Copa Dos Imundos

Aos leitores dessas próximas linhas encabeçadas por esse título provocativo, proponho uma reflexão séria e sincera, diante do grandíssimo perigo que o Brasil está enfrentando nos atuais dias. Enquanto a Copa do Mundo de futebol é assistida por milhões de pessoas em todo mundo, é preciso dizer que a assim denominada ‘Copa dos imundos’ iniciou-se no mesmo país que sedia essa competição internacional. A Rússia foi a primeira nação do mundo que sucumbiu às garras dos imundos propagadores do aborto pelo mundo. Logo a seguir da Revolução bolchevista-marxista, em 1917, a ditadura instaurada por Lenin e seus companheiros comunistas aprovou, em 1920, esse crime hediondo contra a vida dos bebês, que é um imenso e verdadeiro genocídio que se alastra pelos séculos 20-21. Com a promoção e a realização dessa ‘Copa dos Imundos’, de matriz ateia, em outros países vários legisladores, juristas, médicos, advogados, sociólogos, diversas fundações internacionais e ONGs formaram equipes identificadas por cores bem significativas nas suas camisas: a preta do ódio à maternidade, a roxa da aversão aos valores da vida, a vermelha do sangue dos bebês abortados e a cinza da indiferença diante do sofrimento das mulheres forçadas a fazer esse crime. O mais dramático e ofensivo desse campeonato imundo é que nenhuma dessas equipes quer levantar a taça da vitória sozinha, mas todas elas pretendem ser vencedoras desse cruel torneio de morte dos inocentes. Com essa Copa cruel se pretende instaurar a cultura da morte, na qual tudo vale a pena, desde que crianças indefesas sejam mortas dentro do ventre de suas mães. Mães que são abandonadas, não só pelos homens que a engravidaram, mas também por instituições de saúde, por médicos eticamente mal formados e, infelizmente, pelas suas famílias e por pessoas amigas, nas horas mais difíceis de suas vidas, que são as horas de decisão sobre como levar adiante a vida de um filho recém concebido, o que fazer para cuidá-lo, sobretudo quando vem com alguma doença incurável, como alimentá-lo, como inserí-lo num mundo culturalmente a favor do seu assassinato. Infelizmente, muito dinheiro ensanguentado circula pelo mundo para que governos, tribunais internacionais, congressos médicos, conferências em vários países, ONGs com nomes disfarçados, como a poderosa ONG com Direito de Decidir (Free Choice) e as mídias comprometidas com essa cultura da morte, julguem, encontrem falsos argumentos científicos, e terminem promovendo essa ‘Copa dos Imundos’. Antes da Copa do Mundo de futebol começar, no dia 14 de junho de 2018, na capital da Argentina as ‘torcedoras do aborto’ comemoravam, com alegria e bandeiras azuis, a vitória apertada, por apenas quatro votos a mais, a aprovação, na Câmara Federal dos deputados, a lei do aborto em todo esse país sul-americano. Depois de dois dias a equipe bicampeã da Copa de futebol, a Argentina, que tem um dos melhores jogadores do mundo, Leonel Messi, empatava com a Islândia, país nórdico, com pouca tradição futebolística no cenário internacional. Muitos argentinos e argentinas choravam em Buenos Aires por esse pífio resultado, que pode comprometer o tricampeonato para esse país, onde se valoriza mais uma bola vitoriosa dentro da rede adversária do que um bebê dentro do ventre materno. No Brasil, mulheres e homens que participam dessa ‘Copa dos Imundos’ projetam macular, no próximo 22 de junho, com suas presenças agressivas, a Igreja da Candelária, um lugar de oração e de silêncio no centro do Rio de Janeiro, além de ser um dos patrimônios culturais da Cidade Maravilhosa, com gritos e pichações a favor do aborto, ofensas à Igreja Católica e frases depreciativas sobre a maternidade, dizendo que as mulheres são donas exclusivas do seu útero, agindo da mesma maneira como se comportaram há anos atrás diante de um lugar sagrado, a Catedral de Buenos Aires, ofendendo os jovens, que deram um abraço a essa igreja, com palavras de baixo calão, mostrando seus seios desnudos e fazendo gestos despudorados. Num outro campo onde se joga bastante essa ‘Copa dos Imundos’, há um time misto com nove homens e duas mulheres, treinados por um partido, o PSOL, que tem no seu programapartidário a mesma genética abortista dos bolchevistas russos de 1920. É muito triste assistir a um jogo no qual já se sabe, previamente, o resultado, que é favorável à constitucionalidade do aborto, uma vez que, nas audiências públicas programadas para o início de agosto no Supremo Tribunal Federal, a grande maioria das pessoas e instituições, que terão voz dentro delas, são publicamente conhecidas como promotoras do aborto no Brasil. O que mais chama a atenção nessas equipes favoráveis à vitória do aborto sobre a vida é a discrepância do tempo, já que na Argentina querem liberar o aborto até os três meses e duas semanas, e no Supremo Tribunal Federal se vai acolher a ADPF 442, impetrada pelo PSOL, até os três meses de idade do feto. O que acontece nesse intervalo de duas semanas ninguém é capaz de explicar, pois no Brasil não se é pessoa humana ate a décima segunda semana, enquanto que na Argentina não se é pessoa humana até a décima quarta semana. Parece que os juízes brasileiros e os legisladores argentinos, discordando sobre estas duas semanas, estão favorecendo o preconceito entre vizinhos, já que no Brasil se é uma pessoa com três meses e “nuestros hermanos argentinos” são mais retardados na sua humanização! Esta ‘Copa dos Imundos’ tem que ter um fim no Brasil e no mundo! Mas como finalizar um processo mundial mantido com muito dinheiro sanguinolento e com organismos internacionais tão poderosos favoráveis à legalização e normalização do aborto em todos os países do mundo? Ressuscitando em todos os brasileiros o valor e a beleza do patriotismo e da consciência de nação! Parece que só na Copa do Mundo de futebol que os brasileiros gostam de vestir a camisa verde e amarela, de pintar seus rostos com essas mesmas cores, de ostentar com alegria a bandeira nacional, de apresentar uma nação unida em torno de um só objetivo, que é elevar o nome do Brasil como hexacampeão de futebol. Quem é patriota
