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Evangelho Do Dia 2018-07-21

Sábado, 21 de Julho de 2018. Santo do dia: São Lourenço de Bríndisi, presbítero e Doutor da Igreja; São José Wang Yumei, leigo Cor litúrgica: verde Evangelho do dia: São Mateus 12, 14-21 Primeira leitura: Miqueias 2, 1-5Leitura da profecia de Miqueias: 1Ai dos que tramam a iniquidade e se ocupam de maldades ainda em seus leitos! Ao amanhecer do dia, executam tudo o que está em poder de suas mãos. 2Cobiçam campos e tomam-nos com violência, cobiçam casas e roubam-nas. Oprimem o dono e sua casa, o proprietário e seus bens. 3Isto diz o Senhor: “Eis que tenciono enviar sobre esta geração perversa uma desgraça de onde não livrareis vossos pescoços; não podereis andar de cabeça erguida, porque serão tempos desastrosos. 4Naquele dia, sereis assunto de uma alegoria, de uma canção triste que diz: ‘Fomos inteiramente devastados; a parte de meu povo que passou a outro por ninguém lhe será restituída; os nossos campos são repartidos entre infiéis’. 5Por isso, não terás na assembleia do Senhor quem meça com cordel as porções consignadas por sorte”. – Palavra do Senhor – Graças a Deus Salmo 9B (10) – Ó Senhor, por que ficais assim tão longe e, no tempo da aflição, vos escondeis, enquanto o pecador se ensoberbece, o pobre sofre e cai no laço do malvado? R: O Senhor não se esquece do clamor dos aflitos. – O ímpio se gloria em seus excessos, blasfema o avarento e vos despreza; em seu orgulho ele diz: “Não há castigo! Deus não existe!” É isso mesmo que ele pensa. R: O Senhor não se esquece do clamor dos aflitos. – Só há maldade e violência em sua boca, em sua língua, só mentira e falsidade. Arma emboscadas nas saídas das aldeias, mata inocentes em lugares escondidos. R: O Senhor não se esquece do clamor dos aflitos. – Vós, porém, vedes a dor e o sofrimento, vós olhais e tomais tudo em vossas mãos! A vós o pobre se abandona confiante, sois dos órfãos vigilante protetor. R: O Senhor não se esquece do clamor dos aflitos. Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus 12, 14-21 – Aleluia, Aleluia, Aleluia.– Em Cristo, Deus reconciliou consigo mesmo a humanidade; e a nós ele entregou essa reconciliação (2Cor 5,19); Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus: Naquele tempo, 14os fariseus saíram e fizeram um plano para matar Jesus. 15Ao saber disso, Jesus retirou-se dali. Grandes multidões o seguiram, e ele curou a todos. 16E ordenou-lhes que não dissessem quem ele era, 17para se cumprir o que foi dito pelo profeta Isaías: 18“Eis o meu servo, que escolhi; o meu amado, no qual coloco a minha afeição; porei sobre ele o meu Espírito, e ele anunciará às nações o direito. 19Ele não discutirá nem gritará, e ninguém ouvirá a sua voz nas praças. 20Não quebrará o caniço rachado nem apagará o pavio que ainda fumega, até que faça triunfar o direito. 21Em seu nome as nações depositarão a sua esperança”. – Palavra da Salvação– Glória a Vós, Senhor Fonte: Evangelho Diário – Arautos do Evangelho

