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Evangelho Do Dia 2018-07-01

Domingo, 01 de Julho de 2018. Santo do dia: São Pedro e São Paulo, ApóstolosCor litúrgica: vermelho Evangelho do dia: São Mateus 16,13-19 Primeira leitura: Atos dos Apóstolos 12, 1-11Leitura dos Atos dos Apóstolos: Naqueles dias, 1o rei Herodes prendeu alguns membros da Igreja para torturá-los. 2Mandou matar à espada Tiago, irmão de João. 3E, vendo que isso agradava aos judeus, mandou também prender a Pedro. Eram os dias dos Pães Ázimos. 4Depois de prender Pedro, Herodes colocou-o na prisão, guardado por quatro grupos de soldados, com quatro soldados cada um. Herodes tinha a intenção de apresentá-lo ao povo depois da festa da Páscoa. 5Enquanto Pedro era mantido na prisão, a Igreja rezava continuamente a Deus por ele. 6Herodes estava para apresentá-lo. Naquela mesma noite, Pedro dormia entre dois soldados, preso com duas correntes; e os guardas vigiavam a porta da prisão. 7Eis que apareceu o anjo do Senhor e uma luz iluminou a cela. O anjo tocou o ombro de Pedro, acordou-o e disse: “Levanta-te depressa!” As correntes caíram-lhe das mãos. 8O anjo continuou: “Coloca o cinto e calça tuas sandálias!” Pedro obedeceu, e o anjo lhe disse: “Põe tua capa e vem comigo!” 9Pedro acompanhou-o e não sabia que era realidade o que estava acontecendo por meio do anjo, pois pensava que aquilo era uma visão. 10Depois de passarem pela primeira e segunda guarda, chegaram ao portão de ferro que dava para a cidade. O portão abriu-se sozinho. Eles saíram, caminharam por uma rua e logo depois o anjo o deixou. 11Então Pedro caiu em si e disse: “Agora sei, de fato, que o Senhor enviou o seu anjo para me libertar do poder de Herodes e de tudo o que o povo judeu esperava!” – Palavra do Senhor – Graças a Deus Salmo 33 (34) – Bendirei o Senhor Deus em todo o tempo, seu louvor estará sempre em minha boca. Minha alma se gloria no Senhor; que ouçam os humildes e se alegrem! R: De todos os temores me livrou o Senhor Deus. – Comigo engrandecei ao Senhor Deus, exaltemos todos juntos o seu nome! Todas as vezes que o busquei, ele me ouviu e de todos os temores me livrou. R: De todos os temores me livrou o Senhor Deus. – Contemplai a sua face e alegrai-vos, e vosso rosto não se cubra de vergonha! Este infeliz gritou a Deus e foi ouvido, e o Senhor o libertou de toda angústia. R: De todos os temores me livrou o Senhor Deus. – O anjo do Senhor vem acampar ao redor dos que o temem e os salva. Provai e vede quão suave é o Senhor! Feliz o homem que tem nele o seu refúgio!  R: De todos os temores me livrou o Senhor Deus. Segunda leitura: Timóteo 4, 6-8.17-18Leitura da segunda carta de São Paulo a Timóteo: Caríssimo, 6quanto a mim, eu já estou para ser derramado em sacrifício; aproxima-se o momento de minha partida. 7Combati o bom combate, completei a corrida, guardei a fé. 8Agora está reservada para mim a coroa da justiça, que o Senhor, justo juiz, me dará naquele dia; e não somente a mim, mas também a todos os que esperam com amor a sua manifestação gloriosa. 17Mas o Senhor esteve a meu lado e me deu forças, ele fez com que a mensagem fosse anunciada por mim integralmente e ouvida por todas as nações; e eu fui libertado da boca do leão. 18O Senhor me libertará de todo mal e me salvará para o seu reino celeste. A ele a glória, pelos séculos dos séculos! Amém. – Palavra do Senhor – Graças a Deus Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus 16,13-19 – Aleluia, Aleluia, Aleluia.– Tu és Pedro e sobre esta pedra eu irei construir minha Igreja; e as portas do inferno não irão derrotá-la (Mt 16,18); Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus: Naquele tempo, 13Jesus foi à região de Cesareia de Filipe e ali perguntou aos seus discípulos: “Quem dizem os homens ser o Filho do homem?” 14Eles responderam: “Alguns dizem que é João Batista; outros, que é Elias; outros, ainda, que é Jeremias ou algum dos profetas”. 15Então Jesus lhes perguntou: “E vós, quem dizeis que eu sou?” 16Simão Pedro respondeu: “Tu és o Messias, o Filho do Deus vivo”. 17Respondendo, Jesus lhe disse: “Feliz és tu, Simão, filho de Jonas, porque não foi um ser humano que te revelou isso, mas o meu Pai que está no céu. 18Por isso eu te digo que tu és Pedro e sobre esta pedra construirei a minha Igreja, e o poder do inferno nunca poderá vencê-la. 19Eu te darei as chaves do reino dos céus: tudo o que tu ligares na terra será ligado nos céus; tudo o que tu desligares na terra será desligado nos céus”.  – Palavra da Salvação– Glória a Vós, Senhor Fonte: Evangelho Diário – Arautos do Evangelho

