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Santa Bernardete Soubirous

Bernardete nasceu no dia sete de janeiro de 1844, na cidade de Lourdes, uma região montanhosa da França. Sua família camponesa era numerosa, religiosa e muito pobre. Desde a infância, a pequena tinha problemas de saúde em conseqüência da asma. Era analfabeta mas tinha aprendido a rezar o terço, o que fazia diariamente enquanto cuidava dos afazeres da casa. Numa tarde úmida e fria, enquanto recolhia gravetos para a fogueira, Bernardete foi atraída por uma luz radiante. Era Nossa Senhora que a chamava para rezar. Era o dia 11 de fevereiro de 1858. Durante vários meses a Virgem Maria, Imaculada Conceição, apareceu para a menina, sempre pedindo que rezasse o terço em favor da humanidade. Apesar da honestidade da menina, a maioria das pessoas não acreditava na aparição, mas Bernardete ficava extasiada, rezando e conversando com Nossa Senhora. Bernadete chamava a atenção pela sua modéstia, autenticidade e simplicidade. Compreendeu que tinha sido escolhida como instrumento para a mensagem que a Virgem queria transmitir ao mundo: a conversão, a necessidade de rezar o terço e o amor pela “Imaculada Conceição”. Bernardete sofreu muito, mas sempre confiou-se a amor de Maria. Da gruta onde a Virgem aparecia, brotou uma fonte de água que jorra até hoje. O lugar tornou-se conhecido e converteu-se num dos maiores santuários marianos do mundo. Ingressou na congregação das Irmãs de Caridade. Sempre bem humorada, trabalhou silenciosamente como enfermeira no interior do convento, depois foi sacristã. Contudo, uma doença a obrigou viver nove anos numa cama, entre a vida e a morte. Rezava não para se livrar do sofrimento mas para ter paciência e forças para tudo suportar, pois queria se purificar para poder rever Nossa Senhora. Em 16 de abril de 1879, estando muito mal de saúde e tendo apenas 35 anos, exclamou emocionada: “Eu vi a Virgem. Sim, a vi, a vi! Que formosa era!” E depois de alguns momentos de silêncio disse emocionada: “Rogai Senhora por esta pobre pecadora”, e apertando o crucifixo sobre seu coração faleceu. O Papa Pio XI a canonizou em 08 de dezembro de 1933, dia da Imaculada Conceição, designando sua festa para o dia de sua morte. Colaboração: Padre Evaldo César de Souza, CSsR

