Santa Zita, Padroeira Das Empregadas Do Lar

Santa Zita consagrou-se inteiramente ao Senhor, sem deixar sua vida simples Com muito carinho e devoção lembramos – neste dia – da santidade de vida de Santa Zita, padroeira das empregadas do lar. Nascida em Lucca (Itália), no ano de 1218, em uma família pobre e camponesa, mas que soube comunicar a ela a riqueza da vida em Deus. Como simples empregada, sem estudos e cultura, Zita consagrou-se inteiramente ao Senhor, sem deixar sua vida simples. O segredo da espiritualidade desta santa era muito concreto, pois consistia em se questionar se esta ou aquela atitude agradava ou não ao Senhor. Desta forma, abriu-se para a santificação de Deus. Santa Zita, com vinte anos, foi trabalhar numa família nobre e lá, não deixou de participar em todas as manhãs da Santa Missa na comunidade. Ela ajudava aos pobres e visitava os doentes nos tempos de folga, desta forma conquistou a admiração dos patrões. Conquistou também muitos corações para o Senhor e, merecidamente, o Céu. Santa Zita, rogai por nós! Fonte: Santo do dia – Notícias Católicas
São Pascásio, Nasceu Para Ser Escritor

São Pascásio, foi um célebre professor, que deu celebridade às escolas de Corbie Pascásio Radbert foi personagem considerável no seu tempo. Os historiadores da Teologia continuam a mencionar a teoria que ele imaginou para “esclarecer” o mistério da presença de Jesus no Santíssimo Sacramento. Como diplomata, viajou muito entre 822 e 834, para solucionar questões da Igreja e tentar apaziguar os conflitos que punham em campo os sucessores de Carlos Magno. Era um enjeitado exposto no pórtico de Nossa Senhora de Soissons no fim do século VIII. A abadessa Teodarda, prima direita de Carlos Magno, recolheu-o e educou-o da melhor maneira que pôde. Sempre ele se referiu à sua mãe adotiva com reconhecimento e veneração; apesar disso, deixou-a algum tempo para se lançar em aventuras. Converteu-se aos 22 anos, e foi então Adelardo, irmão de Teodarda, abade de Corbie, que o recebeu entre os seus monges. Veio a ser um célebre professor, que deu celebridade às escolas de Corbie. Em 844, os seus colegas de elegeram-no como abade mas, sete anos mais tarde, fizeram uma espécie de revolução que o obrigou a refugiar-se noutra abadia. Não se afligiu. Nascera para ser escritor, e tinha várias obras em preparação: “Que felicidade, dizia, ser lançado nos braços da filosofia e da sabedoria, e poder de novo beber no meu outono o leite das Sagradas Escrituras, que alimentou a minha juventude!” Mas afinal os monges de Corbie acabaram por o chamar; voltou a viver com eles como simples religioso, edificando-os com os exemplos e continuando a escrever. Aí morreu a 26 de abril de 865. São Pascásio, rogai por nós! Fonte: Santo do dia – Notícias Católicas
São Marcos Evangelista, Fez Um Lindo Trabalho Missionário

São Marcos Evangelista, ficou conhecido por ter sido agraciado com o carisma da vivência comunitária Celebramos com muita alegria a vida de santidade de um dos quatro Evangelistas: São Marcos. Era judeu de origem e de uma família tão cristã que sempre acolheu aos primeiros cristãos em sua casa: “Ele se orientou e dirigiu-se para a casa de Maria, mãe de João, chamado Marcos; estava lá uma numerosíssima assembleia a orar” (Atos 12,12). A tradição nos leva a crer que na casa de São Marcos teria acontecido a Santa Ceia celebrada por Jesus, assim como dia de Pentecostes, onde “inaugurou” a Igreja Católica. Encontramos na Bíblia que o santo de hoje acompanhou inicialmente São Barnabé e São Paulo em viagens apostólicas, e depois São Pedro em Roma. São Marcos na Igreja primitiva fez um lindo trabalho missionário, que não teve fim diante da prisão e morte dos amigos São Pedro e São Paulo. Por isso, evangelizou no poder do Espírito Alexandria, Egito e Chipre, lugar onde fundou comunidades. Ficou conhecido principalmente por ter sido agraciado com o carisma da inspiração e vivência comunitária, que deram origem ao Evangelho querigmático de Jesus Cristo segundo Marcos. São Marcos, rogai por nós! Fonte: Santo do dia – Notícias Católicas
