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Evangelho Do Dia 2018-08-15

Quarta-feira, 15 de Agosto de 2018. Santo do dia: São Jacinto, sacerdoteCor litúrgica: verde Evangelho do dia: São Mateus 18,15-20 Primeira leitura: Ezequiel 9,1-7; 10,18-22Leitura da profecia de Ezequiel: 1O Senhor gritou a meus ouvidos com voz forte: “Aproxima-se o castigo da cidade! Cada um tenha sua arma destruidora na mão!” 2Então, eu vi seis homens vindo da porta superior, voltada para o norte, cada qual empunhando uma arma de destruição. Entre eles havia um homem vestido de linho, que levava um estojo de escriba na cintura. Eles foram colocar-se junto do altar de bronze. 3Então, a glória do Deus de Israel elevou-se de cima do querubim sobre o qual estava, em direção à soleira do templo. E chamou o homem vestido de linho, que levava um estojo de escriba à cintura. 4O Senhor disse-lhe: “Passa pelo meio da cidade, por Jerusalém, e marca com uma cruz na testa os homens que gemem e suspiram por causa de tantos horrores que nela se praticam”. 5E escutei o que ele dizia aos outros: “Percorrei a cidade atrás dele e matai sem dó nem piedade. 6Matai velhos, jovens e moças, mulheres e crianças, matai a todos, até o extermínio. Mas não toqueis em nenhum homem sobre quem estiver a cruz. Começai pelo meu santuário”. E eles começaram pelos anciãos que estavam diante do templo. 7Ele disse-lhes: “Profanai o templo, enchei os átrios de cadáveres. Ide”. E eles saíram para matar na cidade! 10,18Então a glória do Senhor saiu da soleira do templo e parou sobre os querubins. 19Os querubins levantaram suas asas e elevaram-se da terra à minha vista, partindo juntamente com eles as rodas. Eles pararam à entrada da porta oriental do templo do Senhor, e a glória do Deus de Israel estava em cima deles. 20Eram estes os seres vivos que eu tinha visto debaixo do Deus de Israel, nas margens do rio Cobar, e compreendi que eram querubins. 21Cada um tinha quatro faces e quatro asas e, debaixo das asas, uma forma de mão humana. 22Suas faces eram semelhantes às faces que eu tinha visto junto ao rio Cobar. Cada um seguia em sua frente. – Palavra do Senhor – Graças a Deus Salmo 112 (113) – Louvai, louvai, ó servos do Senhor, louvai, louvai o nome do Senhor! Bendito seja o nome do Senhor, agora e por toda a eternidade! R: A glória do Senhor vai além dos altos céus. – Do nascer do sol até o seu ocaso, louvado seja o nome do Senhor! O Senhor está acima das nações, sua glória vai além dos altos céus. R: A glória do Senhor vai além dos altos céus. – Quem pode comparar-se ao nosso Deus, ao Senhor, que no alto céu tem o seu trono e se inclina para olhar o céu e a terra? R: A glória do Senhor vai além dos altos céus. Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus 18, 15-20 – Aleluia, Aleluia, Aleluia.– Em Cristo, Deus reconciliou consigo mesmo a humanidade; e a nós ele entregou essa reconciliação (2Cor 5,19); Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus: Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 15“Se o teu irmão pecar contra ti, vai corrigi-lo, mas em particular, a sós contigo! Se ele te ouvir, tu ganhaste o teu irmão. 16Se ele não te ouvir, toma contigo mais uma ou duas pessoas, para que toda a questão seja decidida sob a palavra de duas ou três testemunhas. 17Se ele não vos der ouvido, dize-o à Igreja. Se nem mesmo à Igreja ele ouvir, seja tratado como se fosse um pagão ou um pecador público. 18Em verdade vos digo, tudo o que ligardes na terra será ligado no céu, e tudo o que desligardes na terra será desligado no céu. 19De novo eu vos digo, se dois de vós estiverem de acordo na terra sobre qualquer coisa que quiserem pedir, isto vos será concedido por meu Pai que está nos céus. 20Pois onde dois ou três estiverem reunidos em meu nome, eu estou ali, no meio deles”. – Palavra da Salvação– Glória a Vós, Senhor Fonte: Evangelho Diário – Arautos do Evangelho

Assunção Da Santíssima Virgem

Quem poderá conceber o triunfo de Maria, quando, deixando a terra, este vale de lágrimas, ela se elevou com majestade pudica nas asas dos querubins, ao encontro dos santos, dos anjos e dos arcanjos, que vieram em massa formar o cortejo triunfal de sua rainha e cantar sua glória? Quem é esta, perguntam eles, que, por um novo prodígio, se eleva do fundo do deserto, cheia de graça e de delícias, como aurora divina, brilhante como o sol, doce como a luz e poderosa como um exército em ordem de batalha? É a nova Eva, exclama o Pai dos homens, é a nova mãe dos vivos, a mulher prometida para reparar a tudo, que gerou a vida e a misericórdia, e esmagou a cabeça da serpente. É a estrela de Jacó dizem os profetas, o arco da aliança, a glória de Jerusalém, a alegria de Israel, a honra do nosso povo, que obteve sobre o inimigo uma vitória eterna, porque tem acima de tudo a pureza virginal. É a maravilha do Altíssimo, dizem os profetas, a Virgem incomparável, que concebeu Virgem e gerou, Virgem, um filho único, a quem todo poder foi dado, e que se chama Emanuel ou Deus conosco. É dizem os Apóstolos, para encerrar todas essas maravilhas, em duas palavras, é Maria, da qual Jesus nasceu! Salve, Então! Exclama todo o cortejo celeste, salve! Eternamente salve! Maria, Mãe de Deus, Mãe de Jesus! Salve, mil vezes salve, Maria, nossa mãe e Rainha! O Senhor é convosco, o Senhor vosso Deus, vosso Rei, vosso Esposo, vosso Filho, que vos prepara um trono de graça ao lado de seu trono de glória. Vós sois bendita, louvada, exaltada acima de todas as mulheres, amada e querida acima de todas as mães; e bendito, louvado, amado, adorado para sempre, é o divino fruto de vossas castas entranhas, Jesus, vosso filho, vosso amor e vossa vida; ide, Rainha augusta, o Altíssimo vos chama: vinde, filha muito amada, mãe amável, esposa sem mancha; vinde, sede coroada de graça e de glória, como a Rainha do Céu e da Terra, dos anjos e dos homens; vinde reinar pela bondade e pela clemência como o refúgio dos pecadores, a consoladora dos aflitos, a saúde dos enfermos, o socorro dos cristãos, a protetora da Igreja! Ah! Minha pobre alma! Nossa mãe está no céu e eis-nos aqui na terra. Mas tenhamos coragem! Iremos vê-la um dia. Eis como. É elevada em glória acima de todas as criaturas porque de todas as criaturas foi a mais humilde. Pois bem, sejamos humildes como ela. Sobre a terra, levou uma vida pobre e comum, mas levou-a santamente. Pois bem, façamos como ela, santifiquemos como ela as ações mais comuns de nossa vida. Sim, é assim; essa é a minha resolução. Ó minha Mão, abençoai, abençoai-me, abençoai todos os meus irmãos; abençoai, sobretudo neste dia, a Igreja e seus pastores, abençoai todos com todas as bênçãos do céu e da terra, e com todas as bênçãos do Pai e do Filho e do Espírito Santo. Mas, em que lugar a Santa Virgem morreu? A igreja de Jerusalém e, com ela, toda a tradição do Oriente, responde-nos que foi sobre o monte Sião, e que seu corpo foi levado ao jardim do Getsêmani, onde está seu sepulcro, mas vazio. São Sofrônio, patriarca de Jerusalém, num de seus hinos sobre os santos lugares, encontrado pela cardeal Mai, fala com amor do jardim de Getsêmani, que recebeu outrora o corpo da santa Mãe de Deus e onde estava seu sepulcro mas não fala do mesmo corpo, como lá estando. São João Damasceno, que passou uma grande parte da vida em Jerusalém, acrescenta uma circunstância. Na primeira estrofe de seu segundo hino, sobre o príncipe dos apóstolos, fala da viagem repentina de São Pedro, de Roma à montanha de Sião para assistir aos funerais da Santa Virgem, que ele chama de nuvem viva de Deus. Lemos igualmente nas vidas de São Dionísio Areopagita, uma das quais escrita por Miguel Sincelle, padre de Jerusalém: Dionísio mereceu estar presente com os apóstolos, à morte e aos funerais de Santa Maria, mãe de Deus, cujo corpo foi transportado pelas mãos dos apóstolos da montanha de Sião, ao sepulcro no jardim das Getsêmani, de onde foi recebido no céu. É o que diz expressamente o padre de Jerusalém. (Vida dos Santos, Padre Rohrbacher, Volume XIV, p. 432 à 435 Fonte: Santo do Dia – Arautos do Evangelho

