Bem-Aventuradas Carmelitas De Compiégne, Virgens E Mártires

Aos 22 de Junho de 1794, catorze dias depois da Convenção reconhecer a existência de um Ente Supremo, levada por Robespierre, desprezando leis, a tramar, assim o queriam os revolucionários, “pour Le rétablissement de La royauté et l’anéantissement de La Republique”, várias religiosas, que viviam em comunidade, foram presas e encerradas no mosteiro da Visitação, o qual fora transformado em prisão. Levadas a prestar o juramento de Liberté-Egalité, preferiram mil vezes morrer do que “rester coupables d’um serment”. A recusa significava a guilhotina e, assim, dezesseis carmelitas receberam a palma do martírio, na triste tarde do dia 17 de Julho daquele mesmo ano de 1794. Eram elas: – Reverenda Madre Teresa de Santo Agostinho (Maria Madalena Claudina Lidoire, priora, nascida em Paris no dia 22 de setembro de 1752. – Irmã São Luís (Maria Ana Francisca Brideau) sub-priora, nascida em Belford aos 7 de Dezembro de 1752. – Irmã de Jesus Crucificado (Maria Ana Piedcourt), de Paris, onde veio ao mundo aos 9 de Dezembro de 1715. – Irmã Carlota da Ressurreição (Ana Maria Madalena Thouret), nascida em Mouy-Oise – a 16 de Setembro de 1715. – Irmã Eufrásia da Imaculada Conceição (Maria Cláudia Cipriana Brard), de Bourth, onde nasceu aos 12 de Maio de 1736. – Madre Henriqueta de Jesus (Maria Gabriela de Croissy), nascida em Paris no dia 18 de Junho de 1745. – Irmã Teresa do Coração de Maria (Maria Ana Hanisset), de Reims, de 18 de Janeiro de 1742. – Irmã Teresa de Santo Inácio (Maria Gabriela Trézelle), nascida em Compiégne aos 4 de Abril de 1743. – Irmã Júlia Luísa de Jesus (Rosa Cristão de Neufville), nascida em Evreux aos 30 de Dezembro de 1741) – Irmã Maria Henriqueta da Providência (Annette Pelras), nascida aos 16 de Junho de 1760 em Cajard. – Irmã Constância (Maria Genoveva Meunier), de São Dionísio, onde nasceu aos 28 de Maio de 1765. – Irmã Maria do Santo Espírito (Angélica Roussel), nascida em Fresnes no dia 3 de Agosto de 1742. – Irmã Santa Marta (Maria Dufour), nascida em Bannes, Sarthe, aos 2 de Outubro de 1741. – Irmã São Francisco (Isabel Júlia Vérolot), de Ligniéres, Aube, nascida aos 13 de Janeiro de 1764. – Catarina Soiron, irmã rodeira, nascida em Compiégne aos 2 de Fevereiro de 1742. – Teresa Soiron, irmã rodeira, nascida em Compiégne aos 23 de Janeiro de 1748. Antes de morrer, serenes, indiferentes, cantavam o Miserere, o Salve Regina. Aos pés do cadafalso, entoaram o Te Deum, depois o Veni Creator. Mortas, tiveram os restos mutilados transportados para o cemitério de Picpus. E, como homenagem, no muro que rodeia a tuba comum, onde foram depositadas, lê-se, numa placa de mármore: Beati qui in Domino moriuntur Somente uma carmelita escapou do massacre: Francisca Genoveva Filipe, no século – Irmã Josefina Maria da Encarnação, na vida religiosa. O processo de beatificação, aberto por iniciativa do cardeal Ricardo, arcebispo de Paris, a 23 de Fevereiro de 1896, teve tramitação rápida. No dia 6 de Dezembro de 1902, o Papa Leão XIII, declarava as carmelitas veneráveis, e, a 10 de Dezembro de 1905, Pio X, beatificava-as. (Vida dos Santos, Padre Rohrbacher, Volume XIII, p. 118 à 120) Fonte: Santo do Dia – Arautos do Evangelho
Evangelho Do Dia 2018-07-17

Terça-feira, 17 de Julho de 2018. Santo do dia: Beato Inácio de Azevedo, presbítero e companheiros, mártiresCor litúrgica: vermelho Evangelho do dia: São Mateus 11, 20-24 Primeira leitura: Isaías 7, 1-9Leitura do livro do profeta Isaías: 1No tempo de Acaz, filho de Joatão, filho de Ozias, rei de Judá, aconteceu que Rason, rei da Síria, e Faceia, filho de Romelias, rei de Israel, puseram-se em marcha para atacar Jerusalém, mas não conseguiram conquistá-la. 2Foi dada a notícia à casa de Davi: “Os homens da Síria estão acampados em Efraim”. Tremeu o coração do rei e de todo o povo, como as árvores da floresta diante do vento. 3Então disse o Senhor a Isaías: “Vai ao encontro de Acaz com teu filho Sear-Iasub (isto é, ‘um resto voltará’) até a ponta do canal, na piscina superior, na direção da estrada do campo dos Pisadores; 4e dirás ao rei: ‘Procura estar calmo; não temas nem estremeça o teu coração por causa desses dois pedaços de tição fumegantes, diante da ira furiosa de Rason e da Síria, e do filho de Romelias, 5por terem a Síria, Efraim e o filho de Romelias conjurado contra ti, dizendo: 6‘Vamos atacar Judá, enchê-lo de medo e conquistá-lo para nós, e nomear novo rei, o filho de Tabeel’. 