Evangelho Do Dia 2018-06-27

Quarta-feira, 27 de Junho de 2018. Santo do dia: Nossa Senhora do Perpétuo SocorroCor litúrgica: verde Evangelho do dia: São Mateus 7, 15-20 Primeira leitura: Reis 22, 8-13; 23, 1-3Leitura do segundo livro dos Reis: Naqueles dias: sumo-sacerdote Helcias disse ao secretário Safã: ‘Achei o livro da Lei na casa do Senhor!’ Helcias deu o livro a Safã, que também o leu. 9Então o secretário Safã foi à presença do rei e fez-lhe um relatório nestes termos: ‘Os teus servos juntaram o dinheiro que se achou no templo e entregaram-no aos empreiteiros encarregados do templo do Senhor’. 10Em seguida, o secretário Safã comunicou ao rei: ‘O sacerdote Helcias entregou-me um livro’. E Safã leu-o diante do rei. 11Ao ouvir as palavras do livro da Lei. o rei rasgou as suas vestes. 12E ordenou ao sacerdote Helcias, a Aicam, filho de Safã, a Acobor, filho de Miquéias, ao secretário Safã e a Asaías, ministro do rei: 13‘Ide e consultai o Senhor a meu respeito, a respeito do povo e de todo o Judá, sobre as palavras deste livro que foi encontrado. Grande deve ser a ira do Senhor que se inflamou contra nós, porque nossos pais não obedeceram às palavras deste livro, nem puseram em prática tudo o que nos fora prescrito’. 23,1Então o rei mandou que se apresentassem diante dele todos os anciãos de Judá e de Jerusalém. 2E subiu ao templo do Senhor com todos os homens de Judá e todos os habitantes de Jerusalém, os sacerdotes, os profetas e todo o povo, do maior ao menor. Leu diante deles todo o conteúdo do livro da Aliança que tinha sido achado na casa do Senhor. 3De pé, sobre o seu estrado, o rei concluiu a aliança diante do Senhor, obrigando-se a seguir o Senhor e a observar seus mandamentos, preceitos e decretos, de todo o seu coração e de toda a sua alma, cumprindo as palavras da Aliança escritas naquele livro. E todo o povo aderiu à Aliança. – Palavra do Senhor – Graças a Deus Salmo 118 (119) – Ensinai-me a viver vossos preceitos; quero guardá-los fielmente até o fim! R: Ensinai-me a viver vossos preceitos, ó Senhor! – Dai-me o saber, e cumprirei a vossa lei, e de todo o coração a guardarei. R: Ensinai-me a viver vossos preceitos, ó Senhor! – Guiai meus passos no caminho que traçastes, pois só nele encontrarei felicidade. R: Ensinai-me a viver vossos preceitos, ó Senhor! – Inclinai meu coração às vossas leis, e nunca ao dinheiro e à avareza. R: Ensinai-me a viver vossos preceitos, ó Senhor! – Desviai o meu olhar das coisas vós, dai-me a vida pelos vossos mandamentos! R: Ensinai-me a viver vossos preceitos, ó Senhor! – Como anseio pelos vossos mandamentos! Dai-me a vida, ó Senhor, porque sois justo! R: Ensinai-me a viver vossos preceitos, ó Senhor! Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus 7,15-20 – Aleluia, aleluia, aleluia.– Ficai em mim, e eu em vós ficarei, diz Jesus; quem em mim permanece há de dar muito fruto (Jo 15,4s); Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus: Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 15Cuidado com os falsos profetas: Eles vêm até vós vestidos com peles de ovelha, mas por dentro são lobos ferozes. 16Vós os conhecereis pelos seus frutos. Por acaso se colhem uvas de espinheiros ou figos de urtigas? 17Assim, toda árvore boa produz frutos bons, e toda árvore má, produz frutos maus. 18Uma árvore boa não pode dar frutos maus, nem uma árvore má pode produzir frutos bons. 19Toda árvore que não dá bons frutos é cortada e jogada no fogo. 20Portanto, pelos seus frutos vós os conhecereis. – Palavra da Salvação– Glória a Vós, Senhor Fonte: Evangelho Diário – Arautos do Evangelho
São Sansão // Beato Benvindo De Gubbio

SÃO SANSÃO, Confessor Sansão nasceu em Roma. Foi menino sossegado, obediente, sempre desejoso de aprender, inteligente, vivo e aplicado. Tendo estudado medicina, formado que foi, transferiu-se para Constantinopla, onde se notabilizou pela caridade, tratando e curando a pobreza desvalida. O patriarca, sensibilizado, edificado, achando-o digno do sacerdócio, consultou-o. E, alegre, com a disposição do médico, fê-lo padre. Sansão estava com pouco mais de trinta anos. Um dia, o imperador que protegeu os católicos da África contra os vândalos arianos, Justiniano, adoeceu gravemente. Os médicos foram chamados. Revezando-se, aflitos, não conseguiam inteirar-se do mal que ao imperador consumia. A pouco e pouco, piorava o soberano e ninguém atinava com a causa da enfermidade. Ouvindo falar de Sansão, Justiniano solicitou-lhe os serviços. O Santo, imediatamente, correu assisti-lo. E, não podendo curá-lo senão Deus, rogou, silenciosamente, no coração, que o curasse. Assim, ao imperador aplicou um remédio que o levasse a crer numa cura toda natural. Curado, Justiniano compreendeu que se processara o seu restabelecimento por meio dum milagre e, muitíssimo reconhecido, quis recompensar o Santo regiamente. Sansão, delicadamente, a tudo