Evangelho Do Dia 2018-08-14

Terça-feira, 14 de Agosto de 2018. Santo do dia: São Maximiliano Maria Kolbe, presbítero e mártirCor litúrgica: vermelho Evangelho do dia: São Mateus 18, 1-5.10.12-14 Primeira leitura: Ezequiel 2, 8-3, 4Leitura da profecia de Ezequiel: Assim fala o Senhor: 8“Quanto a ti, Filho do homem, escuta o que eu te digo: não sejas rebelde como esse bando de rebeldes. Abre a boca e come o que eu te vou dar”. 9Eu olhei e vi uma mão estendida para mim e, na mão, um livro enrolado. Desenrolou-o diante de mim; estava escrito na frente e no verso e nele havia cantos fúnebres, lamentações e ais. 3,1Ele me disse: “Filho do homem, come o que tens diante de ti! Come este rolo e vai falar aos filhos de Israel”. 2Eu abri a boca, e ele fez-me comer o rolo. 3Depois, disse-me: “Filho do homem, alimenta teu ventre e sacia as entranhas com este rolo que eu te dou”. Eu o comi, e era doce como mel em minha boca. 4Ele disse-me então: “Filho do homem, vai! Dirige-te à casa de Israel e fala-lhes com as minhas palavras”. – Palavra do Senhor – Graças a Deus Salmo 118 (119) – Seguindo vossa lei, me rejubilo muito mais do que em todas as riquezas. R: Como é doce ao paladar vossa Palavra, ó Senhor! – Minha alegria é a vossa aliança, meus conselheiros são os vossos mandamentos. R: Como é doce ao paladar vossa Palavra, ó Senhor! – A lei de vossa boca, para mim, vale mais do que milhões em ouro e prata. R: Como é doce ao paladar vossa Palavra, ó Senhor! – Como é doce ao paladar vossa palavra, muito mais doce do que o mel na minha boca! R: Como é doce ao paladar vossa Palavra, ó Senhor! – Vossa palavra é minha herança para sempre, porque ela é que me alegra o coração! R: Como é doce ao paladar vossa Palavra, ó Senhor! – Abro a boca e aspiro largamente, pois estou ávido de vossos mandamentos. R: Como é doce ao paladar vossa Palavra, ó Senhor! Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus 18, 1-5.10.12-14 – Aleluia, Aleluia, Aleluia.– Tomai meu jugo sobre vós e aprendei de mim, que sou de coração humilde e manso! (Mt 11,29); Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus: Naquele tempo, 1os discípulos aproximaram-se de Jesus e perguntaram: “Quem é o maior no reino dos céus?” 2Jesus chamou uma criança, colocou-a no meio deles 3e disse: “Em verdade vos digo, se não vos converterdes e não vos tornardes como crianças, não entrareis no reino dos céus. 4Quem se faz pequeno como esta criança, esse é o maior no reino dos céus. 5E quem recebe em meu nome uma criança como esta é a mim que recebe. 10Não desprezeis nenhum desses pequeninos, pois eu vos digo que os seus anjos nos céus veem sem cessar a face do meu Pai que está nos céus. 12Que vos parece? Se um homem tem cem ovelhas e uma delas se perde, não deixa ele as noventa e nove nas montanhas para procurar aquela que se perdeu? 13Em verdade vos digo, se ele a encontrar, ficará mais feliz com ela do que com as noventa e nove que não se perderam. 14Do mesmo modo, o Pai que está nos céus não deseja que se perca nenhum desses pequeninos”. – Palavra da Salvação– Glória a Vós, Senhor Comentário ao Evangelho por São Clemente de Alexandria, teólogo«O Pedagogo», I, 53-56; SC 70 «Não é da vontade de meu Pai que está nos Céus que se perca um só destes pequeninos» A Escritura chama-nos a todos crianças; quando decidimos seguir a Cristo recebemos o nome de «pequeninos» (Mt 18,3; 19,13; Jo 21,5). […] Quem é então o nosso educador, o pedagogo que nos ensina, a nós, os pequeninos? Chama-Se Jesus, dá a Si mesmo o nome de pastor e diz que é «o bom pastor» (Jo 10,11). Ele estabelece uma comparação entre os pastores que guiam as suas ovelhas e Ele próprio, o pedagogo que orienta as crianças, o pastor cheio de solicitude pelos pequeninos, que, na sua simplicidade, são comparados a ovelhas. «Ainda tenho outras ovelhas que não são deste aprisco e também tenho de as conduzir […], e haverá um só rebanho e um só Pastor» (Jo 10,16). O nosso pedagogo é, naturalmente, o Verbo, a Palavra de Deus, que nos conduz à salvação. Foi o que Ele disse claramente pelas palavras do profeta Oseias: «Eu sou o vosso educador» (5,2 LXX). A sua pedagogia é a religião: ela ensina-nos o serviço de Deus, orienta-nos para o conhecimento da verdade, conduz-nos ao céu. […] O navegador dirige o barco com a intenção de levar os seus passageiros a bom porto; do mesmo modo, devido à sua solicitude por nós, o nosso pedagogo indica aos filhos de Deus o modo de vida que conduz à salvação. […] Aquele que nos conduz é, pois, o Deus santo, Jesus, a Palavra de Deus, guia de toda a humanidade; é o próprio Deus que nos conduz, no seu amor por nós. […] No Êxodo, o Espírito Santo diz a seu respeito: «Encontrou-o numa região deserta, nas solidões ululantes e selvagens; protegeu-o e velou por ele. Guardou-o como a menina dos seus olhos. Como a águia vela pelo seu ninho, Ele paira sobre as suas aguiazinhas; estende as asas para as recolher e leva-as sobre as suas penas robustas. Só o Senhor o dirige» (Dt 32,10-12). Fonte: Evangelho Diário – Arautos do Evangelho