Evangelho Do Dia 2018-06-30

sábado, 30 de Junho de 2018. Santo do dia: Beato Zenão Kovalyk, presbítero e mártirCor litúrgica: verde Evangelho do dia: São Mateus 8, 5-17 Primeira leitura: Lm 2, 2.10-14.18-19Leitura do livro das Lamentações: 2O Senhor destruiu sem piedade todos os campos de Jacó; em sua ira deitou abaixo as fortificações da cidade de Judá; lançou por terra, aviltou a realeza e seus príncipes. 10Sentados no chão, em silêncio, os anciãos da cidade de Sião espalharam cinza na cabeça, vestiram-se de saco; as jovens de Jerusalém inclinaram a cabeça para o chão. 11Meus olhos estão machucados de lágrimas, fervem minhas entranhas; derrama-se por terra o meu fel diante da arruinada cidade de meu povo, vendo desfalecerem tantas crianças pelas ruas da cidade. 12Elas pedem às mães: ‘O trigo e o vinho, onde estão?’ E vão caindo como derrubadas pela morte nas ruas da cidade, até expirarem no colo das mães. 13Com quem te posso comparar, ou a quem te posso assemelhar, Ó cidade de Jerusalém? A quem te igualarei, para te consolar, ó cidade de Sião? Grande como o mar é tua aflição; quem poderá curar-te? 14Teus profetas te fizeram ver imagens falsas e insensatas, não puseram a descoberto a tua malícia, para tentar mudar a tua sorte; ao contrário, deram-te oráculos mentirosos e atraentes. 18Grite o teu coração ao Senhor, em favor dos muros da cidade de Sião; deixa correr uma torrente de lágrimas, de dia e de noite. Não te concedas repouso, não cessem de chorar as pupilas de teus olhos. 19Levanta-te, chora na calada da noite, no início das vigílias, derrama o teu coração, como água, diante do Senhor; ergue as mãos para ele, pela vida de teus pequeninos, que desfalecem de fome em todas as encruzilhadas. – Palavra do Senhor – Graças a Deus Salmo 73 (74) – Ó Senhor, por que razão nos rejeitastes para sempre e vos irais contra as ovelhas do rebanho que guiais? Recordai-vos deste povo que outrora adquiristes, desta tribo que remistes para ser a vossa herança, e do monte de Sião que escolhestes por morada! R: Não esqueçais até o fim a humilhação dos vossos pobres. – Dirigi-vos até lá para ver quanta ruína: no santuário o inimigo destruiu todas as coisas; e, rugindo como feras, no local das grandes festas, lá puseram suas bandeiras vossos ímpios inimigos. R: Não esqueçais até o fim a humilhação dos vossos pobres. – Pareciam lenhadores derrubando uma floresta, ao quebrarem suas portas com martelos e com malhos. Ó Senhor, puseram fogo mesmo em vosso santuário! Rebaixaram, profanaram o lugar onde habitais! R: Não esqueçais até o fim a humilhação dos vossos pobres. – Recordai vossa Aliança! A medida transbordou, porque nos antros desta terra só existe violência! Que não se escondam envergonhados o humilde e o pequeno, mas glorifiquem vosso nome o infeliz e o indigente! R: Não esqueçais até o fim a humilhação dos vossos pobres. Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus 8, 5-17 – Aleluia, aleluia, aleluia.– O Cristo tomou sobre si nossas dores, carregou em seu corpo as nossas fraquezas (Mt 8,17); Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus: Naquele tempo: 5Quando Jesus entrou em Cafarnaum, um oficial romano aproximou-se dele, suplicando: 6‘Senhor, o meu empregado está de cama, lá em casa, sofrendo terrivelmente com uma paralisia.’ 7Jesus respondeu:’Vou curá-lo.’ oficial disse:’Senhor, eu não sou digno de que entres em minha casa. Dize uma só palavra e o meu empregado ficará curado. 9Pois eu também sou subordinado e tenho soldados debaixo de minhas ordens. E digo a um :’Vai!’, e ele vai; e a outro:’Vem!’, e ele vem; e digo ao meu escravo:’Faze isto!’, e ele faz.’ 10Quando ouviu isso, Jesus ficou admirado, e disse aos que o seguiam: ‘Em verdade, vos digo: nunca encontrei em Israel alguém que tivesse tanta fé. 11Eu vos digo: muitos virão do Oriente e do Ocidente, e se sentarão à mesa no Reino dos Céus, junto com Abraão, Isaac e Jacó, 12enquanto os herdeiros do Reino serão jogados para fora, nas trevas, onde haverá choro e ranger de dentes.’ 13Então, Jesus disse ao oficial: ‘Vai! e seja feito como tu creste.’ E naquela mesma hora o empregado ficou curado. 14Entrando Jesus na casa de Pedro, viu a sogra dele deitada e com febre. 15Tocou-lhe a mão, e a febre a deixou. Ela se levantou, e pôs-se a servi-lo. 16Quando caiu a tarde, levaram a Jesus muitas pessoas possuídas pelo demônio. Ele expulsou os espíritos, com sua palavra, e curou todos os doentes, 17para que se cumprisse o que foi dito pelo profeta Isaías: ‘Ele tomou as nossas dores e carregou as nossas enfermidades.’ – Palavra da Salvação– Glória a Vós, Senhor Fonte: Evangelho Diário – Arautos do Evangelho