7Isto diz o Senhor Deus: ‘Este plano fracassará, nada disso se realizará! 8Que seja Damasco a capital da Síria e Rason o chefe de Damasco; dentro de sessenta e cinco anos deixará Efraim de ser povo; 9que seja a Samaria capital de Efraim e o filho de Romelias chefe de Efraim. De resto, se não confiardes, não podereis manter-vos firmes’”. – Palavra do Senhor – Graças a Deus Salmo 47 (48) – Grande é o Senhor e muito digno de louvores na cidade onde ele mora; seu monte santo, esta colina encantadora é a alegria do universo. R: O Senhor estabelece sua cidade para sempre. – Monte Sião, no extremo norte situado, és a mansão do grande rei! Deus revelou-se, em suas fortes cidadelas, um refúgio poderoso. R: O Senhor estabelece sua cidade para sempre. – Pois eis que os reis da terra se aliaram e todos juntos avançaram; mal a viram, de pavor estremeceram, debandaram perturbados. R: O Senhor estabelece sua cidade para sempre. – Como as dores da mulher sofrendo parto, uma angústia os invadiu; semelhante ao vento leste impetuoso, que despedaça as naus de Társis. R: O Senhor estabelece sua cidade para sempre. Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus 11, 20-24 – Aleluia, Aleluia, Aleluia.– Oxalá ouvísseis hoje a sua voz. Não fecheis os corações como em Meriba! (Sl 94,8); Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus: Naquele tempo, 20Jesus começou a censurar as cidades onde fora realizada a maior parte de seus milagres, porque não se tinham convertido. 21“Ai de ti, Corazim! Ai de ti, Betsaida! Porque, se os milagres que se realizaram no meio de vós tivessem sido feitos em Tiro e Sidônia, há muito tempo elas teriam feito penitência, vestindo-se de cilício e cobrindo-se de cinza. 22Pois bem! Eu vos digo, no dia do julgamento, Tiro e Sidônia serão tratadas com menos dureza do que vós. 23E tu, Cafarnaum! Acaso serás erguida até o céu? Não! Serás jogada no inferno! Porque, se os milagres que foram realizados no meio de ti tivessem sido feitos em Sodoma, ela existiria até hoje! 24Eu, porém, vos digo, no dia do juízo, Sodoma será tratada com menos dureza do que vós!” – Palavra da Salvação– Glória a Vós, Senhor Comentário ao Evangelho por São Tiago de Sarug, monge e Bispo sírioPoema Converter-se e regressar Regressarei à casa de meu Pai, como o filho pródigo (Lc 15,18), e serei acolhido. Como ele fez, assim farei eu: corresponderá o Pai aos meus desejos? […] Pois estou morto pelo pecado, como se morre de doença. Resgata-me desta ruína, e possa eu louvar o teu nome! Senhor da terra e do céu, peço-Te: ajuda-me e mostra-me o caminho para chegar a Ti! Leva-me à tua presença, Filho do Magnânimo, e alcança o cume da tua misericórdia! Irei a Ti e saciar-me-ei com a tua alegria. Nesta hora de profundo cansaço, mói para mim o fermento da vida! Parti à tua procura e o maligno estava à espreita, como salteador (Lc 10,30). Atou-me e atolou-me nos prazeres deste mundo; encarcerou-me nos seus deleites e depois deu-me com a porta na cara. Não há ninguém que me liberte para que eu parta de novo à tua procura, ó meu Senhor! […] Quero ser teu, Senhor, e caminhar contigo! Medito nos teus mandamentos dia e noite (Sl 1,2). Sê-me propício e acolhe o meu lamento, ó Misericordioso! Não me cortes a esperança, Senhor, porque sou teu servo e espero em Ti! Fonte: Evangelho Diário – Arautos do Evangelho
Bem-Aventuradas Carmelitas De Compiégne, Virgens E Mártires

Aos 22 de Junho de 1794, catorze dias depois da Convenção reconhecer a existência de um Ente Supremo, levada por Robespierre, desprezando leis, a tramar, assim o queriam os revolucionários, “pour Le rétablissement de La royauté et l’anéantissement de La Republique”, várias religiosas, que viviam em comunidade, foram presas e encerradas no mosteiro da Visitação, o qual fora transformado em prisão. Levadas a prestar o juramento de Liberté-Egalité, preferiram mil vezes morrer do que “rester coupables d’um serment”. A recusa significava a guilhotina e, assim, dezesseis carmelitas receberam a palma do martírio, na triste tarde do dia 17 de Julho daquele mesmo ano de 1794. Eram elas: – Reverenda Madre Teresa de Santo Agostinho (Maria