São Luís Gonzaga, Religioso

Filho primogênito de um príncipe da Itália, mas educado santamente, foi batizado apenas nascido, de maneira que pareceu mas ter nascido no céu, do que na terra. Essa primeira graça, guardou-a tão constantemente que se acreditou tivesse sido confirmado. Desde o primeiro uso da razão, ofereceu-se a Deus, e levou uma vida cada vez mais santa. Com nove anos, estando em Florença, diante do altar da santa Virgem, que honra sempre como sua mãe, fez o voto de castidade perpétua; e, por uma graça especial de Deus, conservou-a sem necessidade de defender-se contra qualquer tentação do espírito ou do corpo. Quanto às outras perturbações da alma, reprimiu-as tão fortemente desde a primeira idade, que não se ressentiu nem de seus primeiros movimentos. Guardava tão bem os sentidos em particular o da vista, que não olhava jamais para o rosto da princesa Maria da Áustria, a quem saudava quase todos os dias durante vários anos, como pajem do príncipe da Espanha; não olhava jamais fixamente a própria mãe. Chamaram-no com justeza homem sem carne ou anjo encarnado. À guarda dos sentidos, ajuntava as mortificações corporais. Jejuava três vezes por semana, o mais frequentemente a pão é água. Pode-se mesmo dizer que seu jejum era perpétuo, não passando o alimento de uma onça. Frequentemente, castigava-se até o sangue três vezes por dia, com cordas e correntes; algumas vezes substituía as cordas por grossas correias e o cilício por esporas de cavaleiros. Tinha um leito macio, mas tornou-o duro colocando pedaços de madeira, e isso também com o fito de acordá-lo mais cedo para orar: porque empregava grande parte da noite na contemplação das coisas celestes, vestido somente com uma camisa, de joelhos sobre o pavimento ou prostrado de fraqueza. De dia, ali permanecia três, quatro e cinco horas imóvel. O preço dessa constância foi tal estabilidade de espírito na oração que não se afastava jamais de Deus, permanecendo como que em perpétuo êxtase. Para unir-se a Deus somente, após haver obtido a permissão de seu pai, em seguida a três anos de solicitações, transmitiu ao irmão direito ao principado da família e entrou, em Roma, na sociedade de Jesus, à qual uma voz celeste o havia chamado desde Madri. No noviciado, revelou-se modelo de todas as virtudes. Observava com escrupulosa pontualidade as menores regras, mostrava grande desprezo do mundo e ódio de si mesmo. Mas um amor tão ardente, que o próprio corpo nele se consumia insensivelmente. Tendo recebido ordem para distrair um pouco o espírito das coisas divinas, fazia vãos esforços para evitar Deus que se apresentava a ele de toda parte. Abrasado de maravilhosa caridade para com o próximo, servia com amor nos hospitais e contraiu uma moléstia contagiosa. Consumindo-se lentamente, emigrou ao céu, no dia em havia predito, 21 de Junho de 1591, com a idade de 24 anos começados, após ter pedido para receber, pela última vez, a disciplina e morrer estendido sobre uma tábua. Bento XIII canonizou-o e deu-o à juventude cristã por patrono e modelo de inocência e castidade. Sua mãe vivia ainda quando foi beatificado, em 1621, e pode invocá-lo sobre os altares. Feliz mãe! (Vida dos Santos, Padre Rohrbacher, Volume XI, p. 83 à 85) Fonte: Santo do Dia – Arautos do Evangelho
São Luís Gonzaga, Religioso

Filho primogênito de um príncipe da Itália, mas educado santamente, foi batizado apenas nascido, de maneira que pareceu mas ter nascido no céu, do que na terra. Essa primeira graça, guardou-a tão constantemente que se acreditou tivesse sido confirmado. Desde o primeiro uso da razão, ofereceu-se a Deus, e levou uma vida cada vez mais santa. Com nove anos, estando em Florença, diante do altar da santa Virgem, que honra sempre como sua mãe, fez o voto de castidade perpétua; e, por uma graça especial de Deus, conservou-a sem necessidade de defender-se contra qualquer tentação do espírito ou do corpo. Quanto às outras perturbações da alma, reprimiu-as tão fortemente desde a primeira idade, que não se ressentiu nem de seus primeiros movimentos. Guardava tão bem os sentidos em particular o da vista, que não olhava jamais para o rosto da princesa Maria da Áustria, a quem saudava quase todos os dias durante vários