São Fidélis (Fiel) De Sigmaringa, Fiel A Vontade De Deus

São Fidélis dedicou-se totalmente em iluminar as consciências e rechaçar as doutrinas O santo de hoje nasceu em Sigmaringa (Alemanha) no ano de 1577. Seu nome de batismo era Marcos Rei. Era dotado de grande habilidade com os estudos. Marcos era um cristão católico, tornando-se mais tarde um conhecido filósofo e advogado. Porém, havia um chamado que o inquietava: a consagração total a Deus, a vida no ministério sacerdotal. Renunciando a tudo, entrou para a família franciscana, para os Capuchinhos. Enquanto noviço, viveu um grande questionamento: se fora do convento ele não faria mais para Deus, do que dentro da vida religiosa. Buscou então seu mestre de noviciado que, no discernimento, percebeu que era uma tentação. Passado isso, ele se empenhou na busca pela santidade. Seu nome agora se tornou “Fidélis” ou “Fiel’. E buscou ser fiel à vontade de Deus. Estudou Teologia, foi ordenado e enviado à Suíça para uma missão especial com outros irmãos: propagar a Sã Doutrina Católica. São Fidélis dedicou-se totalmente em iluminar as consciências e rechaçar as doutrinas que combatiam a Igreja de Cristo. Depois de uma Santa Missa, com cerca de 45 anos, teve o discernimento de que estava próxima sua partida. Fez uma oração de entrega a Deus e, logo em seguida, foi preso e levado por homens que queriam que ele renunciasse à fé. Fidélis deixou claro que não o faria, e que não temia a morte. Ajoelhou-se e rezou: “Meu Jesus, tende piedade de mim. Santa Maria, Mãe de Deus, assisti-me”. Recebeu várias punhaladas e morreu ali, derramando seu sangue pela Verdade, por amor a Cristo e Sua Igreja. São Fidélis, rogai por nós! Fonte: Santo do dia – Notícias Católicas
São Marcelo I, Papa

Com a abdicação de Diocleciano, a perseguição vinha se arrefecendo. A Igreja romana, porém, vivia num estado de confusão. Os lugares de reunião dos fiéis haviam sido confiscados, bem como os cemitérios, de modo que a desorganização imperava. Marcelo, romano de origem, foi eleito quando Maxêncio, consolidando-se, entreteve maiores e melhores relações com Constantino. Reorganizaram-se, então, os centros de reunião para o culto, mas, surgindo perturbações, Maxêncio não titubeou em exilar o sumo Pontífice, já que o acusavam veemente. Conta-se de São Marcelo que, tendo uma rica senhora dado sua vasta casa à comunidade cristã, para que o Papa a transformasse numa igreja, ali se reuniam frequentemente os fiéis. Ora, o imperador, dado o grande movimento que no templo se registrava, excitado por conselheiros, ordenou que a igreja se transmudasse em estrebaria dos cavalos imperiais e Marcelo em palafreneiro. Ali servindo por muito tempo, veio a falecer de miséria o santo homem, segundo a lenda. A morte do Papa Marcelo, no exílio, ocorreu em 309, sendo imediatamente venerado como santo. Enterrado na catacumba de Santa Priscila, foi o corpo, mais tarde, transladado para a igreja que lhe tomou o nome: São Marcelo, em Roma. (Vida dos Santos, Padre Rohrbacher, Volume I, p. 403-404) The post São Marcelo I, Papa appeared first on Arautos do Evangelho. Fonte: Santo do Dia – Arautos do Evangelho
São Mauro Ou Santo Amaro

Santo Amaro (no Brasil conhecido por São Mauro) é um monge do século VI que desde menino serviu à ordem dos Beneditinos. Foi confiado a São Bento, juntamente com o seu amigo Plácido, que também foi canonizado. Os meninos entraram para o mosteiro de Subiaco para estudarem e aprofundarem a sua fé em Deus. Certo dia, São Bento estava a rezar enquanto Amaro se ocupava com as tarefas do mosteiro, e São Bento teve uma visão do menino Plácido, que tinha ido buscar água no riacho, a afogar-se. São Bento então chamou Amaro e avisou que o seu amigo estava a afogar-se e pediu a ele que corresse até lá e tentasse salvá-lo de qualquer forma. Santo