Evangelho Do Dia 2018-07-14

Sábado, 14 de Junho de 2018. Santo do dia: São Camilo de Lellis, presbítero; Beata Angelina de Marsciano, religiosaCor litúrgica: verde Evangelho do dia: São Mateus 10, 24-33 Primeira leitura: Isaías 6, 1-8Leitura do livro do profeta Isaías: 1No ano da morte do rei Ozias, vi o Senhor sentado num trono de grande altura; o seu manto estendia-se pelo templo. 2Havia serafins de pé a seu lado; cada um tinha seis asas, duas cobriam-lhes o rosto, duas os pés e, com duas, eles podiam voar. 3Eles exclamavam uns para os outros: “Santo, santo, santo é o Senhor dos exércitos; toda a terra está repleta de sua glória”. 4Ao clamor dessas vozes, começaram a tremer as portas em seus gonzos e o templo encheu-se de fumaça. 5Disse eu então: “Ai de mim, estou perdido! Sou apenas um homem de lábios impuros, mas eu vi com meus olhos o rei, o Senhor dos exércitos”. 6Nisto, um dos serafins voou para mim, tendo na mão uma brasa, que retirara do altar com uma tenaz, 7e tocou minha boca, dizendo: “Assim que isto tocou teus lábios, desapareceu tua culpa, e teu pecado está perdoado”. 8Ouvi a voz do Senhor que dizia: “Quem enviarei? Quem irá por nós?” Eu respondi: “Aqui estou! Envia-me”. – Palavra do Senhor – Graças a Deus Salmo 92 (93) – Deus é rei e se vestiu de majestade, revestiu-se de poder e de esplendor! R: Reina o Senhor, revestiu-se de esplendor. – Vós firmastes o universo inabalável, vós firmastes vosso trono desde a origem, desde sempre, ó Senhor, vós existis! R: Reina o Senhor, revestiu-se de esplendor. – Verdadeiros são os vossos testemunhos, refulge a santidade em vossa casa, pelos séculos dos séculos, Senhor! R: Reina o Senhor, revestiu-se de esplendor. Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus 10, 24-33 – Aleluia, Aleluia, Aleluia.– Felizes sereis vós se fordes ultrajados por causa de Jesus, pois repousa sobre vós o Espírito de Deus (1Pd 4,14); Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus: Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 24“O discípulo não está acima do mestre, nem o servo acima do seu senhor. 25Para o discípulo, basta ser como o seu mestre, e para o servo, ser como o seu senhor. Se ao dono da casa eles chamaram de Belzebu, quanto mais aos seus familiares! 26Não tenhais medo deles, pois nada há de encoberto que não seja revelado e nada há de escondido que não seja conhecido. 27O que vos digo na escuridão, dizei-o à luz do dia; o que escutais ao pé do ouvido, proclamai-o sobre os telhados! 28Não tenhais medo daqueles que matam o corpo, mas não podem matar a alma! Pelo contrário, temei aquele que pode destruir a alma e o corpo no inferno! 29Não se vendem dois pardais por algumas moedas? No entanto, nenhum deles cai no chão sem o consentimento do vosso Pai. 30Quanto a vós, até os cabelos da cabeça estão todos contados. 31Não tenhais medo! Vós valeis mais do que muitos pardais. 32Portanto, todo aquele que se declarar a meu favor diante dos homens, também eu me declararei em favor dele diante do meu Pai que está nos céus. 33Aquele, porém, que me negar diante dos homens, também eu o negarei diante do meu Pai que está nos céus”. – Palavra da Salvação– Glória a Vós, Senhor Fonte: Evangelho Diário – Arautos do Evangelho
Evangelho Do Dia 2018-07-14

Sábado, 14 de Junho de 2018. Santo do dia: São Camilo de Lellis, presbítero; Beata Angelina de Marsciano, religiosaCor litúrgica: verde Evangelho do dia: São Mateus 10, 24-33 Primeira leitura: Isaías 6, 1-8Leitura do livro do profeta Isaías: 1No ano da morte do rei Ozias, vi o Senhor sentado num trono de grande altura; o seu manto estendia-se pelo templo. 2Havia serafins de pé a seu lado; cada um tinha seis asas, duas cobriam-lhes o rosto, duas os pés e, com duas, eles podiam voar. 3Eles exclamavam uns para os outros: “Santo, santo, santo é o Senhor dos exércitos; toda a terra está repleta de sua glória”. 4Ao clamor dessas vozes, começaram a tremer as portas em seus gonzos e o templo encheu-se de fumaça. 5Disse eu então: “Ai de mim, estou perdido! Sou apenas um homem de lábios impuros, mas eu vi com meus olhos o rei, o Senhor dos exércitos”. 6Nisto, um dos serafins voou para mim, tendo na mão uma brasa, que retirara do altar com uma tenaz, 7e tocou minha boca, dizendo: “Assim que isto tocou teus lábios, desapareceu tua culpa, e teu pecado está perdoado”. 8Ouvi a voz do Senhor que dizia: “Quem enviarei? Quem irá por nós?” Eu respondi: “Aqui estou! Envia-me”. – Palavra do Senhor – Graças a Deus Salmo 92 (93) – Deus é rei e se vestiu de majestade, revestiu-se de poder e de esplendor! R: Reina o Senhor, revestiu-se de esplendor. – Vós firmastes o universo inabalável, vós firmastes vosso trono desde a origem, desde sempre, ó Senhor, vós existis! R: Reina o Senhor, revestiu-se de esplendor. – Verdadeiros são os vossos testemunhos, refulge a santidade em vossa casa, pelos séculos dos séculos, Senhor! R: Reina o Senhor, revestiu-se de esplendor. Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus 10, 24-33 – Aleluia, Aleluia, Aleluia.– Felizes sereis vós se fordes ultrajados por causa de Jesus, pois repousa sobre vós o Espírito de Deus (1Pd 4,14); Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus: Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 24“O discípulo não está acima do mestre, nem o servo acima do seu senhor. 25Para o discípulo, basta ser como o seu mestre, e para o servo, ser como o seu senhor. Se ao dono da casa eles chamaram de Belzebu, quanto mais aos seus familiares! 26Não tenhais medo deles, pois nada há de encoberto que não seja revelado e nada há de escondido que não seja conhecido. 27O que vos digo na escuridão, dizei-o à luz do dia; o que escutais ao pé do ouvido, proclamai-o sobre os telhados! 28Não tenhais medo daqueles que matam o corpo, mas não podem matar a alma! Pelo contrário, temei aquele que pode destruir a alma e o corpo no inferno! 29Não se vendem dois pardais por algumas moedas? No entanto, nenhum deles cai no chão sem o consentimento do vosso Pai. 30Quanto a vós, até os cabelos da cabeça estão todos contados. 31Não tenhais medo! Vós valeis mais do que muitos pardais. 32Portanto, todo aquele que se declarar a meu favor diante dos homens, também eu me declararei em favor dele diante do meu Pai que está nos céus. 33Aquele, porém, que me negar diante dos homens, também eu o negarei diante do meu Pai que está nos céus”. – Palavra da Salvação– Glória a Vós, Senhor Fonte: Evangelho Diário – Arautos do Evangelho
Evangelho Do Dia 2018-07-14

Sábado, 14 de Junho de 2018. Santo do dia: São Camilo de Lellis, presbítero; Beata Angelina de Marsciano, religiosaCor litúrgica: verde Evangelho do dia: São Mateus 10, 24-33 Primeira leitura: Isaías 6, 1-8Leitura do livro do profeta Isaías: 1No ano da morte do rei Ozias, vi o Senhor sentado num trono de grande altura; o seu manto estendia-se pelo templo. 2Havia serafins de pé a seu lado; cada um tinha seis asas, duas cobriam-lhes o rosto, duas os pés e, com duas, eles podiam voar. 3Eles exclamavam uns para os outros: “Santo, santo, santo é o Senhor dos exércitos; toda a terra está repleta de sua glória”. 4Ao clamor dessas vozes, começaram a tremer as portas em seus gonzos e o templo encheu-se de fumaça. 5Disse eu então: “Ai de mim, estou perdido! Sou apenas um homem de lábios impuros, mas eu vi com meus olhos o rei, o Senhor dos exércitos”. 6Nisto, um dos serafins voou para mim, tendo na mão uma brasa, que retirara do altar com uma tenaz, 7e tocou minha boca, dizendo: “Assim que isto tocou teus lábios, desapareceu tua culpa, e teu pecado está perdoado”. 8Ouvi a voz do Senhor que dizia: “Quem enviarei? Quem irá por nós?” Eu respondi: “Aqui estou! Envia-me”. – Palavra do Senhor – Graças a Deus Salmo 92 (93) – Deus é rei e se vestiu de majestade, revestiu-se de poder e de esplendor! R: Reina o Senhor, revestiu-se de esplendor. – Vós firmastes o universo inabalável, vós firmastes vosso trono desde a origem, desde sempre, ó Senhor, vós existis! R: Reina o Senhor, revestiu-se de esplendor. – Verdadeiros são os vossos testemunhos, refulge a santidade em vossa casa, pelos séculos dos séculos, Senhor! R: Reina o Senhor, revestiu-se de esplendor. Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus 10, 24-33 – Aleluia, Aleluia, Aleluia.– Felizes sereis vós se fordes ultrajados por causa de Jesus, pois repousa sobre vós o Espírito de Deus (1Pd 4,14); Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus: Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 24“O discípulo não está acima do mestre, nem o servo acima do seu senhor. 25Para o discípulo, basta ser como o seu mestre, e para o servo, ser como o seu senhor. Se ao dono da casa eles chamaram de Belzebu, quanto mais aos seus familiares! 26Não tenhais medo deles, pois nada há de encoberto que não seja revelado e nada há de escondido que não seja conhecido. 27O que vos digo na escuridão, dizei-o à luz do dia; o que escutais ao pé do ouvido, proclamai-o sobre os telhados! 28Não tenhais medo daqueles que matam o corpo, mas não podem matar a alma! Pelo contrário, temei aquele que pode destruir a alma e o corpo no inferno! 29Não se vendem dois pardais por algumas moedas? No entanto, nenhum deles cai no chão sem o consentimento do vosso Pai. 30Quanto a vós, até os cabelos da cabeça estão todos contados. 31Não tenhais medo! Vós valeis mais do que muitos pardais. 32Portanto, todo aquele que se declarar a meu favor diante dos homens, também eu me declararei em favor dele diante do meu Pai que está nos céus. 33Aquele, porém, que me negar diante dos homens, também eu o negarei diante do meu Pai que está nos céus”. – Palavra da Salvação– Glória a Vós, Senhor Fonte: Evangelho Diário – Arautos do Evangelho
