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Santo João Gabriel Perboyre, Um Vicentino Na China

João Gabriel Perboyre nasceu em 5 de janeiro de 1802, em Puech, lugarejo da paróquia de Montgesty, na diocese de Cahors, na França. João Gabriel era um dos oito filhos de Maria Rigal e de Pierre Perboyre. A família possuía uma fazenda que os fazia viver e João Gabriel crescia numa família muito católica. Jacques Jean, o irmão de seu pai, era sacerdote da Congregação da Missão (Lazarista). Estava em missão no Seminário Vicentino, em Montauban, e trabalhava na formação dos futuros Padres. A família Perboyre tinha por ele uma grande amizade, assim como os dezessete primos e sobrinhos da família que passaram pelas mãos deste tio Jacques, no Seminário de Montaubam. Em 1816, Luís, irmãozinho de João Gabriel, foi enviado a este mesmo Seminário e João Gabriel o acompanhou durante os meses de inverno, para aí prosseguir seus estudos. Na primavera, quando João Gabriel deveria regressar à fazenda, sob a direção de seu tio, sente o apelo de Deus para ser sacerdote. Em 15 de dezembro de 1818, João Gabriel entrou na Congregação da Missão, em Montauban. No dia 23 de setembro de 1825 foi ordenado sacerdote por Dom William Dubourg, da diocese da Nova-Orleans, nos Estados Unidos, na Capela das Filhas da Caridade, à rua do Bac, em Paris. Ensina por um tempo Teologia no Seminário de Saint Flour e foi Diretor do Pensionato da mesma cidade, quando foi chamado a Paris, em 1832, para ser Diretor do Seminário Interno da Congregação da Missão. João Gabriel, porém, queria partir para a missão da China. Em 29 de agosto de 1835, chegou a Macao, a porta de entrada às missões, na China. Depois de ter trabalhado em numerosas atividades apostólicas em Ho-Nan, apesar dos perigos e das perseguições, foi traído e feito prisioneiro, em setembro de 1839. No dia 11 de setembro de 1840, em Ou-Tchang-Fou, depois de uma longa e terrível tortura, foi pendurado numa cruz e estrangulado com uma corda. João Gabriel foi beatificado em 10 de novembro de 1889, pelo Papa Leão XIII e canonizado por João Paulo II, no dia 2 de junho de 1996. Seu corpo foi transportado a São Lázaro, Casa-Mãe dos Lazaristas, vinte anos depois de sua morte. Fonte: http://bit.ly/2x5tenw   The post Santo João Gabriel Perboyre, um vicentino na China appeared first on Arautos do Evangelho. Fonte: Santo do Dia – Arautos do Evangelho