Amaro apressou-se para salvar Plácido, e chegando ao riacho pronto para cumprir a tarefa que lhe havia pedido São Bento, caminhou sobre as águas e retirou de lá o amigo. Este foi seu primeiro milagre. Pela sua prova de humildade e paciência, São Bento pediu que fosse a França e abrisse um mosteiro beneditino. O seu nome foi dado à Congregação Beneditina Francesa de Saint Maur, uma das mais importantes instituições católicas pela formação de seus monges. Santo Amaro faleceu no mosteiro francês aos setenta e dois anos, a 15 de janeiro de 567, depois de uma peste que também levou à morte muitos de seus monges. The post São Mauro ou Santo Amaro appeared first on Arautos do Evangelho. Fonte: Santo do Dia – Arautos do Evangelho
Beato Pedro Donders

Pedro Donders nasceu em 27 de outubro de 1809, no sul da Holanda. Seus pais, Arnoldo e Petronila, tiveram dois filhos que sobrevieram a mortalidade infantil da época. Pedro, era o mais velho e muito doente; Martino, era o caçula e deficiente. Pedro tinha seis anos de idade, quando sua mãe morreu e diante dessa circunstância precisou deixar os estudos para ajudar seu pai, já muito idoso, na renda familiar. Depois por causa de sua saúde frágil não foi aceito no serviço militar, mas sua vocação era o sacerdócio.Também devido a sua condição física, escassa capacidade intelectual e pobreza material, não permitiam que seguisse o seu chamado. Entretanto Pedro insistia com seu pároco que o ajudava , até que conseguiu que o recebessem no seminário, mais como empregado do que como noviço. Pedro se interessava pelas missões e depois de ser rejeitado pelos Jesuítas, Redentoristas e Franciscanos, acabou ingressando no Seminário diocesano. No ano de 1839 o Seminário foi visitado pelo Prefeito Apostólico do Suriname, Guiana Holandesa, buscando ajuda para seu território de missão que estava numa situação muito crítica. Dos seminaristas, apenas Pedro Donders se ofereceu. Em 5 de junho de 1841 foi ordenado sacerdote. Um ano mais tarde chegou em Paramaribo, uma região selvagem quatro vezes maior que a Holanda. Era seu campo de missão. Os primeiros catorze anos foram dedicados à formação dos catequistas, das crianças e às visitas pastorais entre os escravos das fazendas holandesas. Era enorme a distância religiosa e moral, tanto entre os brancos como entre os negros. A rotina de padre Pedro iniciava nas primeiras horas da madrugada quando rezava a Santa Missa e se entregava às orações, depois saia para visitar as famílias. Em 1856 recebeu o encargo da pastoral dos enfermos, dedicando-se especialmente aos leprosos de Batávia, local oficial para os leprosos, onde existiam mais de quatrocentos enfermos de ambos os sexos e com todos os tipos de lepra. Nesta tarefa, nenhum capelão resistia mais de um ano. Ele ficou quase trinta, sempre à inteira disposição dos miseráveis. Não se contentava somente com palavras piedosas. Fazia de tudo. Principalmente aos pacientes terminais. Suspendia os corpos para dar-lhes de beber e lavava com zelo aquilo que nenhum ser humano gostaria de ver: um corpo humano quase decomposto, mas, vivo! Em 1865 chegaram os Missionários Redentoristas no Suriname, com a missão de continuar os trabalhos de evangelização. Os quatro holandeses sacerdotes diocesanos poderiam optar em voltar para a Holanda. Dois sacerdotes regressaram. Padre Pedro decidiu ficar e pediu seu ingresso na Congregação do Santíssimo Redentor, professando os votos em 1867. No final do ano 1886, pela última vez, padre Pedro visitou todos os seus enfermos. Atendeu as confissões de todos e lhes deu a Santa Comunhão. Um ano depois no dia 14 de janeiro de 1887, morreu de uma grave enfermidade renal. Santamente terminou sua vida e apostolado de oração e trabalho contínuo e de muitos sofrimentos. O Papa João Paulo II proclamou Beato Pedro Donders em 1982, designando o dia de sua morte para as honras litúrgicas. The post Beato Pedro Donders appeared first on Arautos do Evangelho. Fonte: Santo do Dia – Arautos do Evangelho
