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Santa Ema

Por parte de mãe, não existia testemunho nem incentivo à santidade. O chamado que havia em seu coração era ao matrimônio. Casou-se com o conde Ludgero e teve um filho, cujo chamado era para a vocação sacerdotal. Iluminado pelo testemunho da mãe, tornou-se sacerdote e depois bispo. Ao ficar viúva, essa santa discerniu e decidiu consagrar sua viuvez ao Senhor, numa vida de oração expressa na caridade. Muitos conventos e abadias foram construídos graças à sua generosidade. Ela vivia no meio da sociedade, administrando seus bens para o benefício do próximo. Santa Ema, que passou os últimos momentos de sua vida numa abadia, após 40 anos de dedicação a Deus, faleceu em 1045. Depois de muito tempo, abriram seu túmulo, e encontraram o seu corpo todo em pó, exceto a sua mão direita, que estava intacta, pois era com essa mão que ela praticava a caridade ao próximo. Um sinal de que a santidade passa pela caridade. Santa Ema, rogai por nós! Fonte: Santo do dia – Notícias Católicas

O Que Podemos Aprender Com A História Da Igreja Em Relação A Desastres?

Nestes tempos difíceis em que estamos vivendo, onde estamos combatendo o novo coronavírus (COVID-19), com as autoridades recomendando o isolamento social dentro de nossas casas, não é difícil ficar desolado e ter pensamentos negativos. Afinal, nem mesmo na igreja estamos podendo ir, para ter aquele momento de paz e consolação na Santa Missa, ou em frente ao sacrário. O sentimento mais perigoso nestes momentos é a solidão, se sentir sozinho e sem amparo. É nestes momentos que devemos lembrar das palavras de Jesus Cristo: “…Eis que estou convosco todos os dias, até o fim do mundo” (Mt. 28,20). Estas são as últimas palavras do Evangelho de São Mateus. Não é por acaso, Jesus quer que nos lembremos sempre desta verdade: Ele estará sempre conosco. Até nos momento mais difíceis, e estes não faltaram durante os mais de 2000 anos de história da Igreja. Em primeiro lugar temos o Nosso Senhor Jesus Cristo, que sofreu por todos nós na cruz, ele foi abandonado por seus amigos, esbofeteado e escarrado, chicoteado, coroado com espinhos, o povo, que dias antes louvava-o na entrada em Jerusalém, agora escolhia Barrabás ao invés dele e gritavam “Crucifica-o!“. Ele carregou os nossos pecados na cruz e morreu na cruz, não há desgraça maior. Porém, desta desgraça Nosso Senhor Jesus Cristo retirou a graça infinita, a nossa salvação, retirando os grilhões que nos prendia a condenação eterna. Ele ressuscitou, e com isso nos deu vida! Como Aquele que realizou isto tudo não pode curar as nossas misérias aqui na Terra? Mesmo após a ressurreição, os discípulos, com medo dos judeus, se trancaram no lugar onde se encontravam, mas lá Jesus apareceu a eles dizendo “A paz esteja convosco!” (Jo. 20,19). Nós agora, também, por medo de uma ameaça menos visível que os judeus estamos trancados, amedrontados em nossas casas. Rezemos com fé, com os nossos familiares e o próprio Jesus virá no seu meio para lhe dizer “A paz esteja convosco!”. Nunca estamos sozinhos, pois ele está sempre conosco, nos dando a paz necessária para enfrentar qualquer tipo de dificuldade. Após o Espírito Santo descer sobre os apóstolos em Pentecostes, não havia mais dúvidas e medos na mente dos apóstolos, somente o Cristo e a vontade de anunciar a Boa Nova. Porém, mesmo assim não faltou provações para os cristãos nos primeiros séculos, com as perseguições aos cristãos pelo Império Romano houve um grande número de mártires neste período. O Império Romano era tolerante às outras religiões, que eram flexíveis às exigências do império de culto ao imperador e aos deuses romanos. Os cristãos não aceitavam cultuar e adorar outro Deus que não fosse o verdadeiro Deus, na pessoa de Seu filho, Jesus Cristo. Assim, eles foram perseguidos, torturados, decapitados, jogados às feras, entre outros sofrimentos inenarráveis. O martírio de São Pedro é especialmente emblemático, sendo o primeiro papa nomeado por Nosso Senhor Jesus Cristo em pessoa. Ele e São Paulo foram martirizados  no Circo de Nero. Nero foi especialmente cruel com os cristãos, jogando sobre os cristãos a culpa de um incêndio na cidade de Roma e inaugurou a tortura e morte de cristãos como espetáculo, durante o Século I. São Pedro foi martirizado crucificado de cabeça para baixo, já que ele não se achava digno de morrer como o seu Mestre e Senhor. Hoje, a Cidade do Vaticano está construída onde era o Circo de Nero, o obelisco na Praça de São Pedro é mesmo que estava naquele circo nefasto. É também onde, segundo a tradição, São Pedro está enterrado, cumprindo o que Nosso Senhor disse: “E eu te declaro: tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja; as portas do inferno não prevalecerão sobre ela.” (Mt. 16,18). O período da Igreja Nascente, apesar de muitos martírios, foi o período mais frutífero da Igreja. Muitas pessoas sem convertiam por verem a coragem dos cristãos de não renegarem sua fé em Cristo ou até mesmo por graças extraordinárias como saírem ilesos de morte na fogueira, entre outros. As missas eram literalmente rezadas sobre o túmulo dos mártires, mas a comunidade da Igreja não perdia sua fé e esperança em Nosso Jesus Cristo. É assim que devemos refletir sobre esta pandemia, Deus não permite algo ruim se disto não poder tirar uma graça ainda maior, portanto tenhamos confiança em dias melhores e aproveitemos este momento para renovamos nossa fé em Nosso Senhor Jesus Cristo rezando com os nossos familiares em casa.   Nossa Senhora da Esperança, rogai por nós!