São Camilo De Léllis

Nascido em Bucchianico, Itália, no domingo de Pentecostes de 1550, teve a infância marcada pela piedosa formação de sua mãe, Camila Compellis. Acostumada ao governo da casa, devido às longas ausências do marido, Giovanni de Lellis, grande militar mercenário, ela sabia harmonizar a disciplina e a bondade na educação do filho. Dotado de um caráter impulsivo e forte, o menino sentiu-se atraído desde pequeno pelo estilo aventureiro da vida do pai, capitão famoso por haver servido a vários reinos da Europa. Aos 17 anos, Camilo dirigiu-se a Veneza a fim de alistar-se na luta contra os corsários turcos. Não muito tempo depois, encontrava o pai em Ancona, pois este também decidira lutar em Veneza. Mas, já idoso, Giovanni de Lellis foi tomado por uma grave doença e faleceu nos braços do filho, a meio caminho, antes que o pudesse levar de volta a Bucchianico. Sentindo-se só – a mãe falecera alguns anos antes -, Camilo deixou- se arrastar pelos vícios do jogo e da bebida, tão comuns nos rudes ambientes soldadescos daquele então. Tornou-se um vagabundo e passou a viver do dinheiro que ganhava nas tabernas. Confessou, mais tarde, ter chegado a apostar sua própria camisa por nada mais possuir, sem, entretanto, jamais haver cedido à tentação do roubo. E afirmava, com gratidão, que Deus o preservara de cair no pecado da impureza. Começou, nessa época, a sentir uma profunda dor na perna, na qual surgira uma chaga misteriosa que o acompanhou durante toda a vida e tornou-se um fator decisivo para sua conversão. Dela foi se tratar no conhecido hospital São Tiago dos Incuráveis, em Roma. Sem recursos para pagar as despesas, ofereceu seus préstimos como criado e ali teve o primeiro contato com o mundo dos enfermos. Contudo, acabou sendo expulso alguns meses mais tarde, devido a seu difícil temperamento. Parcialmente curado, voltou a alistar-se como soldado e participou ainda de combates na Tunísia. No regresso para terras italianas, uma violenta tempestade surpreendeu sua embarcação perto de Nápoles. Ante o iminente risco de morte, fez o voto de vestir o hábito de São Francisco de Assis caso escapasse com vida. Passado o perigo, esqueceu-se da promessa, recaiu em seus inveterados vícios e seguiu perambulando pela Itália… (continue lendo…) Saiba mais sobre a História de São Camilo de Léllis: CLIQUE AQUI Fonte: Santo do Dia – Arautos do Evangelho
Evangelho Do Dia 2018-07-13

Sexta-feira, 13 de Julho de 2018. Santo do dia: Santo Henrique, imperador; Santa Clélia Barbieri, virgemCor litúrgica: verde Evangelho do dia: São Mateus 10, 16-23 Primeira leitura: Oseias 14, 2-10Leitura da profecia de Oseias: Assim fala o Senhor: 2“Volta, Israel, para o Senhor, teu Deus, porque estavas caído em teu pecado. 3Vós todos, encontrai palavras e voltai para o Senhor; dizei-lhe: ‘Livra-nos de todo mal e aceita este bem que oferecemos, o fruto de nossos lábios. 4A Assíria não nos salvará; não queremos montar nossos cavalos, não chamaremos mais ‘deuses nossos’ a produtos de nossas mãos; em ti encontrará o órfão misericórdia’. 5Hei de curar sua perversidade e me será fácil amá-los, deles afastou-se a minha cólera. 6Serei como orvalho para Israel; ele florescerá como o lírio e lançará raízes como plantas do Líbano. 7Seus ramos hão de estender-se; será seu esplendor como o da oliveira, e seu perfume como o do Líbano. 8Voltarão a sentar-se à minha sombra e a cultivar o trigo, e florescerão como a videira, cuja fama se iguala à do vinho do Líbano. 9Que tem ainda Efraim a ver com ídolos? Sou eu que o atendo e que olho por ele. Sou como o cipreste sempre verde: de mim procede o teu fruto. 10Compreenda estas palavras o homem sábio, reflita sobre elas o bom entendedor! São retos os caminhos do Senhor e por eles andarão os justos, enquanto os maus ali tropeçam e caem”. – Palavra do Senhor – Graças a Deus Salmo 50 (51) – Tende piedade, ó meu Deus, misericórdia! Na imensidão de vosso amor, purificai-me! Lavai-me todo inteiro do pecado e apagai completamente a minha culpa! R: Minha boca anunciará vosso louvor! – Mas vós amais os corações que são sinceros, na intimidade me ensinais sabedoria. Aspergi-me e serei puro do pecado, e mais branco do que a neve ficarei. R: Minha boca anunciará vosso louvor! – Criai em mim um coração que seja puro, dai-me de novo um espírito decidido. Ó Senhor, não me afasteis de vossa face nem retireis de mim o vosso Santo Espírito! R: Minha boca anunciará vosso louvor! – Dai-me de novo a alegria de ser salvo e confirmai-me com espírito generoso! Abri meus lábios, ó Senhor, para cantar, e minha boca anunciará vosso louvor! R: Minha boca anunciará vosso louvor! Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus 10, 16-23 – Aleluia, Aleluia, Aleluia.– Quando o paráclito vier, o Espírito da verdade, ele vos conduzirá a toda a verdade, lembrar-vos-á de tudo o que eu tenho falado (Jo 16,13; 14,26); Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus: Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 16“Eis que eu vos envio como ovelhas no meio de lobos. Sede, portanto, prudentes como as serpentes e simples como as pombas. 17Cuidado com os homens, porque eles vos entregarão aos tribunais e vos açoitarão nas suas sinagogas. 18Vós sereis levados diante de governadores e reis por minha causa, para dar testemunho diante deles e das nações. 19Quando vos entregarem, não fiqueis preocupados de como falar ou do que dizer. Então naquele momento vos será indicado o que deveis dizer. 20Com efeito, não sereis vós que havereis de falar, mas sim o Espírito do vosso Pai é que falará através de vós. 21O irmão entregará à morte o próprio irmão; o pai entregará o filho; os filhos se levantarão contra seus pais e os matarão. 22Vós sereis odiados por todos por causa do meu nome. Mas quem perseverar até o fim, esse será salvo. 23Quando vos perseguirem numa cidade, fugi para outra. Em verdade vos digo, vós não acabareis de percorrer as cidades de Israel antes que venha o Filho do homem”. – Palavra da Salvação– Glória a Vós, Senhor Fonte: Evangelho Diário – Arautos do Evangelho
São Silas – Apóstolo – I° Século

São Silas foi um dos notáveis na Igreja de Jerusalém. Aparece nos Atos dos Apóstolos, fazendo parte da deputação enviada de Jerusalém a Antioquia para fazer conhecidas as decisões do concílio de Jerusalém. Ora, alguns vindos da Judéia, ensinavam aos irmãos: Se vos não circuncidais segundo o rito de Moisés, não podeis ser salvos. Tendo-se levantado uma viva altercação entre Paulo e Barnabé contra eles, resolveram que fossem Paulo e Barnabé e alguns outros consultar os Apóstolos e os presbitérios de Jerusalém sobre esta questão. Eles, pois, acompanhados (durante algum tempo) pelos membros da comunidade, iam passando pela Fenícia, e pela Samaria, contando a conversão dos gentios, e davam grande contentamento a todos os irmãos. Tendo chegado a Jerusalém, foram recebidos pela Igreja, pelos Apóstolos e pelos anciãos, e contaram quão grandes coisas tinha feito Deus com eles, Mas levantaram alguns da seita dos fariseus, que tinham abraçado a fé, dizendo que era necessário (que os gentios) fossem circuncidados, e que se lhes intimasse a observância da lei de Moisés. Ia reunir-se o concílio e os Apóstolos iam deliberar: Reuniram-se, pois, os Apóstolos e os presbíteros para examinar a questão. Tendo-se suscitado uma grande discussão, levantando-se Pedro, disse-lhe: – Homens irmãos, vós sabeis que deus, há muito tempo, escolheu-me entre vós para que da minha boca ouvissem os gentios a palavra do Evangelho e cressem (nela). Deus, que conhece os corações, deu testemunho em favor deles, conferindo-lhes o Espírito Santo, como também a nós, e não fez diferença alguma entre nós e eles, purificando com a fé os seus corações. Logo, por que tentais agora a Deus, impondo um jugo sobre as cervizes dos discípulos, que nem nossos pais, nem nós podemos suportar? Mas, pela graça do Senhor Jesus Cristo, cremos ser salvos, do mesmo modo que eles. Depois que se calaram, Tiago tomou a palavra dizendo: – Homens irmãos, ouvi-me. Simão contou como Deus, desde o princípio, cuidou em tirar do meio dos gentios um povo para o seu nome. Com isto concordam as palavras dos profetas, como está escrito: Depois disso, voltarei, e reedificarei o tabernáculo de Davi que caiu, e repararei as suas ruínas, e o levantarei, a fim de que busquem a Deus todos os outros homens e todas as gentes, sobre as quais tem sido invocado o meu nome, diz o Senhor, que faz estas coisas, determinadas desde a eternidade (Am 9, 11-12). Por isso eu sou de opinião que se não devem inquietar os que, dentre os gentios, se convertem a Deus, mas que se lhes escreva que se abstenham das contaminações dos ídolos, da fornicação, das carnes sufocadas (1) e do sangue. Porque Moisés, desde tempos antigos, tem em cada cidade homens que o pregam nas sinagogas, onde é lido todos os sábados. Chegara, assim, a hora da promulgação das decisões do Concílio: Então pareceu bem aos Apóstolos e aos presbíteros, com toda a Igreja, eleger algumas pessoas dentre eles, e enviá-las a Antioquia, com