Madalena Claudina Lidoire, priora, nascida em Paris no dia 22 de setembro de 1752. – Irmã São Luís (Maria Ana Francisca Brideau) sub-priora, nascida em Belford aos 7 de Dezembro de 1752. – Irmã de Jesus Crucificado (Maria Ana Piedcourt), de Paris, onde veio ao mundo aos 9 de Dezembro de 1715. – Irmã Carlota da Ressurreição (Ana Maria Madalena Thouret), nascida em Mouy-Oise – a 16 de Setembro de 1715. – Irmã Eufrásia da Imaculada Conceição (Maria Cláudia Cipriana Brard), de Bourth, onde nasceu aos 12 de Maio de 1736. – Madre Henriqueta de Jesus (Maria Gabriela de Croissy), nascida em Paris no dia 18 de Junho de 1745. – Irmã Teresa do Coração de Maria (Maria Ana Hanisset), de Reims, de 18 de Janeiro de 1742. – Irmã Teresa de Santo Inácio (Maria Gabriela Trézelle), nascida em Compiégne aos 4 de Abril de 1743. – Irmã Júlia Luísa de Jesus (Rosa Cristão de Neufville), nascida em Evreux aos 30 de Dezembro de 1741) – Irmã Maria Henriqueta da Providência (Annette Pelras), nascida aos 16 de Junho de 1760 em Cajard. – Irmã Constância (Maria Genoveva Meunier), de São Dionísio, onde nasceu aos 28 de Maio de 1765. – Irmã Maria do Santo Espírito (Angélica Roussel), nascida em Fresnes no dia 3 de Agosto de 1742. – Irmã Santa Marta (Maria Dufour), nascida em Bannes, Sarthe, aos 2 de Outubro de 1741. – Irmã São Francisco (Isabel Júlia Vérolot), de Ligniéres, Aube, nascida aos 13 de Janeiro de 1764. – Catarina Soiron, irmã rodeira, nascida em Compiégne aos 2 de Fevereiro de 1742. – Teresa Soiron, irmã rodeira, nascida em Compiégne aos 23 de Janeiro de 1748. Antes de morrer, serenes, indiferentes, cantavam o Miserere, o Salve Regina. Aos pés do cadafalso, entoaram o Te Deum, depois o Veni Creator. Mortas, tiveram os restos mutilados transportados para o cemitério de Picpus. E, como homenagem, no muro que rodeia a tuba comum, onde foram depositadas, lê-se, numa placa de mármore: Beati qui in Domino moriuntur Somente uma carmelita escapou do massacre: Francisca Genoveva Filipe, no século – Irmã Josefina Maria da Encarnação, na vida religiosa. O processo de beatificação, aberto por iniciativa do cardeal Ricardo, arcebispo de Paris, a 23 de Fevereiro de 1896, teve tramitação rápida. No dia 6 de Dezembro de 1902, o Papa Leão XIII, declarava as carmelitas veneráveis, e, a 10 de Dezembro de 1905, Pio X, beatificava-as. (Vida dos Santos, Padre Rohrbacher, Volume XIII, p. 118 à 120) Fonte: Santo do Dia – Arautos do Evangelho
Santa Maria Madalena Postel, Virgem

Júlia Maria Francisca Postel era filha de João Postel e de Teresa Levallois. Nascida em Barfleur, no dia 28 de Novembro de 1756, foi batizada no dia mesmo em que veio ao mundo, à tardinha. À santa virgem deve-se a fundação do Instituto das Irmãs das escolas cristãs da Misericórdia. Desde os cinco anos, Maria Madalena principiou a preocupar-se com a pobreza e os enfermos. De uma feita, pequenina ainda, encontrou na estrada um menino todo vestido de farrapos: impressionada e contristada, deu-lhe o casado; a um outro, de sapatos rotos, deu-lhe os seus novos, adquiridos fazia pouco. E esmolava para os mendigos, carregava água para as mulheres atarefadas com a penca de filhos, acendia o fogo para as donas de casa enfermas, tratava das crianças abandonadas. Aos nove anos, fez o voto de castidade e o de devotamento à salvação do próximo. E tanto era benquista que o bispo resolveu admiti-la à primeira comunhão, porque, “como Júlia Postel outra não haveria”. Às escondidas dos pais, jejuava duramente, passando a pão seco. Um dia, ao sair da escola, findas as aulas, deparou com dois soldados, velhos desafetos, prontos para se digladiar num duelo: Júlia ajoelhou-se à frente dos dois, mostrou-lhes o Crucificado, e os soldados, tocados pela graça, abraçando-se, com lágrimas nos olhos, reconciliaram-se para sempre. Em 1774, com dezoito anos, terminados os estudos, abriu um pensionato em Barfleur. Ali, pacientemente, ministrava ensinamentos às crianças: linguagem, cálculos, aulas de crochê e de culinária para as meninas. Dos pobres, os seus pobres, jamais se esqueceu. Procurava-os, consolava, aliviava no que lhe era possível, sempre zelosa para com os que nada tinham de próprio. Em 1798, foi admitida entre os terciários de São Francisco. A instituição das Pobres Filhas da Misericórdia nasceu aos 8 de Setembro de 