anos, como pajem do príncipe da Espanha; não olhava jamais fixamente a própria mãe. Chamaram-no com justeza homem sem carne ou anjo encarnado. À guarda dos sentidos, ajuntava as mortificações corporais. Jejuava três vezes por semana, o mais frequentemente a pão é água. Pode-se mesmo dizer que seu jejum era perpétuo, não passando o alimento de uma onça. Frequentemente, castigava-se até o sangue três vezes por dia, com cordas e correntes; algumas vezes substituía as cordas por grossas correias e o cilício por esporas de cavaleiros. Tinha um leito macio, mas tornou-o duro colocando pedaços de madeira, e isso também com o fito de acordá-lo mais cedo para orar: porque empregava grande parte da noite na contemplação das coisas celestes, vestido somente com uma camisa, de joelhos sobre o pavimento ou prostrado de fraqueza. De dia, ali permanecia três, quatro e cinco horas imóvel. O preço dessa constância foi tal estabilidade de espírito na oração que não se afastava jamais de Deus, permanecendo como que em perpétuo êxtase. Para unir-se a Deus somente, após haver obtido a permissão de seu pai, em seguida a três anos de solicitações, transmitiu ao irmão direito ao principado da família e entrou, em Roma, na sociedade de Jesus, à qual uma voz celeste o havia chamado desde Madri. No noviciado, revelou-se modelo de todas as virtudes. Observava com escrupulosa pontualidade as menores regras, mostrava grande desprezo do mundo e ódio de si mesmo. Mas um amor tão ardente, que o próprio corpo nele se consumia insensivelmente. Tendo recebido ordem para distrair um pouco o espírito das coisas divinas, fazia vãos esforços para evitar Deus que se apresentava a ele de toda parte. Abrasado de maravilhosa caridade para com o próximo, servia com amor nos hospitais e contraiu uma moléstia contagiosa. Consumindo-se lentamente, emigrou ao céu, no dia em havia predito, 21 de Junho de 1591, com a idade de 24 anos começados, após ter pedido para receber, pela última vez, a disciplina e morrer estendido sobre uma tábua. Bento XIII canonizou-o e deu-o à juventude cristã por patrono e modelo de inocência e castidade. Sua mãe vivia ainda quando foi beatificado, em 1621, e pode invocá-lo sobre os altares. Feliz mãe! (Vida dos Santos, Padre Rohrbacher, Volume XI, p. 83 à 85) Fonte: Santo do Dia – Arautos do Evangelho
São Luís Gonzaga, Religioso

Filho primogênito de um príncipe da Itália, mas educado santamente, foi batizado apenas nascido, de maneira que pareceu mas ter nascido no céu, do que na terra. Essa primeira graça, guardou-a tão constantemente que se acreditou tivesse sido confirmado. Desde o primeiro uso da razão, ofereceu-se a Deus, e levou uma vida cada vez mais santa. Com nove anos, estando em Florença, diante do altar da santa Virgem, que honra sempre como sua mãe, fez o voto de castidade perpétua; e, por uma graça especial de Deus, conservou-a sem necessidade de defender-se contra qualquer tentação do espírito ou do corpo. Quanto às outras perturbações da alma, reprimiu-as tão fortemente desde a primeira idade, que não se ressentiu nem de seus primeiros movimentos. Guardava tão bem os sentidos em particular o da vista, que não olhava jamais para o rosto da princesa Maria da Áustria, a quem saudava quase todos os dias durante vários anos, como pajem do príncipe da Espanha; não olhava jamais fixamente a própria mãe. Chamaram-no com justeza homem sem carne ou anjo encarnado. À guarda dos sentidos, ajuntava as mortificações corporais. Jejuava três vezes por semana, o mais frequentemente a pão é água. Pode-se mesmo dizer que seu jejum era perpétuo, não passando o alimento de uma onça. Frequentemente, castigava-se até o sangue três vezes por dia, com cordas e correntes; algumas vezes substituía as cordas por grossas correias e o cilício por esporas de cavaleiros. Tinha um leito macio, mas tornou-o duro colocando pedaços de madeira, e isso também com o fito de acordá-lo mais cedo para orar: porque empregava grande parte da noite na contemplação das coisas celestes, vestido somente com uma camisa, de joelhos sobre o pavimento ou prostrado de fraqueza. De dia, ali permanecia três, quatro e cinco horas imóvel. O preço dessa constância foi tal estabilidade de espírito