Evangelho Do Dia 2018-06-23

Sábado, 23 de Junho de 2018. Santo do dia: São José Cafasso, presbíteroCor litúrgica: verde Evangelho do dia: São Mateus 6, 24-34 Primeira leitura: Crônicas 24, 17-25Leitura do segundo livro das Crônicas: 17Depois da morte de Joiada, os chefes de Judá vieram prostrar-se diante do rei Joás, que, atraído por suas lisonjas, se deixou levar por eles. 18Os chefes de Judá abandonaram o templo do Senhor, o Deus de seus pais, e prestaram culto a troncos sagrados e a imagens esculpidas, atraindo a ira divina sobre Judá e Jerusalém por causa desse crime. 19O Senhor mandou-lhes profetas para que se convertessem a ele. Porém, por mais que estes protestassem, não lhe queriam dar ouvidos. 20Então o espírito de Deus apoderou-se de Zacarias, filho do sacerdote Joiada, e ele apresentou-se ao povo e disse: ‘Assim fala Deus: Por que transgredis os preceitos do Senhor? Isto não vos será de nenhum proveito. Porque abandonastes o Senhor, ele também vos abandonará’. 21Eles, porém, conspiraram contra Zacarias e mataram-no à pedrada por ordem do rei, no pátio do templo do Senhor. 22O rei Joás não se lembrou do bem que Joiada, pai do profeta, lhe tinha feito, e matou o seu filho. Zacarias, ao morrer, disse: ‘Que o Senhor veja e faça justiça!’ 23Ao cabo de um ano, o exército da Síria marchou contra Joás, invadiu Judá e Jerusalém, massacrou os chefes do povo, e enviou toda a presa de guerra ao rei de Damasco. 24Na verdade, o exército da Síria veio com poucos homens, mas o Senhor entregou nas mãos deles um exército enorme, porque Judá tinha abandonado o Senhor, o Deus de seus pais. Assim, os sírios fizeram justiça contra Joás. 25Quando eles se retiraram, deixando-o gravemente enfermo, seus homens conspiraram contra ele, para vingar o filho do sacerdote Joiada, e mataram-no em seu leito. Ele morreu e foi sepultado na cidade de Davi, mas não no sepulcro dos reis. – Palavra do Senhor – Graças a Deus Salmo 88 (89) – ‘Eu firmei uma Aliança com meu servo, meu eleito, e eu fiz um juramento a Davi, meu servidor: Para sempre, no teu trono, firmarei tua linhagem, de geração em geração garantirei o teu reinado!’ R: Guardarei eternamente para ele a minha graça! – Guardarei eternamente para ele a minha graça e com ele firmarei minha Aliança indissolúvel. Pelos séculos sem fim conservarei sua descendência, e o seu trono, tanto tempo quanto os céus, há de durar’. R: Guardarei eternamente para ele a minha graça! – ‘Se seus filhos, porventura, abandonarem minha lei e deixarem de andar pelos caminhos da Aliança; se, pecando, violarem minhas justas prescrições e se não obedecerem aos meus santos mandamentos: R: Guardarei eternamente para ele a minha graça! – Eu, então, castigarei os seus crimes com a vara, com açoites e flagelos punirei as suas culpas. Mas não hei de retirar-lhes minha graça e meu favor e nem hei de renegar o juramento que lhes fiz. R: Guardarei eternamente para ele a minha graça! Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus 6, 24-34 – Aleluia, Aleluia, Aleluia.– Jesus Cristo, Senhor nosso, embora sendo rico, para nós se tornou pobre, a fim de enriquecer-nos mediante sua probreza (2Cor 8,9); Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus: Naquele tempo, disse Jesus a seus discípulos: 24Ninguém pode servir a dois senhores: pois, ou odiará um e amará o outro, ou será fiel a um e desprezará o outro. Vós não podeis servir a Deus e ao dinheiro. 25Por isso eu vos digo: não vos preocupeis com a vossa vida, com o que havereis de comer ou beber; nem com o vosso corpo, com o que havereis de vestir. Afinal, a vida não vale mais do que o alimento, e o corpo, mais do que a roupa? 26Olhai os pássaros dos céus: eles não semeiam, não colhem, nem ajuntam em armazéns. No entanto, vosso Pai que está nos céus os alimenta. Vós não valeis mais do que os pássaros? 27Quem de vós pode prolongar a duração da própria vida, só pelo fato de se preocupar com isso? 28E por que ficais preocupados com a roupa? Olhai como crescem os lírios do campo: eles não trabalham nem fiam. 29Porém, eu vos digo: nem o rei Salomão, em toda a sua glória, jamais se vestiu como um deles. 30Ora, se Deus veste assim a erva do campo, que hoje existe e amanhã é queimada no forno, não fará ele muito mais por vós, gente de pouca fé? 31Portanto, nóo vos preocupeis, dizendo: O que vamos comer? O que vamos beber? Como vamos nos vestir? 32Os pagãos é que procuram essas coisas. Vosso Pai, que está nos céus, sabe que precisais de tudo isso. 33Pelo contrário, buscai em primeiro lugar o Reino de Deus e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão dadas por acréscimo. 34Portanto, não vos preocupeis com o dia de amanhã, pois o dia de amanhã terá suas preocupações! Para cada dia, bastam seus próprios problemas.’ – Palavra da Salvação– Glória a Vós, Senhor Fonte: Evangelho Diário – Arautos do Evangelho
Santa Maria D Oignies

Nascida em 1177, em Nivelle, Brabante, de uma família riquíssima, as riquezas jamais lhe impressionaram a alma, mesmo na mais tenra idade. Jamais ou raramente, a viram tomar parte nos brinquedos da infância, não pela morosidade do caráter, mas porque desde então a graça divina a atraía para as coisas do céu. Desde a infância, levantava-se de noite, punha-se de joelhos ao pé da cama, e repetia as orações que havia aprendido de cor. A misericórdia e a piedade pareciam ter nascido com ela e nela cresciam com os anos. Criança ainda, quando via passar religiosos cistercienses diante da casa do pai, seguia-os às escondidas, cheia de admiração e, não podendo fazer outra coisa, punha os pés nas suas pegadas. Os pais, como era costume das pessoas do mundo, quiseram adorná-la de vestes preciosas; ela usava-as com tristeza, como se lesse na alma o que os apóstolos São Pedro e São Paulo haviam dito contra os ornamentos femininos. Os pais surpresos, zombavam dela: “Mas que será de nossa filha?” Casaram-na com a idade de quatorze anos a um jovem que muito lhe convinha pela doçura da natureza. Afastada dos pais, seu fervor e austeridades não conheceram limites. Frequentemente, após haver empregado