Domingo Da Páscoa

1ª Leitura – At 10,34a.37-43 Comemos e bebemos com ele depois que ressuscitou dos mortos. Leitura dos Atos dos Apóstolos 10,34a.37-43 Naqueles dias: 34a Pedro tomou a palavra e disse: 37 Vós sabeis o que aconteceu em toda a Judéia, a começar pela Galiléia, depois do batismo pregado por João: 38 como Jesus de Nazaré foi ungido por Deus com o Espírito Santo e com poder. Ele andou por toda a parte, fazendo o bem e curando a todos os que estavam dominados pelo demônio; porque Deus estava com ele. 39 E nós somos testemunhas de tudo o que Jesus fez na terra dos judeus e em Jerusalém. Eles o mataram, pregando-o numa cruz. 40 Mas Deus o ressuscitou no terceiro dia, concedendo-lhe manifestar-se 41 não a todo o povo, mas às testemunhas que Deus havia escolhido: a nós, que comemos e bebemos com Jesus, depois que ressuscitou dos mortos. 42 E Jesus nos mandou pregar ao povo e testemunhar que Deus o constituiu Juiz dos vivos e dos mortos. 43 Todos os profetas dão testemunho dele: ‘Todo aquele que crê em Jesus recebe, em seu nome, o perdão dos pecados’.’ Palavra do Senhor. Salmo – Sl 117,1-2.16ab-17.22-23 (R.24) R. Este é o dia que o Senhor fez para nós: alegremo-nos e nele exultemos! Ou: Aleluia, Aleluia, Aleluia 1 Dai graças ao Senhor, porque ele é bom!* ‘Eterna é a sua misericórdia!’ 2A casa de Israel agora o diga:* ‘Eterna é a sua misericórdia!’ R. 16 A mão direita do Senhor fez maravilhas,* a mão direita do Senhor me levantou, 17 Não morrerei, mas ao contrário, viverei* para cantar as grandes obras do Senhor! R. 22 ‘A pedra que os pedreiros rejeitaram,* tornou-se agora a pedra angular. 23 Pelo Senhor é que foi feito tudo isso:* Que maravilhas ele fez a nossos olhos! R. 2ª Leitura – Cl 3,1-4 Esforçai-vos por alcançar as coisas do alto, onde está Cristo. Leitura da Carta de São Paulo aos Colossenses 3,1-4 Irmãos: 1 Se ressuscitastes com Cristo, esforçai-vos por alcançar as coisas do alto, 2 onde está Cristo, sentado à direita de Deus; aspirai às coisas celestes e não às coisas terrestres. 3 Pois vós morrestes, e a vossa vida está escondida, com Cristo, em Deus. 4 Quando Cristo, vossa vida, aparecer em seu triunfo, então vós aparecereis também com ele, revestidos de glória. Palavra do Senhor. Evangelho – Jo 20,1-9 Ele devia ressuscitar dos mortos. + Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo João 20,1-9 1 No primeiro dia da semana, Maria Madalena foi ao túmulo de Jesus, bem de madrugada, quando ainda estava escuro, e viu que a pedra tinha sido retirada do túmulo. 2 Então ela saiu correndo e foi encontrar Simão Pedro e o outro discípulo, aquele que Jesus amava, e lhes disse: ‘Tiraram o Senhor do túmulo, e não sabemos onde o colocaram.’ 3 Saíram, então, Pedro e o outro discípulo e foram ao túmulo. 4 Os dois corriam juntos, mas o outro discípulo correu mais depressa que Pedro e chegou primeiro ao túmulo. 5 Olhando para dentro, viu as faixas de linho no chão, mas não entrou. 6 Chegou também Simão Pedro, que vinha correndo atrás, e entrou no túmulo. Viu as faixas de linho deitadas no chão 7 e o pano que tinha estado sobre a cabeça de Jesus, não posto com as faixas, mas enrolado num lugar à parte. 8 Então entrou também o outro discípulo, que tinha chegado primeiro ao túmulo. Ele viu, e acreditou. 9 De fato, eles ainda não tinham compreendido a Escritura, segundo a qual ele devia ressuscitar dos mortos. Palavra da Salvação. Leituras Facultativas   2ª Leitura – 1Cor 5,6b-8 Lançai fora o fermento velho, para que sejais uma massa nova. Leitura da Primeira Carta de São Paulo aos Coríntios 5,6b-8 Irmãos: 6b Acaso ignorais que um pouco de fermento leveda a massa toda? 7 Lançai fora o fermento velho, para que sejais uma massa nova, já que deveis ser sem fermento. Pois o nosso cordeiro pascal, Cristo, já está imolado. 8 Assim, celebremos a festa, não com velho fermento, nem com fermento de maldade ou de perversidade, mas com os pães ázimos de pureza e de verdade. Palavra do Senhor. Evangelho – Lc 24,13-35 Fica conosco, pois já é tarde. + Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas 24,13-35 13 Naquele mesmo dia, o primeiro da semana, dois dos discípulos de Jesus iam para um povoado, chamado Emaús, distante onze quilômetros de Jerusalém. 14 Conversavam sobre todas as coisas que tinham acontecido. 15 Enquanto conversavam e discutiam, o próprio Jesus se aproximou e começou a caminhar com eles. 16 Os discípulos, porém, estavam como que cegos, e não o reconheceram. 17 Então Jesus perguntou: ‘O que ides conversando pelo caminho?’ Eles pararam, com o rosto triste, 18 e um deles, chamado Cléofas, lhe disse: ‘Tu és o único peregrino em Jerusalém que não sabe o que lá aconteceu nestes últimos dias?’ 19 Ele perguntou: ‘O que foi?’ Os discípulos responderam: ‘O que aconteceu com Jesus, o Nazareno, que foi um profeta poderoso em obras e palavras, diante de Deus e diante de todo o povo. 20 Nossos sumos sacerdotes e nossos chefes o entregaram para ser condenado à morte e o crucificaram. 21 Nós esperávamos que ele fosse libertar Israel, mas, apesar de tudo isso, já faz três dias que todas essas coisas aconteceram! 22 É verdade que algumas mulheres do nosso grupo nos deram um susto. Elas foram de madrugada ao túmulo 23 e não encontraram o corpo dele. Então voltaram, dizendo que tinham visto anjos e que estes afirmaram que Jesus está vivo. 24 Alguns dos nossos foram ao túmulo e encontraram as coisas como as mulheres tinham dito. A ele, porém, ninguém o viu.’ 25 Então Jesus lhes disse: ‘Como sois sem inteligência e lentos para crer em tudo o que os profetas falaram! 26 Será que o Cristo não devia sofrer tudo isso para entrar na sua glória?’ 27 E, começando por Moisés

São Cesar De Bus

César de Bus nasceu em 1544 e desejava seguir a carreira militar, mas foi impedido por uma enfermidade que o atingiu de maneira fulminante. Foi essa ocasião que o aproximou do bispo de Cavaillon, cidadezinha da Provença. Animado por alguns amigos cristãos, entre eles alguns jesuítas e uma camponesa, ele reencontrou a religião e a vida cristã. Não perdeu tempo: tão logo se curou trocou de vida e se pôs a estudar para se tornar sacerdote. Enquanto se preparava começou a percorrer os sítios e fazendas ensinando o catecismo. Fundou, com o auxilio de um primo centros de instrução religiosa nos cantos mais escondidos e esquecidos, nos quais começou a experimentar novos métodos de ensino da doutrina às crianças do meio rural. César de Bus tornou-se sacerdote aos trinta e oito anos de idade e já reunia em torno de si muitos jovens, formando uma comunidade que tomou o nome de Congregação dos Padres da Doutrina Cristã, ou Doutrinários. Depois de um longo período de sofrimento por uma enfermidade César de Bus, morreu no dia 15 de abril de 1607. Colaboração: Padre Evaldo César de Souza, CSsR A12