São Nicolau De Tolentino

O mais ilustre santo que a ordem dos eremitas de Santo Agostinho produziu no décimo-terceiro século foi São Nicolau Tolentino, assim chamado por ter passado a maior parte da vida na cidade de Tolentino, na qual faleceu. Nasceu cerca do ano 1246, em Santo Ângelo. Seus pais eram pouco favorecidos em relação a bens de fortuna; mas eram ricos em virtudes. Consideraram aquele filho como fruto de uma peregrinação que haviam feito às relíquias de São Nicolau de Bari. Deram-lhe no batismo o nome do santo pela intercessão do qual lhe atribuíam o nascimento. Nicolau, desde a infância, parecia ser uma criança abençoada. Passava horas seguidas em preces e fazia-o com estranha compenetração. Ouvia a palavra de Deus com santa avidez, e era de uma modéstia que encantava a todos quanto o viam. Cheio de terna caridade para com os pobres, levava-os à casa paterna, a fim de partilhar com eles o que recebia para a sua subsistência. Impôs-se o dever de praticar a mortificação; contraiu, numa idade ainda tenra, o hábito de jejuar três dias por semana e depois a esses acrescentou mais um. Nessas ocasiões, só se alimentava de pão e água; e a única refeição que fazia era muito leve. Não se observavam nele as fraquezas e as paixões comuns à infância. Seu maior prazer era ler livros de piedade, entreter-se com coisas espirituais e ocupar-se com as práticas religiosas. Seus pais, encantados com essas felizes disposições, empenharam-se em cultivá-las e aperfeiçoá-las. Como aliava à vivacidade do espírito excelente memória e julgamento sólido progressos no estudo. Tendo-se-lhe os merecimentos tornado conhecidos, foi provido com um canonicato na Igreja de São Salvador, em Tolentino, antes mesmo que houvesse deixado as escolas públicas. Nada divisou, no gênero de vida que ia abraçar, a não ser a liberdade que lhe seria facultada para entregar-se ao seu pendor pela prece. Porém, seu coração ainda não se sentia satisfeito. Suspirava pelo momento em que poderia consagrar-se a Deus sem reservas nem interrupções. Ao ouvir um eremita de Santo Agostinho pregar sobre as vaidades do mundo, sentiu ainda mais fortemente confirmada a resolução que tomara de viver numa completa reclusão. Acreditou, pois, que deveria ingressar na ordem daquele pregador, cujas palavras tão profundamente o haviam impressionado. Não tardou em apresentar-se ao convento de Tolentino, onde vestiu o hábito. Depois do noviciado, feito com extraordinário fervor, pronunciou seus votos sem ter ainda completado dezoito anos. Considerava-se o último da comunidade, e procurava fazer de tudo a vontade alma, que nunca deixava transparecer a menor impaciência, nem jamais saiu de seus lábios a menor de cada um de seus irmãos, a fim de aprender a matar inteiramente a sua. Seu amor pelas humilhações, fazia-o procurar as mais abjetas tarefas da casa. Era de temperamento tão branco e de tão uniforme igualdade de murmuração. Demonstrava através de jejuns e de outras mortificações o ódio que lhe merecia uma carne corruptível. Ainda hoje podem ser admiradas em Tolentino as disciplinas e os outros instrumentos de penitência de que se servia. Pão grosseiro e algumas raízes compunham-lhe as refeições; deitava-se na terra nua e tinha uma pedra como travesseiro. Havendo adoecido, seu superior ordenou-lhe que comesse um pouco de carne; obedeceu, mas pediu com lágrimas a permissão, que lhe foi concedida, de continuar a observar a abstinência. Enviaram-no sucessivamente a vários conventos da mesma ordem; foi ordenado sacerdote no de Cingole. Dessa data em diante seu fervor ainda mais se acentuou. No altar, seu rosto inflamava-se de amor e abundantes lágrimas lhe corriam dos olhos. Convencidos da sua grande santidade, todos faziam questão de assistir à missa rezada por ele. As secretas comunicações entre sua alma e Deus, sobretudo quando saía do altar ou do confessionário, faziam-lhe saborear por antecipação as delícias da beatitude celeste. Passou os últimos trinta anos de sua vida em Tolentino, onde suas prédicas produziram frutos surpreendentes. Pregava quase todos os dias e os mais endurecidos pecadores se convertiam. Ninguém, tanto em particular como em público, conseguia resistir à insinuante doçura de suas palavras. Dedicava à oração e à contemplação todo o tempo que lhe sobrava das funções do seu ministério. Foi favorecido com várias visões, e operou diversos milagres. Morreu no dia 10 de setembro de 1308, depois de ter sido provado por longa e implacável moléstia. Eugênio IV canonizou-o no ano de 1446. Sepultaram-no na mesma capela em que costumava rezar a missa, e os fiéis muito devotamente lhe visitam o túmulo. (Vida dos Santos, Padre Rohrbacher, Volume XVI, p. 121 à 124)     The post São Nicolau de Tolentino appeared first on Arautos do Evangelho. Fonte: Santo do Dia – Arautos do Evangelho