Santo Elias, Profeta

Seu nome, que significa “o Senhor é meu Deus”, aparece de forma abrupta na História do Reino de Israel, e já com um brilho prodigioso: “Suas palavras queimavam como uma rocha ardente. Elias, o profeta, levantou- se logo como um fogo” (Ecle 48, 1-10). Sabe-se que ele nasceu em torno do ano 900 a.C. em Tesba de Galaad, junto à fronteira do país dos amonitas (atual Jordânia). “Quando Elias estava para nascer, seu pai Sabacha viu-o saudado por alvos anjos, envolvido por faixas de fogo e alimentado com chamas. Tendo ido a Jerusalém, relatou [no templo] a visão, e o oráculo lhe disse que não temesse, pois aquele que ia nascer habitaria na luz, suas palavras seriam sentença segura e julgaria Israel com gládio e fogo” (Doroteu, Sto. Epifânio e Metafrates, apud Cornelio a Lápide, Comentários ao Livro 1º dos Reis, cap. 17) Sua vida foi repleta de aspectos extraordinários. Numerosos autores lhe atribuem a virgindade perpétua, embora essa virtude fosse rara em seu tempo. O famoso exegeta Cornélio a Lápide lhe confere, logo no início de seus comentários, a santidade, austeridade e inocência de vida. Mostra, depois, como o profeta se tornou fundador da vida monástica e eremítica, ao retirar-se para o Monte Carmelo, onde se dedicou à contemplação, reunindo Eliseu e vários discípulos. Leia mais: CLIQUE AQUI Fonte: Santo do Dia – Arautos do Evangelho

Santo Elias, Profeta

Seu nome, que significa “o Senhor é meu Deus”, aparece de forma abrupta na História do Reino de Israel, e já com um brilho prodigioso: “Suas palavras queimavam como uma rocha ardente. Elias, o profeta, levantou- se logo como um fogo” (Ecle 48, 1-10). Sabe-se que ele nasceu em torno do ano 900 a.C. em Tesba de Galaad, junto à fronteira do país dos amonitas (atual Jordânia). “Quando Elias estava para nascer, seu pai Sabacha viu-o saudado por alvos anjos, envolvido por faixas de fogo e alimentado com chamas. Tendo ido a Jerusalém, relatou [no templo] a visão, e o oráculo lhe disse que não temesse, pois aquele que ia nascer habitaria na luz, suas palavras seriam sentença segura e julgaria Israel com gládio e fogo” (Doroteu, Sto. Epifânio e Metafrates, apud Cornelio a Lápide, Comentários ao Livro 1º dos Reis, cap. 17) Sua vida foi repleta de aspectos extraordinários. Numerosos autores lhe atribuem a virgindade perpétua, embora essa virtude fosse rara em seu tempo. O famoso exegeta Cornélio a Lápide lhe confere, logo no início de seus comentários, a santidade, austeridade e inocência de vida. Mostra, depois, como o profeta se tornou fundador da vida monástica e eremítica, ao retirar-se para o Monte Carmelo, onde se dedicou à contemplação, reunindo Eliseu e vários discípulos. Leia mais: CLIQUE AQUI Fonte: Santo do Dia – Arautos do Evangelho

