor da Igreja, Jerônimo, nascido em cerca do ano de 331 de pais ricos e distintos. Viera para identificar-se com a língua de Virgílio e de Cícero, sob a direção do orador Vitorino e de Terêncio. A Igreja tinha que sustentar acirradas lutas de doutrina, e a Providência suscitava-lhe por toda a parte grandes doutores. Depois de ter estudado em Roma e viajado pelas Gálias, São Jerônimo permaneceu algum tempo na Aquiléia, e em seguida dirigiu-se a Antioquia em companhia do sacerdote Evrágio; de lá, retirou-se para um deserto, nos confins da Síria e da Arábia. Foram seus companheiros de retiro dois amigos, Inocêncio e Heliodoro e um escravo chamado Hilas.O sacerdote Evrágio, que era rico, forneceu-lhe tudo de quanto precisava, pagava escribas pára auxiliá-los nos estudos, que continuava a fazer, e remetia-lhe de Antioquia as cartas que lhe eram dirigidas de vários lugares. São Jerônimo perdeu dois de teus companheiros: Inocêncio morreu, Heliodoro não tardou a partir, prometendo retornar. O próprio santo dói acometido por repetidas doenças e, o que ainda mais o fatigava, assaltado por violentas tentações impuras, que provinham da lembrança dos prazeres de Roma. Com os jejuns e outras austeridades corporais não o libertassem, empreendeu, para dominar a imaginação, um estudo espinhoso: aprender a língua hebraica, sob a direção de um judeu convertido. Depois da leitura de Cícero e dos melhores autores latinos, era-lhe penoso voltar ao alfabeto, e exercitar-se nas aspirações e nas pronúncias difíceis. Muitas vezes abandonou o trabalho, irritado com as dificuldades; muitas vezes o retomou e finalmente adquiriu um profundo conhecimento daquela língua. (…) Enquanto São Jerônimo assim entretinha, em Roma, juntamente com o amor à virgindade, o amor às letras sagradas, certo Helvídio, discípulo do ariano Auxêncio, escreveu um livro em que pretendia provar, pelas Escrituras, que a Santa Virgem, depois do nascimento de Nosso Senhor, tivera outros filhos com São José; e, passando à tese geral, sustentava que a virgindade não oferecia vantagens sobre o casamento. São Jerônimo, desdenhou durante algum tempo o tratado de Helvídio, tanto por causa da obscuridade do autor, dele desconhecido, embora ambos residissem em Roma, quanto por causa do escasso mérito da obra. Enfim, persuadido a refutá-la, mostrou claramente que nada há nas Escrituras a desfavor da crença estabelecida na Igreja de que Maria se conservou sempre virgem, tendo em São José apenas o guarda da sua virgindade. Sustenta mesmo que esse santo permaneceu virgem; enfim, enobrece a virgindade, sem reprovar o casamento. Porém, embora erguendo tão alto a virgindade, a viuvez, e o celibato religioso, São Jerônimo nem por isso poupava as pessoas que, satisfeitas por fazerem a profissão exterior do citado estado, desejosas de serem respeitadas perante os homens, continuavam a viver, não somente no mundo, mas como no mundo. É uma prova disso a longa carta por ele enviada à virgem Eustóquia, que versa sobre a maneira de conservar a virgindade. Nela lamenta a queda cotidiana de tantas virgens, de tantas viúvas que, depois de terem professado, levam uma vida indolente e sensual, amantes do bom passadio e dos adornos, mostrando-se em público para atrair os olhares dos jovens e, mais tarde, para escapar à desonra do crime cometido, a ele acrescentam outros crimes sacrificando a criança ainda por nascer. Lamenta o escândalo dos agapetas, a praga daquelas virgens falsamente devotas, que deixavam irmãos para procurar estrangeiros, com eles ocupando a mesma casa, o mesmo quarto, e muitas vezes a mesma cama, e protestando que são caluniadas quando se tornam objeto de suspeita; mulheres sem casamento, concubinas de nova espécie, prostituídas a um só homem, e não virgens cristãs. (…) Servindo-se de linguagem tão crua e tão severa, naturalmente São Jerônimo fazia muitos inimigos. Assim sendo, a princípio consideravam-no um santo, um homem ao mesmo tempo humilde e eloqüente; a cidade inteira estimava-o, julgava-o digno do soberano pontificado e atribuía-lhe tudo quando o Papa São Damaso fazia. Porém, quando se atreveu a verberar os vícios dos romanos, taxaram-no de patife impostor; os que lhe beijavam as mãos, achincalhavam-no por trás; censuravam-lhe até mesmo o andar, o riso, a expressão do rosto; a simplicidade que o marcava tornou-se suspeita. Nada o assustava, ao contrário, divertia-o. Então! Escrevia ele, por que não ousaria dizer o que os outros não se envergonham de fazer? Além do mais, de que falei com tão grande liberdade: descrevi, por acaso, os ídolos esculpidos na baixela dos festins: relembrei que no correr das refeições cristãs são oferecidos aos olhares das virgens os amplexos dos sátiros e das bacantes? Externei desgosto pelo fato de mendigos se tornarem ricos? Achei errado que enterrem aqueles de quem herdarão: por ter tido a desgraça de fazer uma observação, isto é, que as virgens de preferência deveriam conviver mais frequentemente com mulheres do que com homens, com isso ofendi a cidade inteira, todos me apontam. E julgais que nada mais direi? Havia em Roma, entre outros, um indivíduo de nariz disforme e fala empolada, que se julgava belo homem e formoso espírito, Ora, esse homem tomava para si, pessoalmente, tudo quanto São Jerônimo dizia acerca de vícios e de extravagâncias, e se queixava a toda gente. Depois de tê-lo ridicularizado por assim se trair, Jerônimo acabou por dar-lhe este conselho: “Faze com que teu nariz desapareça do rosto, e de pois conserva a boca bem fechada; a esse preço poderão acreditar que és um belo homem e que sabes falar bem.” No mesmo ano de 385, em que Santo Agostinho se convertia em Milão, São Jerônimo deixava Roma para retornar ao Oriente. No momento de