São Domiciano, Abade – Século V

São Domiciano teria nascido em Roma na segunda metade do século IV. Depois da morte do pai, que foi trucidado pelos arianos, o santo teria procurado um mosteiro, romano, onde fixou-se e donde, muitos anos mais tarde, sairia para se estabelecer em Lérins. Naquela cidade, supõe-se tenha sido ordenado padre por Santo Hilário de Arles. De Lérins, teria passado para o vale do Ródano, parando num lugar próximo de Lião. Ali, construiu um oratório, que dedicou a São Cristovão. Discípulos, então, foram juntar-se a ele, a pouco e pouco. E tão numerosos se tornaram, que foi obrigado a lhes dar um superior, com o qual os deixou, porque pretendia internar-se mais para o este. Na garganta do Brevon, fundou novo mosteiro. E, à conversão de um ariano, homem rico e de considerável influência, a nova fundação, com as doações que o convertido fez, cresceu e progrediu. Crê-se que São Domiciano, abade, faleceu bastante idoso. O mosteiro de Brevon, mais tardem passou a chamar-se de São Ramberto, que ficou filiado a Cluny. (Vida dos Santos, Padre Rohrbacher, Volume XII, p. 59)  Fonte: Santo do Dia – Arautos do Evangelho

São Teobaldo, Sacerdote E Ermitão

São Teobaldo era aparentado com o São Teobaldo que foi arcebispo de Viena. Filho de Arnoul e de Willa, ou Guilla, ainda Gisla, que deu Gisela, foi-lhe padrinho de batismo o conde Teobaldo III de Blois. O nosso Santo passou os primeiros anos de vida na piedade e na inocência, sem ouvir os chamados dos prazeres do mundo. Desde menino, sentiu-se atraído, sim, pela solidão, e, continuamente, ficava absorto nas leituras santas, considerando a vida de Elias no monte Carmelo, de São João Batista ao longo do rio Jordão, de São Paulo e de Santo Antônio na Tebaida. Nestas ocasiões, retirado de todos, penetrava-lhe fundamente na alma o desejo imenso de se afastar de todo o burburinho do mundo, de viver bem longe de vozes humanas, na mais completa solidão. Logo, principiou a visitar um ermitão, chamado Burchard, que levava a vida numa das pequeninas ilhas do Sena, Contaminado pela santidade do solitário, Teobaldo deixou o século, indo, com um dos amigos, Gualtério para a abadia de São Remi de Reims, depois para a Alemanha, ambos a mendigar, com muita humildade. Agradados com a majestade e a perene quietude da floresta de Pettingen, distante dezesseis quilômetros, mais ou menos, de Luxemburgo, ali se fixaram. E, a ajudar era este, ora aquele, trabalhando a terra, fazendo carvão, ou mourejando nas colheitas, ganhavam alguma coisa, o suficiente para animar a vida. Virtuosíssimos, passaram os dois amigos, num instante, a ser venerados por toda a gente da vasta região. E as visitas se sucediam tão amiudadamente, que já nem lhes era possível dedicar sequer uma hora das coisas de Deus. Assim, resolveram partir da quieta floresta majestosa, e, descalços, uma noite, demandaram outras plagas, alegres, debaixo do céu crivado de estrelas. E foram andando. Caminharam longamente, a fazer pequenas paradas, a falar das coisas eternas, a pensar, e só, em Jesus Senhor nosso. Em Roma, depois de terem visitado muito contritamente todos os lugares de peregrinação, pensaram em Jerusalém. Iriam a Jerusalém. Iniciaram a jornada, animadíssimos, mas antes mesmo de chegar a Veneza, as forças entraram-lhes a descambar: esgotados, depois de dias infindos de andanças, pararam, exaustos, em Salanigo, que ficava perto da abadia de Vangadizza, na diocese de Adria. Logo, avistaram uma capela, singela, muito castigada pelas intempéries. Dedicada a Santo Hermágoras e a São Fortunato, jazia um tanto ou quanto em ruínas. Ao lado da igrejinha, Teobaldo e Gualtério edificaram duas toscas celas diminutas, e, ali, passaram a viver na mais completa soledade, a orar, a cantar salmos, penitenciando-se, a macerar o corpo já macerado. Dois anos depois, Deus levou o bom Gualtério. Teobaldo, sozinho, redobrou de austeridades. Comia pouquíssimo. Uma côdea de pão, que alguma alma caridosa lhe levava, ou então, um punhado de grãos, uma tigela risível de legumes. Dormindo na rijeza do chão, Teobaldo sempre procurava os lugares mais incômodos. Tal gênero de vida devia ser recompensado por Deus. Devia e foi. Anjos, sob as mais graciosas aparências, enchiam-lhe docemente a cela. E os milagres que então principiou a obrar. Levaram-no a ser considerado, por toda a gente do lugar, como um grande santo. O bispo de Vicenzo elevou-o ao sacerdócio. E a reputação do santo ermitão crescia tanto, que o conde Arnoul, com Gisela, buscaram a Itália para rever o filho. Quando chegaram, de coração pulando dentro do peito, ambos, impulsionados pelo emoção incontida, outra coisa não fizeram senão cair de joelhos diante daquele que lhes saíra da própria carne. E, assim, prosternados, de olhos rasos d’água, mudos, sem murmurar sequer uma curta exclamação, porque embargados, aos pés do santo filho amado, pequenos, muito pequenos, deixaram-se ficar longamente. Magro, esquálido, quase transparente, Teobaldo revestia-se duma como luminosidade angelical. O pai e a mãe, cheios do mais puro desejo de se consagrar à mesma vida, decidiram permanecer ao pé do santo Teobaldo. Gisele ficou definitivamente. E Arnoul tornou: poria os negócios em ordem e depois voltaria para os dois entes amados, para sempre. Pouco depois, atacado de úlceras, que lhe cobriram o corpo todo, o doce ermitão que os anjos visitavam deixou o mundo, aquele mundo que, fazia muito, gostosamente deixara para unicamente viver para Deus. O abade de Vangadizza, que há um ano atrás lhe conferira o hábito dos camaldulos, e Gisele, receberam-lhe ó último suspiro, as últimas palavras: – Senhor, tem piedade de teu povo! Corria o ano de 1066, era a 30 de Junho, e o santo homem, naquele retiro, vivera doze anos. Desapareceram-lhe, então as úlceras todas. Do mal, nem os sinais ficaram no magro corpo castigado. Sepultado na capela dos santos mártires Leôncio e Carpóforo, na catedral de Vicenzo, no dia 3 de Julho em 1074, secretamente subtraído da tumba, foi levado para a abadia de Vangadizza. Mais tarde, um irmão de São Teobaldo, Arnoul, que era abade de Santa Colomba de Sens e de Lagny, pleiteou as relíquias do santo ermitão, as quais foram, pelo próprio irmão abade, levadas para Sens. Depois dum milagre, ocorrido no bosque de Hetres, construiu-se uma igreja dedicada a São João Batista – origem do priorado que se denominou São Teobaldo das Videiras. São Teobaldo foi canonizado pelo Papa Alexandre II, o que quer dizer que foi elevado ao número dos santos em menos de sete anos depois do falecimento. (Vida dos Santos, Padre Rohrbacher, Volume XI, p. 390 à 394) Fonte: Santo do Dia – Arautos do Evangelho

