Search
Close this search box.

A Pastoral – Conheça Um Pouco Sobre Os Vicentinos E Os Irmãos Da Misericórdia!

Nesta última quarta-feira nosso pároco Pe. Jorge Carreira realizou a nossa primeira live semanal “A Pastoral” onde temos a oportunidade de conhecer mais sobre as diferentes pastorais que estão sempre fazendo um ótimo trabalho nas diferentes esferas de atuação, sempre com o objetivo de anunciar o Evangelho de Cristo a todas as pessoas. “A Pastoral” ocorre todas as quartas-feiras às 20 horas, não perca! Neste último “A Pastoral” o Pe. Jorge falou com duas das pastorais sociais da paróquia: os Vicentinos e os Irmãos da Misericórdia. Vicentinos Os Vicentinos é a pastoral que auxilia famílias necessitadas de nossa comunidade com cestas básicas, visitas, palavras de conforto e outros serviços. É uma pastoral que existe desde 2007 e desde então anuncia a mensagem de esperança de o Evangelho nos trás com a ajuda às famílias necessitadas. A Angela, coordenadora da pastoral, disse que é muito importante não só prestar esses auxílios com as cestas básicas, mas também ouvir as histórias de cada família, seus problemas, e dar conforto e esperança a essas famílias que sofrem tanto em nossa comunidade. Neste período de pandemia, onde muitas pessoas não estão conseguindo trabalhar ou perderam o emprego, o trabalho dos Vicentinos ficou ainda maior e mais importante. Neste período a número de famílias assistidas aumentou em 200 a 300 famílias, e a pastoral está precisando de cada vez mais ajuda para poder auxiliar essas famílias adicionais as já 162 famílias assistidas pela pastoral oficialmente. Os Vicentinos estão aceitando qualquer ajuda, seja com alimentos ou em mão de obra já que muitos dos membros dos Vicentinos são já pessoas de idade e que precisam se resguardar neste momento de pandemia. Se você pode ajudar, por favor, contate a secretária paroquial ou comente nas redes sociais! Caso queira ajudar com alimentos e itens necessários, abaixo uma lista com alguns deles: Feijão Arroz Açúcar Óleo Macarrão Café Leite em pó Sabonete Para doar leve a secretária paroquial de 8h às 18h, de segunda a sábado, exceto feriados. A secretária paroquial está aberta exclusivamente para doações, toque o interfone para conseguir acesso. Doações em dinheiro para a compra dos itens também são aceitas. Caso não seja possível levar até a paróquia, entre com a secretária paroquial e será organizado um forma de receber em sua casa. O importante é ajudar, os Vicentinos planejam entregar as cestas básicas a partir de 1° de Maio!   Irmãos da Misericórdia Os Irmãos da Misericórdia foram representados pela Luana, que contou o seu testemunho de como a Palavra de Deus pode nos tocar e nos mover para a ação. Os Irmão da Misericórdia é uma pastoral nova, com início de 3 de Março, e ideia surgiu após uma homília do Pe. Jorge sobre misericórdia. É uma pastoral de rua, ou seja, a missão dela é acolher as pessoas que vivem em estado de rua, dando principalmente alimento para elas em forma de quentinhas, mas também ouvindo suas histórias, humanizá-las e enviar a mensagem da misericórdia de Deus a estes irmãos que sofrem. O lema da pastoral é “Dez vezes iremos aos pobres, dez vezes encontraremos a Deus”. Em média são distribuídas 130 quentinhas em cada ação e até o momento foram distribuídas 1200 quentinhas. O trabalho, mesmo durante a pandemia, continua com ações duas vezes na semana, sempre com todo o cuidado que este tempo difícil exige. A próxima ação será nesta sexta-feira (24/04), começando às 15 horas, a pastoral aceita qualquer ajuda, ninguém ficará sem algo para fazer! Assim como os Vicentinos, os Irmão da Misericórdia também precisa de ajuda para preparar as quentinhas como: feijão, arroz, carne, água, porém qualquer alimento pode ser doado para ajudar na preparação. Nesta época de outono e inverno, muitas das pessoas em estado de rua passam frio, assim doações de casacos e cobertores também são extremamente bem-vindas! Como sempre, as doações podem ser deixadas na secretária de 8h às 18h de segunda a sábado, exceto feriados. Também há a possibilidade de um membro da pastoral buscar as doações em sua casa caso esteja impossibilitado de sair.   Rezemos por essas pastorais para que eles continuem a anunciar o Evangelho através de ajuda ao próximo com renovado vigor, mesmo neste momento difícil. Se se identificou com a missão dessas pastorais entre em contato e comece a participar deste movimento que literalmente salva vidas!   Santo António, rogai por nós!    

