São Venceslau

O bondoso monarca da Boêmia, Wratislau, antes de morrer, deixou, como herdeiro do trono, seu filho Venceslau, nascido no ano 907, na atual República Checa. Com isso, despertou em sua mulher, Draomira, a ira e a vingança, pois era ela própria que desejava assumir o governo do país. Se não fosse possível, pretendia entregá-lo a seu outro filho, Boleslau, que tinha herdado o caráter e a falta de escrúpulos da mãe, enquanto Wenceslau fora criado pela avó, Ludmila, que lhe ensinou os princípios de bondade cristã. Por isso, não passava por sua cabeça uma oposição fatal dentro do próprio lar. Assim, acabou assassinado pelo irmão, de acordo com um plano diabólico da malvada rainha. Mas antes que isso acontecesse, a mãe tomou à força o poder e começou uma grande e desumana perseguição aos cristãos. Assim, por sua maldade e impopularidade junto ao povo, foi deposta pelos representantes das províncias, que fizeram prevalecer a vontade do rei Wratislau, elevando ao trono seu filho Wenceslau. Imediatamente, seguindo o conselho da avó, Wenceslau levou de volta ao reino o cristianismo. Quando soube disso, Draomira ficou tão transtornada que contratou alguns assassinos para dar fim à vida da velha e bondosa senhora, que morreu enquanto rezava, estrangulada com o próprio véu. Draomira sabia que ainda havia mais uma pedra em seu caminho impedindo seus planos maldosos e sua perseguição ao povo cristão. Wenceslau era um obstáculo difícil, pois, em muito pouco tempo, já tinha conquistado a confiança, a graça e a simpatia do povo, que via nele um verdadeiro líder, um exemplo a ser seguido. Dedicava-se aos mais pobres, encarcerados, doentes, viúvas e órfãos, aos quais fazia questão de ajudar e levar palavras de fé, carinho e consolo. A popularidade de Wenceslau cresceu ainda mais quando, para evitar uma batalha com o duque Radislau, que se opunha ao seu governo cristão, propôs que, em vez de entrarem em guerra, duelassem entre si, evitando, assim, a morte da população inocente. Quem vencesse ficaria com o poder. No dia e na hora marcada, os adversários encontraram-se no campo de batalha. Radislau, imediatamente, atacou, de lança em punho. Contam os registros que, no momento em que feriria Wenceslau mortalmente, apareceram dois anjos que o mandaram parar. Radislau caiu do cavalo e, quando se levantou, já era um homem modificado. Naquele momento, pediu perdão e jurou fidelidade ao seu senhor. Draomira e Boleslau, inconformados com a popularidade de Wenceslau, arquitetaram um plano diabólico para acabarem com sua vida. No dia 28 de setembro de 929, durante a festa de batismo de seu sobrinho, enquanto todos festejavam, Wenceslau retirou-se para a capela para rezar. Draomira sugeriu ao filho Boleslau que aquele seria o melhor momento para matar o próprio irmão. Boleslau invadiu a capela e apunhalou o irmão no altar da igreja.Mãe e filho, porém, não tiveram tempo de saborear o poder e o trono roubado de Wenceslau, pois em poucos dias Draomira teve uma morte trágica e Boleslau foi condenado pelo imperador Oton I. O seu corpo foi sepultado na igreja de São Vito, em Praga. Desde então, passou a ser cultuado como santo. A Hungria, a Polônia e a Boêmia têm em são Wenceslau seu protetor e padroeiro. Mais tarde, no século XVIII, a Igreja inscreveu são Wenceslau no calendário litúrgico, marcando o dia 28 de setembro para a sua festa. A Igreja também celebra hoje a memória dos santos: Lourenço Ruiz e Eustóquia. Fonte: Santo do dia – Notícias Católicas
São Venceslau

O bondoso monarca da Boêmia, Wratislau, antes de morrer, deixou, como herdeiro do trono, seu filho Venceslau, nascido no ano 907, na atual República Checa. Com isso, despertou em sua mulher, Draomira, a ira e a vingança, pois era ela própria que desejava assumir o governo do país. Se não fosse possível, pretendia entregá-lo a seu outro filho, Boleslau, que tinha herdado o caráter e a falta de escrúpulos da mãe, enquanto Wenceslau fora criado pela avó, Ludmila, que lhe ensinou os princípios de bondade cristã. Por isso, não passava por sua cabeça uma oposição fatal dentro do próprio lar. Assim, acabou assassinado pelo irmão, de acordo com um plano diabólico da malvada rainha. Mas antes que isso acontecesse, a mãe tomou à