Folheto Do 2° Domingo Da Páscoa (17/04/2020)

Alegremo-nos, pois Nosso Senhor Jesus Cristo ressuscitou, aleluia!  Participe da Santa Missa do 2° Domingo da Páscoa através de nossas transmissões nas redes sociais no sábado às 18:30h e no domingo às 9h e 19:30h. Celebremos com alegria a ressurreição de Nosso Senhor! O folheto da Santa Missa está na galeria abaixo para melhor acompanhamento da celebração. Clique em uma página para abrir, caso queira ampliar clique em Visualizar tamanho original na galeria. Também está disponível em PDF através deste link. Nossa Senhora de Guadalupe, rogai por nós!

Santo Apolônio

Santo do século II, era uma figura pública, um senador. Pôde assistir e deixar-se tocar pelo testemunho de inúmeros mártires no tempo de Nero. Ele percebia naqueles cristãos, que viviam dentro de um contexto pagão, o único e verdadeiro Deus presente naqueles martírios por amor a Cristo. Já adulto, com a ajuda do Papa Eleutério, ele quis ser cristão e foi muito bem formado até chegar à graça do Batismo. Apolônio, como muitos, ao se deparar com a lei de Nero, teve de se dizer, pois também foi denunciado. Ele não renunciou a Jesus, mesmo ocupando uma alta posição na sociedade. Seu amor a Deus foi concreto. Santo Apolônio é exemplo para que sejamos testemunhas do amor de Deus, onde quer que estejamos, na profissão que exerçamos, com a idade que tenhamos. Santo Apolônio, rogai por nós! Fonte: Santo do dia – Notícias Católicas