parte da noite no trabalho Manuel e em oração, repousava sobre tábuas que escondia sob o leito. Como não tinha liberdade de dispor do corpo abertamente, servia-se, em segredo, de uma corda rude que trazia sobre a carne. O marido, de nome João, vivia primeiramente com ela como esposa, mas em breve, conquistado por seu exemplo, não a considerava senão irmã e companheira na piedade. Desde então, não somente levou vida casta, mas foi o guardião fiel da castidade da esposa, cuidando do que lhe faltava, a fim de que nada a afastasse da contemplação e dos exercícios de piedade que ocupavam todas as horas de sua vida. Com ela, deu aos pobres o que possuía e juntou-se a ela na oração e em todas as obras da caridade às quais podia tomar parte. De sorte que, quando mais dela se separou corporalmente, renunciando a toda afeição carnal, mais se lhe unia pelos laços de uma sociedade toda espiritual. Não se contentaram em crucificar a carne em tão grande juventude; mas, esquecendo-se de si próprios, aplicaram-se em servir os leprosos na cidade de Nivelle. Os homens do século não tardaram em censurar conduta que lhes parecia surpreendente; e os parentes de um e outra não mais podiam vê-los senão com despeito. Parecia que houvesse tido uma conspiração geral em todo o país para zombar deles e deles fazer o objeto das zombarias públicas. Do mesmo modo que todos os respeitavam quando ricos, assim todos os desprezavam quando voluntariamente se tinham tornado pobres por amor de Jesus Cristo. Consideravam-nos pessoas insignificantes, e quanto mais humildes e pacientes os viam, mais procuravam ultrajá-los com injúrias. Maria, bem como o marido, recebia-as com alegria, no desejo ardente de participar das humilhações que Jesus Cristo havia sofrido na cruz. O princípio de sua conversão perfeita, a causa de seu amor sempre mais fervente por Deus, foi a cruz do Salvador. Um dia, a meditação dos sofrimentos a impressionou com tal compunção, que seu lugar na igreja se encontrou inundado de lágrimas. Depois, ela permaneceu longo tempo sem poder olhar uma imagem da cruz, nem falar ou ouvir falar de Jesus Cristo, sem que caísse em desmaio que ia até o êxtase. Havia recebido de Deus o dom das lágrimas a tal ponto, que não lograva a reter-lhes o curso. A magreza extrema, a que a tinham reduzido os longos jejuns e longas vigílias, não a impedia de derramá-las em abundância. Dizia aos que temiam que estivesse enferma que tais lágrimas eram o seu alimento; que longe de lhe fazerem mal, lhe aliviavam as penas. Quase sempre era a vista do que Cristo havia sofrido pelos pecados dos homens que a faziam derramá-las. Por seu turno, empenhava-se em nada fazer que pudesse obrigá-la a derramá-las por si própria. Vigiava com tanto cuidado a alma e os sentidos, e conservava o coração em tão grande pureza, que seu diretor jamais nela notou palavra indecente, olhar mal regrado, ação um tanto mais livre, nem riso imoderado, nem gesto que não fosse modesto. Quando, à noite, examinava severamente tudo o que havia feito durante o dia, e julgava haver-se excedido na menor coisa, confessava-se imediatamente ao padre, com viva contrição. O amor do Salvador a fazia amar a cruz. Tinha feito a deus o sacrifício dos bens, e fazia perpetuamente o sacrifício do corpo com mortificação contínua. Usava do alimento somente para não morrer; comia uma vez por dia e em pequena quantidade; no verão, na hora das vésperas, no inverno, na primeira hora da noite. Não bebia vinho e não comia carne; seus alimentos mais comuns eram frutas, ervas e legumes; por muito tempo costumava comer um pão negro, tão seco e duro, que lhe magoava a garganta, à medida em que o tomava. Três anos a fio jejuou a pão e água, desde a exaltação da santa cruz até a Páscoa, e isso sem em nada diminuir o trabalho manual. Algumas vezes, durante trinta e cinco dias, repousava afetuosamente com o Senhor, em doce e bem-aventurado silêncio, não tomando qualquer alimento corporal, e não proferindo mais que esta palavra: Quero o corpo de Nosso Senhor Jesus Cristo. Havendo-o recebido, permanecia em silêncio com o Senhor. Nesses dias, sentia o espírito como que separado do corpo, encontrando-se como que num vaso de lama, tal era o seu desprendimento das coisas sensíveis, e arrebatada acima delas. Enfim, após cinco semanas de arrebatamento, para grande espanto de todos, voltava a si, falava aos presentes e tomava alimento. Quanto mais enfraquecia o corpo pelos jejuns, mais o espírito se lhe fortificava na prece. Orava de dia e de noite com assiduidade infatigável; orava sem cessar, ou no silêncio do coração sem emprego da palavra, ou exprimindo pela boca os sentimentos do coração. Mesmo quando fiava ou executava outro
Evangelho Do Dia 2018-06-22

Sexta-feira, 22 de Junho de 2018. Santo do dia: São Paulino de Nola, Bispo; São João Fisher, Bispo, e São Tomás Moro, mártires; São Flávio Clemente, mártirCor litúrgica: verde Evangelho do dia: São Mateus 6, 19-23 Primeira leitura: Reis 11, 1-4.9-18.20Leitura do segundo livro dos Reis: Naqueles dias: 1Quando Atalia, mãe de Ocozias, soube que o filho estava morto, pôs-se a exterminar toda a família real. 2Mas Josaba, filha do rei Jorão e irmã de Ocozias, raptou o filho dele, Joás, do meio dos filhos do rei, que iriam ser massacrados, e colocou-o, com sua ama, no quarto de dormir. Assim, escondeu-o de Atalia e ele não foi morto. 3E ele ficou seis anos com ela, escondido no templo do Senhor, enquanto Atalia reinava no país. 4No sétimo ano, Joiada mandou chamar os centuriões dos quereteus e da escolta, e introduziu-os consigo no templo do Senhor. Fez com eles um contrato, mandou que prestassem juramento no templo do Senhor e mostrou-lhes o filho do rei. 9Os centuriões fizeram tudo o que o sacerdote Joiada lhes tinha ordenado. Cada um reuniu seus homens, tanto os que entravam de serviço no sábado, como os que saíam. Vieram para junto do sacerdote Joiada, 10e este entregou aos centuriões as lanças e os escudos de Davi, que estavam no templo do Senhor. 