Evangelho Do Dia 2018-09-30

Domingo, 30 de Setembro de 2018. Santo do dia: São Jerônimo, presbítero e Doutor da IgrejaCor litúrgica: verde Evangelho do dia: São Marcos 9, 38-43.45.47-48 Primeira leitura: Números 11, 25-29Leitura do Livro dos Números: Naqueles dias: 25O Senhor desceu na nuvem e falou a Moisés. Retirou um pouco do espírito que Moisés possuía e o deu aos setenta anciãos. Assim que repousou sobre eles o espírito, puseram-se a profetizar, mas não continuaram. 26Dois homens, porém, tinham ficado no acampamento. Um chamava-se Eldad e o outro Medad. O espírito repousou igualmente sobre os dois, que estavam na lista mas não tinham ido à Tenda, e eles profetizavam no acampamento. 27Um jovem correu a avisar Moisés que Eldad e Medad estavam profetizando no acampamento. 28Josué, filho de Nun, ajudante de Moisés desde a juventude, disse: ‘Moisés, meu Senhor, manda que eles se calem!’ 29Moisés respondeu: ‘Tens ciúmes por mim? Quem dera que todo o povo do Senhor fosse profeta, e que o Senhor lhe concedesse o seu espírito!’ – Palavra do Senhor – Graças a Deus Salmo 18 (19) – A lei do Senhor Deus é perfeita, conforto para a alma! O testemunho do Senhor é fiel, sabedoria dos humildes. R: A lei do Senhor Deus é perfeita, alegria ao coração – É puro o temor do Senhor, imutável para sempre. Os julgamentos do Senhor são corretos e justos igualmente. R: A lei do Senhor Deus é perfeita, alegria ao coração – E vosso servo, instruído por elas, se empenha em guardá-las. Mas quem pode perceber suas faltas? Perdoai as que não vejo! R: A lei do Senhor Deus é perfeita, alegria ao coração – E preservai o vosso servo do orgulho: não domine sobre mim! E assim puro, eu serei preservado dos delitos mais perversos. R: A lei do Senhor Deus é perfeita, alegria ao coração Segunda leitura: Tiago 5, 1-6Leitura da Carta de São Tiago: 1E agora, ricos, chorai e gemei, por causa das desgraças que estão para cair sobre vós. 2Vossa riqueza está apodrecendo, e vossas roupas estão carcomidas pelas traças. 3Vosso ouro e vossa prata estão enferrujados, e a ferrugem deles vai servir de testemunho contra vós e devorar vossas carnes, como fogo! Amontoastes tesouros nos últimos dias. 4Vede: o salário dos trabalhadores que ceifaram os vossos campos, que vós deixastes de pagar, está gritando, e o clamor dos trabalhadores chegou aos ouvidos do Senhor todo-poderoso. 5Vós vivestes luxuosamente na terra, entregues à boa vida, cevando os vossos coraçðes para o dia da matança. 6Condenastes o justo e o assassinastes; ele não resiste a vós. – Palavra do Senhor – Graças a Deus Evangelho de Jesus Cristo segundo São Marcos 9, 38-43.45.47-48 – Aleluia, Aleluia, Aleluia.– Vossa Palavra é a verdade, orienta e dá vigor; na verdade santifica vosso povo, ó Senhor! (Jo 17,17); Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Marcos: Naquele tempo: 38João disse a Jesus: ‘Mestre, vimos um homem expulsar demônios em teu nome. Mas nós o proibimos, porque ele não nos segue’. 39Jesus disse: ‘Não o proíbais, pois ninguém faz milagres em meu nome para depois falar mal de mim. 40Quem não é contra nós é a nosso favor. 41Em verdade eu vos digo: quem vos der a beber um copo de água, porque sois de Cristo, não ficará sem receber a sua recompensa. 42E, se alguém escandalizar um destes pequeninos que crêem, melhor seria que fosse jogado no mar com uma pedra de moinho amarrada ao pescoço. 43Se tua mão te leva a pecar, corta-a! É melhor entrar na Vida sem uma das mãos, do que, tendo as duas, ir para o inferno, para o fogo que nunca se apaga. 45Se teu pé te leva a pecar, corta-o! É melhor entrar na Vida sem um dos pés, do que, tendo os dois, ser jogado no inferno. 47Se teu olho te leva a pecar, arranca-o! É melhor entrar no Reino de Deus com um olho só, do que, tendo os dois, ser jogado no inferno, 48’onde o verme deles não morre, e o fogo não se apaga”. – Palavra da Salvação– Glória a Vós, Senhor Comentário ao Evangelho por São João Crisóstomo, Bispo e Doutor da Igreja3.ª Homilia sobre a 1.ª Carta aos Coríntios «Ele não anda connosco» «Que digais todos o mesmo, e que entre vós não haja divisões» (1Cor 1,10). As diversas partes da Igreja deixam de estar completas quando uma delas sofre e morre. Se cada Igreja fosse, por si mesma, um corpo completo, haveria numerosas assembleias e reuniões; mas elas formam um só corpo e a divisão destrói a sua unidade. […] Depois de ter denunciado este mal utilizando essa amarga palavra – divisões –, o apóstolo Paulo suaviza a sua linguagem ao acrescentar: «Sede perfeitos no mesmo espírito e no mesmo parecer.» Não se trata apenas de um acordo de palavras, mas de uma união de pensamento e de sentimentos. E, como pode acontecer que as pessoas estejam unidas em determinado ponto, mas divididas noutros, Paulo insiste: «Estai unidos de maneira perfeita» […], sede perfeitos na caridade. Podemos estar unidos em pensamento e divididos nas ações, ter uma mesma fé sem estar ligados por uma mesma caridade. Era o que se passava em Corinto, onde uns se ligavam a um mestre, outros a outro. Paulo não lhes censura as divergências na fé, mas as diferentes maneiras de agir, as rivalidades humanas […]: «Soube que entre vós há contendas. […] Estará Cristo dividido?» (1Cor 1, 12-13). The post Evangelho do dia 2018-09-30 appeared first on Arautos do Evangelho. Fonte: Evangelho Diário – Arautos do Evangelho