recusou, mas quando o imperador sugeriu a construção dum hospital, onde pudesse dedicar-se aos doentes com mais recursos e mais desembaraço, Sansão, cheio de júbilo, aplaudiu aquele oferecimento. São Sansão acabou a vida no exercício da caridade. Falecido em 560, a popularidade que conquistou, sem que a quisesse ou procurasse, durante a vida, cresceu pelos milagres que operou depois que a morte o levou. O nome do Santo, celebérrimo no Oriente, foi introduzido no martirológio romano por Barônio. (Vida dos Santos, padre Rohrbacher, Volume XI, p. 239-240) **************************************************************************** BEATO BENVINDO DE GUBBIO, Confessor (1232?) O Bem-aventurado Benvindo de Gubbio tomou o hábito dos irmãos menores em 1222. Foi, desde então, exemplo vivo de todas as virtudes, não se sentindo satisfeito senão quando vestido com o mais miserável dos buréis. Frugalíssimo, comia, e sempre foi assim, apenas o estritamente necessário. O que mais o alegrava era cuidar dos leprosos aos quais dedicava especial carinho. E. dizia-se, jamais se vira enfermeiro mais solícito nem reconfortador mais jucundo. Amava, como ninguém, o silêncio e o retiro, mas, em meio ao povo, quando a isto o impelia a necessidade, mostrava-se cheio da mais contagiante caridade. Durante a noite, orava e orava, longa, longamente. E, na santa Hóstia, via a Jesus Menino amorável. A tão doce alma, levou-a Nosso Senhor para o céu, quando o bem-aventurado estava em Corneto. As relíquias, transportadas para a diocese de Bovino, descansaram em Deliceto, província de Foggia. Os Papas Gregório IX e Inocêncio XI aprovaram-lhe o culto. Foto: santiebeati.it // (Vida dos Santos, Padre Rohrbacher, Volume XI, p. 243-244) Fonte: Santo do Dia – Arautos do Evangelho
São Sansão // Beato Benvindo De Gubbio

SÃO SANSÃO, Confessor Sansão nasceu em Roma. Foi menino sossegado, obediente, sempre desejoso de aprender, inteligente, vivo e aplicado. Tendo estudado medicina, formado que foi, transferiu-se para Constantinopla, onde se notabilizou pela caridade, tratando e curando a pobreza desvalida. O patriarca, sensibilizado, edificado, achando-o digno do sacerdócio, consultou-o. E, alegre, com a disposição do médico, fê-lo padre. Sansão estava com pouco mais de trinta anos. Um dia, o imperador que protegeu os católicos da África contra os vândalos arianos, Justiniano, adoeceu gravemente. Os médicos foram chamados. Revezando-se, aflitos, não conseguiam inteirar-se do mal que ao imperador consumia. A pouco e pouco, piorava o soberano e ninguém atinava com a causa da enfermidade. Ouvindo falar de Sansão, Justiniano solicitou-lhe os serviços. O Santo, imediatamente, correu assisti-lo. E, não podendo curá-lo senão Deus, rogou, silenciosamente, no coração, que o curasse. Assim, ao imperador aplicou um remédio que o levasse a crer numa cura toda natural. Curado, Justiniano compreendeu que se processara o seu restabelecimento por meio dum milagre e, muitíssimo reconhecido, quis recompensar o Santo regiamente. Sansão, delicadamente, a tudo recusou, mas quando o imperador sugeriu a construção dum hospital, onde pudesse dedicar-se aos doentes com mais recursos e mais desembaraço, Sansão, cheio de júbilo, aplaudiu aquele oferecimento. São Sansão acabou a vida no exercício da caridade. Falecido em 560, a popularidade que conquistou, sem que a quisesse ou procurasse, durante a vida, cresceu pelos milagres que operou depois que a morte o levou. O nome do Santo, celebérrimo no Oriente, foi introduzido no martirológio romano por Barônio. (Vida dos Santos, padre Rohrbacher, Volume XI, p. 239-240) **************************************************************************** BEATO BENVINDO DE GUBBIO, Confessor (1232?) O Bem-aventurado Benvindo de Gubbio tomou o hábito dos irmãos menores em 1222. Foi, desde então, exemplo vivo de todas as virtudes, não se sentindo satisfeito senão quando vestido com o mais miserável dos buréis. Frugalíssimo, comia, e sempre foi assim, apenas o estritamente necessário. O que mais o alegrava era cuidar dos leprosos aos quais dedicava especial carinho. E. dizia-se, jamais se vira enfermeiro mais solícito nem reconfortador mais jucundo. Amava, como ninguém, o silêncio e o retiro, mas, em meio ao povo, quando a isto o impelia a necessidade, mostrava-se cheio da mais contagiante caridade. Durante a noite, orava e orava, longa, longamente. E, na santa Hóstia, via a Jesus Menino amorável. A tão doce alma, levou-a Nosso Senhor para o céu, quando o bem-aventurado estava em Corneto. As relíquias, transportadas para a diocese de Bovino, descansaram em Deliceto, província de Foggia. Os Papas Gregório IX e Inocêncio XI aprovaram-lhe o culto. Foto: santiebeati.it // (Vida dos Santos, Padre Rohrbacher, Volume XI, p. 243-244) Fonte: Santo do Dia – Arautos do Evangelho
Evangelho Do Dia 2018-06-27

