São João Maria Vianney

O Papa Bento 16 escreveu sobre Cura D’Ars. “Nascido a 8 de Maio de 1786 de uma família pobre de bens materiais, mas rica de fé, chegou à ordenação presbiteral após muitas vicissitudes e incompreensões, graças à ajuda de sacerdotes sapientes que não se detiveram a considerar apenas os seus limites humanos, mas souberam olhar mais longe, intuindo o horizonte de santidade que se perfilava naquele jovem verdadeiramente singular, que sempre manifestou uma elevadíssima consideração pelo dom recebido. No serviço pastoral, tão simples como também extraordinariamente fecundo, este anônimo pároco de uma longínqua aldeia do sul da França conseguiu de tal modo identificar-se com o seu ministério que se tornou, mesmo de uma maneira visivelmente reconhecível, imagem do Bom Pastor que dá a vida pelas suas ovelhas. A sua existência foi uma catequese viva que adquiria uma eficácia particularíssima quando as pessoas o viam celebrar a Missa, deter-se em adoração diante do Tabernáculo ou passar muitas horas no confessionário. Ele reconhecia na dedicação ao sacramento da Penitência o cumprimento natural do apostolado sacerdotal – sublinhou o Papa, que prosseguiu observando que os métodos pastorais de S. João Maria Vianney poderiam parecer pouco adaptados às atuais condições sociais e culturais. Como as poderia de fato imitar um padre hoje em dia, num mundo tão mudado? Se é verdade que mudam os tempos e muitos carismas são típicos da pessoa, que não se repetem, há contudo um estilo de vida e uma aspiração de fundo que todos somos chamados a cultivar. Bem vistas as coisas, o que fez do Cura de Ars um santo, foi o ser enamorado de Cristo – observou Bento XVI . “O verdadeiro segredo do seu sucesso pastoral foi o amor que nutria pelo mistério eucarístico – anunciado, celebrado e vivido – que se tornou em amor pelas ovelhas de Cristo, dos cristãos e das pessoas que procuram a Deus”. Há que não reduzir a figura de São João Maria Vianney a um exemplo, ainda que admirável, da espiritualidade devocionista do século XIX – advertiu o Papa: “É preciso, pelo contrário, captar a força profética que caracterizava a sua personalidade humana e sacerdotal e que é de altíssima atualidade. A 150 anos da morte, o testemunho do Santo Cura de Ars continua a ser um válido ensinamento para os padres e para todos nós”. Bento XVI finaliza: Imitando-o, os padres devem cultivar e fazer crescer, dia após dia, uma íntima união pessoal com Cristo e devem ensinar a todos esta união, esta amizade íntima com Cristo. “Só os enamorados de Cristo podem tocar o coração das pessoas e abri-las ao amor misericordioso do Senhor”. Vencendo obstáculos João Maria Batista Vianney, sem dúvida alguma, se tornou o melhor exemplo das palavras profetizadas pelo apóstolo Paulo: “Deus escolheu os insignificantes para confundir os grandes”. Ele nasceu em 8 de maio de 1786, no povoado de Dardilly, ao norte de Lyon, França. Seus pais, Mateus e Maria, tiveram sete filhos, ele foi o quarto. Gostava de frequentar a igreja e desde a infância dizia que desejava ser um sacerdote. Vianney só foi para a escola na adolescência, quando abriram uma na sua aldeia, escola que frequentou por dois anos apenas, porque tinha de trabalhar no campo. Foi quando se alfabetizou e aprendeu a ler e falar francês, pois em sua casa se falava um dialeto regional. Para seguir a vida religiosa, teve de enfrentar muita oposição de seu pai. Mas com a ajuda do pároco, aos vinte anos de idade ele foi para o Seminário de Écully, onde os obstáculos existiam por causa de sua falta de instrução. Foram poucos os que vislumbraram a sua capacidade de raciocínio. Para os professores e superiores, era considerado um rude camponês, que não tinha inteligência suficiente para acompanhar os companheiros nos estudos, especialmente de filosofia e teologia. Entretanto era um verdadeiro exemplo de obediência, caridade, piedade e perseverança na fé em Cristo. Em 1815, João Maria Batista Vianney foi ordenado sacerdote. Mas com um impedimento: não poderia ser confessor. Não era considerado capaz de guiar consciências. Porém para Deus ele era um homem extraordinário e foi por meio desse apostolado que o dom do Espírito Santo manifestou-se sobre ele. Transformou-se num dos mais famosos e competentes confessores que a Igreja já teve. Durante o seu aprendizado em Écully, o