Evangelho Do Dia 2018-07-20

Sexta-feira, 20 de Julho de 2018. Santodo dia: Santo Apolinário, Bispo e mártir; Santo Elias, ProfetaCor litúrgica: verde Evangelho do dia: São Mateus 12, 1-8 Primeira leitura: Isaías 38, 1-6.21-22.7-8Leitura do livro do profeta Isaías: 1Naqueles dias, Ezequias foi acometido de uma doença mortal. Foi visitá-lo o profeta Isaías, filho de Amós, e disse-lhe: “Isto diz o Senhor: Arruma as coisas de tua casa, pois vais morrer e não viverás”. 2Então Ezequias virou o rosto contra a parede e orou ao Senhor, dizendo: 3“Peço-te, Senhor, te lembres de que tenho caminhado em tua presença, com fidelidade e probidade de coração, e tenho praticado o bem aos teus olhos”. Ezequias prorrompeu num grande choro. 4A palavra do Senhor foi dirigida a Isaías: 5“Vai dizer a Ezequias: Isto diz o Senhor, Deus de Davi, teu pai: ‘Ouvi a tua oração, vi as tuas lágrimas; eis que vou acrescentar à tua vida mais quinze anos, 6vou libertar-te das mãos do rei da Assíria junto com esta cidade, que ponho sob minha proteção’”. 21Então Isaías ordenou que fizessem uma cataplasma de massa de figos e a aplicassem sobre a ferida, que ele ficaria bom. 22Perguntou Ezequias: “E qual é o sinal de que hei de subir à casa do Senhor?” 7“Este é o sinal que terás do Senhor, de que ele cumprirá a promessa que fez: 8Eis que farei recuar dez graus a sombra dos graus que já desceu no relógio solar de Acaz”. De fato, a marca do sol recuara dez graus dos que ela tinha descido. – Palavra do Senhor – Graças a Deus Salmo (Is 38) – Eu dizia: “É necessário que eu me vá no apogeu de minha vida e de meus dias; para a mansão triste dos mortos descerei, sem viver o que me resta dos meus anos”. R: Vós livrastes minha vida do sepulcro, a fim de eu não deixar de existir. – Eu dizia: “Não verei o Senhor Deus sobre a terra dos viventes nunca mais; nunca mais verei um homem neste mundo!” R: Vós livrastes minha vida do sepulcro, a fim de eu não deixar de existir. – Minha morada foi à força arrebatada, desarmada como a tenda de um pastor. Qual tecelão, eu ia tecendo a minha vida, mas agora foi cortada a sua trama. R: Vós livrastes minha vida do sepulcro, a fim de eu não deixar de existir. – Ó Senhor, meu coração em vós espera; por vós há de viver o meu espírito. Curai-me e conservai a minha vida. R: Vós livrastes minha vida do sepulcro, a fim de eu não deixar de existir. Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus 12, 1-8 – Aleluia, Aleluia, Aleluia.– Minhas ovelhas escutam minha voz, eu as conheço e elas me seguem (Jo 10,27); Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus: 1Naquele tempo, Jesus passou no meio de uma plantação num dia de sábado. Seus discípulos tinham fome e começaram a apanhar espigas para comer. 2Vendo isso, os fariseus disseram-lhe: “Olha, os teus discípulos estão fazendo o que não é permitido fazer em dia de sábado!” 3Jesus respondeu-lhes: “Nunca lestes o que fez Davi quando ele e seus companheiros sentiram fome? 4Como entrou na casa de Deus e todos comeram os pães da oferenda, que nem a ele nem aos seus companheiros era permitido comer, mas unicamente aos sacerdotes? 5Ou nunca lestes na lei que, em dia de sábado, no templo, os sacerdotes violam o sábado sem contrair culpa alguma? 6Ora, eu vos digo, aqui está quem é maior do que o templo. 7Se tivésseis compreendido o que significa: ‘Quero a misericórdia e não o sacrifício’, não teríeis condenado os inocentes. 8De fato, o Filho do homem é senhor do sábado”. – Palavra da Salvação– Glória a Vós, Senhor Fonte: Evangelho Diário – Arautos do Evangelho

Santo Elias, Profeta

Seu nome, que significa “o Senhor é meu Deus”, aparece de forma abrupta na História do Reino de Israel, e já com um brilho prodigioso: “Suas palavras queimavam como uma rocha ardente. Elias, o profeta, levantou- se logo como um fogo” (Ecle 48, 1-10). Sabe-se que ele nasceu em torno do ano 900 a.C. em Tesba de Galaad, junto à fronteira do país dos amonitas (atual Jordânia). “Quando Elias estava para nascer, seu pai Sabacha viu-o saudado por alvos anjos, envolvido por faixas de fogo e alimentado com chamas. Tendo ido a Jerusalém, relatou [no templo] a visão, e o oráculo lhe disse que não temesse, pois aquele que ia nascer habitaria na luz, suas palavras seriam sentença segura e julgaria Israel com gládio e fogo” (Doroteu, Sto. Epifânio e Metafrates, apud Cornelio a Lápide, Comentários ao Livro 1º dos Reis, cap. 17) Sua vida foi repleta de aspectos extraordinários. Numerosos autores lhe atribuem a virgindade perpétua, embora essa virtude fosse rara em seu tempo. O famoso exegeta Cornélio a Lápide lhe confere, logo no início de seus comentários, a santidade, austeridade e inocência de vida. Mostra, depois, como o profeta se tornou fundador da vida monástica e eremítica, ao retirar-se para o Monte Carmelo, onde se dedicou à contemplação, reunindo Eliseu e vários discípulos. Leia mais: CLIQUE AQUI Fonte: Santo do Dia – Arautos do Evangelho