Quarta-feira, 27 de Junho de 2018. Santo do dia: Nossa Senhora do Perpétuo SocorroCor litúrgica: verde Evangelho do dia: São Mateus 7, 15-20 Primeira leitura: Reis 22, 8-13; 23, 1-3Leitura do segundo livro dos Reis: Naqueles dias: sumo-sacerdote Helcias disse ao secretário Safã: ‘Achei o livro da Lei na casa do Senhor!’ Helcias deu o livro a Safã, que também o leu. 9Então o secretário Safã foi à presença do rei e fez-lhe um relatório nestes termos: ‘Os teus servos juntaram o dinheiro que se achou no templo e entregaram-no aos empreiteiros encarregados do templo do Senhor’. 10Em seguida, o secretário Safã comunicou ao rei: ‘O sacerdote Helcias entregou-me um livro’. E Safã leu-o diante do rei. 11Ao ouvir as palavras do livro da Lei. o rei rasgou as suas vestes. 12E ordenou ao sacerdote Helcias, a Aicam, filho de Safã, a Acobor, filho de Miquéias, ao secretário Safã e a Asaías, ministro do rei: 13‘Ide e consultai o Senhor a meu respeito, a respeito do povo e de todo o Judá, sobre as palavras deste livro que foi encontrado. Grande deve ser a ira do Senhor que se inflamou contra nós, porque nossos pais não obedeceram às palavras deste livro, nem puseram em prática tudo o que nos fora prescrito’. 23,1Então o rei mandou que se apresentassem diante dele todos os anciãos de Judá e de Jerusalém. 2E subiu ao templo do Senhor com todos os homens de Judá e todos os habitantes de Jerusalém, os sacerdotes, os profetas e todo o povo, do maior ao menor. Leu diante deles todo o conteúdo do livro da Aliança que tinha sido achado na casa do Senhor. 3De pé, sobre o seu estrado, o rei concluiu a aliança diante do Senhor, obrigando-se a seguir o Senhor e a observar seus mandamentos, preceitos e decretos, de todo o seu coração e de toda a sua alma, cumprindo as palavras da Aliança escritas naquele livro. E todo o povo aderiu à Aliança. – Palavra do Senhor – Graças a Deus Salmo 118 (119) – Ensinai-me a viver vossos preceitos; quero guardá-los fielmente até o fim! R: Ensinai-me a viver vossos preceitos, ó Senhor! – Dai-me o saber, e cumprirei a vossa lei, e de todo o coração a guardarei. R: Ensinai-me a viver vossos preceitos, ó Senhor! – Guiai meus passos no caminho que traçastes, pois só nele encontrarei felicidade. R: Ensinai-me a viver vossos preceitos, ó Senhor! – Inclinai meu coração às vossas leis, e nunca ao dinheiro e à avareza. R: Ensinai-me a viver vossos preceitos, ó Senhor! – Desviai o meu olhar das coisas vós, dai-me a vida pelos vossos mandamentos! R: Ensinai-me a viver vossos preceitos, ó Senhor! – Como anseio pelos vossos mandamentos! Dai-me a vida, ó Senhor, porque sois justo! R: Ensinai-me a viver vossos preceitos, ó Senhor! Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus 7,15-20 – Aleluia, aleluia, aleluia.– Ficai em mim, e eu em vós ficarei, diz Jesus; quem em mim permanece há de dar muito fruto (Jo 15,4s); Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus: Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 15Cuidado com os falsos profetas: Eles vêm até vós vestidos com peles de ovelha, mas por dentro são lobos ferozes. 16Vós os conhecereis pelos seus frutos. Por acaso se colhem uvas de espinheiros ou figos de urtigas? 17Assim, toda árvore boa produz frutos bons, e toda árvore má, produz frutos maus. 18Uma árvore boa não pode dar frutos maus, nem uma árvore má pode produzir frutos bons. 19Toda árvore que não dá bons frutos é cortada e jogada no fogo. 20Portanto, pelos seus frutos vós os conhecereis. – Palavra da Salvação– Glória a Vós, Senhor Fonte: Evangelho Diário – Arautos do Evangelho
Evangelho Do Dia 2018-06-27

Quarta-feira, 27 de Junho de 2018. Santo do dia: Nossa Senhora do Perpétuo SocorroCor litúrgica: verde Evangelho do dia: São Mateus 7, 15-20 Primeira leitura: Reis 22, 8-13; 23, 1-3Leitura do segundo livro dos Reis: Naqueles dias: sumo-sacerdote Helcias disse ao secretário Safã: ‘Achei o livro da Lei na casa do Senhor!’ Helcias deu o livro a Safã, que também o leu. 9Então o secretário Safã foi à presença do rei e fez-lhe um relatório nestes termos: ‘Os teus servos juntaram o dinheiro que se achou no templo e entregaram-no aos empreiteiros encarregados do templo do Senhor’. 10Em seguida, o secretário Safã comunicou ao rei: ‘O sacerdote Helcias entregou-me um livro’. E Safã leu-o diante do rei. 11Ao ouvir as palavras do livro da Lei. o rei rasgou as suas vestes. 12E ordenou ao sacerdote Helcias, a Aicam, filho de Safã, a Acobor, filho de Miquéias, ao secretário Safã e a Asaías, ministro do rei: 13‘Ide e consultai o Senhor a meu respeito, a respeito do povo e de todo o Judá, sobre as palavras deste livro que foi encontrado. Grande deve ser a ira do Senhor que se inflamou contra nós, porque nossos pais não obedeceram às palavras deste livro, nem puseram em prática tudo o que nos fora prescrito’. 23,1Então o rei mandou que se apresentassem diante dele todos os anciãos de Judá e de Jerusalém. 