Oitava Da Páscoa – Sábado

Primeira Leitura: Atos 4,13-21 Leitura dos Atos dos Apóstolos – Naqueles dias, os chefes dos sacerdotes, os anciãos e os escribas ficaram admirados ao ver a segurança com que Pedro e João falavam, pois eram pessoas simples e sem instrução. Reconheciam que eles tinham estado com Jesus. No entanto viam, de pé, junto a eles, o homem que tinha sido curado. E não podiam dizer nada em contrário. Mandaram que saíssem para fora do sinédrio e começaram a discutir entre si: “O que vamos fazer com esses homens? Eles realizaram um milagre claríssimo, e o fato tornou-se de tal modo conhecido por todos os habitantes de Jerusalém, que não podemos negá-lo. Contudo, a fim de que a coisa não se espalhe ainda mais entre o povo, vamos ameaçá-los, para que não falem mais a ninguém a respeito do nome de Jesus”. Chamaram de novo Pedro e João e ordenaram-lhes que, de modo algum, falassem ou ensinassem em nome de Jesus. Pedro e João responderam: “Julgai vós mesmos se é justo, diante de Deus, que obedeçamos a vós e não a Deus! Quanto a nós, não nos podemos calar sobre o que vimos e ouvimos”. Então, insistindo em suas ameaças, deixaram Pedro e João em liberdade, já que não tinham meio de castigá-los, por causa do povo. Pois todos glorificavam a Deus pelo que havia acontecido. – Palavra do Senhor. Salmo Responsorial: 117(118) Dou-vos graças, ó Senhor, porque me ouvistes. 1. Dai graças ao Senhor, porque ele é bom! / “Eterna é a sua misericórdia!” / O Senhor é minha força e o meu canto / e tornou-se para mim o salvador. / “Clamores de alegria e de vitória / ressoem pelas tendas dos fiéis. – R. 2. A mão direita do Senhor fez maravilhas, † a mão direita do Senhor me levantou, / a mão direita do Senhor fez maravilhas!” / O Senhor severamente me provou, / mas não me abandonou às mãos da morte. – R. 3. Abri-me vós, abri-me as portas da justiça; / quero entrar para dar graças ao Senhor! / “Sim, esta é a porta do Senhor, / por ela só os justos entrarão!” / Dou-vos graças, ó Senhor, porque me ouvistes / e vos tornastes para mim o salvador! – R. Evangelho: Marcos 16,9-15 Proclamação do evangelho de Jesus Cristo segundo Marcos – Depois de ressuscitar, na madrugada do primeiro dia após o sábado, Jesus apareceu primeiro a Maria Madalena, da qual havia expulsado sete demônios. Ela foi anunciar isso aos seguidores de Jesus, que estavam de luto e chorando. Quando ouviram que ele estava vivo e fora visto por ela, não quiseram acreditar. Em seguida, Jesus apareceu a dois deles, com outra aparência, enquanto estavam indo para o campo. Eles também voltaram e anunciaram isso aos outros. Também a estes não deram crédito. Por fim, Jesus apareceu aos onze discípulos enquanto estavam comendo, repreendeu-os por causa da falta de fé e pela dureza de coração, porque não tinham acreditado naqueles que o tinham visto ressuscitado. E disse-lhes: “Ide pelo mundo inteiro e anunciai o evangelho a toda criatura!” – Palavra da salvação.   Reflexão: Esta conclusão, que se prolonga até o versículo 20, foi acrescentada mais tarde ao Evangelho de Marcos. Faz breve resumo das aparições de Jesus ressuscitado e acentua um aspecto: os discípulos não acreditam nas testemunhas da ressurreição. Não acreditaram em Maria Madalena, que tinha visto o Senhor; não deram crédito aos discípulos de Emaús, que o reconheceram ao partir o pão; finalmente os “Onze, quando estavam à mesa”, foram desaprovados por Jesus “pela falta de fé e pela dureza de coração”. O caminho da fé passa pelos desafios da missão e pela certeza de que Jesus ressuscitado acompanha cada passo de seus discípulos. Com uma simples frase, o narrador, apressadamente, encerra o Evangelho segundo Marcos: Jesus envia seus discípulos pelo mundo todo “para que proclamem o Evangelho a toda criatura”. Fonte: Evangelho do dia – Notícias Católicas