São Pedro Claver, O Apóstolo Dos Escravo

O Papa Leão XIII, quando leu a vida de S. Pedro Claver, exclamou: “Nunca uma biografia me havia impressionado tanto como esta”. Entre todos os que trabalharam entre os negros, o mais famoso dos missionários foi o padre jesuíta Pedro Claver, que assinava “escravo dos escravos”, tendo sua vida confirmado a identificação com este programa. Nasceu em Verdú (Espanha) em 1580. Como demonstrasse especiais qualidades para o estudo, foi enviado a Barcelona, onde se entusiasmou pelos estudos eclesiásticos e, aos 20 anos, pediu para ser admitido na Companhia de Jesus. Em 1610, foi enviado à Colômbia, especificamente a Santa Fé de Bogotá. Foi porteiro, cozinheiro, enfermeiro e sacristão na casa dos jesuítas. Em 1615, em Cartagena, foi ordenado sacerdote e dedicou-se totalmente a cuidar dos escravos. Faleceu, após ficar quatro anos paralítico numa cama, em 8 de setembro 1654. O APÓSTOLO DOS ESCRAVOS NEGROS A Cartagena chegavam, cada ano, cerca de 10 mil escravos negros, trazidos à força do Congo e de Angola. Na África, os negreiros os compravam por duas moedas cada um e em Cartagena os vendiam a 200. O modo como os transportavam era o mais cruel e desumano: um terço morria pelo caminho. Todos os tratavam mal. Somente um homem os recebia bem: era Claver. Ao chegar um navio negreiro, padre Claver enchia vários cestos com laranjas, limões, biscoitos e outros alimentos e medicamentos, e ia receber os escravos. Antes de tudo, procurava os mais enfermos e graves. Falava com todos por meio de gestos ou de intérpretes e eles ficavam admirados com sua grande amabilidade e bondade. Repartia os alimentos e os medicamentos e tratava de ajudá-los em tudo o que lhe era possível. Padre Claver passava o dia visitando e ajudando os mais enfermos e abandonados Tinha sete intérpretes que sabiam os idiomas dos negros e por meio deles falava aos recém-chegados. Os negros, no começo, tinham desconfiança daquela pessoa de batina negra esfarrapada e diferente dos outros brancos que os compravam e vendiam, mas depois percebiam que aquele homem era um generoso protetor e lhe tinham muito carinho e veneração. Pedro dedicava-se a instruir os escravos a respeito da religião e, quando já haviam aceitado que há um só Deus, que enviou seu Filho para nos salvar e que premia os bons e castiga os maus, ele os batizava. Em 40 anos, conforme os biógrafos, teria batizado mais de 300 mil negros. Depois de passar 40 anos atendendo aos mais abandonados da sociedade, foi atacado por altíssimas febres, talvez malária, tão comum na Colômbia daqueles tempos, que o deixaram paralisado e, por 4 anos, imobilizado na cama. No dia 8 de setembro de 1654, com 74 anos, “Pedro Claver, escravo, dos escravos”, morreu santamente. Em 1888, o papa Leão XIII declarou-o santo, proclamando-o patrono dos missionários que trabalham entre os negros. A ALMA DE PEDRO Alguns poderiam achar estranho o comportamento de Pedro Claver, que trabalhou para a humanização da escravidão, mas que, segundo consta, não defendia a abolição da mesma, como uns poucos personagens de seu tempo. Para Pedro, o problema imediato era humanizar a escravidão que estava debaixo dos seus olhos e levar alívio aos sofrimentos dos escravos negros. Sua vida de dedicação total aos escravos, como ele dizia, a exemplo de Cristo, queria ser a manifestação concreta do amor de Jesus pelos homens que mais sofriam. Vivia uma vida de penitente, para estar mais perto dos que eram obrigados a uma vida miserável, pela ganância dos senhores escravocratas. Ele vivia, praticamente, na mesma condição dos escravos e por isso estes o aceitavam: porque o viam como irmão de sofrimento. Não lhe interessavam as disputas teóricas, mas a pessoa real que estava à sua frente, com uma dor que marcava o corpo e a alma. Sua canonização, de fato, foi decretada pelo povo, antes da Igreja. Fonte: http://www.pime.org.br/mundoemissao/espiritmclaver.htm   The post São Pedro Claver, o apóstolo dos escravo appeared first on Arautos do Evangelho. Fonte: Santo do Dia – Arautos do Evangelho

Natividade Da Santíssima Virgem

É dia do nascimento da nossa Mãe. Celebremo-lo dignamente. Haverá outro mais ilustre? Ela teve como antepassados, patriarcas, reis, profetas. Ainda mais. Ela lhes foi concedida por Deus como recompensa incomparável pela sua santa vida. Foi-nos antecipadamente figurada por misteriosos prodígios: os profetas prenunciavam-na em seus oráculos. Foi ela que se referiu de antemão a vara de Aarão, quando floresceu sem raízes; o vê-lo misteriosos de Gedeão, úmido de orvalho, no meio da terra ressequida; a porta oriental vista por Ezequiel, e que só deveria abrir-se para o Senhor. Mas é sobretudo Isaías quem a anuncia, ora como o renovo principal, que deveria brotar da raiz de Jessé, ora ainda mais claramente como a virgem que deveria gerar Emanuel ou Deus-conosco. Já contemplastes o nascer do sol num belo dia de primavera? Antes de surgir no seu esplendor e espargir pelo universo inteiro torrentes de luz e de fogo, o astro-rei faz-se preceder pela suave aurora. Ainda há pouco estava escuro: mas um oponto do céu começa a clarear; pouco a pouco vai como se recamando de lírios e rosas; o lado que a princípio se tingia de branco está agora de um vermelho púrpura, tal se quisesse anunciar a aparição do réu da natureza. Jesus é o sol da justiça, da graça, da glória. Antes de apresentar-se para espargir sobre os homens torrentes de luz, de amor e de vida, faz-se preceder por uma suave aurora: Maria. A noite fora longa. Os patriarcas, os profetas nela brilhavam como estrelas, a fim de orientar nas trevas os passos do viandante. Porém, por ocasião do nascimento de Maria, as trevas desaparecem, o céu recobre-se de cores festivas, toda a natureza se enche de júbilo: Jesus ainda não aparece, mas seus primeiros raios resplandecem em Maria como numa aurora de graça e de amor. É uso entre crianças de boas famílias, desejar um feliz aniversário a Maria e oferecer-se um ramalhete. É hoje o nascimento de Maria, nossa Mãe e nossa Rainha. Vejamos de que maneira poderemos desejar, ou melhor, proporcionar-lhe um aniversário feliz. Vejamos qual o ramalhate que poderemos apresentar-lhe. Há no pequeno jardim da nossa alma flor ou algum fruto passível de agradar-lhe? ( Vida dos Santos, Padre Rohrbacher, Volume XVI, p. 99-100) The post Natividade da Santíssima Virgem appeared first on Arautos do Evangelho. Fonte: Santo do Dia – Arautos do Evangelho