2E subiu ao templo do Senhor com todos os homens de Judá e todos os habitantes de Jerusalém, os sacerdotes, os profetas e todo o povo, do maior ao menor. Leu diante deles todo o conteúdo do livro da Aliança que tinha sido achado na casa do Senhor. 3De pé, sobre o seu estrado, o rei concluiu a aliança diante do Senhor, obrigando-se a seguir o Senhor e a observar seus mandamentos, preceitos e decretos, de todo o seu coração e de toda a sua alma, cumprindo as palavras da Aliança escritas naquele livro. E todo o povo aderiu à Aliança. – Palavra do Senhor – Graças a Deus Salmo 118 (119) – Ensinai-me a viver vossos preceitos; quero guardá-los fielmente até o fim! R: Ensinai-me a viver vossos preceitos, ó Senhor! – Dai-me o saber, e cumprirei a vossa lei, e de todo o coração a guardarei. R: Ensinai-me a viver vossos preceitos, ó Senhor! – Guiai meus passos no caminho que traçastes, pois só nele encontrarei felicidade. R: Ensinai-me a viver vossos preceitos, ó Senhor! – Inclinai meu coração às vossas leis, e nunca ao dinheiro e à avareza. R: Ensinai-me a viver vossos preceitos, ó Senhor! – Desviai o meu olhar das coisas vós, dai-me a vida pelos vossos mandamentos! R: Ensinai-me a viver vossos preceitos, ó Senhor! – Como anseio pelos vossos mandamentos! Dai-me a vida, ó Senhor, porque sois justo! R: Ensinai-me a viver vossos preceitos, ó Senhor! Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus 7,15-20 – Aleluia, aleluia, aleluia.– Ficai em mim, e eu em vós ficarei, diz Jesus; quem em mim permanece há de dar muito fruto (Jo 15,4s); Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus: Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 15Cuidado com os falsos profetas: Eles vêm até vós vestidos com peles de ovelha, mas por dentro são lobos ferozes. 16Vós os conhecereis pelos seus frutos. Por acaso se colhem uvas de espinheiros ou figos de urtigas? 17Assim, toda árvore boa produz frutos bons, e toda árvore má, produz frutos maus. 18Uma árvore boa não pode dar frutos maus, nem uma árvore má pode produzir frutos bons. 19Toda árvore que não dá bons frutos é cortada e jogada no fogo. 20Portanto, pelos seus frutos vós os conhecereis. – Palavra da Salvação– Glória a Vós, Senhor Fonte: Evangelho Diário – Arautos do Evangelho
São Sansão // Beato Benvindo De Gubbio

SÃO SANSÃO, Confessor Sansão nasceu em Roma. Foi menino sossegado, obediente, sempre desejoso de aprender, inteligente, vivo e aplicado. Tendo estudado medicina, formado que foi, transferiu-se para Constantinopla, onde se notabilizou pela caridade, tratando e curando a pobreza desvalida. O patriarca, sensibilizado, edificado, achando-o digno do sacerdócio, consultou-o. E, alegre, com a disposição do médico, fê-lo padre. Sansão estava com pouco mais de trinta anos. Um dia, o imperador que protegeu os católicos da África contra os vândalos arianos, Justiniano, adoeceu gravemente. Os médicos foram chamados. Revezando-se, aflitos, não conseguiam inteirar-se do mal que ao imperador consumia. A pouco e pouco, piorava o soberano e ninguém atinava com a causa da enfermidade. Ouvindo falar de Sansão, Justiniano solicitou-lhe os serviços. O Santo, imediatamente, correu assisti-lo. E, não podendo curá-lo senão Deus, rogou, silenciosamente, no coração, que o curasse. Assim, ao imperador aplicou um remédio que o levasse a crer numa cura toda natural. Curado, Justiniano compreendeu que se processara o seu restabelecimento por meio dum milagre e, muitíssimo reconhecido, quis recompensar o Santo regiamente. Sansão, delicadamente, a tudo recusou, mas quando o imperador sugeriu a construção dum hospital, onde pudesse dedicar-se aos doentes com mais recursos e mais desembaraço, Sansão, cheio de júbilo, aplaudiu aquele oferecimento. São Sansão acabou a vida no exercício da caridade. Falecido em 560, a popularidade que conquistou, sem que a quisesse ou procurasse, durante a vida, cresceu pelos milagres que operou depois que a morte o levou. O nome do Santo, celebérrimo no Oriente, foi introduzido no martirológio romano por Barônio. (Vida dos Santos, padre Rohrbacher, Volume XI, p. 239-240) **************************************************************************** BEATO BENVINDO DE GUBBIO, Confessor (1232?) O Bem-aventurado Benvindo de Gubbio tomou o hábito dos irmãos menores em 1222. Foi, desde então, exemplo vivo de todas as virtudes, não se sentindo satisfeito senão quando vestido com o mais miserável dos buréis. Frugalíssimo, comia, e sempre foi assim, apenas o estritamente necessário. O que mais o alegrava era cuidar dos leprosos aos quais dedicava especial carinho. E. dizia-se, jamais se vira enfermeiro mais solícito nem reconfortador mais jucundo. Amava, como ninguém, o silêncio e o retiro, mas, em meio ao povo, quando a isto o impelia a necessidade, mostrava-se cheio da mais contagiante caridade. Durante a noite, orava e orava, longa, longamente. E, na santa Hóstia, via a Jesus Menino amorável. A tão doce alma, levou-a Nosso Senhor para o céu, quando o bem-aventurado estava em Corneto. As relíquias, transportadas para a diocese de Bovino, descansaram em Deliceto, província de Foggia. Os Papas Gregório IX e Inocêncio XI aprovaram-lhe o culto. Foto: santiebeati.it // (Vida dos Santos, Padre Rohrbacher, Volume XI, p. 243-244) Fonte: Santo do Dia – Arautos do Evangelho