São Jorge, Viveu O Bom Combate Da Fé

Conhecido como ‘o grande mártir’, foi martirizado no ano 303. A seu respeito contou-se muitas histórias. Fundamentos históricos temos poucos, mas o suficiente para podermos perceber que ele existiu, e que vale à pena pedir sua intercessão e imitá-lo. Pertenceu a um grupo de militares do imperador romano Diocleciano, que perseguia os cristãos. Jorge então renunciou a tudo para viver apenas sob o comando de nosso Senhor, e viver o Santo Evangelho. São Jorge não queria estar a serviço de um império perseguidor e opressor dos cristãos, que era contra o amor e a verdade. Foi perseguido, preso e ameaçado. Tudo isso com o objetivo de fazê-lo renunciar ao seu amor por Jesus Cristo. São Jorge, por fim, renunciou à própria vida e acabou sendo martirizado. Uma história nos ajuda a compreender a sua imagem, onde normalmente o vemos sobre um cavalo branco, com uma lança, vencendo um dragão: “Num lugar existia um dragão que oprimia um povo. Ora eram dados animais a esse dragão, e ora jovens. E a filha do rei foi sorteada. Nessa hora apareceu Jorge, cristão, que se compadeceu e foi enfrentar aquele dragão. Fez o sinal da cruz e ao combater o dragão, venceu-o com uma lança. Recebeu muitos bens como recompensa, o qual distribuiu aos pobres.” São Jorge, foi um homem que, em nome de Jesus Cristo, pelo poder da Cruz, viveu o bom combate da fé Verdade ou não, o mais importante é o que esta história comunica: Jorge foi um homem que, em nome de Jesus Cristo, pelo poder da Cruz, viveu o bom combate da fé. Se compadeceu do povo porque foi um verdadeiro cristão. Isto é o essencial. Ele viveu sob o senhorio de Cristo e testemunhou o amor a Deus e ao próximo. Que Ele interceda para que sejamos verdadeiros guerreiros do amor. São Jorge, rogai por nós! Fonte: Santo do dia – Notícias Católicas