1807, e a sua rega era “silêncio, obediência pronta, absoluta e alegre”. Logo duzentas meninas freqüentavam as aulas das pobres filhas da agora Maria Madalena. Em 1817, com grande fome, as religiosas foram as laboriosas organizadoras das chamadas sopas populares, em que os menos favorecidos eram carinhosamente socorridos. E a instituição, abençoada por Deus, foi crescendo. A 21 de Setembro de 1837, catorze veteranas e dez noviças pronunciavam o voto, segundo novas constituições, as de São João Batista de La Salle: instrução gratuita aos pobres; ensinar e trabalhar nos hospitais; dependência direta de Roma. Maria Madalena Postel, teve a alegria, antes de morrer, de ver fundadas trinta e sete casas. Estava velha, mas trazia na alma a cantar; como jovem cheia de energia, sentia-se feliz por tudo aquilo que fizera, pelo bem que semeara, pelo trabalho que desenvolvera. Nem mesmo a asma, que a perseguia, deixou-a de mau humor por um único instante que seja. Aos que se inquietavam, quando jazia numa das crises, dizia-lhes, sorrindo: – Estou bem, já que estou como o Bom Deus quer que eu esteja. Santa Maria Madalena Postel faleceu em 1846, aos 15 de Julho. Previra o futuro, multiplicara pães, curara doentes. Fora-se para Deus depois de noventa anos de vida, de vida vivida para o bem, rodeada de cento e cinqüenta professas e vinte postulantes. Declarada venerável a 31 de Maio de 1903, foi beatificada a 22 de Janeiro de 1908 e canonizada a 24 de Maio de 1925. (Vida dos Santos, Padre Rohrbacher, Volume XIII, p. 88 à 90) Fonte: Santo do Dia – Arautos do Evangelho
Evangelho Do Dia 2018-07-16

Segunda-feira, 16 de Julho de 2018. Santo do dia: Nossa Senhora do CarmoCor litúrgica: branco Evangelho do dia: São Mateus 12, 46-50 Primeira leitura: Zacarias 2, 14-17Leitura da profecia de Zacarias: 14“Rejubila, alegra-te, cidade de Sião, eis que venho para habitar no meio de ti, diz o Senhor. 15Muitas nações se aproximarão do Senhor naquele dia e serão o seu povo. Habitarei no meio de ti, e saberás que o Senhor dos exércitos me enviou a ti. 16O Senhor entrará em posse de Judá, como sua porção na terra santa, e escolherá de novo Jerusalém. 17Emudeça todo mortal diante do Senhor, ele acaba de levantar-se de sua santa habitação”. – Palavra do Senhor – Graças a Deus Salmo (Lc 1) – A minha alma engrandece ao Senhor, e se alegrou o meu espírito em Deus, meu salvador. R: O Poderoso fez por mim maravilhas e santo é o seu nome. – Pois ele viu a pequenez de sua serva, desde agora as gerações hão de chamar-me de bendita. O Poderoso fez por mim maravilhas e santo é o seu nome! R: O Poderoso fez por mim maravilhas e santo é o seu nome. – Seu amor, de geração em geração, chega a todos os que o respeitam. Demonstrou o poder de seu braço, dispersou os orgulhosos. R: O Poderoso fez por mim maravilhas e santo é o seu nome. – Derrubou os poderosos de seus tronos e os humildes exaltou. De bens saciou os famintos e despediu, sem nada, os ricos. R: O Poderoso fez por mim maravilhas e santo é o seu nome. – Acolheu Israel, seu servidor, fiel ao seu amor, como havia prometido aos nossos pais, em favor de Abraão e de seus filhos para sempre. R: O Poderoso fez por mim maravilhas e santo é o seu nome. Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus 12, 46-50 – Aleluia, Aleluia, Aleluia.– Feliz quem ouve e observa a Palavra de Deus! (Lc 11,28); Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus: Naquele tempo, 46enquanto Jesus estava falando às multidões, sua mãe e seus irmãos ficaram do lado de fora, procurando falar com ele. 47Alguém disse a Jesus: “Olha! Tua mãe e teus irmãos estão aí fora e querem falar contigo”. 48Jesus perguntou àquele que tinha falado: “Quem é minha mãe e quem são meus irmãos?” 49E, estendendo a mão para os discípulos, Jesus disse: “Eis minha mãe e meus irmãos. 50Pois todo aquele que faz a vontade do meu Pai, que está nos céus, esse é meu irmão, minha irmã e minha mãe”. – Palavra da Salvação– Glória a Vós, Senhor Fonte: Evangelho Diário – Arautos do Evangelho
Santa Maria Madalena Postel, Virgem

