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Evangelho Do Dia 2018-06-26

Terça-feira, 26 de Junho de 2018. Santo do dia: Beatos Nicolau Konrad, presbítero e Vladimir Pryjma, mártiresCor litúrgica: verde Evangelho do dia: São Mateus 7, 6.12-14 Primeira leitura: Reis 19, 9-11.14-21.31-36Leitura do segundo livro dos Reis: Naqueles dias: 9Senaquerib, rei da Assíria, enviou de novo mensageiros a Ezequias para dizer-lhe: 10Não te seduza o teu Deus, em quem confias, pensando: Jerusalém não será entregue nas mãos do rei dos assírios. 11Porque tu mesmo tens ouvido o que os reis da Assíria fizeram a todas as nações e como as devastaram. Só tu te vais salvar?’ 14Ezequias tomou a carta da mão dos mensageiros e leu-a. Depois subiu ao templo do Senhor, estendeu a carta diante do Senhor 15e, na presença do Senhor, fez a seguinte oração: ‘Senhor, Deus de Israel, que estás sentado sobre os querubins! Tu és o único Deus de todos os reinos da terra. Tu fizeste o céu e a terra. 16Inclina o teu ouvido, Senhor e ouve. Abre, Senhor, os teus olhos e vê. Ouve todas as palavras de Senaquerib, que mandou emissários para insultar o Deus vivo. 17É verdade, Senhor, que os reis da Assíria devastaram as nações e seus territórios; 18lançaram os seus deuses ao fogo, porque não eram deuses, mas obras das mãos dos homens, de madeira e pedra, por isso os puderam destruir. 19Mas agora, Senhor, nosso Deus, livra-nos de suas mãos, para que todos os reinos da terra saibam que só tu, Senhor, és Deus’. 20Então Isaías, filho de Amós, mandou dizer a Ezequias: ‘Assim fala o Senhor, Deus de Israel: Ouvi a prece que me dirigiste a respeito de Senaquerib, rei da Assíria. 21Eis o que o Senhor disse dele: A virgem filha de Sion despreza-te e zomba de ti. A filha de Jerusalém meneia a cabeça nas tuas costas. 31Pois um resto sairá de Jerusalém, e sobreviventes, do monte Sião. Eis o que fará o zelo do Senhor Todo-poderoso. 32Por isso, assim diz o Senhor acerca do rei da Assíria: Ele não entrará nesta cidade, nem lançará nenhuma flecha contra ela, nem a assaltará com escudo, nem a cercará com trincheira alguma. 33Pelo caminho, por onde veio, há de voltar, e não entrará nesta cidade, diz o Senhor. 34Protegerei esta cidade e a salvarei em atenção a mim mesmo e ao meu servo Davi’. 35Naquela mesma noite, saiu o Anjo do Senhor e exterminou no acampamento assírio cento e oitenta e cinco mil homens. 36Senaquerib, rei da Assíria, levantou acampamento e partiu. Voltou para Nínive e aí permaneceu. – Palavra do Senhor – Graças a Deus Salmo 47 (48) – Grande é o Senhor e muito digno de louvores na cidade onde ele mora; seu Monte santo, esta colina encantadora é a alegria do universo. R: O Senhor estabelece sua cidade para sempre. – Monte Sião, no extremo norte situado, és a mansão do grande Rei! Deus revelou-se em suas fortes cidadelas um refúgio poderoso. R: O Senhor estabelece sua cidade para sempre. – Recordamos, Senhor Deus, vossa bondade em meio ao vosso templo; com vosso nome vai também vosso louvor aos confins de toda a terra. R: O Senhor estabelece sua cidade para sempre. Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus 7, 6.12-14 – Aleluia, Aleluia, Aleluia.– Eu sou a luz do mundo; aquele que me segue não caminha entre as trevas, mas terá a luz da vida (Jo 8,12); Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus: Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 6Não deis aos cães as coisas santas, nem atireis vossas pérolas aos porcos; para que eles não as pisem com os pés e, voltando-se contra vós, vos despedacem. 12Tudo quanto quereis que os outros vos façam, fazei também a eles. Nisto consiste a Lei e os Profetas. 13Entrai pela porta estreita, porque larga é a porta e espaçoso é o caminho que leva à perdição, e muitos são os que entram por ele! 14Como é estreita a porta e apertado o caminho que leva à vida! E são poucos os que o encontram! – Palavra da Salvação– Glória a Vós, Senhor Fonte: Evangelho Diário – Arautos do Evangelho

