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São Domingos De Gusmão

Domingos nasceu em 24 de junho de 1170, na Espanha. Pertencia a uma ilustre e nobre família, muito católica e rica. O jovem espanhol dedicou-se aos estudos, tornando-se uma pessoa muito culta. Mas nunca deixou a caridade de lado. Ainda durante os estudos vendia seus pertences para ter um pequeno “fundo” e com ele alimentar os pobres e doentes. Aos vinte e quatro anos recebeu a ordenação sacerdotal. Durante a Idade Média, período em que viveu, havia a heresia dos cátaros, surgida no sul da França. Eles pregavam a reencarnação e a relação direta entre os homens e Deus. Domingos teve de enfrentar esta missão com muita eficiência, usando apenas o seu exemplo de vida e a pregação da verdadeira Palavra de Deus. Em 1215 Domingos fundou o primeiro mosteiro dos irmãos pregadores. Nesta época Domingos começou a propagar a devoção ao rosário mariano. Por isto, os dominicanos são tidos como os guardiões do rosário, cujo culto difundem no mundo cristão através dos tempos. Eles passaram a ser conhecidos como homens sábios, pobres e austeros, tendo como características essenciais à ciência, a piedade e a pregação. No dia 08 de agosto de 1221, com apenas cinquenta e um anos de idade, ele morreu. Colaboração: Padre Evaldo César de Souza, CSsR Fonte: Santo do dia – Notícias Católicas

3ª-feira Da 18ª Semana Do Tempo Comum

1ª Leitura – Nm 12,1-13 O mesmo, não acontece com o meu servo Moisés,como com os outros profetas.Como, pois, vos atreveis a rebaixar o meu servo Moisés?  Leitura do Livro dos Números 12,1-13 Naqueles dias: 1 Maria e Aarão criticaram Moisés por causa de sua mulher etíope. 2 E disseram: ‘Acaso o Senhor falou só através de Moisés? Não falou, também, por meio de nós?’ E o Senhor ouviu isto. 3 Moisés era um homem muito humilde, mais do que qualquer outro sobre a terra. 4 Então o Senhor disse a Moisés, Aarão e Maria: ‘Ide todos os três à Tenda da Reunião’. E eles foram. 5 O Senhor desceu na coluna de nuvem, parou à entrada da Tenda, e chamou Aarão e Maria. Quando se aproximaram, ele lhes disse: 6 ‘Escutai minhas palavras! Se houver entre vós um profeta do Senhor, eu me revelarei a ele em visões e falarei com ele em sonhos. 7 O mesmo, porém, não acontece com o meu servo Moisés, que é o mais fiel em toda a minha casa! 8 Porque a ele eu falo face a face; é às claras, e não por figuras, que ele vê o Senhor! Como, pois, vos atreveis a rebaixar o meu servo Moisés?’ 9 E, indignado contra eles, o Senhor retirou-se. 10 A nuvem que estava sobre a Tenda afastou-se, e no mesmo instante, Maria se achou coberta de lepra, branca como a neve. Quando Aarão olhou para ela e a viu toda coberta de lepra, 11 disse a Moisés: ‘Rogo-te, meu Senhor! Não nos faças pagar pelo pecado que tivemos a insensatez de cometer. 12 Que Maria não fique como morta, como um aborto que é lançado fora do ventre de sua mãe, já com metade da carne consumida pela lepra’. 13 Então Moisés clamou ao Senhor, dizendo: ‘Ó Deus, eu te suplico, dá-lhe a cura!’ Palavra do Senhor.  Salmo – Sl 50, 3-4. 5-6a. 6bc-7. 12-13 (R. Cf. 3a) R. Misericórdia, ó Senhor, porque pecamos! 3 Tende piedade, ó meu Deus, misericórdia! * Na imensidão de vosso amor, purificai-me! 4 Lavai-me todo inteiro do pecado, * e apagai completamente a minha culpa! R. 5 Eu reconheço toda a minha iniqüidade, * o meu pecado está sempre à minha frente. 6a Foi contra vós, só contra vós, que eu pequei, * e pratiquei o que é mau aos vossos olhos! R. 6b Mostrais assim quanto sois justo na sentença, * 6c e quanto é reto o julgamento que fazeis. 7 Vede, Senhor, que eu nasci na iniqüidade * e pecador minha mãe me concebeu. R. 12 Criai em mim um coração que seja puro, * dai-me de novo um espírito decidido. 13 ó Senhor, não me afasteis de vossa face, * nem retireis de mim o vosso Santo Espírito! R.  Evangelho – Mt 14,22-36 ‘Senhor,manda-me ir ao teu encontro,caminhando sobre a água.’ + Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus 14,22-36 Depois que a multidão comera até saciar-se, 22 Jesus mandou que os discípulos entrassem na barco e seguissem, à sua frente, para o outro lado do mar, enquanto ele despediria as multidões. 23 Depois de despedi-las, Jesus subiu ao monte, para orar a sós. A noite chegou, e Jesus continuava ali, sozinho. 24 A barca, porém, já longe da terra, era agitada pelas ondas, pois o vento era contrário. 25 Pelas três horas da manhã, Jesus veio até os discípulos, andando sobre o mar. 26 Quando os discípulos o avistaram, andando sobre o mar, ficaram apavorados, e disseram: ‘É um fantasma’. E gritaram de medo. 27 Jesus, porém, logo lhes disse: ‘Coragem! Sou eu. Não tenhais medo!’ 28 Então Pedro lhe disse: ‘Senhor, se és tu, manda-me ir ao teu encontro, caminhando sobre a água.’ 29 E Jesus respondeu: ‘Vem!’ Pedro desceu da barca e começou a andar sobre a água, em direção a Jesus. 30 Mas, quando sentiu o vento, ficou com medo e começando a afundar, gritou: ‘Senhor, salva-me!’ 31 Jesus logo estendeu a mão, segurou Pedro, e lhe disse: ‘Homem fraco na fé, por que duvidaste?’ 32 Assim que subiram no barco, o vento se acalmou. 33 Os que estavam no barco, prostraram-se diante dele, dizendo: ‘Verdadeiramente, tu és o Filho de Deus!’ 34 Após a travessia desembarcaram em Genesaré. 35 Os habitantes daquele lugar, reconheceram Jesus e espalharam a notícia por toda a região. Então levaram a ele todos os doentes; 36 e pediam que pudessem, ao menos, tocar a barra de sua veste. E todos os que a tocaram, ficaram curados. Palavra da Salvação. Fonte: CNBB  Fonte: Evangelho do dia – Notícias Católicas

