Beata Joana Soderini

Veio ela ao mundo no ano 1301, numa das primeiras famílias de Florença. Nem bem sua razão começou a desabrochar, e já o seu maior prazer consistia em ouvir a narrativa dos mistérios da fé cristã, e em conversar sobre eles. Uma terna piedade lhe abrasava o coração. A Santa Virgem merecia-lhe particular devoção; honrou-a desde os mais ternos anos; todos os dias entoava-lhe louvores e dirigia-lhe fervorosas preces. Tendo Joana chegado ao conhecimento, de maneira sobrenatural, de que a sua governanta, chamada Felícia Tônia, morreria dentro de pouco tempo, preveniu a moça, e esta, submetendo-se resignadamente à vontade de Deus, se ocupou em procurar uma pessoa prudente capaz de substituí-la junto à aluna. Nessa intenção indicou a ilustre Santa Juliana Falconieri. Muito repugnava aos pais de Joana a idéia de fazê-la ingressar num estabelecimento religioso, pois era a única filha do casal, e já cogitavam dá-la em casamento a um jovem florentino de classe igualmente elevada. Porém, quando a menina lhes contou que já escolhera Jesus Cristo para esposo, não ousaram opor-se ao desejo por ela manifestado. Apenas com doze anos de idade, a jovem serva de Deus colocou-se sob a disciplina de Santa Juliana e prazerosamente envergou o hábito religioso. Sob a direção de tão hábil mestre, não tardou em realizar grandes progressos nos caminhos da perfeição. Não satisfeita por haver renunciado ao mundo e a todas as vantagens temporais que nele poderia encontrar, desejou ligar-se a Deus por laços indissolúveis e pronunciou, diante do altar de Nossa Senhora da Anunciação, seu voto de castidade perpétua. Porém, persuadida de que essa virtude evangélica só através da mortificação e da prece perdura na alma, castigou o corpo durante a vida inteira com o jejum, as vigílias, o cilício, a disciplina, e várias outras austeridades. Possuía tão grande humildade que encontrava prazer em executar as tarefas mais grosseiras da casa e em prestar às suas irmãs os serviços mais abjetos. Sua doçura, sua bondade, a alegria simples e natural que acompanhava seus atos de caridade mereceram-lhe e conquistaram-lhe a afeição de todas suas companheiras. O demônio, invejoso de tão alta pureza e virtude, envidou os maiores esforços para triunfar da serva de Deus: esta porém, cheia de confiança no auxílio do céu, resistiu tenazmente às mais difíceis e penosas tentações, suportou com paciência as mais mortificantes provações, e afinal saiu vitoriosa da luta que sustentara contra o inimigo. Para premiar a sua virtude, sem dúvida, o Senhor favoreceu-o com o dom da profecia. Joana fez várias predições, cuja veracidade foi comprovada pelos acontecimentos. Tendo chegado o tempo em que a sua bem-aventurada diretora, Santa Juliana Falconieri deixaria a terra para reunir-se ao celeste esposo, Joana prodigalizou-lhe os mais assíduos e os caridosos cuidados; recebeu, em 1340, o seu último suspiro e foi a primeira a ver a imagem do Salvador miraculosamente impressa, como um sinete, no peito daquela ilustre virgem. Comunicou o prodígio às irmãs, que não se fartaram de admirá-lo. De tal modo a impressionou aquele favor celestial que redobrou de fervor e empenhou-se, durante os vinte e seis anos que ainda viveu, em imitar todas as virtudes de que a Santa Juliana lhe dera tão belos exemplos. Enfim, rica de merecimento e gasta pelas mais rigorosas penitências, entregou pacificamente a alma ao Criador, no dia primeiro de Setembro de 1827. Seu corpo foi transportado para a Igreja da Anunciação, de Florença, assistida pelos servitas e bem depressa se tornou objeto de veneração pública. Em virtude da insistente solicitação do conde Lourenço Soderinim, patrício romano, e que pertencia à mesma família da santa religiosa o Papa Leão XII aprovou, no dia primeiro de Setembro de 1827, o culto imemorial da bem-aventurada Joana. (Vida dos Santos, Padre Rohrbacher, Volume XV, p. 363 à 365) The post Beata Joana Soderini appeared first on Arautos do Evangelho. Fonte: Santo do Dia – Arautos do Evangelho
São Raimundo Nonato