Paulo e Barnabé. (Elegeram) Judas, que tinha o sobrenome de Barsabas, e Silas, pessoas eminentes entre os irmãos, mandando por mão deles esta carta: Os Apóstolos e os presbíteros irmãos, aos irmãos convertidos dos gentios, que estão em Antioquia, na Síria e na Cilícia, saúde. Tendo nós sabido que alguns, indo da nossa parte, perturbaram-vos com discursos que agitaram as vossas almas, aprouve-nos a nós, depois de nos termos reunido, escolher alguns homens, e enviá-los a vós com os nossos muito amados Barnabé e Paulo, homens que tem exposto as suas vidas pelo nome de Nosso Senhor Jesus Cristo. Enviamos, portanto, Judas e Silas que vos exporão as mesmas coisas de viva voz. Porque pareceu bem ao Espírito Santo e a nós não vos impor mais encargos além destes indispensáveis: Que vos abstenhais das coisas imoladas aos ídolos, do sangue, das carnes sufocadas e da fornicação, das quais fareis bem em vos guardar. Deus esteja convosco. Eles, pois, tendo-se despedido, foram a Antioquia e, tendo reunido a multidão (dos fiéis), entregaram a carta, Tendo-a eles lido, encheram-se de contentamento pela consolação (que lhes causou). E Judas e Silas, como também eram profetas, consolaram e confortaram com muitas palavras os irmãos. Tendo-se demorado ali algum tempo, foram remetidos em paz pelos irmãos aos que lhos tinham enviado. Aprouve, porém, a Silas ficar ali, e Judas voltou só para Jerusalém. (2) Depois do desacordo havido entre Paulo e Barnabé, por causa de João, o que tinha Marcos por sobrenome, Paulo, tendo escolhido São Silas partiu para a Síria e a Cilícia, onde confirmou as igrejas e ordenou que guardassem os preceitos dos Apóstolos e dos presbíteros. Chegou a Derbe e a Listra. Havia lá um discípulo, chamado Timóteo, filho de uma mulher judia convertida à fé, e de pai gentio, e os irmãos, que estava em Listra e em Icônio, davam bom testemunho dele, Quis Paulo que ele fosse consigo; e, tomando-o, circuncidou-o, por causa dos judeus que havia naqueles lugares. Porque todos sabiam que o pai dele era gentio. Ao passar pelas cidades, recomendavam que guardassem as decisões tomadas pelos Apóstolos e pelos presbíteros, que estavam em Jerusalém. Assim, pois, As igrejas eram confirmadas na fé, e cresciam em número cada dia. Tendo atravessado a Frísia e a província da Galácia, foram proibidos (por então) pelo Espírito Santo de anunciar a palavra de Deus na Ásia. E, tendo chegado a Misia, intentavam passar a Bitínia, mas não lho permitiu o Espírito de Jesus (3). Depois de terem atravessado a Misia, desceram a Tróade. Durante a noite, Paulo teve uma visão: Apresentava-se diante dele, em pé, um homem da Macedônia que lhe rogava, dizendo: – Passa à Macedônia, e ajuda-nos. Logo que teve esta visão, procuramos (4) partir para a Macedônia, certificados de que Deus nos chamava a ir lá evangelizar. Tendo-nos, pois, feito à vela de Tróade, fomos em direção à Samotrácia, e, no dia seguinte, a Neápolis; daí a Filipos, que é uma colônia (romana) e a primeira cidade daquela parte da Macedônia. Nesta cidade detivemo-nos alguns
Evangelho Do Dia 2018-07-12

Quinta-feira, 12 de Julho de 2018. Santo do dia: São João Gualberto, abadeCor litúrgica: verde Evangelho do dia: São Mateus 10, 7-15 Primeira leitura: Oseias 11, 1-4.8-9Leitura da profecia de Oseias: Assim fala o Senhor: 1“Quando Israel era criança, eu já o amava, e desde o Egito chamei meu filho. 2Quanto mais eu os chamava, tanto mais eles se afastavam de mim; imolavam aos Baals e sacrificavam aos ídolos. 3Ensinei Efraim a dar os primeiros passos, tomei-o em meus braços, mas eles não reconheceram que eu cuidava deles. 4Eu os atraía com laços de humanidade, com laços de amor; era para eles como quem leva uma criança ao colo e rebaixava-me a dar-lhes de comer. 8Meu coração comove-se no íntimo e arde de compaixão. 9Não darei largas à minha ira, não voltarei a destruir Efraim, eu sou Deus e não homem; o santo no meio de vós, e não me servirei do terror”. – Palavra do Senhor – Graças a Deus Salmo 79 (80) – Ó pastor de Israel, prestai ouvidos. Vós, que sobre os querubins vos assentais, despertai vosso poder, ó nosso Deus, e vinde logo nos trazer a salvação! R: Sobre nós iluminai a vossa face e, então, seremos salvos, ó Senhor! – Voltai-vos para nós, Deus do universo! Olhai dos altos céus e observai. Visitai a vossa vinha e protegei-a! Foi a vossa mão direita que a plantou; protegei-a, e ao rebento que firmastes! R: Sobre nós iluminai a vossa face e, então, seremos salvos, ó Senhor! Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus 10, 7-15 – Aleluia, Aleluia, Aleluia.