2ª Semana Da Páscoa – Quinta-feira

Primeira Leitura: Atos 5,27-33 Leitura dos Atos dos Apóstolos – Naqueles dias, os guardas levaram os apóstolos e os apresentaram ao sinédrio. O sumo sacerdote começou a interrogá-los, dizendo: “Nós tínhamos proibido expressamente que vós ensinásseis em nome de Jesus. Apesar disso, enchestes a cidade de Jerusalém com a vossa doutrina. E ainda nos quereis tornar responsáveis pela morte desse homem!” Então Pedro e os outros apóstolos responderam: “É preciso obedecer a Deus antes que aos homens. O Deus de nossos pais ressuscitou Jesus, a quem vós matastes, pregando-o numa cruz. Deus, por seu poder, o exaltou, tornando-o guia supremo e salvador, para dar ao povo de Israel a conversão e o perdão dos seus pecados. E disso somos testemunhas, nós e o Espírito Santo, que Deus concedeu àqueles que lhe obedecem”. Quando ouviram isso, ficaram furiosos e queriam matá-los. – Palavra do Senhor.   Salmo Responsorial: 33(34) Este infeliz gritou a Deus e foi ouvido. 1. Bendirei o Senhor Deus em todo o tempo, / seu louvor estará sempre em minha boca. / Provai e vede quão suave é o Senhor! / Feliz o homem que tem nele o seu refúgio! – R. 2. Mas ele volta a sua face contra os maus / para da terra apagar sua lembrança. / Clamam os justos, e o Senhor bondoso escuta / e de todas as angústias os liberta. – R. 3. Do coração atribulado ele está perto / e conforta os de espírito abatido. / Muitos males se abatem sobre os justos, / mas o Senhor de todos eles os liberta. – R. Evangelho: João 3,31-36 Proclamação do evangelho de Jesus Cristo segundo João – “Aquele que vem do alto está acima de todos. O que é da terra pertence à terra e fala das coisas da terra. Aquele que vem do céu está acima de todos. Dá testemunho daquilo que viu e ouviu, mas ninguém aceita o seu testemunho. Quem aceita o seu testemunho atesta que Deus é verdadeiro. De fato, aquele que Deus enviou fala as palavras de Deus, porque Deus lhe dá o Espírito sem medida. O Pai ama o Filho e entregou tudo em sua mão. Aquele que acredita no Filho possui a vida eterna. Aquele, porém, que rejeita o Filho não verá a vida, pois a ira de Deus permanece sobre ele”. – Palavra da salvação.   Reflexão: O encontro com Jesus Cristo deve levar-nos a uma decisão: a favor dele ou contra. De fato, Jesus não é um enviado qualquer. É o principal, o Filho único, a quem Deus dá todo o poder. Ele diz as palavras do Pai: “Aquele que Deus enviou fala as palavras de Deus”. E traz em si a força ilimitada da própria vida de Deus, o seu Espírito, porque o Pai lhe dá “o Espírito sem medida”. Jesus vem como aquele que revela o Pai. Crer em Cristo é crer em Deus; recusar Cristo é recusar Deus. Somos convidados a rever nosso relacionamento com Cristo. Nossa decisão a favor de Jesus não se dá somente por pensamentos ou só por palavras. Implica as ações do dia a dia. É na vida concreta que devemos verificar se cremos ou não em Jesus Cristo. Fonte: Evangelho do dia – Notícias Católicas

Santa Maria Egipcíaca, Se Comprometeu A Um Caminho De Conversão

Nasceu no Egito no século V, e com apenas 12 anos tomou a decisão de sair de casa, em busca dos prazeres da vida. Providencialmente, conheceu um grupo de cristãos peregrinos que ia para o Santo Sepulcro, e os acompanhou, apenas movida pelo interesse no passeio. Por três vezes quis entrar na Igreja, mas não conseguiu. E uma voz interior lhe fez perceber o quanto ela era escrava do pecado. Ela recorreu a Virgem Maria, representada numa imagem que ali estava, e em oração se comprometeu a um caminho de conversão. Ingressou na Igreja e saiu de seu sepulcro. Com a graça do Senhor ela pôde se arrepender e se propor a um caminho de purificação. Ela foi levada ao deserto de Judá, onde ficou por quarenta anos, e nas tentações recorria sempre a Virgem Maria. Perto de seu falecimento, padre Zózimo foi passar seus últimos dias também nesse deserto e a conheceu, levou-lhe a comunhão e ela faleceu numa sexta-feira. O padre ao encontrar seu corpo, enterrou-a como a santa havia pedido em um recado. Santa Maria Egipcíaca, rogai por nós! Fonte: Santo do dia – Notícias Católicas