11Em seguida, os homens da escolta, de armas na mão, tomaram posição a partir do lado direito do templo até ao esquerdo, entre o altar e o templo, em torno do rei. 12Então Joiada apresentou o filho do rei, cingiu-o com o diadema e entregou-lhe o documento da Aliança. E proclamaram-no rei, deram-lhe a unção e, batendo palmas, aclamaram:’Viva o rei!’ 13Ouvindo os gritos do povo, Atália veio em direção da multidão no templo do Senhor. 14Quando viu o rei de pé sobre o estrado, segundo o costume, os chefes e os trombeteiros do rei junto dele, e todo o povo do país exultando de alegria e tocando as trombetas, Atália rasgou suas vestes e bradou: ‘Traição! Traição!’ 15Então o sacerdote Joiada ordenou aos centuriões que comandavam a tropa: ‘Levai-a para fora do recinto do templo e, se alguém a seguir, seja morto à espada’. Pois o sacerdote havia dito: ‘Não seja morta dentro do templo do Senhor’. 16Agarraram-na e levaram-na aos empurrões pelo caminho da porta dos Cavalos até ao palácio, e ali foi morta. 17Em seguida, Joiada fez uma aliança entre o Senhor, o rei e o povo, pela qual este se comprometia a ser o povo do Senhor. Fez também uma aliança entre o rei e o povo. 18Todo o povo do país dirigiu-se depois ao Templo de Baal e demoliu-o. Destruíram totalmente os altares e as imagens e mataram Matã, sacerdote de Baal, diante dos altares. E o sacerdote Joiada pôs guardas na casa do Senhor. 20Todo o povo do país o festejou e a cidade manteve-se calma. – Palavra do Senhor – Graças a Deus Salmo 131 (132) – O Senhor fez a Davi um juramento, uma promessa que jamais renegará: ‘Um herdeiro que é fruto do teu ventre colocarei sobre o trono em teu lugar! R: O Senhor preferiu Jerusalém por sua morada. – Se teus filhos conservarem minha Aliança e os preceitos que lhes dei a conhecer, os filhos deles igualmente hóo de sentar-se eternamente sobre o trono que te dei!’ R: O Senhor preferiu Jerusalém por sua morada. – Pois o Senhor quis para si Jerusalém e a desejou para que fosse sua morada: ‘Eis o lugar do meu repouso para sempre, eu fico aqui: este é o lugar que preferi!’ R: O Senhor preferiu Jerusalém por sua morada. – ‘De Davi farei brotar um forte Herdeiro, acenderei ao meu Ungido uma lâmpada. Cobrirei de confusão seus inimigos, mas sobre ele brilhará minha coroa!’ R: O Senhor preferiu Jerusalém por sua morada. Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus 6, 19-23 – Aleluia, Aleluia, Aleluia.– Felizes os humildes de espírito, porque deles é o reino dos céus (Mt 5,3); Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus: Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 19Não junteis tesouros aqui na terra, onde a traça e a ferrugem destroem, e os ladrões assaltam e roubam. 20Ao contrário, juntai para vós tesouros no céu, onde nem a traça e a ferrugem destroem, nem os ladrões assaltam e roubam. 21Porque, onde está o teu tesouro, aí estará também o teu coração. 22O olho é a lâmpada do corpo. Se o teu olho é sadio, todo o teu corpo ficará iluminado. 23Se o teu olho está doente, todo o teu corpo ficará na escuridão. Ora, se a luz que existe em ti é escuridão, como será grande a escuridão. – Palavra da Salvação– Glória a Vós, Senhor Fonte: Evangelho Diário – Arautos do Evangelho
Evangelho Do Dia 2018-06-22

Sexta-feira, 22 de Junho de 2018. Santo do dia: São Paulino de Nola, Bispo; São João Fisher, Bispo, e São Tomás Moro, mártires; São Flávio Clemente, mártirCor litúrgica: verde Evangelho do dia: São Mateus 6, 19-23 Primeira leitura: Reis 11, 1-4.9-18.20Leitura do segundo livro dos Reis: Naqueles dias: 1Quando Atalia, mãe de Ocozias, soube que o filho estava morto, pôs-se a exterminar toda a família real. 2Mas Josaba, filha do rei Jorão e irmã de Ocozias, raptou o filho dele, Joás, do meio dos filhos do rei, que iriam ser massacrados, e colocou-o, com sua ama, no quarto de dormir. Assim, escondeu-o de Atalia e ele não foi morto. 3E ele ficou seis anos com ela, escondido no templo do Senhor, enquanto Atalia reinava no país. 4No sétimo ano, Joiada mandou chamar os centuriões dos quereteus e da escolta, e introduziu-os consigo no templo do Senhor. Fez com eles um contrato, mandou que prestassem juramento no templo do Senhor e mostrou-lhes o filho do rei. 9Os centuriões fizeram tudo o que o sacerdote Joiada lhes tinha ordenado. Cada um reuniu seus homens, tanto os que entravam de serviço no sábado, como os que saíam. Vieram para junto do sacerdote Joiada, 10e este entregou aos centuriões as lanças e os escudos de Davi, que estavam no templo do Senhor. 11Em seguida, os homens da escolta, de armas na mão, tomaram posição a partir do lado direito do templo até ao esquerdo, entre o altar e o templo, em torno do rei. 12Então Joiada apresentou o filho do rei, cingiu-o com o diadema e entregou-lhe o documento da Aliança. E proclamaram-no rei, deram-lhe a unção e, batendo palmas, aclamaram:’Viva o rei!’ 13Ouvindo os gritos do povo, Atália veio em direção da multidão no templo do Senhor. 14Quando viu o rei de pé sobre o estrado, segundo o costume, os chefes e os trombeteiros do rei junto dele, e todo o povo do país exultando de alegria e tocando as trombetas, Atália rasgou suas vestes e bradou: ‘Traição! Traição!’ 15Então o sacerdote Joiada ordenou aos centuriões que comandavam a tropa: ‘Levai-a para fora do recinto do templo e, se alguém a seguir, seja morto à espada’. Pois o sacerdote havia dito: ‘Não seja morta dentro do templo do Senhor’. 16Agarraram-na e levaram-na aos empurrões pelo caminho da porta dos Cavalos até ao palácio, e ali foi morta. 17Em seguida, Joiada fez uma aliança entre o Senhor, o rei e o povo, pela qual este se comprometia a ser o povo do Senhor. Fez também uma aliança entre o rei e o povo. 18Todo o povo do país dirigiu-se depois ao Templo de Baal e demoliu-o. Destruíram totalmente os altares e as imagens e mataram Matã, sacerdote de Baal, diante dos altares. E o sacerdote Joiada pôs guardas na casa do Senhor. 20Todo o povo do país o festejou e a cidade manteve-se calma. – Palavra do Senhor – Graças a Deus Salmo 131 (132) – O Senhor fez a Davi um juramento, uma promessa que jamais renegará: ‘Um herdeiro que é fruto do teu ventre colocarei sobre o trono em teu lugar! R: O Senhor preferiu Jerusalém por sua morada. – Se teus filhos conservarem minha Aliança e os preceitos que lhes dei a conhecer, os filhos deles igualmente hóo de sentar-se eternamente sobre o trono que te dei!’ R: O Senhor preferiu Jerusalém por sua morada. – Pois o Senhor quis para si Jerusalém e a desejou para que fosse sua morada: ‘Eis o lugar do meu repouso para sempre, eu fico aqui: este é o lugar que preferi!’ R: O Senhor preferiu Jerusalém por sua morada. – ‘De Davi farei brotar um forte Herdeiro, acenderei ao meu Ungido uma lâmpada. Cobrirei de confusão seus inimigos, mas sobre ele brilhará minha coroa!’ R: O Senhor preferiu Jerusalém por sua morada. Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus 6, 19-23 – Aleluia, Aleluia, Aleluia.– Felizes os humildes de espírito, porque deles é o reino dos céus (Mt 5,3); Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus: Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 19Não junteis tesouros aqui na terra, onde a traça e a ferrugem destroem, e os ladrões assaltam e roubam. 20Ao contrário, juntai para vós tesouros no céu, onde nem a traça e a ferrugem destroem, nem os ladrões assaltam e roubam. 21Porque, onde está o teu tesouro, aí estará também o teu coração. 22O olho é a lâmpada do corpo. Se o teu olho é sadio, todo o teu corpo ficará iluminado. 23Se o teu olho está doente, todo o teu corpo ficará na escuridão. Ora, se a luz que existe em ti é escuridão, como será grande a escuridão. – Palavra da Salvação– Glória a Vós, Senhor Fonte: Evangelho Diário – Arautos do Evangelho
Evangelho Do Dia 2018-06-22

Sexta-feira, 22 de Junho de 2018. Santo do dia: São Paulino de Nola, Bispo; São João Fisher, Bispo, e São Tomás Moro, mártires; São Flávio Clemente, mártirCor litúrgica: verde Evangelho do dia: São Mateus 6, 19-23 Primeira leitura: Reis 11, 1-4.9-18.20Leitura do segundo livro dos Reis: Naqueles dias: 1Quando Atalia, mãe de Ocozias, soube que o filho estava morto, pôs-se a exterminar toda a família real. 2Mas Josaba, filha do rei Jorão e irmã de Ocozias, raptou o filho dele, Joás, do meio dos filhos do rei, que iriam ser massacrados, e colocou-o, com sua ama, no quarto de dormir. Assim, escondeu-o de Atalia e ele não foi morto. 3E ele ficou seis anos com ela, escondido no templo do Senhor, enquanto Atalia reinava no país. 4No sétimo ano, Joiada mandou chamar os centuriões dos quereteus e da escolta, e introduziu-os consigo no templo do Senhor. Fez com eles um contrato, mandou que prestassem juramento no templo do Senhor e mostrou-lhes o filho do rei. 9Os centuriões fizeram tudo o que o sacerdote Joiada lhes tinha ordenado. Cada um reuniu seus homens, tanto os que entravam de serviço no sábado, como os que saíam. Vieram para junto do sacerdote Joiada, 10e este entregou aos centuriões as lanças e os escudos de Davi, que estavam no templo do Senhor. 11Em seguida, os homens da escolta, de armas na mão, tomaram posição a partir do lado direito do templo até ao esquerdo, entre o altar e o templo, em torno do rei. 12Então Joiada apresentou o filho do rei, cingiu-o com o diadema e entregou-lhe o documento da Aliança. E proclamaram-no rei, deram-lhe a unção e, batendo palmas, aclamaram:’Viva o rei!’ 13Ouvindo os gritos do povo, Atália veio em direção da multidão no templo do Senhor. 14Quando viu o rei de pé sobre o estrado, segundo o costume, os chefes e os trombeteiros do rei junto dele, e todo o povo do país exultando de alegria e tocando as trombetas, Atália rasgou suas vestes e bradou: ‘Traição! Traição!’ 15Então o sacerdote Joiada ordenou aos centuriões que comandavam a tropa: ‘Levai-a para fora do recinto do templo e, se alguém a seguir, seja morto à espada’. Pois o sacerdote havia dito: ‘Não seja morta dentro do templo do Senhor’. 16Agarraram-na e levaram-na aos empurrões pelo caminho da porta dos Cavalos até ao palácio, e ali foi morta. 17Em seguida, Joiada fez uma aliança entre o Senhor, o rei e o povo, pela qual este se comprometia a ser o povo do Senhor. Fez também uma aliança entre o rei e o povo. 18Todo o povo do país dirigiu-se depois ao Templo de Baal e demoliu-o. Destruíram totalmente os altares e as imagens e mataram Matã, sacerdote de Baal, diante dos altares. E o sacerdote Joiada pôs guardas na casa do Senhor. 20Todo o povo do país o festejou e a cidade manteve-se calma. – Palavra do Senhor – Graças a Deus Salmo 131 (132) – O Senhor fez a Davi um juramento, uma promessa que jamais renegará: ‘Um herdeiro que é fruto do teu ventre colocarei sobre o trono em teu lugar! R: O Senhor preferiu Jerusalém por sua morada. – Se teus filhos conservarem minha Aliança e os preceitos que lhes dei a conhecer, os filhos deles igualmente hóo de sentar-se eternamente sobre o trono que te dei!’ R: O Senhor preferiu Jerusalém por sua morada. – Pois o Senhor quis para si Jerusalém e a desejou para que fosse sua morada: ‘Eis o lugar do meu repouso para sempre, eu fico aqui: este é o lugar que preferi!’ R: O Senhor preferiu Jerusalém por sua morada. – ‘De Davi farei brotar um forte Herdeiro, acenderei ao meu Ungido uma lâmpada. Cobrirei de confusão seus inimigos, mas sobre ele brilhará minha coroa!’ R: O Senhor preferiu Jerusalém por sua morada. Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus 6, 19-23 – Aleluia, Aleluia, Aleluia.– Felizes os humildes de espírito, porque deles é o reino dos céus (Mt 5,3); Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus: Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 19Não junteis tesouros aqui na terra, onde a traça e a ferrugem destroem, e os ladrões assaltam e roubam. 20Ao contrário, juntai para vós tesouros no céu, onde nem a traça e a ferrugem destroem, nem os ladrões assaltam e roubam. 21Porque, onde está o teu tesouro, aí estará também o teu coração. 22O olho é a lâmpada do corpo. Se o teu olho é sadio, todo o teu corpo ficará iluminado. 23Se o teu olho está doente, todo o teu corpo ficará na escuridão. Ora, se a luz que existe em ti é escuridão, como será grande a escuridão. – Palavra da Salvação– Glória a Vós, Senhor Fonte: Evangelho Diário – Arautos do Evangelho
Evangelho Do Dia 2018-06-22