força o poder e começou uma grande e desumana perseguição aos cristãos. Assim, por sua maldade e impopularidade junto ao povo, foi deposta pelos representantes das províncias, que fizeram prevalecer a vontade do rei Wratislau, elevando ao trono seu filho Wenceslau. Imediatamente, seguindo o conselho da avó, Wenceslau levou de volta ao reino o cristianismo. Quando soube disso, Draomira ficou tão transtornada que contratou alguns assassinos para dar fim à vida da velha e bondosa senhora, que morreu enquanto rezava, estrangulada com o próprio véu. Draomira sabia que ainda havia mais uma pedra em seu caminho impedindo seus planos maldosos e sua perseguição ao povo cristão. Wenceslau era um obstáculo difícil, pois, em muito pouco tempo, já tinha conquistado a confiança, a graça e a simpatia do povo, que via nele um verdadeiro líder, um exemplo a ser seguido. Dedicava-se aos mais pobres, encarcerados, doentes, viúvas e órfãos, aos quais fazia questão de ajudar e levar palavras de fé, carinho e consolo. A popularidade de Wenceslau cresceu ainda mais quando, para evitar uma batalha com o duque Radislau, que se opunha ao seu governo cristão, propôs que, em vez de entrarem em guerra, duelassem entre si, evitando, assim, a morte da população inocente. Quem vencesse ficaria com o poder. No dia e na hora marcada, os adversários encontraram-se no campo de batalha. Radislau, imediatamente, atacou, de lança em punho. Contam os registros que, no momento em que feriria Wenceslau mortalmente, apareceram dois anjos que o mandaram parar. Radislau caiu do cavalo e, quando se levantou, já era um homem modificado. Naquele momento, pediu perdão e jurou fidelidade ao seu senhor. Draomira e Boleslau, inconformados com a popularidade de Wenceslau, arquitetaram um plano diabólico para acabarem com sua vida. No dia 28 de setembro de 929, durante a festa de batismo de seu sobrinho, enquanto todos festejavam, Wenceslau retirou-se para a capela para rezar. Draomira sugeriu ao filho Boleslau que aquele seria o melhor momento para matar o próprio irmão. Boleslau invadiu a capela e apunhalou o irmão no altar da igreja.Mãe e filho, porém, não tiveram tempo de saborear o poder e o trono roubado de Wenceslau, pois em poucos dias Draomira teve uma morte trágica e Boleslau foi condenado pelo imperador Oton I. O seu corpo foi sepultado na igreja de São Vito, em Praga. Desde então, passou a ser cultuado como santo. A Hungria, a Polônia e a Boêmia têm em são Wenceslau seu protetor e padroeiro. Mais tarde, no século XVIII, a Igreja inscreveu são Wenceslau no calendário litúrgico, marcando o dia 28 de setembro para a sua festa. A Igreja também celebra hoje a memória dos santos: Lourenço Ruiz e Eustóquia. Fonte: Santo do dia – Notícias Católicas
São Venceslau

O bondoso monarca da Boêmia, Wratislau, antes de morrer, deixou, como herdeiro do trono, seu filho Venceslau, nascido no ano 907, na atual República Checa. Com isso, despertou em sua mulher, Draomira, a ira e a vingança, pois era ela própria que desejava assumir o governo do país. Se não fosse possível, pretendia entregá-lo a seu outro filho, Boleslau, que tinha herdado o caráter e a falta de escrúpulos da mãe, enquanto Wenceslau fora criado pela avó, Ludmila, que lhe ensinou os princípios de bondade cristã. Por isso, não passava por sua cabeça uma oposição fatal dentro do próprio lar. Assim, acabou assassinado pelo irmão, de acordo com um plano diabólico da malvada rainha. Mas antes que isso acontecesse, a mãe tomou à força o poder e começou uma grande e desumana perseguição aos cristãos. Assim, por sua maldade e impopularidade junto ao povo, foi deposta pelos representantes das províncias, que fizeram prevalecer a vontade do rei Wratislau, elevando ao trono seu filho Wenceslau. Imediatamente, seguindo o conselho da avó, Wenceslau levou de volta ao reino o cristianismo. Quando soube disso, Draomira ficou tão transtornada que contratou alguns assassinos para dar fim à vida da velha e bondosa senhora, que morreu enquanto rezava, estrangulada com o próprio véu. Draomira sabia que ainda havia mais uma pedra em seu caminho impedindo seus planos maldosos e sua perseguição ao povo cristão. Wenceslau era um obstáculo difícil, pois, em muito pouco tempo, já tinha