na oração que não se afastava jamais de Deus, permanecendo como que em perpétuo êxtase. Para unir-se a Deus somente, após haver obtido a permissão de seu pai, em seguida a três anos de solicitações, transmitiu ao irmão direito ao principado da família e entrou, em Roma, na sociedade de Jesus, à qual uma voz celeste o havia chamado desde Madri. No noviciado, revelou-se modelo de todas as virtudes. Observava com escrupulosa pontualidade as menores regras, mostrava grande desprezo do mundo e ódio de si mesmo. Mas um amor tão ardente, que o próprio corpo nele se consumia insensivelmente. Tendo recebido ordem para distrair um pouco o espírito das coisas divinas, fazia vãos esforços para evitar Deus que se apresentava a ele de toda parte. Abrasado de maravilhosa caridade para com o próximo, servia com amor nos hospitais e contraiu uma moléstia contagiosa. Consumindo-se lentamente, emigrou ao céu, no dia em havia predito, 21 de Junho de 1591, com a idade de 24 anos começados, após ter pedido para receber, pela última vez, a disciplina e morrer estendido sobre uma tábua. Bento XIII canonizou-o e deu-o à juventude cristã por patrono e modelo de inocência e castidade. Sua mãe vivia ainda quando foi beatificado, em 1621, e pode invocá-lo sobre os altares. Feliz mãe! (Vida dos Santos, Padre Rohrbacher, Volume XI, p. 83 à 85) Fonte: Santo do Dia – Arautos do Evangelho
Evangelho Do Dia 2018-06-21

Quinta-feira, 21 de Junho de 2018. Santo do dia: São Luís Gonzaga, religioso; São João Rigby, mártirCor litúrgica: branco Evangelho do dia: São Mateus 6, 7-15 Primeira leitura: Eclesiástico 48, 1-15Leitura do livro do Eclesiástico: 1O profeta Elias surgiu como um fogo, e sua palavra queimava como uma tocha. 2Fez vir a fome sobre eles e, no seu zelo, reduziu-os a pouca gente. 3Pela palavra do Senhor fechou o céu e de lá fez cair fogo por três vezes. 4Ó Elias, como te tornaste glorioso por teus prodígios! Quem poderia gloriar-se de ser semelhante a ti? 5Tu, que levantaste um homem da morte e dos abismos, pela palavra do Senhor; 6tu, que precipitaste reis na ruína e fizeste cair do leito homens ilustres; 7tu, que ouvistes censuras no Sinai e decretos de vingança no Horeb. 8Tu ungiste reis, para tirar vingança, e profetas, para te sucederem; 9tu foste arrebatado num turbilhão de fogo, um carro de cavalos também de fogo, 10tu, nas ameaças para os tempos futuros, foste designado para acalmar a ira do Senhor antes do furor, para reconduzir o coração do pai ao filho, e restabelecer as tribos de Jacó. 11Felizes os que te viram, e os que adormeceram na tua amizade! 12Nós também, com certeza, viveremos; mas, após a morte, não será tal o nosso nome. 13Apenas Elias foi envolvido no turbilhão, Eliseu ficou repleto do seu espírito. Durante a vida não temeu príncipe algum, e ninguém o superou em poder. 14Nada havia acima de suas forças, e, até já morto, seu corpo profetizou. 15Durante a vida realizou prodígios e, mesmo na morte, suas obras foram maravilhosas. – Palavra do Senhor – Graças a Deus Salmo 96 (97) – Deus é Rei! Exulte a terra de alegria, e as ilhas numerosas rejubilem! Treva e nuvem o rodeiam no seu trono, que se apóia na justiça e no direito. R: Ó justos, alegrai-vos no Senhor! – Vai um fogo caminhando à sua frente e devora ao redor seus inimigos. Seus relâmpagos clareiam toda a terra; toda a terra ao contemplá-los estremece. R: Ó justos, alegrai-vos no Senhor! – As montanhas se derretem como cera ante a face do Senhor de toda a terra; e assim proclama o céu sua justiça, todos os povos podem ver a sua glória. R: Ó justos, alegrai-vos no Senhor! – ‘Os que adoram as estátuas se envergonhem e os que põem a sua glória nos seus ídolos; aos pés de Deus vêm se prostrar todos os deuses!’ R: Ó justos, alegrai-vos no Senhor! Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus 6,7-15 – Aleluia, aleluia, aleluia.– Recebestes um espírito de adoração, no qual clamamos Aba! Pai! (Rm 8,15); Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus: Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 7Quando orardes, não useis muitas palavras, como fazem os pagãos. Eles pensam que serão ouvidos por força das muitas palavras. 8Não sejais como eles, pois vosso Pai sabe do que precisais, muito antes que vós o peçais. 