São Sansão // Beato Benvindo De Gubbio

SÃO SANSÃO, Confessor Sansão nasceu em Roma. Foi menino sossegado, obediente, sempre desejoso de aprender, inteligente, vivo e aplicado. Tendo estudado medicina, formado que foi, transferiu-se para Constantinopla, onde se notabilizou pela caridade, tratando e curando a pobreza desvalida. O patriarca, sensibilizado, edificado, achando-o digno do sacerdócio, consultou-o. E, alegre, com a disposição do médico, fê-lo padre. Sansão estava com pouco mais de trinta anos. Um dia, o imperador que protegeu os católicos da África contra os vândalos arianos, Justiniano, adoeceu gravemente. Os médicos foram chamados. Revezando-se, aflitos, não conseguiam inteirar-se do mal que ao imperador consumia. A pouco e pouco, piorava o soberano e ninguém atinava com a causa da enfermidade. Ouvindo falar de Sansão, Justiniano solicitou-lhe os serviços. O Santo, imediatamente, correu assisti-lo. E, não podendo curá-lo senão Deus, rogou, silenciosamente, no coração, que o curasse. Assim, ao imperador aplicou um remédio que o levasse a crer numa cura toda natural. Curado, Justiniano compreendeu que se processara o seu restabelecimento por meio dum milagre e, muitíssimo reconhecido, quis recompensar o Santo regiamente. Sansão, delicadamente, a tudo recusou, mas quando o imperador sugeriu a construção dum hospital, onde pudesse dedicar-se aos doentes com mais recursos e mais desembaraço, Sansão, cheio de júbilo, aplaudiu aquele oferecimento. São Sansão acabou a vida no exercício da caridade. Falecido em 560, a popularidade que conquistou, sem que a quisesse ou procurasse, durante a vida, cresceu pelos milagres que operou depois que a morte o levou. O nome do Santo, celebérrimo no Oriente, foi introduzido no martirológio romano por Barônio. (Vida dos Santos, padre Rohrbacher, Volume XI, p. 239-240) **************************************************************************** BEATO BENVINDO DE GUBBIO, Confessor (1232?) O Bem-aventurado Benvindo de Gubbio tomou o hábito dos irmãos menores em 1222. Foi, desde então, exemplo vivo de todas as virtudes, não se sentindo satisfeito senão quando vestido com o mais miserável dos buréis. Frugalíssimo, comia, e sempre foi assim, apenas o estritamente necessário. O que mais o alegrava era cuidar dos leprosos aos quais dedicava especial carinho. E. dizia-se, jamais se vira enfermeiro mais solícito nem reconfortador mais jucundo. Amava, como ninguém, o silêncio e o retiro, mas, em meio ao povo, quando a isto o impelia a necessidade, mostrava-se cheio da mais contagiante caridade. Durante a noite, orava e orava, longa, longamente. E, na santa Hóstia, via a Jesus Menino amorável. A tão doce alma, levou-a Nosso Senhor para o céu, quando o bem-aventurado estava em Corneto. As relíquias, transportadas para a diocese de Bovino, descansaram em Deliceto, província de Foggia. Os Papas Gregório IX e Inocêncio XI aprovaram-lhe o culto. Foto: santiebeati.it // (Vida dos Santos, Padre Rohrbacher, Volume XI, p. 243-244) Fonte: Santo do Dia – Arautos do Evangelho
Evangelho Do Dia 2018-06-27

Quarta-feira, 27 de Junho de 2018. Santo do dia: Nossa Senhora do Perpétuo SocorroCor litúrgica: verde Evangelho do dia: São Mateus 7, 15-20 Primeira leitura: Reis 22, 8-13; 23, 1-3Leitura do segundo livro dos Reis: Naqueles dias: sumo-sacerdote Helcias disse ao secretário Safã: ‘Achei o livro da Lei na casa do Senhor!’ Helcias deu o livro a Safã, que também o leu. 9Então o secretário Safã foi à presença do rei e fez-lhe um relatório nestes termos: ‘Os teus servos juntaram o dinheiro que se achou no templo e entregaram-no aos empreiteiros encarregados do templo do Senhor’. 10Em seguida, o secretário Safã comunicou ao rei: ‘O sacerdote Helcias entregou-me um livro’. E Safã leu-o diante do rei. 11Ao ouvir as palavras do livro da Lei. o rei rasgou as suas vestes. 12E ordenou ao sacerdote Helcias, a Aicam, filho de Safã, a Acobor, filho de Miquéias, ao secretário Safã e a Asaías, ministro do rei: 13‘Ide e consultai o Senhor a meu respeito, a respeito do povo e de todo o Judá, sobre as palavras deste livro que foi encontrado. Grande deve ser a ira do Senhor que se inflamou contra nós, porque nossos pais não obedeceram às palavras deste livro, nem puseram em prática tudo o que nos fora prescrito’. 23,1Então o rei mandou que se apresentassem diante dele todos os anciãos de Judá e de Jerusalém. 