conquistado a confiança, a graça e a simpatia do povo, que via nele um verdadeiro líder, um exemplo a ser seguido. Dedicava-se aos mais pobres, encarcerados, doentes, viúvas e órfãos, aos quais fazia questão de ajudar e levar palavras de fé, carinho e consolo. A popularidade de Wenceslau cresceu ainda mais quando, para evitar uma batalha com o duque Radislau, que se opunha ao seu governo cristão, propôs que, em vez de entrarem em guerra, duelassem entre si, evitando, assim, a morte da população inocente. Quem vencesse ficaria com o poder. No dia e na hora marcada, os adversários encontraram-se no campo de batalha. Radislau, imediatamente, atacou, de lança em punho. Contam os registros que, no momento em que feriria Wenceslau mortalmente, apareceram dois anjos que o mandaram parar. Radislau caiu do cavalo e, quando se levantou, já era um homem modificado. Naquele momento, pediu perdão e jurou fidelidade ao seu senhor. Draomira e Boleslau, inconformados com a popularidade de Wenceslau, arquitetaram um plano diabólico para acabarem com sua vida. No dia 28 de setembro de 929, durante a festa de batismo de seu sobrinho, enquanto todos festejavam, Wenceslau retirou-se para a capela para rezar. Draomira sugeriu ao filho Boleslau que aquele seria o melhor momento para matar o próprio irmão. Boleslau invadiu a capela e apunhalou o irmão no altar da igreja.Mãe e filho, porém, não tiveram tempo de saborear o poder e o trono roubado de Wenceslau, pois em poucos dias Draomira teve uma morte trágica e Boleslau foi condenado pelo imperador Oton I. O seu corpo foi sepultado na igreja de São Vito, em Praga. Desde então, passou a ser cultuado como santo. A Hungria, a Polônia e a Boêmia têm em são Wenceslau seu protetor e padroeiro. Mais tarde, no século XVIII, a Igreja inscreveu são Wenceslau no calendário litúrgico, marcando o dia 28 de setembro para a sua festa. A Igreja também celebra hoje a memória dos santos: Lourenço Ruiz e Eustóquia. Fonte: Santo do dia – Notícias Católicas
São Venceslau

O bondoso monarca da Boêmia, Wratislau, antes de morrer, deixou, como herdeiro do trono, seu filho Venceslau, nascido no ano 907, na atual República Checa. Com isso, despertou em sua mulher, Draomira, a ira e a vingança, pois era ela própria que desejava assumir o governo do país. Se não fosse possível, pretendia entregá-lo a seu outro filho, Boleslau, que tinha herdado o caráter e a falta de escrúpulos da mãe, enquanto Wenceslau fora criado pela avó, Ludmila, que lhe ensinou os princípios de bondade cristã. Por isso, não passava por sua cabeça uma oposição fatal dentro do próprio lar. Assim, acabou assassinado pelo irmão, de acordo com um plano diabólico da malvada rainha. Mas antes que isso acontecesse, a mãe tomou à força o poder e começou uma grande e desumana perseguição aos cristãos. Assim, por sua maldade e impopularidade junto ao povo, foi deposta pelos representantes das províncias, que fizeram prevalecer a vontade do rei Wratislau, elevando ao trono seu filho Wenceslau. Imediatamente, seguindo o conselho da avó, Wenceslau levou de volta ao reino o cristianismo. Quando soube disso, Draomira ficou tão transtornada que contratou alguns assassinos para dar fim à vida da velha e bondosa senhora, que morreu enquanto rezava, estrangulada com o próprio véu. Draomira sabia que ainda havia mais uma pedra em seu caminho impedindo seus planos maldosos e sua perseguição ao povo cristão. Wenceslau era um obstáculo difícil, pois, em muito pouco tempo, já tinha conquistado a confiança, a graça e a simpatia do povo, que via nele um verdadeiro líder, um exemplo a ser seguido. Dedicava-se aos mais pobres, encarcerados, doentes, viúvas e órfãos, aos quais fazia questão de ajudar e levar palavras de fé, carinho e consolo. A popularidade de Wenceslau cresceu ainda mais quando, para evitar uma batalha com o duque Radislau, que se opunha ao seu governo cristão, propôs que, em vez de entrarem em guerra, duelassem entre si, evitando, assim, a morte da população inocente. Quem vencesse ficaria com o poder. No dia e na hora marcada, os adversários encontraram-se no campo de batalha. Radislau, imediatamente, atacou, de lança em punho. Contam os registros que, no momento em que feriria Wenceslau