Nasceu em 1204, em Portel, na diocese de Urgel, Catalunha. Deram-lhe o cognome de Nonato, que não nasceu, porque sua mãe tendo morrido antes de seu nascimento, tiraram-no do corpo pela operação cesariana. Os parentes eram de família nobre, mas pouco favorecidos de bens de fortuna. Na infância, mostrava gosto pelos exercícios de piedade e pelo cumprimento dos deveres. A penetração de seu espírito fê-lo percorrer, com tanta rapidez como êxito, a carreira das belas letras, Seu pai, que notava nele a inclinação para a vida monástica, ou pelo menos para o estado eclesiástico, mandou-o ao campo, para o fazer trabalhar numa fazenda. Sua intenção era afastá-lo da vocação e do estudo, O santo obedeceu sem replicar e por amor à solidão, encarregou-se do cuidado de pastorear o rebanho, Imitava, nas montanhas e nas florestas, a vida dos antigos anacoretas. Ora, no campo onde o jovem Raimundo pastoreava suas ovelhas, havia uma pequena igreja ou ermida dedicada a São Nicolau de Mira e nessa igreja uma belíssima imagem da Mãe de Deus. O jovem Raimundo, que tinha perdido a mãe antes de vir ao mundo, ia muitas vezes rezar com fervor diante daquela santa. Um dia, quando lhe tinha aberto de todo o coração, a santa Virgem apareceu-lhe e disse-lhe com inefável doçura: “Não temas, Raimundo, desde agora eu te recebo por meu filho; poderás, então, com toda verdade, chamar-me de tua mãe e ter certeza de minha proteção para o futuro”. Desde aquele momento, embora se considerasse o mais humilde servo da rainha dos céus, não podia deixar de a chamar bem alto com o nome de mãe e de protestar que jamais tinha dito outra, nem que jamais a teria. Todos os dias rezava o rosário aos pés dessa imagem. Invejoso de uma juventude tão pura, o espírito das trevas apareceu-lhes sob a forma de um pastor, esforçando-se por persuadi-lo de que a um moço da nobreza não era conveniente levar vida tão rústica e solitária, que devia freqüentar lugares mais célebres. O moço respondeu que só seguiria os conselhos de sua mui doce mãe, a Virgem Maria. A esse nome o demônio fugiu com um horrível estrondo, Raimundo foi ao seu asilo costumeiro, agradeceu à sua divina libertadora e, em sua honra, consagrou a Deus a virgindade. Maria testemunhou-lhe a materna satisfação, e o aconselhou a entrar na Ordem da Redenção dos cativos, cuja fundação tinha inspirado havia pouco a São Pedro Nolasco. Raimundo não pedia coisa melhor, mas temia a oposição do pai. O conde de Cardone, inspirado pela Santa Virgem, obteve-lhe o consentimento. Era um senhor de seus parentes que vinha frequentemente em peregrinação à ermida de São Nicolau. Raimundo foi então a Barcelona e fez seus votos nas mãos de São Pedro Nolasco, fundador da Ordem das Mercês. O novo religioso tornou-se modelo de seus irmãos por seu fervor, sua mortificação e outras virtudes. Seu progresso na perfeição foi tão surpreendente que, após dois ou três meses de profissão, o julgaram digno de exercer o ofício de redentor e substituir a esse respeito, São Pedro Nolasco. Tendo sido enviado à Barbária, obteve dos agelianos a liberdade de um grande número de escravos, Quando seus fundos se esgotaram, deu-se a si mesmo como refém, para o resgate dos cristãos cuja situação era mais rude e cuja fé corria mais risco. O sacrifício generoso que fazia de sua liberdade só serviu para irritar os maometanos. Trataram-no com tanta desumanidade que teria morrido em suas mãos, se o temor de perder a soma estipulada não tivesse levado o cádi, ou magistrado da cidade, a dar ordens para que o poupassem. Deixaram-no então respirar e permitiram-lhe ir aonde quisesse. Aproveitou a permissão que se lhe concedia, para visitar os cristãos e os consolar. Abriu também os olhos a vários muçulmanos que receberam o batismo. O governador, tendo sido informado, condenou-o a ser enforcado. Mas os que estavam interessados no pagamento do resgate dos cativos, pelos quais estava como refém, obtiveram-lhe a comutação da pena e ele sofreu cruéis porretadas. Tal suplício não lhe diminuiu a coragem; julgava nada ter feito, enquanto via os irmãos em perigo de se perderem eternamente: também não deixava escapar nenhuma ocasião de ir em seu auxílio. Quando um homem, dizia ele com São Crisóstomo, desse aos pobres