Natividade Da Santíssima Virgem

É dia do nascimento da nossa Mãe. Celebremo-lo dignamente. Haverá outro mais ilustre? Ela teve como antepassados, patriarcas, reis, profetas. Ainda mais. Ela lhes foi concedida por Deus como recompensa incomparável pela sua santa vida. Foi-nos antecipadamente figurada por misteriosos prodígios: os profetas prenunciavam-na em seus oráculos. Foi ela que se referiu de antemão a vara de Aarão, quando floresceu sem raízes; o vê-lo misteriosos de Gedeão, úmido de orvalho, no meio da terra ressequida; a porta oriental vista por Ezequiel, e que só deveria abrir-se para o Senhor. Mas é sobretudo Isaías quem a anuncia, ora como o renovo principal, que deveria brotar da raiz de Jessé, ora ainda mais claramente como a virgem que deveria gerar Emanuel ou Deus-conosco. Já contemplastes o nascer do sol num belo dia de primavera? Antes de surgir no seu esplendor e espargir pelo universo inteiro torrentes de luz e de fogo, o astro-rei faz-se preceder pela suave aurora. Ainda há pouco estava escuro: mas um oponto do céu começa a clarear; pouco a pouco vai como se recamando de lírios e rosas; o lado que a princípio se tingia de branco está agora de um vermelho púrpura, tal se quisesse anunciar a aparição do réu da natureza. Jesus é o sol da justiça, da graça, da glória. Antes de apresentar-se para espargir sobre os homens torrentes de luz, de amor e de vida, faz-se preceder por uma suave aurora: Maria. A noite fora longa. Os patriarcas, os profetas nela brilhavam como estrelas, a fim de orientar nas trevas os passos do viandante. Porém, por ocasião do nascimento de Maria, as trevas desaparecem, o céu recobre-se de cores festivas, toda a natureza se enche de júbilo: Jesus ainda não aparece, mas seus primeiros raios resplandecem em Maria como numa aurora de graça e de amor. É uso entre crianças de boas famílias, desejar um feliz aniversário a Maria e oferecer-se um ramalhete. É hoje o nascimento de Maria, nossa Mãe e nossa Rainha. Vejamos de que maneira poderemos desejar, ou melhor, proporcionar-lhe um aniversário feliz. Vejamos qual o ramalhate que poderemos apresentar-lhe. Há no pequeno jardim da nossa alma flor ou algum fruto passível de agradar-lhe? ( Vida dos Santos, Padre Rohrbacher, Volume XVI, p. 99-100) The post Natividade da Santíssima Virgem appeared first on Arautos do Evangelho. Fonte: Santo do Dia – Arautos do Evangelho

São Clodoaldo Ou São Cloud, Sacerdote

Artista desconhecido, S. Clodoaldo apresentado a Sta. Genoveva e Santa Clotilde Tendo o jovem Clodoaldo, neto do rei Clóvis e de Santa Clotilde, sido poupado na chacina praticada por seus dois tios contra seus dois irmãos, cortou os cabelos com as próprias mãos e, renunciando ao mundo, foi procurar São Severino, que morava nas imediações de Paris, fechado numa cela, e dele recebeu o hábito religioso. Praticou todas as austeridades da vida monástica e deu aos mosteiros e às igrejas tudo quanto lhe restava, ou que recebeu como herança depois de ter-se reconciliado com seus tios. Em seguida, para evitar louvores e viver ignorado dos homens, foi à Provença, onde permaneceu longamente e operou vários milagres. Regressou a Paris e foi recebido com muita alegria; a rogo do povo, o bispo Eusébio, ordenou-o sacerdote em 561, pouco mais ou menos. Enfim, São Cloud, pois é assim que chamamos Clodoaldo, construiu um mosteiro num lugar chamado Nogent, a duas léguas abaixo de Paris, sobre o Sena, onde terminou santamente seus dias cerca do ano 560. O mosteiro foi, depois, transformado em igreja colegial e a aldeia de Nogent, que tomou o nome de São Cloud, é agora residência real; apenas o seu nome relembra, ao mesmo tempo, tudo quanto a política oferece de mais bárbaro, o morticínio dos dois jovens por seus tios, e tudo quanto a religião oferece de mais consolador para os aflitos, a felicidade, na pobreza voluntária, do terceiro jovem, que deu à terra o primeiro santo da raça dos reis francos e seu primeiro protetor no céu. (Vida dos Santos, Padre Rohrbacher, Volume XVI, p. 92-93) The post São Clodoaldo ou São Cloud, Sacerdote appeared first on Arautos do Evangelho. Fonte: Santo do Dia – Arautos do Evangelho