2ª Semana Da Páscoa – Quarta-feira

Primeira Leitura: Atos 5,17-26 Leitura dos Atos dos Apóstolos – Naqueles dias, levantaram-se o sumo sacerdote e todos os do seu partido – isto é, o partido dos saduceus – cheios de raiva e mandaram prender os apóstolos e lançá-los na cadeia pública. Porém, durante a noite, o anjo do Senhor abriu as portas da prisão e os fez sair, dizendo: 20“Ide falar ao povo, no templo, sobre tudo o que se refere a este modo de viver”. Eles obedeceram e, ao amanhecer, entraram no templo e começaram a ensinar. O sumo sacerdote chegou com os seus partidários e convocou o sinédrio e o conselho formado pelas pessoas importantes do povo de Israel. Então mandaram buscar os apóstolos à prisão. Mas, ao chegarem à prisão, os servos não os encontraram e voltaram, dizendo: “Encontramos a prisão fechada, com toda segurança, e os guardas estavam a postos na frente da porta. Mas, quando abrimos a porta, não encontramos ninguém lá dentro”. Ao ouvirem essa notícia, o chefe da guarda do templo e os sumos sacerdotes não sabiam o que pensar e perguntavam-se o que poderia ter acontecido. Chegou alguém que lhes disse: “Os homens que vós colocastes na prisão estão no templo ensinando o povo!” Então o chefe da guarda do templo saiu com os guardas e trouxe os apóstolos, mas sem violência, porque eles tinham medo que o povo os atacasse com pedras. – Palavra do Senhor.   Salmo Responsorial: 33(34) Este infeliz gritou a Deus e foi ouvido. 1. Bendirei o Senhor Deus em todo o tempo, / seu louvor estará sempre em minha boca. / Minha alma se gloria no Senhor; / que ouçam os humildes e se alegrem! – R. 2. Comigo engrandecei ao Senhor Deus, / exaltemos todos juntos o seu nome! / Todas as vezes que o busquei, ele me ouviu / e de todos os temores me livrou. – R. 3. Contemplai a sua face e alegrai-vos, / e vosso rosto não se cubra de vergonha! / Este infeliz gritou a Deus e foi ouvido, / e o Senhor o libertou de toda angústia. – R. 4. O anjo do Senhor vem acampar / ao redor dos que o temem e os salva. / Provai e vede quão suave é o Senhor! / Feliz o homem que tem nele o seu refúgio! – R. Evangelho: João 3,16-21 Proclamação do evangelho de Jesus Cristo segundo João – Deus amou tanto o mundo, que deu o seu Filho unigênito, para que não morra todo o que nele crer, mas tenha a vida eterna. De fato, Deus não enviou o seu Filho ao mundo para condenar o mundo, mas para que o mundo seja salvo por ele. Quem nele crê não é condenado, mas quem não crê já está condenado, porque não acreditou no nome do Filho unigênito. Ora, o julgamento é este: a luz veio ao mundo, mas os homens preferiram as trevas à luz, porque suas ações eram más. Quem pratica o mal odeia a luz e não se aproxima da luz, para que suas ações não sejam denunciadas. Mas quem age conforme a verdade aproxima-se da luz, para que se manifeste que suas ações são realizadas em Deus. – Palavra da salvação.   Reflexão: O amor de Deus não é abstrato, genérico. Deus ama de modo concreto e extremo. Ele entregou “seu Filho único” ao mundo para salvar o mundo. A 1ª Carta de João põe em destaque esse ato grandioso do Pai: “Nisto se tornou visível o amor de Deus entre nós: Deus enviou seu Filho único ao mundo, para podermos viver por meio dele” (1Jo 4,9). O apóstolo Paulo louva o Pai e aponta os benefícios da encarnação de Jesus: O Pai, “que não poupou seu próprio Filho, mas o entregou por nós, como não nos agraciaria em tudo junto com ele?” (Rm 8,32). Jesus vem, não como juiz, mas como luz dos homens. Ele é a luz, isto é, a vida plena. Escolher a luz é escolher a vida; é abraçar a salvação. Escolher as trevas é não crer em Jesus. Há pessoas que preferem as trevas em lugar da luz. Fonte: Evangelho do dia – Notícias Católicas