Evangelho Do Dia 2018-08-14

Terça-feira, 14 de Agosto de 2018. Santo do dia: São Maximiliano Maria Kolbe, presbítero e mártirCor litúrgica: vermelho Evangelho do dia: São Mateus 18, 1-5.10.12-14 Primeira leitura: Ezequiel 2, 8-3, 4Leitura da profecia de Ezequiel: Assim fala o Senhor: 8“Quanto a ti, Filho do homem, escuta o que eu te digo: não sejas rebelde como esse bando de rebeldes. Abre a boca e come o que eu te vou dar”. 9Eu olhei e vi uma mão estendida para mim e, na mão, um livro enrolado. Desenrolou-o diante de mim; estava escrito na frente e no verso e nele havia cantos fúnebres, lamentações e ais. 3,1Ele me disse: “Filho do homem, come o que tens diante de ti! Come este rolo e vai falar aos filhos de Israel”. 2Eu abri a boca, e ele fez-me comer o rolo. 3Depois, disse-me: “Filho do homem, alimenta teu ventre e sacia as entranhas com este rolo que eu te dou”. Eu o comi, e era doce como mel em minha boca. 4Ele disse-me então: “Filho do homem, vai! Dirige-te à casa de Israel e fala-lhes com as minhas palavras”. – Palavra do Senhor – Graças a Deus Salmo 118 (119) – Seguindo vossa lei, me rejubilo muito mais do que em todas as riquezas. R: Como é doce ao paladar vossa Palavra, ó Senhor! – Minha alegria é a vossa aliança, meus conselheiros são os vossos mandamentos. R: Como é doce ao paladar vossa Palavra, ó Senhor! – A lei de vossa boca, para mim, vale mais do que milhões em ouro e prata. R: Como é doce ao paladar vossa Palavra, ó Senhor! – Como é doce ao paladar vossa palavra, muito mais doce do que o mel na minha boca! R: Como é doce ao paladar vossa Palavra, ó Senhor! – Vossa palavra é minha herança para sempre, porque ela é que me alegra o coração! R: Como é doce ao paladar vossa Palavra, ó Senhor! – Abro a boca e aspiro largamente, pois estou ávido de vossos mandamentos. R: Como é doce ao paladar vossa Palavra, ó Senhor! Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus 18, 1-5.10.12-14 – Aleluia, Aleluia, Aleluia.– Tomai meu jugo sobre vós e aprendei de mim, que sou de coração humilde e manso! (Mt 11,29); Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus: Naquele tempo, 1os discípulos aproximaram-se de Jesus e perguntaram: “Quem é o maior no reino dos céus?” 2Jesus chamou uma criança, colocou-a no meio deles 3e disse: “Em verdade vos digo, se não vos converterdes e não vos tornardes como crianças, não entrareis no reino dos céus. 4Quem se faz pequeno como esta criança, esse é o maior no reino dos céus. 5E quem recebe em meu nome uma criança como esta é a mim que recebe. 10Não desprezeis nenhum desses pequeninos, pois eu vos digo que os seus anjos nos céus veem sem cessar a face do meu Pai que está nos céus. 12Que vos parece? Se um homem tem cem ovelhas e uma delas se perde, não deixa ele as noventa e nove nas montanhas para procurar aquela que se perdeu? 13Em verdade vos digo, se ele a encontrar, ficará mais feliz com ela do que com as noventa e nove que não se perderam. 14Do mesmo modo, o Pai que está nos céus não deseja que se perca nenhum desses pequeninos”. – Palavra da Salvação– Glória a Vós, Senhor Comentário ao Evangelho por São Clemente de Alexandria, teólogo«O Pedagogo», I, 53-56; SC 70 «Não é da vontade de meu Pai que está nos Céus que se perca um só destes pequeninos» A Escritura chama-nos a todos crianças; quando decidimos seguir a Cristo recebemos o nome de «pequeninos» (Mt 18,3; 19,13; Jo 21,5). […] Quem é então o nosso educador, o pedagogo que nos ensina, a nós, os pequeninos? Chama-Se Jesus, dá a Si mesmo o nome de pastor e diz que é «o bom pastor» (Jo 10,11). Ele estabelece uma comparação entre os pastores que guiam as suas ovelhas e Ele próprio, o pedagogo que orienta as crianças, o pastor cheio de solicitude pelos pequeninos, que, na sua simplicidade, são comparados a ovelhas. «Ainda tenho outras ovelhas que não são deste aprisco e também tenho de as conduzir […], e haverá um só rebanho e um só Pastor» (Jo 10,16). O nosso pedagogo é, naturalmente, o Verbo, a Palavra de Deus, que nos conduz à salvação. Foi o que Ele disse claramente pelas palavras do profeta Oseias: «Eu sou o vosso educador» (5,2 LXX). A sua pedagogia é a religião: ela ensina-nos o serviço de Deus, orienta-nos para o conhecimento da verdade, conduz-nos ao céu. […] O navegador dirige o barco com a intenção de levar os seus passageiros a bom porto; do mesmo modo, devido à sua solicitude por nós, o nosso pedagogo indica aos filhos de Deus o modo de vida que conduz à salvação. […] Aquele que nos conduz é, pois, o Deus santo, Jesus, a Palavra de Deus, guia de toda a humanidade; é o próprio Deus que nos conduz, no seu amor por nós. […] No Êxodo, o Espírito Santo diz a seu respeito: «Encontrou-o numa região deserta, nas solidões ululantes e selvagens; protegeu-o e velou por ele. Guardou-o como a menina dos seus olhos. Como a águia vela pelo seu ninho, Ele paira sobre as suas aguiazinhas; estende as asas para as recolher e leva-as sobre as suas penas robustas. Só o Senhor o dirige» (Dt 32,10-12). Fonte: Evangelho Diário – Arautos do Evangelho