9Vós deveis rezar assim: Pai Nosso que estás nos céus, santificado seja o teu nome; 10venha o teu Reino; seja feita a tua vontade, assim na terra como nos céus. 11O pão nosso de cada dia dá-nos hoje. 12Perdoa as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido. 13E não nos deixes cair em tentação, mas livra-nos do mal. 14De fato, se vós perdoardes aos homens as faltas que eles cometeram, vosso Pai que está nos céus também vos perdoará. 15Mas, se vós não perdoardes aos homens, vosso Pai também não perdoará as faltas que vós cometestes. – Palavra da Salvação– Glória a Vós, Senhor Fonte: Evangelho Diário – Arautos do Evangelho
Evangelho Do Dia 2018-06-21

Quinta-feira, 21 de Junho de 2018. Santo do dia: São Luís Gonzaga, religioso; São João Rigby, mártirCor litúrgica: branco Evangelho do dia: São Mateus 6, 7-15 Primeira leitura: Eclesiástico 48, 1-15Leitura do livro do Eclesiástico: 1O profeta Elias surgiu como um fogo, e sua palavra queimava como uma tocha. 2Fez vir a fome sobre eles e, no seu zelo, reduziu-os a pouca gente. 3Pela palavra do Senhor fechou o céu e de lá fez cair fogo por três vezes. 4Ó Elias, como te tornaste glorioso por teus prodígios! Quem poderia gloriar-se de ser semelhante a ti? 5Tu, que levantaste um homem da morte e dos abismos, pela palavra do Senhor; 6tu, que precipitaste reis na ruína e fizeste cair do leito homens ilustres; 7tu, que ouvistes censuras no Sinai e decretos de vingança no Horeb. 8Tu ungiste reis, para tirar vingança, e profetas, para te sucederem; 9tu foste arrebatado num turbilhão de fogo, um carro de cavalos também de fogo, 10tu, nas ameaças para os tempos futuros, foste designado para acalmar a ira do Senhor antes do furor, para reconduzir o coração do pai ao filho, e restabelecer as tribos de Jacó. 11Felizes os que te viram, e os que adormeceram na tua amizade! 12Nós também, com certeza, viveremos; mas, após a morte, não será tal o nosso nome. 13Apenas Elias foi envolvido no turbilhão, Eliseu ficou repleto do seu espírito. Durante a vida não temeu príncipe algum, e ninguém o superou em poder. 14Nada havia acima de suas forças, e, até já morto, seu corpo profetizou. 15Durante a vida realizou prodígios e, mesmo na morte, suas obras foram maravilhosas. – Palavra do Senhor – Graças a Deus Salmo 96 (97) – Deus é Rei! Exulte a terra de alegria, e as ilhas numerosas rejubilem! Treva e nuvem o rodeiam no seu trono, que se apóia na justiça e no direito. R: Ó justos, alegrai-vos no Senhor! – Vai um fogo caminhando à sua frente e devora ao redor seus inimigos. Seus relâmpagos clareiam toda a terra; toda a terra ao contemplá-los estremece. R: Ó justos, alegrai-vos no Senhor! – As montanhas se derretem como cera ante a face do Senhor de toda a terra; e assim proclama o céu sua justiça, todos os povos podem ver a sua glória. R: Ó justos, alegrai-vos no Senhor! – ‘Os que adoram as estátuas se envergonhem e os que põem a sua glória nos seus ídolos; aos pés de Deus vêm se prostrar todos os deuses!’ R: Ó justos, alegrai-vos no Senhor! Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus 6,7-15 – Aleluia, aleluia, aleluia.– Recebestes um espírito de adoração, no qual clamamos Aba! Pai! (Rm 8,15); Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus: Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 7Quando orardes, não useis muitas palavras, como fazem os pagãos. Eles pensam que serão ouvidos por força das muitas palavras. 8Não sejais como eles, pois vosso Pai sabe do que precisais, muito antes que vós o peçais. 9Vós deveis rezar assim: Pai Nosso que estás nos céus, santificado seja o teu nome; 10venha o teu Reino; seja feita a tua vontade, assim na terra como nos céus. 11O pão nosso de cada dia dá-nos hoje. 12Perdoa as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido. 13E não nos deixes cair em tentação, mas livra-nos do mal. 14De fato, se vós perdoardes aos homens as faltas que eles cometeram, vosso Pai que está nos céus também vos perdoará. 15Mas, se vós não perdoardes aos homens, vosso Pai também não perdoará as faltas que vós cometestes. – Palavra da Salvação– Glória a Vós, Senhor Fonte: Evangelho Diário – Arautos do Evangelho
Quem Foi São João Batista?