Santo Hilário De Poitiers

Queridos irmãos e irmãs: Hoje quero falar de um grande padre da Igreja do Ocidente, Santo Hilário de Poitiers, uma das grandes figuras de bispos do século IV. Ante os arianos, que consideravam o Filho de Deus como uma criatura, ainda que excelente, mas só uma criatura, Hilário consagrou toda sua vida à defesa da fé na divindade de Jesus Cristo, Filho de Deus e Deus como o Pai, que o gerou desde a eternidade. Não contamos com dados seguros sobre a maior parte da vida de Hilário. As fontes antigas dizem que nasceu em Poitiers, provavelmente por volta do ano 310. De família acomodada, recebeu uma formação literária, que pode reconhecer-se com clareza em seus escritos. Parece que não foi criado em um ambiente cristão. Ele mesmo nos fala de um caminho de busca da verdade, que o levou pouco a pouco ao reconhecimento do Deus criador e do Deus encarnado, morto para dar-nos a vida eterna. Batizado por volta do ano 345, foi eleito bispo de sua cidade natal em torno de 353-354. Nos anos seguintes, Hilário escreveu sua primeira obra, o «Comentário ao Evangelho de Mateus». Trata-se do comentário mais antigo em latim que nos chegou desse Evangelho. No ano 356, ele assistiu como bispo ao sínodo de Béziers, no sul da França, o «sínodo dos falsos apóstolos», como ele mesmo o chama, pois a assembléia estava dominada por bispos filoarianos, que negavam a divindade de Jesus Cristo. Estes «falsos apóstolos» pediram ao imperador Constâncio que condenasse ao exílio o bispo de Poitiers. Dessa forma, Hilário se viu obrigado a abandonar a Gália no verão do ano 356. Exilado na Frígia, na atual Turquia, Hilário entrou em contato com um contexto religioso totalmente dominado pelo arianismo. Também lá sua solicitude como pastor o levou a trabalhar sem descanso a favor do restabelecimento da unidade da Igreja, baseando-se na reta fé formulada pelo Concílio de Nicéia. Com este objetivo, empreendeu a redação de sua obra dogmática mais importante e conhecida: o «De Trinitate» (sobre a Trindade). Nela, Hilário expõe seu caminho pessoal para o conhecimento de Deus e se preocupa por mostrar que a Escritura testifica claramente a divindade do Filho e sua igualdade com o Pai não só no Novo Testamento, mas também em muitas páginas do Antigo Testamento, nas quais já se apresenta o mistério de Cristo. Ante os arianos, insiste na verdade dos nomes do Pai e do Filho e desenvolve toda sua teologia trinitária partindo da fórmula do Batismo que o próprio Senhor nos entregou: «em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo». O Pai e o Filho são da mesma natureza. E ainda que algumas passagens do Novo Testamento poderiam levar a pensar que o Filho é inferior ao Pai, Hilário oferece regras precisas para evitar interpretações equívocas: alguns textos da Escritura falam de Jesus como Deus, outros sublinham sua humanidade. Alguns se referem a Ele em sua pré-existência junto ao Pai; outros levam em consideração o estado de abaixamento («kénosis»), sua descida até a morte; outros, por último, o contemplam na glória da ressurreição. Nos anos de seu exílio, Hilário escreveu também o «Livro dos Sínodos», no qual reproduz e comenta para os irmãos bispos da Gália as confissões de fé e outros documentos de sínodos reunidos no Oriente ao redor da metade do século IV. Sempre firme na oposição aos arianos radicais, Santo Hilário se assemelha ao Pai na essência, naturalmente tentando levá-los sempre para a plena fé, segundo a qual não se dá só uma semelhança, mas uma verdadeira igualdade entre o Pai e o Filho na divindade. Isso também nos parece característico: seu espírito de conciliação trata de compreender quem ainda não chegou à verdade plena e os ajuda, com grande inteligência teológica, a alcançar a plena fé na verdadeira divindade do Senhor Jesus Cristo. No ano 360 ou 361, Hilário pôde finalmente regressar do exílio à sua pátria e imediatamente voltou