Evangelho Do Dia 2018-07-19

Quinta-feira, 19 de Julho de 2018. Santo do dia: São Bernoldo, BispoCor litúrgica: verde Evangelho do dia: São Mateus 11,28-30 Primeira leitura: Isaías 26, 7-9.12.16-19Leitura do livro do profeta Isaías: 7O caminho do justo é reto, e tu ainda aplainas a estrada ao justo. 8Sim, no caminho dos teus juízos esperamos em ti, Senhor; para o teu nome e para a tua memória volta-se o nosso desejo. 9Quando vem a noite, anseia por ti a minha alma e, com a força do espírito, te procuro no meu íntimo. Quando brilharem na terra teus juízos, os habitantes do mundo aprenderão a ser justos. 12Senhor, hás de dar-nos a paz, como nos deste a mão em nossos trabalhos. 16Senhor, eles a ti recorreram na angústia; exageraram na superstição, e veio-lhes o teu castigo. 17Como a mulher grávida, ao aproximar-se o parto, geme e chora em suas dores, assim nós, Senhor, em tua presença. 18Concebemos e sofremos dores de parto, e o que geramos foi vento. Não demos à terra frutos de salvação, não fizemos nascer habitantes para o mundo. 19Reviverão os teus mortos e se levantarão também os meus mortos. Despertai, cantai louvores, vós que jazeis no pó! Senhor, é orvalho de luz o teu orvalho, e a terra trará à luz os falecidos. – Palavra do Senhor – Graças a Deus Salmo 101 (102) – Vós, Senhor, permaneceis eternamente, de geração em geração sereis lembrado! Levantai-vos, tende pena de Sião, já é tempo de mostrar misericórdia! Pois vossos servos têm amor aos seus escombros e sentem compaixão de sua ruína. R: O Senhor olhou a terra do alto céu. – As nações respeitarão o vosso nome, e os reis de toda a terra, a vossa glória; quando o Senhor reconstruir Jerusalém e aparecer com gloriosa majestade, ele ouvirá a oração dos oprimidos e não desprezará a sua prece. R: O Senhor olhou a terra do alto céu. – Para as futuras gerações se escreva isto, e um povo novo a ser criado louve a Deus. Ele inclinou-se de seu templo nas alturas, e o Senhor olhou a terra do alto céu, para os gemidos dos cativos escutar e da morte libertar os condenados. R: O Senhor olhou a terra do alto céu. Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus 11, 28-30 – Aleluia, Aleluia, Aleluia.– Vinde a mim, todos vós que estais consados, e descanso eu vos darei, diz o Senhor (Mt 11,28); Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus: Naquele tempo, tomou Jesus a palavra e disse: 28“Vinde a mim, todos vós que estais cansados e fatigados sob o peso dos vossos fardos, e eu vos darei descanso. 29Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração, e vós encontrareis descanso. 30Pois o meu jugo é suave e o meu fardo é leve”. – Palavra da Salvação– Glória a Vós, Senhor Comentário ao Evangelho por São Jerónimo, Presbítero e Doutor da Igreja A carga leve da lei de Cristo «Levai os fardos uns dos outros e assim cumprireis a lei de Cristo». O pecado é um fardo, como atesta o salmista quando afirma: «Os meus pecados levantaram-se contra mim como um fardo». O Salvador carregou esse fardo por nós, ensinando-nos assim, com o seu exemplo, o que devemos fazer também nós. Pois Ele próprio transporta o fardo dos nossos pecados e sofre por nós (Is 53,4), convidando aqueles que se sentem oprimidos pelo pesado fardo da lei e dos seus pecados a carregar a carga leve da virtude quando afirma: «O meu jugo é suave e a minha carga é leve». Assim, pois, aquele que, sem desesperar da salvação do seu irmão, estende a mão a quem implora o seu apoio, chorando com quem chora, sendo fraco com os fracos e olhando os pecados dos outros como seus, esse cumpre, pela caridade, a lei de Cristo. E que lei é esta? «O mandamento que vos dou é que vos ameis uns aos outros» (Jo 13,34). Qual é a lei do Filho de Deus? «Amai-vos uns aos outros como Eu vos amei». E como foi que o Filho de Deus nos amou? «Ninguém tem maior amor que aquele que dá a vida pelos seus amigos» (Jo 15,13). Aquele que não tem clemência, que não se revestiu de entranhas de misericórdia e de lágrimas, por muito elevado que esteja em espiritualidade, não cumpriu a lei de Cristo. Aquele que acorre em socorro do pobre esmagado pelo peso da indigência e arranja amigos com o dinheiro iníquo, esse partilha as necessidades do seu irmão. A esse, Jesus dirá após a ressurreição geral: «Vinde a Mim, benditos de meu Pai, tomar posse do reino que vos foi preparado desde o começo do mundo. Porque tive fome e destes-Me de comer, tive sede e destes-Me de beber» (Mt 25,34-35). Fonte: Evangelho Diário – Arautos do Evangelho