São Miguel, São Gabriel E São Rafael Arcanjos

A Igreja Católica, no seu conjunto, é a sociedade de Deus com os anjos e os homens fiéis. Durante toda a eternidade ela subsistia em Deus, ou melhor, era o próprio Deus: sociedade inefável de três pessoas numa mesma essência. Agora, ela transpõe os séculos, passa sobre a terra para associar-nos à sagrada unidade universal e perpétua, e retornar conosco à eternidade de que proveio. Os primeiros chamados a essa união divina foram os anjos. Tendo sido criados bons, porém livres, Deus os põe à prova, tal como fez conosco. Desde então houve cisma e heresia. Em lugar de tomarem como única regra a si próprios. Foram excluídos da comunhão de Deus, mas não da sua providência. Divididos em nove coros subordinados um ao outro, os anjos que se conservaram fiéis foram um exército invencível. Seu número é incalculável. Quando o altíssimo está sentado no seu trono, mil anjos o servem, e dez mil vezes cem mil compõe a sua corte. Ele denomina a si próprio o Deus dos deuses. Há anjos encarregados de governar os astros, os elementos, os reinos, as províncias; outros, o comportamento dos indivíduos. Como filhos da Igreja, constituímos com eles uma única sociedade. Pois, diz São Paulo, aos cristãos da raça de Jacó: “não vos aproximastes como aqueles que receberam a antiga lei de uma montanha sensível e terrestre, de um fogo ardente e de uma nuvem escura e tenebrosa, de tempestades e raios, do som de uma trombeta, e do clamor de uma voz formidável. Mas vos aproximastes da montanha de Sião, da cidade de Deus vivo, da Jerusalém celeste, de inumeráveis miríades de anjos, da assembléia e da Igreja dos primogênitos que estão inscritos no céu, de Deus que é o juiz de todos, dos espíritos dos justos que estão na glória, de Jesus que é o mediador da nova aliança, e daquele sangue por nós derramado e que fala mais proveitosamente do que o de Abel. Desde o início existiu o ministério dos santos anjos. Depois de ter lançado a sua sentença sobre nossos dois primeiros antepassados, Deus colocou os querubins às portas do paraíso terrestre com uma espada flamejante, incumbidos de guardar-lhe a entrada. Eram provavelmente os quatro querubins citados várias vezes nas profecias de Ezequiel, e no Apocalipse de São João, e que apareciam como as quatro principais potências pelas quais Deus governa o universo material, o gênero humano, e a Igreja cristã. Seu conjunto forma uma espécie de carro sobre o qual o Altíssimo avança através dos mundos e dos séculos; um trono onde está sentado, e do qual ele lança suas sentenças sobre os reis e as nações. Do centro do trono partem os trovões e os raios que executam as sentenças. Será essa, talvez, a significação da espada de fogo brandida à entrada do paraíso. Deus que a princípio tratara o homem com a familiaridade de um pai, quer fazer-lhe suceder, segundo parece, o formidável aparato de um senhor e soberano juiz. Com Abraão, inicia-se uma era de misericórida. Três anjos ou personagens, nos quais os Padres da Igreja reconheceram as três pessoas divinas, lhe aparecem sob o carvalho de Mambré, e lhe anunciam um filho em que serão abençoados todas as nações da terra. Dois anjos salvam Lot e sua família, antes de começarem a destruição de Sodoma e Gomorra. Vê-se a providência ministerial do anjo em relação a Agar e Ismael, pai dos árabes: o anjo de Deus no episódio do sacrifício de Isaías na montanha de Moriah, mais tarde do Calvário: os anjos de Deus subindo e descendo a escada de Jacó, em Bethel: a luta de Jacó contra um anjo que o abençoa e lhe dá o nome de Israel: os anjos perante Deus, e satã entre eles, na história de Jó: o anjo do Eterno na sarça ardente, confiando uma missão a Moisés: o anjo de Deus que guiou o povo de Israel: o anjo aparecendo a Balaam: o anjo de Deus dando ordens a Josué, a fim de introduzir o povo na terra prometida: o anjo aparecendo a Gedeão e designando-o para salvar o seu povo: o anjo anunciando o nascimento de Sansão, que libertaria o povo do jugo dos filisteus. Depois de ter pregado a penitência no reino de Israel, o profeta Elias diante do trono de Deus e recebe uma missão. Os querubins são avistados pelo profeta Ezequiel. Só há três anjos cujos nomes próprios as Escrituras Sagradas nos dão a conhecer. Miguel é o grande capitão do exército celeste. Seu nome Mi-cha-el significa, quem é igual a Deus? Quando Lúcifer, cego pelo orgulho, quis igualar-se ao Altíssimo, Miguel exclamou com voz trovejante: “Quem é igual a Deus?” E acompanhado pelos anjos fiéis, precipitou do alto dos céus a tropa rebelde dos apóstatas. Assim se tornou o generalíssimo do incontável exército dos santos anjos. Vê-se, nos profetas, que era o protetor do povo de Israel; agora o é da Igreja. Rejubilemo-nos por estarmos sob o comando de tão destemido chefe; mas também imitemos a sua fidelidade. A grande batalha iniciada no céu prossegue sobre a terra, Batalha cujo objeto somos nós. Satanás e seus demônios h=gostariam de arrastar-nos com ele para o inferno; Miguel e seus anjos gostariam de levar-nos com eles para o céu. Com quem permaneceremos eternamente? Com quem estamos agora? Necessariamente devemos estar com um ou com outro: não é possível nos conservarmos neutros. Ao lado de quem combateremos? De quem seguiremos as inspirações? Do anjo de Deus ou do anjo de Satã? Se morrermos no estado em que nos encontramos, seria um anjo ou um demônio, que nos apresentaria ao tribunal de Deus? Com efeito, será que, ao morrermos, nos reconhecerá São Miguel como fiéis companheiros de armas? Se me deixar derrotar pelo demônio nessa batalha, a culpa será unicamente minha. Deu-me Deus um defensor para o corpo e para a alma, meu anjo bom. Ser-me-á bastante escutá-lo: combaterá comigo e por mim. No fundo, só há um inimigo a temer: eu mesmo. Gabriel,

Evangelho Do Dia 2018-09-29

Sábado, 29 de Setembro de 2018. Santo do dia: São Miguel, São Gabriel e São Rafael, ArcanjosCor litúrgica: branco Evangelho do dia: São João 1,47-51 Primeira leitura: Daniel 7, 9-10.13-14Leitura da Profecia de Daniel: 9Eu continuava olhando até que foram colocados uns tronos, e um Ancião de muitos dias aí tomou lugar. Sua veste era branca como neve e os cabelos da cabeça, como ló pura; seu trono eram chamas de fogo, e as rodas do trono, como fogo em brasa. 10Derramava-se aí um rio de fogo que nascia diante dele; serviam-no milhares de milhares, e milhões de milhões assistiam-no ao trono; foi instalado o tribunal e os livros foram abertos. 13Continuei insistindo na visão noturna, e eis que, entre as nuvens do céu, vinha um como filho de homem, aproximando-se do Ancião de muitos dias, e foi conduzido à sua presença. 14Foram-lhe dados poder, glória e realeza, e todos os povos, nações e línguas o serviam: seu poder é um poder eterno que não lhe será tirado, e seu reino, um reino que não se dissolverá. – Palavra do Senhor – Graças a Deus Salmo 137 (138) – Ó Senhor, de coração eu vos dou graças, porque ouvistes as palavras dos meus lábios! Perante os vossos anjos vou cantar-vos e ante o vosso templo vou prostrar-me. R: Perante os vossos anjos vou cantar-vos, ó Senhor! – Eu agradeço vosso amor, vossa verdade, porque fizestes muito mais que prometestes; naquele dia em que gritei, vós me escutastes e aumentastes o vigor da minha alma.   R: Perante os vossos anjos vou cantar-vos, ó Senhor!   – Os reis de toda a terra hão de louvar-vos, quando ouvirem, ó Senhor, vossa promessa. Hão de cantar vossos caminhos e dirão: “Como a glória do Senhor é grandiosa!”   R: Perante os vossos anjos vou cantar-vos, ó Senhor! Evangelho de Jesus Cristo segundo São João 1, 47-51 – Aleluia, Aleluia, Aleluia.– Bendizei ao Senhor Deus os seus poderes, seus ministros que fazeis sua vontade! (Sl 102,21); Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São João: Naquele tempo, 47Jesus viu Natanael que vinha para ele e comentOu: “Aí vem um israelita de verdade, um homem sem falsidade”. 48Natanael perguntOu: “De onde me conheces?” Jesus respondeu: “Antes que Filipe te chamasse, enquanto estavas debaixo da figueira, eu te vi”. 49Natanael respondeu: “Rabi, tu és o Filho de Deus, tu és o Rei de Israel”. 50Jesus disse: “Tu crês porque te disse: Eu te vi debaixo da figueira? Coisas maiores que esta verás!” 51E Jesus continuou: “Em verdade, em verdade, eu vos digo: Vereis o céu aberto e os anjos de Deus subindo e descendo sobre o Filho do Homem”. – Palavra da Salvação– Glória a Vós, Senhor Comentário ao Evangelho por Catecismo da Igreja Católica§ 328-332 «Vereis o Céu aberto e os Anjos de Deus subindo e descendo sobre o Filho do homem» A existência dos seres espirituais, não corporais, a que Sagrada Escritura chama habitualmente anjos, é uma verdade de fé. O testemunho da Escritura a este respeito é tão claro quanto a unanimidade da Tradição. Santo Agostinho diz acerca deles: «Anjo (mensageiro) é designação de encargo, não de natureza. Se perguntares pela designação da natureza, é um espírito; se perguntares pelo encargo, é um anjo: é espírito por aquilo que é, é anjo por aquilo que faz». Por todo o seu ser, os anjos são servidores e mensageiros de Deus. Porque contemplam «constantemente a face de meu Pai que está nos céus» (Mt 18,10), são «poderosos executores da sua palavra, obedientes ao som de sua palavra» (Sl 103,20). Como criaturas puramente espirituais, são dotados de inteligência e de vontade: são criaturas pessoais e imortais. Superam em perfeição todas as criaturas visíveis. Disto dá testemunho o fulgor da sua glória. Cristo é o centro do mundo angélico. São seus os anjos: «Quando o Filho do homem vier na sua glória com todos os seus anjos» (Mt 25,31). São seus porque foram criados por Ele e para Ele: «Pois foi n’Ele foram criadas todas as coisas, nos Céus e na Terra, as visíveis e as invisíveis: tronos, dominações, principados, potestades; tudo foi criado por Ele e para Ele» (Col 1,16). São seus, mais ainda, porque Ele os fez mensageiros do seu projeto de salvação. «Porventura não são todos eles espíritos servidores, enviados ao serviço dos que devem herdar a salvação?» (Heb 1,14). The post Evangelho do dia 2018-09-29 appeared first on Arautos do Evangelho. Fonte: Evangelho Diário – Arautos do Evangelho