a empreender a atividade pastoral em sua Igreja, mas o influxo de seu magistério se estendeu, de fato, muito além dos confins da mesma. Um sínodo celebrado em Paris no ano 360 ou 361 retomou a linguagem do Concílio de Nicéia. Alguns autores antigos consideram que esta mudança antiariana do episcopado da Gália se deveu em boa parte à fortaleza e mansidão do bispo de Poitiers. Esta era precisamente sua qualidade: conjugar a fortaleza na fé com a mansidão na relação interpessoal. Nos últimos anos de sua vida, ele compôs os «Tratados sobre os Salmos», um comentário a 58 salmos, interpretados segundo o princípio sublinhado na introdução: «Não cabe dúvida de que todas as coisas que se dizem nos salmos devem ser entendidas segundo o anúncio evangélico, de forma que, independentemente da voz com a qual o espírito profético falou, tudo se refere ao conhecimento da vinda de nosso Senhor Jesus Cristo, encarnação, paixão e reino, e à glória e potência de nossa ressurreição» («Instructio Psalmorum» 5). Ele vê em todos os salmos esta transparência do mistério de Cristo e de seu Corpo, que é a Igreja. Em várias ocasiões, Hilário se encontrou com São Martinho: precisamente o futuro bispo de Tours fundou um mosteiro perto de Poitiers, que ainda existe hoje. Hilário faleceu no ano 367. Sua memória litúrgica é celebrada em 13 de janeiro. Em 1851, o beato Pio IX o proclamou doutor da Igreja. Para resumir o essencial de sua doutrina, quero dizer que o ponto de partida da reflexão teológica de Hilário é a fé batismal. Em «De Trinitate», Hilário escreve: Jesus «mandou batizar ‘em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo’ (cf. Mateus 28, 19), ou seja, confessando o Autor, o Unigênito e o Dom. Só há um Autor de todas as coisas, pois só há um Deus Pai, de quem tudo procede. E um só Senhor nosso, Jesus Cristo, por quem tudo foi feito (I Coríntios 8, 6), e um só Espírito (Efésios 4, 4), dom em todos… Não se pode encontrar nada que
São Bernardo De Corleone

Nasce a 6 de Fevereiro de 1605 em Corleone (Itália), numa “família de santos”, dado que seu pai é tão misericordioso para com os miseráveis que os traz a casa, os lava, veste e alimenta com grande caridade. E também seus irmãos e irmãs são muito virtuosos. Neste terreno fértil, Filipe (este é o seu nome de Baptismo) aprende a exercer a caridade e a amar tanto o Crucificado como a Virgem. Certo dia, ao ser provocado, fere o malfeitor no braço mas em seguida arrepende-se e pede-lhe perdão, tornando-se depois seu amigo. Este episódio amadurece a sua vocação religiosa, que ele abraça recebendo o hábito dos Frades capuchinhos no dia 13 de Dezembro de 1631, no noviciado de Caltanissetta. A sua vida no mosteiro é simples e humilde, dado que o seu trabalho é quase exclusivamente na cozinha. Contudo, procura curar os doentes e exercer uma série de trabalhos suplementares, úteis para a comunidade. Além disso, enriquece a sua vida espiritual com várias formas de penitência e de mortificação, demonstrando possuir uma personalidade doce e, ao mesmo tempo, forte. Desenvolve-se nele também uma forte paixão pela Eucaristia, que recebe todos dias e, quando se encontra diante do Sacrário ou concentrado em oração, para ele o tempo deixa de existir. Além disso, à noite faz sempre companhia ao Santíssimo Sacramento, para que não permaneça sozinho, e sempre que é possível, ajuda o sacristão para poder ficar mais perto do Tabernáculo. A solidariedade para com os seus confrades chega a assumir uma dimensão social. Assim, em circunstâncias de calamidades naturais, como terremotos e furacões, em Palermo faz-se intermediário diante do Tabernáculo, lutando como Moisés: “Senhor, desejo esta graça!”; o flagelo cessa, poupando uma catástrofe maior. Já no leito de morte, depois de receber a última bênção, entoa hinos de louvor ao Paraíso e recorda com êxtase o valor da disciplina, das vigílias, das penitências, da abnegação, da obediência, do jejum e do exercício de todas as perfeições religiosas para a sua vida de santidade. Entrega a alma a Deus na tarde de 12 de Janeiro de 1667. (Fonte: http://bit.ly/2KUorOT) The post São Bernardo de Corleone appeared first on Arautos do Evangelho. Fonte: Santo do Dia – Arautos do Evangelho