São Caetano De Thiene

Contemporâneo de Lutero, Caetano de Thiene (nascido em 1480, três anos antes do reformador alemão) era um dos que imploravam reforma de vida e de costumes dentro da Igreja. “Cristo espera e ninguém se mexe”. Filho do conde Gaspar de Thiene e de Maria do Porto, desde muito jovem mostrava grande preocupação e zelo pelos pobres, abrindo asilos para os idosos e muitos hospitais para os doentes, especialmente para os incuráveis. Estudou em Pádua, onde se diplomou nas matérias jurídicas, aos vinte e quatro anos de idade. Dedicava-se ao estado eclesiástico, mas sem ordenar-se, por considerar-se indigno. Nesse meio tempo, fundou, na propriedade da família, em Rampazzo, uma igreja dedicada a Santa Maria Madalena, que ainda hoje é a paróquia desta localidade. Em 1506, estava em Roma, exercendo a função de secretário particular do papa Júlio II. Na qualidade de escritor das cartas apostólicas, fez contato e conviveu com cardeais famosos, aprendendo muito com todos eles. Mas a principal virtude que Caetano cultivava era a humildade para observar muito bem antes de reprovar o mal alheio. Para melhor compreender, basta lembrar que ele viveu no período do esplendor renascentista, no qual o próprio Vaticano não primava pelo exemplo de moralidade e nem brilhava pela santidade dos costumes. Assim sendo, como homem inteligente e preparado, não se retirou para um ermo; ao contrário, encorajou-se para uma ação reformadora, começando por si mesmo. Costumava dizer que “Cristo espera e ninguém se mexe”. Participou do movimento laical Oratório do Divino Amor, que procurava estudar e praticar as Sagradas Escrituras. Só então, depois de muita reflexão, decidiu-se pela ordenação sacerdotal, em 1516. Tinha trinta e seis anos de idade quando celebrou sua primeira missa na basílica de Santa Maria Maior. Nesta ocasião, ele mesmo relatou depois, Nossa Senhora apareceu-lhe e colocou-lhe nos braços o Menino Jesus. Foi para Veneza em 1520, onde colaborou na fundação do hospital dos incuráveis. Três anos depois, incansável, voltou para Roma, onde, na companhia dos companheiros do Oratório – Bonifácio Colli, Paulo Consiglieri e João Pedro Carafa, bispo de Chiete -, fundou a Ordem dos Teatinos Regulares, que tinha como objetivo a renovação do clero. Quando o papa Clemente VII aprovou a congregação, Caetano renunciou a todos os seus bens para dedicar-se única e exclusivamente à vida comum. O mesmo ocorreu com o bispo Carafa, que abdicou também da sua vida episcopal. Anos mais tarde, ele veio a tornar-se o papa Paulo IV, um dos grandes reformadores da Igreja. A nova congregação começou somente com os quatro, depois passaram para doze e esse número aumentou bastante em pouco tempo. São os primeiros clérigos regulares. Não são monges, pois são de vida ativa, porém vivendo em obediência: sob uma regra de vida comum, como religiosos, cujos membros renunciam a todos os seus bens terrenos, devendo viver de seu trabalho apostólico e de ofertas espontâneas dadas pelos fiéis, contando, apenas, com a Providência divina. Carafa foi o primeiro superior geral, embora a ideia da fundação fosse de Caetano de Thiene, que, na sua humildade, sempre se manteve de lado. Caetano morreu de fadiga, após uma vida de muito trabalho e sofrimento, aos sessenta e seis anos de idade, em Nápoles, no dia 7 de agosto de 1547. Foi canonizado em 1671. O seu corpo é venerado no dia de sua morte, na belíssima basílica de São Paulo Maior, mas que é chamada por todos os fieis e peregrinos de basílica de São Caetano, localizada na praça principal da cidade. A Igreja também celebra hoje a memória dos santos: Sisto II e Vitrício. Fonte: Santo do dia – Notícias Católicas