abade Malley havia percebido que ele era um homem especial e dotado de carismas de santidade. Assim, três anos depois, conseguiu a liberação para que pudesse exercer o apostolado plenamente. Foi então designado vigário geral na cidade de Ars-sur-Formans. Isso porque nenhum sacerdote aceitava aquela paróquia do norte de Lyon, que possuía apenas duzentos e trinta habitantes, todos não-praticantes e afamados pela violência. Por isso a igreja ficava vazia e as tabernas lotadas. Ele chegou em fevereiro de 1818, numa carroça, transportando alguns pertences e o que mais precisava, seus livros. Conta a tradição que na estrada ele se dirigiu a um menino pastor dizendo: “Tu me mostraste o caminho de Ars: eu te mostrarei o caminho do céu”. Hoje, um monumento na entrada da cidade lembra esse encontro. Treze anos depois, com seu exemplo e postura caridosa, mas também severa, conseguiu mudar aquela triste realidade, invertendo a situação. O povo não ia mais para as tabernas, em vez disso lotava a igreja. Todos agora queriam confessar-se, para obter a reconciliação e os conselhos daquele homem que eles consideravam um santo. Na paróquia, fazia de tudo, inclusive os serviços da casa e suas refeições. Sempre em oração, comia muito pouco e dormia no máximo três horas por dia, fazendo tudo o que podia para os seus pobres. O dinheiro herdado com a morte do pai gastou com eles. A fama de seus dons e de sua santidade correu entre os fiéis de todas as partes da Europa. Muitos acorriam para paróquia de Ars com um só objetivo: ver o cura e, acima de tudo, confessar-se com ele. Mesmo que para isto tivessem que esperar horas ou dias inteiros. Assim, o local tornou-se um centro
Santa Lídia

Os apóstolos Silas, Timóteo e Lucas acompanhavam Paulo em sua segunda missão na Europa, quando chegaram em Filipos, uma das principais cidades da Macedônia, que desfrutava de direitos de colônia romana. Lá encontraram uma mulher que lhes foi de grande valor. Eles já haviam passado alguns dias na cidade. Mas Paulo e seus companheiros pensavam em ficar até o sábado, pelo menos, pois era o dia em que os correligionários judeus se reuniriam para as orações. Como Filipos não tinha sinagoga, o local mais provável para o encontro seria às margens do pequeno rio Gangas, que passava fora da porta da cidade. Assim entendendo, ao procurarem o lugar ideal para suas preces, como nos narra são Lucas nos Atos dos Apóstolos, eles foram para lá e começaram a falar com as mulheres que já estavam reunidas. Entre elas estava Lídia, uma comerciante de púrpura, nascida em Tiatira, na Ásia. Ela escutava com muita atenção, pois não era pagã idólatra, acreditava em Deus, o que quer dizer que tinha se convertido à fé dos judeus. E o Senhor abrira o seu coração para que aderisse às palavras de Paulo. Lídia era uma proprietária de sucesso, rica, influente e popular, exercendo sua liderança entre os filipenses e, principalmente, dentro da própria família. Isso porque a púrpura era um corante usado em tecidos finos, como a seda e a lã de qualidade. Na época, o tecido já tingido era chamado de púrpura, e o mais valioso existente. Usado como símbolo de alta posição social, era consumido apenas pela elite das cortes. Quando terminou a pregação, Lídia tornou-se cristã. Com o seu testemunho, conseguiu converter e batizar toda a sua família. Depois disto, ela os convidou: “Se vocês me consideram fiel ao Senhor, permaneçam em minha casa”. E os forçou a aceitar. Esta, com certeza, foi a primeira e maior conquista dos primeiros apóstolos de Cristo. A casa de Lídia tornou-se a primeira Igreja católica no solo europeu. Lídia usou todo o seu prestígio social, sucesso comercial e poder de sua liderança para, junto de outras mulheres, levar para dentro dos lares a palavra de Cristo, difundindo, assim, a Boa-Nova entre os filipenses. A importância de Lídia foi tão grande na missão de levar o Evangelho para o Ocidente que cativou o apóstolo Paulo, criando um forte e comovente laço de amizade cristã entre eles. O culto a santa Lídia é uma tradição cristã das mais antigas de que a Igreja Católica tem notícia. A sua veneração é respeitada, pois seus atos são sinais evidentes de sua santidade. Considerada a Padroeira dos Tintureiros, santa Lídia é festejada no dia 3 de agosto. A Igreja também celebra hoje a memória dos santos: Gamaliel, Nicodemos, Germano de Auxerre. Fonte: Santo do dia – Notícias Católicas