Evangelho Do Dia 2018-08-14

Terça-feira, 14 de Agosto de 2018. Santo do dia: São Maximiliano Maria Kolbe, presbítero e mártirCor litúrgica: vermelho Evangelho do dia: São Mateus 18, 1-5.10.12-14 Primeira leitura: Ezequiel 2, 8-3, 4Leitura da profecia de Ezequiel: Assim fala o Senhor: 8“Quanto a ti, Filho do homem, escuta o que eu te digo: não sejas rebelde como esse bando de rebeldes. Abre a boca e come o que eu te vou dar”. 9Eu olhei e vi uma mão estendida para mim e, na mão, um livro enrolado. Desenrolou-o diante de mim; estava escrito na frente e no verso e nele havia cantos fúnebres, lamentações e ais. 3,1Ele me disse: “Filho do homem, come o que tens diante de ti! Come este rolo e vai falar aos filhos de Israel”. 2Eu abri a boca, e ele fez-me comer o rolo. 3Depois, disse-me: “Filho do homem, alimenta teu ventre e sacia as entranhas com este rolo que eu te dou”. Eu o comi, e era doce como mel em minha boca. 4Ele disse-me então: “Filho do homem, vai! Dirige-te à casa de Israel e fala-lhes com as minhas palavras”. – Palavra do Senhor – Graças a Deus Salmo 118 (119) – Seguindo vossa lei, me rejubilo muito mais do que em todas as riquezas. R: Como é doce ao paladar vossa Palavra, ó Senhor! – Minha alegria é a vossa aliança, meus conselheiros são os vossos mandamentos. R: Como é doce ao paladar vossa Palavra, ó Senhor! – A lei de vossa boca, para mim, vale mais do que milhões em ouro e prata. R: Como é doce ao paladar vossa Palavra, ó Senhor! – Como é doce ao paladar vossa palavra, muito mais doce do que o mel na minha boca! R: Como é doce ao paladar vossa Palavra, ó Senhor! – Vossa palavra é minha herança para sempre, porque ela é que me alegra o coração! R: Como é doce ao paladar vossa Palavra, ó Senhor! – Abro a boca e aspiro largamente, pois estou ávido de vossos mandamentos. R: Como é doce ao paladar vossa Palavra, ó Senhor! Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus 18, 1-5.10.12-14 – Aleluia, Aleluia, Aleluia.– Tomai meu jugo sobre vós e aprendei de mim, que sou de coração humilde e manso! (Mt 11,29); Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus: Naquele tempo, 1os discípulos aproximaram-se de Jesus e perguntaram: “Quem é o maior no reino dos céus?” 2Jesus chamou uma criança, colocou-a no meio deles 3e disse: “Em verdade vos digo, se não vos converterdes e não vos tornardes como crianças, não entrareis no reino dos céus. 4Quem se faz pequeno como esta criança, esse é o maior no reino dos céus. 5E quem recebe em meu nome uma criança como esta é a mim que recebe. 10Não desprezeis nenhum desses pequeninos, pois eu vos digo que os seus anjos nos céus veem sem cessar a face do meu Pai que está nos céus. 12Que vos parece? Se um homem tem cem ovelhas e uma delas se perde, não deixa ele as noventa e nove nas montanhas para procurar aquela que se perdeu? 13Em verdade vos digo, se ele a encontrar, ficará mais feliz com ela do que com as noventa e nove que não se perderam. 14Do mesmo modo, o Pai que está nos céus não deseja que se perca nenhum desses pequeninos”. – Palavra da Salvação– Glória a Vós, Senhor Comentário ao Evangelho por São Clemente de Alexandria, teólogo«O Pedagogo», I, 53-56; SC 70 «Não é da vontade de meu Pai que está nos Céus que se perca um só destes pequeninos» A Escritura chama-nos a todos crianças; quando decidimos seguir a Cristo recebemos o nome de «pequeninos» (Mt 18,3; 19,13; Jo 21,5). […] Quem é então o nosso educador, o pedagogo que nos ensina, a nós, os pequeninos? Chama-Se Jesus, dá a Si mesmo o nome de pastor e diz que é «o bom pastor» (Jo 10,11). Ele estabelece uma comparação entre os pastores que guiam as suas ovelhas e Ele próprio, o pedagogo que orienta as crianças, o pastor cheio de solicitude pelos pequeninos, que, na sua simplicidade, são comparados a ovelhas. «Ainda tenho outras ovelhas que não são deste aprisco e também tenho de as conduzir […], e haverá um só rebanho e um só Pastor» (Jo 10,16). O nosso pedagogo é, naturalmente, o Verbo, a Palavra de Deus, que nos conduz à salvação. Foi o que Ele disse claramente pelas palavras do profeta Oseias: «Eu sou o vosso educador» (5,2 LXX). A sua pedagogia é a religião: ela ensina-nos o serviço de Deus, orienta-nos para o conhecimento da verdade, conduz-nos ao céu. […] O navegador dirige o barco com a intenção de levar os seus passageiros a bom porto; do mesmo modo, devido à sua solicitude por nós, o nosso pedagogo indica aos filhos de Deus o modo de vida que conduz à salvação. […] Aquele que nos conduz é, pois, o Deus santo, Jesus, a Palavra de Deus, guia de toda a humanidade; é o próprio Deus que nos conduz, no seu amor por nós. […] No Êxodo, o Espírito Santo diz a seu respeito: «Encontrou-o numa região deserta, nas solidões ululantes e selvagens; protegeu-o e velou por ele. Guardou-o como a menina dos seus olhos. Como a águia vela pelo seu ninho, Ele paira sobre as suas aguiazinhas; estende as asas para as recolher e leva-as sobre as suas penas robustas. Só o Senhor o dirige» (Dt 32,10-12). Fonte: Evangelho Diário – Arautos do Evangelho