Evangelho Do Dia 2018-06-29

Sexta-feira, 29 de junho de 2018. Santo do dia: Solenidade de São Pedro e São Paulo, Apóstolos; Santas Maria Du Tianshi e sua filha Madalena Du Fengju, mártiresCor litúrgica: verde Evangelho do dia: São Mateus 8,1-4 Primeira leitura: 2 Reis  25,1-12Leitura do segundo livro dos Reis: 1No nono ano do reinado de Sedecias, no dia dez do décimo mês, Nobucodonosor, rei da Babilônia, veio atacar Jerusalém com todo o seu exército. Puseram-lhe um cerco e construíram torres de assalto ao seu redor. 2A cidade ficou sitiada e rodeada de valas até ao décimo primeiro ano do reinado de Sedecias. 3No dia nove do quarto mês, quando a fome se agravava na cidade e a população não tinha mais o que comer, 4abriram uma brecha na muralha da cidade. Então o rei fugiu de noite, com todos os guerreiros, pela porta entre os dois muros, perto do jardim real, se bem que os caldeus cercavam a cidade, e seguiram pela estrada que conduz à Araba. 5Mas o exército dos caldeus perseguiu o rei e alcançou-o na planície de Jericó, enquanto todo o seu exército se dispersou e o abandonou. 6Os caldeus prenderam o rei e levaram-no a Rebla, à presença do rei da Babilônia, que pronunciou sentença contra ele. 7Matou os filhos de Sedecias, na sua presença, vasou-lhe os olhos e, preso com uma corrente de bronze, levou-o para a Babilônia. 8No dia sete do quinto mês, data que corresponde ao ano dezenove do reinado de Nabucodonosor, rei da Babilônia, Nabuzardã, comandante da guarda e oficial do rei da Babilônia, fez a sua entrada em Jerusalém. 9Ele incendiou o templo do Senhor e o palácio do rei e entregou às chamas todas as casas e os edifícios de Jerusalém. 10Todo o exército dos caldeus, que acompanhava o comandante da guarda, destruiu as muralhas que rodeavam Jerusalém. 11Nabuzardã, comandante da guarda, exilou o resto da população que tinha ficado na cidade, os desertores que se tinham passado ao rei da Babilônia e o resto do povo. 12E, dos pobres do país, o comandante da guarda deixou uma parte, como vinhateiros e agricultores. – Palavra do Senhor – Graças a Deus Salmo 136(137) – Junto aos rios da Babilônia nos sentávamos chorando, com saudades de Sião. Nos salgueiros por ali penduramos nossas harpas. R: Que se prenda a minha língua ao céu da boca, se de ti Jerusalém, eu me esquecer! – Pois foi lá que os opressores nos pediram nossos cânticos; nossos guardas exigiam alegria na tristeza: ‘Cantai hoje para nós algum canto de Sião!’ R: Que se prenda a minha língua ao céu da boca, se de ti Jerusalém, eu me esquecer! – Como havemos de cantar os cantares do Senhor numa terra estrangeira? Se de ti, Jerusalém, algum dia eu me esquecer, que resseque a minha mão! R: Que se prenda a minha língua ao céu da boca, se de ti Jerusalém, eu me esquecer! – Que se cole a minha língua e se prenda ao céu da boca, se de ti não me lembrar Se não for Jerusalém minha grande alegria! R: Que se prenda a minha língua ao céu da boca, se de ti Jerusalém, eu me esquecer! Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus 8,1-4 – Aleluia, aleluia, aleluia.– O Cristo tomou sobre si nossas dores, carregou em seu corpo as nossas fraquezas (Mt 8,17); Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus: 1Tendo Jesus descido do monte, numerosas multidões o seguiam. 2Eis que um leproso se aproximou e se ajoelhou diante dele, dizendo: ‘Senhor, se queres, tu tens o poder de me purificar.’ 3Jesus estendeu a mão, tocou nele e disse: ‘Eu quero, fica limpo.’ No mesmo instante, o homem ficou curado da lepra. 4Então Jesus lhe disse: ‘Olha, não digas nada a ninguém, mas vai mostrar-te ao sacerdote, e faze a oferta que Moisés ordenou, para servir de testemunho para eles.’ – Palavra da Salvação– Glória a Vós, Senhor Fonte: Evangelho Diário – Arautos do Evangelho

Santa Ema, Viúva

Santa Ema, filha de conde e parente de Santo Henrique, o imperador, foi educada na corte onde se sobressaiu Santa Cunegunda, a imperatriz. Casada com Guilherme, um landgrave (1), teve dois filhos: Guilherme e Hartwig. Ambos foram assassinados ao mesmo tempo, quando inspecionavam as minhas de ouro e prata, onde o pai os colocara como diretores. A dor de Santa Ema foi cruciante. E o landgrave, no auge da desesperação, idealizou uma vingança tremenda, na qual pudesse afogar a dor da esposa e a própria. Ema, todavia, conteve-o. E Guilherme, caindo em si, por penitência, empreendeu uma peregrinação a Roma, no regresso da qual, santamente expirou. Ema, resignada com a sorte, desfez-se da fortuna. Distribuiu uma parte aos pobres e a outra empregou em piedosas fundações. Ergueu um mosteiro para homens e mulheres; o castelo em que vivia, transformou-o em convento; e uma igreja, consagrada a Nossa Senhora, foi erigida em 1043. Falecida em 1045, teve as relíquias colocadas na vasta catedral de Gurk no ano de 1174.(Vida dos Santos, Padre Rohrbacher, Volume XI, p. 379-380) Fonte: Santo do Dia – Arautos do Evangelho