tesouros imensos, aquela boa obra em nada se aproxima da de um homem que contribui para a salvação de uma alma. Essa esmola é preferível à distribuição de dez mil talentos; vale mais que o mundo inteiro, por maior que pareça aos nossos olhos, pois um homem é mais precioso que todo o universo. O santo não tinha mais dinheiro para resgatar os escravos; por outro lado, era um crime capital entre os muçulmanos falar de religião aos de sua seita. Se se deixasse levar pela esperança de algum êxito, via-se exposto à morte, vítima da caridade. Retomou, entretanto, seu primeiro método, de exortar os cristãos e instruir os infiéis. O governador, informado de seu proceder, ficou muito irritado; fê-lo chicotear nas esquinas de todas as ruas, depois do que, lhe furaram os lábios com um ferro em brasa, numa praça pública e lhe fecharam a boca com um cadeado, que se abria somente quanto tinha que comer. Carregaram-no de correntes e fecharam-no numa masmorra. Lá ficou oito meses e só saiu quando os padres das Mercês trouxeram o resgate que São Pedro Nolasco mandava. Vendo que não o queriam deixar na prisão, pediu que, ao menos, lhe fosse permitido viver no meio dos escravos, que tinham urgente necessidade de socorro, Mas as ordens de seu geral, que o chamava, obrigaram-no a partir. Chegado à Espanha, foi nomeado Cardeal pelo Papa São Gregório IX. Sua nomeação a essa dignidade em nada lhe mudou os sentimentos; conservou sempre o hábito e a primitiva maneira de viver. Preferiu a cela a um palácio que lhe ofereciam; não quis ter ricas mobílias e contentou-se com o que era suficiente para as necessidades da natureza. O Papa chamou-o a
São Raimundo Nonato

Nasceu em 1204, em Portel, na diocese de Urgel, Catalunha. Deram-lhe o cognome de Nonato, que não nasceu, porque sua mãe tendo morrido antes de seu nascimento, tiraram-no do corpo pela operação cesariana. Os parentes eram de família nobre, mas pouco favorecidos de bens de fortuna. Na infância, mostrava gosto pelos exercícios de piedade e pelo cumprimento dos deveres. A penetração de seu espírito fê-lo percorrer, com tanta rapidez como êxito, a carreira das belas letras, Seu pai, que notava nele a inclinação para a vida monástica, ou pelo menos para o estado eclesiástico, mandou-o ao campo, para o fazer trabalhar numa fazenda. Sua intenção era afastá-lo da vocação e do estudo, O santo obedeceu sem replicar e por amor à solidão, encarregou-se do cuidado de pastorear o rebanho, Imitava, nas montanhas e nas florestas, a vida dos antigos anacoretas. Ora, no campo onde o jovem Raimundo pastoreava suas ovelhas, havia uma pequena igreja ou ermida dedicada a São Nicolau de Mira e nessa igreja uma belíssima imagem da Mãe de Deus. O jovem Raimundo, que tinha perdido a mãe antes de vir ao mundo, ia muitas vezes rezar com fervor diante daquela santa. Um dia, quando lhe tinha aberto de todo o coração, a santa Virgem apareceu-lhe e disse-lhe com inefável doçura: “Não temas, Raimundo, desde agora eu te recebo por meu filho; poderás, então, com toda verdade, chamar-me de tua mãe e ter certeza de minha proteção para o futuro”. Desde aquele momento, embora se considerasse o mais humilde servo da rainha dos céus, não podia deixar de a chamar bem alto com o nome de mãe e de protestar que jamais tinha dito outra, nem que jamais a teria. Todos os dias rezava o rosário aos pés dessa imagem. Invejoso de uma juventude tão pura, o espírito das trevas apareceu-lhes sob a forma de um pastor, esforçando-se por persuadi-lo de que a um moço da nobreza não era conveniente levar vida tão rústica e solitária, que devia freqüentar lugares mais célebres. O moço respondeu que só seguiria os conselhos de sua mui doce mãe, a Virgem Maria. A esse nome o demônio fugiu com um horrível estrondo, Raimundo foi ao seu asilo costumeiro, agradeceu à sua divina libertadora e, em sua honra, consagrou a Deus a virgindade. Maria testemunhou-lhe a materna satisfação, e o aconselhou a entrar na Ordem da Redenção dos cativos, cuja fundação tinha inspirado havia pouco a São Pedro Nolasco. Raimundo não pedia coisa melhor, mas temia a oposição do pai. O conde de Cardone, inspirado pela