Ratzinger: Coletânea De Textos Inéditos Pelos Seus 90 Anos

Diversas publicações continuam a homenagear os 90 anos de Bento XVI, a serem celebrados no próximo domingo, 16 de abril. Entre estas, encontra-se a obra “O tempo e a história. O sentido de nossa viagem”, uma coletânea de textos inéditos do teólogo e filósofo Joseph Ratzinger, escritos entre os anos de 1960 a 1976. A antologia de textos constitui uma síntese de uma reflexão sobre as luzes e sombras da modernidade: os ídolos e os horrores do tempo presente, a obscuridade que caracterizou algumas fases históricas, a evolução e involução das civilizações, as questões sempre abertas entre fé e ciência, o desaparecimento dos “homens de Deus” que sustentaram no passado a cristandade. Entre as tantas novidades, quatro textos publicados entre 1960 e 1976, escritos por Ratzinger antes de ser nomeado Arcebispo por Paulo VI, em 1977. Em maio de 1957 Ratzinger obteve a cátedra em Teologia Fundamental na Universidade de Munique, e em dezembro do mesmo ano, a cátedra em Teologia Dogmática e Fundamental no Instituto Superior de Teologia e Filosofa de Frisinga. Em 1959 lecionou na Universidade de Bonn. Em 1963 transferiu-se para a Universidade de Münster. Em 1966 foi nomeado para a cátedra de Teologia Dogmática junto à Universidade de Tubinga (em alemão: Eberhard Karls Universität Tübingen), onde foi colega de Hans Küng. Os textos compreendem o arco de tempo em que foi docente universitário e estudioso, assim como o período conciliar. Para o jovem professor, de fato, foi uma experiência fundamental a participação, a partir de 1962, no Concílio Vaticano II, onde adquiriu notoriedade internacional. Renovação da Igreja e anúncio cristão no mundo contemporâneo: estes os temas abordados pelo teólogo, hoje Papa emérito Bento XVI. O livro é publicado pela Editora Piemme. Foto: ANSA Fonte: ArqRio