Santo Irineu, Bispo De Lion E Mártir

Santo Irineu era discípulo de São Policarpo, bispo de Esmirna, e quase contemporâneo dos apóstolos. Era sacerdote de Lion, quando o santo bispo Potino ali foi martirizado pela metade do segundo século, com um grande número de fiéis. Esses mártires, consultados pelos cristãos da Ásia Menor, se haviam cabalmente pronunciado contra a heresia dos montanistas. Mas como não ignorassem que todas as Igrejas do mundo estão obrigadas a concordar com a Igreja Romana, escreveram ao Papa Eleutério que ocupava, então, o lugar de príncipe dos Apóstolos. Escolheram para levar as cartas a Roma o mais ilustre personagem do clero de Lion e Viena, Santo Irineu, que recomendaram vivamente ao Papa, louvando seu zelo pela lei de Jesus Cristo. Muito se admira quando se pensa que em tempo tão calamitoso, no mais aceso da perseguição, estando já morto o bispo Potino, e, por conseguinte, viúva esta igreja, e quando os principais vultos do clero, presos e encerrados em horríveis calabouços, esperavam de uma hora para outra serem degolados ou atirados às feras, tivessem querido privar esta cristandade desolada de pessoa tão necessária, o que nos leva a crer que esta legação tinha ainda por objetivo o interesse de sua igreja. Após a morte de Potino, a principal solicitude dos santos confessores e de todo o clero foi dar a este rebanho atribulado um novo pastor que pudesse preservá-los de completa destruição, e terminada a tempestade, levar o redil as ovelhas dispersas, e reparar as perdas com novas conquistas. Ninguém mais adequado do que Irineu. Foi, pois, escolhido, de comum acordo, pelos mártires e pelo clero para suceder a Potino. Devendo, pois, ir a Roma para receber a ordenação do santo Papa Eleutério, encarregaram-no das cartas concernentes aos assuntos da religião e prestando, segundo os requisitos das regras da Igreja, um testemunho autêntico de sua fé, piedade e mérito. Santo Irineu compôs contra as principais heresias do tempo uma refutação completa em cinco livros. Eis o conteúdo e modo de exposição: a unidade de Deus, criador do céu e da terra, é proclamada por todos os séculos e todos os homens. A Igreja católica é a fiel depositária dessa tradição universal. A santidade é inseparável dessa Igreja. A Igreja é universal. É apostólica. Para confundir todos os hereges, basta a tradição da Igreja romana. (…) (…) Santo Irineu, após haver defendido a fé contra os hereges da época, após havê-la propagado nas Gálias pelos homens apostólicos que enviou de um lado a outro, como por exemplo os Santos Ferreol e Ferrúcio a Besançon, os Santos Félix, Fortunato e a Quileu, A Valência, selou, por fim, com o seu sangue durante a perseguição de Severo. O que torna sua glória ainda mais resplandecente é que quase todo o povo morreu mártir com ele. Uma antiga inscrição, que se vê em Lion, na entrada de sua igreja, traz o nome de dezenove mil homens, sem contar as mulheres e os filhos. Seu sangue corria em rios nas praças públicas. Vida dos Santos, Padre Rohrbacher, Volume XI, p. 245-246-253) Fonte: Santo do Dia – Arautos do Evangelho

Evangelho Do Dia 2018-06-28

Quinta-feira, 28 de Junho de 2018. Santo do dia: Santo Irineu, Bispo e mártir; São Paulo I, PapaCor litúrgica: vermelho Evangelho do dia: São Mateus 7,21-29 Primeira leitura: 2 Reis 24,8-17Leitura do segundo livro dos Reis: 8Joaquim tinha dezoito anos quando começou a reinar e reinou três meses em Jerusalém. Sua mãe chamava-se Noesta, filha de Elnatã, de Jerusalém. 9E ele fez o mal diante do Senhor, segundo tudo o que seu pai tinha feito. 10Naquele tempo, os oficiais de Nabucodonosor, rei da Babilônia, marcharam contra Jerusalém e a cidade foi sitiada. 