São Venceslau, Duque Da Boêmia, Mártir

São Venceslau é o grande santo nacional da Boêmia, Filho de Vratislau, que governava uma parte do país, Venceslau, nascido em 907, era neto de Santa Ludmila, que o educou, carinhosamente, bem como o irmão, Boleslau. Morto o pai, em 920, quando se fez com a expedição que marchou contra os húngaros, a mãe, Drahomira, tomou as rédeas do governo, como regente. Espírito irrequieto, com um verniz de cristianismo, talvez levada pelo conselheiros, fez com que assassinassem Santa Ludmila, que encaminhava o jovem duque Venceslau para Deus, a ele que fora feito para dirigir o país. Quando, oficialmente, o santo se assenhoreou do poder, em 925, a mãe era o foco de todas as intrigas que campeavam na corte. Grande foi a luta do filho contra os súditos apaganisados, aos quais dizia: – Canalhas! Por que me impedistes de levar avante o meu aprendizado de Jesus Cristo e de obedecer os seus mandamentos? Se Deus a vós vos embotou a alma, por que impedis aos outros de amá-lo? Quanto a mim, desembaraço-me de vós todos, rejeito-vos os conselhos, não os quero! Quero, sim, servir a Deus de todo o meu coração! Referia-se, certamente, à morte da avó querida e ao desejo que tinham todos de desviá-lo do caminho da verdade, tirando-lhe o doce Jesus do coração. Drahomira era a maquiavélica Drahomira de sempre, a fomentadora do desassossego, a procurar, com intrigas, favorecer os que lhe eram simpáticos: para tal, encaminhava a política para o terreno que melhor lhe coubesse. Dela vinham todos os dissabores, mas Venceslau, com pulso firme, afastou-a daquela vida, e só a chamou novamente quando, tendo abjurado aquela funesta política que fazia, prometeu-lhe não mais se ocupar com o que si a ele dizia respeito. São Venceslau fez vir de Praga as santas relíquias de Ludmila. E aos sacerdotes que as trouxeram, favoreceu-os da melhor maneira possível. Cedo, levantava-se e dirigia-se à igreja. Ao padre que o atendia, rogava que por ele pedisse ao Senhor um dia pacífico e dele fizesse o governante que a Deus fosse agradável. Embora fosse entranhadamente avesso à guerra, teve de participar de algumas, mas em caráter defensivo. Conta-se de São Venceslau que, um dia, afrontou em combate singular um duque inimigo. O adversário, percebendo uma cruz a brilhar na sua fronte, deixou cair a espada, ajoelhou-se imediatamente e tratou o santo com a maior deferência, com veneração que não escondeu dos próprios soldados, rudes e sequiosos de luta. O santo duque tomou o inimigo pelo braço, ajudou-o a levantar-se, abraçou-o fraternalmente e levou para o castelo. Em 929, a Boêmia foi atacada pelas hordas germânicas, e o santo, para evitar o desastre, a ruína do país, submeteu-se, sem lutar. Ora, o irmão, Boleslau, tomando o partido que aquele ato se opusera, com os demais confrades tratou de eliminá-lo. Marcado o dia, 27 e setembro, acabariam com ele num banquete. Todavia, no último momento, hesitaram, pensando melhor no que pretendiam fazer. O santo, prevenido, compareceu ao banquete, e, em dado momento, levantando a taça na mão direita, ergueu-se e disse: – Em honra de São Miguel, ao qual suplico que faça entrar vossas almas na paz e na eterna alegria! Os comensais, a uma voz, responderam, constrangidos: – Amém. Depois de ter abraçado os amigos, sorridente, retirou-se. E, antes de deitar-se, orou longamente. Ficou, então, decidido, que haviam de matá-lo no dia seguinte, 28, pela manhã, quando, conforme velho hábito, fosse à igreja. À porta, encontrou o irmão. Cumprimentou-o, disse-lhe: – Possa o Cristo convidar-te ao seu banquete eterno, a ti que me recebeste, e aos meus, tão bem! Boleslau, de má catadura, respondeu: – Ontem servi-te como pude, mas eis como o irmão vai servir o irmão! Agrediu-o. Venceslau puxou da espada, mas no mesmo instante arrojou-a ao chão. – Como fizeste mal! Exclamou. Depois: – Tu te condenaste a ti mesmo! Eu poderia arrasar-te como uma mosca se arrasaria, mas a destra dum servidor de Deus não deve ser fratricida. Venceslau deixou o irmão e buscou o interior da igreja. Então Boleslau, espumando, chamou a sua gente e acabaram com o santo. Era 28 de setembro de 929. Logo os primeiros milagres que o duque operou correram terras. Enterrado perto da pequenina igreja de São Cosme e São Damião, pouco mais tarde transferiram-no para Praga (4 de Março de 932), indo repousar na igreja de São Guido. Ali, um paralítico que fora trazido de longe, “do país franco”, foi curado. Herói nacional, depois patrono dos exércitos checos, os hussitas invocaram-no sempre com grande sucesso. Em 1929, festas magníficas, triunfais, marcaram os mil anos da morte do santo. E os checos, ainda hoje, cantam o que os antepassados no século XII cantavam: São Venceslau duque da terra checa, nosso príncipe, rogai por nós a deus, o Santo Espírito! Kyrie Eleison. Vós, o herdeiro da terra da Boêmia, lembrai-vos da vossa raça, não deixais que pereçamos. nem nossos filhos! São Venceslau, Kyrie eleison Imploramos vosso socorro, tende piedade de nós, consolai os que estão tristes, ó São Venceslau Kyrie eleison. A corte celeste é um belo palácio: feliz daquele que nele pode entrar para a vida eterna, Kyrie eleison (Vida dos Santos, Padre Rohrbacher, Volume XVII, P. 117 à 122)     The post São Venceslau, Duque da Boêmia, Mártir appeared first on Arautos do Evangelho. Fonte: Santo do Dia – Arautos do Evangelho