2ª-feira Da 18ª Semana Do Tempo Comum

1ª Leitura – Nm 11,4b-15 Não posso suportar sozinho o peso de todo este povo. Leitura do Livro dos Números 11,4b-15 Naqueles dias: 4b Os filhos de Israel começaram a lamentar-se, dizendo: ‘Quem nos dará carne para comer? 5 Vêm-nos à memória os peixes que comíamos de graça no Egito , os pepinos e os melões, as verduras, as cebolas e os alhos. 6 Aqui nada tem gosto ao nosso paladar, não vemos outra coisa a não ser o maná’. 7 O maná era parecido com a semente do coentro e amarelado como certa resina. 8 O povo se dispersava para o recolher e o moía num moinho, ou socava num pilão. Depois o cozinhavam numa panela e faziam broas com gosto de pão amassado com azeite. 9 É noite, quando o orvalho caía no acampamento, caía também o maná. 10 Moisés ouviu, pois, o povo lamentar-se em cada família, cada um à entrada de sua tenda. 11 Então o Senhor tomou-se de uma cólera violenta, e Moisés, achando também tal coisa intolerável, disse ao Senhor: ‘Por que maltrataste assim o teu povo? Por que gozo tão pouco do teu favor, a ponte de descarregares sobre mim o peso de todo este povo? 12 Acaso fui eu quem concebeu e deu à luz todo este povo, para que me digas: ‘Carrega-o ao colo, como a ama costuma fazer com a criança; e leva-o à terra que juraste dar a seus pais! 13 Onde conseguirei carne para dar a toda esta gente? Pois se lamentam contra mim, dizendo: ‘Dá-nos carne para comer!’. 14 Já não posso suportar sozinho o peso de todo este povo: é grande demais para mim. 15 Se queres continuar a tratar-me assim, peço-te que me tires a vida, se achei graça a teus olhos, para que eu não veja mais tamanha desgraça’. Palavra do Senhor.  Salmo – Sl 80,12-13. 14-15. 16-17 (R. 2a) R. Exultai no Senhor nossa força. 12 Mas meu povo não ouviu a minha voz, * Israel não quis saber de obedecer-me. 13 Deixei, então, que eles seguissem seus caprichos, * abandonei-os ao seu duro coração. R. 14 Quem me dera que meu povo me escutasse! * Que Israel andasse sempre em meus caminhos! 15 Seus inimigos, sem demora, humilharia * e voltaria minha mão contra o opressor. R. 16 Os que odeiam o Senhor, o adulariam, * seria este seu destino para sempre; 17 eu lhe daria de comer a flor do trigo, * e com o mel que sai da rocha o fartaria’. R. Evangelho – Mt 14,13-21 Todos comeram e ficaram satisfeitos.+ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus 14,13-21Naquele tempo:13 Quando soube da morte de João Batista, Jesus partiue foi de barco para um lugar deserto e afastado.Mas quando as multidões souberam disso,saíram das cidades e o seguiram a pé.14 Ao sair do barco, Jesus viu uma grande multidão.Encheu-se de compaixão por elese curou os que estavam doentes.15 Ao entardecer, os discípulos aproximaram-se de Jesuse disseram: ‘Este lugar é desertoe a hora já está adiantada.Despede as multidões,para que possam ir aos povoados comprar comida!’16 Jesus porém lhes disse:‘Eles não precisam ir embora.Dai-lhes vós mesmos de comer!’17 Os discípulos responderam:‘Só temos aqui cinco pães e dois peixes.’18 Jesus disse: ‘Trazei-os aqui.’19 Jesus mandou que as multidões se sentassem na grama.Então pegou os cinco pães e os dois peixes,ergueu os olhos para o céu e pronunciou a bênção.Em seguida partiu os pães, e os deu aos discípulos.Os discípulos os distribuiram às multidões.20 Todos comeram e ficaram satisfeitos,e dos pedaços que sobraram,recolheram ainda doze cestos cheios.21 E os que haviam comidoeram mais ou menos cinco mil homens,sem contar mulheres e crianças.Palavra da Salvação. Reflexão – Mt 14, 13-21 Uma das coisas mais importantes que nos são apresentadas a partir do sacramento da Eucaristia é a sua dimensão apostólica. A Eucaristia está intimamente ligada ao seguimento de Jesus e ao nosso agir apostólico. Quando os discípulos indagam Jesus sobre a situação da fome do povo, Jesus responde: “Dai-lhes vós mesmos de comer”. Em seguida, ele multiplica os pães. Assim, nós vemos a necessidade que existe de todos nós participarmos da missão de Jesus para podermos participar do verdadeiro pão multiplicado que é o sacramento da Eucarística. Fonte: CNBB Fonte: Evangelho do dia – Notícias Católicas