Beato Liberato, Franciscano

Lê-se, no martirológio, no dia de hoje: “Na Marca de Ancona, na Itália, o bem-aventurado Liberato, franciscano”. Um Liberato, da família Brunforte, fez-se Manor, retirando-se, contrita e humildemente, a uma caverna das muitas que há em Soffiano, e ali faleceu por volta do ano de 1258, ao que se crê. Ao que tudo indica, este Liberato é o frade de que trata os Fioretti, no capítulo XLVII, companheiro de Frei Humilde, a que o capítulo precedente se refere. No sobredito convento de Soffiano viveu antigamente um frade menor, de tão grande santidade e graça, que parecia todo divino e freqüentes vezes ficava este frade todo absorto em Deus e enlevado, porque tinha notavelmente a graça da contemplação, que vinham ter com ele passarinhos de diversas espécies e domesticamente pousavam-lhe nas espáduas e na cabeça, nos braços e nas mãos, e cantavam maravilhosamente. Era ele solitário e raras vezes falava; mas quando lhe perguntavam alguma coisa, respondia tão graciosamente e tão sabiamente, que mais parecia um anjo do que homem, e era de grandíssima oração e contemplação, e os frades o tinham em grande reverência. Acabando este frade o curso de sua vida virtuosa, segundo a disposição divina enfermou de morte, de modo que nenhuma coisa podia tomar, e com isto não queria receber nenhuma medicina carnal, mas toda a sua confiança era no médico celestial Jesus Cristo bendito e na sua bendita Mãe; da qual ele mereceu pela divina clemência de ser misericordiosamente visitado e consolado. Pelo que, estando uma vez no leite e dispondo-se à morte com todo o coração e com toda a devoção, apareceu-lhe a gloriosa Virgem Maria, Mãe de Cristo, com grandíssima multidão esplendor e se aproximou do seu leito: e ele, olhando-a, recebeu grandíssimo conforto e alegria quanto à alma e quanto ao corpo; e começou a pedir-lhe, humildemente, que ela pedisse ao seu divino Filho para que, pelos seus méritos, o tirasse da prisão da mísera carne. E perseverando neste pedido com muitas lágrimas, a Virgem Maria, respondeu-lhe, chamando-o pelo nome, e disse-lhe: – Não duvideis, filho, porque tua oração foi atendida, eu vim para confortar-te um pouco, antes de te partires desta vida. Estavam ao lado da Virgem Maria três santas virgens, as quais traziam nas mãos três caixas de eletuário de desmesurado odor e suavidade. Então a Virgem glorioso tomou e abriu uma daquelas caixas e toda a casa ficou cheia de odor: e tomando com uma colher daquele eletuário o deu ao enfermo; o qual tão depressa o saboreou, sentiu tanto conforto e tanta doçura que sua alma parecia não poder mais ficar no corpo; pelo que começou a dizer: – Não mais, ó Santíssima Mãe virgem bendita, ó médica bendita e salvadora da humana geração, não mais; porque eu não posso suportar tanta suavidade. Mas a piedosa e benigna Mãe, apresentando outra vez daquele eletuário ao enfermo e fazendo-o tomar, esvaziou toda a caixa. Depois, vazia a primeira caixa, a Virgem bendita toma a segunda e nela pôs a colher para dar-lhe, pelo que ele docemente se queixava, dizendo: – Ó Beatíssimo Mãe de Deus, se minha alma quase toda está liquefeita pelo ardor e a suavidade do primeiro eletuário, como poderei eu suportar o segundo? Peço-te, bendita sobre todos os santos e sobre todos os anjos, que não me queirais dar mais. Respondeu Nossa Senhora: – Saboreia, filho, ainda um pouco desta segunda caixa. E dando-lhe um pouco, disse-lhe: – Hoje, filho, tomastes tanto, que já chega. Conforta-te, filho, que depressa virei por ti e levar-te-ei ao reino de meu Filho, o qual tu sempre buscaste e desejaste. E dito isto, separando-se dele, partiu, e ele ficou tão consolado e confortado pela doçura daquele confeito, que por muitos dias sobreviveu saciado e forte, sem nenhum alimento corporal. E depois de alguns dias, alegremente falando com os frades, com grande Letícia e júbilo, passou desta vida mísera à bem-aventurada vida. Amém. (Vida dos Santos, Padre Rohrbacher, Volume XVI, p. 83 à 85)     The post Beato Liberato, Franciscano appeared first on Arautos do Evangelho. Fonte: Santo do Dia – Arautos do Evangelho