Sábado Santo Da Páscoa

1ª Leitura – Gn 1,1-2,2 Deus viu tudo quanto havia feito e eis que tudo era muito bom. Leitura do Livro do Gênesis 1,1-2,2 1 No princípio Deus criou o céu e a terra. 2 A terra estava deserta e vazia, as trevas cobriam a face do abismo e o Espírito de Deus pairava sobre as águas. 3 Deus disse: ‘Faça-se a luz!’ E a luz se fez. 4 Deus viu que a luz era boa e separou a luz das trevas. 5 E à luz Deus chamou ‘dia’ e às trevas, ‘noite’. Houve uma tarde e uma manhã: primeiro dia. 6 Deus disse: ‘Faça-se um firmamento entre as águas, separando umas das outras’. 7 E Deus fez o firmamento, e separou as águas que estavam embaixo, das que estavam em cima do firmamento. E assim se fez. 8 Ao firmamento Deus chamou ‘céu’. Houve uma tarde e uma manhã: segundo dia. 9 Deus disse: ‘Juntem-se as águas que estão debaixo do céu num só lugar e apareça o solo enxuto!’ E assim se fez. 10 Ao solo enxuto Deus chamou ‘terra’ e ao ajuntamento das águas, ‘mar’. E Deus viu que era bom. 11 Deus disse: ‘A terra faça brotar vegetação e plantas que dêem semente, e árvores frutíferas que dêem fruto segundo a sua espécie, que tenham nele a sua semente sobre a terra’. E assim se fez. 12 E a terra produziu vegetação e plantas que trazem semente segundo a sua espécie, e árvores que dão fruto tendo nele a semente da sua espécie. E Deus viu que era bom. 13 Houve uma tarde e uma manhã: terceiro dia. 14 Deus disse: ‘Façam-se luzeiros no firmamento do céu, para separar o dia da noite. Que sirvam de sinais para marcar as épocas, os dias e os anos, 15 e que resplandeçam no firmamento do céu e iluminem a terra’. E assim se fez. 16 Deus fez os dois grandes luzeiros: o luzeiro maior para presidir o dia, e o luzeiro menor para presidir à noite, e as estrelas. 17 Deus colocou-os no firmamento do céu para alumiar a terra, 18 para presidir ao dia e à noite e separar a luz das trevas. E Deus viu que era bom. 19 E houve uma tarde e uma manhã: quarto dia. 20 Deus disse: ‘Fervilhem as águas de seres animados de vida e voem pássaros sobre a terra, debaixo do firmamento do céu’. 21 Deus criou os grandes monstros marinhos e todos os seres vivos que nadam, em multidão, nas águas, segundo as suas espécies, e todas as aves, segundo as suas espécies. E Deus viu que era bom. 22 E Deus os abençoou, dizendo: ‘Sede fecundos e multiplicai-vos e enchei as águas do mar, e que as aves se multipliquem sobre a terra’. 23 Houve uma tarde e uma manhã: quinto dia. 24 Deus disse: ‘Produza a terra seres vivos segundo as suas espécies, animais domésticos, répteis e animais selvagens, segundo as suas espécies’. E assim se fez. 25 Deus fez os animais selvagens, segundo as suas espécies, os animais domésticos segundo as suas espécies e todos os répteis do solo segundo as suas espécies. E Deus viu que era bom. 26 Deus disse: ‘Façamos o homem à nossa imagem e segundo à nossa semelhança, para que domine sobre os peixes do mar, sobre as aves do céu, e sobre todos os répteis que rastejam sobre a terra’. 27 E Deus criou o homem à sua imagem, à imagem de Deus ele o criou: homem e mulher os criou. 28 E Deus os abençoou e lhes disse: ‘Sede fecundos e multiplicai-vos, enchei a terra e submetei-a! Dominai sobre os peixes do mar, sobre os pássaros do céu e sobre todos os animais que se movem sobre a terra’. 29 E Deus disse: ‘Eis que vos entrego todas as plantas que dão semente sobre a terra, e todas as árvores que produzem fruto com sua semente, para vos servirem de alimento. 30 E a todos os animais da terra, e a todas as aves do céu, e a tudo o que rasteja sobre a terra e que é animado de vida, eu dou todos os vegetais para alimento’. E assim se fez. 31 E Deus viu tudo quanto havia feito, e eis que tudo era muito bom. Houve uma tarde e uma manhã: sexto dia. 2,1 E assim foram concluídos o céu e a terra com todo o seu exército. 2 No sétimo dia, Deus considerou acabada toda a obra que tinha feito; e no sétimo dia descansou de toda a obra que fizera. Palavra do Senhor. Salmo – Sl 103,1-2a.5-6.10.12.13-14.24.35c (R.30) R. Enviai o vosso Espírito Senhor, e da terra toda a face renovai. 1 Bendize, ó minha alma, ao Senhor!* Ó meu Deus e meu Senhor, como sois grande! 2 De majestade e esplendor vos revestis* e de luz vos envolveis como num manto.. R. 5A terra vós firmastes em suas bases,* ficará firme pelos séculos sem fim; 6 os mares a cobriam como um manto,* e as águas envolviam as montanhas.. R. 10 Fazeis brotar em meio aos vales as nascentes* que passam serpeando entre as montanhas; 12 às suas margens vêm morar os passarinhos,* entre os ramos eles erguem o seu canto.. R. 13 De vossa casa as montanhas irrigais,* com vossos frutos saciais a terra inteira; 14 fazeis crescer os verdes pastos para o gado* e as plantas que são úteis para o homem.. R. 24 Quão numerosas, ó Senhor, são vossas obras,* e que sabedoria em todas elas! Encheu-se a terra com as vossas criaturas!* 35c Bendize, ó minha alma, ao Senhor!. R. 2ª Leitura – Gn 22,1-18 O sacrifício de nosso pai Abraão. Leitura do Livro do Gênesis 22,1-18 Naqueles dias: 1 Deus pôs Abraão à prova. Chamando-o, disse: ‘Abraão!’ E ele respondeu: ‘Aqui estou’. 2 E Deus disse: ‘Toma teu filho único, Isaac, a quem tanto amas, dirije-te à terra de Moriá, e oferece-o ali em holocausto sobre um monte

Padre Claudio Comemora Um Ano De Sacerdócio

O vigário paroquial, padre Claudio dos Santos Fernandes, comemorou seu primeiro ano de sacerdócio no domingo, dia 2 de abril. Ele presidiu a Santa Missa das 19h30 que foi concelebrada pelo pároco, padre Robert Chrząszcz e o cônego José Roberto da Silva. Há um ano e três meses na paróquia, padre Claudio contou da alegria de viver realidades distintas como sacerdote: ser formador no seminário, promotor das vocações no Vicariato de Jacarepaguá e vigário paroquial nos finais de semana. “É uma alegria estar no Seminário São José, o ventre onde são geradas as vocações; de ser promotor vocacional do vicariato e poder acompanhar as vocações sacerdotais e também religiosas, no contato com as congregações; e é claro, de estar trabalhando aqui na Paróquia Santa Luzia junto ao cônego Robert, de quem eu procuro absorver o máximo de aprendizagem na área pastoral”, disse. Ele revelou que é difícil expressar em palavras o primeiro ano como sacerdote, mas que se pudesse resumir em apenas uma, seria gratidão. “Sou grato a Deus que em um gesto de misericórdia e amor me elegeu para ser sacerdote, para servir o povo de Deus por amor a Cristo. É difícil exprimir porque seria mais ou menos como tentar colocar o céu num único lugar; trata-se do ano mais feliz da minha vida!”, exclamou. Pároco da paróquia São Lourenço, em Bangu, cônego José Roberto da Silva, esteve presente para festejar com padre Claudio, que foi seminarista em sua paróquia. Segundo ele, o sacerdote foi uma bênção para toda a comunidade. “O padre Claudio esteve comigo como seminarista durante dois anos e nós chegamos juntos na paró quia São Lourenço. Enquanto seminarista ele ajudou muito no crescimento da paróquia. Desenvolveu algumas atividades, sobretudo com os coroinhas que o amam muito. E eu tenho um grande apreço por ele, uma pessoa muito equilibrada, bem formada”, completou.  