Evangelho Do Dia 2018-06-25

Segunda-feira, 25 de Junho de 2018. Santo do dia: São Guilherme de Vercelli, abadeCor litúrgica: verde Evangelho do dia: São Mateus 7, 1-5 Primeira leitura: Reis 17, 5-8.13-15.18Leitura do segundo livro dos Reis: Naqueles dias: 5Salmanasar, rei da Assíria invadiu todo o país. E, chegando a Samaria, sitiou-a durante três anos. 6No nono ano de Oséias, o rei da Assíria tomou Samaria e deportou os habitantes de Israel para a Assíria, estabelecendo-os em Hala e nas margens do Habor, rio de Gozã, e nas cidades da Média. 7Isto aconteceu porque os filhos de Israel pecaram contra o Senhor, seu Deus, que os tinha tirado do Egito, libertando-os da opressão do Faraó, rei do Egito, porque tinham adorado outros deuses. 8Eles seguiram os costumes dos povos que o Senhor havia expulsado diante deles, e as leis introduzidas pelos reis de Israel. 13O Senhor tinha advertido seriamente Israel e Judá por meio de todos os profetas e videntes, dizendo: ‘Voltai dos vossos maus caminhos e observai meus mandamentos e preceitos, conforme todas as leis que prescrevi a vossos pais e que vos comuniquei por intermédio de meus servos, os profetas’. 14Eles, porém, não prestaram ouvidos, mostrando-se tão obstinados como seus pais, que não tinham acreditado no Senhor, seu Deus. 15aDesprezaram as suas leis e a aliança que tinha feito com seus pais, e os testemunhos com que os havia garantido. 18O Senhor indignou-se profundamente contra os filhos de Israel e rejeitou-os para longe da sua face, restando apenas a tribo de Judá. – Palavra do Senhor – Graças a Deus Salmo 59 (60) – Rejeitastes, ó Deus, vosso povo e arrasastes as nossas fileiras; vós estáveis irado: voltai-vos! R: Vossa mão nos ajude, ouvi-nos, Senhor! – Abalastes, partistes a terra, reparai suas brechas, pois treme. Duramente provastes o povo, e um vinho atordoante nos destes. R: Vossa mão nos ajude, ouvi-nos, Senhor! – Quem me leva à cidade segura, e a Edom quem me vai conduzir, se vós, Deus, rejeitais vosso povo e não mais conduzis nossas tropas? R: Vossa mão nos ajude, ouvi-nos, Senhor! – Dai-nos, Deus, vosso auxílio na angústia; nada vale o socorro dos homens! Mas com Deus nós faremos proezas, e ele vai esmagar o opressor. R: Vossa mão nos ajude, ouvi-nos, Senhor! Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus 7,1-5 – Aleluia, aleluia, Aleluia.– A Palavra do Senhor é viva e eficaz: ela julga os pensamentos e as intenções do coração (Hb 4,12); Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus: Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 1‘Não julgueis, e não sereis julgados. 2Pois, vós sereis julgados com o mesmo julgamento com que julgardes; e sereis medidos, co a mesma medida com que medirdes. 3Por que observas o cisco no olho do teu irmão, e não prestas atenção à trave que está no teu próprio olho? 4Ou, como podes dizer ao teu irmão: ‘deixa-me tirar o cisco do teu olho’, quando tu mesmo tens uma trave no teu? 5Hipócrita, tira primeiro a trave do teu próprio olho, e então enxergarás bem para tirar o cisco do olho do teu irmão. – Palavra da Salvação– Glória a Vós, Senhor Fonte: Evangelho Diário – Arautos do Evangelho

Santa Febrônia, Virgem E Mártir – Pelo Fim Do Século VI