mortalmente, apareceram dois anjos que o mandaram parar. Radislau caiu do cavalo e, quando se levantou, já era um homem modificado. Naquele momento, pediu perdão e jurou fidelidade ao seu senhor. Draomira e Boleslau, inconformados com a popularidade de Wenceslau, arquitetaram um plano diabólico para acabarem com sua vida. No dia 28 de setembro de 929, durante a festa de batismo de seu sobrinho, enquanto todos festejavam, Wenceslau retirou-se para a capela para rezar. Draomira sugeriu ao filho Boleslau que aquele seria o melhor momento para matar o próprio irmão. Boleslau invadiu a capela e apunhalou o irmão no altar da igreja.Mãe e filho, porém, não tiveram tempo de saborear o poder e o trono roubado de Wenceslau, pois em poucos dias Draomira teve uma morte trágica e Boleslau foi condenado pelo imperador Oton I. O seu corpo foi sepultado na igreja de São Vito, em Praga. Desde então, passou a ser cultuado como santo. A Hungria, a Polônia e a Boêmia têm em são Wenceslau seu protetor e padroeiro. Mais tarde, no século XVIII, a Igreja inscreveu são Wenceslau no calendário litúrgico, marcando o dia 28 de setembro para a sua festa. A Igreja também celebra hoje a memória dos santos: Lourenço Ruiz e Eustóquia. Fonte: Santo do dia – Notícias Católicas
São Venceslau

O bondoso monarca da Boêmia, Wratislau, antes de morrer, deixou, como herdeiro do trono, seu filho Venceslau, nascido no ano 907, na atual República Checa. Com isso, despertou em sua mulher, Draomira, a ira e a vingança, pois era ela própria que desejava assumir o governo do país. Se não fosse possível, pretendia entregá-lo a seu outro filho, Boleslau, que tinha herdado o caráter e a falta de escrúpulos da mãe, enquanto Wenceslau fora criado pela avó, Ludmila, que lhe ensinou os princípios de bondade cristã. Por isso, não passava por sua cabeça uma oposição fatal dentro do próprio lar. Assim, acabou assassinado pelo irmão, de acordo com um plano diabólico da malvada rainha. Mas antes que isso acontecesse, a mãe tomou à força o poder e começou uma grande e desumana perseguição aos cristãos. Assim, por sua maldade e impopularidade junto ao povo, foi deposta pelos representantes das províncias, que fizeram prevalecer a vontade do rei Wratislau, elevando ao trono seu filho Wenceslau. Imediatamente, seguindo o conselho da avó, Wenceslau levou de volta ao reino o cristianismo. Quando soube disso, Draomira ficou tão transtornada que contratou alguns assassinos para dar fim à vida da velha e bondosa senhora, que morreu enquanto rezava, estrangulada com o próprio véu. Draomira sabia que ainda havia mais uma pedra em seu caminho impedindo seus planos maldosos e sua perseguição ao povo cristão. Wenceslau era um obstáculo difícil, pois, em muito pouco tempo, já tinha conquistado a confiança, a graça e a simpatia do povo, que via nele um verdadeiro líder, um exemplo a ser seguido. Dedicava-se aos mais pobres, encarcerados, doentes, viúvas e órfãos, aos quais fazia questão de ajudar e levar palavras de fé, carinho e consolo. A popularidade de Wenceslau cresceu ainda mais quando, para evitar uma batalha com o duque Radislau, que se opunha ao seu governo cristão, propôs que, em vez de entrarem em guerra, duelassem entre si, evitando, assim, a morte da população inocente. Quem vencesse ficaria com o poder. No dia e na hora marcada, os adversários encontraram-se no campo de batalha. Radislau, imediatamente, atacou, de lança em punho. Contam os registros que, no momento em que feriria Wenceslau mortalmente, apareceram dois anjos que o mandaram parar. Radislau caiu do cavalo e, quando se levantou, já era um homem modificado. Naquele momento, pediu perdão e jurou fidelidade ao seu senhor. Draomira e Boleslau, inconformados com a popularidade de Wenceslau, arquitetaram um plano diabólico para acabarem com sua vida. No dia 28 de setembro de 929, durante a festa de batismo de seu sobrinho, enquanto todos festejavam, Wenceslau retirou-se para a capela para rezar. Draomira sugeriu ao filho Boleslau que aquele seria o melhor momento para matar o próprio irmão. Boleslau invadiu a capela e apunhalou o irmão no altar da igreja.Mãe e filho, porém, não tiveram tempo de saborear o poder e o trono roubado de Wenceslau, pois em poucos dias Draomira teve uma morte trágica e Boleslau foi condenado pelo imperador Oton I. O seu corpo foi sepultado na igreja de São Vito, em Praga. Desde então, passou a ser cultuado como santo. A Hungria, a Polônia e a Boêmia têm em são Wenceslau seu protetor e padroeiro. Mais tarde, no século XVIII, a Igreja inscreveu são Wenceslau no calendário litúrgico, marcando o dia 28 de setembro para a sua festa. A Igreja também celebra hoje a memória dos santos: Lourenço Ruiz e Eustóquia. Fonte: Santo do dia – Notícias Católicas