Paróquia Santa Luzia Rezará A Novena Da Divina Misericórdia

A partir de dia 14 de abril, sexta-feira da Paixão de Senhor, e durante 9 dias 15 minutos antes das celebrações a comunidade rezará a Novena da Divina Misericórdia. Respondendo o pedido de nosso Senhor Jesus Cristo a Santa Faustina. “Em cada dia da novena, conduzirás ao meu coração um grupo diferente de almas e as mergulharás no oceano da minha Misericórdia. Eu conduzirei todas as almas à casa do meu Pai. Por minha parte, nada negarei a nenhuma daquelas almas que tu conduzirás à fonte da minha Misericórdia. Cada dia pedirás a meu Pai, pela minha amarga Paixão, graças para essas almas.” CF Diário de Santa Irmã Faustina. Acompanhe conosco: Primeiro dia Hoje, traze-me a humanidade inteira, especialmente todos os pecadores, e mergulha-os no oceano da minha Misericórdia. Com isso, vais consolar-me na amarga tristeza em que me afunda a perda das almas. Misericordiosíssimo Jesus, de quem é próprio ter compaixão de nós e nos perdoar, não olheis os nossos pecados, mas a confiança que depositamos em Vossa infinita bondade. Acolhei-nos na mansão do Vosso compassivo coração e nunca nos deixeis sair dele. Nós Vo-lo pedimos pelo amor que Vos une ao Pai e ao Espírito Santo. Eterno Pai, olhai com misericórdia para toda humanidade, encerrada no coração compassivo de Jesus, mas especialmente para os pobres pecadores. Pela Sua dolorosa Paixão, mostrai-nos a Vossa Misericórdia, para que glorifiquemos Sua onipotência por toda a eternidade. Amém. Segundo dia Hoje, traze-me as almas dos sacerdotes e religiosos e mergulha-as na minha insondável Misericórdia. Elas me deram força para suportar a amarga Paixão. Por elas, como que por canais, corre para a humanidade a minha Misericórdia. Misericordiosíssimo Jesus, de quem provém tudo que é bom, aumentai em nós a graça, para que pratiquemos dignas obras de misericórdia, a fim de que aqueles que olham para nós glorifiquem o Pai da Misericórdia que está no céu. Eterno Pai, dirigi o olhar da Vossa Misericórdia para a porção eleita da Vossa vinha: para as almas dos sacerdotes e religiosos. Concedei-lhes o poder da Vossa bênção e, pelos sentimentos do coração de Vosso Filho, no qual estão encerradas, dai-lhes a força da Vossa luz, para que possam guiar os outros nos caminhos da salvação e juntamente com eles cantar a glória da Vossa insondável Misericórdia, por toda a eternidade. Amém. Terceiro dia Hoje, traze-me todas as almas piedosas e fiéis e mergulha-as no oceano da minha Misericórdia. Essas almas consolaram-me na Via-Sacra; foram aquela gota de consolações em meio ao mar de amarguras. Misericordiosíssimo Jesus, que concedeis prodigamente todas as graças do tesouro da Vossa Misericórdia, acolhei-nos na mansão do Vosso compassivo coração e não nos deixeis sair dele pelos séculos; suplicamo-Vos pelo amor inconcebível de que está inflamado o Vosso coração para com o Pai Celestial. Eterno Pai, olhai com Misericórdia para as almas fiéis, como a herança do Vosso Filho. Pela Sua dolorosa Paixão, concedei-lhes a Vossa bênção e cercai-as da Vossa incessante proteção, para que não percam o amor e o tesouro da santa fé, mas, com toda a multidão dos anjos e santos, glorifiquem a Vossa imensa misericórdia por toda a eternidade. Amém.   Quarto dia Hoje, traze-me os pagãos e aqueles que ainda não me conhecem e nos quais pensei na minha amarga Paixão. O seu futuro zelo consolou o meu coração. Mergulha-os no mar da minha Misericórdia. Misericordiosíssimo Jesus, que sois a luz de todo o mundo, aceitai, na mansão do Vosso compassivo coração, as almas dos pagãos que ainda não Vos conhecem. Que os raios da Vossa graça os iluminem para que também eles, juntamente conosco, glorifiquem as maravilhas da Vossa Misericórdia e não os deixeis sair da mansão do vosso compassivo coração. Eterno Pai, olhai com misericórdia para as almas dos pagãos e daqueles que ainda não Vos conhecem e que estão encerrados no coração compassivo de Jesus. Atrai-as à luz do Evangelho. Essas almas não sabem que grande felicidade é amar-Vos. Fazei com que também elas glorifiquem a riqueza da Vossa Misericórdia por toda a eternidade. Amém. Quinto dia Hoje, traze-Me as almas dos cristãos separados da unidade da Igreja e mergulha-as no mar da minha Misericórdia. Na minha amarga Paixão dilaceravam o meu Corpo e o meu Coração, isto é, a minha Igreja. Quando voltam à unidade da Igreja, cicatrizam-se as minhas Chagas e dessa maneira eles aliviam a minha Paixão. Misericordiosíssimo Jesus que sois a própria bondade, Vós não negais a luz àqueles que Vos pedem, aceitai na mansão do vosso compassivo coração as almas dos nossos irmãos separados, e atrai-os pela vossa luz à unidade da Igreja e não os deixeis sair da mansão do vosso compassivo Coração, mas fazei com que também eles glorifiquem a riqueza da Vossa Misericórdia. Eterno Pai, olhai com Misericórdia para as almas dos nossos irmãos separados que esbanjaram os Vossos bens e abusaram das Vossas graças, permanecendo teimosamente nos seus erros. Não olheis para os seus erros, mas para o amor do vosso Filho e para a sua amarga Paixão, que suportou por eles, pois também eles estão encerrados no Coração compassivo de Jesus. Fazei com que também eles glorifiquem a vossa Misericórdia por toda a eternidade. Amém. Sexto dia Hoje, traze-Me as almas mansas, assim como as almas das criancinhas, e mergulha-as na minha Misericórdia. Essas almas são as mais semelhantes ao meu Coração. Elas reconfortaram-Me na amarga Paixão da minha agonia. Eu as vi quais anjos terrestres que futuramente iriam velar junto aos meus altares. Sobre elas derramo torrentes de graças. Só a alma humilde é capaz de aceitar a minha graça; as almas humildes favoreço com a minha confiança. Misericordiosíssimo Jesus, que dissestes: “Aprendei de Mim que sou manso e humilde de coração”, aceitai na mansão do Vosso compassivo Coração as almas mansas e humildes e as almas das criancinhas. Estas encantam o Céu todo e são a especial predileção do Pai Celestial, são como um ramalhete diante do trono de Deus, com cujo perfume o próprio Deus se deleita. Essas almas têm a mansão permanente no Coração compassivo de