– Convertei-vos e crede no evangelho, pois o reino de Deus está chegando! (Mc 1,15); Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus: Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 7“Em vosso caminho, anunciai: ‘O reino dos céus está próximo’. 8Curai os doentes, ressuscitai os mortos, purificai os leprosos, expulsai os demônios. De graça recebestes, de graça deveis dar! 9Não leveis ouro, nem prata, nem dinheiro nos vossos cintos; 10nem sacola para o caminho, nem duas túnicas, nem sandálias, nem bastão, porque o operário tem direito ao seu sustento. 11Em qualquer cidade ou povoado onde entrardes, informai-vos para saber quem ali seja digno. Hospedai-vos com ele até a vossa partida. 12Ao entrardes numa casa, saudai-a. 13Se a casa for digna, desça sobre ela a vossa paz; se ela não for digna, volte para vós a vossa paz. 14Se alguém não vos receber nem escutar vossa palavra, saí daquela casa ou daquela cidade e sacudi a poeira dos vossos pés. 15Em verdade vos digo, as cidades de Sodoma e Gomorra serão tratadas com menos dureza do que aquela cidade, no dia do juízo”. – Palavra da Salvação– Glória a Vós, Senhor Comentário por São Boaventura, Franciscano, Doutor da IgrejaVida de São Francisco, Legenda major, cap. 3 «Ide e proclamai que está próximo o reino dos céus» [O jovem] Francisco assistia devotamente à Missa em honra dos apóstolos; o Evangelho era aquele em que Jesus envia os seus discípulos a pregar e lhes ensina a maneira evangélica de viver: «Não adquirais ouro, prata ou cobre, para guardardes nas vossas bolsas; nem alforge para o caminho, nem duas túnicas, nem sandálias, nem cajado». Compreendendo e interiorizando este texto, ficou apaixonado por essa pobreza dos apóstolos e gritou, num transporte de alegria: «É isto que eu quero! É isto que desejo com toda a minha alma!» E, sem mais, tirou os sapatos, deixou cair o cajado, abandonou o alforje e o dinheiro como objetos dignos de repúdio, ficando apenas com a túnica, e deitou fora o cinto, que substituiu por uma corda: pôs todo o seu empenho em concretizar o que acabara de ouvir e quis conformar-se em tudo com esse código de perfeição, dado aos apóstolos. Um impulso comunicado por Deus levou-o, desde então, à conquista da perfeição evangélica e a uma campanha de penitência. Quando ele falava […], as suas palavras, totalmente impregnadas pela força do Espírito Santo, penetravam até ao mais profundo dos corações e mergulhavam os ouvintes no espanto. Toda a sua pregação era um anúncio de paz, e ele começava cada um dos seus sermões com esta saudação ao povo: «Que o Senhor vos dê a paz!» «Foi uma revelação do Senhor que me ensinou esta fórmula», declarou mais tarde. […] Falava-se cada vez mais do homem de Deus, dos seus ensinamentos simples e da sua vida, e alguns, vendo o seu exemplo e tocados por esse espírito de penitência, juntaram-se a ele e, deixando tudo e vestindo-se como ele, começaram a partilhar a sua vida. Fonte: Evangelho Diário – Arautos do Evangelho
São João Gualberto, Fundador Da Ordem De Valumbrosa

Como outrora São Pedro visitava as Igrejas da Judéia, para confirmar a fé e a piedade, do mesmo modo, seu sucessor, o Papa São Leão IX, visitava as principais províncias da Igreja universal. No ano de 1049, numa dessas visitas, aproximando-se de Passignano, na estrada de Pavia, o Santo Papa mandou dizer a São João Gualberto, fundador da congregação de Valumbrosa, que desejava jantar com ele em seu mosteiro de Passignano. Muito surpreso com tal visita, Gualberto perguntou ao ecônomo do mosteiro se ainda havia peixe. Ante a resposta negativa, mandou dois noviços pescar num lago vizinho. Como jamais havia existido peixe algum naquele lago, os noviços disseram que seria muito difícil apanhá-los. O santo abade, ante tal resposta, reiterou a ordem e eles voltaram, atiraram a rede por obediência, e apanharam dois enormes lúcios, que serviram para o jantar do Papa e de sua comitiva. São João Gualberto era oriundo de uma família rica e nobre, estabelecida em Florença. Fora cuidadosamente educado nas máximas da piedade e do conhecimento das letras. Mal tinha entrado no mundo, tomou-lhe logo o espírito gosto pelas vaidades. Ele estaria perdido se não fosse um fato, que o poderia perder de verdade. Seu irmão único fora assassinado por um gentil-homem; João, incitado ainda por seu pai, resolveu vingar-lhe a morte. Numa sexta-feira santa, voltando do campo com alguns homens armados, encontrou o gentil-homem, numa passagem estreita onde não podia voltar, nem de um lado nem de outro. A presença do inimigo acendeu-lhe a vingança; saca da espada para lhe atravessar o corpo, mas o outro se lhe atira aos pés e, de braços abertos, em forma de cruz, roga-lhe, pela Paixão de Jesus Cristo, cuja memória se celebrava naquele mesmo dia, que não lhe tire a vida. João