A Semana Que Foi Santa Nos Lares Da Paróquia

Respeitando o isolamento social para o combate ao novo coronavírus, a Semana Santa contou com celebrações domiciliares que fortaleceram a fé. Desde que anunciada a pandemia do novo coronavírus, o mundo sofre transformações de rotinas com isolamento social e com a Igreja não seria diferente. No dia 16 de março, em meio ao tempo Quaresmal, a Arquidiocese do Rio de Janeiro, através do cardeal Dom Orani Tempesta, publicou decreto com recomendações para auxiliar o combate a disseminação do vírus. O documento modificou a prática nos templos, mas não a nossa fé que seguiu o discurso do Papa Francisco durante audiência geral em Roma “Neste dias difíceis que estamos vivendo, encorajo vocês a se entregarem à Divina Misericórdia e a intercessão de São João Paulo II”. Na manhã de 05 de abril iniciamos a Semana Santa com o Domingo de Ramos celebrado pelo pároco Pe. Jorge Carreira. Por todo o bairro da Gardênia Azul era possível encontrar casas enfeitadas com ramos que anunciavam a chegada de Jesus. O apoio das pastorais foi essencial para todas as celebrações desta Semana Santa e a Pastoral da Comunicação (PASCOM) cuidou para que os eventos pudessem chegar aos fiéis através de fotos, vídeos e transmissões ao vivo nas redes sociais e You Tube. Segunda Santa especial Nosso padre celebrou seu sétimo ano sacerdotal e recebeu muito carinho através das redes sociais da paróquia e de seu perfil pessoal, onde descreveu um pouco da vivência “cheio de gratidão a Deus, celebrando com a igreja vazia, prostrado e clamando a Deus por um renovo dessa realidade!” A narrativa do padre vai de encontro ao que disse o papa: “nestes dias de Semana Santa, em casa, permaneçamos diante do Crucificado – contemplai, contemplai o crucificado” Na terça-feira, 07/04, tivemos o encerramento do primeiro Cerco de Jericó online. Alguns participantes contaram através do Instagram da paróquia (@santaluziagard) a experiência da participação. A procissão do encontro não pôde sair pelas ruas do bairro, mas novamente, em frente a entrada principal da igreja, o encontro entre Maria e seu Filho emocionou os que ali estiveram ou acompanhavam de suas casas. De portas abertas, mas com cuidados devidos Segundo a ArqRio as portas das igrejas não estariam fechadas, mas àqueles que decidiram participar presencialmente foi pedido que mantivessem o distanciamento social, além da higienização das mãos. A ceia do Senhor foi celebrada na noite de quinta-feira, 09/04, na paróquia. Já a Celebração da Paixão de Cristo começou às 15 horas com adoração a Santa Cruz seguida do início da Novena da Divina Misericórdia. Padre Jair, em sua homilia, resumiu o momento: “A cruz de Jesus é expressão suprema do amor de Deus por nós”. Em seguida a Via Sacra percorreu ruas do bairro Gardênia Azul onde foi aplaudida e registrada pelos fiéis. A Vigília Pascal do Sábado Santo, a Missa do Fogo, normalmente com duração de 4 horas foi reduzida devido às orientações de isolamento social. Ao final da Vigília o Santíssimo Sacramento, em carreata, seguiu pelas ruas no entorno da igreja. Todas as celebrações foram transmitidas ao vivo com boa audiência nos canais oficiais da Paróquia Santa Luzia. Ele ressuscitou O Domingo de Páscoa marca o momento que tanto esperávamos: A paz e alegria em nossos corações que há tantos dias vive em clausura. Às 9 horas a missa foi presidida pelo Pe. Jorge na Igreja de Santa Luzia e às 11 horas pelo Pe. Jair na capela de Nossa Senhora Aparecida, no Anil. Um vídeo postado no Instagram (@santaluziagard) resume os desejos do nosso padre aos paroquianos e todos que estiveram conosco durante estes dias “Neste tempo de pandemia, de tanta loucura, quero te alegrar, meu irmão querido, e dizer que este é o dia que o Senhor fez para nós: alegremos e n’Ele exultemos. A alegria sempre vem pela manhã, o choro durou uma noite. Quanto tempo de Quaresma fazendo jejum, penitência, buscando Deus e Ele nos honrou, ressuscitou.  Que alegria (…) Feliz Páscoa para você, um grande abraço em toda sua família”.