Mês Da Bíblia: O NovoTestamento

O Novo Testamento é a segunda parte da Bíblia, onde se realiza todas as promessas do Antigo Testamento. Onde a salvação esperada chega até nós. Algo de novo acontece no novo testamento: Deus vem habitar entre nós. Jesus veio ao mundo. Através da sua vida, paixão, morte e ressurreição, o homem percebe o imenso amor de Deus por nós, ao ponto de nos salvar e redimir com um amor até as últimas consequências: “tendo amado os seus que estavam no mundo, amou-os até o fim.” (Jo, 13,1). Também no Novo testamento vemos o chamado de Cristo ao seu seguimento e à missão de seus discípulos, assim formou-se a Igreja. No início da trasmissão cristã primitiva está o anúncio oral, mas depois começaram a escrever. O apóstolo Paulo escreveu cartas para se comunicar com suas comunidades, quando não podia estar com elas pessoalmente. No centro de toda Sagrada Escritura (tanto Antigo como Novo Testamento) temos os Evangelhos, que foram escritos para manter viva a memória de Jesus, que permanece presente no hoje da Igreja, sempre e em todos os tempos. “«Não há doutrina melhor, mais preciosa e esplêndida do que o texto do Evangelho. Vede e retende o que nosso Senhor e Mestre, Cristo, ensinou pelas suas palavras e realizou pelos seus atos» (Santa Cesária). «É sobretudo o Evangelho que me ocupa durante as minhas orações. Nele encontro tudo o que é necessário à minha pobre alma. Nele descubro sempre novas luzes, sentidos escondidos e misteriosos». (Santa Teresinha do Menino Jesus)” (Catecismo da Igreja Católica, §127) Que significado tem o Novo Testamento para os Cristãos? “No Novo Testamento consuma-se a revelação de Deus. Os quatro evangelhos – segundo São Mateus, São Marcos, São Lucas e São João – são o coração da Sagrada Escritura e o mais precioso tesouro da Igreja. Neles mostra-Se o Filho de Deus como Ele é e como vem ao nosso encontro. Nos Atos dos Apóstolos conhecemos os primórdios da Igreja e a ação do Espírito Santo. Nas cartas apostólicas a vida do ser humano é iluminada, em todas as suas dimensões, pela Luz de Cristo. No Apocalipse de São João antevemos o fim dos tempos. Jesus é tudo o que Deus no queria dizer. Todo o Antigo Testamento prepara a encarnação do Filho de Deus. Todas as promessas de Deus encontram em Jesus o seu cumprimento. Ser cristão significa unir-se cada vez mais profundamente à vida de Cristo. Para isso é preciso ler e viver os evangelhos. Através da Sua Palavra, Deus diz-nos quem ele é e o que quer; Ele di-lo definitivamente e para cada dia. Quanto temos o nosso Evangelho nas mãos, devemos considerar que aí habita a Palavra que Se tornou carne para nós e nos quer atingir para recomeçarmos a Sua vida num novo lugar, num novo tempo, num novo ambiente humano.” (YouCat, 18) O Novo testamento é dividido em 4 partes: Evangelhos e Atos dos Apóstolos (Mt, Mc, Lc, Jo, At) Cartas Paulinas (Rm, 1/2Cor, Gl, Ef, Fl, Cl, 1/2Ts, 1/2Tm, Tt, Fm, Hb) Cartas Católicas (Tg, 1/2Pd, 1/2/3Jo, Jd) Apocalipse (Ap) Resumindo o Novo Testamento, podemos as seguintes ações divinas: A Encarnação do Verbo de Deus (Jesus) a vida, paixão, morte e ressurreição e ascensão de Jesus o tempo da Igreja marcado pelo dom de Pentecostes a missão evangelizadora da Igreja que anuncia, testemunha e celebra Jesus, morto e ressuscitado, proclamando a certeza da sua segunda vinda como juiz dos vivos e dos mortos. Que através das páginas da Sagrada Escritura, em especial os Evangelhos, tendo como base o ensinamento da Igreja, possamos aprofundar o nosso conhecimento da Palavra de Deus que se fez Carne, o próprio Cristo. Que a Bíblia, sendo esse precioso instrumento para adentrar no mistério da revelação de Deus aos homens, seja cada vez mais lida e aprofundada. Salve Maria!