Santa Maria Francisca De Jesus

Ana Maria Rubatto nasceu em 14 de fevereiro de 1844, numa família simples e cristã. Desde a infância, fez voto de virgindade. Aos dezenove anos, após algumas tragédias familiares, foi para Turim, onde residia sua irmã mais velha. Durante cinco anos se dedicou às obras de caridade, morando com uma senhora rica, que praticamente a adotou. Após o falecimento da protetora, voltou para junto de sua irmã. No verão de 1883 uniu-se a um grupo de senhoras pias que se dedicavam às obras de caridade. Nesse pequeno núcleo iniciou uma vida comunitária religiosa, inspirando-se ao ideal de São Francisco de Assis, sob a direção de um frei capuchinho. Ana Maria tinha uma fantástica capacidade organizadora de obras de caridade e sua vocação missionária era emocionante, voltada para a salvação das almas. O instituto tinha a finalidade de dar assistência aos enfermos e proporcionar a educação cristã da juventude. Ana Maria emitiu os segundos votos em 1886, tomando o nome de Maria Francisca de Jesus. Foi eleita a primeira Madre Superiora do Instituto, cargo que manteve até a morte. O instituto cresceu e chegou até a América Latina, ao Uruguai e a muitos outros lugares. Maria Francisca estava no Uruguai quando adoeceu. Morreu em 06 de agosto de 1904. Colaboração: Padre Evaldo César de Souza, CSsR Fonte: Santo do dia – Notícias Católicas

Transfiguração Do Senhor (A). Festa

1ª Leitura – Dn 7,9-10.13-14 Serviam-no milhares de milhares. Leitura da Profecia de Daniel 7,9-10.13-149 Eu continuava olhandoaté que foram colocados uns tronos,e um Ancião de muitos dias aí tomou lugar.Sua veste era branca como nevee os cabelos da cabeça, como ló pura;seu trono eram chamas de fogo,e as rodas do trono, como fogo em brasa.10 Derramava-se aí um rio de fogoque nascia diante dele;serviam-no milhares de milhares,e milhões de milhões assistiam-no ao trono;foi instalado o tribunale os livros foram abertos.13 Continuei insistindo na visão noturna,e eis que, entre as nuvens do céu,vinha um como filho de homem,aproximando-se do Ancião de muitos dias,e foi conduzido à sua presença.14 Foram-lhe dados poder, glória e realeza,e todos os povos, nações e línguas o serviam:seu poder é um poder eternoque não lhe será tirado,e seu reino, um reino que não se dissolverá.Palavra do Senhor. Salmo – Sl 96(97),1-2.5-6.9 (R. 1a.9a) R. Deus é Rei, é o Altíssimo,muito acima do universo.1 Deus é Rei! Exulte a terra de alegria, *e as ilhas numerosas rejubilem!2 Treva e nuvem o rodeiam no seu trono, *que se apóia na justiça e no direito. R. 5 As montanhas se derretem como cera *ante a face do Senhor de toda a terra;6 e assim proclama o céu sua justiça, *todos os povos podem ver a sua glória. R. 9 Porque vós sois o Altíssimo, Senhor, +muito acima do universo que criastes, *e de muito superais todos os deuses. R. 2ª Leitura – 2Pd 1,16-19 Esta voz, nós a ouvimos, vinda do céu. Leitura da Segunda Carta de São Pedro 1,16-19Caríssimos:16 Não foi seguindo fábulas habilmente inventadasque vos demos a conhecer o poder e a vindade nosso Senhor Jesus Cristo,mas sim, por termos sido testemunhas ocularesda sua majestade.17 Efetivamente, ele recebeu honra e glóriada parte de Deus Pai,quando do seio da esplêndida glóriase fez ouvir aquela voz que dizia:“Este é o meu Filho bem-amado,no qual ponho o meu bem-querer”.18 Esta voz, nós a ouvimos, vinda do céu,quando estávamos com ele no monte santo.19 E assim se nos tornou ainda mais firmea palavra da profecia,que fazeis bem em ter diante dos olhos,como lâmpada que brilha em lugar escuro,até clarear o diae levantar-se a estrela da manhã em vossos corações.Palavra do Senhor. Evangelho – Mt 17,1-9 O seu rosto brilhou como o sol.+ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus 17,1-9Naquele tempo:1 Jesus tomou consigo Pedro, Tiago e João, seu irmão,e os levou a um lugar à parte, sobre uma alta montanha.2 E foi transfigurado diante deles;o seu rosto brilhou como o sole as suas roupas ficaram brancas como a luz.3 Nisto apareceram-lhes Moisés e Elias,conversando com Jesus.4 Então Pedro tomou a palavra e disse:‘Senhor, é bom ficarmos aqui.Se queres, vou fazer aqui três tendas:uma para ti, outra para Moisés, e outra para Elias.’5 Pedro ainda estava falando,quando uma nuvem luminosa os cobriu com sua sombra.E da nuvem uma voz dizia:‘Este é o meu Filho amado,no qual eu pus todo meu agrado.Escutai-o!’6 Quando ouviram isto, os discípulos ficaram muito assustados e caíram com o rosto em terra.7 Jesus se aproximou, tocou neles e disse:‘Levantai-vos, e não tenhais medo.’8 Os discípulos ergueram os olhos e não viram maisninguém, a não ser somente Jesus.9 Quando desciam da montanha, Jesus ordenou-lhes:‘Não conteis a ninguém esta visão até que oFilho do Homem tenha ressuscitado dos mortos.’Palavra da Salvação. Fonte: CNBB  Fonte: Evangelho do dia – Notícias Católicas