2ª Semana Da Páscoa – Terça-feira

Primeira Leitura: Atos 4,32-37 Leitura dos Atos dos Apóstolos – A multidão dos fiéis era um só coração e uma só alma. Ninguém considerava como próprias as coisas que possuía, mas tudo entre eles era posto em comum. Com grandes sinais de poder, os apóstolos davam testemunho da ressurreição do Senhor Jesus. E os fiéis eram estimados por todos. Entre eles ninguém passava necessidade, pois aqueles que possuíam terras ou casas vendiam-nas, levavam o dinheiro e o colocavam aos pés dos apóstolos. Depois, era distribuído conforme a necessidade de cada um. José, chamado pelos apóstolos de Barnabé, que significa filho da consolação, levita e natural de Chipre, possuía um campo. Vendeu e foi depositar o dinheiro aos pés dos apóstolos. – Palavra do Senhor.   Salmo Responsorial: 92(93) Reina o Senhor, revestiu-se de esplendor. 1. Deus é rei e se vestiu de majestade, / revestiu-se de poder e de esplendor! – R. 2. Vós firmastes o universo inabalável, † vós firmastes vosso trono desde a origem, / desde sempre, ó Senhor, vós existis! – R. 3. Verdadeiros são os vossos testemunhos, † refulge a santidade em vossa casa / pelos séculos dos séculos, Senhor! – R. Evangelho: João 3,7-15 Proclamação do evangelho de Jesus Cristo segundo João – Naquele tempo, disse Jesus a Nicodemos: “Vós deveis nascer do alto. O vento sopra onde quer, e tu podes ouvir o seu ruído, mas não sabes de onde vem nem para onde vai. Assim acontece a todo aquele que nasceu do Espírito”. Nicodemos perguntou: “Como é que isso pode acontecer?” Respondeu-lhe Jesus: “Tu és mestre em Israel, mas não sabes estas coisas? Em verdade, em verdade te digo, nós falamos daquilo que sabemos e damos testemunho daquilo que temos visto, mas vós não aceitais o nosso testemunho. Se não acreditais quando vos falo das coisas da terra, como acreditareis se vos falar das coisas do céu? E ninguém subiu ao céu, a não ser aquele que desceu do céu, o Filho do homem. Do mesmo modo como Moisés levantou a serpente no deserto, assim é necessário que o Filho do homem seja levantado, para que todos os que nele crerem tenham a vida eterna”. – Palavra da salvação.   Reflexão: Da necessidade de nascer do alto (referência ao batismo) passamos à fé em Cristo, exigida no batismo. Nicodemos dá a Jesus o título de Mestre. Não se trata de um mestre qualquer; ele é o único que está em condições de ensinar com verdadeira autoridade. Ele é a testemunha fiel do Pai, porque vem do céu e diz o que viu junto do Pai (“Estou falando das coisas que tenho visto junto do Pai” – Jo 8,38); ele transmite as palavras e o ensinamento do Pai (“As coisas que eu digo, eu as digo conforme o Pai me disse” – Jo 12,50). Ele é o Filho do Homem que desceu do céu: “A Palavra se fez carne e armou sua tenda entre nós” (Jo 1,14). Ele deverá ser “levantado” (alusão à cruz-glorificação) “para que todo aquele que nele acredita tenha vida eterna”. Fonte: Evangelho do dia – Notícias Católicas

Santo Anselmo – Bispo E Doutor Da Igreja

Bispo e Doutor da Igreja. É dele a frase: “Não quero compreender para crer, mas crer para compreender, pois bem sei que sem a fé eu não compreenderia nada de nada.” O santo de hoje é chamado de teólogo-filósofo. Nasceu em Piamonte no ano de 1033. Seu pai era Conde e devido ao mau relacionamento com ele, saiu de casa, apenas com um burrinho e um servo. Foi em busca da ciência, mas também se entregando aos prazeres. Era cristão, mas não de vivência. Devido aos estudos, ‘bateu’ no Mosteiro de Bec e conheceu Lanfranc, um religioso e mestre beneditino. Através dessa amizade edificante, descobriu um tesouro maior: Jesus Cristo. Nesse processo de conversão, abriu-se ao chamado à vida religiosa e entrou para a família beneditina. Seu mestre amigo foi escolhido para ser bispo em Cantuária e Anselmo ocupou o lugar do Mestre, chegando a ser também Superior. Um homem sábio, humilde, um formador para as autoridades, um pai. Um verdadeiro Abade. Por obediência à Mãe Igreja, foi substituir seu amigo, que havia falecido, no Arcebispado de Cantuária. Viveu grandes desafios lá, retornando a Piamonte, onde faleceu, com esta fama de santidade e testemunho de fidelidade e amor à Cristo e à verdade. Santo Anselmo, rogai por nós! Fonte: Santo do dia – Notícias Católicas