Gualberto sentiu-se tocado até o fundo da alma. Estende a mão ao assassino do irmão e diz-lhe com doçura: Não vos posso recusar o que me pedis em nome de Jesus Cristo. Concedo-vos não somente à vida, mas até mesmo minha amizade. Rogai a deus que me perdoe o pecado. Abraçaram-se e separaram-se. João continuando o caminho a uma igreja: entra, reza com fervor extraordinário diante de um crucifixo, que vê inclinar distintamente a cabeça, como para lhe agradecer a misericórdia de que acabava de usar, por amor dele. Profundamente comovido por aquilo que via, Gualberto, pôs-se a pensar de que maneira poderia melhor agradecer a Deus; pois, dizia a si mesmo, que recompensa receberei do céu, se servir fielmente o Senhor, ele que, pelo pouco que acabo de fazer, me recompensa com tão grande milagre? Cheios desses pensamentos, aproximava-se de Florença; ali despede o escudeiro, e entra no mosteiro de São Miniato, no arrabalde; conta ao abade tudo o que lhe acabava de suceder e pede-lhe o hábito monástico. O abade ponderando tudo com atenção, encoraja-o no intento de deixar o mundo e de se consagrar a deus, mas, para lhe dar o hábito, propõe-lhe esperar, quer, para o experimentar, quer pelo temor de seu pai, que, efetivamente, tendo sabido onde estava o filho, veio reclamá-lo com ameaça de destruir o mosteiro até os alicerces. Nessa situação crítica, Gualberto, toma o hábito religioso e leva-o ao altar da igreja; corta ele mesmo o cabelo, veste-se com o hábito de religião, e, depois, põe-se a ler tranquilamente um livro. O pai, encontrando-o naquele estado, enche-se de cólera, arranca os cabelos, rola por terra, mas acaba por se acalmar e por lhe dar a benção. O jovem religioso, entrega-se às mais austeras práticas de penitência. Por sua extrema fidelidade a todos os exercícios, torna-se bem depressa modelo completo de todas as virtudes. O abade morreu e ele foi escolhido, a uma voz, para o substituir; mas foi-lhe impossível obter o consentimento. Aspirava a obedecer, não a mandar, repetia muitas vezes estas palavras do profeta: “Eu sou um verme e não um homem, o opróbrio dos homens e abjeção do povo.” Entretanto, outro monge obteve do Bispo de Florença, por meio de dinheiro, o governo do mosteiro; São Gualberto, sabendo disso, foi com outro irmão consultar um santo recluso de Florença, chamado Teuzon, que condenava publicamente a simonia. O velho, tendo experimentado sua fé e sua constância, disse-lhes: Ide à grande praça da cidade, proclamai diante de todo o povo que o bispo e o abade são simoníacos. Depois, ide procurar outro mosteiro onde possais servir livremente a Jesus Cristo. São Gualberto seguiu o conselho. Visitou várias comunidades, em particular a de Camáldula e enfim fundou ele mesmo um mosteiro, onde se seguia a regra de São Bento, segundo toda sua primitiva austeridade; fundou essa comunidade num vale, sombreado por salgueiros, de onde lhe veio o nome de Valumbrosa. O espírito dominante da nova ordem foi o amor ao retiro e ao silêncio, o desapego de todas as coisas da terra, a prática da humildade, o amor das austeridades da penitência e da caridade mais universal João Gualberto estabeleceu vários outros mosteiros, entre outros o de Passignano e reanimou a regularidade e o fervor em vários outros. Além dos religiosos de coro, recebia também irmãos leigos, para as funções exteriores, divisão que foi logo adotada por outras ordens. A congregação de Valumbrosa, com seu santo fundador, ajudou potentemente o Papa São Leão IX, e o Papa São Gregório VII, a extirpar a simonia e a restaurar a disciplina do clero. No século onde o clero secular tinha necessidade de uma grande reforma; encontrou-se ele principalmente na ordem monástica. Daí lhe vieram os maiores Papas e os maiores Bispos. São João Gualberto morreu a 12 de Julho de 1073, na cidade de setenta e quatro anos, e foi canonizado em 1183 pelo Papa Celestino III. Foto: santiebeati.it (Vida dos Santos, Padre Rohrbacher, Volume XII, p. 382 à 385) Fonte: Santo do Dia – Arautos do Evangelho
Evangelho Do Dia 2018-07-11