Dando continuidade aos artigos sobre os santos festejados nas festas juninas, vamos falar de São João, ou São João Batista. É muitas vezes confundido com João Evangelista. João Batista era filho do sacerdote Zacarias e de Isabel, prima de Maria, mãe de Jesus. Anunciou o nascimento do prometido Messias, Jesus Cristo, “preparando os caminhos do Senhor”. Ele batizou muitos judeus, incluindo Jesus, no rio Jordão. Além do próprio Jesus e de Nossa Senhora, é o único santo do qual a Igreja celebra o nascimento. Com a sua solenidade sendo celebrada no dia 24 de junho, com muita alegria, a Igreja, solenemente, celebra o nascimento de São João Batista. Santo que, juntamente com a Santíssima Virgem Maria, é o único a ter o aniversário natalício recordado pela liturgia. São João Batista nasceu seis meses antes de Jesus Cristo, seu primo, e foi um anjo quem revelou seu nome ao seu pai, Zacarias, que há muitos anos rezava com sua esposa para terem um filho. Estudiosos mostram que possivelmente depois de idade adequada, João teria participado da vida monástica de uma comunidade rigorista, na qual, à beira do Rio Jordão ou Mar Morto, vivia em profunda penitência e oração. Pode-se chegar a essa conclusão a partir do texto de Mateus: “João usava um traje de pêlo de camelo, com um cinto de couro à volta dos rins; alimentava-se de gafanhotos e mel silvestre”. O que o tornou tão importante para a história do Cristianismo é que, além de ser o último profeta a anunciar o Messias, foi ele quem preparou o caminho do Senhor com pregações conclamando os fiéis à mudança de vida e ao batismo de penitência (por isso “Batista”). Como nos ensinam as Sagradas Escrituras: “Eu vos batizo na água, em vista da conversão; mas aquele que vem depois de mim é mais forte do que eu: eu não sou digno de tirar-lhe as sandálias; ele vos batizará no Espírito Santo” (Mateus 3,11). Os Evangelhos nos revelam a inauguração da missão salvífica de Jesus a partir do batismo recebido pelas mãos do precursor João e da manifestação da Trindade Santa. São João, ao reconhecer e apresentar Jesus como o Cristo, continuou sua missão em sentido descendente, a fim de que somente o Messias aparecesse. Grande anunciador do Reino e denunciador dos pecados, ele foi preso por não concordar com as atitudes pecaminosas de Herodes, acabando decapitado devido ao ódio de Herodíades, que fora esposa do irmão deste [Herodes], com a qual este vivia pecaminosamente. O grande santo morreu na santidade e reconhecido pelo próprio Cristo: “Em verdade eu vos digo, dentre os que nasceram de mulher, não surgiu ninguém maior que João , o Batista” (Mateus 11,11). São João Batista, rogai por nós! Fonte: https://santo.cancaonova.com/santo/solenidade-do-nascimento-de-joao-batista-grande-anunciador-do-reino/?sDia=24&sMes=06&sAno=2018 http://cleofas.com.br/festas-juninas-mais-que-folclore-expressao-da-religiosidade-popular-brasileira/
Evangelho Do Dia 2018-06-20

Quarta-feira, 20 de Junho de 2018. Santo do dia: Beata Margarida Ebner, virgemCor litúrgica: verde Evangelho do dia: São Mateus 6, 1-6.16-18 Primeira leitura: Reis 2, 1.6-14Leitura do segundo livro dos Reis: 1Quando o Senhor quis arrebatar Elias ao céu, num redemoinho, Elias e Eliseu partiram de Guilgal. 6Tendo chegado a Jericó, Elias disse a Eliseu: ‘Permanece aqui, porque o Senhor me mandou até ao Jordão’. E ele respondeu: ‘Pela vida do Senhor e pela tua eu não te deixarei’. E partiram os dois juntos. 7Então, cinqüenta dos filhos dos profetas os seguiram, e ficaram parados, à parte, a certa distância, enquanto eles dois chegaram à beira do Jordão. 