São Pedro Crisci De Foligno, Confessor

Filho de nobre e rica família, Pedro Crisci foi moço de vida toda ela cheia de aventuras. Converteu-se aos trinta anos. Abominando tudo aquilo que fizera na ruidosa juventude, vendeu o que possuía, o que apurou distribuiu aos pobres e, nada mais restando, quis vender-se a si mesmo, prometendo a quem o comprasse obedecê-lo em tudo. Um senhor comprou-o, mas, tocado pela humildade do jovem Pedro, restituiu-lhe a liberdade, impondo-lhe, como condição para tal, que não se esquecesse jamais de pedir a Deus por si. Vestido com um saco, Pedro de Crisci orava a olhar para o sol, que para ele simbolizava Jesus Cristo. Banhado em suor, enquanto não terminava as orações, não abandonava aquela postura, o que, logo, levou os habitantes de Foligno a tê-lo como louco. Morto aos 19 de Julho de 1323 no campanário da catedral, que era a sua casa, foi honrado como santo quase que imediatamente depois – já que interrogado pelos inquisidores de Assis e de Espoleto, saíra-se honrosamente de tudo aquilo que os afoitos e os mal informados o haviam acusado. Escreveu-lhe a vida um dos bispos de Foligno, o dominicano João Corini de São Geminiano. (Vida dos Santos, Padre Rohrbacher, Volume XIII, p. 180-181)             Fonte: Santo do Dia – Arautos do Evangelho