Santo Aniceto

No século II, seu Papado durou 11 anos. Deparou-se com a heresia do Gnosticismo, o racionalismo cristão e uma supervalorização do conhecimento, bastavam-se isso para obter a salvação. Com isso, os méritos de Cristo, os sacramentos e a graça do Senhor ficavam de lado. Contou muito com a ajuda do filósofo cristão, São Justino, e do bispo, Policarpo. Auxiliado por esses doutores e, com a graça de Deus, combateram a esse racionalismo. A fé e a razão são duas asas que nos levam para a Salvação, Jesus Cristo. Ele que é o Caminho, a Verdade e a Vida. E a vida do santo de hoje demonstrou que aí está a fonte da felicidade. Santo Aniceto, rogai por nós! Fonte: Santo do dia – Notícias Católicas

Oitava Da Páscoa – Sexta-feira

Primeira Leitura: Atos 4,1-12 Leitura dos Atos dos Apóstolos – Naqueles dias, depois que o paralítico fora curado, Pedro e João ainda estavam falando ao povo quando chegaram os sacerdotes, o chefe da guarda do templo e os saduceus. Estavam irritados porque os apóstolos ensinavam o povo e anunciavam a ressurreição dos mortos na pessoa de Jesus. Eles prenderam Pedro e João e os colocaram na prisão até o dia seguinte, porque já estava anoitecendo. Todavia, muitos daqueles que tinham ouvido a pregação acreditaram. E o número dos homens chegou a uns cinco mil. No dia seguinte, reuniram-se em Jerusalém os chefes, os anciãos e os mestres da lei. Estavam presentes o sumo sacerdote Anás e também Caifás, João, Alexandre e todos os que pertenciam às famílias dos sumos sacerdotes. Fizeram Pedro e João comparecer diante deles e os interrogavam: “Com que poder ou em nome de quem vós fizestes isso?” Então, Pedro, cheio do Espírito Santo, disse-lhes: “Chefes do povo e anciãos, hoje estamos sendo interrogados por termos feito o bem a um enfermo e pelo modo como foi curado. Ficai, pois, sabendo todos vós e todo o povo de Israel: é pelo nome de Jesus Cristo, de Nazaré – aquele que vós crucificastes e que Deus ressuscitou dos mortos –, que este homem está curado diante de vós. Jesus é a pedra que vós, os construtores, desprezastes e que se tornou a pedra angular. Em nenhum outro há salvação, pois não existe debaixo do céu outro nome dado aos homens pelo qual possamos ser salvos”. – Palavra do Senhor.   Salmo Responsorial: 117(118) A pedra que os pedreiros rejeitaram / tornou-se agora a pedra angular. 1. Dai graças ao Senhor, porque ele é bom! / “Eterna é a sua misericórdia!” / A casa de Israel agora o diga: / “Eterna é a sua misericórdia!” / Os que temem o Senhor agora o digam: / “Eterna é a sua misericórdia!” – R. 2. “A pedra que os pedreiros rejeitaram / tornou-se agora a pedra angular. / Pelo Senhor é que foi feito tudo isso: / que maravilhas ele fez a nossos olhos! / Este é o dia que o Senhor fez para nós, / alegremo-nos e nele exultemos! – R. 3. Ó