11Nabucodonosor, rei da Babilônia, veio em pessoa atacar a cidade, enquanto seus soldados a sitiavam. 12Então Joaquim, rei de Judá, apresentou-se ao rei da Babilônia, com sua mãe, seus servos, seus príncipes e seus eunucos. E o rei da Babilônia os fez prisioneiros. Isto aconteceu no oitavo ano do seu reinado. 13Nabucodonosor levou todos os tesouros do templo do Senhor e do palácio real, e quebrou todos os objetos de ouro que Salomão, rei de Israel, havia fabricado para o templo do Senhor, conforme o Senhor havia anunciado. 14Levou para o cativeiro Jerusalém inteira, todos os príncipes e todos os valentes do exército, num total de dez mil exilados, e todos os ferreiros e serralheiros; só deixou a população mais pobre do país. 15Deportou Joaquim para Babilônia, e do mesmo modo exilou de Jerusalém para a Babilônia a rainha-mãe, as mulheres do rei, seus eunucos e todos os nobres do país. 16Todos os homens fortes, num total de sete mil, os ferreiros e os serralheiros em número de mil, todos os homens capazes de empunhar armas, foram conduzidos para o exílio pelo rei da Babilônia. 17E, em lugar de Joaquim, ele nomeou seu tio paterno, Matanias, mudando-lhe o nome para Sedecias. – Palavra do Senhor – Graças a Deus Salmo 78(79) – Invadiram vossa herança os infiéis, profanaram, ó Senhor, o vosso templo, Jerusalém foi reduzida a ruínas! Lançaram aos abutres como pasto os cadáveres dos vossos servidores; e às feras da floresta entregaram os corpos dos fiéis, vossos eleitos. R: Por vosso nome e vossa glória, libertai-nos, ó Senhor! – Derramaram o seu sangue como água em torno das muralhas de Sião, e não houve quem lhes desse sepultura! Nós nos tornamos o opróbrio dos vizinhos, um objeto de desprezo e zombaria para os povos e àqueles que nos cercam. Mas até quando, ó Senhor, veremos isto? Conservareis eternamente a vossa ira? Como fogo arderá a vossa cólera? R: Por vosso nome e vossa glória, libertai-nos, ó Senhor! – Não lembreis as nossas culpas do passado, mas venha logo sobre nós vossa bondade, pois estamos humilhados em extremo. Ajudai-nos, nosso Deus e Salvador! Por vosso nome e vossa glória, libertai-nos! Por vosso nome, perdoai nossos pecados! R: Por vosso nome e vossa glória, libertai-nos, ó Senhor! Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus 7,21-29 – Aleluia, aleluia, aleluia.– Quem me ama realmente guardará minha Palavra, e meu Pai o amará, e a ele nós viremos (Jo 14,23); Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus: Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 2lNem todo aquele que me diz:’Senhor, Senhor’, entrará no Reino dos Céus, mas o que põe em prática a vontade de meu Pai que está nos céus. 22Naquele dia, muitos vão me dizer: ‘Senhor, Senhor, não foi em teu nome que profetizamos? Não foi em teu nome que expulsamos demônios? E não foi em teu nome que fizemos muitos milagres?’ 23Então eu lhes direi publicamente: ‘Jamais vos conheci. Afastai-vos de mim, vós que praticais o mal. 24Portanto, quem ouve estas minhas palavras e as põe em prática, é como um homem prudente, que construiu sua casa sobre a rocha. 25Caiu a chuva, vieram as enchentes, os ventos deram contra a casa, mas a casa não caiu, porque estava construída sobre a rocha. 26Por outro lado, quem ouve estas minhas palavras e não as põe em prática, é como um homem sem juízo, que construiu sua casa sobre a areia. 27Caiu a chuva, vieram as enchentes, os ventos sopraram e deram contra a casa, e a casa caiu, e sua ruína foi completa!’ 28Quando Jesus acabou de dizer estas palavras, as multidões ficaram admiradas com seu ensinamento. 29De fato, ele as ensinava como quem tem autoridade e não como os mestres da lei. – Palavra da Salvação– Glória a Vós, Senhor Fonte: Evangelho Diário – Arautos do Evangelho