Papa No Cárcere De Paliano: Deus Nos Ama Até O Fim, Servir é Semear Amor

Cidade do Vaticano (RV) – O Papa Francisco celebrou a missa da Ceia do Senhor, nesta Quinta-feira Santa (13/04), na Casa de Reclusão de Paliano, localidade ao sul de Roma. A cerimônia, com o tradicional rito do lava-pés, não foi transmitida ao vivo – a pedido do próprio Pontífice e pela falta de condições técnicas do presídio. A visita de Francisco teve um caráter “estritamente privado”. O Papa lavou os pés a 12 detentos (10 italianos, 1 argentino e 1 albanês). Entre eles, 3 eram mulheres e 1 muçulmano que receberá o sacramento do Batismo no mês de junho. Além disso, dois deles foram condenados à prisão perpétua, enquanto para os demais a conclusão da pena está prevista entre 2019 e 2073. “Jesus estava na ceia, com eles. A última ceia e diz o Evangelho que Ele sabia ‘que tinha chegado a sua hora de passar deste mundo ao Pai’. Sabia que tinha sido traído e que seria entregue por Judas naquela noite”. “Tendo amado os seus que estavam no mundo, amou-os até o fim’. Mas Deus ama assim! Até o fim e dá a vida por todos nós e se orgulha disso. Deus quer isto porque Ele tem amor: ama até o fim. Não é fácil, porque todos nós somos pecadores, todos temos limites, defeitos, muitas coisas. Sabemos amar, mas não somos como Deus que ama sem olhar as consequências, até o fim. É um exemplo. Para mostrar isso, Ele que era o chefe, que era Deus, lava os pés de seus discípulos”, disse o Papa em sua homilia. Francisco explicou que o gesto de lavar os pés era um costume que se fazia na época antes do almoço e do jantar, porque não tinha asfalto e as pessoas caminhavam na terra e ficavam com os pés cheios de poeira. “Um dos gestos para receber uma pessoa em casa, além de oferecer alimento, era também o de lavar os pés da pessoa. Isso era feito pelos escravos. Mas Jesus inverte isso e realiza Ele mesmo esse gesto. Simão Pedro não queria que Jesus lavasse os seus pés, mas Jesus lhe respondeu que Ele tinha vindo ao mundo para servir, para nos servir, para se fazer servo por nós, para dar a vida por nós, para nos amar até o fim.” Francisco disse que quando chegou a Paliano, várias pessoas o saudaram. “Chegou o Papa, o chefe. O chefe  da Igreja…”. O chefe da Igreja é Jesus. O Papa é a figura de Jesus e eu gostaria de fazer o mesmo que Ele fez. Nesta cerimônia, o pároco lava os pés dos fiéis: se inverte. O que parece o maior deve fazer o trabalho do escravo. Para semear amor, para semear amor entre nós, lhes digo: “Se vocês puderem ajudem, façam um serviço ao companheiro aqui, no cárcere, à tua companheira. Façam, porque isso é amor, isso é como lavar os pés. É ser servo dos outros. Uma vez os discípulos brigavam entre eles sobre quem fosse o maior, o mais importante. E Jesus lhes disse: ‘Quem quiser ser importante, deve se fazer pequeno e servo dos todos. Foi o que Ele fez. É o que Deus faz com a gente. Quem serve é o servo. Somos pobrezinhos. Ele é grande. Ele é bom. Ele nos ama como somos. Durante esta cerimônia pensemos em Deus, em Jesus. Não é uma cerimônia de folclore: é um gesto para recordar o que Jesus nos deu. Depois disso, pegou o pão e nos deu o Seu corpo. Pegou o vinho e nos deu o Seu sangue. Assim é o amor. Pensemos, hoje, somente no amor de Deus.” A Casa de Reclusão de Paliano é dedicada aos colaboradores da Justiça – a único do gênero na Itália. Há duas sessões  – masculina e feminina – e outra sessão para os doentes de tuberculose. Tem uma capacidade para 140 reclusos. Trata-se da terceira vez que Francisco celebra este rito numa prisão. Em 2015, a missa foi realizada no Presídio de Rebibbia, em Roma. Em 2013, o local foi o Cárcere para Menores “Casal del Marmo”, também em Roma. No ano passado, o Papa lavou os pés dos refugiados no centro de acolhimento de Castelnuovo, município ao norte de Roma. Em 2014, a cerimônia foi no Centro Santa Maria da Providência, na periferia romana, que acolhe pessoas com deficiências. Fonte: http://br.radiovaticana.va/news/2017/04/13/papa_no_c%C3%A1rcere_de_paliano_deus_nos_ama_at%C3%A9_o_fim,_servir_%C3%A9/1305645