5ª-feira Da 17ª Semana Do Tempo Comum

1ª Leitura – Ex 40,16-21.34-38 A nuvem cobriu a Tenda da Reuniãoe a glória do Senhor encheu o santuário. Leitura do Livro do Êxodo 40,16-21.34-38 Naqueles dias: 16 Moisés fez tudo o que o Senhor lhe havia ordenado. 17 No primeiro mês do segundo ano, no primeiro dia do mês, o santuário foi levantado. 18 Moisés levantou o santuário, colocou as bases e as tábuas, assentou as vigas e ergueu as colunas. 19 Estendeu a tenda sobre o santuário, pondo em cima a cobertura da tenda, como o Senhor lhe havia mandado. 20 Depois, tomando o documento da aliança, depositou-o dentro da arca e colocou sobre ela o propiciatório. 21 E, introduzindo a arca no santuário, pendurou diante dela o véu de proteção, como o Senhor tinha prescrito a Moisés. 34 Então a nuvem cobriu a Tenda da Reunião e a glória do Senhor encheu o santuário. 35 Moisés não podia entrar na Tenda da Reunião, porque a nuvem permanecia sobre ela, e a glória do Senhor tomava todo o santuário. 36 Em todas as etapas da viagem, sempre que a nuvem se elevava de cima do santuário, os filhos de Israel punham-se a caminho; 37 e nunca partiam antes que a nuvem se levantasse. 38 Pois, de dia, a nuvem do Senhor repousava sobre o santuário, e de noite aparecia sobre ela um fogo, que todos os filhos de Israel viam, em todas as suas etapas. Palavra do Senhor. Salmo – Sl 83 (84),3. 4. 5-6a.8a. 11 (R. 2) R. Quão amável, ó Senhor, é vossa casa! 3 Minha alma desfalece de saudades * e anseia pelos átrios do Senhor! Meu coração e minha carne rejubilam * e exultam de alegria no Deus vivo! R. 4 Mesmo o pardal encontra abrigo em vossa casa, + e a andorinha ali prepara o seu ninho, * para nele seus filhotes colocar: vossos altares, ó Senhor Deus do universo! * vossos altares, ó meu Rei e meu Senhor! R. 5 Felizes os que habitam vossa casa; * para sempre haverão de vos louvar! 6a Felizes os que em vós têm sua força, * 8a Caminharão com um ardor sempre crescente. R. 11 Na verdade, um só dia em vosso templo * vale mais do que milhares fora dele! Prefiro estar no limiar de vossa casa, * a hospedar-me na mansão dos pecadores! R. Evangelho – Mt 13,47-53 Recolhem os peixes bons em cestose jogam fora os que não prestam. + Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus 13,47-53 Naquele tempo, disse Jesus à multidão: 47 O Reino dos Céus é ainda como uma rede lançada ao mar e que apanha peixes de todo tipo. 48 Quando está cheia, os pescadores puxam a rede para a praia, sentam-se e recolhem os peixes bons em cestos e jogam fora os que não prestam. 49 Assim acontecerá no fim dos tempos: os anjos virão para separar os homens maus dos que são justos, 50 e lançarão os maus na fornalha de fogo. E ai, haverá choro e ranger de dentes. 51 Compreendestes tudo isso?’ Eles responderam: ‘Sim.’ 52 Então Jesus acrescentou: ‘Assim, pois, todo mestre da Lei, que se torna discípulo do Reino dos Céus, é como um pai de família que tira do seu tesouro coisas novas e velhas.’ 53 Quando Jesus terminou de contar essas parábolas, partiu dali. Palavra da Salvação. Reflexão – Mt 13, 47-53 A presença do Reino de Deus na nossa história não pode ser obscurecida pela presença do mal no mundo. As pessoas devem ser capazes de analisar toda a realidade a partir dos critérios do Reino para, à luz do Espírito Santo, ser capaz discernir o bem do mal e escolher o que contribui para que ela possa se aproximar cada vez mais de Deus. Mas esta distinção não dá ao cristão o direito de condenar os que erram, ao contrário, ele deve ser um instrumento nas mãos de Deus para que todos sejam capazes de fazer esta distinção e trilhar os caminhos do bem. Fonte: CNBB Fonte: Evangelho do dia – Notícias Católicas
4ª-feira Da 17ª Semana Do Tempo Comum