Evangelho Do Dia 2018-08-14

Terça-feira, 14 de Agosto de 2018. Santo do dia: São Maximiliano Maria Kolbe, presbítero e mártirCor litúrgica: vermelho Evangelho do dia: São Mateus 18, 1-5.10.12-14 Primeira leitura: Ezequiel 2, 8-3, 4Leitura da profecia de Ezequiel: Assim fala o Senhor: 8“Quanto a ti, Filho do homem, escuta o que eu te digo: não sejas rebelde como esse bando de rebeldes. Abre a boca e come o que eu te vou dar”. 9Eu olhei e vi uma mão estendida para mim e, na mão, um livro enrolado. Desenrolou-o diante de mim; estava escrito na frente e no verso e nele havia cantos fúnebres, lamentações e ais. 3,1Ele me disse: “Filho do homem, come o que tens diante de ti! Come este rolo e vai falar aos filhos de Israel”. 2Eu abri a boca, e ele fez-me comer o rolo. 3Depois, disse-me: “Filho do homem, alimenta teu ventre e sacia as entranhas com este rolo que eu te dou”. Eu o comi, e era doce como mel em minha boca. 4Ele disse-me então: “Filho do homem, vai! Dirige-te à casa de Israel e fala-lhes com as minhas palavras”. – Palavra do Senhor – Graças a Deus Salmo 118 (119) – Seguindo vossa lei, me rejubilo muito mais do que em todas as riquezas. R: Como é doce ao paladar vossa Palavra, ó Senhor! – Minha alegria é a vossa aliança, meus conselheiros são os vossos mandamentos. R: Como é doce ao paladar vossa Palavra, ó Senhor! – A lei de vossa boca, para mim, vale mais do que milhões em ouro e prata. R: Como é doce ao paladar vossa Palavra, ó Senhor! – Como é doce ao paladar vossa palavra, muito mais doce do que o mel na minha boca! R: Como é doce ao paladar vossa Palavra, ó Senhor! – Vossa palavra é minha herança para sempre, porque ela é que me alegra o coração! R: Como é doce ao paladar vossa Palavra, ó Senhor! – Abro a boca e aspiro largamente, pois estou ávido de vossos mandamentos. R: Como é doce ao paladar vossa Palavra, ó Senhor! Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus 18, 1-5.10.12-14 – Aleluia, Aleluia, Aleluia.– Tomai meu jugo sobre vós e aprendei de mim, que sou de coração humilde e manso! (Mt 11,29); Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus: Naquele tempo, 1os discípulos aproximaram-se de Jesus e perguntaram: “Quem é o maior no reino dos céus?” 2Jesus chamou uma criança, colocou-a no meio deles 3e disse: “Em verdade vos digo, se não vos converterdes e não vos tornardes como crianças, não entrareis no reino dos céus. 4Quem se faz pequeno como esta criança, esse é o maior no reino dos céus. 5E quem recebe em meu nome uma criança como esta é a mim que recebe. 10Não desprezeis nenhum desses pequeninos, pois eu vos digo que os seus anjos nos céus veem sem cessar a face do meu Pai que está nos céus. 12Que vos parece? Se um homem tem cem ovelhas e uma delas se perde, não deixa ele as noventa e nove nas montanhas para procurar aquela que se perdeu? 13Em verdade vos digo, se ele a encontrar, ficará mais feliz com ela do que com as noventa e nove que não se perderam. 14Do mesmo modo, o Pai que está nos céus não deseja que se perca nenhum desses pequeninos”. – Palavra da Salvação– Glória a Vós, Senhor Comentário ao Evangelho por São Clemente de Alexandria, teólogo«O Pedagogo», I, 53-56; SC 70 «Não é da vontade de meu Pai que está nos Céus que se perca um só destes pequeninos» A Escritura chama-nos a todos crianças; quando decidimos seguir a Cristo recebemos o nome de «pequeninos» (Mt 18,3; 19,13; Jo 21,5). […] Quem é então o nosso educador, o pedagogo que nos ensina, a nós, os pequeninos? Chama-Se Jesus, dá a Si mesmo o nome de pastor e diz que é «o bom pastor» (Jo 10,11). Ele estabelece uma comparação entre os pastores que guiam as suas ovelhas e Ele próprio, o pedagogo que orienta as crianças, o pastor cheio de solicitude pelos pequeninos, que, na sua simplicidade, são comparados a ovelhas. «Ainda tenho outras ovelhas que não são deste aprisco e também tenho de as conduzir […], e haverá um só rebanho e um só Pastor» (Jo 10,16). O nosso pedagogo é, naturalmente, o Verbo, a Palavra de Deus, que nos conduz à salvação. Foi o que Ele disse claramente pelas palavras do profeta Oseias: «Eu sou o vosso educador» (5,2 LXX). A sua pedagogia é a religião: ela ensina-nos o serviço de Deus, orienta-nos para o conhecimento da verdade, conduz-nos ao céu. […] O navegador dirige o barco com a intenção de levar os seus passageiros a bom porto; do mesmo modo, devido à sua solicitude por nós, o nosso pedagogo indica aos filhos de Deus o modo de vida que conduz à salvação. […] Aquele que nos conduz é, pois, o Deus santo, Jesus, a Palavra de Deus, guia de toda a humanidade; é o próprio Deus que nos conduz, no seu amor por nós. […] No Êxodo, o Espírito Santo diz a seu respeito: «Encontrou-o numa região deserta, nas solidões ululantes e selvagens; protegeu-o e velou por ele. Guardou-o como a menina dos seus olhos. Como a águia vela pelo seu ninho, Ele paira sobre as suas aguiazinhas; estende as asas para as recolher e leva-as sobre as suas penas robustas. Só o Senhor o dirige» (Dt 32,10-12). Fonte: Evangelho Diário – Arautos do Evangelho

Evangelho Do Dia 2018-08-14

Terça-feira, 14 de Agosto de 2018. Santo do dia: São Maximiliano Maria Kolbe, presbítero e mártirCor litúrgica: vermelho Evangelho do dia: São Mateus 18, 1-5.10.12-14 Primeira leitura: Ezequiel 2, 8-3, 4Leitura da profecia de Ezequiel: Assim fala o Senhor: 8“Quanto a ti, Filho do homem, escuta o que eu te digo: não sejas rebelde como esse bando de rebeldes. Abre a boca e come o que eu te vou dar”. 9Eu olhei e vi uma mão estendida para mim e, na mão, um livro enrolado. Desenrolou-o diante de mim; estava escrito na frente e no verso e nele havia cantos fúnebres, lamentações e ais. 3,1Ele me disse: “Filho do homem, come o que tens diante de ti! Come este rolo e vai falar aos filhos de Israel”. 2Eu abri a boca, e ele fez-me comer o rolo. 3Depois, disse-me: “Filho do homem, alimenta teu ventre e sacia as entranhas com este rolo que eu te dou”. Eu o comi, e era doce como mel em minha boca. 4Ele disse-me então: “Filho do homem, vai! Dirige-te à casa de Israel e fala-lhes com as minhas palavras”. – Palavra do Senhor – Graças a Deus Salmo 118 (119) – Seguindo vossa lei, me rejubilo muito mais do que em todas as riquezas. R: Como é doce ao paladar vossa Palavra, ó Senhor! – Minha alegria é a vossa aliança, meus conselheiros são os vossos mandamentos. R: Como é doce ao paladar vossa Palavra, ó Senhor! – A lei de vossa boca, para mim, vale mais do que milhões em ouro e prata. R: Como é doce ao paladar vossa Palavra, ó Senhor! – Como é doce ao paladar vossa palavra, muito mais doce do que o mel na minha boca! R: Como é doce ao paladar vossa Palavra, ó Senhor! – Vossa palavra é minha herança para sempre, porque ela é que me alegra o coração! R: Como é doce ao paladar vossa Palavra, ó Senhor! – Abro a boca e aspiro largamente, pois estou ávido de vossos mandamentos. R: Como é doce ao paladar vossa Palavra, ó Senhor! Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus 18, 1-5.10.12-14 – Aleluia, Aleluia, Aleluia.– Tomai meu jugo sobre vós e aprendei de mim, que sou de coração humilde e manso! (Mt 11,29); Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus: Naquele tempo, 1os discípulos aproximaram-se de Jesus e perguntaram: “Quem é o maior no reino dos céus?” 2Jesus chamou uma criança, colocou-a no meio deles 3e disse: “Em verdade vos digo, se não vos converterdes e não vos tornardes como crianças, não entrareis no reino dos céus. 4Quem se faz pequeno como esta criança, esse é o maior no reino dos céus. 5E quem recebe em meu nome uma criança como esta é a mim que recebe. 10Não desprezeis nenhum desses pequeninos, pois eu vos digo que os seus anjos nos céus veem sem cessar a face do meu Pai que está nos céus. 12Que vos parece? Se um homem tem cem ovelhas e uma delas se perde, não deixa ele as noventa e nove nas montanhas para procurar aquela que se perdeu? 13Em verdade vos digo, se ele a encontrar, ficará mais feliz com ela do que com as noventa e nove que não se perderam. 14Do mesmo modo, o Pai que está nos céus não deseja que se perca nenhum desses pequeninos”. – Palavra da Salvação– Glória a Vós, Senhor Comentário ao Evangelho por São Clemente de Alexandria, teólogo«O Pedagogo», I, 53-56; SC 70 «Não é da vontade de meu Pai que está nos Céus que se perca um só destes pequeninos» A Escritura chama-nos a todos crianças; quando decidimos seguir a Cristo recebemos o nome de «pequeninos» (Mt 18,3; 19,13; Jo 21,5). […] Quem é então o nosso educador, o pedagogo que nos ensina, a nós, os pequeninos? Chama-Se Jesus, dá a Si mesmo o nome de pastor e diz que é «o bom pastor» (Jo 10,11). Ele estabelece uma comparação entre os pastores que guiam as suas ovelhas e Ele próprio, o pedagogo que orienta as crianças, o pastor cheio de solicitude pelos pequeninos, que, na sua simplicidade, são comparados a ovelhas. «Ainda tenho outras ovelhas que não são deste aprisco e também tenho de as conduzir […], e haverá um só rebanho e um só Pastor» (Jo 10,16). O nosso pedagogo é, naturalmente, o Verbo, a Palavra de Deus, que nos conduz à salvação. Foi o que Ele disse claramente pelas palavras do profeta Oseias: «Eu sou o vosso educador» (5,2 LXX). A sua pedagogia é a religião: ela ensina-nos o serviço de Deus, orienta-nos para o conhecimento da verdade, conduz-nos ao céu. […] O navegador dirige o barco com a intenção de levar os seus passageiros a bom porto; do mesmo modo, devido à sua solicitude por nós, o nosso pedagogo indica aos filhos de Deus o modo de vida que conduz à salvação. […] Aquele que nos conduz é, pois, o Deus santo, Jesus, a Palavra de Deus, guia de toda a humanidade; é o próprio Deus que nos conduz, no seu amor por nós. […] No Êxodo, o Espírito Santo diz a seu respeito: «Encontrou-o numa região deserta, nas solidões ululantes e selvagens; protegeu-o e velou por ele. Guardou-o como a menina dos seus olhos. Como a águia vela pelo seu ninho, Ele paira sobre as suas aguiazinhas; estende as asas para as recolher e leva-as sobre as suas penas robustas. Só o Senhor o dirige» (Dt 32,10-12). Fonte: Evangelho Diário – Arautos do Evangelho