2E subiu ao templo do Senhor com todos os homens de Judá e todos os habitantes de Jerusalém, os sacerdotes, os profetas e todo o povo, do maior ao menor. Leu diante deles todo o conteúdo do livro da Aliança que tinha sido achado na casa do Senhor. 3De pé, sobre o seu estrado, o rei concluiu a aliança diante do Senhor, obrigando-se a seguir o Senhor e a observar seus mandamentos, preceitos e decretos, de todo o seu coração e de toda a sua alma, cumprindo as palavras da Aliança escritas naquele livro. E todo o povo aderiu à Aliança. – Palavra do Senhor – Graças a Deus Salmo 118 (119) – Ensinai-me a viver vossos preceitos; quero guardá-los fielmente até o fim! R: Ensinai-me a viver vossos preceitos, ó Senhor! – Dai-me o saber, e cumprirei a vossa lei, e de todo o coração a guardarei. R: Ensinai-me a viver vossos preceitos, ó Senhor! – Guiai meus passos no caminho que traçastes, pois só nele encontrarei felicidade. R: Ensinai-me a viver vossos preceitos, ó Senhor! – Inclinai meu coração às vossas leis, e nunca ao dinheiro e à avareza. R: Ensinai-me a viver vossos preceitos, ó Senhor! – Desviai o meu olhar das coisas vós, dai-me a vida pelos vossos mandamentos! R: Ensinai-me a viver vossos preceitos, ó Senhor! – Como anseio pelos vossos mandamentos! Dai-me a vida, ó Senhor, porque sois justo! R: Ensinai-me a viver vossos preceitos, ó Senhor! Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus 7,15-20 – Aleluia, aleluia, aleluia.– Ficai em mim, e eu em vós ficarei, diz Jesus; quem em mim permanece há de dar muito fruto (Jo 15,4s); Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus: Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 15Cuidado com os falsos profetas: Eles vêm até vós vestidos com peles de ovelha, mas por dentro são lobos ferozes. 16Vós os conhecereis pelos seus frutos. Por acaso se colhem uvas de espinheiros ou figos de urtigas? 17Assim, toda árvore boa produz frutos bons, e toda árvore má, produz frutos maus. 18Uma árvore boa não pode dar frutos maus, nem uma árvore má pode produzir frutos bons. 19Toda árvore que não dá bons frutos é cortada e jogada no fogo. 20Portanto, pelos seus frutos vós os conhecereis. – Palavra da Salvação– Glória a Vós, Senhor Fonte: Evangelho Diário – Arautos do Evangelho
Santo Antelmo, Bispo

Nascido pelo ano de 1107, pertencia Antelmo à primera nobreza de Sabóia. Seus pais fizeram-no estudar desde a juventude, e lhe proporcionaram dois benefícios consideráveis, um em Gênova e outro em Belley: eram as principais dignidades dessas duas igrejas. Davam-lhe elas grande consideração e propiciavam-lhe vultosos rendimentos, dos quais usava magnificamente, tendo prazer em receber os que iam vê-lo e prestar-lhes toda a sorte de serviços; a circunstância granjeou-lhe muitos amigos. Era também muito liberal para com os pobres, e tinha vida pura, mas ocupada com os cuidados temporais. Passada a primeira juventude, dedicou-se a visitar os religiosos, particularmente os cartuxos, mais por curiosidade do que com o propósito de converter-se. Tendo se dirigido, certa vez, com outros jovens de sua idade, para o convento dos cartuxos das Portas, cujo prior era o venerável Bernardo, este santo, que já fizera grande número de conversões, exortou Antelmo a pensar na salvação; alguns outros cartuxos fizeram o mesmo. Antelmo não se deu por convencido, recomendando-se somente às suas orações e retirando-se. Chegando à casa logo abaixo do convento dos cartuxos, foi retido, para lá passar a noite, pelos irmãos conversos e o procurador Boson, que era seu parente, e homem de aplicação maravilhosa. No dia seguinte, subiu novamente ao convento, visitou os alojamentos dos monges, e ficou de tal maneira impressionado com o seu gênero de vida e palavras, que pediu para ser recebido entre eles. Exortaram-no a regular os negócios e marcar data para regressar; mas ele disse: Resolvi permanecer aqui desde hoje; deixarei o com que pagar minhas dívidas; tenho bons amigos para arranjar tudo. Pediu, então, o hábito, e abraçou a observância com grande fervor. Era ainda novo quando foi enviado ao grande convento de cartuxos, onde o número de monges era pequeno. Ali, entregou-se à oração, à meditação, aos trabalhos manuais, à mortificação, praticando todos os dias a disciplina; tinha um grande dom de lágrimas. Feito procurador, desincumbiu-se muito dignamente do encargo, seja pela conduta dos irmãos conversos, seja pela conduta dos irmãos conversos, seja pela esmolas e pelo cuidado do temporal. Em seguida, fizeram-no prior. O venerável Guigues, após haver exercido tal cargo durante vinte e sete anos, morreu em 1136, deixando tal reputação, que simplesmente o chamavam o bom prior. Seu sucessor foi Hugues, sexto prior do grande convento que, após ter governado dois anos, se demitiu e fez eleger em seu lugar Santo Antelmo, em 1138. Alguns anos antes, as avalanches de neve, caindo do alto das montanhas, e arrastando terras e pedras, haviam aniquilado vários conventos sob a