1ª Leitura – Ex 34,29-35 Os filhos de Israel vendo o rosto de Moisésresplandecente, tiveram medo de se aproximar. Leitura do Livro do Êxodo 34,29-35 29 Quando Moisés desceu da montanha do Sinai, trazendo nas mãos as duas tábuas da aliança, não sabia que a pele do seu rosto resplandecia por ter falado com o Senhor. 30 Aarão e os filhos de Israel, vendo o rosto de Moisés resplandecente, tiveram medo de se aproximar. 31 Então Moisés os chamou, e tanto Aarão como os chefes da comunidade foram para junto dele. E, depois que lhes falou, 32 todos os filhos de Israel também se aproximaram dele, e Moisés transmitiu-lhes todas as ordens que tinha recebido do Senhor no monte Sinai. 33 Quando Moisés acabou de lhes falar, cobriu o rosto com um véu. 34 Todas as vezes que Moisés se apresentava ao Senhor, para falar com ele, retirava o véu, até a hora de sair; depois saía e dizia aos filhos de Israel tudo o que lhe tinha sido ordenado. 35 E eles viam a pele do rosto de Moisés resplandecer; mas ele voltava a cobrir o rosto com o véu, até o momento em que entrava para falar com o Senhor. Palavra da Senhor. Salmo – Sl 98, 5. 6. 7. 9 (R. Cf. 9c) R. Santo é o Senhor nosso Deus! 5 Exaltai o Senhor nosso Deus, + e prostrai-vos perante seus pés, * pois é santo o Senhor nosso Deus! R. 6 Eis Moisés e Aaróo entre os seus sacerdotes. + E também Samuel invocava seu nome, * e ele mesmo, o Senhor, os ouvia. R. 7 Da coluna de nuvem falava com eles. + E guardavam a lei e os preceitos divinos, * que o Senhor nosso Deus tinha dado. R. 9 Exaltai o Senhor nosso Deus, + e prostrai-vos perante seu monte, * pois é santo o Senhor nosso Deus! R. Evangelho – Mt 13,44-46 Vende todos os seus bens e compra aquele campo. + Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus 13,44-46 Naquele tempo, disse Jesus à multidão: 44 ‘O Reino dos Céus é como um tesouro escondido no campo. Um homem o encontra e o mantém escondido. Cheio de alegria, ele vai, vende todos os seus bens e compra aquele campo. 45 O Reino dos Céus também é como um comprador que procura pérolas preciosas. 46 Quando encontra uma pérola de grande valor, ele vai, vende todos os seus bens e compra aquela pérola. Palavra da Salvação. Reflexão – Mt 13, 44-46 O Evangelho de hoje nos mostra a parábola na qual Jesus compara o Reino de Deus com um tesouro e com uma pérola. A comparação com o tesouro nos mostra o valor que o Reino de Deus deve ter nas nossas vidas, um valor que não pode ser superado por nenhum outro valor deste mundo. A pérola nos mostra a preciosidade inigualável que é o Reino de Deus para todas as pessoas. E tanto o valor como a preciosidade do Reino de Deus significam que todas as outras coisas perdem sua importância diante dele e só têm sentido enquanto contribuem para que o homem possa chegar até Deus. Fonte: CNBB Fonte: Evangelho do dia – Notícias Católicas
Santo Afonso Maria De Ligório

Santo Afonso Maria de Ligório, bispo, escritor, poeta, musicista, Doutor da Igreja, foi fundador de uma das mais ativas e numerosas congregações religiosas: os Padres Redentoristas. Nasceu perto de Nápoles, Itália, em 1696, filho de uma das mais antigas e nobres famílias de Nápoles. Do pai herdara uma vontade férrea, inteligência viva e perspicaz, enquanto que a mãe plasmou seu coração para a fé a bondade. Ainda pequeno, recebeu do Santo São Francisco de Jerônimo, da Companhia de Jesus, a seguinte profecia: “Esta criança, não morrerá antes dos 90 anos; será bispo e realizará maravilhas na Igreja de Deus”. Enquanto seu pai o preparava nos estudos acadêmicos e científicos, sua mãe preocupava-se em educá-lo nos caminhos da fé e do cristianismo. Ele cresceu um cristão fervoroso e, com apenas dezesseis anos de idade, doutorou-se em direito civil e eclesiástico. Passou a advogar e atender no fórum de Nápoles, porém jamais abandonou sua vida espiritual, que era muito intensa. Sempre foi muito prudente, nunca advogou para a Corte, atendia a todos, ricos ou pobres, com igual empenho. Porém atendia, em primeiro lugar, os pobres, que não tinham como pagar um advogado, não por uma questão moral, mas porque era cristão. Depois de dez anos, tornara-se um memorável e bem-sucedido advogado, cuja fama chegara aos fóruns jurídicos de toda a Itália. Entretanto, por exclusiva interferência política, perdeu uma causa de grande repercussão social, ocasionando-lhe uma violenta desilusão moral. A experiência do mundo e a forte corrupção moral já eram objeto de suas reflexões, após esse acontecimento decidiu abandonar tudo e seguir a vida religiosa. O pai, a princípio, não concordou, mas, vendo o filho renunciar à herança e aos títulos de nobreza, com alegria no coração, aceitou sua decisão. Afonso concluiu os estudos de teologia, sendo ordenado sacerdote aos trinta anos, em 1726. Escolheu o nome de Maria para homenagear o Nosso Redentor por meio da Santíssima Mãe, aos quais dedicava toda a sua devoção, e agora também a