Santa Missa Pelos Círculos Bíblicos Do Vicariato De Jacarepaguá

Em ação de graças pelos círculos bíblicos do Vicariato de Jacarepaguá, o pároco e também Vigário Episcopal do Vicariato de Jacarepaguá, padre Robert Chrząszcz, celebrou uma missa no dia 25 de setembro. A Eucaristia contou com a presença de representantes dos círculos bíblicos do vicariato e marcou o encerramento da peregrinação da bíblia. O sacerdote destacou que os círculos bíblicos têm duas funções: manter a chama do evangelho acesa na vida interior e se transformar em luz para o próximo. “O círculo bíblico não é um encontro social, é uma oportunidade de encontro com Deus. Por isso, é preciso que eles se multipliquem, que sejam missionários para evangelizar mais pessoas. O Papa Francisco nos chama a ser uma Igreja em saída, e os círculos bíblicos não podem se fechar em si mesmos porque isso seria como colocar uma lâmpada debaixo da cama, que não iluminará ninguém. Sendo assim, sigamos o exemplo de Maria, que ouviu a palavra de Deus, a acolheu e pôs em prática”, ressaltou. No Vicariato de Jacarepaguá, 2200 pessoas participam dos círculos bíblicos. Segundo a coordenadora vicarial, Maria de Fátima de Carvalho Furtada, os encontros são momentos de partilha, cuja maior importância é o constante contato com a palavra de Deus. “No encontro nós refletimos o Evangelho em preparação para a missa de domingo. Isso ajuda a manter contato com a palavra de Deus durante a semana e aprender sobre ela. Além disso, vivenciamos um profundo momento de partilha”, disse. Diácono Márcio Galvão, da paróquia Nossa Senhora de Loreto, na Freguesia, lembrou do livro de Tessalonicenses, o mais importante livro do mês da bíblia. “Neste livro, Paulo enaltece a importância da palavra de Deus e do trabalho comunitário de como levar essa palavra. Nos cinco capítulos do livro, Paulo exortou os discípulos a transmitirem a Palavra, e esse trabalho, iniciado nos anos 50 D.C, continua até hoje através dos círculos bíblicos”, explicou. Coordenadora dos círculos bíblicos da paróquia Santa Luzia, Eliane de Lima Sousa, participa do movimento há 10 anos. Ela contou que os círculos têm uma importância vital para a Igreja, pois alcançam aqueles que estão impossibilitados de sair de casa e evangelizam os que estão afastados da vida paroquial. “No meu círculo tem muitas pessoas doentes, idosas e com dificuldades de locomoção, e através desses encontros elas se sentem acolhidas e voltam a participar. O círculo também influencia muito nas famílias porque contagia outros familiares. Às vezes só um membro participa, mas com o tempo consegue evangelizar outros”.
Mês Da Bíblia: O Antigo Testamento

A Bíblia é dividida em duas grandes partes: Antigo Testamento e Novo Testamento. Essa divisão existe simplesmente para dividir a história da salvação antes de Cristo (Antigo Testamento/Aliança) e depois de Cristo (Novo(a) Testamento/aliança). O Antigo Testamento, que é chamado de “antigo”, não significa “antiquado”, “obsoleto”, e sim “das origens”. O Antigo Testamento narra as origens do gênero humano, a sua queda com o pecado, e toda iniciativa divina para resgar o homem e trazê-lo de volta para a comunhão com Deus. No Antigo Testamento temos a primeira aliança de Deus com os homens, a primeira revelação do Deus único e verdadeiro. Deus vai ao encontro do homem, não o homem sozinho tenta ir ao encontro de Deus, mas o próprio Deus que se revela, desce até a realidade humana e se revela. O Antigo Testamento (AT) é uma coletânea de escritos que dá testemunho da criação e do amor de Deus pelos seres humanos antes de Jesus Nascer. o AT foi escrito por muitas mãos. A maior parte dos livros foi escrita em hebraico, e alguns em aramaico ou grego. A maioria dos livros surgiu em Israel, alguns talvez também fora da Terra Santa. Foi um processo de muitos séculos até que o Antigo Testamento se formasse e encontrasse a sua forma atual. O Antigo testamento é dividido em 4 partes: Pentateuco (Gênesis até Deuteronômio) Livros Históricos (Josué até Macabeus) Livros Sapienciais (Jó até Eclesiástico) Profetas (Isaías até Malaquias) Que significado tem o Antigo Testamento para os Cristãos? “No Antigo Testamento, Deus mostra-Se como o Criador e o sustento do mundo, como guia e educador da humanidade. Também os livros do Antigo Testamento são Palavra de Deus e Sagrada Escritura. Sem o Antigo Testamento não é possível compreender Jesus.” (You Cat, 17) O Antigo Testamento foi escrito sobretudo para preparar a vinda de Cristo Salvador do universo. Essa é verdadeira razão de existir dos escritos do AT, como explica o Catecismo da Igreja Católica: “Com efeito, “a Economia do Antigo Testamento estava ordenada principalmente para preparar a vinda de Cristo, redentor do todos”. (§122) “O Novo Testamento está escondido no Antigo, ao passo que o Antigo é desvendado no Novo. (§129) Resumindo o Antigo Testamento, podemos perceber uma sucessão de ações divinas: a criação a queda original a promessa da salvação depois da queda original a vocação dos patriarcas a libertação da escravidão no Egito a marcha pelo deserto a conclusão da aliança no Sinai a ocupação da Terra Prometida as infidelidades combatidas pelos profetas Elias e Eliseu a esperança messiânica depositada em Davi e seus sucessores o chamado à conversão pelos profetas clássicos a perda da Terra, com os consequentes exílios o retorno e a reconstrução de jerusalém Tendo em vista o Cristo que vêm, devemos ler as páginas do Antigo Testamento. Pois toda escritura sagrada fala de Jesus. Que possamos aprofundar neste mês da bíblia o conhecimento do Antigo Testamento, e assim entender melhor o mistério de Cristo. Salve Maria!