Havia em Sibápolis, na Síria, um mosteiro de freiras, cuja piedade e vida penitente despertavam a admiração dos próprios pagãos. Contavam-se mais de cinqüenta religiosas, a maior parte pertencendo às principais famílias da sociedade. A superiora ali tinha introduzido, com a idade de três anos, uma de suas sobrinhas, chamada Febrônia, e a educara com os maiores cuidados no amor da virtude. A sobrinha, chegando aos dezenove anos, era das pessoas mais bem formadas de todo o império romano, seja pelos predicados exteriores, seja pelas qualidades de espírito. Mas o que lhe aumentava infinitamente o mérito era a humildade profunda, a modéstia admirável, a pureza e inocência de coração que dela faziam um anjo sobre a terra. Também renunciara solenemente às esperanças do mundo, e em boa hora havia resolvido não ter outro esposo senão Jesus Cristo. A tia, que nada de mais caro tinha no mundo que este precioso tesouro, jamais a deixava ser vista por estranhos; mas por mais precauções que tomasse, não deixavam de falar dela lá fora, e muitas pessoas haviam tentado, em vão, penetrar no mosteiro para julgar, por seus próprios olhos, do mérito da piedosa virgem. Entretanto, uma jovem viúva, de família muito distinta, que ainda não passava de catecúmena, solicitou à superiora com tanta insistência e lhe deu razões tão tocantes do desejo ardente que tinha de vê-la, que conseguiu entrar no convento, revestindo-se com hábito de religiosa, e aparecer em companhia das santas freiras: Febrônia, que jamais consentira em mostrar-se nem dirigir a palavra a pessoa alguma estranha, acolheu a pretensa religiosa com grandes mostras de caridade. Com ela se entreteve e descreveu com tanta unção a felicidade da vida religiosa, que Hierica (era o nome da mulher(, a qual estava a ponto de contrair segundas núpcias, renunciou imediatamente o mundo, e resolveu passar o resto da vida no retiro. Imediatamente quis receber o batismo, e a família impressionada com a mudança tão súbita em suas disposições, converteu-se também à religião cristã. Essa conquista de Febrônia devia, em breve, ser seguida de vitória mais brilhante ainda. Diocleciano perseguia então a Igreja com excessiva crueldade; milhões de mártires cimentavam com o sangue a fé de Jesus Cristo. O prefeito Lisímaco e Selene, seu tio, inimigo jurado dos cristãos, foram enviados a Sibápolis com ordens severíssimas da parte do imperador. À notícia de sua chegada, o alarme foi grande: casa qual procurava fugir ou esconder-se; a superiora do mosteiro declarou às companheiras que estavam livres de retirar-se se quisessem, para colocar em segurança a vida. Quanto a ela mesma, estava resolvida a esperar a morte no convento, muito feliz de terminar a vida com o martírio. “Toda a minha dificuldade é saber o que acontecerá com Febrônia. O que acontecerá comigo, respondeu imediatamente a santa jovem com firmeza! Ficarei aqui sob a proteção do meu divino esposo. Nada temo. Fiz a Jesus Cristo o sacrifício do coração; faço-lhe ainda o da vida. Nada desejo ardentemente do que derramar meu sangue por ele”. Entrementes, uma companhia de soldados enviados por Selene, e comandados por Primo, primo-irmão do prefeito Lisímaco, se apresentou às portas do convento. Arrombaram-nas com violência e lançaram-se sobre as religiosas. Já a superiora ia ser imolada quando Febrônia, lançando-se aos pés dos soldados, conjurou-os a fazê-la morrer primeiro. À vista da coragem e da ousadia de pessoa tão jovem e tão delicada, ficaram imóveis; detiveram-se, hesitaram, até que, vindo Primo, ordenou se retirassem, dizendo então a Febrônia: Por que não fugistes, como a maior parte das companheiras? Ide: dou-vos a liberdade; ponde-vos a coberto dos insultos que poderão advir-vos. Primo voltou a Lisímaco para prestar-lhe contas do que acabava de fazer, e disse-lhe: Encontrei