Evangelho Do Dia 2018-07-18

Quarta-feira, 18 de Julho de 2018. Santo do dia: São Filastro, BispoCor litúrgica: verde Evangelho do dia: São Mateus 11, 25-27 Primeira leitura: Isaías 10, 5-7.13-16Leitura do livro do profeta Isaías: Assim fala o Senhor: 5“Ai de Assur, vara de minha cólera, bastão em minhas mãos, instrumento de minha indignação! 6Eu o envio contra uma nação ímpia e ordeno-lhe, contra um povo que me excita à ira, que o submeta à pilhagem e ao saque, que o calque aos pés como lama nas ruas. 7Mas ele assim não pensava, seu propósito não era esse; pelo contrário, sua intenção era esmagar e exterminar não poucas nações. 13Pois diz o rei da Assíria: ‘Realizei isso pela força da minha mão e com minha sagacidade, pois tenho experiência; aboli as fronteiras dos povos, saqueei seus tesouros e derrubei de golpe os ocupantes de altos postos; 14minha mão empalmou como um ninho a riqueza dos povos; e como se apanha uma ninhada de ovos, assim ajuntei eu os povos da terra, e não houve quem batesse asa ou abrisse o bico e desse um pio’. 15Mas, acaso, gloria-se o machado, em detrimento do lenhador que com ele corta? Ou se exalta a serra contra o serrador que a maneja? Como se a vara movesse quem a levanta e um bastão erguesse aquele que não é madeira. 16Por isso, enviará o dominador, Senhor dos exércitos, contra aqueles fortes guerreiros o raquitismo; e abalará sua glória com convulsões que queimam como fogo”. – Palavra do Senhor – Graças a Deus Salmo 93 (94) – Eis que oprimem, Senhor, vosso povo e humilham a vossa herança; estrangeiro e viúva trucidam, e assassinam o pobre e o órfão! R: O Senhor não rejeita o seu povo. – Eles dizem: “O Senhor não nos vê e o Deus de Jacó não percebe!” Entendei, ó estultos do povo; insensatos, quando é que vereis? R: O Senhor não rejeita o seu povo. – O que fez o ouvido não ouve? Quem os olhos formou não verá? Quem educa as nações não castiga? Quem os homens ensina não sabe? R: O Senhor não rejeita o seu povo. – O Senhor não rejeita o seu povo e não pode esquecer sua herança: voltarão a juízo as sentenças; quem é reto andará na justiça. R: O Senhor não rejeita o seu povo. Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus 11, 25-27 – Aleluia, Aleluia, Aleluia.– Graças te dou, ó Pai, Senhor do céu e da terra, pois revelaste os mistérios do teu reino aos pequeninos, escondendo-os aos doutores ! (Mt 11,25); Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus: 25Naquele tempo, Jesus pôs-se a dizer: “Eu te louvo, ó Pai, Senhor do céu e da terra, porque escondeste estas coisas aos sábios e entendidos e as revelaste aos pequeninos. 26Sim, Pai, porque assim foi do teu agrado. 27Tudo me foi entregue por meu Pai, e ninguém conhece o Filho, senão o Pai, e ninguém conhece o Pai, senão o Filho e aquele a quem o Filho o quiser revelar”. – Palavra da Salvação– Glória a Vós, Senhor Comentário ao Evangelho por São Vicente de Paulo, PresbíteroConversas espirituais, conferência de 21/03/1659 «Escondeste estas verdades aos sábios e inteligentes e as revelaste aos pequeninos» A simplicidade é tão agradável a Deus! Sabeis que a Escritura diz que a sua alegria é estar com os simples de coração, os que vivem de boa fé e com simplicidade: «Ele reserva a sua intimidade para os justos» (Pr 3,32). Quereis encontrar a Deus? Falai com os simples. Ó meu Salvador! Ó meus irmãos que sentis o desejo de ser simples, que felicidade! Que felicidade! Coragem, uma vez que tendes a promessa de que a alegria de Deus é estar com os simples. Outra coisa que nos recomenda maravilhosamente a simplicidade são estas palavras do nosso Senhor: «Eu Te bendigo, ó Pai, Senhor do céu e da terra, porque escondeste estas verdades aos sábios e inteligentes e as revelaste aos pequeninos». Reconheço, meu Pai, e por isso Vos agradeço, que a doutrina que aprendi com vossa divina majestade e que difundo entre os homens é conhecida apenas dos simples, e que permitis que os entendidos do mundo não a entendam; a eles a escondestes, se não em palavras, pelo menos no espírito. Ó Salvador! Ó meu Deus! Isto deve amedrontar-nos. Corremos atrás da ciência como se dela dependesse a nossa felicidade. Mal de nós se a não temos! É necessário tê-la, mas apenas a essencial; é preciso estudar, mas sobriamente. Há quem simule ter conhecimentos, fazendo-se passar por pessoa de posição e de condição. A esses, aos sábios e entendidos do mundo, Deus tira o entendimento das verdades cristãs. A quem o dá então? Às gentes do povo, às pessoas de bem. […] Senhores, a verdadeira religião está entre os pobres. Deus enche-os de uma fé viva; eles creem, alcançam, experimentam as palavras de vida. […] Normalmente, conservam a paz no meio das preocupações e dos sofrimentos. Porquê? Devido à sua fé. Porquê? Porque são simples, Deus fez abundar neles as graças que recusa aos ricos e sábios do mundo. Fonte: Evangelho Diário – Arautos do Evangelho