São Venceslau, Duque Da Boêmia, Mártir

São Venceslau é o grande santo nacional da Boêmia, Filho de Vratislau, que governava uma parte do país, Venceslau, nascido em 907, era neto de Santa Ludmila, que o educou, carinhosamente, bem como o irmão, Boleslau. Morto o pai, em 920, quando se fez com a expedição que marchou contra os húngaros, a mãe, Drahomira, tomou as rédeas do governo, como regente. Espírito irrequieto, com um verniz de cristianismo, talvez levada pelo conselheiros, fez com que assassinassem Santa Ludmila, que encaminhava o jovem duque Venceslau para Deus, a ele que fora feito para dirigir o país. Quando, oficialmente, o santo se assenhoreou do poder, em 925, a mãe era o foco de todas as intrigas que campeavam na corte. Grande foi a luta do filho contra os súditos apaganisados, aos quais dizia: – Canalhas! Por que me impedistes de levar avante o meu aprendizado de Jesus Cristo e de obedecer os seus mandamentos? Se Deus a vós vos embotou a alma, por que impedis aos outros de amá-lo? Quanto a mim, desembaraço-me de vós todos, rejeito-vos os conselhos, não os quero! Quero, sim, servir a Deus de todo o meu coração! Referia-se, certamente, à morte da avó querida e ao desejo que tinham todos de desviá-lo do caminho da verdade, tirando-lhe o doce Jesus do coração. Drahomira era a maquiavélica Drahomira de sempre, a fomentadora do desassossego, a procurar, com intrigas, favorecer os que lhe eram simpáticos: para tal, encaminhava a política para o terreno que melhor lhe coubesse. Dela vinham todos os dissabores, mas Venceslau, com pulso firme, afastou-a daquela vida, e só a chamou novamente quando, tendo abjurado aquela funesta política que fazia, prometeu-lhe não mais se ocupar com o que si a ele dizia respeito. São Venceslau fez vir de Praga as santas relíquias de Ludmila. E aos sacerdotes que as trouxeram, favoreceu-os da melhor maneira possível. Cedo, levantava-se e dirigia-se à igreja. Ao padre que o atendia, rogava que por ele pedisse ao Senhor um dia pacífico e dele fizesse o governante que a Deus fosse agradável. Embora fosse entranhadamente avesso à guerra, teve de participar de algumas, mas em caráter defensivo. Conta-se de São Venceslau que, um dia, afrontou em combate singular um duque inimigo. O adversário, percebendo uma cruz a brilhar na sua fronte, deixou cair a espada, ajoelhou-se imediatamente e tratou o santo com a maior deferência, com veneração que não escondeu dos próprios soldados, rudes e sequiosos de luta. O santo duque tomou o inimigo pelo braço, ajudou-o a levantar-se, abraçou-o fraternalmente e levou para o castelo. Em 929, a Boêmia foi atacada pelas hordas germânicas, e o santo, para evitar o desastre, a ruína do país, submeteu-se, sem lutar. Ora, o irmão, Boleslau, tomando o partido que aquele ato se opusera, com os demais confrades tratou de eliminá-lo. Marcado o dia, 27 e setembro, acabariam com ele num banquete. Todavia, no último momento, hesitaram, pensando melhor no que pretendiam fazer. O santo, prevenido, compareceu ao banquete, e, em dado momento, levantando a taça na mão direita, ergueu-se e disse: – Em honra de São Miguel, ao qual suplico que faça entrar vossas almas na paz e na eterna alegria! Os comensais, a uma voz, responderam, constrangidos: – Amém. Depois de ter abraçado os amigos, sorridente, retirou-se. E, antes de deitar-se, orou longamente. Ficou, então, decidido, que haviam de matá-lo no dia seguinte, 28, pela manhã, quando, conforme velho hábito, fosse à igreja. À porta, encontrou o irmão. Cumprimentou-o, disse-lhe: – Possa o Cristo convidar-te ao seu banquete eterno, a ti que me recebeste, e aos meus, tão bem! Boleslau, de má catadura, respondeu: – Ontem servi-te como pude, mas eis como o irmão vai servir o irmão! Agrediu-o. Venceslau puxou da espada, mas no mesmo instante arrojou-a ao chão. – Como fizeste mal! Exclamou. Depois: – Tu te condenaste a ti mesmo! Eu poderia arrasar-te como uma mosca se arrasaria, mas a destra dum servidor de Deus não deve ser fratricida. Venceslau deixou o irmão e buscou o interior da igreja. Então Boleslau, espumando, chamou a sua gente e acabaram com o santo. Era 28 de setembro de 929. Logo os primeiros milagres que o duque operou correram terras. Enterrado perto da pequenina igreja de São Cosme e São Damião, pouco mais tarde transferiram-no para Praga (4 de Março de 932), indo repousar na igreja de São Guido. Ali, um paralítico que fora trazido de longe, “do país franco”, foi curado. Herói nacional, depois patrono dos exércitos checos, os hussitas invocaram-no sempre com grande sucesso. Em 1929, festas magníficas, triunfais, marcaram os mil anos da morte do santo. E os checos, ainda hoje, cantam o que os antepassados no século XII cantavam: São Venceslau duque da terra checa, nosso príncipe, rogai por nós a deus, o Santo Espírito! Kyrie Eleison. Vós, o herdeiro da terra da Boêmia, lembrai-vos da vossa raça, não deixais que pereçamos. nem nossos filhos! São Venceslau, Kyrie eleison Imploramos vosso socorro, tende piedade de nós, consolai os que estão tristes, ó São Venceslau Kyrie eleison. A corte celeste é um belo palácio: feliz daquele que nele pode entrar para a vida eterna, Kyrie eleison (Vida dos Santos, Padre Rohrbacher, Volume XVII, P. 117 à 122)     The post São Venceslau, Duque da Boêmia, Mártir appeared first on Arautos do Evangelho. Fonte: Santo do Dia – Arautos do Evangelho