Missa Do Crisma: A Renovação Das Promessas E A Unidade Da Igreja

A Quinta-feira Santa traz consigo duas grandes celebrações que marcam o início do Tríduo Pascal, o qual a Igreja vive a Paixão, Morte e Ressurreição de Cristo. A primeira delas, a Missa do Crisma,em que a Igreja recorda as instituições da Eucaristia e do sacerdócio, aconteceu ainda pela manhã, na Catedral de São Sebastião, no Centro, no dia 13 de abril. A celebração foi presidida pelo Cardeal Orani João Tempesta e concelebrada pelos bispos auxiliares Dom Antônio Augusto Dias Duarte, Dom Luiz Henrique da Silva Brito, Dom Roque Costa Souza, Dom Joel Portella Amado, Dom Paulo Alves Romão; o bispo auxiliar emérito, Dom Assis Lopes e pelo Vigário Episcopal para a Vida Consagrada, Dom Roberto Lopes. A missa contou com a presença de mais de 400 padres, dentre eles, também estiveram presentes os Vigários Episcopais dos sete Vicariatos da Arquidiocese, além diáconos, seminaristas menores, propedêuticos, maiores e missionários. Na homilia, Dom Orani destacou as profanações da eucaristia que têm acontecido nos tempos atuais. Segundo ele, a resposta da Igreja para tal situação é uma celebração bem presidida pelos sacerdotes. “Neste dia em que a Igreja institui a Eucaristia quero lembrar que ultimamente temos visto algumas profanações do sacramento nas paróquias e capelas. A cada semana, temos acompanhado notícias de grupos religiosos que utilizam nosso símbolo, o modo como celebramos, para falar sobre situações de maldição. Por isso, a nossa resposta a esses grupos ou, até mesmo, pessoas que perderam o zelo pela eucaristia, é celebrarmos cada vez melhor e valorizarmos o sacramento, de tal maneira que o nosso respeito contagie as pessoas e que elas percebam o quanto importante é Cristo, presente na comunhão”, destacou. O cardeal ainda agradeceu pela vocação de cada sacerdote e ressaltou a importância dos padres para a sociedade. “Levaremos, para sempre, essa marca da imposição das mãos ungidas. Agradeço a Deus pela vida de cada padre que gasta seu tempo, sua saúde, para o bem do povo de Deus, levando adiante essa bela missão, muito importante para a sociedade que vive num mundo tão confuso, de tantas ideologias, corrupção e escândalos. Sem dúvidas, a missão do sacerdote para os dias de hoje é um grande sinal de unidade entre a religião e a pregação do Evangelho de Cristo, colocando-o sempre no centro da vida”, acrescentou. BÊNÇÃO DOS ÓLEOS E RENOVAÇÃO DAS PROMESSAS Na celebração, também chamada de Missa dos Santos Óleos, o arcebispo abençoou os óleos que serão usados durante todo o ano litúrgico nos sacramentos do Crisma, da Unção dos Enfermos e do Batismo. Ao fim da missa, cada vigário episcopal, junto a um representante, foi ao presbitério para receber o óleo catecúmeno que será distribuído entre as paróquias de sua respectiva região. Segundo o doutor em Teologia Bíblica, padre Pedro Paulo Alves dos Santos, os santos óleos acompanham os fiéis em toda a trajetória de vida, desde o nascimento até a morte. Ainda de acordo com ele, a distribuição pelas mãos do bispo é um sinal da caridade episcopal. “A Igreja não só narra permanentemente a ação de Cristo e a sua doutrina, mas também aplica sua ação Pascal aos fiéis em todo o percurso da vida humana: desde o nascimento, com o óleo do Batismo, à maturidade cristã, a partir do óleo do Crisma, até o momento delicado da fragilidade humana, quando recebe a Unção dos Enfermos. Dessa forma, o bispo garante que, pelo sopro e a distribuição, cada fiel cristão, nas mais distantes realidades, receberá os sacramentos. É um gesto da caridade episcopal para toda a arquidiocese”, explicou. Na ocasião, os sacerdotes também renovaram seus votos sacerdotais. De acordo com o pároco da Catedral de São Sebastião, cônego Claudio Santos, afirmou que a celebração é uma oportunidade para que os sacerdotes renovem o desejo de servir a Deus e aos irmãos. “A preparação para essa semana me deu a oportunidade de perceber, ainda mais, o valor do chamado que Deus me fez, de sempre me colocar à disposição do Senhor. Então, quando isso acontece, esse desejo precisa ser a cada dia renovado. Creio que o desejo de cada sacerdote é servir a cada pessoa, vendo nela o próprio Cristo”, destacou. Cerimoniário de Dom Orani, padre Márcio Luiz da Costa destacou a união promovida pela celebração, uma vez que todo o clero se reúne, junto aos fiéis, para renovar os votos. “Essa é a grande celebração da unidade presbiteral em que todos os padres estão unidos ao bispo, formando esse grande corpo que é a Igreja. Nesta belíssima cerimônia em que nos vemos manifestada essa unidade tão querida por Jesus, para que todos sejam um. Somos convidados a abrir a Semana Santa celebrando tanto a instituição do sacerdócio quanto a instituição da Eucaristia, olhando para a nossa vocação, para o nosso sim e para o nosso chamado sacerdotal. Grande é a importância para todos nós em participar desses momentos”, ressaltou. A unidade da Igreja também foi reforçada pelo pároco da Igreja de Nossa Senhora do Bonsucesso de Inhaúma, padre Thiago Azevedo. “A celebração nos traz uma característica que penso ser fundamental: a expressão visível da unidade do presbitério, na qual todos nós, sacerdotes, nos reunimos em torno de nosso pastor para ali renovarmos as nossas promessas. Acredito que esses aspectos são fundamentais dentro do contexto da celebração da Missa do Crisma”, sublinhou. MONSENHOR VITORINO Antes da bênção final, Dom Orani apresentou padre Vitorino Vegini como mais novo monsenhor da Arquidiocese do Rio, título que recebeu no dia 7 de abril, por ocasião do Jubileu de 50 anos de sacerdócio, celebrado no dia 17 de dezembro de 2016. Monsenhor Vegini descobriu a vocação ainda criança e, aos 12 anos, ingressou no Seminário Rio do Oeste, em Santa Catarina. Em 1962, foi à Turim, na Itália, através do Instituto Missões Consolata, e foi ordenado sacerdote em 17 de dezembro de 1966, na Catedral de Turim. De volta ao Brasil, foi incardinado na Arquidiocese do Rio no dia 5 de outubro de 1976 e assumiu a Paróquia São José Operário, em 18 de janeiro