Beato Liberato, Franciscano

Lê-se, no martirológio, no dia de hoje: “Na Marca de Ancona, na Itália, o bem-aventurado Liberato, franciscano”. Um Liberato, da família Brunforte, fez-se Manor, retirando-se, contrita e humildemente, a uma caverna das muitas que há em Soffiano, e ali faleceu por volta do ano de 1258, ao que se crê. Ao que tudo indica, este Liberato é o frade de que trata os Fioretti, no capítulo XLVII, companheiro de Frei Humilde, a que o capítulo precedente se refere. No sobredito convento de Soffiano viveu antigamente um frade menor, de tão grande santidade e graça, que parecia todo divino e freqüentes vezes ficava este frade todo absorto em Deus e enlevado, porque tinha notavelmente a graça da contemplação, que vinham ter com ele passarinhos de diversas espécies e domesticamente pousavam-lhe nas espáduas e na cabeça, nos braços e nas mãos, e cantavam maravilhosamente. Era ele solitário e raras vezes falava; mas quando lhe perguntavam alguma coisa, respondia tão graciosamente e tão sabiamente, que mais parecia um anjo do que homem, e era de grandíssima oração e contemplação, e os frades o tinham em grande reverência. Acabando este frade o curso de sua vida virtuosa, segundo a disposição divina enfermou de morte, de modo que nenhuma coisa podia tomar, e com isto não queria receber nenhuma medicina carnal, mas toda a sua confiança era no médico celestial Jesus Cristo bendito e na sua bendita Mãe; da qual ele mereceu pela divina clemência de ser misericordiosamente visitado e consolado. Pelo que, estando uma vez no leite e dispondo-se à morte com todo o coração e com toda a devoção, apareceu-lhe a gloriosa Virgem Maria, Mãe de Cristo, com grandíssima multidão esplendor e se aproximou do seu leito: e ele, olhando-a, recebeu grandíssimo conforto e alegria quanto à alma e quanto ao corpo; e começou a pedir-lhe, humildemente, que ela pedisse ao seu divino Filho para que, pelos seus méritos, o tirasse da prisão da mísera carne. E perseverando neste pedido com muitas lágrimas, a Virgem Maria, respondeu-lhe, chamando-o pelo nome, e disse-lhe: – Não duvideis, filho, porque tua oração foi atendida, eu vim para confortar-te um pouco, antes de te partires desta vida. Estavam ao lado da Virgem Maria três santas virgens, as quais traziam nas mãos três caixas de eletuário de desmesurado odor e suavidade. Então a Virgem glorioso tomou e abriu uma daquelas caixas e toda a casa ficou cheia de odor: e tomando com uma colher daquele eletuário o deu ao enfermo; o qual tão depressa o saboreou, sentiu tanto conforto e tanta doçura que sua alma parecia não poder mais ficar no corpo; pelo que começou a dizer: – Não mais, ó Santíssima Mãe virgem bendita, ó médica bendita e salvadora da humana geração, não mais; porque eu não posso suportar tanta suavidade. Mas a piedosa e benigna Mãe, apresentando outra vez daquele eletuário ao enfermo e fazendo-o tomar, esvaziou toda a caixa. Depois, vazia a primeira caixa, a Virgem bendita toma a segunda e nela pôs a colher para dar-lhe, pelo que ele docemente se queixava, dizendo: – Ó Beatíssimo Mãe de Deus, se minha alma quase toda está liquefeita pelo ardor e a suavidade do primeiro eletuário, como poderei eu suportar o segundo? Peço-te, bendita sobre todos os santos e sobre todos os anjos, que não me queirais dar mais. Respondeu Nossa Senhora: – Saboreia, filho, ainda um pouco desta segunda caixa. E dando-lhe um pouco, disse-lhe: – Hoje, filho, tomastes tanto, que já chega. Conforta-te, filho, que depressa virei por ti e levar-te-ei ao reino de meu Filho, o qual tu sempre buscaste e desejaste. E dito isto, separando-se dele, partiu, e ele ficou tão consolado e confortado pela doçura daquele confeito, que por muitos dias sobreviveu saciado e forte, sem nenhum alimento corporal. E depois de alguns dias, alegremente falando com os frades, com grande Letícia e júbilo, passou desta vida mísera à bem-aventurada vida. Amém. (Vida dos Santos, Padre Rohrbacher, Volume XVI, p. 83 à 85)     The post Beato Liberato, Franciscano appeared first on Arautos do Evangelho. Fonte: Santo do Dia – Arautos do Evangelho