São Venceslau, Duque Da Boêmia, Mártir

São Venceslau é o grande santo nacional da Boêmia, Filho de Vratislau, que governava uma parte do país, Venceslau, nascido em 907, era neto de Santa Ludmila, que o educou, carinhosamente, bem como o irmão, Boleslau. Morto o pai, em 920, quando se fez com a expedição que marchou contra os húngaros, a mãe, Drahomira, tomou as rédeas do governo, como regente. Espírito irrequieto, com um verniz de cristianismo, talvez levada pelo conselheiros, fez com que assassinassem Santa Ludmila, que encaminhava o jovem duque Venceslau para Deus, a ele que fora feito para dirigir o país. Quando, oficialmente, o santo se assenhoreou do poder, em 925, a mãe era o foco de todas as intrigas que campeavam na corte. Grande foi a luta do filho contra os súditos apaganisados, aos quais dizia: – Canalhas! Por que me impedistes de levar avante o meu aprendizado de Jesus Cristo e de obedecer os seus mandamentos? Se Deus a vós vos embotou a alma, por que impedis aos outros de amá-lo? Quanto a mim, desembaraço-me de vós todos, rejeito-vos os conselhos, não os quero! Quero, sim, servir a Deus de todo o meu coração! Referia-se, certamente, à morte da avó querida e ao desejo que tinham todos de desviá-lo do caminho da verdade, tirando-lhe o doce Jesus do coração. Drahomira era a maquiavélica Drahomira de sempre, a fomentadora do desassossego, a procurar, com intrigas, favorecer os que lhe eram simpáticos: para tal, encaminhava a política para o terreno que melhor lhe coubesse. Dela vinham todos os dissabores, mas Venceslau, com pulso firme, afastou-a daquela vida, e só a chamou novamente quando, tendo abjurado aquela funesta política que fazia, prometeu-lhe não mais se ocupar com o que si a ele dizia respeito. São Venceslau fez vir de Praga as santas relíquias de Ludmila. E aos sacerdotes que as trouxeram, favoreceu-os da melhor maneira possível. Cedo, levantava-se e dirigia-se à igreja. Ao padre que o atendia, rogava que por ele pedisse ao Senhor um dia pacífico e dele fizesse o governante que a Deus fosse agradável. Embora fosse entranhadamente avesso à guerra, teve de participar de algumas, mas em caráter defensivo. Conta-se de São Venceslau que, um dia, afrontou em combate singular um duque inimigo. O adversário, percebendo uma cruz a brilhar na sua fronte, deixou cair a espada, ajoelhou-se imediatamente e tratou o santo com a maior deferência, com veneração que não escondeu dos próprios soldados, rudes e sequiosos de luta. O santo duque tomou o inimigo pelo braço, ajudou-o a levantar-se, abraçou-o fraternalmente e levou para o castelo. Em 929, a Boêmia foi atacada pelas hordas germânicas, e o santo, para evitar o desastre, a ruína do país, submeteu-se, sem lutar. Ora, o irmão, Boleslau, tomando o partido que aquele ato se opusera, com os demais confrades tratou de eliminá-lo. Marcado o dia, 27 e setembro, acabariam com ele num banquete. Todavia, no último momento, hesitaram, pensando melhor no que pretendiam fazer. O santo, prevenido, compareceu ao banquete, e, em dado momento, levantando a taça na mão direita, ergueu-se e disse: – Em honra de São Miguel, ao qual suplico que faça entrar vossas almas na paz e na eterna alegria! Os comensais, a uma voz, responderam, constrangidos: – Amém. Depois de ter abraçado os amigos, sorridente, retirou-se. E, antes de deitar-se, orou longamente. Ficou, então, decidido, que haviam de matá-lo no dia seguinte, 28, pela manhã, quando, conforme velho hábito, fosse à igreja. À porta, encontrou o irmão. Cumprimentou-o, disse-lhe: – Possa o Cristo convidar-te ao seu banquete eterno, a ti que me recebeste, e aos meus, tão bem! Boleslau, de má catadura, respondeu: – Ontem servi-te como pude, mas eis como o irmão vai servir o irmão! Agrediu-o. Venceslau puxou da espada, mas no mesmo instante arrojou-a ao chão. – Como fizeste mal! Exclamou. Depois: – Tu te condenaste a ti mesmo! Eu poderia arrasar-te como uma mosca se arrasaria, mas a destra dum servidor de Deus não deve ser fratricida. Venceslau deixou o irmão e buscou o interior da igreja. Então Boleslau, espumando, chamou a sua gente e acabaram com o santo. Era 28 de setembro de 929. Logo os primeiros milagres que o duque operou correram terras. Enterrado perto da pequenina igreja de São Cosme e São Damião, pouco mais tarde transferiram-no para Praga (4 de Março de 932), indo repousar na igreja de São Guido. Ali, um paralítico que fora trazido de longe, “do país franco”, foi curado. Herói nacional, depois patrono dos exércitos checos, os hussitas invocaram-no sempre com grande sucesso. Em 1929, festas magníficas, triunfais, marcaram os mil anos da morte do santo. E os checos, ainda hoje, cantam o que os antepassados no século XII cantavam: São Venceslau duque da terra checa, nosso príncipe, rogai por nós a deus, o Santo Espírito! Kyrie Eleison. Vós, o herdeiro da terra da Boêmia, lembrai-vos da vossa raça, não deixais que pereçamos. nem nossos filhos! São Venceslau, Kyrie eleison Imploramos vosso socorro, tende piedade de nós, consolai os que estão tristes, ó São Venceslau Kyrie eleison. A corte celeste é um belo palácio: feliz daquele que nele pode entrar para a vida eterna, Kyrie eleison (Vida dos Santos, Padre Rohrbacher, Volume XVII, P. 117 à 122)     The post São Venceslau, Duque da Boêmia, Mártir appeared first on Arautos do Evangelho. Fonte: Santo do Dia – Arautos do Evangelho