Evangelho Do Dia 2018-06-27

Quarta-feira, 27 de Junho de 2018. Santo do dia: Nossa Senhora do Perpétuo SocorroCor litúrgica: verde Evangelho do dia: São Mateus 7, 15-20 Primeira leitura: Reis 22, 8-13; 23, 1-3Leitura do segundo livro dos Reis: Naqueles dias: sumo-sacerdote Helcias disse ao secretário Safã: ‘Achei o livro da Lei na casa do Senhor!’ Helcias deu o livro a Safã, que também o leu. 9Então o secretário Safã foi à presença do rei e fez-lhe um relatório nestes termos: ‘Os teus servos juntaram o dinheiro que se achou no templo e entregaram-no aos empreiteiros encarregados do templo do Senhor’. 10Em seguida, o secretário Safã comunicou ao rei: ‘O sacerdote Helcias entregou-me um livro’. E Safã leu-o diante do rei. 11Ao ouvir as palavras do livro da Lei. o rei rasgou as suas vestes. 12E ordenou ao sacerdote Helcias, a Aicam, filho de Safã, a Acobor, filho de Miquéias, ao secretário Safã e a Asaías, ministro do rei: 13‘Ide e consultai o Senhor a meu respeito, a respeito do povo e de todo o Judá, sobre as palavras deste livro que foi encontrado. Grande deve ser a ira do Senhor que se inflamou contra nós, porque nossos pais não obedeceram às palavras deste livro, nem puseram em prática tudo o que nos fora prescrito’. 23,1Então o rei mandou que se apresentassem diante dele todos os anciãos de Judá e de Jerusalém. 2E subiu ao templo do Senhor com todos os homens de Judá e todos os habitantes de Jerusalém, os sacerdotes, os profetas e todo o povo, do maior ao menor. Leu diante deles todo o conteúdo do livro da Aliança que tinha sido achado na casa do Senhor. 3De pé, sobre o seu estrado, o rei concluiu a aliança diante do Senhor, obrigando-se a seguir o Senhor e a observar seus mandamentos, preceitos e decretos, de todo o seu coração e de toda a sua alma, cumprindo as palavras da Aliança escritas naquele livro. E todo o povo aderiu à Aliança. – Palavra do Senhor – Graças a Deus Salmo 118 (119) – Ensinai-me a viver vossos preceitos; quero guardá-los fielmente até o fim! R: Ensinai-me a viver vossos preceitos, ó Senhor! – Dai-me o saber, e cumprirei a vossa lei, e de todo o coração a guardarei. R: Ensinai-me a viver vossos preceitos, ó Senhor! – Guiai meus passos no caminho que traçastes, pois só nele encontrarei felicidade. R: Ensinai-me a viver vossos preceitos, ó Senhor! – Inclinai meu coração às vossas leis, e nunca ao dinheiro e à avareza. R: Ensinai-me a viver vossos preceitos, ó Senhor! – Desviai o meu olhar das coisas vós, dai-me a vida pelos vossos mandamentos! R: Ensinai-me a viver vossos preceitos, ó Senhor! – Como anseio pelos vossos mandamentos! Dai-me a vida, ó Senhor, porque sois justo! R: Ensinai-me a viver vossos preceitos, ó Senhor! Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus 7,15-20 – Aleluia, aleluia, aleluia.– Ficai em mim, e eu em vós ficarei, diz Jesus; quem em mim permanece há de dar muito fruto (Jo 15,4s); Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus: Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 15Cuidado com os falsos profetas: Eles vêm até vós vestidos com peles de ovelha, mas por dentro são lobos ferozes. 16Vós os conhecereis pelos seus frutos. Por acaso se colhem uvas de espinheiros ou figos de urtigas? 17Assim, toda árvore boa produz frutos bons, e toda árvore má, produz frutos maus. 18Uma árvore boa não pode dar frutos maus, nem uma árvore má pode produzir frutos bons. 19Toda árvore que não dá bons frutos é cortada e jogada no fogo. 20Portanto, pelos seus frutos vós os conhecereis. – Palavra da Salvação– Glória a Vós, Senhor Fonte: Evangelho Diário – Arautos do Evangelho