Sexta-feira, 22 de Junho de 2018. Santo do dia: São Paulino de Nola, Bispo; São João Fisher, Bispo, e São Tomás Moro, mártires; São Flávio Clemente, mártirCor litúrgica: verde Evangelho do dia: São Mateus 6, 19-23 Primeira leitura: Reis 11, 1-4.9-18.20Leitura do segundo livro dos Reis: Naqueles dias: 1Quando Atalia, mãe de Ocozias, soube que o filho estava morto, pôs-se a exterminar toda a família real. 2Mas Josaba, filha do rei Jorão e irmã de Ocozias, raptou o filho dele, Joás, do meio dos filhos do rei, que iriam ser massacrados, e colocou-o, com sua ama, no quarto de dormir. Assim, escondeu-o de Atalia e ele não foi morto. 3E ele ficou seis anos com ela, escondido no templo do Senhor, enquanto Atalia reinava no país. 4No sétimo ano, Joiada mandou chamar os centuriões dos quereteus e da escolta, e introduziu-os consigo no templo do Senhor. Fez com eles um contrato, mandou que prestassem juramento no templo do Senhor e mostrou-lhes o filho do rei. 9Os centuriões fizeram tudo o que o sacerdote Joiada lhes tinha ordenado. Cada um reuniu seus homens, tanto os que entravam de serviço no sábado, como os que saíam. Vieram para junto do sacerdote Joiada, 10e este entregou aos centuriões as lanças e os escudos de Davi, que estavam no templo do Senhor. 11Em seguida, os homens da escolta, de armas na mão, tomaram posição a partir do lado direito do templo até ao esquerdo, entre o altar e o templo, em torno do rei. 12Então Joiada apresentou o filho do rei, cingiu-o com o diadema e entregou-lhe o documento da Aliança. E proclamaram-no rei, deram-lhe a unção e, batendo palmas, aclamaram:’Viva o rei!’ 13Ouvindo os gritos do povo, Atália veio em direção da multidão no templo do Senhor. 14Quando viu o rei de pé sobre o estrado, segundo o costume, os chefes e os trombeteiros do rei junto dele, e todo o povo do país exultando de alegria e tocando as trombetas, Atália rasgou suas vestes e bradou: ‘Traição! Traição!’ 15Então o sacerdote Joiada ordenou aos centuriões que comandavam a tropa: ‘Levai-a para fora do recinto do templo e, se alguém a seguir, seja morto à espada’. Pois o sacerdote havia dito: ‘Não seja morta dentro do templo do Senhor’. 16Agarraram-na e levaram-na aos empurrões pelo caminho da porta dos Cavalos até ao palácio, e ali foi morta. 17Em seguida, Joiada fez uma aliança entre o Senhor, o rei e o povo, pela qual este se comprometia a ser o povo do Senhor. Fez também uma aliança entre o rei e o povo. 18Todo o povo do país dirigiu-se depois ao Templo de Baal e demoliu-o. Destruíram totalmente os altares e as imagens e mataram Matã, sacerdote de Baal, diante dos altares. E o sacerdote Joiada pôs guardas na casa do Senhor. 20Todo o povo do país o festejou e a cidade manteve-se calma. – Palavra do Senhor – Graças a Deus Salmo 131 (132) – O Senhor fez a Davi um juramento, uma promessa que jamais renegará: ‘Um herdeiro que é fruto do teu ventre colocarei sobre o trono em teu lugar! R: O Senhor preferiu Jerusalém por sua morada. – Se teus filhos conservarem minha Aliança e os preceitos que lhes dei a conhecer, os filhos deles igualmente hóo de sentar-se eternamente sobre o trono que te dei!’ R: O Senhor preferiu Jerusalém por sua morada. – Pois o Senhor quis para si Jerusalém e a desejou para que fosse sua morada: ‘Eis o lugar do meu repouso para sempre, eu fico aqui: este é o lugar que preferi!’ R: O Senhor preferiu Jerusalém por sua morada. – ‘De Davi farei brotar um forte Herdeiro, acenderei ao meu Ungido uma lâmpada. Cobrirei de confusão seus inimigos, mas sobre ele brilhará minha coroa!’ R: O Senhor preferiu Jerusalém por sua morada. Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus 6, 19-23 – Aleluia, Aleluia, Aleluia.– Felizes os humildes de espírito, porque deles é o reino dos céus (Mt 5,3); Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus: Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 19Não junteis tesouros aqui na terra, onde a traça e a ferrugem destroem, e os ladrões assaltam e roubam. 20Ao contrário, juntai para vós tesouros no céu, onde nem a traça e a ferrugem destroem, nem os ladrões assaltam e roubam. 21Porque, onde está o teu tesouro, aí estará também o teu coração. 22O olho é a lâmpada do corpo. Se o teu olho é sadio, todo o teu corpo ficará iluminado. 23Se o teu olho está doente, todo o teu corpo ficará na escuridão. Ora, se a luz que existe em ti é escuridão, como será grande a escuridão. – Palavra da Salvação– Glória a Vós, Senhor Fonte: Evangelho Diário – Arautos do Evangelho
Evangelho Do Dia 2018-06-22

Sexta-feira, 22 de Junho de 2018. Santo do dia: São Paulino de Nola, Bispo; São João Fisher, Bispo, e São Tomás Moro, mártires; São Flávio Clemente, mártirCor litúrgica: verde Evangelho do dia: São Mateus 6, 19-23 Primeira leitura: Reis 11, 1-4.9-18.20Leitura do segundo livro dos Reis: Naqueles dias: 1Quando Atalia, mãe de Ocozias, soube que o filho estava morto, pôs-se a exterminar toda a família real. 2Mas Josaba, filha do rei Jorão e irmã de Ocozias, raptou o filho dele, Joás, do meio dos filhos do rei, que iriam ser massacrados, e colocou-o, com sua ama, no quarto de dormir. Assim, escondeu-o de Atalia e ele não foi morto. 3E ele ficou seis anos com ela, escondido no templo do Senhor, enquanto Atalia reinava no país. 4No sétimo ano, Joiada mandou chamar os centuriões dos quereteus e da escolta, e introduziu-os consigo no templo do Senhor. Fez com eles um contrato, mandou que prestassem juramento no templo do Senhor e mostrou-lhes o filho do rei. 9Os centuriões fizeram tudo o que o sacerdote Joiada lhes tinha ordenado. Cada um reuniu seus homens, tanto os que entravam de serviço no sábado, como os que saíam. Vieram para junto do sacerdote Joiada, 10e este entregou aos centuriões as lanças e os escudos de Davi, que estavam no templo do Senhor. 11Em seguida, os homens da escolta, de armas na mão, tomaram posição a partir do lado direito do templo até ao esquerdo, entre o altar e o templo, em torno do rei. 12Então Joiada apresentou o filho do rei, cingiu-o com o diadema e entregou-lhe o documento da Aliança. E proclamaram-no rei, deram-lhe a unção e, batendo palmas, aclamaram:’Viva o rei!’ 13Ouvindo os gritos do povo, Atália veio em direção da multidão no templo do Senhor. 