São Venceslau, Duque Da Boêmia, Mártir

São Venceslau é o grande santo nacional da Boêmia, Filho de Vratislau, que governava uma parte do país, Venceslau, nascido em 907, era neto de Santa Ludmila, que o educou, carinhosamente, bem como o irmão, Boleslau. Morto o pai, em 920, quando se fez com a expedição que marchou contra os húngaros, a mãe, Drahomira, tomou as rédeas do governo, como regente. Espírito irrequieto, com um verniz de cristianismo, talvez levada pelo conselheiros, fez com que assassinassem Santa Ludmila, que encaminhava o jovem duque Venceslau para Deus, a ele que fora feito para dirigir o país. Quando, oficialmente, o santo se assenhoreou do poder, em 925, a mãe era o foco de todas as intrigas que campeavam na corte. Grande foi a luta do filho contra os súditos apaganisados, aos quais dizia: – Canalhas! Por que me impedistes de levar avante o meu aprendizado de Jesus Cristo e de obedecer os seus mandamentos? Se Deus a vós vos embotou a alma, por que impedis aos outros de amá-lo? Quanto a mim, desembaraço-me de vós todos, rejeito-vos os conselhos, não os quero! Quero, sim, servir a Deus de todo o meu coração! Referia-se, certamente, à morte da avó querida e ao desejo que tinham todos de desviá-lo do caminho da verdade, tirando-lhe o doce Jesus do coração. Drahomira era a maquiavélica Drahomira de sempre, a fomentadora do desassossego, a procurar, com intrigas, favorecer os que lhe eram simpáticos: para tal, encaminhava a política para o terreno que melhor lhe coubesse. Dela vinham todos os dissabores, mas Venceslau, com pulso firme, afastou-a daquela vida, e só a chamou novamente quando, tendo abjurado aquela funesta política que fazia, prometeu-lhe não mais se ocupar com o que si a ele dizia respeito. São Venceslau fez vir de Praga as santas relíquias de Ludmila. E aos sacerdotes que as trouxeram, favoreceu-os da melhor maneira possível. Cedo, levantava-se e dirigia-se à igreja. Ao padre que o atendia, rogava que por ele pedisse ao Senhor um dia pacífico e dele fizesse o governante que a Deus fosse agradável. Embora fosse entranhadamente avesso à guerra, teve de participar de algumas, mas em caráter defensivo. Conta-se de São Venceslau que, um dia, afrontou em combate singular um duque inimigo. O adversário, percebendo uma cruz a brilhar na sua fronte, deixou cair a espada, ajoelhou-se imediatamente e tratou o santo com a maior deferência, com veneração que não escondeu dos próprios soldados, rudes e sequiosos de luta. O santo duque tomou o inimigo pelo braço, ajudou-o a levantar-se, abraçou-o fraternalmente e levou para o castelo. Em 929, a Boêmia foi atacada pelas hordas germânicas, e o santo, para evitar o desastre, a ruína do país, submeteu-se, sem lutar. Ora, o irmão, Boleslau, tomando o partido que aquele ato se opusera, com os demais confrades tratou de eliminá-lo. Marcado o dia, 27 e setembro, acabariam com ele num banquete. Todavia, no último momento, hesitaram, pensando melhor no que pretendiam fazer. O santo, prevenido, compareceu ao banquete, e, em dado momento, levantando a taça na mão direita, ergueu-se e disse: – Em honra de São Miguel, ao qual suplico que faça entrar vossas almas na paz e na eterna alegria! Os comensais, a uma voz, responderam, constrangidos: – Amém. Depois de ter abraçado os amigos, sorridente, retirou-se. E, antes de deitar-se, orou longamente. Ficou, então, decidido, que haviam de matá-lo no dia seguinte, 28, pela manhã, quando, conforme velho hábito, fosse à igreja. À porta, encontrou o irmão. Cumprimentou-o, disse-lhe: – Possa o Cristo convidar-te ao seu banquete eterno, a ti que me recebeste, e aos meus, tão bem! Boleslau, de má catadura, respondeu: – Ontem servi-te como pude, mas eis como o irmão vai servir o irmão! Agrediu-o. Venceslau puxou da espada, mas no mesmo instante arrojou-a ao chão. – Como fizeste mal! Exclamou. Depois: – Tu te condenaste a ti mesmo! Eu poderia arrasar-te como uma mosca se arrasaria, mas a destra dum servidor de Deus não deve ser fratricida. Venceslau deixou o irmão e buscou o interior da igreja. Então Boleslau, espumando, chamou a sua gente e acabaram com o santo. Era 28 de setembro de 929. Logo os primeiros milagres que o duque operou correram terras. Enterrado perto da pequenina igreja de São Cosme e São Damião, pouco mais tarde transferiram-no para Praga (4 de Março de 932), indo repousar na igreja de São Guido. Ali, um paralítico que fora trazido de longe, “do país franco”, foi curado. Herói nacional, depois patrono dos exércitos checos, os hussitas invocaram-no sempre com grande sucesso. Em 1929, festas magníficas, triunfais, marcaram os mil anos da morte do santo. E os checos, ainda hoje, cantam o que os antepassados no século XII cantavam: São Venceslau duque da terra checa, nosso príncipe, rogai por nós a deus, o Santo Espírito! Kyrie Eleison. Vós, o herdeiro da terra da Boêmia, lembrai-vos da vossa raça, não deixais que pereçamos. nem nossos filhos! São Venceslau, Kyrie eleison Imploramos vosso socorro, tende piedade de nós, consolai os que estão tristes, ó São Venceslau Kyrie eleison. A corte celeste é um belo palácio: feliz daquele que nele pode entrar para a vida eterna, Kyrie eleison (Vida dos Santos, Padre Rohrbacher, Volume XVII, P. 117 à 122)     The post São Venceslau, Duque da Boêmia, Mártir appeared first on Arautos do Evangelho. Fonte: Santo do Dia – Arautos do Evangelho

São Venceslau, Duque Da Boêmia, Mártir

São Venceslau é o grande santo nacional da Boêmia, Filho de Vratislau, que governava uma parte do país, Venceslau, nascido em 907, era neto de Santa Ludmila, que o educou, carinhosamente, bem como o irmão, Boleslau. Morto o pai, em 920, quando se fez com a expedição que marchou contra os húngaros, a mãe, Drahomira, tomou as rédeas do governo, como regente. Espírito irrequieto, com um verniz de cristianismo, talvez levada pelo conselheiros, fez com que assassinassem Santa Ludmila, que encaminhava o jovem duque Venceslau para Deus, a ele que fora feito para dirigir o país. Quando, oficialmente, o santo se assenhoreou do poder, em 925, a mãe era o foco de todas as intrigas que campeavam na corte. Grande foi a luta do filho contra os súditos apaganisados, aos quais dizia: – Canalhas! Por que me impedistes de levar avante o meu aprendizado de Jesus Cristo e de obedecer os seus mandamentos? Se Deus a vós vos embotou a alma, por que impedis aos outros de amá-lo? Quanto a mim, desembaraço-me de vós todos, rejeito-vos os conselhos, não os quero! Quero, sim, servir a Deus de todo o meu coração! Referia-se, certamente, à morte da avó querida e ao desejo que tinham todos de desviá-lo do caminho da verdade, tirando-lhe o doce Jesus do coração. Drahomira era a maquiavélica Drahomira de sempre, a fomentadora do desassossego, a procurar, com intrigas, favorecer os que lhe eram simpáticos: para tal, encaminhava a política para o terreno que melhor lhe coubesse. Dela vinham todos os dissabores, mas Venceslau, com pulso firme, afastou-a daquela vida, e só a chamou novamente quando, tendo abjurado aquela funesta política que fazia, prometeu-lhe não mais se ocupar com o que si a ele dizia respeito. São Venceslau fez vir de Praga as santas relíquias de Ludmila. E aos sacerdotes que as trouxeram, favoreceu-os da melhor maneira possível. Cedo, levantava-se e dirigia-se à igreja. Ao padre que o atendia, rogava que por ele pedisse ao Senhor um dia pacífico e dele fizesse o governante que a Deus fosse agradável. Embora fosse entranhadamente avesso à guerra, teve de participar de algumas, mas em caráter defensivo. Conta-se de São Venceslau que, um dia, afrontou em combate singular um duque inimigo. O adversário, percebendo uma cruz a brilhar na sua fronte, deixou cair a espada, ajoelhou-se imediatamente e tratou o santo com a maior deferência, com veneração que não escondeu dos próprios soldados, rudes e sequiosos de luta. O santo duque tomou o inimigo pelo braço, ajudou-o a levantar-se, abraçou-o fraternalmente e levou para o castelo. Em 929, a Boêmia foi atacada pelas hordas germânicas, e o santo, para evitar o desastre, a ruína do país, submeteu-se, sem lutar. Ora, o irmão, Boleslau, tomando o partido que aquele ato se opusera, com os demais confrades tratou de eliminá-lo. Marcado o dia, 27 e setembro, acabariam com ele num banquete. Todavia, no último momento, hesitaram, pensando melhor no que pretendiam fazer. O santo, prevenido, compareceu ao banquete, e, em dado momento, levantando a taça na mão direita, ergueu-se e disse: – Em honra de São Miguel, ao qual suplico que faça entrar vossas almas na paz e na eterna alegria! Os comensais, a uma voz, responderam, constrangidos: – Amém. Depois de ter abraçado os amigos, sorridente, retirou-se. E, antes de deitar-se, orou longamente. Ficou, então, decidido, que haviam de matá-lo no dia seguinte, 28, pela manhã, quando, conforme velho hábito, fosse à igreja. À porta, encontrou o irmão. Cumprimentou-o, disse-lhe: – Possa o Cristo convidar-te ao seu banquete eterno, a ti que me recebeste, e aos meus, tão bem! Boleslau, de má catadura, respondeu: – Ontem servi-te como pude, mas eis como o irmão vai servir o irmão! Agrediu-o. Venceslau puxou da espada, mas no mesmo instante arrojou-a ao chão. – Como fizeste mal! Exclamou. Depois: – Tu te condenaste a ti mesmo! Eu poderia arrasar-te como uma mosca se arrasaria, mas a destra dum servidor de Deus não deve ser fratricida. Venceslau deixou o irmão e buscou o interior da igreja. Então Boleslau, espumando, chamou a sua gente e acabaram com o santo. Era 28 de setembro de 929. Logo os primeiros milagres que o duque operou correram terras. Enterrado perto da pequenina igreja de São Cosme e São Damião, pouco mais tarde transferiram-no para Praga (4 de Março de 932), indo repousar na igreja de São Guido. Ali, um paralítico que fora trazido de longe, “do país franco”, foi curado. Herói nacional, depois patrono dos exércitos checos, os hussitas invocaram-no sempre com grande sucesso. Em 1929, festas magníficas, triunfais, marcaram os mil anos da morte do santo. E os checos, ainda hoje, cantam o que os antepassados no século XII cantavam: São Venceslau duque da terra checa, nosso príncipe, rogai por nós a deus, o Santo Espírito! Kyrie Eleison. Vós, o herdeiro da terra da Boêmia, lembrai-vos da vossa raça, não deixais que pereçamos. nem nossos filhos! São Venceslau, Kyrie eleison Imploramos vosso socorro, tende piedade de nós, consolai os que estão tristes, ó São Venceslau Kyrie eleison. A corte celeste é um belo palácio: feliz daquele que nele pode entrar para a vida eterna, Kyrie eleison (Vida dos Santos, Padre Rohrbacher, Volume XVII, P. 117 à 122)     The post São Venceslau, Duque da Boêmia, Mártir appeared first on Arautos do Evangelho. Fonte: Santo do Dia – Arautos do Evangelho