2ª Semana Da Páscoa – Segunda-feira

Primeira Leitura: Atos 4,23-31 Leitura dos Atos dos Apóstolos – Naqueles dias, logo que foram postos em liberdade, Pedro e João voltaram para junto dos irmãos e contaram tudo o que os sumos sacerdotes e os anciãos haviam dito. Ao ouvirem o relato, todos eles elevaram a voz a Deus, dizendo: “Senhor, tu criaste o céu, a terra, o mar e tudo o que neles existe. Por meio do Espírito Santo, disseste, através do teu servo Davi, nosso pai: ‘Por que se enfureceram as nações, e os povos imaginaram coisas vãs? Os reis da terra se insurgem e os príncipes conspiram unidos contra o Senhor e contra o seu Messias’. Foi assim que aconteceu nesta cidade: Herodes e Pôncio Pilatos uniram-se com os pagãos e o povo de Israel contra Jesus, teu santo servo, a quem ungiste, a fim de executarem tudo o que a tua mão e a tua vontade haviam predeterminado que sucedesse. Agora, Senhor, olha as ameaças que fazem e concede que os teus servos anunciem corajosamente a tua palavra. Estende a mão para que se realizem curas, sinais e prodígios por meio do nome do teu santo servo Jesus”. Quando terminaram a oração, tremeu o lugar onde estavam reunidos. Todos, então, ficaram cheios do Espírito Santo e anunciavam corajosamente a palavra de Deus. – Palavra do Senhor.   Salmo Responsorial: 2 Felizes hão de ser todos aqueles / que põem sua esperança no Senhor. 1. Por que os povos agitados se revoltam? / Por que tramam as nações projetos vãos? / Por que os reis de toda a terra se reúnem † e conspiram os governos todos juntos / contra o Deus onipotente e o seu ungido? / “Vamos quebrar suas correntes”, dizem eles, / “e lançar longe de nós o seu domínio!” – R. 2. Ri-se deles o que mora lá nos céus; / zomba deles o Senhor onipotente. / Ele, então, em sua ira os ameaça / e em seu furor os faz tremer, quando lhes diz: / “Fui eu mesmo que escolhi este meu rei / e em Sião, meu monte santo, o consagrei!” – R. 3. O decreto do Senhor promulgarei, † foi assim que me falou o Senhor Deus: / “Tu és meu Filho, e eu hoje te gerei! / Podes pedir-me e, em resposta, eu te darei † por tua herança os povos todos e as nações, / e há de ser a terra inteira o teu domínio. / Com cetro férreo haverás de dominá-los / e quebrá-los como um vaso de argila!” – R. Evangelho: João 3,1-8 Proclamação do evangelho de Jesus Cristo segundo João – Havia um chefe judaico, membro do grupo dos fariseus, chamado Nicodemos, que foi ter com Jesus, de noite, e lhe disse: “Rabi, sabemos que vieste como mestre da parte de Deus. De fato, ninguém pode realizar os sinais que tu fazes, a não ser que Deus esteja com ele”. Jesus respondeu: “Em verdade, em verdade te digo, se alguém não nasce do alto, não pode ver o reino de Deus”. Nicodemos disse: “Como é que alguém pode nascer se já é velho? Poderá entrar outra vez no ventre de sua mãe?” Jesus respondeu: “Em verdade, em verdade te digo, se alguém não nasce da água e do Espírito, não pode entrar no reino de Deus. Quem nasce da carne é carne; quem nasce do Espírito é espírito. Não te admires por eu haver dito: ‘Vós deveis nascer do alto’. O vento sopra onde quer e tu podes ouvir o seu ruído, mas não sabes de onde vem nem para onde vai. Assim acontece a todo aquele que nasceu do Espírito”. – Palavra da salvação.   Reflexão: O Concílio de Trento declarou que esta passagem (v. 5) alude ao batismo cristão: a água é um sinal visível do Espírito de Deus dado ao mundo. A Carta a Tito nos diz que “Deus nos salvou com um banho de renascimento e renovação do Espírito Santo. Ele derramou abundantemente sobre nós o Espírito Santo, por meio de Jesus Cristo, nosso Salvador” (Tt 3,5-6). O Espírito é como o vento: sopra onde quer. É livre, ágil, eficaz e não se deixa capturar por nenhum esquema humano. Quem nasce do Espírito deve deixar-se embalar por ele. É o que Nicodemos não consegue fazer. Ele é membro do Sinédrio, o tribunal superior que condena Jesus à morte. “Nascer de novo” implica romper com a instituição que gera morte e estabelecer vínculos com Jesus e sua prática geradora de vida. Fonte: Evangelho do dia – Notícias Católicas