Júlia Maria Francisca Postel era filha de João Postel e de Teresa Levallois. Nascida em Barfleur, no dia 28 de Novembro de 1756, foi batizada no dia mesmo em que veio ao mundo, à tardinha. À santa virgem deve-se a fundação do Instituto das Irmãs das escolas cristãs da Misericórdia. Desde os cinco anos, Maria Madalena principiou a preocupar-se com a pobreza e os enfermos. De uma feita, pequenina ainda, encontrou na estrada um menino todo vestido de farrapos: impressionada e contristada, deu-lhe o casado; a um outro, de sapatos rotos, deu-lhe os seus novos, adquiridos fazia pouco. E esmolava para os mendigos, carregava água para as mulheres atarefadas com a penca de filhos, acendia o fogo para as donas de casa enfermas, tratava das crianças abandonadas. Aos nove anos, fez o voto de castidade e o de devotamento à salvação do próximo. E tanto era benquista que o bispo resolveu admiti-la à primeira comunhão, porque, “como Júlia Postel outra não haveria”. Às escondidas dos pais, jejuava duramente, passando a pão seco. Um dia, ao sair da escola, findas as aulas, deparou com dois soldados, velhos desafetos, prontos para se digladiar num duelo: Júlia ajoelhou-se à frente dos dois, mostrou-lhes o Crucificado, e os soldados, tocados pela graça, abraçando-se, com lágrimas nos olhos, reconciliaram-se para sempre. Em 1774, com dezoito anos, terminados os estudos, abriu um pensionato em Barfleur. Ali, pacientemente, ministrava ensinamentos às crianças: linguagem, cálculos, aulas de crochê e de culinária para as meninas. Dos pobres, os seus pobres, jamais se esqueceu. Procurava-os, consolava, aliviava no que lhe era possível, sempre zelosa para com os que nada tinham de próprio. Em 1798, foi admitida entre os terciários de São Francisco. A instituição das Pobres Filhas da Misericórdia nasceu aos 8 de Setembro de 1807, e a sua rega era “silêncio, obediência pronta, absoluta e alegre”. Logo duzentas meninas freqüentavam as aulas das pobres filhas da agora Maria Madalena. Em 1817, com grande fome, as religiosas foram as laboriosas organizadoras das chamadas sopas populares, em que os menos favorecidos eram carinhosamente socorridos. E a instituição, abençoada por Deus, foi crescendo. A 21 de Setembro de 1837, catorze veteranas e dez noviças pronunciavam o voto, segundo novas constituições, as de São João Batista de La Salle: instrução gratuita aos pobres; ensinar e trabalhar nos hospitais; dependência direta de Roma. Maria Madalena Postel, teve a alegria, antes de morrer, de ver fundadas trinta e sete casas. Estava velha, mas trazia na alma a cantar; como jovem cheia de energia, sentia-se feliz por tudo aquilo que fizera, pelo bem que semeara, pelo trabalho que desenvolvera. Nem mesmo a asma, que a perseguia, deixou-a de mau humor por um único instante que seja. Aos que se inquietavam, quando jazia numa das crises, dizia-lhes, sorrindo: – Estou bem, já que estou como o Bom Deus quer que eu esteja. Santa Maria Madalena Postel faleceu em 1846, aos 15 de Julho. Previra o futuro, multiplicara pães, curara doentes. Fora-se para Deus depois de noventa anos de vida, de vida vivida para o bem, rodeada de cento e cinqüenta professas e vinte postulantes. Declarada venerável a 31 de Maio de 1903, foi beatificada a 22 de Janeiro de 1908 e canonizada a 24 de Maio de 1925. (Vida dos Santos, Padre Rohrbacher, Volume XIII, p. 88 à 90) Fonte: Santo do Dia – Arautos do Evangelho
Evangelho Do Dia 2018-07-15

Domingo, 15 de Julho de 2018. Santo do dia: São Boaventura, Bispo e Doutor da Igreja; Beato Miguel Bernardo Marchand, presbítero e mártirCor litúrgica: verde Evangelho do dia: São Marcos 6, 7-13 Primeira leitura: Amós 7, 12-15Leitura da profecia de Amós: Naqueles dias, 12disse Amasias, sacerdote de Betel, a Amós: “Vidente, sai e procura refúgio em Judá, onde possas ganhar teu pão e exercer a profecia; 13mas em Betel não deverás insistir em profetizar, porque aí fica o santuário do rei e a corte do reino”. 14Respondeu Amós a Amasias, dizendo: “Não sou profeta nem sou filho de profeta; sou pastor de gado e cultivo sicômoros. 