São Simão De Lipnica, Confessor

Simão nasceu em Lipnica, Murowana, na Polônia meridional, entre os anos de 1435-1440. Seus pais, Gregório e Ana, souberam dar a ele uma boa educação, inspirada nos valores da fé cristã e, apesar de sua modesta condição, preocuparam-se em assegurar uma adequada formação cultural. Simão cresceu com um caráter piedoso e responsável, uma natural predisposição à oração e um terno amor à Mãe de Deus. Em 1454, viajou a Cracóvia para assistir à famosa Academia Jagellonica. Nesse tempo São João de Capistrano entusiasmava a cidade com a santidade de sua vida e o fervor de sua pregação, atraindo à vocação franciscana um numeroso grupo de jovens. Em 8 de setembro de 1453, o santo italiano havia também fundado, na Cracóvia, o primeiro convento da Observância, com o nome de São Bernardino de Sena. Por esse motivo, os frades menores daquele convento foram chamados pelo povo de “bernardinos”. Em 1457, também o jovem Simão, fascinado pelo ideal franciscano, preferiu seguir o Evangelho, interrompendo uma carreira de sucessos. Para tanto, pediu para ser aceito, com outros dez companheiros de estudos, no convento de Stradom. Sob a orientação do Mestre de noviços, P. Cristóforo de Varese, religioso eminente por sua doutrina e santidade de vida, Simão recorreu com generosidade à vida humilde e pobre dos frades menores, alcançando o sacerdócio em 1460. Exerceu seu primeiro ministério no convento de Tarnów, onde foi guardião da fraternidade. Em seguida, se estabaleceu em Stradom (Cracóvia), dedicando-se incansavelmente à pregação evangélica, com palavra limpa, plena de ardor, de fé e sabedoria, que deixava entrever sua profunda união com Deus e o prolongado estudo da Sagrada Escritura. Como São Bernardino de Sena e São João de Capistrano, Fr. Simão estende a devoção ao Nome de Jesus, obtendo a conversão de inúmeros pecadores. Em 1463, primeiro entre os Frades Menores, ocupou o ofício de pregador na catedral de Wawel. Por sua entrega à pregação evangélica das fontes antigas, ganhou o título de “Pregador Fervorosíssimo”. Desejoso em render homenagem a São Bernardino de Sena, inspirador de sua pregação, em 17 de maio de 1472, junto a outros frades poloneses, chegou a Aquitania para participar da solene transladação do santo para o novo templo erguido em sua honra. Novamente foi à Itália, em 1478, por ocasião do Capítulo Geral em Pávia. Nessa ocasião pode satisfazer um desejo profundo de visitar as tumbas dos Apóstolos, em Roma, e prosseguir depois sua peregrinação à Terra Santa. Viveu a feliz experiência em espírito de penitência, de verdadeiro amante da Paixão de Cristo, com a oculta aspiração de derramar o próprio sangue pela salvação das almas, agradando assim a Deus. Imitador de São Francisco em seu amor pelos lugares santos, na eventualidade de ser capturado pelos infiéis, antes de viajar memorizou todo o texto da Regra da Ordem “para tê-la sempre diante dos olhos e da mente”. O amor de Simão pelos irmãos se manifestou de maneira extraordinária no último ano de sua vida, quando uma epidemia da peste devastou Cracóvia. De julho de 1482 a 6 de junho de 1483, a cidade esteve sob o flagelo da enfermidade. Na desolação geral, os franciscanos do convento de São Bernardino se doaram incansavelmente no cuidado aos enfermos, como verdadeiros anjos de consolo. São Simão tomou aquele como um “tempo propício” para exercitar a caridade e para levar a cabo a oferenda da própria vida. Por todas as partes passou confortando, prestando ajuda, administrando os sacramentos e anunciando a consoladora Palavra de Deus aos moribundos. E acabou também contagiado. Suportou com extraordinária paciência os sofrimentos da enfermidade e, próximo da morte, expressou o desejo de ser sepultado no umbral da igreja, para que todos pudessem pisoteá-lo. No sexto dia da enfermidade, a 18 de julho de 1482, sem temer a morte e com os olhos fixos sobre a Cruz, entregou sua alma a Deus. A causa de sua canonização, retomada pelo Papa Pio 12, em 25 de junho de 1948, chegou a bom termo com o reconhecimento de um milagre na cidade de Cracóvia em 1943 e decretada pelo Papa Bento XVI, em dezembro de 2006. São Simão de Lipnica soube harmonizar admiravelmente o compromisso da evangelização e o testemunho da caridade, que brota de seu grande amor à Palavra de Deus e aos irmãos mais pobres e que mais sofrem. (Fonte: “Santos franciscanos para cada dia”, edizioni Porziuncola) Fonte: Santo do Dia – Arautos do Evangelho