São Teodósio, Monge

Mogariasse, na Capadócia, é a terra onde, em 424, de pais piedosos, nasceu Teodósio, cuja vida foi escrita por Teodoro, seu discípulo. Os frutos da boa educação que dos pais recebera, não tardaram a aparecer. Ainda muito jovem, foi escolhido a fazer a leitura pública, por ocasião da Santa Missa. Assim adquiriu um conhecimento mais profundo dos Livros Santos e cada vez mais se lhe acentuou no coração o desejo de santidade e do desapego neste mundo. Lendo freqüentes vezes a história do patriarca Abraão, sempre o impressionava a ordem que este santo varão recebera de Deus, de abandonar sua terra e família, e procurar outras paragens. A mesma ordem parecia-lhe ser dada. Antes, porém, de tomar uma resolução definitiva a este respeito, fez uma viagem à Terra Santa, onde visitou os Santos Lugares. Nesta ocasião, passou pelo lugar onde se achava São Simeão Estilita. O grande penitente, sem o ter visto antes, chamou-o pelo nome e disse-lhe que Deus o tinha escolhido para ser instrumento da santificação de muitas almas. O resultado dessa visita aos Santos Lugares, em Jerusalém, foi a resolução de dedicar-se à vida religiosa, no convento. Próximo a torre de Davi, morava um santo eremita, de nome Longino, cuja santidade estava na boca de todos. À direção daquele homem Teodósio se confiou, e em pouco tempo fez tanto progresso na santidade, que lhe foi oferecida a provedoria de uma igreja de Nossa Senhora, que uma piedosa mulher tinha construído, no caminho que vai para Belém. Teodósio aceitou o cargo, em obediência ao superior. Como as freqüentes e numerosas visitas o aborrecessem, Teodósio retirou-se para a solidão duma gruta, onde viveu trinta anos, entregue às práticas da mais austera penitência. A fama da sua santidade atraiu tantos moços, desejando viver em sua companhia, que Teodósio, sem que o tivesse planejado organizou o regulamento da comunidade, de que veio a ser superior. Ao lado do convento, Teodósio fez um albergue para peregrinos e um hospital. Este último, mereceu-lhe especial cuidado, e foi teatro de sua caridade. Podia faltar-lhe tudo, menos a confiança ilimitada na Divina Providência. De fato esta nunca o abandonou, como provam acontecimentos que evidentemente mostram a intervenção do auxílio de Deus, em ocasiões de grandes embaraços. Como a caridade era excepcional a humildade do servo de Deus. Encontrando uma vez dois discípulos em forte rixa, pôs-se de joelhos entre eles, fazendo-os lembrar das leis da caridade, e não se levantou enquanto não fizeram as pazes. Em certa ocasião se viu obrigado a excluir um dos religiosos, por um grave delito que o mesmo cometera. Em vez de sujeitar-se e aceitar o justo castigo, rebelou-se o religioso contra o superior, cobrindo-o de injúrias, dizendo afinal, que este era o culpado de tudo e por isso era ele quem merecia ser expulso. Teodósio nenhuma resposta deu ao pobre transviado; pelo contrário, ouviu com toda a calma os impropérios do súdito, como se este tivesse toda a razão. Mais depressa do que se esperava, o religioso se converteu e pediu perdão ao superior. Pelo fim da vida, Teodósio sofreu as perseguições do imperador Anastácio, por não ter querido sujeitar-se às insinuações do mesmo, na questão de uma heresia que se tinha levantado, e de que o monarca era o fautor. Teodósio opôs-se energicamente a esta corrente perniciosa, o que lhe importou a expatriação. O exílio deu-lhe pouca duração. Anastácio morreu e Teodósio pode voltar, vivendo ainda onze anos. (Fonte: paginaoriente.com) The post São Teodósio, Monge appeared first on Arautos do Evangelho. Fonte: Santo do Dia – Arautos do Evangelho
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