15O Senhor chamou-me quando eu tangia o rebanho, e o Senhor me disse: ‘Vai profetizar para Israel, meu povo’”. – Palavra do Senhor – Graças a Deus Salmo 84 (85) – Quero ouvir o que o Senhor irá falar: é a paz que ele vai anunciar. Está perto a salvação dos que o temem, e a glória habitará em nossa terra. R: Mostrai-nos, ó Senhor, vossa bondade e a vossa salvação nos concedei! – A verdade e o amor se encontrarão, a justiça e a paz se abraçarão; da terra brotará a fidelidade, e a justiça olhará dos altos céus. R: Mostrai-nos, ó Senhor, vossa bondade e a vossa salvação nos concedei! – O Senhor nos dará tudo o que é bom, e a nossa terra nos dará suas colheitas; a justiça andará na sua frente e a salvação há de seguir os passos seus. R: Mostrai-nos, ó Senhor, vossa bondade e a vossa salvação nos concedei! Segunda leitura: Efésios 1, 3-14 ou 3-10Leitura da carta de são Paulo aos Efésios: [3Bendito seja Deus, Pai de nosso Senhor Jesus Cristo. Ele nos abençoou com toda a bênção do seu Espírito em virtude de nossa união com Cristo, no céu. 4Em Cristo, ele nos escolheu, antes da fundação do mundo, para que sejamos santos e irrepreensíveis sob o seu olhar, no amor. 5Ele nos predestinou para sermos seus filhos adotivos por intermédio de Jesus Cristo, conforme a decisão da sua vontade, 6para o louvor da sua glória e da graça com que ele nos cumulou no seu bem-amado. 7Pelo seu sangue, nós somos libertados. Nele, as nossas faltas são perdoadas, segundo a riqueza da sua graça, 8que Deus derramou profusamente sobre nós, abrindo-nos a toda sabedoria e prudência. 9Ele nos fez conhecer o mistério da sua vontade, o desígnio benevolente que de antemão determinou em si mesmo, 10para levar à plenitude o tempo estabelecido e recapitular, em Cristo, o universo inteiro: tudo o que está nos céus e tudo o que está sobre a terra]. 11Nele também nós recebemos a nossa parte. Segundo o projeto daquele que conduz tudo conforme a decisão de sua vontade, nós fomos predestinados 12a ser, para o louvor de sua glória, os que de antemão colocaram a sua esperança em Cristo. 13Nele também vós ouvistes a palavra da verdade, o evangelho que vos salva. Nele, ainda, acreditastes e fostes marcados com o selo do Espírito prometido, o Espírito Santo, 14que é o penhor da nossa herança para a redenção do povo que ele adquiriu para o louvor da sua glória. – Palavra do Senhor – Graças a Deus Evangelho de Jesus Cristo segundo São Marcos 6, 7-13 – Aleluia, Aleluia, Aleluia.– Que o Pai do Senhor Jesus Cristo nos dê do saber o Espírito; conheçamos, assim, a esperança à qual nos chamou como herança (Ef 1,17s); Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Marcos: Naquele tempo, 7Jesus chamou os doze e começou a enviá-los dois a dois, dando-lhes poder sobre os espíritos impuros. 8Recomendou-lhes que não levassem nada para o caminho, a não ser um cajado; nem pão, nem sacola, nem dinheiro na cintura. 9Mandou que andassem de sandálias e que não levassem duas túnicas. 10E Jesus disse ainda: “Quando entrardes numa casa, ficai ali até vossa partida. 11Se em algum lugar não vos receberem nem quiserem vos escutar, quando sairdes, sacudi a poeira dos pés, como testemunho contra eles!” 12Então os doze partiram e pregaram que todos se convertessem. 13Expulsavam muitos demônios e curavam numerosos doentes, ungindo-os com óleo. – Palavra da Salvação– Glória a Vós, Senhor Comentário ao Evangelho por São Cirilo de Alexandria, Bispo, Doutor da Igreja «Começou a enviá-los dois a dois» Nosso Senhor Jesus Cristo constituiu-os guias e mestres do mundo e «dispensadores dos seus divinos mistérios» (1Cor 4,11) e mandou-lhes que brilhassem como lâmpadas acesas e iluminassem não só o país dos judeus […], mas tudo o que está debaixo do sol, todos os os habitantes da Terra (Mt 5,14). […] Com efeito, querendo enviar os seus discípulos como o Pai O tinha enviado a Ele, era necessário que, para poderem imitá-l’O na perfeição, eles compreendessem bem o mandato do Pai ao Filho. Por isso, explicou-lhes de muitas maneiras os objetivos da sua missão. Certa vez, disse-lhes: «Não foram os justos que Eu vim chamar ao arrependimento, mas os pecadores» (Lc 5,32); e ainda: « Desci do Céu, não para fazer a minha vontade, mas a vontade d’Aquele que Me enviou» (Jo 6,38); e doutra vez: «Deus não enviou o seu Filho ao mundo para condenar o mundo, mas para que o mundo seja salvo por Ele» (Jo 3,17). Definida assim em poucas palavras a missão dos Apóstolos, explicou-lhes que os enviava como Ele fora enviado pelo Pai, para que soubessem que era seu dever chamar os pecadores à conversão; sarar os enfermos, tanto do corpo como do espírito; nunca procurar a própria vontade, mas a d’Aquele por quem tinham sido enviados; e salvar o mundo com a sua doutrina. Fonte: Evangelho Diário – Arautos do Evangelho