ruína de suas celas. Esse acidente arrebatou num só dia a maior parte da santa comunidade, e aos poucos monges que restavam desleixaram a observância após a morte do bem-aventurado Guigues. Santo Antelmo emprenhou-se, pois, em restabelecê-la, segundo as constituições escritas do santo prior. Empregou a doçura e a severidade; expulsou alguns indóceis que lhe resistiam; ao mesmo tempo reparou as construções e recolocou o mosteiro em estado reflorescente. Um dos dois irmãos o havia precedido na comunidade santa; o segundo o seguiu, bem como o pai. Santo Antelmo recebeu ainda no número dos irmãos conversos um dos maiores senhores do tempo o conde Guilherme de Nevers, o mesmo que os bispos e senhores de França haviam designado, pela boca de São Bernardo, para governar o reino com o abade Suger, durante a viagem do rei Luís, o Jovem, ao oriente. Após haver governado doze anos o grande mosteiro, Santo Antelmo mandou colocar em seu lugar Basílio, que foi o oitavo prior, e reentrou para o silêncio de sua cela. Mas algum tempo após, Bernardo, prior do convento das Portas, pediu-lhe que lhe sucedesse, não se julgando mais em condições de governar a casa em virtude da idade avançada. Antelmo tornou-se prior das Portas. Encontrando dinheiro e trigo, fez grandes distribuições aos camponeses da vizinhança, para lhes dar de que semear em um ano de carestia, e não deixou de aumentar os rendimentos do mosteiro, derrubando matas. Nessa época, 1158, Gui, conde de Forez, havia assaltado a cidade de Lion, pilhando-a e fazendo sentir sua indignidade,ao menos a maior parte dela. Nessa ocasião o arcebispo Heráclio e os principais de seu clero refugiaram-se no mosteiro das Portas, onde o prior Antelmo os recebeu de braços abertos e os tranqüilizou liberalmente enquanto durou a tempestade. Havendo governado a casa durante dois anos, retirou-se novamente, e voltou à cela no grande mosteiro dos cartuxos. Tal era Santo Antelmo, quando teve ocasião a glória de combater corajosamente pela unidade católica, contra o anti-papa Otaviano que, cego pela ambição diabólica, invadiu a Sé do Príncipe dos Apóstolos, e, o que foi mais execrável ainda, entregou a Igreja ao poder imperial. Essas reflexões são do biógrafo contemporâneo de Santo Antelmo. Em 1163, o bispado de Belley, na Borgonha, ficou vago e o partido mais poderoso do capítulo elegeu um jovem nobre e o colocou na posse da casa episcopal; mas a outra parte elegeu um monge, e o enviou ao Papa Alexandre, que estava então em França, para confirmar a eleição. O Papa adiou a resposta aos deputados, não duvidando que a outra parte também mandaria os seus; foi o que aconteceu. Entretanto, alguns cônegos mais moderados, conquanto em pequeno número, querendo unir os dois partidos, propuseram a eleição de Antelmo. Todos concordaram com alegria, mesmo o que havia sido eleito anteriormente; porque era parente de Santo Antelmo. Mas sabiam todos que seria difícil tirá-lo da solidão; foram prontamente procurar o Papa Alexandre, que, cheio de alegria, os felicitou por haverem encontrado tão boa solução, e lhes disse que seriam felizes sob a direção de tal pastor. Fez com que os primeiros deputados, ainda que com dificuldade, também consentissem, e havendo-os, reunido, escreveu a Santo Antelmo, ordenando-lhe, pela autoridade da Santa Sé Apostólica, se encarregasse da Igreja de Belley, e mandou o prior e os religiosos do grande mosteiro de cartuxos entregá-lo aos que o pedissem, a constrangê-lo pela autoridade. Mas Santo Antelmo soube o que se passava, e, à
Santo Antelmo, Bispo

Nascido pelo ano de 1107, pertencia Antelmo à primera nobreza de Sabóia. Seus pais fizeram-no estudar desde a juventude, e lhe proporcionaram dois benefícios consideráveis, um em Gênova e outro em Belley: eram as principais dignidades dessas duas igrejas. Davam-lhe elas grande consideração e propiciavam-lhe vultosos rendimentos, dos quais usava magnificamente, tendo prazer em receber os que iam vê-lo e prestar-lhes toda a sorte de serviços; a circunstância granjeou-lhe muitos amigos. Era também muito liberal para com os pobres, e tinha vida pura, mas ocupada com os cuidados temporais. Passada a primeira juventude, dedicou-se a visitar os religiosos, particularmente os cartuxos, mais por curiosidade do que com o propósito de converter-se. Tendo se dirigido, certa vez, com outros jovens de sua idade, para o convento dos cartuxos das Portas, cujo prior era o venerável Bernardo, este santo, que já fizera grande número de conversões, exortou Antelmo a pensar na salvação; alguns outros cartuxos fizeram o mesmo. Antelmo não se deu por convencido, recomendando-se somente às suas orações e retirando-se. Chegando à casa logo abaixo do convento dos cartuxos, foi retido, para lá passar a noite, pelos irmãos conversos e o procurador Boson, que era seu parente, e homem de aplicação maravilhosa. No dia seguinte, subiu novamente