Beato Liberato, Franciscano

Lê-se, no martirológio, no dia de hoje: “Na Marca de Ancona, na Itália, o bem-aventurado Liberato, franciscano”. Um Liberato, da família Brunforte, fez-se Manor, retirando-se, contrita e humildemente, a uma caverna das muitas que há em Soffiano, e ali faleceu por volta do ano de 1258, ao que se crê. Ao que tudo indica, este Liberato é o frade de que trata os Fioretti, no capítulo XLVII, companheiro de Frei Humilde, a que o capítulo precedente se refere. No sobredito convento de Soffiano viveu antigamente um frade menor, de tão grande santidade e graça, que parecia todo divino e freqüentes vezes ficava este frade todo absorto em Deus e enlevado, porque tinha notavelmente a graça da contemplação, que vinham ter com ele passarinhos de diversas espécies e domesticamente pousavam-lhe nas espáduas e na cabeça, nos braços e nas mãos, e cantavam maravilhosamente. Era ele solitário e raras vezes falava; mas quando lhe perguntavam alguma coisa, respondia tão graciosamente e tão sabiamente, que mais parecia um anjo do que homem, e era de grandíssima oração e contemplação, e os frades o tinham em grande reverência. Acabando este frade o curso de sua vida virtuosa, segundo a disposição divina enfermou de morte, de modo que nenhuma coisa podia tomar, e com isto não queria receber nenhuma medicina carnal, mas toda a sua confiança era no médico celestial Jesus Cristo bendito e na sua bendita Mãe; da qual ele mereceu pela divina clemência de ser misericordiosamente visitado e consolado. Pelo que, estando uma vez no leite e dispondo-se à morte com todo o coração e com toda a devoção, apareceu-lhe a gloriosa Virgem Maria, Mãe de Cristo, com grandíssima multidão esplendor e se aproximou do seu leito: e ele, olhando-a, recebeu grandíssimo conforto e alegria quanto à alma e quanto ao corpo; e começou a pedir-lhe, humildemente, que ela pedisse ao seu divino Filho para que, pelos seus méritos, o tirasse da prisão da mísera carne. E perseverando neste pedido com muitas lágrimas, a Virgem Maria, respondeu-lhe, chamando-o pelo nome, e disse-lhe: – Não duvideis, filho, porque tua oração foi atendida, eu vim para confortar-te um pouco, antes de te partires desta vida. Estavam ao lado da Virgem Maria três santas virgens, as quais traziam nas mãos três caixas de eletuário de desmesurado odor e suavidade. Então a Virgem glorioso tomou e abriu uma daquelas caixas e toda a casa ficou cheia de odor: e tomando com uma colher daquele eletuário o deu ao enfermo; o qual tão depressa o saboreou, sentiu tanto conforto e tanta doçura que sua alma parecia não poder mais ficar no corpo; pelo que começou a dizer: – Não mais, ó Santíssima Mãe virgem bendita, ó médica bendita e salvadora da humana geração, não mais; porque eu não posso suportar tanta suavidade. Mas a piedosa e benigna Mãe, apresentando outra vez daquele eletuário ao enfermo e fazendo-o tomar, esvaziou toda a caixa. Depois, vazia a primeira caixa, a Virgem bendita toma a segunda e nela pôs a colher para dar-lhe, pelo que ele docemente se queixava, dizendo: – Ó Beatíssimo Mãe de Deus, se minha alma quase toda está liquefeita pelo ardor e a suavidade do primeiro eletuário, como poderei eu suportar o segundo? Peço-te, bendita sobre todos os santos e sobre todos os anjos, que não me queirais dar mais. Respondeu Nossa Senhora: – Saboreia, filho, ainda um pouco desta segunda caixa. E dando-lhe um pouco, disse-lhe: – Hoje, filho, tomastes tanto, que já chega. Conforta-te, filho, que depressa virei por ti e levar-te-ei ao reino de meu Filho, o qual tu sempre buscaste e desejaste. E dito isto, separando-se dele, partiu, e ele ficou tão consolado e confortado pela doçura daquele confeito, que por muitos dias sobreviveu saciado e forte, sem nenhum alimento corporal. E depois de alguns dias, alegremente falando com os frades, com grande Letícia e júbilo, passou desta vida mísera à bem-aventurada vida. Amém. (Vida dos Santos, Padre Rohrbacher, Volume XVI, p. 83 à 85)     The post Beato Liberato, Franciscano appeared first on Arautos do Evangelho. Fonte: Santo do Dia – Arautos do Evangelho