no convento aquele que os deuses vos destinam por esposa. É uma jovem, que pelo aspecto, me parece de alta categoria; por outro lado, é de beleza incomparável. Mas, respondeu Lisímaco, ouvi minha mãe dizer que as jovens encerradas nos mosteiros são esposas de Jesus Cristo. Não poderia, pois, pensar em casar-me com aquele a que te referes. Enquanto Primo e Lisímaco confabulavam, um soldado que os havia escutado mandou dizer a Selene que Primo ia casaro sobrinho com uma jovem cristã. Selene encolerizou-se. Mandou trazer imediatamente Febrônia. Ela apareceu diante do juiz, mas com tal expressão de contentamento e de paz estampada no semblante, que o tirano permaneceu como que estatelado. – Sois livre ou escrava? Perguntou-lhe, primeiramente. – Sou escrava, respondeu a santa. – E quem é vosso senhor? – Jesus Cristo, meu Senhor e meu Deus, a quem me devotei desde o berço. – É pena que vos tenham impingido desde tão longo tempo os princípios da seita cristã. Despojai-vos, hoje, de todos esses erros. Sacrificai aos deuses e eles farão vossa felicidade. Desde hoje vos tornareis minha sobrinha, esposando Lisímaco, que está diante de vós, e que vos cumulará de honras e riquezas. Que lhe tirem as correntes! Acrescentou. Adotando um tom grave e sério que contrastava maravilhosamente com a candura e modéstia habituais, Febrônia segurou nas mãos as correntes que tão orgulhosa estava de carregar. – Peço-vos, senhor, disse ela, não me tireis um ornamento que faz minha felicidade e glória; e para não vos fatigar com longos discursos, sabei que não consentirei jamais na proposta que acabais de fazer-me. Não, jamais adorarei os demônios. E não acrediteis que, por ser eu mulher, consigais quebrantar-me a resolução com ameaças e tormentos. Estou pronta a sofrer os maiores suplícios, antes de renunciar a Jesus Cristo, meu único esposo para sempre. A essas palavras, Selene, fora de si de despeito e cólera, mandou dilacerar a golpes de azorragues a generosa Febrônia, cujo corpo sangrento em breve se transformou numa só chaga. Em seguida, ordenou fosse estendida sobre uma grelha de ferro e queimada a fogo lento. Os pagãos, testemunhas da barbaridade, afastavam com horror; mas Febrônia parecia insensível e não tinha voz senão para bendizer o Senhor porque a julgara digna de sofrer por ele; parecia no cúmulo da alegria em meio aos tormentos

São Rombaldo, Mártir

São Rombaldo era anglo-saxão. Tendo ido a Roma, o que fez a pregar o Evangelho pelo percurso todo, ali visitou com grande unção, o túmulo dos santos Apóstolos. De volta da Itália, através da Gália, penetrou na Bélgica, fixando-se numa ermida perto de Malines, sob a proteção do conde Adon, cuja mulher, ardentemente, desejava ter um filho. Rombaldo prometeu que o teria e, quando o filho de Adon nasceu, a esposa, escolheu o santo homem para batizá-lo. Liberto, o filho do conde, um dia, brincando perto de um curso de água, resvalou, afundou-se na corrente e morreu afogado. Desolados, o pai e a mão da criança desesperavam-se, quando Rombaldo, aproximando-se do pequeno, que haviam recuperado do rio, ressuscitou-o, restituindo-o aos pais atônitos. Em reconhecimento, o conde anexou à ermida um vasto domínio, onde se fundou um mosteiro. São Rombaldo foi assassinado por dois bandidos, aos quais repreendia, tais os vícios e desmandos, no dia 24 de Junho de 775. Atirado às águas do rio não tardaram descobri-lo. Enterrado na igreja do seu mosteiro, o corpo do santo mártir foi muitíssimo visitado. O mosteiro, que logo, se chamou de São Rombaldo, tornou-se um colegiado, sendo erigido em metrópole, quando o Papa Paulo IV, em 1559, criou o arcebispado de Malines. (Vida dos Santos, Padre Rohrbacher, Volume XI, p. 173-174) Fonte: Santo do Dia – Arautos do Evangelho