Santa Inês De Montepulciano, Uma Mulher Penitente E De Oração

A santa de hoje nasceu no centro da Itália, em Montepulciano, no ano de 1274. Sua família tinha muitas posses, mas possuía também o essencial para uma vida familiar feliz: o amor a Jesus Cristo. Muito jovem, sentiu o chamado a consagrar-se totalmente ao Senhor, ingressando na família Dominicana. Uma mulher de penitência, oração, recolhimento e busca da vontade de Deus, que a fez galgar altos degraus na vida mística. Próximo do lugar em que ela vivia, havia uma casa de prostituição, e Inês se compadecia dessas mulheres, e ofereceu penitências e orações por elas. Aquele lugar de pecado, virou lugar de oração, e muitas daquelas se converteram e algumas até entraram para a vida religiosa. Um grande milagre de Santa Inês ainda em vida. Morreu com 43 anos de idade, e seu último conselho às suas irmãs foi: “Minhas filhas, amai-vos umas às outras porque a caridade é o sinal dos filhos de Deus!”. Santa Inês de Montepulciano, rogai por nós! Fonte: Santo do dia – Notícias Católicas

2º Domingo Da Páscoa

Primeira Leitura: Atos 2,42-47 Leitura dos Atos dos Apóstolos – Os que haviam se convertido eram perseverantes em ouvir o ensinamento dos apóstolos, na comunhão fraterna, na fração do pão e nas orações. E todos estavam cheios de temor por causa dos numerosos prodígios e sinais que os apóstolos realizavam. Todos os que abraçavam a fé viviam unidos e colocavam tudo em comum; vendiam suas propriedades e seus bens e repartiam o dinheiro entre todos, conforme a necessidade de cada um. Diariamente, todos frequentavam o templo, partiam o pão pelas casas e, unidos, tomavam a refeição com alegria e simplicidade de coração. Louvavam a Deus e eram estimados por todo o povo. E, cada dia, o Senhor acrescentava ao seu número mais pessoas que seriam salvas. – Palavra do Senhor.   Salmo Responsorial: 117(118) Dai graças ao Senhor, porque ele é bom; / eterna é a sua misericórdia! 1. A casa de Israel agora o diga: / “Eterna é a sua misericórdia!” / A casa de Aarão agora o diga: / “Eterna é a sua misericórdia!” / Os que temem o Senhor agora o digam: / “Eterna é a sua misericórdia!” – R. 2. Empurraram-me, tentando derrubar-me, / mas veio o Senhor em meu socorro. / O Senhor é minha força e o meu canto / e tornou-se para mim o salvador. / “Clamores de alegria e de vitória / ressoem pelas tendas dos fiéis.” – R. 3. “A pedra que os pedreiros rejeitaram / tornou-se agora a pedra angular.” / Pelo Senhor é que foi feito tudo isso: / que maravilhas ele fez a nossos olhos! / Este é o dia que o Senhor fez para nós, / alegremo-nos e nele exultemos! – R. Segunda Leitura: 1 Pedro 1,3-9 Leitura da primeira carta de são Pedro – Bendito seja Deus, Pai de nosso Senhor Jesus Cristo. Em sua grande misericórdia, pela ressurreição de Jesus Cristo dentre os mortos, ele nos fez nascer de novo, para uma esperança viva, para uma herança incorruptível, que não se mancha nem murcha e que é reservada para vós nos céus. Graças à fé e pelo poder de Deus, vós fostes guardados para a salvação que deve manifestar-se nos últimos tempos. Isso é motivo de alegria para vós, embora seja necessário que agora fiqueis por algum