Santa Virgem, obteve-lhe o consentimento. Era um senhor de seus parentes que vinha frequentemente em peregrinação à ermida de São Nicolau. Raimundo foi então a Barcelona e fez seus votos nas mãos de São Pedro Nolasco, fundador da Ordem das Mercês. O novo religioso tornou-se modelo de seus irmãos por seu fervor, sua mortificação e outras virtudes. Seu progresso na perfeição foi tão surpreendente que, após dois ou três meses de profissão, o julgaram digno de exercer o ofício de redentor e substituir a esse respeito, São Pedro Nolasco. Tendo sido enviado à Barbária, obteve dos agelianos a liberdade de um grande número de escravos, Quando seus fundos se esgotaram, deu-se a si mesmo como refém, para o resgate dos cristãos cuja situação era mais rude e cuja fé corria mais risco. O sacrifício generoso que fazia de sua liberdade só serviu para irritar os maometanos. Trataram-no com tanta desumanidade que teria morrido em suas mãos, se o temor de perder a soma estipulada não tivesse levado o cádi, ou magistrado da cidade, a dar ordens para que o poupassem. Deixaram-no então respirar e permitiram-lhe ir aonde quisesse. Aproveitou a permissão que se lhe concedia, para visitar os cristãos e os consolar. Abriu também os olhos a vários muçulmanos que receberam o batismo. O governador, tendo sido informado, condenou-o a ser enforcado. Mas os que estavam interessados no pagamento do resgate dos cativos, pelos quais estava como refém, obtiveram-lhe a comutação da pena e ele sofreu cruéis porretadas. Tal suplício não lhe diminuiu a coragem; julgava nada ter feito, enquanto via os irmãos em perigo de se perderem eternamente: também não deixava escapar nenhuma ocasião de ir em seu auxílio. Quando um homem, dizia ele com São Crisóstomo, desse aos pobres tesouros imensos, aquela boa obra em nada se aproxima da de um homem que contribui para a salvação de uma alma. Essa esmola é preferível à distribuição de dez mil talentos; vale mais que o mundo inteiro, por maior que pareça aos nossos olhos, pois um homem é mais precioso que todo o universo. O santo não tinha mais dinheiro para resgatar os escravos; por outro lado, era um crime capital entre os muçulmanos falar de religião aos de sua seita. Se se deixasse levar pela esperança de algum êxito, via-se exposto à morte, vítima da caridade. Retomou, entretanto, seu primeiro método, de exortar os cristãos e instruir os infiéis. O governador, informado de seu proceder, ficou muito irritado; fê-lo chicotear nas esquinas de todas as ruas, depois do que, lhe furaram os lábios com um ferro em brasa, numa praça pública e lhe fecharam a boca com um cadeado, que se abria somente quanto tinha que comer. Carregaram-no de correntes e fecharam-no numa masmorra. Lá ficou oito meses e só saiu quando os padres das Mercês trouxeram o resgate que São Pedro Nolasco mandava. Vendo que não o queriam deixar na prisão, pediu que, ao menos, lhe fosse permitido viver no meio dos escravos, que tinham urgente necessidade de socorro, Mas as ordens de seu geral, que o chamava, obrigaram-no a partir. Chegado à Espanha, foi nomeado Cardeal pelo Papa São Gregório IX. Sua nomeação a essa dignidade em nada lhe mudou os sentimentos; conservou sempre o hábito e a primitiva maneira de viver. Preferiu a cela a um palácio que lhe ofereciam; não quis ter ricas mobílias e contentou-se com o que era suficiente para as necessidades da natureza. O Papa chamou-o a
Evangelho Do Dia 2018-08-31

Sexta-feira, 31 de Agosto de 2018. Santo do dia: São Paulino, Bispo e mártirCor litúrgica: verde Evangelho do dia: São Mateus 25, 1-13 Primeira leitura: Coríntios 1, 17-25Leitura da primeira carta de são Paulo aos Coríntios: Irmãos, 17de fato, Cristo não me enviou para batizar, mas para pregar a Boa-Nova da salvação sem me valer dos recursos da oratória, para não privar a cruz de Cristo da sua força própria. 18A pregação a respeito da cruz é uma insensatez para os que se perdem, mas, para os que se salvam, para nós, ela é poder de Deus. 19Com efeito, está escrito: “Destruirei a sabedoria dos sábios e frustrarei a perspicácia dos inteligentes”. 