Evangelho Do Dia 2018-06-24

Domingo, 24 de Junho de 2018. Santo do dia: Natividade de São João BatistaCor litúrgica: branco Evangelho do dia: São Lucas 1, 57-66.80 Primeira leitura: Isaías 49,1-6Leitura do livro do Profeta Isaías: 1Nações marinhas, ouvi-me, povos distantes, prestai atenção: o Senhor chamou-me antes de eu nascer, desde o ventre de minha mãe ele tinha na mente o meu nome; 2fez de minha palavra uma espada afiada, protegeu-me à sombra de sua mão e fez de mim uma flecha aguçada, escondida em sua aljava, 3e disse-me:’Tu és o meu Servo, Israel, em quem serei glorificado’. 4E eu disse:’Trabalhei em vão, gastei minhas forças sem fruto, inutilmente; entretanto o Senhor me fará justiça e o meu Deus me dará recompensa’. 5E agora diz-me o Senhor – ele que me preparou desde o nascimento para ser seu Servo – que eu recupere Jacó para ele e faça Israel unir-se a ele; aos olhos do Senhor esta é a minha glória. 6Disse ele:’Não basta seres meu Servo para restaurar as tribos de Jacó e reconduzir os remanescentes de Israel: eu te farei luz das nações, para que minha salvação chegue até aos confins da terra’. – Palavra do Senhor – Graças a Deus Salmo 138 (139) – Senhor, vós me sondais e conheceis, sabeis quando me sento ou me levanto; de longe penetrais meus pensamentos; percebeis quando me deito e quando eu ando, os meus caminhos vos são todos conhecidos. R: Eu vos louvo e vos dou graças, ó Senhor, porque de modo admirável me formastes! – Fostes vós que me formastes as entranhas, e no seio de minha mãe vós me tecestes. Eu vos louvo e vos dou graças, ó Senhor, porque de modo admirável me formastes! R: Eu vos louvo e vos dou graças, ó Senhor, porque de modo admirável me formastes! – Até o mais íntimo, Senhor, me conheceis; nem uma sequer de minhas fibras ignoráveis quando eu era modelado ocultamente, era formado nas entranhas subterrâneas. R: Eu vos louvo e vos dou graças, ó Senhor, porque de modo admirável me formastes! Segunda leitura: Atos dos Apóstolos 13,22-26Leitura dos Atos dos Apóstolos: Naqueles dias, Paulo disse: 22Deus fez surgir Davi como rei e assim testemunhou a seu respeito: ‘Encontrei Davi, filho de Jessé, homem segundo o meu coração, que vai fazer em tudo a minha vontade’. 23Conforme prometera, da descendência de Davi Deus fez surgir para Israel um Salvador, que é Jesus. 24Antes que ele chegasse, João pregou um batismo de conversão para todo o povo de Israel. 25Estando para terminar sua missão, João declarou: ‘Eu não sou aquele que pensais que eu seja! Mas vede: depois de mim vem aquele, do qual nem mereço desamarrar as sandálias’. 26Irmãos, descendentes de Abraão, e todos vós que temeis a Deus, a nós foi enviada esta mensagem de salvação. – Palavra do Senhor – Graças a Deus Evangelho de Jesus Cristo segundo São Lucas 1, 57-66.80 – Aleluia, Aleluia, Aleluia.– Serás chamado, ó menino, o profeta do Altíssimo: irás diante do Senhor, preparando-lhe os caminhos (Lc 1,76); Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Lucas: 57Completou-se o tempo da gravidez de Isabel, e ela deu à luz um filho. 58Os vizinhos e parentes ouviram dizer como o Senhor tinha sido misericordioso para com Isabel, e alegraram-se com ela. 59No oitavo dia, foram circuncidar o menino, e queriam dar-lhe o nome de seu pai, Zacarias. 60A mãe porém disse: ‘Não! Ele vai chamar-se João.’ 61Os outros disseram: ‘Não existe nenhum parente teu com esse nome!’ 62Então fizeram sinais ao pai, perguntando como ele queria que o menino se chamasse. 63Zacarias pediu uma tabuinha, e escreveu: ‘João é o seu nome.’ 64No mesmo instante, a boca de Zacarias se abriu, sua língua se soltou, e ele começou a louvar a Deus. 65Todos os vizinhos ficaram com medo, e a notícia espalhou-se por toda a região montanhosa da Judéia. 66E todos os que ouviam a notícia, ficavam pensando: ‘O que virá a ser este menino?’ De fato, a mão do Senhor estava com ele. 80E o menino crescia e se fortalecia em espírito. Ele vivia nos lugares desertos, até o dia em que se apresentou publicamente a Israel. – Palavra da Salvação– Glória a Vós, Senhor Fonte: Evangelho Diário – Arautos do Evangelho