Santo Osvaldo De Nortúmbria

Osvaldo nasceu em 604. Era filho do rei pagão Etelfrit, da Nortúmbria, futura Inglaterra, e da princesa Acha. O reino foi invadido em 616, quando seu pai morreu na batalha contra o rei Edin, que assumiu o trono e depois fundou a cidade de Edimburgo. Acha e seus onze filhos fugiram para a Corte do rei da Escócia, onde todos se converteram. As crianças foram entregues aos cuidados dos beneditinos do Mosteiro de Iona, fundado em 563 por São Columbano, famoso centro de formação e estudos. Lá receberam sólida formação acadêmica e religiosa, adequada aos fidalgos e no seguimento de Cristo. Osvaldo destacava-se pelo belo porte físico, pela inteligência e pela caridade cristã. Tinha um sorriso franco, era bom e generoso, não distinguindo ricos e pobres. Era um hábil e capacitado estrategista militar, treinado pelo pequeno, mas potente exército do rei da Escócia, que muito o apreciava. Curioso mesmo era o seu animal de estimação: um falcão que lhe obedecia e pousava na sua mão. Quando o rei Edin morreu, em 633, Osvaldo formou seu exército, pequeno e eficaz, e venceu a famosa batalha de Havenfield, em 634, com o usurpador tombando morto. Osvaldo assumiu o trono como legítimo rei da Nortúmbria. Contam os registros históricos que antes desse combate ele teve uma visão de São Columbano, que o orientou a rezar junto com seus soldados antes de partir para o combate. Ele obedeceu. Mandou erguer uma grande cruz no centro do campo onde estavam, ajoelhou-se diante dela, pedindo aos soldados, quase todos pagãos, que fizessem o mesmo. Assim postado, com fé e humildade, o futuro rei pediu a Deus proteção e liberdade para seu povo oprimido pelos inimigos. O rei Osvaldo sempre atribuiu essa vitória à intercessão de São Columbano e à proteção de Cristo. Depois de coroado, todo o exército converteu-se. Mandou chamar os monges escoceses do Mosteiro de Iona para pregarem o Evangelho no seu reino. Ele mesmo traduzia para o povo os sermões, conseguindo muitas conversões. Construiu igrejas, mosteiros, cemitérios, hospitais, asilos e creches, distribuiu riquezas e promoveu prosperidade e caridade ao povo. Casou-se com a princesa Cineburga, filha do rei pagão de Wessex, hoje também Inglaterra. Em seguida, convenceu o sogro a permitir uma missão evangelizadora de monges escoceses no seu reino, que acabaram convertendo esse rei também. A Igreja deve à fé do rei Osvaldo o grande impulso para a evangelização do povo inglês e o estabelecimento da vida monástica na ilha britânica. O rei da Nortúmbria morreu em combate em 642, defendendo o seu povo de invasores pagãos. Amado e venerado como santo em vida, a fama de sua santidade ganhou destaque junto aos povos de língua inglesa graças à divulgação dos monges beneditinos. Depois, o venerável Beda, monge famoso pela santidade e sabedoria na doutrina, reivindicou o título de mártir a santo Osvaldo da Nortúmbria, por ter morrido em combate contra os pagãos. Sua festa é uma tradição antiga, e a Igreja manteve a celebração no dia 5 de agosto. A Igreja também celebra hoje a memória dos santos: Cassiano, Emídio e Osvaldo. Fonte: Santo do dia – Notícias Católicas