Evangelho Do Dia 2018-09-28

Sexta-feira, 28 de Setembro de 2018. Santo do dia: São Venceslau, mártir; São Lourenço Ruiz e companheiros, mártires; São Simão de Rojas, presbíteroCor litúrgica: verde Evangelho do dia: São Lucas 9, 18-22 Primeira leitura: Eclesiastes, 3, 1-11Leitura do Livro do Eclesiastes: 1Tudo tem seu tempo. Há um momento oportuno para tudo que acontece debaixo do céu. 2Tempo de nascer e tempo de morrer; Tempo de plantar e tempo de colher a planta. 3Tempo de matar e tempo de salvar; tempo de destruir e tempo de construir. 4Tempo de chorar e tempo de rir; tempo de lamentar e tempo de dançar. 5Tempo de atirar pedras e tempo de as amontoar; tempo de abraçar e tempo de se separar. 6Tempo de buscar e tempo de perder; tempo de guardar e tempo de esbanjar. 7Tempo de rasgar e tempo de costurar; tempo de calar e tempo de falar. 8Tempo de amar e tempo de odiar; tempo de guerra e tempo de paz. 9Que proveito tira o trabalhador de seu esforço? 10Observei a tarefa que Deus impôs aos homens, para que nela se ocupassem. 11As coisas que ele fez são todas boas no tempo oportuno. Além disso, ele dispôs que fossem permanentes; no entanto o homem jamais chega a conhecer o princípio e o fim da ação que Deus realiza. – Palavra do Senhor – Graças a Deus Salmo 143 (144) – Bendito seja o Senhor, meu rochedo. Ele é meu amor, meu refúgio, libertador, fortaleza e abrigo; É meu escudo: é nele que espero. R: Bendito seja o Senhor, meu rochedo!   – Que é o homem, Senhor, para vós? Por que dele cuidais tanto assim, e no filho do homem pensais? Como o sopro de vento é o homem, os seus dias são sombra que passa.   R: Bendito seja o Senhor, meu rochedo! Evangelho de Jesus Cristo segundo São Lucas 9, 18-22 – Aleluia, Aleluia, Aleluia.– Veio o Filho do homem, a fim de servir e dar sua vida em resgate por muitos (Mc 10,45); Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Lucas: Aconteceu que, 18Jesus estava rezando num lugar retirado, e os discípulos estavam com ele. Então Jesus perguntou-lhes: ‘Quem diz o povo que eu sou?’ 19Eles responderam: ‘Uns dizem que és João Batista; outros, que és Elias; mas outros acham que és algum dos antigos profetas que ressuscitou.’ 20Mas Jesus perguntou: ‘E vós, quem dizeis que eu sou?’ Pedro respondeu: ‘O Cristo de Deus.’ 21Mas Jesus proibiu-lhes severamente que contassem isso a alguém. 22E acrescentou: ‘O Filho do Homem deve sofrer muito, ser rejeitado pelos anciãos, pelos sumos sacerdotes e doutores da Lei, deve ser morto e ressuscitar no terceiro dia.’ – Palavra da Salvação– Glória a Vós, Senhor Comentário ao Evangelho por Santa Teresinha do Menino Jesus, carmelita e Doutora da IgrejaPesia 52, «O abandono é o fruto delicioso do amor» «”E Eu, quando for levantado da terra, atrirei todos a Mim”. E dizia isto para indicar de que morte ia morrer» (Jo, 12,32-33) Há nesta terrauma Árvore maravilhosacuja raíz, oh mistério!se encontra nos céus. À sombra dos seus ramosnada pode ferir;aí se pode repousarsem temer a tempestade. Esta Árvore inefáveltem por nome Amor;e seu fruto deleitávelchama-se abandono. É um fruto que me torna felizjá nesta vida;e minha alma se alegracom seu odor divino. Este fruto, quando lhe toco,é para mim um tesouro;ao levá-lo à bocamais doce ainda o sinto. Ele me dá neste mundoum oceano de paz;e nesta paz profundarepouso para sempre. Só o abandono me entregaem teus braços, Jesus.Ele me faz vivera vida dos eleitos. The post Evangelho do dia 2018-09-28 appeared first on Arautos do Evangelho. Fonte: Evangelho Diário – Arautos do Evangelho