Evangelho Do Dia 2018-06-23

Sábado, 23 de Junho de 2018. Santo do dia: São José Cafasso, presbíteroCor litúrgica: verde Evangelho do dia: São Mateus 6, 24-34 Primeira leitura: Crônicas 24, 17-25Leitura do segundo livro das Crônicas: 17Depois da morte de Joiada, os chefes de Judá vieram prostrar-se diante do rei Joás, que, atraído por suas lisonjas, se deixou levar por eles. 18Os chefes de Judá abandonaram o templo do Senhor, o Deus de seus pais, e prestaram culto a troncos sagrados e a imagens esculpidas, atraindo a ira divina sobre Judá e Jerusalém por causa desse crime. 19O Senhor mandou-lhes profetas para que se convertessem a ele. Porém, por mais que estes protestassem, não lhe queriam dar ouvidos. 20Então o espírito de Deus apoderou-se de Zacarias, filho do sacerdote Joiada, e ele apresentou-se ao povo e disse: ‘Assim fala Deus: Por que transgredis os preceitos do Senhor? Isto não vos será de nenhum proveito. Porque abandonastes o Senhor, ele também vos abandonará’. 21Eles, porém, conspiraram contra Zacarias e mataram-no à pedrada por ordem do rei, no pátio do templo do Senhor. 22O rei Joás não se lembrou do bem que Joiada, pai do profeta, lhe tinha feito, e matou o seu filho. Zacarias, ao morrer, disse: ‘Que o Senhor veja e faça justiça!’ 23Ao cabo de um ano, o exército da Síria marchou contra Joás, invadiu Judá e Jerusalém, massacrou os chefes do povo, e enviou toda a presa de guerra ao rei de Damasco. 24Na verdade, o exército da Síria veio com poucos homens, mas o Senhor entregou nas mãos deles um exército enorme, porque Judá tinha abandonado o Senhor, o Deus de seus pais. Assim, os sírios fizeram justiça contra Joás. 25Quando eles se retiraram, deixando-o gravemente enfermo, seus homens conspiraram contra ele, para vingar o filho do sacerdote Joiada, e mataram-no em seu leito. Ele morreu e foi sepultado na cidade de Davi, mas não no sepulcro dos reis. – Palavra do Senhor – Graças a Deus Salmo 88 (89) – ‘Eu firmei uma Aliança com meu servo, meu eleito, e eu fiz um juramento a Davi, meu servidor: Para sempre, no teu trono, firmarei tua linhagem, de geração em geração garantirei o teu reinado!’ R: Guardarei eternamente para ele a minha graça! – Guardarei eternamente para ele a minha graça e com ele firmarei minha Aliança indissolúvel. Pelos séculos sem fim conservarei sua descendência, e o seu trono, tanto tempo quanto os céus, há de durar’. R: Guardarei eternamente para ele a minha graça! – ‘Se seus filhos, porventura, abandonarem minha lei e deixarem de andar pelos caminhos da Aliança; se, pecando, violarem minhas justas prescrições e se não obedecerem aos meus santos mandamentos: R: Guardarei eternamente para ele a minha graça! – Eu, então, castigarei os seus crimes com a vara, com açoites e flagelos punirei as suas culpas. Mas não hei de retirar-lhes minha graça e meu favor e nem hei de renegar o juramento que lhes fiz. R: Guardarei eternamente para ele a minha graça! Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus 6, 24-34 – Aleluia, Aleluia, Aleluia.