8Elias tomou então o seu manto, enrolou-o e bateu com ele nas águas, que se dividiram para os dois lados, de modo que ambos passaram a pé enxuto. 9Depois que passaram, Elias disse a Eliseu: ‘Pede o que queres que eu te faça antes de ser arrebatado da tua presença’. Eliseu disse: ‘Que me seja dada uma dupla porção do teu espírito’. 10Elias respondeu:’Tu pedes uma coisa muito difícil. Se me vires quando me arrebatarem da tua presença, isso te será concedido; caso contrário, isso não te será dado’. 11E aconteceu que, enquanto andavam e conversavam, um carro de fogo e cavalos de fogo os separaram um do outro, e Elias subiu ao céu num redemoinho. 12Eliseu o via e gritava: ‘Meu pai, meu pai, carro de Israel e seu condutor!’ Depois, não o viu mais. E, tomando as vestes dele, rasgou-as em duas. 13Em seguida, apanhou o manto que Elias tinha deixado cair e, voltando sobre seus passos, estacou à margem do Jordão. 14Tomou então o manto de Elias e bateu com ele nas águas dizendo: ‘Onde está agora o Deus de Elias?’ E bateu nas águas, que se dividiram, para os dois lados, e Eliseu atravessou o rio. – Palavra do Senhor – Graças a Deus Salmo 30 (31) – Como é grande, ó Senhor, vossa bondade, que reservastes para aqueles que vos temem! Para aqueles que em vós se refugiam, mostrando, assim, o vosso amor perante os homens. R: Fortalecei os corações, vós que ao Senhor vos confiais! – Na proteção de vossa face os defendeis bem longe das intrigas dos mortais. No interior de vossa tenda os escondeis, protegendo-os contra as línguas maldizentes. R: Fortalecei os corações, vós que ao Senhor vos confiais! – Amai o Senhor Deus, seus santos todos, ele guarda com carinho seus fiéis, mas pune os orgulhosos com rigor. R: Fortalecei os corações, vós que ao Senhor vos confiais! Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus 6, 1-6.16-18 – Aleluia, Aleluia, Aleluia.– Quem me ama realmente guardará minha Palavra, e meu Pai o amará, e a ele nós viremos (Jo 14,23); Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus: Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 1‘Ficai atentos para não praticar a vossa justiça na frente dos homens, só para serdes vistos por eles. Caso contrário, não recebereis a recompensa do vosso Pai que está nos céus. 2Por isso, quando deres esmola, não toques a trombeta diante de ti, como fazem os hipócritas nas sinagogas e nas ruas, para serem elogiados pelos homens. Em verdade vos digo: eles já receberam a sua recompensa. 3Ao contrário, quando deres esmola, que a tua mão esquerda nóo saiba o que faz a tua mão direita, 4de modo que, a tua esmola fique oculta. E o teu Pai, que vê o que está oculto, te dará a recompensa. 5Quando orardes, não sejais como os hipócritas, que gostam de rezar em pé, nas sinagogas e nas esquinas das praças, para serem vistos pelos homens. Em verdade vos digo: eles já receberam a sua recompensa. 6Ao contrário, quando tu orares, entra no teu quarto, fecha a porta, e reza ao teu Pai que está oculto. E o teu Pai, que vê o que está escondido, te dará a recompensa. 16Quando jejuardes, não fiqueis com o rosto triste como os hipócritas. Eles desfiguram o rosto, para que os homens vejam que estão jejuando. Em verdade vos digo: Eles já receberam a sua recompensa. 17Tu, porém, quando jejuares, perfuma a cabeça e lava o rosto, 18para que os homens não vejam que tu estás jejuando, mas somente teu Pai, que está oculto. E o teu Pai, que vê o que está escondido, te dará a recompensa. – Palavra da Salvação– Glória a Vós, Senhor Fonte: Evangelho Diário – Arautos do Evangelho
São João De Matera, Abade