Mês Da Bíblia: Qual A Diferença Entre A Bíblia Católica E A Bíblia Protestante?

Poucas pessoas sabem, mas existe uma grande diferença entre a Bíblia Católica e a Bíblia protestante. Essa diferença encontra-se no Antigo Testamento, já que o Novo é igual em ambas as Bíblias, com 27 livros. Mas por que existe essa diferença? O cânon (lista) católico contém 46 livros no Antigo Testamento e o protestante, 39. Neste, estão ausentes os livros de Tobias, Judite, Sabedoria, Baruc, Eclesiástico (Sirácida ou Sirac), I Macabeus e II Macabeus. Além disso, faltam alguns fragmentos dos livros de Ester e de Daniel. Portanto a bíblia protestante é menor, mutilada (7 livros a menos). A Bíblia Católica é completa. Por que faltam estes trechos sagrados na Bíblia dos protestantes? A Igreja Católica, além das Sagradas Escrituras e da Tradição, está embasada também no Magistério, ou seja, no ensinamento da Igreja. Este garante que o Evangelho transmitido e a fé professada são os mesmos ensinados por Cristo ao longo do tempo. Inicialmente, ele foi formado por pessoas escolhidas pelo próprio Jesus, os Apóstolos, cujos sucessores são, hoje, os responsáveis por confirmarem os irmãos e garantirem a guarda do depósito da fé. No século XVI, os protestantes afastaram-se do Magistério, renegando-o. Nesse movimento, descobriram que o povo judeu possuía uma lista diferente de livros sagrados, com 39 livros, ou seja, 7 livros a menos que o cânon católico. Daí para concluírem que a Igreja Católica acrescentou os outros livros foi questão de tempo. Esses 7 livros a menos na Bíblia protestante, que já se encontravam na versão grega da Bíblia, chamada Septuaginta, só não faziam parte do texto hebraico. A partir disto, no século XIX, os protestantes decidiram abolir definitivamente os sete livros de seu cânon. Ora, Jesus deu uma ordem aos Apóstolos: “Ide pelo mundo e evangelizai” e o mundo daquela época falava o grego, que era o equivalente ao inglês de hoje. Assim, os Apóstolos começaram a pregar o Evangelho em grego. Mas como se dava isto, se a Bíblia estava em hebraico? Os Apóstolos passaram a utilizar uma tradução da Bíblia do hebraico para o grego denominada “Septuaginta”, que havia sido elaborada em Alexandria antes de Cristo. Ocorre que na Tradução dos Setenta, como também é conhecida, estão contidos aqueles sete livros. Diversas citações do Antigo Testamento encontradas no Novo, a tradução utilizada é a da Septuaginta. Este era o livro utilizado pelos Apóstolos e foi este, portanto, que a Igreja Católica adotou. É verdade que houve um conflito entre os cristãos e os judeus, pois estes perceberam que os Apóstolos estavam pregando o Evangelho de forma diferente e, por isso, expulsaram-nos das sinagogas. Esse fato também motivou os judeus a fecharem o cânon dos livros sagrados: eles decidiram pela exclusão definitiva daqueles sete livros que constavam na Septuaginta. Isto, porém, só aconteceu no final do século I, ou seja, um século após a vinda de Jesus. Desta forma, os protestantes, ao aceitarem o cânon da bíblia judaica, estão desprezando a autoridade dada pelo próprio Jesus aos apóstolos e aceitando a definição dos rabinos judeus mesmo depois de Cristo. Para os católicos basta saber que quem define o cânon das Escrituras é a Igreja. É importante lembrar também que foi esta mesma Igreja quem definiu os outros 27 livros do Novo Testamento, sobre os quais não há discussão. Portanto, uma pergunta que não pode deixar de ser feita é: por que os protestantes aceitam a autoridade da Igreja Católica que definiu os 27 livros do Novo Testamento e não aceitam a autoridade dessa mesma Igreja quanto aos 46 livros do Antigo Testamento? Em resumo: os protestantes não aceitam os 7 livros chamados de “deuterocanônicos” pois os judeus não aceitaram esses livros; contudo, os apóstolos