20Onde está o sábio? Onde o mestre da lei? Onde o questionador deste mundo? Acaso Deus não mostrou a insensatez da sabedoria do mundo? 21De fato, na manifestação da sabedoria de Deus, o mundo não chegou a conhecer Deus por meio da sabedoria; por isso, Deus houve por bem salvar os que creem por meio da insensatez da pregação. 22Os judeus pedem sinais milagrosos, os gregos procuram sabedoria; 23nós, porém, pregamos Cristo crucificado, escândalo para os judeus e insensatez para os pagãos. 24Mas para os que são chamados, tanto judeus como gregos, esse Cristo é poder de Deus e sabedoria de Deus. 25Pois o que é dito insensatez de Deus é mais sábio do que os homens, e o que é dito fraqueza de Deus é mais forte do que os homens. – Palavra do Senhor – Graças a Deus Salmo 32 (33) – Ó justos, alegrai-vos no Senhor! Aos retos fica bem glorificá-lo. Dai graças ao Senhor ao som da harpa, na lira de dez cordas celebrai-o! R: Transborda em toda a terra a bondade do Senhor! – Pois reta é a palavra do Senhor, e tudo o que ele faz merece fé. Deus ama o direito e a justiça, transborda em toda a terra a sua graça. R: Transborda em toda a terra a bondade do Senhor! – O Senhor desfaz os planos das nações e os projetos que os povos se propõem. Mas os desígnios do Senhor são para sempre, e os pensamentos que ele traz no coração, de geração em geração, vão perdurar. R: Transborda em toda a terra a bondade do Senhor! Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus 25, 1-13 – Aleluia, Aleluia, Aleluia.– Vigiai e orai para ficardes de pé ante o Filho do homem! (Lc 21,36); Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus: Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos esta parábola: 1“O reino dos céus é como a história das dez jovens que pegaram suas lâmpadas de óleo e saíram ao encontro do noivo. 2Cinco delas eram imprevidentes, e as outras cinco eram previdentes. 3As imprevidentes pegaram as suas lâmpadas, mas não levaram óleo consigo. 4As previdentes, porém, levaram vasilhas com óleo junto com as lâmpadas. 5O noivo estava demorando e todas elas acabaram cochilando e dormindo. 6No meio da noite, ouviu-se um grito: ‘O noivo está chegando. Ide ao seu encontro!’ 7Então as dez jovens se levantaram e prepararam as lâmpadas. 8As imprevidentes disseram às previdentes: ‘Dai-nos um pouco de óleo, porque nossas lâmpadas estão se apagando’. 9As previdentes responderam: ‘De modo nenhum, porque o óleo pode ser insuficiente para nós e para vós. É melhor irdes comprar aos vendedores’. 10Enquanto elas foram comprar óleo, o noivo chegou e as que estavam preparadas entraram com ele para a festa de casamento. E a porta se fechou. 11Por fim, chegaram também as outras jovens e disseram: ‘Senhor! Senhor! Abre-nos a porta!’ 12Ele, porém, respondeu: ‘Em verdade eu vos digo, não vos conheço!’ 13Portanto, ficai vigiando, pois não sabeis qual será o dia nem a hora”. – Palavra da Salvação– Glória a Vós, Senhor The post Evangelho do dia 2018-08-31 appeared first on Arautos do Evangelho. Fonte: Evangelho Diário – Arautos do Evangelho
Evangelho Do Dia 2018-08-31

Sexta-feira, 31 de Agosto de 2018. Santo do dia: São Paulino, Bispo e mártirCor litúrgica: verde Evangelho do dia: São Mateus 25, 1-13 Primeira leitura: Coríntios 1, 17-25Leitura da primeira carta de são Paulo aos Coríntios: Irmãos, 17de fato, Cristo não me enviou para batizar, mas para pregar a Boa-Nova da salvação sem me valer dos recursos da oratória, para não privar a cruz de Cristo da sua força própria. 18A pregação a respeito da cruz é uma insensatez para os que se perdem, mas, para os que se salvam, para nós, ela é poder de Deus. 19Com efeito, está escrito: “Destruirei a sabedoria dos sábios e frustrarei a perspicácia dos inteligentes”. 20Onde está o sábio? Onde o mestre da lei? Onde o questionador deste mundo? Acaso Deus não mostrou a insensatez da sabedoria do mundo? 21De fato, na manifestação da sabedoria de Deus, o mundo não chegou a conhecer Deus por meio da sabedoria; por isso, Deus houve por bem salvar os que creem por meio da insensatez da pregação. 22Os judeus pedem sinais milagrosos, os gregos procuram sabedoria; 23nós, porém, pregamos Cristo crucificado, escândalo para os judeus e insensatez para os pagãos. 