vida. Desde então, colocou seus muitos talentos a serviço do Povo de Deus, evidenciando ainda mais os da bondade, da caridade, da fé em Cristo e do conforto espiritual que passava a seus semelhantes. Em suas pregações, Afonso Maria usava as qualidades da oratória e colocava sua ciência a serviço do Redentor. As suas palavras eram um bálsamo aos que procuravam reconciliação e orientação, por meio do confessionário, ministério ao qual se dedicou durante todo o seu apostolado. Aos que lhe perguntavam qual era o seu lema, dizia: “Deus me enviou para evangelizar os pobres”. Para viver plenamente o seu lema, em 1732, fundou a Congregação do Santíssimo Redentor, ou dos Padres Redentoristas, destinada, exclusivamente, à pregação aos pobres, às regiões de população abandonada, sob a forma de missões e retiros. Ele mesmo viajou por quase todo o sul da Itália pregando a Palavra de Deus e a devoção a Maria, entremeando sua atividade pastoral com a de escritor de livros ascéticos e teológicos. Com tudo isso, conseguiu a conversão de muitas pessoas. Em 1762, obedecendo à indicação do papa, aceitou ser o bispo da diocese de Santa Águeda dos Godos, diante da qual permaneceu durante treze anos. Portador de artrite degenerativa deformante, já paralítico e quase cego, retirou-se ao seu convento, onde completou sua extensa e importantíssima obra literária, composta de cento e vinte livros e tratados. Entre os mais célebres estão: “Teologia moral”; “Glórias de Maria”, “Visitas ao SS. Sacramento”; além do “Tratado sobre a oração”. Foi historiador, apologeta, pregador, poeta e exímio musicista. A devoção popular muito deve às suas canções por ele escritas e musicadas. Até hoje no tempo de Natal, é comum escutar o seu “Tu Scendi dalle Stelle” – Tu desces das estrelas. Depois de doze anos de muito sofrimento físico, Afonso Maria de Ligório morreu aos noventa e um anos, no dia 1º de agosto de 1787, em Nocera dei Pagani, Salerno, Itália. Canonizado em 1839, foi declarado doutor da Igreja em 1871. O papa Pio XII proclamou santo Afonso Maria de Ligório Padroeiro dos Confessores e dos Teólogos de Teologia Moral em 1950. A Igreja deu-lhe o título de Doutor zelosíssimo. A Igreja também celebra hoje a memória dos santos: Esperança e Caridade. Fonte: Santo do dia – Notícias Católicas
3ª-feira Da 17ª Semana Do Tempo Comum

1ª Leitura – Ex 33,7-11; 34,5b.28 O Senhor falava com Moisés face a face. Leitura do Livro do Êxodo 33,7-11; 34,5b.28 Naqueles dias: 7 Moisés levantou a tenda e armou-a longe, fora do acampamento, e deu-lhe o nome de Tenda da Reunião. Assim, todo aquele que quisesse consultar o Senhor, saía para a Tenda da Reunião, que estava fora do acampamento. 8 Quando Moisés se dirigia para lá, o povo se levantava e ficava de pé à entrada da própria tenda, seguindo Moisés com os olhos até ele entrar. 9 Logo que Moisés entrava na Tenda, a coluna de nuvem baixava e ficava parada à entrada, enquanto o Senhor falava com Moisés. 10 Ao ver a coluna de nuvem parada à entrada da Tenda, todo o povo se levantava e cada um se prostrava à entrada da própria tenda. 11 O Senhor falava com Moisés face a face, como um homem fala com seu amigo. Depois, Moisés voltava para o acampamento, mas o seu jovem ajudante, Josué, filho de Nun, não se afastava do interior da Tenda. 34,5b Moisés invocou o nome do Senhor. 6 Enquanto o Senhor passava diante dele, Moisés gritou: ‘Senhor, Senhor, Deus misericordioso e clemente, paciente, rico em bondade e fiel, 7 que conserva a misericórdia por mil gerações, e perdoa culpas, rebeldias e pecados, mas não deixa nada impune, pois castiga a culpa dos pais nos filhos e netos, até à terceira e quarta geração’! 8 Imediatamente, Moisés curvou-se até o chão 9 e, prostrado por terra, disse: ‘Senhor, se é verdade que gozo de teu favor, peço-te, caminha conosco; embora este seja um povo de cabeça dura, perdoa nossas culpas e nossos pecados e acolhe-nos como propriedade tua’. 28 Moisés esteve ali com o Senhor quarenta dias e quarenta noites, sem comer pão nem beber água, e escreveu nas tábuas as palavras da aliança, os dez mandamentos. Palavra do Senhor. Salmo – Sl 102,6-7. 8-9. 10-11. 12-13 (R. 8a) R. O Senhor é indulgente, é favorável. 6 O Senhor realiza obras de justiça * e garante o direito aos oprimidos; 7 revelou os seus caminhos a Moisés, * e aos filhos de Israel, seus grandes feitos. R. 8 O Senhor é indulgente, é favorável, * é paciente, é bondoso e compassivo. 