São Maximiliano Maria Kolbe: O Cavaleiro Da Imaculada

Um santo para nossos dias: utilizando os progressos técnicos a serviço da Fé, montou um portentoso apostolado pela imprensa para difundir a devoção a Maria. E ainda morreu mártir da caridade, como sempre desejou Irmã Juliane Vasconcelos Almeida Campos, EP Sobre a trágica morte de São Maximiliano Kolbe no campo de extermínio de Auschwitz, muito se sabe e se comenta. Menos conhecida, entretanto, é sua existência cheia de inteligentes e ousados empreendimentos apostólicos, fruto de um espírito de grandes horizontes iluminado por entranhada devoção à Virgem Santíssima. Talis vita, finis ita,1 diz um conhecido adágio romano. Se Maximiliano teve, no fim da sua existência, o heroico gesto que o conduziria ao martírio, foi porque Maria Imaculada o inspirou. E ele soube corresponder inteiramente, já desde menino, a tão bela e elevada vocação. Nascido na era do progresso A Polônia dos anos finais do século XIX e iniciais do XX, como toda a Europa e a América, achava-se em plena prosperidade material. A sociedade de então se deliciava na euforia e no esplendor da Belle Époque, na fartura e no conforto, mais preocupada com o gozo da vida do que com o que se relacionava com a Religião. O laicismo dominava as mentes e os costumes. Nesse contexto histórico, nasceu Raimundo Kolbe, em 8 de janeiro de 1894, na cidade polonesa de Zdu?ska Wola, recebendo no mesmo dia as águas batismais. Seus pais, Júlio Kolbe e Maria Dabrowska, eram lídimos cristãos e devotíssimos da Virgem Maria. De seus cinco filhos, dois faleceram quando ainda crianças, e os outros três abraçaram a vida religiosa. Uma visão que deu rumo à sua vida Criança muito viva e travessa, Raimundo recebeu certo dia uma repreensão de sua mãe que lhe marcou a vida:     Um busto de São Maximiliano Kolbe encontra-se junto     ao altar de Madonna del Miraccolo, lembrando que a     foi celebrada sua primeira Missa    – Altar de Madonna     del Miraccolo, Igreja Sant’Andrea delle Fratte, Roma – Se aos dez anos você é tão mau menino, briguento e malcriado, como será mais tarde? Essas palavras calaram fundo na alma do pequeno. Ficou aflito e pensativo. Queria mudar de vida e recorreu a Nossa Senhora. Ajoelhado aos pés de uma bela imagem da igreja paroquial, perguntou-Lhe: – Que vai acontecer comigo? Qual não foi sua surpresa, quando lhe apareceu a Mãe de Deus, trazendo em Suas mãos duas coroas, uma branca e outra vermelha. Sorrindo maternalmente, perguntou-lhe qual escolhia. A branca significava que perseveraria na castidade e a vermelha, que seria mártir. Grande alma, ele escolheu as duas. A vocação religiosa Nasceu-lhe, então, por graça da Imaculada, a vocação religiosa. Decidiu ser capuchinho franciscano, e aos 14 anos começou os estudos em ?ód?, no seminário menor dos frades conventuais, junto com seu irmão Francisco. Aos 16 anos, foi admitido no noviciado, escolhendo o nome de Maximiliano, em honra do grande mártir africano. Quiçá pensasse já em seu futuro… No ano seguinte, pronunciou os votos simples. Por sua privilegiada inteligência, decidiram os superiores mandá-lo para a Cidade Eterna, a fim de continuar os estudos no Colégio Seráfico Internacional, dos franciscanos, e em seguida cursar filosofia na famosa Universidade Gregoriana. Ouvindo falar das especiais dificuldades que havia para se manter a pureza na Roma de então, o jovem frade pediu para não ir. Mas, em nome da santa obediência, partiu para a Capital da Cristandade onde, além de completar seus estudos, fez sua profissão solene a 1 de novembro de 1914, acrescentando ao seu nome religioso o de Maria, a Virgem Imaculada. Começam os anos de luta Em Roma, Maximiliano chocou-se com a insolência com que os inimigos da Igreja a atacavam, sem a proporcionada reação dos católicos. Resolveu então entrar na luta antes mesmo de receber a ordenação presbiteral. Reunindo em torno de si seis condiscípulos, fundou em 1917 a associação apostólica Milícia de Maria Imaculada, cujos estatutos começavam por declarar seus objetivos: a conversão dos pecadores, inclusive dos inimigos da Igreja, e a santificação de todos os seus membros, sob a proteção de Maria Imaculada. Nela aceitou apenas jovens destemidos e verdadeiramente dispostos a acompanhá- lo nessa empresa, com o título de Cavaleiros de Vanguarda. Sua sede de almas ficou gravada nas atas de sua ordenação sacerdotal, que se deu em 28 de abril de 1918. Na manhã seguinte, quis celebrar sua primeira Missa no altar da Madonna del Miraccolo, na igreja de Sant’Andrea delle Fratte, porque aí se dera o célebre episódio com Afonso Maria Ratisbonne: ante a aparição da Santíssima Virgem, ajoelhara-se judeu e levantara católico, numa conversão miraculosa e instantânea, em 1842. E na agenda das Missas de seus primeiros dias de sacerdote, o padre Kolbe escreveu que queria celebrar o Santo Sacrifício para “impetrar a conversão dos pecadores e a graça de ser apóstolo e mártir”.2 Progresso a serviço da Fé Voltando à Polônia em 1919, esteve internado em um sanatório devido a sérios problemas de saúde. Tão logo se restabeleceu, fundou o jornal mensal da sua associação – Cavaleiro da Imaculada – pondo o progresso técnico do seu tempo em matéria gráfica, a serviço da Fé. Na véspera do lançamento, reuniu os operários, colaboradores e redatores – ao todo 327 pessoas -, e passaram o dia em jejum e oração. Nessa noite, foi organizada uma grande vigília de Adoração ao Santíssimo Sacramento e de oração à Santíssima Virgem, para que abençoassem esse empreendimento. Na noite seguinte, as rotativas imprimiram o primeiro número do jornal, “filho” dessas orações. Um grande impulso à sua obra ocorreu em 1927, quando o príncipe João Drucko-Lubecki cedeu ao padre Maximiliano um terreno situado a 40 quilômetros de Varsóvia. Aí, homem de grandes horizontes, começou ele a construir uma Niepokalanów – Cidade de Maria. Planejava a edificação de um enorme convento e novas instalações de sua obra de imprensa. Com que dinheiro? “Maria proverá – dizia o santo varão – este é um negócio dEla e de seu Filho!”. E não foi defraudado em sua confiança. Em 1939, o jornal tinha