14Quando viu o rei de pé sobre o estrado, segundo o costume, os chefes e os trombeteiros do rei junto dele, e todo o povo do país exultando de alegria e tocando as trombetas, Atália rasgou suas vestes e bradou: ‘Traição! Traição!’ 15Então o sacerdote Joiada ordenou aos centuriões que comandavam a tropa: ‘Levai-a para fora do recinto do templo e, se alguém a seguir, seja morto à espada’. Pois o sacerdote havia dito: ‘Não seja morta dentro do templo do Senhor’. 16Agarraram-na e levaram-na aos empurrões pelo caminho da porta dos Cavalos até ao palácio, e ali foi morta. 17Em seguida, Joiada fez uma aliança entre o Senhor, o rei e o povo, pela qual este se comprometia a ser o povo do Senhor. Fez também uma aliança entre o rei e o povo. 18Todo o povo do país dirigiu-se depois ao Templo de Baal e demoliu-o. Destruíram totalmente os altares e as imagens e mataram Matã, sacerdote de Baal, diante dos altares. E o sacerdote Joiada pôs guardas na casa do Senhor. 20Todo o povo do país o festejou e a cidade manteve-se calma. – Palavra do Senhor – Graças a Deus Salmo 131 (132) – O Senhor fez a Davi um juramento, uma promessa que jamais renegará: ‘Um herdeiro que é fruto do teu ventre colocarei sobre o trono em teu lugar! R: O Senhor preferiu Jerusalém por sua morada. – Se teus filhos conservarem minha Aliança e os preceitos que lhes dei a conhecer, os filhos deles igualmente hóo de sentar-se eternamente sobre o trono que te dei!’ R: O Senhor preferiu Jerusalém por sua morada. – Pois o Senhor quis para si Jerusalém e a desejou para que fosse sua morada: ‘Eis o lugar do meu repouso para sempre, eu fico aqui: este é o lugar que preferi!’ R: O Senhor preferiu Jerusalém por sua morada. – ‘De Davi farei brotar um forte Herdeiro, acenderei ao meu Ungido uma lâmpada. Cobrirei de confusão seus inimigos, mas sobre ele brilhará minha coroa!’ R: O Senhor preferiu Jerusalém por sua morada. Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus 6, 19-23 – Aleluia, Aleluia, Aleluia.– Felizes os humildes de espírito, porque deles é o reino dos céus (Mt 5,3); Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus: Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 19Não junteis tesouros aqui na terra, onde a traça e a ferrugem destroem, e os ladrões assaltam e roubam. 20Ao contrário, juntai para vós tesouros no céu, onde nem a traça e a ferrugem destroem, nem os ladrões assaltam e roubam. 21Porque, onde está o teu tesouro, aí estará também o teu coração. 22O olho é a lâmpada do corpo. Se o teu olho é sadio, todo o teu corpo ficará iluminado. 23Se o teu olho está doente, todo o teu corpo ficará na escuridão. Ora, se a luz que existe em ti é escuridão, como será grande a escuridão. – Palavra da Salvação– Glória a Vós, Senhor Fonte: Evangelho Diário – Arautos do Evangelho
São Paulino, Bispo De Nola

Santo Agostinho não era ainda mais que sacerdote, quando recebeu uma carta encantadora de suavidade, elegância, amizade e louvores, da parte de ilustre senador e cônsul romano, que, com a mulher, acabava de abraçar a vida monástica. A carta estava acompanhada de um pão bento, em sinal de união. No cabeçalho estava escrito: Ao Senhor Agostinho, irmão unânime e venerável, Paulino e Teresa, pecadores. Tratava-se de São Paulino, nascido em Bordéus, em 353. Contava uma longa lista de senadores na família, tanto do lado paterno como do lado materno. Seu pai, Pôncio Paulino, era prefeito do pretório nas Gálias, e primeiro magistrado do império do Oriente. A esta nobre nascença Paulino ajuntava um espírito elevado e penetrante, um gênio rico e fecundo, uma facilidade maravilhosa de exprimir-se. Cultivou tais predicados desde a infância, por um estudo assíduo dos diferentes ramos da literatura. Teve por mestre de eloqüência e de poesia o célebre Ausono, que foi cônsul em 379. Foi elevado, conquanto jovem aindam às mais altas dignidades, e declarado cônsul antes de Ausono, seu mestre. Desposou uma espanhola chamada Tereásia ou Teresa, que lhe trouxe vultuosos bens, que era sobretudo distinta pelo mérito pessoal e pela piedade. Fez grande número de amigos na Itália, na Espanha e nas Gálias, onde havia exercido durante o espaço de quinze anos os seus raros talentos e a maravilhosa capacidade para administração dos negócios, tanto públicos como particulares. Mas a morte de um irmão, as revoluções políticas que se seguiram ao assassínio do imperador Graciano, e mais ainda os entretenimentos que teve com Santo Ambrósio de Milão, com São Martinho de Tours, com São Victrício de Touen, com o Santo Delfim de Bordéus, da mão do qual recebeu o batismo pelo ano de 380, deram-lhe gosto pelo retiro e inspiraram nele o desejo sincero de levar uma vida mais cristã. Enfim, encorajado pela mulher, retiraram-se ambos para uma pequena propriedade que tinham na Espanha e ocuparam-se unicamente de sua santificação, desde o ano de 390 até 394. Foi lá que perderam o filho único que Deus lhes havia dado. Enterraram-no em Alcala, junto dos santos mártires Justo e Pastor. Desde esse tempo obrigaram-se, com sentimento mútuo, a viver em continência perpétua. Em breve, Paulino mudou o hábito, a fim de anunciar ao mundo a resolução de abandonar o senado, os pais, os bens, e ir sepultar-se num mosteiro ou no deserto. Os bens deviam ser consideráveis, pois Ausono testemunhou o pesar que sentia de ver partilhar entre cem pessoas diferentes os reinos de Paulino, seu pai. O santo vendeu todas as possessões e distribuiu o preço entre os infelizes. Abriu os celeiros e paióis a todos os necessitados. Não contente com aliviar os pobres da vizinhança, chamou-os de todas as partes para nutri-los e vesti-los. Resgatou uma infinidade de cativos e de pobres devedores reduzidos à escravidão por não terem o que pagar. Vendeu igualmente os bens da mulher, que não aspirava com menos fervor à prática da pobreza voluntária. Tal ação foi louvada e admirada por todos os santos que se viam então na Igreja. Mas asa pessoas do mundo tachavam-na de