São Sansão // Beato Benvindo De Gubbio

SÃO SANSÃO, Confessor Sansão nasceu em Roma. Foi menino sossegado, obediente, sempre desejoso de aprender, inteligente, vivo e aplicado. Tendo estudado medicina, formado que foi, transferiu-se para Constantinopla, onde se notabilizou pela caridade, tratando e curando a pobreza desvalida. O patriarca, sensibilizado, edificado, achando-o digno do sacerdócio, consultou-o. E, alegre, com a disposição do médico, fê-lo padre. Sansão estava com pouco mais de trinta anos. Um dia, o imperador que protegeu os católicos da África contra os vândalos arianos, Justiniano, adoeceu gravemente. Os médicos foram chamados. Revezando-se, aflitos, não conseguiam inteirar-se do mal que ao imperador consumia. A pouco e pouco, piorava o soberano e ninguém atinava com a causa da enfermidade. Ouvindo falar de Sansão, Justiniano solicitou-lhe os serviços. O Santo, imediatamente, correu assisti-lo. E, não podendo curá-lo senão Deus, rogou, silenciosamente, no coração, que o curasse. Assim, ao imperador aplicou um remédio que o levasse a crer numa cura toda natural. Curado, Justiniano compreendeu que se processara o seu restabelecimento por meio dum milagre e, muitíssimo reconhecido, quis recompensar o Santo regiamente. Sansão, delicadamente, a tudo recusou, mas quando o imperador sugeriu a construção dum hospital, onde pudesse dedicar-se aos doentes com mais recursos e mais desembaraço, Sansão, cheio de júbilo, aplaudiu aquele oferecimento. São Sansão acabou a vida no exercício da caridade. Falecido em 560, a popularidade que conquistou, sem que a quisesse ou procurasse, durante a vida, cresceu pelos milagres que operou depois que a morte o levou. O nome do Santo, celebérrimo no Oriente, foi introduzido no martirológio romano por Barônio. (Vida dos Santos, padre Rohrbacher, Volume XI, p. 239-240) **************************************************************************** BEATO BENVINDO DE GUBBIO, Confessor (1232?) O Bem-aventurado Benvindo de Gubbio tomou o hábito dos irmãos menores em 1222. Foi, desde então, exemplo vivo de todas as virtudes, não se sentindo satisfeito senão quando vestido com o mais miserável dos buréis. Frugalíssimo, comia, e sempre foi assim, apenas o estritamente necessário. O que mais o alegrava era cuidar dos leprosos aos quais dedicava especial carinho. E. dizia-se, jamais se vira enfermeiro mais solícito nem reconfortador mais jucundo. Amava, como ninguém, o silêncio e o retiro, mas, em meio ao povo, quando a isto o impelia a necessidade, mostrava-se cheio da mais contagiante caridade. Durante a noite, orava e orava, longa, longamente. E, na santa Hóstia, via a Jesus Menino amorável. A tão doce alma, levou-a Nosso Senhor para o céu, quando o bem-aventurado estava em Corneto. As relíquias, transportadas para a diocese de Bovino, descansaram em Deliceto, província de Foggia. Os Papas Gregório IX e Inocêncio XI aprovaram-lhe o culto. Foto: santiebeati.it // (Vida dos Santos, Padre Rohrbacher, Volume XI, p. 243-244) Fonte: Santo do Dia – Arautos do Evangelho