24Mas para os que são chamados, tanto judeus como gregos, esse Cristo é poder de Deus e sabedoria de Deus. 25Pois o que é dito insensatez de Deus é mais sábio do que os homens, e o que é dito fraqueza de Deus é mais forte do que os homens. – Palavra do Senhor – Graças a Deus Salmo 32 (33) – Ó justos, alegrai-vos no Senhor! Aos retos fica bem glorificá-lo. Dai graças ao Senhor ao som da harpa, na lira de dez cordas celebrai-o! R: Transborda em toda a terra a bondade do Senhor! – Pois reta é a palavra do Senhor, e tudo o que ele faz merece fé. Deus ama o direito e a justiça, transborda em toda a terra a sua graça. R: Transborda em toda a terra a bondade do Senhor! – O Senhor desfaz os planos das nações e os projetos que os povos se propõem. Mas os desígnios do Senhor são para sempre, e os pensamentos que ele traz no coração, de geração em geração, vão perdurar. R: Transborda em toda a terra a bondade do Senhor! Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus 25, 1-13 – Aleluia, Aleluia, Aleluia.– Vigiai e orai para ficardes de pé ante o Filho do homem! (Lc 21,36); Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus: Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos esta parábola: 1“O reino dos céus é como a história das dez jovens que pegaram suas lâmpadas de óleo e saíram ao encontro do noivo. 2Cinco delas eram imprevidentes, e as outras cinco eram previdentes. 3As imprevidentes pegaram as suas lâmpadas, mas não levaram óleo consigo. 4As previdentes, porém, levaram vasilhas com óleo junto com as lâmpadas. 5O noivo estava demorando e todas elas acabaram cochilando e dormindo. 6No meio da noite, ouviu-se um grito: ‘O noivo está chegando. Ide ao seu encontro!’ 7Então as dez jovens se levantaram e prepararam as lâmpadas. 8As imprevidentes disseram às previdentes: ‘Dai-nos um pouco de óleo, porque nossas lâmpadas estão se apagando’. 9As previdentes responderam: ‘De modo nenhum, porque o óleo pode ser insuficiente para nós e para vós. É melhor irdes comprar aos vendedores’. 10Enquanto elas foram comprar óleo, o noivo chegou e as que estavam preparadas entraram com ele para a festa de casamento. E a porta se fechou. 11Por fim, chegaram também as outras jovens e disseram: ‘Senhor! Senhor! Abre-nos a porta!’ 12Ele, porém, respondeu: ‘Em verdade eu vos digo, não vos conheço!’ 13Portanto, ficai vigiando, pois não sabeis qual será o dia nem a hora”. – Palavra da Salvação– Glória a Vós, Senhor The post Evangelho do dia 2018-08-31 appeared first on Arautos do Evangelho. Fonte: Evangelho Diário – Arautos do Evangelho
São Pamáquio, Confessor

Pamáquio era um nobre romano, riquíssimo, da ordem sanatorial. Nós o conhecemos, principalmente, através de São Jerônimo, seu contemporâneo e condíscipulo, do qual o Doutor, numa carta, diz: “Meu velho condiscípulo, camarada e amigo. Primo de Marcelo, que seria discípulo de São Jerônimo, Pamáquio, que pertencia à família dos Furii, ligada aos mais belos nomes cristãos de então, casou-se com Paulina, e segunda filha de Santa Paulo, “ilustre dirigida de Jerônimo”. Morta a esposa, fervente cristã, Jerônimo escreveu-lhe, consolando-o. E Pamáquio, tendo adotado um costume e um gênero de vida monásticos, embora permanecendo no mundo, acabou por transformar o palazzo em que vivia, no Célio, em ponto de reunião de cristãos. No século IX, podia ler-se no frontal da vastíssima residência, depois basílica, porque Pamáquio engrandeceu-a com uma abside e edifícios anexos, o seguinte: Quem fundou pelo Cristo Tal casa, e tão vasta, Tão venerável? Tu queres saber? Foi Pamáquio, No seu culto da fé Cultor Pammachius fidei: esta expressão acha-se no princípio do cânon da missa: catholicae et apostolicae fidei cultoribus. O atual título dos Santos João e Paulo chamava-se, outrora, Titulus Pammachii. Dizia, numa carta, São Jerônimo: Pamáquio, meu caríssimo Pamáquio: se eu te interpretar o nome, revelar-se-á verdadeiramente profético, e tu te mostrarás combatendo de todas as maneiras contra o diabo e a potências adversas. Com efeito, Pamáquio foi tenaz adversário de donatistas, levando mesmo muitos deles à conversão: em fins do ano 401, Santo Agostinho escrevia-lhe uma ardorosa carta, na qual lhe felicitava o feito. São Pamáquio, confessor, faleceu em 410, quando da tomada de Roma pelos bárbaros, pelas hordas loucas de Alarico na noite de 24 de Agosto. (Vida dos Santos, Padre Rohrbacher, Volume XV, p. 345-346) The post São Pamáquio, Confessor appeared first on Arautos do Evangelho. Fonte: Santo do Dia – Arautos do Evangelho