Sábado Da 17ª Semana Do Tempo Comum

1ª Leitura – Lv 25,1.8-17 Nesse ano de jubileucada um poderá retornar à sua propriedade.  Leitura do Livro do Levítico 25,1.8-17 1 O Senhor falou a Moisés no monte Sinai, dizendo: 8 ‘Contarás sete semanas de anos, ou seja, sete vezes sete anos, o que dará quarenta e nove anos. 9 Então farás soar a trombeta no décimo dia do sétimo mês. No dia da Expiação fareis soar a trombeta por todo o país. 10 Declarareis santo o qüinquagésimo ano e proclamareis a libertação para todos os habitantes do país: será para vós um jubileu. Cada um de vós poderá retornar à sua propriedade e voltar para a sua família. 11 O qüinquagésimo ano será para vós um ano de jubileu: não semeareis, nem colhereis o que a terra produzir espontaneamente, nem colhereis as uvas da vinha não podada; 12 pois é um ano de jubileu, sagrado para vós, mas podereis comer o que produziram os campos não cultivados. 13 Nesse ano de jubileu cada um poderá retornar à sua propriedade. 14 Se venderes ao teu conterrâneo, ou dele comprares alguma coisa, que ninguém explore o seu irmão; 15 de acordo com o número de anos decorridos após o jubileu, o teu conterrâneo fixará para ti o preço de compra, e de acordo com os anos de colheita, ele fixará o preço de venda. 16 Quanto maior o número de anos que restarem após o jubileu, tanto maior será o preço da terra; quanto menor o número de anos, tanto menor será o seu preço, pois ele te vende de acordo com o número de colheitas. 17 Não vos leseis uns aos outros entre irmóos, mas temei o vosso Deus. Eu sou o Senhor, vosso Deus. Palavra do Senhor.  Salmo – Sl 66, 2-3. 5. 7-8 (R. 4) R. Que as nações vos glorifiquem, ó Senhor,que todas as nações vos glorifiquem. 2 Que Deus nos dê a sua graça e sua bênção, * e sua face resplandeça sobre nós! 3 Que na terra se conheça o seu caminho * e a sua salvação por entre os povos. R. 5 Exulte de alegria a terra inteira, * pois julgais o universo com justiça; os povos governais com retidão, * e guiais, em toda a terra, as nações. R. 7 A terra produziu sua colheita: * o Senhor e nosso Deus nos abençoa. 8 Que o Senhor e nosso Deus nos abençoe, * e o respeitem os confins de toda a terra! R.  Evangelho – Mt 14,1-12 Herodes mandou cortar a cabeça de João.Vieram os dicípulos e foram contar tudo a Jesus. + Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus 14,1-12 1 Naquele tempo, a fama de Jesus chegou aos ouvidos do governador Herodes. 2 Ele disse a seus servidores: ‘É João Batista, que ressuscitou dos mortos; e, por isso, os poderes miraculosos atuam nele.’ 3 De fato, Herodes tinha mandado prender João, amarrá-lo e colocá-lo na prisão, por causa de Herodíades, a mulher de seu irmão Filipe. 4 Pois João tinha dito a Herodes: ‘Não te é permitido tê-la como esposa.’ 5 Herodes queria matar João, mas tinha medo do povo, que o considerava como profeta. 6 Por ocasião do aniversário de Herodes, a filha de Herodíades dançou diante de todos, e agradou tanto a Herodes 7 que ele prometeu, com juramento, dar a ela tudo o que pedisse. 8 Instigada pela mãe, ela disse: ‘Dá-me aqui, num prato, a cabeça de João Batista.’ 9 O rei ficou triste, mas, por causa do juramento diante dos convidados, ordenou que atendessem o pedido dela. 10 E mandou cortar a cabeça de João, no cárcere. 11 Depois a cabeça foi trazida num prato, entregue à moça e esta a levou para a sua mãe. 12 Os discípulos de João foram buscar o corpo e o enterraram. Depois foram contar tudo a Jesus. Palavra da Salvação. Reflexão – Mt 14, 1-12 A vida de João Batista foi sempre a história da ação divina na história da humanidade, mas principalmente a oposição que existe entre os valores do Reino de Deus e os valores que são assumidos e vividos pelas pessoas. Esta oposição aparece desde o início da vida de João, quando Zacarias, no seu cântico, afirma que ele veio para iluminar os que jazem nas trevas. Mas assim como acontece com Jesus, acontece também com João: os que são das trevas não o receberam, de modo que a sua morte foi conseqüência desta contradição. Mas até a sua morte se torna contradição, porque ela acaba por se tornar um testemunho ainda maior da verdadeira vida, que é destinada aos filhos da luz. Fonte: CNBB  Fonte: Evangelho do dia – Notícias Católicas