9 Nóo fica sempre repetindo as suas queixas, * nem guarda eternamente o seu rancor. R. 10 Não nos trata como exigem nossas faltas, * nem nos pune em proporção às nossas culpas. 11 Quanto os céus por sobre a terra se elevam, * tanto é grande o seu amor aos que o temem; R. 12 quanto dista o nascente do poente, * tanto afasta para longe nossos crimes. 13 Como um pai se compadece de seus filhos, * o Senhor tem compaixão dos que o temem. R. Evangelho – Mt 13,36-43 Como o joio é recolhido e queimado ao fogo,assim também acontecerá no fim dos tempos. + Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus 13,36-43 Naquele tempo: 36 Jesus deixou as multidões e foi para casa. Seus discípulos aproximaram-se dele e disseram: ‘Explica-nos a parábola do joio!’ 37 Jesus respondeu: Aquele que semeia a boa semente é o Filho do Homem. 38 O campo é o mundo. A boa semente são os que pertencem ao Reino. O joio são os que pertencem ao Maligno. 39 O inimigo que semeou o joio é o diabo. A colheita é o fim dos tempos. Os ceifadores são os anjos. 40 Como o joio é recolhido e queimado ao fogo, assim também acontecerá no fim dos tempos: 41 o Filho do Homem enviará os seus anjos e eles retirarão do seu Reino todos os que fazem outros pecar e os que praticam o mal; 42 e depois os lançarão na fornalha de fogo. Ali haverá choro e ranger de dentes. 43 Então os justos brilharão como o sol no Reino de seu Pai. Quem tem ouvidos, ouça.’ Palavra da Salvação. Reflexão – Mt 13, 36-43 Jesus contou a parábola do trigo e do joio para toda a multidão, mas depois, os discípulos o procuram para uma maior compreensão da parábola. Assim, existem aquelas pessoas que apenas ouvem o que Jesus tem a dizer e se dão por satisfeitas, porém, existem aquelas pessoas que querem sabem mais, querem aprofundar a fé. Existem as pessoas que não valorizam plenamente a fé, então aprendem o mínimo e se dão por satisfeitas. Para quem quer verdadeiramente ser discípulo de Jesus, sempre há oportunidade para ir além no conhecimento das verdades da fé com a finalidade de agir melhor segundo os critérios do Evangelho. Fonte: CNBB Fonte: Evangelho do dia – Notícias Católicas
Santo Inácio De Loyola

Inácio de Loyola nasceu numa família cristã nobre e muito rica numa cidade na Espanha, em 1491. Foi educado com todo cuidado para se tornar um perfeito fidalgo. Cresceu apreciando os luxos da corte e era um ótimo cavaleiro. Com 26 anos optou pela carreira militar, mas uma bala de canhão mudou sua vida. Ferido na perna esquerda, durante a defesa da cidade de Pamplona, ele ficou um longo tempo em convalescença. Nesse meio tempo trocou a leitura dos romances de guerra por livros sobre a vida dos santos e a Paixão de Cristo. E assim foi tocado pela Graça de Deus. Quando ficou curado, trocou a vida de militar por uma vida de dedicação a Deus. Foi então à capela do santuário de Nossa Senhora de Montserrat, pendurou sua espada no altar e deu as costas ao mundo da corte e das pompas. A partir deste momento passou a ser chamado de Inácio. Viveu como eremita e mendigo passando as mais duras necessidades. Ali preparou a base do seu livro mais importante: “Exercícios Espirituais”. Mudou-se para Paris, onde estudou filosofia e teologia. No ano de 1534 fundou a Companhia de Jesus junto com mais seis companheiros. Nascia assim os missionários jesuítas, que espalharam-se pelo mundo levando o Evangelho para os povos mais longínquos do planeta. Inácio morreu no dia 31 de julho de 1556, em Roma, na Itália. Colaboração: Padre Evaldo César de Souza, CSsR Fonte: Santo do dia – Notícias Católicas
2ª-feira Da 17ª Semana Do Tempo Comum

1ª Leitura – Ex 32,15-24.30-34 Este povo cometeu um grandíssimo pecado:fizeram para si deuses de ouro. Leitura do Livro do Êxodo 32,15-24.30-34 Naqueles dias: 15 Moisés voltou do cume da montanha, trazendo nas mãos as duas tábuas da aliança, que estavam escritas de ambos os lados. 16 Elas eram obra de Deus e a escritura nelas gravada era a escritura mesma de Deus. 17 Josué, ouvindo o tumulto do povo que gritava, disse a Moisés: ‘Há gritos de guerra no acampamento!’. 18 Moisés respondeu: ‘Não são gritos de vitória, nem gritos de derrota; o que ouço são vozes de gente que canta’. 