São João de Matera foi o fundador da Congregação beneditina de Pulsano. Nascido em Matera, na província de Basilicata, bem cedo deixou a família e entrou num mosteiro, perto de Tarento. Um tanto arredio, insociável, não se sentiu satisfeito na comunidade. Deixou-a, e partiu para a Calábria, na Sicília. Pouco mais tarde, irrequieto, também dali saía. Tornou à península, estabelecendo-se em Ginosa. Um dia, São Pedro, aparecendo-lhe numa visão, ordenou-lhe que reparasse uma igreja arruinada. Dedicada em honra do Príncipe dos Apóstolos, jazia em escombros, completamente abandonada. João meteu-se ao trabalho com ardor incomum. E tal era o afinco e a disposição de ânimo que levantou suspeitas. Acusado de ter encontrado um tesouro escondido, fabuloso, foi preso pelo governador e encarcerado. Um dia, evadiu-se, ajudado por um anjo, e demandou Cápua, donde, instigado por uma voz do céu, partiu para Monte Laceno. Em Monte Laceno, encontrou-se São João de Matera com São Guilherme de Montevergino. Passando ao Monte Gargano, em Pulsano, perto do lugar onde aparecera o arcanjo São Miguel, São João de Matera ali estabeleceu um mosteiro. Prudente, arguto, profeta e taumaturgo, a 20 de Junho de 1139, falecia e era enterrado na igreja de Santa Maria, que erigira. Foto: santiebeati.it (Vida dos Santos, Padre Rohrbacher, Volume XI, p. 67-68) Fonte: Santo do Dia – Arautos do Evangelho
Imagem De Santa Luzia Peregrina Pela Comunidade

Na quarta-feira, dia 13 de junho, uma Missa campal marcou o início da peregrinação da imagem de Santa Luzia pela comunidade Gardênia Azul, em Jacarepaguá. O primeiro local escolhido foi a entrada do bairro Maravilha, na Avenida Isabel Domingues. As celebrações irão se repetir nos próximos meses, a cada dia 13 (alusão ao dia da Santa celebrado em 13 de dezembro), com o objetivo de marcar o Jubileu Paroquial de 15 anos, que será comemorado em novembro. “Nosso intuito é que com a chegada desses 15 anos a imagem de Santa Luzia possa visitar muitas partes do nosso bairro e estar próxima para abençoar os moradores e seus lares”, explicou o padre Robert. O dia 13 de junho é dedicado a Santo Antônio de Pádua, por este motivo, o sacerdote contou histórias e milagres que envolveram o Santo. Ele falou também a respeito do dom da palavra que foi concedido a Santo Antônio para levar adiante a palavra de Deus. Este dom foi comprovado muitos anos após sua morte quando abriram a sepultura e perceberam que sua língua se manteve preservada. Hoje a língua incorrupta fica no Santuário dedicado a ele, na cidade de Pádua, em Portugal. “Esse milagre nos faz refletir sobre como temos utilizado a nossa língua. Ela é usada para pregar a Palavra ou apenas para falar e criticar os outros?” questionou o pároco. Padre Robert explicou que na Europa o Santo é conhecido por ser protetor das crianças, enquanto que no Brasil sua fama é de casamenteiro; mas é importante ressaltar que o extraordinário santo pregador pode ser clamado para abençoar os casais e suas famílias. A Missa campal atraiu muitos moradores das proximidades, além de pessoas que nunca tinham frequentado as celebrações na igreja, localizada há poucos metros, no mesmo bairro. Ao final da Santa Missa, duas grandes filas se formaram para que o pároco e o diácono Pedro Manoel Lopes pudessem fazer a bênção dos olhos, por intercessão de Santa Luzia, e distribuir os tradicionais pães abençoados por Santo Antônio. “A benção dos olhos serve para quem tem problemas na visão ou até mesmo para aqueles que tem dificuldade em enxergar o amor de Deus”, comentou o padre, pedindo que as famílias iniciem a novena à Santa Luzia. As famílias cadastradas na primeira missa deverão receber em seus lares a imagem da Santa Luzia peregrina. Em breve será divulgado o local da próxima Missa e peregrinação, dia 13 de julho.