Sábado Da 17ª Semana Do Tempo Comum

1ª Leitura – Lv 25,1.8-17 Nesse ano de jubileucada um poderá retornar à sua propriedade.  Leitura do Livro do Levítico 25,1.8-17 1 O Senhor falou a Moisés no monte Sinai, dizendo: 8 ‘Contarás sete semanas de anos, ou seja, sete vezes sete anos, o que dará quarenta e nove anos. 9 Então farás soar a trombeta no décimo dia do sétimo mês. No dia da Expiação fareis soar a trombeta por todo o país. 10 Declarareis santo o qüinquagésimo ano e proclamareis a libertação para todos os habitantes do país: será para vós um jubileu. Cada um de vós poderá retornar à sua propriedade e voltar para a sua família. 11 O qüinquagésimo ano será para vós um ano de jubileu: não semeareis, nem colhereis o que a terra produzir espontaneamente, nem colhereis as uvas da vinha não podada; 12 pois é um ano de jubileu, sagrado para vós, mas podereis comer o que produziram os campos não cultivados. 13 Nesse ano de jubileu cada um poderá retornar à sua propriedade. 14 Se venderes ao teu conterrâneo, ou dele comprares alguma coisa, que ninguém explore o seu irmão; 15 de acordo com o número de anos decorridos após o jubileu, o teu conterrâneo fixará para ti o preço de compra, e de acordo com os anos de colheita, ele fixará o preço de venda. 16 Quanto maior o número de anos que restarem após o jubileu, tanto maior será o preço da terra; quanto menor o número de anos, tanto menor será o seu preço, pois ele te vende de acordo com o número de colheitas. 17 Não vos leseis uns aos outros entre irmóos, mas temei o vosso Deus. Eu sou o Senhor, vosso Deus. Palavra do Senhor.  Salmo – Sl 66, 2-3. 5. 7-8 (R. 4) R. Que as nações vos glorifiquem, ó Senhor,que todas as nações vos glorifiquem. 2 Que Deus nos dê a sua graça e sua bênção, * e sua face resplandeça sobre nós! 3 Que na terra se conheça o seu caminho * e a sua salvação por entre os povos. R. 5 Exulte de alegria a terra inteira, * pois julgais o universo com justiça; os povos governais com retidão, * e guiais, em toda a terra, as nações. R. 7 A terra produziu sua colheita: * o Senhor e nosso Deus nos abençoa. 8 Que o Senhor e nosso Deus nos abençoe, * e o respeitem os confins de toda a terra! R.  Evangelho – Mt 14,1-12 Herodes mandou cortar a cabeça de João.Vieram os dicípulos e foram contar tudo a Jesus. + Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus 14,1-12 1 Naquele tempo, a fama de Jesus chegou aos ouvidos do governador Herodes. 2 Ele disse a seus servidores: ‘É João Batista, que ressuscitou dos mortos; e, por isso, os poderes miraculosos atuam nele.’ 3 De fato, Herodes tinha mandado prender João, amarrá-lo e colocá-lo na prisão, por causa de Herodíades, a mulher de seu irmão Filipe. 4 Pois João tinha dito a Herodes: ‘Não te é permitido tê-la como esposa.’ 5 Herodes queria matar João, mas tinha medo do povo, que o considerava como profeta. 6 Por ocasião do aniversário de Herodes, a filha de Herodíades dançou diante de todos, e agradou tanto a Herodes 7 que ele prometeu, com juramento, dar a ela tudo o que pedisse. 8 Instigada pela mãe, ela disse: ‘Dá-me aqui, num prato, a cabeça de João Batista.’ 9 O rei ficou triste, mas, por causa do juramento diante dos convidados, ordenou que atendessem o pedido dela. 10 E mandou cortar a cabeça de João, no cárcere. 11 Depois a cabeça foi trazida num prato, entregue à moça e esta a levou para a sua mãe. 12 Os discípulos de João foram buscar o corpo e o enterraram. Depois foram contar tudo a Jesus. Palavra da Salvação. Reflexão – Mt 14, 1-12 A vida de João Batista foi sempre a história da ação divina na história da humanidade, mas principalmente a oposição que existe entre os valores do Reino de Deus e os valores que são assumidos e vividos pelas pessoas. Esta oposição aparece desde o início da vida de João, quando Zacarias, no seu cântico, afirma que ele veio para iluminar os que jazem nas trevas. Mas assim como acontece com Jesus, acontece também com João: os que são das trevas não o receberam, de modo que a sua morte foi conseqüência desta contradição. Mas até a sua morte se torna contradição, porque ela acaba por se tornar um testemunho ainda maior da verdadeira vida, que é destinada aos filhos da luz. Fonte: CNBB  Fonte: Evangelho do dia – Notícias Católicas