São Pompílio Maria Pirrotti, Confessor

Pompílio Maria, nasceu aos 29 de Setembro de 1710 em Montecalvo, na arquidiocese de Benevento, no reino de Nápoles. Era filho de Jerônimo, advogado, e de Úrsula, de antigas e ricas famílias . Batizado no dia 30 de setembro, com o nome de Domingos, a 9 de Dezembro de 1714 recebia a confirmação. Domingos teve no pai o primeiro mestre. Desde pequenino, mostrou-se dócil, sério e piedoso. Aos dezesseis anos, acendera-se-lhe no coração o vivo desejo de se dar a Deus, coisa que os pais procuraram apagar a todo o custo, mas não o conseguiram: Domingos evadiu-se, deixando uma carta onde explicava os motivos da fuga e consolava os dois desolados seres que lhe deram a vida. Aceito entre os clérigos regulares da Mãe de Deus, das escolas pias, recebeu o hábito e o nome de Pompílio Maria de São Nicolau. O maior desejo do novo religioso era ensinar os pobres. Depois dos estudos clericais em Teano, foi ordenado padre em Brindisi, no dia 20 de Março de 1734. Discípulo modelo de São José Calazans, dedicou-se de corpo e alma à educação e à instrução dos jovens. Em 1736, o capítulo provincial de Nápoles destinou-o ao ministério apostólico da pregação. Desde então, todos os que o ouviam, ardoroso que era, beneficiavam-se com a palavra e os exemplos que dava. São Pompílio Maria foi, na Itália, um dos primeiros a propagar o culto do Coração sagrado por meio de orações, meditações e congregações em honra de Cristo Jesus. A Maria, dedicara especial afeição, chamando-a a “Mãe toda bela” e, ao rosário, amava-o entranhadamente, O clero de Roma venerava-o. Não é, pois, de admirar, que invejosos lhe atirassem feias calúnias. Era já o fim da vida do Santo, que foi expulso de Nápoles. O povo, porém, reclamou, gritou contra a injustiça, e o rei se viu obrigado a revogar o decreto de exílio, A volta de São Pompílio Maria foi um triunfo. Amado pelos humildes, faleceu em Campi, a 15 de Julho de 1766, com cinqüenta e seis anos de idade. Beatificado em 1890, por Leão XIII, canonizou-o o Papa Pio XI a 11 de Março de 1934. (Vida dos Santos, Padre Rohrbacher, Volume XIII, p. 62-63) Fonte: Santo do Dia – Arautos do Evangelho
Evangelho Do Dia 2018-07-14

Sábado, 14 de Junho de 2018. Santo do dia: São Camilo de Lellis, presbítero; Beata Angelina de Marsciano, religiosaCor litúrgica: verde Evangelho do dia: São Mateus 10, 24-33 Primeira leitura: Isaías 6, 1-8Leitura do livro do profeta Isaías: 1No ano da morte do rei Ozias, vi o Senhor sentado num trono de grande altura; o seu manto estendia-se pelo templo. 2Havia serafins de pé a seu lado; cada um tinha seis asas, duas cobriam-lhes o rosto, duas os pés e, com duas, eles podiam voar. 3Eles exclamavam uns para os outros: “Santo, santo, santo é o Senhor dos exércitos; toda a terra está repleta de sua glória”. 4Ao clamor dessas vozes, começaram a tremer as portas em seus gonzos e o templo encheu-se de fumaça. 5Disse eu então: “Ai de mim, estou perdido! Sou apenas um homem de lábios impuros, mas eu vi com meus olhos o rei, o Senhor dos exércitos”. 6Nisto, um dos serafins voou para mim, tendo na mão uma brasa, que retirara do altar com uma tenaz, 7e tocou minha boca, dizendo: “Assim que isto tocou teus lábios, desapareceu tua culpa, e teu pecado está perdoado”. 8Ouvi a voz do Senhor que dizia: “Quem enviarei? Quem irá por nós?” Eu respondi: “Aqui estou! Envia-me”. – Palavra do Senhor – Graças a Deus Salmo 92 (93) – Deus é rei e se vestiu de majestade, revestiu-se de poder e de esplendor! R: Reina o Senhor, revestiu-se de esplendor. – Vós firmastes o universo inabalável, vós firmastes vosso trono desde a origem, desde sempre, ó Senhor, vós existis! R: Reina o Senhor, revestiu-se de esplendor. – Verdadeiros são os vossos testemunhos, refulge a santidade em vossa casa, pelos séculos dos séculos, Senhor! R: Reina o Senhor, revestiu-se de esplendor. Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus 10, 24-33 – Aleluia, Aleluia, Aleluia.– Felizes sereis vós se fordes ultrajados por causa de Jesus, pois repousa sobre vós o Espírito de Deus (1Pd 4,14); Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus: Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 24“O discípulo não está acima do mestre, nem o servo acima do seu senhor. 