Bem-Aventuradas Carmelitas De Compiégne, Virgens E Mártires

Aos 22 de Junho de 1794, catorze dias depois da Convenção reconhecer a existência de um Ente Supremo, levada por Robespierre, desprezando leis, a tramar, assim o queriam os revolucionários, “pour Le rétablissement de La royauté et l’anéantissement de La Republique”, várias religiosas, que viviam em comunidade, foram presas e encerradas no mosteiro da Visitação, o qual fora transformado em prisão. Levadas a prestar o juramento de Liberté-Egalité, preferiram mil vezes morrer do que “rester coupables d’um serment”. A recusa significava a guilhotina e, assim, dezesseis carmelitas receberam a palma do martírio, na triste tarde do dia 17 de Julho daquele mesmo ano de 1794. Eram elas: –  Reverenda Madre Teresa de Santo Agostinho (Maria Madalena Claudina Lidoire, priora, nascida em Paris no dia 22 de setembro de 1752. – Irmã São Luís (Maria Ana Francisca Brideau) sub-priora, nascida em Belford aos 7 de Dezembro de 1752. – Irmã de Jesus Crucificado (Maria Ana Piedcourt), de Paris, onde veio ao mundo aos 9 de Dezembro de 1715. – Irmã Carlota da Ressurreição (Ana Maria Madalena Thouret), nascida em Mouy-Oise – a 16 de Setembro de 1715. – Irmã Eufrásia da Imaculada Conceição (Maria Cláudia Cipriana Brard), de Bourth, onde nasceu aos 12 de Maio de 1736. – Madre Henriqueta de Jesus (Maria Gabriela de Croissy), nascida em Paris no dia 18 de Junho de 1745. – Irmã Teresa do Coração de Maria (Maria Ana Hanisset), de Reims, de 18 de Janeiro de 1742. – Irmã Teresa de Santo Inácio (Maria Gabriela Trézelle), nascida em Compiégne aos 4 de Abril de 1743. – Irmã Júlia Luísa de Jesus (Rosa Cristão de Neufville), nascida em Evreux aos 30 de Dezembro de 1741) – Irmã Maria Henriqueta da Providência (Annette Pelras), nascida aos 16 de Junho de 1760 em Cajard. – Irmã Constância (Maria Genoveva Meunier), de São Dionísio, onde nasceu aos 28 de Maio de 1765. – Irmã Maria do Santo Espírito (Angélica Roussel), nascida em Fresnes no dia 3 de Agosto de 1742. – Irmã Santa Marta (Maria Dufour), nascida em Bannes, Sarthe, aos 2 de Outubro de 1741. – Irmã São Francisco (Isabel Júlia Vérolot), de Ligniéres, Aube, nascida aos 13 de Janeiro de 1764. – Catarina Soiron, irmã rodeira, nascida em Compiégne aos 2 de Fevereiro de 1742. – Teresa Soiron, irmã rodeira, nascida em Compiégne aos 23 de Janeiro de 1748. Antes de morrer, serenes, indiferentes, cantavam o Miserere, o Salve Regina. Aos pés do cadafalso, entoaram o Te Deum, depois o Veni Creator. Mortas, tiveram os restos mutilados transportados para o cemitério de Picpus. E, como homenagem, no muro que rodeia a tuba comum, onde foram depositadas, lê-se, numa placa de mármore:                                                Beati qui in Domino moriuntur Somente uma carmelita escapou do massacre: Francisca Genoveva Filipe, no século – Irmã Josefina Maria da Encarnação, na vida religiosa. O processo de beatificação, aberto por iniciativa do cardeal Ricardo, arcebispo de Paris, a 23 de Fevereiro de 1896, teve tramitação rápida. No dia 6 de Dezembro de 1902, o Papa Leão XIII, declarava as carmelitas veneráveis, e, a 10 de Dezembro de 1905, Pio X, beatificava-as. (Vida dos Santos, Padre Rohrbacher, Volume XIII, p. 118 à 120) Fonte: Santo do Dia – Arautos do Evangelho