6ª-feira Da 17ª Semana Do Tempo Comum

1ª Leitura – Lv 23,1.4-11.15-16.27.34b-37 Estas são as solenidades do Senhor,nas quais convocareis santas assembleias. Leitura do Livro do Levítico 23,1.4-11.15-16.27.34b-37 1 O Senhor falou a Moisés, dizendo: 4 ‘São estas as solenidades do Senhor em que convocareis santas assembléias no devido tempo: 5 No dia catorze do primeiro mês, ao entardecer, é a Páscoa do Senhor. 6 No dia quinze do mesmo mês é a festa dos ázimos, em honra do Senhor. Durante sete dias comereis pães ázimos. 7 No primeiro dia tereis uma santa assembléia, não fareis nenhum trabalho servil; 8 oferecereis ao Senhor sacrifícios pelo fogo durante sete dias. No sétimo dia haverá uma santa assembléia, e não fareis também nenhum trabalho servil’. 9 O Senhor falou a Moisés, dizendo: 10 ‘Fala aos filhos de Israel e dize-lhes: Quando tiveres entrado na terra que vos darei, e tiverdes feito a colheita, levareis ao sacerdote um feixe de espigas como primeiros frutos da vossa colheita. 11 O sacerdote elevará este feixe de espigas diante do Senhor, para que ele vos seja favorável: e fará isto no dia seguinte ao sábado. 15 A partir do dia seguinte ao sábado, desde o dia em que tiverdes trazido o feixe de espigas para ser apresentado, contareis sete semanas completas. 16 Contareis cinqüenta dias até o dia seguinte ao sétimo sábado, e apresentareis ao Senhor uma nova oferta. 27 O décimo dia do sétimo mês é o dia da Expiação. Nele tereis uma santa assembléia, jejuareis e oferecereis ao Senhor um sacrifício pelo fogo. 34b No dia quinze deste sétimo mês, começa a festa das Tendas, que dura sete dias, em honra do Senhor. 35 No primeiro dia haverá uma santa assembléia e não fareis nenhum trabalho servil. 36 Durante sete dias oferecereis ao Senhor sacrifícios pelo fogo. No oitavo dia tereis uma santa assembléia, e oferecereis ao Senhor um sacrifício pelo fogo. É dia de reunião festiva: não fareis nenhum trabalho servil. 37 Estas são as solenidades do Senhor, nas quais convocareis santas assembléias para oferecer ao Senhor sacrifícios pelo fogo, holocaustos e oblações, vítimas e libações, cada qual no dia prescrito’. Palavra do Senhor.  Salmo – Sl 80,3-4. 5-6ab. 10-11ab (R.2a) R. Exultai no Senhor nossa força. 3 Cantai salmos, tocai tamborim,* harpa e lira suaves tocai! 4 Na lua nova soai a trombeta,* na lua cheia, na festa solene! R. 5 Porque isto é costume em Jacó,* um preceito do Deus de Israel; 6a uma lei que foi dada a José,* 6b quando o povo saiu do Egito. R. 10 Em teu meio não exista um deus estranho* nem adores a um deus desconhecido! 11a Porque eu sou o teu Deus e teu Senhor,* 11b que da terra do Egito te arranquei. R.  Evangelho – Mt 13,54-58 Não é ele o filho do carpinteiro?Então, de onde lhe vem tudo isso? + Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus 13,54-58 Naquele tempo: 54 Dirigindo-se para a sua terra, Jesus ensinava na sinagoga, de modo que ficavam admirados. E diziam: ‘De onde lhe vem essa sabedoria e esses milagres? 55 Não é ele o filho do carpinteiro? Sua mãe não se chama Maria, e seus irmãos não são Tiago, José, Simão e Judas? 56 E suas irmãs não moram conosco? Então, de onde lhe vem tudo isso?’ 57 E ficaram escandalizados por causa dele. Jesus, porém, disse: ‘Um profeta só não é estimado em sua própria pátria e em sua família!’ 58 E Jesus não fez ali muitos milagres, porque eles não tinham fé. Palavra da Salvação.  Reflexão – Mt 13, 54-58 Nosso olhar está sempre voltado para as realidades aparentes e, normalmente, estas realidades se sobrepõem diante do que é invisível aos nossos olhos. È o caso do Evangelho de hoje, que nos mostra que as pessoas estavam com os olhos fixos nas aparências de Jesus, na sua origem, na sua família e na sua profissão, não sendo capazes de enxergar além e ver nele aquilo que as suas obras tornavam manifesto que é a sua divindade. O resultado disso tudo é que as pessoas do tempo de Jesus não foram capazes de reconhece-lo na sua totalidade, como verdadeiro Deus e verdadeiro homem. Tudo isso aconteceu por causa da dureza de seus corações. Fonte: CNBB  Fonte: Evangelho do dia – Notícias Católicas