Quarta-feira, 11 de Julho de 2018. Santo do dia: São Bento, abade; Beato Beltrão, abadeCor litúrgica: branco Evangelho do dia: São Mateus 10, 1-7 Primeira leitura: Oseias 10, 1-3.7-8.12Leitura da profecia de Oseias: 1Israel era uma vinha exuberante e dava frutos para seu consumo; na medida de sua produção, erguia os numerosos altares; na medida da fertilidade da terra, embelezava seus ídolos. 2Com o coração dividido, deve agora receber castigo; o Senhor mesmo derrubará seus altares, destruirá os seus simulacros. 3Decerto, dirão agora: “Não temos rei; não temos medo do Senhor. Que poderia o rei fazer por nós?” 7Samaria está liquidada, seu rei vai flutuando como palha em cima da água. 8Será desmantelada a idolatria dos lugares altos, pecado de Israel; ali crescerão espinhos e abrolhos sobre seus altares; então se dirá aos montes: “Cobri-nos!”, e às colinas: “Caí sobre nós!” 12Semeai justiça entre vós e colhereis amor; desbravai uma roça nova. É tempo de procurar o Senhor, até que ele venha e derrame a justiça em vós. – Palavra do Senhor – Graças a Deus Salmo 104 (105) – Cantai, entoai salmos para ele, publicai todas as suas maravilhas! Gloriai-vos em seu nome que é santo, exulte o coração que busca a Deus! R: Buscai constantemente a face do Senhor! – Procurai o Senhor Deus e seu poder, buscai constantemente a sua face! Lembrai as maravilhas que ele fez, seus prodígios e as palavras de seus lábios! R: Buscai constantemente a face do Senhor! – Descendentes de Abraão, seu servidor, e filhos de Jacó, seu escolhido, ele mesmo, o Senhor, é nosso Deus, vigoram suas leis em toda a terra. R: Buscai constantemente a face do Senhor! Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus 10, 1-7 – Aleluia, Aleluia, Aleluia.– Convertei-vos e crede no evangelho, pois o reino de Deus está chegando! (Mc 1,15); Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus: Naquele tempo, 1Jesus chamou os doze discípulos e deu-lhes poder para expulsarem os espíritos maus e para curarem todo tipo de doença e enfermidade. 2Estes são os nomes dos doze apóstolos: primeiro, Simão, chamado Pedro, e André, seu irmão; Tiago, filho de Zebedeu, e seu irmão João; 3Filipe e Bartolomeu; Tomé e Mateus, o cobrador de impostos; Tiago, filho de Alfeu, e Tadeu; 4Simão, o Zelota, e Judas Iscariotes, que foi o traidor de Jesus. 5Jesus enviou esses doze com as seguintes recomendações: “Não deveis ir aonde moram os pagãos nem entrar nas cidades dos samaritanos! 6Ide, antes, às ovelhas perdidas da casa de Israel! 7Em vosso caminho, anunciai: ‘O reino dos céus está próximo’”. – Palavra da Salvação– Glória a Vós, Senhor Fonte: Evangelho Diário – Arautos do Evangelho
São Bento, Fundador Da Ordem Dos Beneditinos

São Bento de Núrsia, nascido Benedetto da Norcia (Nórcia, c. 480 – monastério de Montecassino, c. 547) foi um monge italiano, fundador da Ordem dos Beneditinos, até hoje uma das maiores ordens monásticas do mundo. Foi o criador também da “Regra de São Bento”, provavelmente a mais importante e mais utilizada regra de vida monástica existente, inspiração de muitas outras comunidades religiosas. Foi designado santo padroeiro da Europa pelo Papa Paulo VI em 1964. Foi o fundador da Abadia do Monte Cassino, na Itália (destruída durante a Segunda Guerra Mundial e posteriormente restaurada). A fonte de todos os acontecimentos da vida de São Bento são os Diálogos de São Gregório Magno, que se baseou em fatos narrados por monges que conheceram pessoalmente São Bento. Segundo São Gregório, São Bento foi filho de um nobre romano, tendo realizado seus primeiros estudos na região de Núrsia (próximo à cidade italiana de Spoleto). Mais tarde, foi enviado a Roma para estudar retórica e filosofia, mas, tendo se decepcionado com a decadência moral da cidade, abandona logo a capital e se retira para Enfide (atual Affile). Ajudado por um abade da região chamado Romano, instalou-se em uma gruta de difícil acesso, a fim de viver como eremita. Depois de três anos nesse lugar, dedicando-se à oração e ao sacrifício, foi descoberto por alguns pastores, que divulgaram sua fama de santidade. A partir de então, foi visitado constantemente por pessoas que buscavam seus conselhos e direção espiritual. É então eleito Abade de um mosteiro em Vicovaro, no norte da Itália; no entanto, por causa de seu regime de vida exigente, os monges tentaram envenená-lo, mas no momento em que deu a bênção sobre o alimento a taça se fez em pedaços. Com isso, São Bento resolve deixar a comunidade. Volta à sua caverna onde, recebendo grande quantidade de discípulos, funda diversos mosteiros. Em 529, por causa da inveja de um sacerdote da região, tem de se mudar para Montecassino, onde funda o mosteiro que viria a ser o fundamento da expansão da Ordem Beneditina. Em 540 escreve a Regula Monasteriorum (“Regra dos Mosteiros”). Morre em 547. As representações de São Bento geralmente mostram, junto com o santo, o livro da Regra, um cálice quebrado e um corvo com um pão na boca, em memória ao pão envenenado que recebeu de um sacerdote invejoso. São Gregório conta que, por sua ordem, o corvo levou o pão até onde ninguém o encontrasse. As relíquias de São Bento estão conservadas na crípta da Abadia de Saint-Benoît-sur-Loire (Fleury), próximo a Orleáns e Germigny-des-Prés, no centro da França. Fonte: Santo do Dia – Arautos do Evangelho