São Pamáquio, Confessor

Pamáquio era um nobre romano, riquíssimo, da ordem sanatorial. Nós o conhecemos, principalmente, através de São Jerônimo, seu contemporâneo e condíscipulo, do qual o Doutor, numa carta, diz: “Meu velho condiscípulo, camarada e amigo. Primo de Marcelo, que seria discípulo de São Jerônimo, Pamáquio, que pertencia à família dos Furii, ligada aos mais belos nomes cristãos de então, casou-se com Paulina, e segunda filha de Santa Paulo, “ilustre dirigida de Jerônimo”. Morta a esposa, fervente cristã, Jerônimo escreveu-lhe, consolando-o. E Pamáquio, tendo adotado um costume e um gênero de vida monásticos, embora permanecendo no mundo, acabou por transformar o palazzo em que vivia, no Célio, em ponto de reunião de cristãos. No século IX, podia ler-se no frontal da vastíssima residência, depois basílica, porque Pamáquio engrandeceu-a com uma abside e edifícios anexos, o seguinte: Quem fundou pelo Cristo Tal casa, e tão vasta, Tão venerável? Tu queres saber? Foi Pamáquio, No seu culto da fé Cultor Pammachius fidei: esta expressão acha-se no princípio do cânon da missa: catholicae et apostolicae fidei cultoribus. O atual título dos Santos João e Paulo chamava-se, outrora, Titulus Pammachii. Dizia, numa carta, São Jerônimo: Pamáquio, meu caríssimo Pamáquio: se eu te interpretar o nome, revelar-se-á verdadeiramente profético, e tu te mostrarás combatendo de todas as maneiras contra o diabo e a potências adversas. Com efeito, Pamáquio foi tenaz adversário de donatistas, levando mesmo muitos deles à conversão: em fins do ano 401, Santo Agostinho escrevia-lhe uma ardorosa carta, na qual lhe felicitava o feito. São Pamáquio, confessor, faleceu em 410, quando da tomada de Roma pelos bárbaros, pelas hordas loucas de Alarico na noite de 24 de Agosto. (Vida dos Santos, Padre Rohrbacher, Volume XV, p. 345-346) The post São Pamáquio, Confessor appeared first on Arautos do Evangelho. Fonte: Santo do Dia – Arautos do Evangelho
São Pamáquio, Confessor

Pamáquio era um nobre romano, riquíssimo, da ordem sanatorial. Nós o conhecemos, principalmente, através de São Jerônimo, seu contemporâneo e condíscipulo, do qual o Doutor, numa carta, diz: “Meu velho condiscípulo, camarada e amigo. Primo de Marcelo, que seria discípulo de São Jerônimo, Pamáquio, que pertencia à família dos Furii, ligada aos mais belos nomes cristãos de então, casou-se com Paulina, e segunda filha de Santa Paulo, “ilustre dirigida de Jerônimo”. Morta a esposa, fervente cristã, Jerônimo escreveu-lhe, consolando-o. E Pamáquio, tendo adotado um costume e um gênero de vida monásticos, embora permanecendo no mundo, acabou por transformar o palazzo em que vivia, no Célio, em ponto de reunião de cristãos. No século IX, podia ler-se no frontal da vastíssima residência, depois basílica, porque Pamáquio engrandeceu-a com uma abside e edifícios anexos, o seguinte: Quem fundou pelo Cristo Tal casa, e tão vasta, Tão venerável? Tu queres saber? Foi Pamáquio, No seu culto da fé Cultor Pammachius fidei: esta expressão acha-se no princípio do cânon da missa: catholicae et apostolicae fidei cultoribus. O atual título dos Santos João e Paulo chamava-se, outrora, Titulus Pammachii. Dizia, numa carta, São Jerônimo: Pamáquio, meu caríssimo Pamáquio: se eu te interpretar o nome, revelar-se-á verdadeiramente profético, e tu te mostrarás combatendo de todas as maneiras contra o diabo e a potências adversas. Com efeito, Pamáquio foi tenaz adversário de donatistas, levando mesmo muitos deles à conversão: em fins do ano 401, Santo Agostinho escrevia-lhe uma ardorosa carta, na qual lhe felicitava o feito. São Pamáquio, confessor, faleceu em 410, quando da tomada de Roma pelos bárbaros, pelas hordas loucas de Alarico na noite de 24 de Agosto. (Vida dos Santos, Padre Rohrbacher, Volume XV, p. 345-346) The post São Pamáquio, Confessor appeared first on Arautos do Evangelho. Fonte: Santo do Dia – Arautos do Evangelho