loucura. Paulino foi abandonado por todos, mesmo pelos parentes e escravos, que recusavam prestar-lhe os serviços mais comuns da humanidade. Ausono, seu mestre, que era cristão, mas apenas o suficiente para não ser pagão, queixou-se da transformação, por várias cartas em verso. O santo respondeu-lhe por diversos pequenos poemas transudando urbanidade delicada, onde lhe assegura que a sua conversão a Deus não fazia senão tornar mais íntima a antiga amizade. Todavia, em meio a essa censura geral, viu dois de seus mais ilustres amigos seguirem-lhe o exemplo. O primeiro foi Sulpício; o segundo Santo Aper, vulgarmente Santo Evre, que foi bispo de Toul. O propósito de Paulino, renunciando ao mundo era ir passar os dias num ermo próximo de Nola, na Campanha, e servir Jesus Cristo na tumba de São Félix, ser o porteiro da igreja, varrer o pavimento todas as manhãs, vigiar à noite para guardá-la, e terminar a vida no trabalho. Mas o povo de Barcelona, edificado com a pureza de seus costumes, apoderou-se dele no Natal de 393, e pediu com insistente calor que se tornasse sacerdote. Ele defendeu-se como lhe foi possível, e não consentiu na ordenação senão com a condição de que seria livre de ir para onde quisesse. Era contrário às regras da Igreja; mas se passava por vezes por cima delas. Após a Páscoa do ano seguinte, 394 abandonou a Espanha para ir à Itália. Em Milão vivia Santo Ambrósio, que o recebeu com muitas honras e o agregou ao seu clero. Continuando a viagem, foi até Roma, onde melhor o recebeu o povo do que o clero. Alguns eclesiásticos e o Papa não queriam relações com ele. Paulino cedeu à inveja e retirou-se; mas escrevendo a seu amigo Sulpício Severo, não pode deixar de queixar-se. Talvez o Papa, que tinha muito zelo pela observância das regras da Igreja, não achava bom que, contrariando tais regras, Paulino houvesse sido ordenado sacerdote sendo neófito leigo, e sem estar unido a uma igreja particular. Seja o que for, Paulino apressou-se em deixar Roma para dirigir-se a Nola, onde tinha escolhido o retiro junto da tumba de São Félix, que ficava a alguns passos da cidade. Haviam construído uma igreja sobre a sepultura; ao pé da igreja havia uma construção muito longa de dois andares com uma galeria dividida em celas, das quais Paulino se servia para receber eclesiásticos que iam visitá-lo. Do outro lado havia um alojamento para pessoas do mundo, e também um pequeno jardim. Muitas pessoas piedosas tinham-se unido a ele, que formou então uma sociedade chamada companhia de monges. Todos se sujeitavam a uma regra, e praticavam diversas austeridades. Cada dia Paulino rendia a São Félix toda a honra de era capaz; mas tentava ultrapassar-se no dia de sua festa. Todos os anos lhe celebrava os louvores com um poema, que chamava de tributo de sua homenagem voluntária. Temos ainda hoje quinze
São Luís Gonzaga, Religioso

Filho primogênito de um príncipe da Itália, mas educado santamente, foi batizado apenas nascido, de maneira que pareceu mas ter nascido no céu, do que na terra. Essa primeira graça, guardou-a tão constantemente que se acreditou tivesse sido confirmado. Desde o primeiro uso da razão, ofereceu-se a Deus, e levou uma vida cada vez mais santa. Com nove anos, estando em Florença, diante do altar da santa Virgem, que honra sempre como sua mãe, fez o voto de castidade perpétua; e, por uma graça especial de Deus, conservou-a sem necessidade de defender-se contra qualquer tentação do espírito ou do corpo. Quanto às outras perturbações da alma, reprimiu-as tão fortemente desde a primeira idade, que não se ressentiu nem de seus primeiros movimentos. Guardava tão bem os sentidos em particular o da vista, que não olhava jamais para o rosto da princesa Maria da Áustria, a quem saudava quase todos os dias durante vários anos, como pajem do príncipe da Espanha; não olhava jamais fixamente a própria mãe. Chamaram-no com justeza homem sem carne ou anjo encarnado. À guarda dos sentidos, ajuntava as mortificações corporais. Jejuava três vezes por semana, o mais frequentemente a pão é água. Pode-se mesmo dizer que seu jejum era perpétuo, não passando o alimento de uma onça. Frequentemente, castigava-se até o sangue três vezes por dia, com cordas e correntes; algumas vezes substituía as cordas por grossas correias e o cilício por esporas de cavaleiros. Tinha um leito macio, mas tornou-o duro colocando pedaços de madeira, e isso também com o fito de acordá-lo mais cedo para orar: porque empregava grande parte da noite na contemplação das coisas celestes, vestido somente com uma camisa, de joelhos sobre o pavimento ou prostrado de fraqueza. De dia, ali permanecia três, quatro e cinco horas imóvel. O preço dessa constância foi tal estabilidade de espírito na oração que não se afastava jamais de Deus, permanecendo como que em perpétuo êxtase. Para unir-se a Deus somente, após haver obtido a permissão de seu pai, em seguida a três anos de solicitações, transmitiu ao irmão direito ao principado da família e entrou, em Roma, na sociedade de Jesus, à qual uma voz celeste o havia chamado desde Madri. No noviciado, revelou-se modelo de todas as virtudes. Observava com escrupulosa pontualidade as menores regras, mostrava grande desprezo do mundo e ódio de si mesmo. Mas um amor tão ardente, que o próprio corpo nele se consumia insensivelmente. Tendo recebido ordem para distrair um pouco o espírito das coisas divinas, fazia vãos esforços para evitar Deus que se apresentava a ele de toda parte. Abrasado de maravilhosa caridade para com o próximo, servia com amor nos hospitais e contraiu uma moléstia contagiosa. Consumindo-se lentamente, emigrou ao céu, no dia em havia predito, 21 de Junho de 1591, com a idade de 24 anos começados, após ter pedido para receber, pela última vez, a disciplina e morrer estendido sobre uma tábua. Bento XIII canonizou-o e deu-o à juventude cristã por patrono e modelo de inocência e castidade. Sua mãe vivia ainda quando foi beatificado, em 1621, e pode invocá-lo sobre os altares. Feliz mãe! (Vida dos Santos, Padre Rohrbacher, Volume XI, p. 83 à 85) Fonte: Santo do Dia – Arautos do Evangelho