tempo aflitos por causa de várias provações. Desse modo, a vossa fé será provada como sendo verdadeira – mais preciosa que o ouro perecível, que é provado no fogo – e alcançará louvor, honra e glória no dia da manifestação de Jesus Cristo. Sem ter visto o Senhor, vós o amais. Sem o ver ainda, nele acreditais. Isso será para vós fonte de alegria indizível e gloriosa, pois obtereis aquilo em que acreditais: a vossa salvação. – Palavra do Senhor. Evangelho: João 20,19-31 Proclamação do evangelho de Jesus Cristo segundo João – Ao anoitecer daquele dia, o primeiro da semana, estando fechadas, por medo dos judeus, as portas do lugar onde os discípulos se encontravam, Jesus entrou e, pondo-se no meio deles, disse: “A paz esteja convosco”. Depois dessas palavras, mostrou-lhes as mãos e o lado. Então os discípulos se alegraram por verem o Senhor. Novamente, Jesus disse: “A paz esteja convosco. Como o Pai me enviou, também eu vos envio”. E depois de ter dito isso, soprou sobre eles e disse: “Recebei o Espírito Santo. A quem perdoardes os pecados, eles lhes serão perdoados; a quem os não perdoardes, eles lhes serão retidos”. Tomé, chamado Dídimo, que era um dos doze, não estava com eles quando Jesus veio. Os outros discípulos contaram-lhe depois: “Vimos o Senhor!” Mas Tomé disse-lhes: “Se eu não vir a marca dos pregos em suas mãos, se eu não puser o dedo nas marcas dos pregos e não puser a mão no seu lado, não acreditarei”. Oito dias depois, encontravam-se os discípulos novamente reunidos em casa, e Tomé estava com eles. Estando fechadas as portas, Jesus entrou, pôs-se no meio deles e disse: “A paz esteja convosco”. Depois disse a Tomé: “Põe o teu dedo aqui e olha as minhas mãos. Estende a tua mão e coloca-a no meu lado. E não sejas incrédulo, mas fiel”. Tomé respondeu: “Meu Senhor e meu Deus!” Jesus lhe disse: “Acreditaste porque me viste? Bem-aventurados os que creram sem terem visto!” Jesus realizou muitos outros sinais diante dos discípulos que não estão escritos neste livro. Mas estes foram escritos para que acrediteis que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus, e para que, crendo, tenhais a vida em seu nome. – Palavra da salvação.   Reflexão: No domingo da Páscoa, vimos Maria e alguns discípulos procurando o morto-ressuscitado. Neste segundo domingo, o Ressuscitado se apresenta aos discípulos reunidos dentro de quatro paredes, com as portas trancadas, por medo dos judeus. Neste encontro com os seus, o Ressuscitado deseja a paz à comunidade e lhe dá o Espírito Santo para vencer o pecado. Convida-a, portanto, a viver a reconciliação. Oito dias depois, o Ressuscitado aparece novamente e ensina os discípulos a crer sem a necessidade de “ver e tocar”. Ao acolher a mensagem do Mestre, nasce a comunidade cristã, que acredita sem a necessidade de provas concretas (milagres). É uma comunidade que acolhe e vive o dom da paz; que se deixa iluminar e fortalecer pelo Espírito Santo; que sabe superar os conflitos mediante a reconciliação. A comunidade cristã precisa estar convicta da presença do Ressuscitado: uma experiência vivida no amor, na alegria, na fraternidade e na harmonia. Fonte: Evangelho do dia – Notícias Católicas