– Jesus Cristo, Senhor nosso, embora sendo rico, para nós se tornou pobre, a fim de enriquecer-nos mediante sua probreza (2Cor 8,9); Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus: Naquele tempo, disse Jesus a seus discípulos: 24Ninguém pode servir a dois senhores: pois, ou odiará um e amará o outro, ou será fiel a um e desprezará o outro. Vós não podeis servir a Deus e ao dinheiro. 25Por isso eu vos digo: não vos preocupeis com a vossa vida, com o que havereis de comer ou beber; nem com o vosso corpo, com o que havereis de vestir. Afinal, a vida não vale mais do que o alimento, e o corpo, mais do que a roupa? 26Olhai os pássaros dos céus: eles não semeiam, não colhem, nem ajuntam em armazéns. No entanto, vosso Pai que está nos céus os alimenta. Vós não valeis mais do que os pássaros? 27Quem de vós pode prolongar a duração da própria vida, só pelo fato de se preocupar com isso? 28E por que ficais preocupados com a roupa? Olhai como crescem os lírios do campo: eles não trabalham nem fiam. 29Porém, eu vos digo: nem o rei Salomão, em toda a sua glória, jamais se vestiu como um deles. 30Ora, se Deus veste assim a erva do campo, que hoje existe e amanhã é queimada no forno, não fará ele muito mais por vós, gente de pouca fé? 31Portanto, nóo vos preocupeis, dizendo: O que vamos comer? O que vamos beber? Como vamos nos vestir? 32Os pagãos é que procuram essas coisas. Vosso Pai, que está nos céus, sabe que precisais de tudo isso. 33Pelo contrário, buscai em primeiro lugar o Reino de Deus e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão dadas por acréscimo. 34Portanto, não vos preocupeis com o dia de amanhã, pois o dia de amanhã terá suas preocupações! Para cada dia, bastam seus próprios problemas.’ – Palavra da Salvação– Glória a Vós, Senhor Fonte: Evangelho Diário – Arautos do Evangelho

Santa Maria D Oignies

Nascida em 1177, em Nivelle, Brabante, de uma família riquíssima, as riquezas jamais lhe impressionaram a alma, mesmo na mais tenra idade. Jamais ou raramente, a viram tomar parte nos brinquedos da infância, não pela morosidade do caráter, mas porque desde então a graça divina a atraía para as coisas do céu. Desde a infância, levantava-se de noite, punha-se de joelhos ao pé da cama, e repetia as orações que havia aprendido de cor. A misericórdia e a piedade pareciam ter nascido com ela e nela cresciam com os anos. Criança ainda, quando via passar religiosos cistercienses diante da casa do pai, seguia-os às escondidas, cheia de admiração e, não podendo fazer outra coisa, punha os pés nas suas pegadas. Os pais, como era costume das pessoas do mundo, quiseram adorná-la de vestes preciosas; ela usava-as com tristeza, como se lesse na alma o que os apóstolos São Pedro e São Paulo haviam dito contra os ornamentos femininos. Os pais surpresos, zombavam dela: “Mas que será de nossa filha?” Casaram-na com a idade de quatorze anos a um jovem que muito lhe convinha pela doçura da natureza. Afastada dos pais, seu fervor e austeridades não conheceram limites. Frequentemente, após haver empregado parte da noite no trabalho Manuel e em oração, repousava sobre tábuas que escondia sob o leito. Como não tinha liberdade de dispor do corpo abertamente, servia-se, em segredo, de uma corda rude que trazia sobre a carne. O marido, de nome João, vivia primeiramente com ela como esposa, mas em breve, conquistado por seu exemplo, não a considerava senão irmã e companheira na piedade. Desde então, não somente levou vida casta, mas foi o guardião fiel da castidade da esposa, cuidando do que lhe faltava, a fim de que nada a afastasse da contemplação e dos exercícios de piedade que ocupavam todas as horas de sua vida. Com ela, deu aos pobres o que possuía e juntou-se a ela na oração e em todas as obras da caridade às quais podia tomar parte. De