Evangelho Do Dia 2018-08-13

Segunda-feira, 13 de Agosto de 2018. Santo do dia: Santos Ponciano, Papa e Hipólito, poresbítero e mártiresCor litúrgica: verde Evangelho do dia: São Mateus 17, 22-27 Primeira leitura: Ezequiel 1, 2-5.24-28Leitura da profecia de Ezequiel: 2No dia cinco do mês – esse era o quinto ano do exílio do rei Joaquim –, 3a palavra do Senhor foi dirigida a Ezequiel, filho do sacerdote Buzi, na terra dos caldeus, junto ao rio Cobar. Foi ali que a mão do Senhor esteve sobre ele. 4Eu vi que um vento impetuoso vinha do norte, uma grande nuvem envolta em claridade e relâmpagos; no meio brilhava algo como se fosse ouro incandescente. 5No centro aparecia a figura de quatro seres vivos. Este era o seu aspecto: cada um tinha a figura de homem. 24E eu ouvi o rumor de suas asas: era como um estrondo de muitas águas, como a voz do Poderoso. Quando se moviam, o seu ruído era como o barulho de um acampamento; quando paravam, eles deixavam pender as asas. 25O ruído vinha de cima do firmamento, que estava sobre suas cabeças. 26Acima do firmamento que estava sobre as cabeças havia algo parecido com safira, uma espécie de trono, e sobre essa espécie de trono, bem no alto, uma figura com aparência humana. 27E eu vi como que um brilho de ouro incandescente, envolvendo essa figura como se fosse fogo, acima daquilo que parecia ser a cintura; abaixo daquilo que parecia ser a cintura, vi algo como fogo e, em sua volta, um círculo luminoso. 28Esse círculo luminoso tinha o mesmo aspecto do arco-íris, que se forma nas nuvens em dia de chuva. Tal era a aparência visível da glória do Senhor. Ao vê-la, caí com o rosto no chão. – Palavra do Senhor – Graças a Deus Salmo 148 – Louvai o Senhor Deus nos altos céus, louvai-o no excelso firmamento! Louvai-o, anjos seus, todos louvai-o, louvai-o, legiões celestiais! R: Da vossa glória estão cheios o céu e a terra. – Reis da terra, povos todos, bendizei-o, e vós, príncipes e todos os juízes; e vós, jovens, e vós, moças e rapazes, anciãos e criancinhas, bendizei-o! R: Da vossa glória estão cheios o céu e a terra. – Louvem o nome do Senhor, louvem-no todos, porque somente o seu nome é excelso! A majestade e esplendor de sua glória ultrapassam em grandeza o céu e a terra. R: Da vossa glória estão cheios o céu e a terra. – Ele exaltou seu povo eleito em poderio, ele é o motivo de louvor para os seus santos. É um hino para os filhos de Israel, este povo que ele ama e lhe pertence. R: Da vossa glória estão cheios o céu e a terra. Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus 17, 22-27 – Aleluia, Aleluia, Aleluia.– Pelo evangelho o Pai nos chamou, a fim de alcançarmos a glória de nosso Senhor Jesus Cristo (2Ts 2,14); Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus: Naquele tempo, 22quando Jesus e os seus discípulos estavam reunidos na Galileia, ele lhes disse: “O Filho do homem vai ser entregue nas mãos dos homens. 23Eles o matarão, mas no terceiro dia ele ressuscitará”. E os discípulos ficaram muito tristes. 24Quando chegaram a Cafarnaum, os cobradores do imposto do templo aproximaram-se de Pedro e perguntaram: “O vosso mestre não paga o imposto do templo?” 25Pedro respondeu: “Sim, paga”. Ao entrar em casa, Jesus adiantou-se e perguntou: “Simão, que te parece: os reis da terra cobram impostos ou taxas de quem, dos filhos ou dos estranhos?” 26Pedro respondeu: “Dos estranhos!” Então Jesus disse: “Logo os filhos são livres. 27Mas, para não escandalizar essa gente, vai ao mar, lança o anzol e abre a boca do primeiro peixe que tu pescares. Ali tu encontrarás uma moeda; pega então a moeda e vai entregá-la a eles, por mim e por ti”. – Palavra da Salvação– Glória a Vós, Senhor Comentário ao Evangelho por Santo Ambrósio, Bispo e Doutor da IgrejaCarta 35, a Oronciano, 6; 13 (trad. Breviário, Ofício de Leitura de quarta-feira da V semana do Tempo Comum, rev.) «Os filhos estão isentos» Como diz o Apóstolo [Paulo], […] toda a criação — agora submetida à caducidade deste mundo, não por sua vontade, mas na esperança de ser libertada — aguarda ansiosamente «a manifestação dos filhos de Deus» e espera de Cristo a graça de ser ajudada a cumprir a sua função, até ser também ela «liberta da corrupção» e admitida a tomar parte na «gloriosa liberdade dos filhos de Deus»; de modo que, ao revelar-se esta glória, seja uma e mesma a liberdade das criaturas e a  dos filhos de Deus. Entretanto, enquanto esta manifestação é adiada, toda a criação geme na expectativa da glória da nossa adoção e redenção (Rom 8,19-23). […] No seu sentido imediato, isto quer dizer que os que têm as primícias do Espírito (Rom 8,9-14) gemem na expectativa da adoção filial, que é a redenção de todo o homem. Esta adoção filial terá a sua realização perfeita quando todo aquele que tem as primícias do Espírito, como filho adotivo de Deus, chegar a ver finalmente face a face o Bem divino e eterno. De facto, a Igreja do Senhor possui desde já a adoção filial, por meio do Espírito que nela clama: «Abbá, Pai» (Rom 8,15). […] Mas só será perfeita quando ressuscitarem para a vida incorruptível e gloriosa todos aqueles que mereceram ver a face de Deus; então sim, a natureza humana terá alcançado a verdadeira e plena redenção. Por issoafirma o Apóstolo, cheio de confiança: «Fomos salvos na esperança» (Rom 8,24). De facto, a esperança também nos salva, como a fé, da qual se disse: «A tua fé te salvou» (Mc 5,34). Fonte: Evangelho Diário – Arautos do Evangelho