São Pamáquio, Confessor

Pamáquio era um nobre romano, riquíssimo, da ordem sanatorial. Nós o conhecemos, principalmente, através de São Jerônimo, seu contemporâneo e condíscipulo, do qual o Doutor, numa carta, diz: “Meu velho condiscípulo, camarada e amigo. Primo de Marcelo, que seria discípulo de São Jerônimo, Pamáquio, que pertencia à família dos Furii, ligada aos mais belos nomes cristãos de então, casou-se com Paulina, e segunda filha de Santa Paulo, “ilustre dirigida de Jerônimo”. Morta a esposa, fervente cristã, Jerônimo escreveu-lhe, consolando-o. E Pamáquio, tendo adotado um costume e um gênero de vida monásticos, embora permanecendo no mundo, acabou por transformar o palazzo em que vivia, no Célio, em ponto de reunião de cristãos. No século IX, podia ler-se no frontal da vastíssima residência, depois basílica, porque Pamáquio engrandeceu-a com uma abside e edifícios anexos, o seguinte: Quem fundou pelo Cristo Tal casa, e tão vasta, Tão venerável? Tu queres saber? Foi Pamáquio, No seu culto da fé Cultor Pammachius fidei: esta expressão acha-se no princípio do cânon da missa: catholicae et apostolicae fidei cultoribus. O atual título dos Santos João e Paulo chamava-se, outrora, Titulus Pammachii. Dizia, numa carta, São Jerônimo: Pamáquio, meu caríssimo Pamáquio: se eu te interpretar o nome, revelar-se-á verdadeiramente profético, e tu te mostrarás combatendo de todas as maneiras contra o diabo e a potências adversas. Com efeito, Pamáquio foi tenaz adversário de donatistas, levando mesmo muitos deles à conversão: em fins do ano 401, Santo Agostinho escrevia-lhe uma ardorosa carta, na qual lhe felicitava o feito. São Pamáquio, confessor, faleceu em 410, quando da tomada de Roma pelos bárbaros, pelas hordas loucas de Alarico na noite de 24 de Agosto. (Vida dos Santos, Padre Rohrbacher, Volume XV, p. 345-346) The post São Pamáquio, Confessor appeared first on Arautos do Evangelho. Fonte: Santo do Dia – Arautos do Evangelho
São Pamáquio, Confessor

Pamáquio era um nobre romano, riquíssimo, da ordem sanatorial. Nós o conhecemos, principalmente, através de São Jerônimo, seu contemporâneo e condíscipulo, do qual o Doutor, numa carta, diz: “Meu velho condiscípulo, camarada e amigo. Primo de Marcelo, que seria discípulo de São Jerônimo, Pamáquio, que pertencia à família dos Furii, ligada aos mais belos nomes cristãos de então, casou-se com Paulina, e segunda filha de Santa Paulo, “ilustre dirigida de Jerônimo”. Morta a esposa, fervente cristã, Jerônimo escreveu-lhe, consolando-o. E Pamáquio, tendo adotado um costume e um gênero de vida monásticos, embora permanecendo no mundo, acabou por transformar o palazzo em que vivia, no Célio, em ponto de reunião de cristãos. No século IX, podia ler-se no frontal da vastíssima residência, depois basílica, porque Pamáquio engrandeceu-a com uma abside e edifícios anexos, o seguinte: Quem fundou pelo Cristo Tal casa, e tão vasta, Tão venerável? Tu queres saber? Foi Pamáquio, No seu culto da fé Cultor Pammachius fidei: esta expressão acha-se no princípio do cânon da missa: catholicae et apostolicae fidei cultoribus. O atual título dos Santos João e Paulo chamava-se, outrora, Titulus Pammachii. Dizia, numa carta, São Jerônimo: Pamáquio, meu caríssimo Pamáquio: se eu te interpretar o nome, revelar-se-á verdadeiramente profético, e tu te mostrarás combatendo de todas as maneiras contra o diabo e a potências adversas. Com efeito, Pamáquio foi tenaz adversário de donatistas, levando mesmo muitos deles à conversão: em fins do ano 401, Santo Agostinho escrevia-lhe uma ardorosa carta, na qual lhe felicitava o feito. São Pamáquio, confessor, faleceu em 410, quando da tomada de Roma pelos bárbaros, pelas hordas loucas de Alarico na noite de 24 de Agosto. (Vida dos Santos, Padre Rohrbacher, Volume XV, p. 345-346) The post São Pamáquio, Confessor appeared first on Arautos do Evangelho. Fonte: Santo do Dia – Arautos do Evangelho