Beata Maria Madalena Starace, Fundadora Das Irmãs Servas De Maria

1. As palavras do Evangelho de João agora proclamado, voltam todos os anos e ajudam-nos a cumprir os dias da Oitava de Páscoa que como todos os cinquenta dias deste tempo são vividos como se fossem um só dia, como o único Oitavo Dia no qual o homem e toda a humanidade rejubilam pela alegria do seu Senhor e Deus. Para que esta “alegria seja plena” (Jo 15, 24) e seja para todos, o Senhor Jesus apresenta-se aos seus discípulos “na noite do mesmo dia” (20, 19), mas ainda vem dentro dos “oito dias depois” (20, 26). Nestas notas redaccionais do texto é, de certo modo, inaugurado o ritmo pascal da vida da Igreja que acolhe sempre na expectativa da parusia a vinda do seu Senhor, esperando de domingo em domingo não só encontrá-l’O ainda, mas encontrá-l’O melhor. O solene rito da Beatificação da Madre Maria Madalena Starace, Fundadora das Irmãs Servas de Maria, insere-se muito bem neste contexto pascal e sem dúvida favorece o encontro com o Ressuscitado. O conjunto das Leituras bíblicas de hoje, oferece-nos a visão do Ressuscitado que se apresenta aos Apóstolos no esplendor da vitória sobre a morte, para lhes entregar a tarefa de serem dispensadores da misericórdia divina: “Recebei o Espírito Santo. Àqueles a quem perdoardes os pecados, ser-lhes-ão perdoados” (Jo 20, 22-23). O poder de cura espiritual que se realiza no mundo invisível, mas real da fé, encontra visibilidade no poder da cura física dos doentes, realizada também só com a sombra da passagem de Pedro, como nos recordaram os Actos dos Apóstolos, na primeira leitura (Act 5, 15). Acima de tudo sobressai a visão de Cristo que aparece ao Apóstolo João, no Apocalipse (da segunda leitura de hoje) para nos garantir que Ele é “o primeiro e o Último, o Vivente” (Ap 1, 17-18). 2. Para a Madre Maria Madalena Starace, Jesus era verdadeiramente “o Primeiro e o Último, o Vivente”, basta pensar que dedicava num só dia, por vezes oito horas, outras vezes cinco horas contínuas ao diálogo com Deus. Ela dirigia o seu Instituto ajoelhada diante do altar, falando primeiro ao Senhor da vida de cada uma das fundações e dos problemas individuais das suas filhas. Desde os anos da infância, vivida à sombra da mãe tão devota da Virgem das Dores, foi-se radicando no coração de Constância (assim se chamava no século a nossa Beata), o estímulo a uma relação interior com Jesus cada vez mais forte. Quem a orientou para as necessidades de se ocupar das necessidades da juventude foi o Pastor da Diocese, animado por santo zelo, D. Petagna, que não duvidou em lhe confiar a tarefa quer de dirigir um pequeno grupo de jovens da Piedosa União das Filhas de Maria, quer de ensinar o catecismo às crianças. O pequeno grupo cresceu, aumentaram as órfãs e também as jovens dispostas a unir-se ao apostolado realizado pela irmã Starace, até chegar à aprovação do novo Instituto das “Compassionistas” em 1871. Sob a guia do novo Bispo, D. Sarnelli, a Madre Madalena completou o seu caminho espiritual, chegando até aos cumes da mística, treinando-se num rigoroso asceptismo e conseguindo motivar profundamente a sua intensa actividade apostólica. O seu critério fundamental apoiava-se na convicção incutiva nas suas religiosas e nas suas assistidas que o feliz êxito na assistência às pessoas idosas, na educação dos jovens, na doação de si a quantos necessitavam de ajuda e de conforto, estava ligado à santificação pessoal, à união profunda com Deus. À luz desta orientação é possível compreender o motivo da vitalidade do Instituto por ela fundado, a sua difusão nos vários continentes. 3. O Santo Padre Bento XVI recordou isto na sua primeira Encíclica Deus caritas est, recordando a primazia da caridade na vida do cristão e da Igreja, realçando que as testemunhas privilegiadas desta primazia são os Santos, os quais fizeram da sua existência, mesmo se com diversas tonalidades, um hino a Deus-Amor. “Na verdade comentava o Santo Padre toda a história da Igreja é história de santidade, animada pelo único Amor, que tem a sua fonte em Deus”. (cf. Angelus, 29 de Janeiro de 2006). De facto, só mediante a caridade sobrenatural que brota sempre renovada do coração de Cristo, se pode explicar o prodigioso florescimento de santidade ao qual se assistiu ao longo dos dois mil anos do cristianismo, e do qual esta região campana “Campania felix” seria verdadeiramente o caso de repetir foi abundantemente fecundada. Ao espírito de sacrifício e de disponibilidade para ser vítima do amor divino, a Beata Maria Madalena tinha sido predisposta pelo exemplo luminoso de Santa Margarida Alacoque beatificada por Pio IX em 1864, com 19 anos de idade. O Coração de Jesus, vítima sacrificada por nós, juntamente com a dor do Coração da Mãe aos pés da Cruz, tornou-se o tema constante da reflexão espiritual da Madre Starace. Falava disto, podemos dizer, quotidianamente às suas Filhas, para as exortar à generosidade ao enfrentar os sacrifícios exigidos para realizar a união profunda com Deus. Às provações Madre Starace opunha a arma da oração, a aceitação da cruz e o abandono à vontade de Deus. “Da Cruz não se desce escrevia mas ressuscita-se quando tudo está cumprido”. Disto surge também a sua decisão audaz de construir um templo para dedicar ao Coração de Jesus, na colina de Scanzano. Conseguiu pagando um preço altíssimo de sacrifícios e de humilhações, coroados pela consagração do Santuário celebrada por D. Michele De Jorio, a 5 de Outubro de 1908. 4. Tomé não acreditou nas palavras dos apóstolos: a sua desconfiança tinha talvez uma raiz de presunção e até de receio por ter perdido um encontro com o Senhor. Jesus vai ao seu encontro e mostra-lhe o sinal dos pregos. Gesto lindíssimo, que põe em crise o orgulho do apóstolo. São suficientes poucas palavras e ele já está ajoelhado para confessar a sua fé na Ressurreição: “Meu Senhor e meu Deus” (Jo 20, 28). Hoje muitas pessoas parecem-se com Tomé e nós sofremos com isso: gostaríamos que Jesus viesse