Senhor, dai-nos a vossa salvação; / ó Senhor, dai-nos também prosperidade!” / Bendito seja, em nome do Senhor, / aquele que em seus átrios vai entrando! / Desta casa do Senhor vos bendizemos. / Que o Senhor e nosso Deus nos ilumine! – R. Evangelho: João 21,1-14 Proclamação do evangelho de Jesus Cristo segundo João – Naquele tempo, Jesus apareceu de novo aos discípulos, à beira do mar de Tiberíades. A aparição foi assim: estavam juntos Simão Pedro, Tomé, chamado Dídimo, Natanael de Caná da Galileia, os filhos de Zebedeu e outros dois discípulos de Jesus. Simão Pedro disse a eles: “Eu vou pescar”. Eles disseram: “Também vamos contigo”. Saíram e entraram na barca, mas não pescaram nada naquela noite. Já tinha amanhecido, e Jesus estava de pé na margem. Mas os discípulos não sabiam que era Jesus. Então Jesus disse: “Moços, tendes alguma coisa para comer?” Responderam: “Não”. Jesus disse-lhes: “Lançai a rede à direita da barca e achareis”. Lançaram, pois, a rede e não conseguiam puxá-la para fora, por causa da quantidade de peixes. Então, o discípulo a quem Jesus amava disse a Pedro: “É o Senhor!” Simão Pedro, ouvindo dizer que era o Senhor, vestiu sua roupa, pois estava nu, e atirou-se ao mar. Os outros discípulos vieram com a barca, arrastando a rede com os peixes. Na verdade, não estavam longe da terra, mas somente a cerca de cem metros. Logo que pisaram a terra, viram brasas acesas, com peixe em cima, e pão. Jesus disse-lhes: “Trazei alguns dos peixes que apanhastes”. Então Simão Pedro subiu ao barco e arrastou a rede para a terra. Estava cheia de cento e cinquenta e três grandes peixes; e, apesar de tantos peixes, a rede não se rompeu. Jesus disse-lhes: “Vinde comer”. Nenhum dos discípulos se atrevia a perguntar quem era ele, pois sabiam que era o Senhor. Jesus aproximou-se, tomou o pão e distribuiu-o por eles. E fez a mesma coisa com o peixe. Esta foi a terceira vez que Jesus, ressuscitado dos mortos, apareceu aos discípulos. – Palavra da salvação.   Reflexão: Como aconteceu em relação aos discípulos de Emaús, também aqui Jesus se revela no cotidiano das pessoas. O contexto é de pescaria. Pescadores são sete discípulos que, sem a presença de Jesus, “não pescaram nada”, mas, ao obedecer à palavra do Mestre, se surpreendem com o excelente resultado: “cento e cinquenta e três peixes grandes” (total de espécies de peixes conhecidas na época). Chegados à margem, encontram “um peixe na brasa e pão”, fruto da sensibilidade de Jesus, que os convida para a refeição. O dom de Deus se une ao esforço humano. Os símbolos que estão por trás da narrativa nos remetem à missão de alcance universal. Esse conjunto de sinais reforça a convicção dos cristãos de que a evangelização só terá êxito se for acompanhada da presença e da palavra de Jesus. Fonte: Evangelho do dia – Notícias Católicas