de Cristo utilizaram a tradução grega que continham esses 7 livros e é por isso que a Igreja incluiu esses livros na lista da Bíblia. Portanto, os protestantes preferem aceitar a posição dos judeus, ao invés de seguir o exemplo dos apóstolos. Como saber se uma Bíblia é Católica? É necessário verificar se a Bíblia possui a autorização do bispo para a sua publicação. Em todos as Bíblias Católicas existe uma inscrição chamada “IMPRIMATUR”, que do latim significa “que se imprima”. Antes do Imprimatur, que é dado por um bispo, passa-se pelo censor da diocese, que dá o Nihil obstat (‘nada contra’), e, se o autor do livro for membro de uma Ordem, o Superior, antes do censor, dá o Imprimi potest (pode ser impresso). Sendo, pois, esta a sequência: Imprimi Potest. Nihil Obstat e, finalmente, o Imprimatur. Um católico só pode utilizar uma Bíblia que tenha essa autorização, do contrário está utilizando uma tradução protestante e não autorizada, que além de ser uma Bíblia mutilada, pode conter erros e adulterações na tradução. Ao contrário dos protestantes, os católicos não pertencem à religião de um livro, mas sim de uma Pessoa: Nosso Senhor Jesus Cristo, que está vivo e presente em sua Igreja “una, santa, católica e apostólica”. Ela celebra em sucessão apostólica os mesmos sacramentos, crê na mesma fé, nas mesmas Escrituras e está sob o mesmo governo eclesiástico com o Papa e os Bispos em comunhão com ele. Como disse Santo Agostinho: “Ego vero Evangelio nos crederem, nisi me catholicae Ecclesiae commoveret auctoritas” (eu não creria no Evangelho, se a isto não me levasse a autoridade da Igreja católica.) Para saber mais, veja esse vídeo: Salve Maria! Fonte: https://padrepauloricardo.org/episodios/qual-e-a-diferenca-entre-a-biblia-catolica-e-a-biblia-protestante
Crescimento Do Terço Jovem Na Paróquia
Com apenas quatro meses desde a primeira reunião, o Terço Jovem da paróquia Santa Luzia corresponde às expectativas. A iniciativa do Padre Cláudio Duarte pretendia criar um movimento para atrair jovens; sobretudo àqueles que não participam de grupos como EAC e EJC. Desde maio o grupo liderado por sete jovens paroquianos se reúne para rezar e conversar sobre assuntos expressados na Bíblia e presentes no cotidiano. Nas três primeiras semanas, as reuniões ocorrem fora da igreja, geralmente nas casas de outros jovens. A última semana do mês é destinada a reza do Terço composta por louvor, leitura da Bíblia e testemunho, na paróquia. No início de cada encontro é apresentada a Caixa da Intenção onde são depositados os propósitos dos participantes. Ao final há um escolhido para cuidar da caixa durante toda a semana e rezar pelas intenções. Existe ainda o Terço Urgente, para casos de pedidos externos de oração. O que ocorreu quando uma moradora da Cidade de Deus, avó de uma amiga do grupo, foi atingida por uma bala perdida. Em agosto o terço foi celebrado na noite de 31/08 na capela São Pedro, no bairro do Anil, e falou sobre perdão (“a nós mesmos, aos outros e a Deus”). Com cronograma bastante elaborado e ainda uma página no Facebook (Loucos por Ti, Maria) os jovens se dividem para criar atividades que deixem os encontros dinâmicos e agradáveis. “Recebemos pessoas de várias faixas etárias, mas nos dedicamos em preparar algo para os jovens a fim de desmistificar que rezar o terço é chato” explica Fernanda Gonçalves, apresentada ao Terço na Paróquia Nossa Senhora da Apresentação (Irajá) trabalhou para instituí-lo em nossa igreja. O número de participantes tem crescido a cada encontro, há uma lista de famílias inscritas até fevereiro de 2018 para receber o Terço. No sábado, 16/09, nossos jovens estarão reunidos a partir de 18:30, em nosso pátio, para um lual que será iniciado junto com a Santa Missa.
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