ao convento, visitou os alojamentos dos monges, e ficou de tal maneira impressionado com o seu gênero de vida e palavras, que pediu para ser recebido entre eles. Exortaram-no a regular os negócios e marcar data para regressar; mas ele disse: Resolvi permanecer aqui desde hoje; deixarei o com que pagar minhas dívidas; tenho bons amigos para arranjar tudo. Pediu, então, o hábito, e abraçou a observância com grande fervor. Era ainda novo quando foi enviado ao grande convento de cartuxos, onde o número de monges era pequeno. Ali, entregou-se à oração, à meditação, aos trabalhos manuais, à mortificação, praticando todos os dias a disciplina; tinha um grande dom de lágrimas. Feito procurador, desincumbiu-se muito dignamente do encargo, seja pela conduta dos irmãos conversos, seja pela conduta dos irmãos conversos, seja pela esmolas e pelo cuidado do temporal. Em seguida, fizeram-no prior. O venerável Guigues, após haver exercido tal cargo durante vinte e sete anos, morreu em 1136, deixando tal reputação, que simplesmente o chamavam o bom prior. Seu sucessor foi Hugues, sexto prior do grande convento que, após ter governado dois anos, se demitiu e fez eleger em seu lugar Santo Antelmo, em 1138. Alguns anos antes, as avalanches de neve, caindo do alto das montanhas, e arrastando terras e pedras, haviam aniquilado vários conventos sob a ruína de suas celas. Esse acidente arrebatou num só dia a maior parte da santa comunidade, e aos poucos monges que restavam desleixaram a observância após a morte do bem-aventurado Guigues. Santo Antelmo emprenhou-se, pois, em restabelecê-la, segundo as constituições escritas do santo prior. Empregou a doçura e a severidade; expulsou alguns indóceis que lhe resistiam; ao mesmo tempo reparou as construções e recolocou o mosteiro em estado reflorescente. Um dos dois irmãos o havia precedido na comunidade santa; o segundo o seguiu, bem como o pai. Santo Antelmo recebeu ainda no número dos irmãos conversos um dos maiores senhores do tempo o conde Guilherme de Nevers, o mesmo que os bispos e senhores de França haviam designado, pela boca de São Bernardo, para governar o reino com o abade Suger, durante a viagem do rei Luís, o Jovem, ao oriente. Após haver governado doze anos o grande mosteiro, Santo Antelmo mandou colocar em seu lugar Basílio, que foi o oitavo prior, e reentrou para o silêncio de sua cela. Mas algum tempo após, Bernardo, prior do convento das Portas, pediu-lhe que lhe sucedesse, não se julgando mais em condições de governar a casa em virtude da idade avançada. Antelmo tornou-se prior das Portas. Encontrando dinheiro e trigo, fez grandes distribuições aos camponeses da vizinhança, para lhes dar de que semear em um ano de carestia, e não deixou de aumentar os rendimentos do mosteiro, derrubando matas. Nessa época, 1158, Gui, conde de Forez, havia assaltado a cidade de Lion, pilhando-a e fazendo sentir sua indignidade,ao menos a maior parte dela. Nessa ocasião o arcebispo Heráclio e os principais de seu clero refugiaram-se no mosteiro das Portas, onde o prior Antelmo os recebeu de braços abertos e os tranqüilizou liberalmente enquanto durou a tempestade. Havendo governado a casa durante dois anos, retirou-se novamente, e voltou à cela no grande mosteiro dos cartuxos. Tal era Santo Antelmo, quando teve ocasião a glória de combater corajosamente pela unidade católica, contra o anti-papa Otaviano que, cego pela ambição diabólica, invadiu a Sé do Príncipe dos Apóstolos, e, o que foi mais execrável ainda, entregou a Igreja ao poder imperial. Essas reflexões são do biógrafo contemporâneo de Santo Antelmo. Em 1163, o bispado de Belley, na Borgonha, ficou vago e o partido mais poderoso do capítulo elegeu um jovem nobre e o colocou na posse da casa episcopal; mas a outra parte elegeu um monge, e o enviou ao Papa Alexandre, que estava então em França, para confirmar a eleição. O Papa adiou a resposta aos deputados, não duvidando que a outra parte também mandaria os seus; foi o que aconteceu. Entretanto, alguns cônegos mais moderados, conquanto em pequeno número, querendo unir os dois partidos, propuseram a eleição de Antelmo. Todos concordaram com alegria, mesmo o que havia sido eleito anteriormente; porque era parente de Santo Antelmo. Mas sabiam todos que seria difícil tirá-lo da solidão; foram prontamente procurar o Papa Alexandre, que, cheio de alegria, os felicitou por haverem encontrado tão boa solução, e lhes disse que seriam felizes sob a direção de tal pastor. Fez com que os primeiros deputados, ainda que com dificuldade, também consentissem, e havendo-os, reunido, escreveu a Santo Antelmo, ordenando-lhe, pela autoridade da Santa Sé Apostólica, se encarregasse da Igreja de Belley, e mandou o prior e os religiosos do grande mosteiro de cartuxos entregá-lo aos que o pedissem, a constrangê-lo pela autoridade. Mas Santo Antelmo soube o que se passava, e, à