25Para o discípulo, basta ser como o seu mestre, e para o servo, ser como o seu senhor. Se ao dono da casa eles chamaram de Belzebu, quanto mais aos seus familiares! 26Não tenhais medo deles, pois nada há de encoberto que não seja revelado e nada há de escondido que não seja conhecido. 27O que vos digo na escuridão, dizei-o à luz do dia; o que escutais ao pé do ouvido, proclamai-o sobre os telhados! 28Não tenhais medo daqueles que matam o corpo, mas não podem matar a alma! Pelo contrário, temei aquele que pode destruir a alma e o corpo no inferno! 29Não se vendem dois pardais por algumas moedas? No entanto, nenhum deles cai no chão sem o consentimento do vosso Pai. 30Quanto a vós, até os cabelos da cabeça estão todos contados. 31Não tenhais medo! Vós valeis mais do que muitos pardais. 32Portanto, todo aquele que se declarar a meu favor diante dos homens, também eu me declararei em favor dele diante do meu Pai que está nos céus. 33Aquele, porém, que me negar diante dos homens, também eu o negarei diante do meu Pai que está nos céus”. – Palavra da Salvação– Glória a Vós, Senhor Fonte: Evangelho Diário – Arautos do Evangelho
Evangelho Do Dia 2018-07-14

Sábado, 14 de Junho de 2018. Santo do dia: São Camilo de Lellis, presbítero; Beata Angelina de Marsciano, religiosaCor litúrgica: verde Evangelho do dia: São Mateus 10, 24-33 Primeira leitura: Isaías 6, 1-8Leitura do livro do profeta Isaías: 1No ano da morte do rei Ozias, vi o Senhor sentado num trono de grande altura; o seu manto estendia-se pelo templo. 2Havia serafins de pé a seu lado; cada um tinha seis asas, duas cobriam-lhes o rosto, duas os pés e, com duas, eles podiam voar. 3Eles exclamavam uns para os outros: “Santo, santo, santo é o Senhor dos exércitos; toda a terra está repleta de sua glória”. 4Ao clamor dessas vozes, começaram a tremer as portas em seus gonzos e o templo encheu-se de fumaça. 5Disse eu então: “Ai de mim, estou perdido! Sou apenas um homem de lábios impuros, mas eu vi com meus olhos o rei, o Senhor dos exércitos”. 6Nisto, um dos serafins voou para mim, tendo na mão uma brasa, que retirara do altar com uma tenaz, 7e tocou minha boca, dizendo: “Assim que isto tocou teus lábios, desapareceu tua culpa, e teu pecado está perdoado”. 8Ouvi a voz do Senhor que dizia: “Quem enviarei? Quem irá por nós?” Eu respondi: “Aqui estou! Envia-me”. – Palavra do Senhor – Graças a Deus Salmo 92 (93) – Deus é rei e se vestiu de majestade, revestiu-se de poder e de esplendor! R: Reina o Senhor, revestiu-se de esplendor. – Vós firmastes o universo inabalável, vós firmastes vosso trono desde a origem, desde sempre, ó Senhor, vós existis! R: Reina o Senhor, revestiu-se de esplendor. – Verdadeiros são os vossos testemunhos, refulge a santidade em vossa casa, pelos séculos dos séculos, Senhor! R: Reina o Senhor, revestiu-se de esplendor. Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus 10, 24-33 – Aleluia, Aleluia, Aleluia.– Felizes sereis vós se fordes ultrajados por causa de Jesus, pois repousa sobre vós o Espírito de Deus (1Pd 4,14); Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus: Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 24“O discípulo não está acima do mestre, nem o servo acima do seu senhor. 25Para o discípulo, basta ser como o seu mestre, e para o servo, ser como o seu senhor. Se ao dono da casa eles chamaram de Belzebu, quanto mais aos seus familiares! 26Não tenhais medo deles, pois nada há de encoberto que não seja revelado e nada há de escondido que não seja conhecido. 27O que vos digo na escuridão, dizei-o à luz do dia; o que escutais ao pé do ouvido, proclamai-o sobre os telhados! 28Não tenhais medo daqueles que matam o corpo, mas não podem matar a alma! Pelo contrário, temei aquele que pode destruir a alma e o corpo no inferno! 29Não se vendem dois pardais por algumas moedas? No entanto, nenhum deles cai no chão sem o consentimento do vosso Pai. 30Quanto a vós, até os cabelos da cabeça estão todos contados. 31Não tenhais medo! Vós valeis mais do que muitos pardais. 32Portanto, todo aquele que se declarar a meu favor diante dos homens, também eu me declararei em favor dele diante do meu Pai que está nos céus. 33Aquele, porém, que me negar diante dos homens, também eu o negarei diante do meu Pai que está nos céus”. – Palavra da Salvação– Glória a Vós, Senhor Fonte: Evangelho Diário – Arautos do Evangelho