Santa Liduína (Lidvina)

Liduina nasceu na Holanda, em 1380, numa família humilde e caridosa. Ainda criança recolhia alimentos e roupas para os pobres e doentes abandonados. Até aos quinze anos Liduina era uma menina como todas as demais. Porém, no inverno daquele ano, sua vida mudou completamente. Com um grupo de amigos foi patinar no gelo e em plena descida da montanha, um deles se chocou violentamente contra ela. Ficou quase morta, com muitas lesões graves. Apesar dos esforços, os médicos declararam que sua enfermidade não tinha cura e que o tratamento seria inútil, só empobrecendo ainda mais a família. Ela ficaria presa na cama! Os anos se passavam e Liduina não melhorava, nem morria. Ficou a um passo do desespero total, quando chegou em seu socorro o padre João Pot. Com conversas serenas o sacerdote lhe recordou que Deus poda a árvore para que ela produza mais frutos. E pendurou na frente da sua cama um crucifixo. Pediu que olhasse para Ele e rezasse sempre. Liduina entendeu que do seu leito podia colaborar com a Redenção, ofertando seu martírio para a salvação das pessoas. E disse ao padre que gostaria de receber um sinal que confirmasse ser este o seu caminho. Diz a história que neste momento, Liduina ficou iluminada por uma hóstia consagrada que apareceu em sua fronte. Liduina nunca mais pediu que Deus lhe aliviasse os sofrimentos, mas que lhe desse amor para sofrer pela conversão dos pecadores. Do seu leito de enferma ela recebeu de Deus o dom da profecia e da cura pela oração aos enfermos. Após doze anos de enfermidade também começou a ter êxtases espirituais, recebendo mensagens de Deus e da Virgem Maria. Liduina só se alimentava da Sagrada Eucaristia e das orações. Sua enfermidade a impossibilitava de comer e de beber, e nada podia explicar tal prodígio. Nos últimos sete meses de vida seu sofrimento foi terrível. No dia 14 de abril de 1433, após a Páscoa, Liduina morreu serena e em paz. Ao padre e ao médico que a assistiam pediu que fizessem de sua casa um hospital para os pobres com doenças incuráveis. E assim foi feito. Os devotos a consideram padroeira dos doentes incuráveis. Também é padroeira dos patinadores. Colaboração: Padre Evaldo César de Souza, CSsR Via: a12