São Máximo De Constantinopla, Monge E Mártir

Nasceu em Constantinopla, pelo ano 580, de uma antiga nobreza e seus pais tinham poucas pessoas acima deles. Fizeram-no batizar ainda pequenino e educaram tão bem, que se tornou um dos homens mais sábios do século, Sua capacidade era tanto mais notável, quanto o cobria uma grande modéstia. O Imperador Heráclio, colocou-o contra vontade a seu serviço e o fez o primeiro de seus secretários. Mas o amor do retiro e também o início da nova heresia obrigaram-no a deixar a corte e a se encerrar no mosteiro de Crisópolis, perto de Calcedônia. Depois de aí ter praticado exatamente as regras, foi eleito abade. O temor dos bárbaros, isto é, dos persas e dos árabes, que mantinham o Oriente sempre alarmado, fê-lo passar ao Ocidente e ele se deteve na África. Escreveu grande número de cartas, opúsculos e tratados sobre os principais artigos da fé e da piedade cristã, cinco diálogos, por muito tempo atribuídos a Santo Atanásio, os dois primeiros entre um ortodoxo e um anomeano, sobre a divindade consubstancial do Filho; o terceiro entre um ortodoxo e um macedônio, sobre a divindade do Espírito Santo, o quarto e o quinto, entre um ortodoxo e um apolinarista, sobre que o Filho de Deus realmente se fez homem, tomando uma alma racional de um corpo humano como os nossos. Quanto à moral e à piedade cristãs, eis como lhe põe o fundo misterioso, numa carta ao Padre Talássio superior dos monges. Há três dias que atraem o homem, ou melhor, para os quais se dirige livremente: Deus, a natureza e o mundo. Cada um, atraindo-o, desliga-o, dos dois outros, transforma-o em si e o faz tornar-se por inclinação, o que ele mesmo é por natureza. Se é Deus que o leva, ele o faz tornar-se deus por participação, concede-lhe por sua graça uma deificação sobrenatural e o desliga assim perfeitamente da natureza e do mundo, Se é a natureza que o leva, ela mostra-o só homem da natureza, certo meio entre Deus e o mundo, que não participa voluntariamente, nem de um nem de outro. Se é o mundo que o arrasta, faz dele um bruto, isto é, da carne somente, inspirando-lhe ambições que o afastam da natureza e de Deus e o ensina a fazer coisas contra a natureza. Os dois extremos, isto é, deus e o mundo, desligam então um do outro, como também do meio ou da natureza. Se o meio ou a natureza somente o sobrepujam, ela afasta o homem igualmente dos dois extremos, não lhe permitindo bem se elevar até Deus, nem se abater até o mundo, Desde que o homem se prende voluntariamente a uma dessas três coisas, sua ação muda imediatamente com ele e ele mesmo chama-se diferentemente, ou carnal, ou animal ou espiritual. O caráter distintivo do homem carnal é só saber fazer o mal; do homem animal, não querer nem fazer o mal, sem o suportar. Do homem espiritual querer fazer só o bem e sofrer corajosamente, pela virtude, todas as espécies de males. A isso São Máximo induz o hegumeno Talássio. Todas as suas obras de piedade e de moral tem por fim elevar assim o homem da vida carnal e brutal à vida humanamente racional e, da vida puramente humana à vida sobrenatural e divina. Esses são os setenta e um capítulos ou resumos, nos quais, sobre diversos assuntos de teologia, de filosofia, de moral, de literatura, reúne as sentenças mais notáveis da Escritura Santa, dos Padres da Igreja e mesmo dos personagens mais ilustres do paganismo. A sabedoria pagã serve-se disso, como de introdução para a sabedoria cristã. (…) São Máximo, bem como o Papa São Martinho, foi perseguido, aprisionado, exilado e martirizado, pela fé católica, pelo imperador grego Constante II. Eis como terminaram os sofrimentos de São Máximo e de seus dois discípulos chamados ambos Anastácio dos quais um tinha sido apocrisiário ou núncio do Papa. A 14 de Setembro de 656, depois de longo interrogatório, o cônsul Teodósio tomou São Máximo e o mandou com soldados a Selimbria. Aí ficaram dois dias, até que um dos soldados foi ao acampamento dizer a todo o exército que se insurgisse contra São Máximo. O monge que blasfema contra a Mãe de Deus vem aqui. Mas o comandante, tocado por Deus, mandou a ele os chefes das companhias, as insígnias, os padres e os diáconos. São Máximo, vendo-os, pôs-se de joelhos. Eles fizeram o mesmo; depois sentaram-se e o fizeram sentar. Então um venerável ancião disse-lhe com grande respeito: Meu pai, escandalizaram-nos, dizendo que vós não chamais de Mãe de Deus à Santa Virgem. Por isso, eu vos rogo, pela Santa Trindade, que nos digais a verdade, para que não sejamos escandalizados injustamente. São Máximo pôs-se de joelhos, ergueu0se e estendendo as mãos para o céu, disse com lágrimas: Todo aquele que não diz que Nossa Senhora, a mui santa Virgem, foi verdadeiramente Mãe de Deus, Criador do céu e da terra, seja anatematizado, pelo Pai, pelo Filho e pelo Espírito Santo, e por todas as virtudes celestes, os apóstolos, os profetas, os mártires e todos os santos, agora e sempre, e em todos os séculos dos séculos, Amém. Então os presentes disseram, chorando: “Meu Pai! Queira Deus dar-vos a força de terminar dignamente vossa carreira”. Depois, falaram com palavras tão edificantes, que os soldados se reuniam em massa para os ouvir. Mas um dos guardas do general, vendo que seu número crescia sempre e que censuravam a maneira como se tratava o santo velho, mandou retirá-lo e o colocar a duas milhas do acampamento, até que o levassem a Perbére. Os clérigos do exército seguiram-no a pé por duas milhas e tendo-se despedido dele, puseram-no a cavalo com suas próprias mãos. Levaram-no a Perbére, onde o colocaram numa prisão. Algum tempo depois, levaram-no a Constantinopla com seu discípulo, o monge Anastácio e se reuniu contra ele um concílio onde eles foram anatematizados ambos, com o Papa São Martinho, São Sofrônio de Jerusalem e todos os seus partidários,