19 Quando chegou perto do acampamento, e viu o bezerro e as danças, Moisés encheu-se de ira e arremessou por terra as tábuas, quebrando-as no sopé da montanha. 20 Em seguida, apoderou-se do bezerro que haviam feito, queimou-o e triturou-o, até reduzi-lo a pó. Depois, espalhou o pó na água, e fez os filhos de Israel beberem dela. 21 Moisés disse a Aarão: ‘Que te fez este povo, para atraíres sobre ele tão grande pecado?’ 22 Aarão respondeu: ‘Não se indigne o meu Senhor. Tu bem sabes que este povo é inclinado ao mal. 23 Eles me disseram: ‘Faze-nos deuses que caminhem à nossa frente, pois quanto àquele Moisés, que nos tirou da terra do Egito, não sabemos o que lhe aconteceu’. 24 Eu, então, lhes disse: ‘Quem de vós tem ouro?’ Eles trouxeram ouro e me entregaram, e eu lancei-o no fogo e saiu este bezerro’. 30 No dia seguinte, Moisés disse ao povo: ‘Vós cometestes um grandíssimo pecado. Mas vou subir ao Senhor para ver se de algum modo poderei obter perdão para o vosso delito’. 31 Moisés voltou para junto do Senhor, e disse: ‘Ah! este povo cometeu um grandíssimo pecado: fizeram para si deuses de ouro. 32 Peço-te que lhe perdoes esta culpa, senão, risca-me do livro que escreveste’. 33 O Senhor respondeu a Moisés: ‘É aquele que pecou contra mim que eu riscarei do meu livro. 34 E agora vai, e conduze este povo para onde eu te disse. O meu anjo irá à tua frente; mas, quando chegar o dia do castigo, eu os punirei por este seu pecado’. Palavra do Senhor. Salmo – Sl 105, 19-20. 21-22. 23 (R. 1a) R. Dai graças ao Senhor, porque ele é bom! Ou: Aleluia, Aleluia, Alelui 19 Construíram um bezerro no Horeb * e adoraram uma estátua de metal; 20 eles trocaram o seu Deus, que é sua glória, * pela imagem de um boi que come feno. R. 21 Esqueceram-se do Deus que os salvara, * que fizera maravilhas no Egito; 22 no país de Cam fez tantas obras admiráveis, * no Mar Vermelho, tantas coisas assombrosas. R. 23 Até pensava em acabar com sua raça, * não se tivesse Moisés, o seu eleito, interposto, intercedendo junto a ele, * para impedir que sua ira os destruísse. R. Evangelho – Mt 13,31-35 O grão de mostrarda torna-se uma árvore,de modo que os pássaros vêm e fazem ninhos em seus ramos. + Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus 13,31-35 Naquele tempo: 31 Jesus contou-lhes outra parábola: ‘O Reino dos Céus é como uma semente de mostarda que um homem pega e semeia no seu campo. 32 Embora ela seja a menor de todas as sementes, quando cresce, fica maior do que as outras plantas. E torna-se uma árvore, de modo que os pássaros vêm e fazem ninhos em seus ramos.’ 33 Jesus contou-lhes ainda uma outra parábola: ‘O Reino dos Céus é como o fermento que uma mulher pega e mistura com três porções de farinha, até que tudo fique fermentado.’ 34 Tudo isso Jesus falava em parábolas às multidões. Nada lhes falava sem usar parábolas, 35 para se cumprir o que foi dito pelo profeta: ‘Abrirei a boca para falar em parábolas; vou proclamar coisas escondidas desde a criação do mundo’. Palavra da Salvação. Reflexão – Mt 13, 31-35 A nossa vida de fé é um processo de maturação espiritual que encontra seu início nas águas do Batismo e deve crescer durante toda nossa vida apesar de todas as dificuldades que marcam a existência humana. Este crescimento deve acontecer constantemente. Deve ser uma busca cada vez maior da perfeição, conforme nos diz o próprio Jesus: Sede perfeitos como vosso Pai que está nos céus é perfeito. O modelo para nós de perfeição é o próprio Jesus, e é por isso que São Paulo nos exorta ao crescimento até atingirmos a estatura de Cristo. O amor nos leva ao crescimento, já que a caridade é o vínculo da perfeição e quem ama permanece em Deus. Fonte: CNBB Fonte: Evangelho do dia – Notícias Católicas
São Pedro Crisólogo

O nome deste santo significa aquele que tem palavras de ouro. Pedro Crisólogo mereceu este nome, pois era um grande pregador da palavra de Deus. Ele nasceu em Ímola, não muito distante de Roma, no ano 380. Filho de pais cristãos foi educado na fé e cedo ordenado diácono. Tornou-se um dos maiores pregadores da Igreja. Sua amizade com a família imperial auxiliou na sua ascensão ao episcopado. Foi o primeiro bispo ocidental da diocese de Ravena. Como bispo, nunca se preocupou com as aparências externas, mas dedicou tempo para o cuidado com o povo, sobretudo os mais necessitados. Pedro Crisólogo escreveu no total cento e setenta e seis homilias de cunho popular, através dos quais dogmas e a liturgia eram explicados de forma simples, direta, objetiva e muito atrativa, proporcionando incontáveis conversões. Sua facilidade em pregar era tanta que com poucas palavras ele explicava as maiores verdades da fé. Defendeu a autoridade do Papa, então Leão I, o Grande, sobre a questão monofisita, que pregava Cristo em uma só natureza. Esta heresia, vinda do Oriente, foi resolvida nos Concílios de Éfeso e Calcedônia Pedro Crisólogo morreu na sua cidade natal em 451. Colaboração: Padre Evaldo César de Souza, CSsR Fonte: Santo do dia – Notícias Católicas