Evangelho Do Dia 2018-06-19

Terça-feira, 19 de Junho de 2018. Santo do dia: São Romualdo, abade; Santa Juliana Falconieri, virgemCor litúrgica: verde Evangelho do dia: São Mateus 5, 43-48 Primeira leitura: Reis 21, 17-29Leitura do primeiro livro dos Reis: Após a morte de Nabot, 17a palavra do Senhor foi dirigida a Elias, o tesbita, nestes termos: 18‘Levanta-te e desce ao encontro de Acab, rei de Israel, que reina em Samaria. Ele está na vinha de Nabot, aonde desceu para dela tomar posse. 19Isto lhe dirás:’Assim fala o Senhor: Tu mataste e ainda por cima roubas! E acrescentarás:’Assim fala o Senhor: No mesmo lugar em que os cães lamberam o sangue de Nabot, lamberão também o teu’. 20Acab disse a Elias: ‘Afinal encontraste-me, ó meu inimigo?’ Elias respondeu:’Sim, eu te encontrei. Porque te vendeste para fazer o que desagrada ao Senhor, 21farei cair sobre ti a desgraça: varrerei a tua descendência, exterminando todos os homens da casa de Acab, escravos ou livres em Israel. 22Farei com a tua família como fiz com as famílias de Jeroboão, filho de Nabat, e de Baasa, filho de Aías, porque provocaste a minha ira e fizeste Israel pecar. 23Também a respeito de Jezabel o Senhor pronunciou uma sentença: ‘Os cães devorarão Jezabel no campo de Jezrael. 24Os da família de Acab que morrerem na cidade, serão devorados pelos cães, e os que morrerem no campo, serão comidos pelas aves do céu”. 25Não houve ninguém que se tenha vendido como Acab, para fazer o que desagrada ao Senhor, porque a isto o incitava sua mulher Jezabel. 26Portou-se de modo abominável, seguindo os ídolos dos amorreus que o Senhor tinha expulsado diante dos filhos de Israel. 27Quando Acab ouviu estas palavras, rasgou as vestes, pôs um cilício sobre a pele e jejuou. Dormia envolto num pano de penitência e andava abatido. 28Então a palavra do Senhor foi dirigida a Elias, o tesbita, nestes termos: 29‘Viste como Acab se humilhou diante de mim? Já que ele assim procedeu, não o castigarei durante a sua vida, mas nos dias de seu filho enviarei a desgraça sobre a sua família’. – Palavra do Senhor – Graças a Deus Salmo 50 (51) – Tende piedade, ó meu Deus, misericórdia! Na imensidão de vosso amor, purificai-me! Lavai-me todo inteiro do pecado, e apagai completamente a minha culpa! R: Misericórdia, ó Senhor, porque pecamos! – Eu reconheço toda a minha iniqüidade, o meu pecado está sempre à minha frente. Foi contra vós, só contra vós, que eu pequei, e pratiquei o que é mau aos vossos olhos! R: Misericórdia, ó Senhor, porque pecamos! – Desviai o vosso olhar dos meus pecados e apagai todas as minhas transgressões! Da morte como pena, libertai-me, e minha língua exaltará vossa justiça! R: Misericórdia, ó Senhor, porque pecamos! Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus 5, 43-48 – Aleluia, Aleluia, Aleluia.– Eu vos dou novo preceito: que uns aos outros vos ameis, como eu vos tenho amado (Jo 13,34); Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus: Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 43Vós ouvistes o que foi dito: ‘Amarás o teu próximo e odiarás o teu inimigo!’ 44Eu, porém, vos digo: Amai os vossos inimigos e rezai por aqueles que vos perseguem! 45Assim, vos tornareis filhos do vosso Pai que está nos céus, porque ele faz nascer o sol sobre maus e bons, e faz cair a chuva sobre justos e injustos. 46Porque, se amais somente aqueles que vos amam, que recompensa tereis? Os cobradores de impostos não fazem a mesma coisa? 47E se saudais somente os vossos irmãos, o que fazeis de extraordinário? Os pagãos não fazem a mesma coisa? 48Portanto, sede perfeitos como o vosso Pai celeste é perfeito.’ – Palavra da Salvação– Glória a Vós, Senhor Fonte: Evangelho Diário – Arautos do Evangelho
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