Oitava Da Páscoa – Quinta-feira

Primeira Leitura: Atos 3,11-26 Leitura dos Atos dos Apóstolos – Naqueles dias, como o paralítico não deixava mais Pedro e João, todo o povo, assombrado, foi correndo para junto deles, no chamado pórtico de Salomão. Ao ver isso, Pedro dirigiu-se ao povo: “Israelitas, por que vos espantais com o que aconteceu? Por que ficais olhando para nós, como se tivéssemos feito este homem andar com nosso próprio poder ou piedade? O Deus de Abraão, de Isaac, de Jacó, o Deus de nossos antepassados glorificou o seu servo Jesus. Vós o entregastes e o rejeitastes diante de Pilatos, que estava decidido a soltá-lo. Vós rejeitastes o Santo e o Justo e pedistes a libertação para um assassino. Vós matastes o autor da vida, mas Deus o ressuscitou dos mortos, e disso nós somos testemunhas. Graças à fé no nome de Jesus, esse nome acaba de fortalecer este homem que vedes e reconheceis. A fé que vem por meio de Jesus lhe deu perfeita saúde na presença de todos vós. E agora, meus irmãos, eu sei que vós agistes por ignorância, assim como vossos chefes. Deus, porém, cumpriu desse modo o que havia anunciado pela boca de todos os profetas: que o seu Cristo haveria de sofrer. Arrependei-vos, portanto, e convertei-vos, para que vossos pecados sejam perdoados. Assim podereis alcançar o tempo do repouso que vem do Senhor. E ele enviará Jesus, o Cristo, que vos foi destinado. No entanto, é necessário que o céu o receba, até que se cumpra o tempo da restauração de todas as coisas, conforme disse Deus, nos tempos passados, pela boca de seus santos profetas. Com efeito, Moisés afirmou: ‘O Senhor Deus fará surgir, entre vossos irmãos, um profeta como eu. Escutai tudo o que ele vos disser. Quem não der ouvidos a esse profeta será eliminado do meio do povo’. E todos os profetas que falaram, desde Samuel e seus sucessores, também eles anunciaram estes dias. Vós sois filhos dos profetas e da aliança que Deus fez com vossos pais quando disse a Abraão: ‘Através da tua descendência serão abençoadas todas as famílias da terra’. Após ter ressuscitado o seu servo, Deus o enviou em primeiro lugar a vós, para vos abençoar, na medida em que cada um se converta de suas maldades”. – Palavra do Senhor. Salmo Responsorial: 8 Ó Senhor, nosso Deus, como é grande / vosso nome por todo o universo! 1. Ó Senhor, nosso Deus, como é grande / vosso nome por todo o universo! / Perguntamos: “Senhor, que é o homem, † para dele assim vos lembrardes / e o tratardes com tanto carinho?” – R. 2. Pouco abaixo de Deus o fizestes, / coroando-o de glória e esplendor; / vós lhe destes poder sobre tudo, / vossas obras aos pés lhe pusestes. – R. 3. As ovelhas, os bois, os rebanhos, / todo o gado e as feras da mata; / passarinhos e peixes dos mares, / todo ser que se move nas águas. – R. Evangelho: Lucas 24,35-48 Proclamação do evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas – Naquele tempo, os discípulos contaram o que tinha acontecido no caminho e como tinham reconhecido Jesus ao partir o pão. Ainda estavam falando quando o próprio Jesus apareceu no meio deles e lhes disse: “A paz esteja convosco!” Eles ficaram assustados e cheios de medo, pensando que estavam vendo um fantasma. Mas Jesus disse: “Por que estais preocupados e por que tendes dúvidas no coração? Vede minhas mãos e meus pés: sou eu mesmo! Tocai em mim e vede! Um fantasma não tem carne nem ossos, como estais vendo que eu tenho”. E, dizendo isso, Jesus mostrou-lhes as mãos e os pés. Mas eles ainda não podiam acreditar, porque estavam muito alegres e surpresos. Então Jesus disse: “Tendes aqui alguma coisa para comer?” Deram-lhe um pedaço de peixe assado. Ele o tomou e comeu diante deles. Depois, disse-lhes: “São estas as coisas que vos falei quando ainda estava convosco: era preciso que se cumprisse tudo o que está escrito sobre mim na lei de Moisés, nos profetas e nos salmos”. Então Jesus abriu a inteligência dos discípulos para entenderem as Escrituras e lhes disse: “Assim está escrito: O Cristo sofrerá e ressuscitará dos mortos ao terceiro dia e, no seu nome, serão anunciados a conversão e o perdão dos pecados a todas as nações, começando por Jerusalém. Vós sereis testemunhas de tudo isso”. – Palavra da salvação. Reflexão: Os “Onze e seus companheiros” (Lc 24,33), reunidos, comentam a respeito de uma informação que estremece a todos: Jesus ressuscitou. Eles, porém, continuam desconfiados, críticos, e exigem provas. Ao entrar na sala, após a saudação pascal, Jesus tira da confusão mental seus discípulos, que pensavam estar vendo um fantasma. Jesus lhes diz: “Sou eu”. Com essa expressão, usada repetidas vezes nos evangelhos, ele revela sua identidade. Ele é o Messias. Ele é o Filho de Deus. O Crucificado e sepultado que ressurgiu dos mortos e está vivo no seio da sua comunidade. Jesus conclui na terra sua missão; doravante caberá às comunidades cristãs dar testemunho de Jesus e, em seu nome, anunciar o arrependimento e o perdão dos pecados “a todas as nações”, a partir de Jerusalém. Fonte: Evangelho do dia – Notícias Católicas

São Benedito José Labre

O santo de hoje enriqueceu a Igreja com sua pobreza. Nasceu na França, em 1748. Despertado muito cedo pela graça divina a uma entrega total, Benedito quis ser monge. Bateu em vários mosteiros, mas devido a sua frágil saúde, não foi aceito. Os ‘nãos’ recebidos o fizeram descobrir um modo específico de viver a vocação à santidade. Tornou-se, então, um peregrino, um mendigo de Deus. Foi muito humilhado, mas foi peregrinando pelos santuários da Europa, oferecendo tudo pela conversão dos pecadores. Benedito viveu da Divina Providência. Com 35 anos, consumido pela vida de oração e meditação, entrou na glória de Deus. São Benedito José Labre, rogai por nós! Fonte: Santo do dia – Notícias Católicas