17º Domingo Do Tempo Comum

1ª Leitura – 1Rs 3, 5.-712 Pediste-me sabedoria. Leitura do Primeiro Livro dos Reis 3,5.7-12 Naqueles dias:5 Em Gabaon o Senhor apareceu a Salomão,em sonho, durante a noite, e lhe disse:‘Pede o que desejas e eu to darei’.7 E Salomão disse: Senhor meu Deus,tu fizeste reinar o teu servoem lugar de Davi, meu pai.Mas eu não passo de um adolescente,que não sabe ainda como governar.8 Além disso, teu servo está no meio do teu povo eleito,povo tão numeroso que não se pode contar ou calcular.9 Dá, pois, ao teu servo, um coração compreensivo,capaz de governar o teu povoe de discernir entre o bem e o mal.Do contrário, quem poderá governareste teu povo tão numeroso?’10 Esta oração de Salomão agradou ao Senhor.11 E Deus disse a Salomão:‘Já que pediste estes donse não pediste para ti longos anos de vida,nem riquezas, nem a morte de teus inimigos,mas sim sabedoria para praticar a justiça,12 vou satisfazer o teu pedido;dou-te um coração sábio e inteligente,como nunca houve outro igual antes de ti,nem haverá depois de ti.Palavra do Senhor. Salmo – Sl 118,57.72.76-77.127-128.129-130 (R.97a) R. Como eu amo, Senhor, a vossa lei, vossa palavra! 57 É esta a parte que escolhi por minha herança:*observar vossas palavras, ó Senhor!72 A lei de vossa boca, para mim,*vale mais do que milhões em ouro e prata. R. 76 Vosso amor seja um consolo para mim,conforme a vosso servo prometestes.77 Venha a mim o vosso amor e viverei,*porque tenho em vossa lei o meu prazer! R. 127 Por isso amo os mandamentos que nos destes,*mais que o ouro, muito mais que o ouro fino!128 Por isso eu sigo bem direito as vossas leis,*detesto todos os caminhos da mentira. R. 129 Maravilhosos são os vossos testemunhos,*eis por que meu coração os observa!130 Vossa palavra, ao revelar-se, me ilumina,*ela dá sabedoria aos pequeninos. R. 2ª Leitura – Rm 8,28-30 Ele nos predestinou para sermosconformes à imagem de seu Filho. Leitura da Carta de São Paulo aos Romanos 8,28-30Irmãos:28 Sabemos que tudo contribui para o bem daqueles que amama Deus, daqueles que são chamados para a salvação,de acordo com o projeto de Deus.29 Pois aqueles que Deus contemplou com seu amor desdesempre, a esses ele predestinoua serem conformes à imagem de seu Filho, para queeste seja o primogênito numa multidão de irmãos.30 E aqueles que Deus predestinou, também os chamou.E aos que chamou, também os tornou justos;e aos que tornou justos, também os glorificou.Palavra do Senhor. Evangelho – Mt 13,44-52 Ele vende todos os seus bens e compra aquele campo. + Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus 13,44-52Naquele tempo, disse Jesus à multidão:44 ‘O Reino dos Céus é como um tesouro escondido no campo.Um homem o encontra e o mantém escondido.Cheio de alegria, ele vai, vende todos os seus bense compra aquele campo.45 O Reino dos Céus também é como um compradorque procura pérolas preciosas.46 Quando encontra uma pérola de grande valor,ele vai, vende todos os seus bense compra aquela pérola.47 O Reino dos Céus é aindacomo uma rede lançada ao mare que apanha peixes de todo tipo.48 Quando está cheia,os pescadores puxam a rede para a praia,sentam-se e recolhem os peixes bons em cestose jogam fora os que não prestam.49 Assim acontecerá no fim dos tempos:os anjos virão para separaros homens maus dos que são justos,50 e lançarão os maus na fornalha de fogo.E ai, haverá choro e ranger de dentes.51 Compreendestes tudo isso?’Eles responderam: ‘Sim.’52 Então Jesus acrescentou:‘Assim, pois, todo o mestre da Lei,que se torna discípulo do Reino dos Céus,é como um pai de famíliaque tira do seu tesouro coisas novas e velhas.’Palavra da Salvação. Fonte: CNBB Fonte: Evangelho do dia – Notícias Católicas
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