sorte que, quando mais dela se separou corporalmente, renunciando a toda afeição carnal, mais se lhe unia pelos laços de uma sociedade toda espiritual. Não se contentaram em crucificar a carne em tão grande juventude; mas, esquecendo-se de si próprios, aplicaram-se em servir os leprosos na cidade de Nivelle. Os homens do século não tardaram em censurar conduta que lhes parecia surpreendente; e os parentes de um e outra não mais podiam vê-los senão com despeito. Parecia que houvesse tido uma conspiração geral em todo o país para zombar deles e deles fazer o objeto das zombarias públicas. Do mesmo modo que todos os respeitavam quando ricos, assim todos os desprezavam quando voluntariamente se tinham tornado pobres por amor de Jesus Cristo. Consideravam-nos pessoas insignificantes, e quanto mais humildes e pacientes os viam, mais procuravam ultrajá-los com injúrias. Maria, bem como o marido, recebia-as com alegria, no desejo ardente de participar das humilhações que Jesus Cristo havia sofrido na cruz. O princípio de sua conversão perfeita, a causa de seu amor sempre mais fervente por Deus, foi a cruz do Salvador. Um dia, a meditação dos sofrimentos a impressionou com tal compunção, que seu lugar na igreja se encontrou inundado de lágrimas. Depois, ela permaneceu longo tempo sem poder olhar uma imagem da cruz, nem falar ou ouvir falar de Jesus Cristo, sem que caísse em desmaio que ia até o êxtase. Havia recebido de Deus o dom das lágrimas a tal ponto, que não lograva a reter-lhes o curso. A magreza extrema, a que a tinham reduzido os longos jejuns e longas vigílias, não a impedia de derramá-las em abundância. Dizia aos que temiam que estivesse enferma que tais lágrimas eram o seu alimento; que longe de lhe fazerem mal, lhe aliviavam as penas. Quase sempre era a vista do que Cristo havia sofrido pelos pecados dos homens que a faziam derramá-las. Por seu turno, empenhava-se em nada fazer que pudesse obrigá-la a derramá-las por si própria. Vigiava com tanto cuidado a alma e os sentidos, e conservava o coração em tão grande pureza, que seu diretor jamais nela notou palavra indecente, olhar mal regrado, ação um tanto mais livre, nem riso imoderado, nem gesto que não fosse modesto. Quando, à noite, examinava severamente tudo o que havia feito durante o dia, e julgava haver-se excedido na menor coisa, confessava-se imediatamente ao padre, com viva contrição. O amor do Salvador a fazia amar a cruz. Tinha feito a deus o sacrifício dos bens, e fazia perpetuamente o sacrifício do corpo com mortificação contínua. Usava do alimento somente para não morrer; comia uma vez por dia e em pequena quantidade; no verão, na hora das vésperas, no inverno, na primeira hora da noite. Não bebia vinho e não comia carne; seus alimentos mais comuns eram frutas, ervas e legumes; por muito tempo costumava comer um pão negro, tão seco e duro, que lhe magoava a garganta, à medida em que o tomava. Três anos a fio jejuou a pão e água, desde a exaltação da santa cruz até a Páscoa, e isso sem em nada diminuir o trabalho manual. Algumas vezes, durante trinta e cinco dias, repousava afetuosamente com o Senhor, em doce e bem-aventurado silêncio, não tomando qualquer alimento corporal, e não proferindo mais que esta palavra: Quero o corpo de Nosso Senhor Jesus Cristo. Havendo-o recebido, permanecia em silêncio com o Senhor. Nesses dias, sentia o espírito como que separado do corpo, encontrando-se como que num vaso de lama, tal era o seu desprendimento das coisas sensíveis, e arrebatada acima delas. Enfim, após cinco semanas de arrebatamento, para grande espanto de todos, voltava a si, falava aos presentes e tomava alimento. Quanto mais enfraquecia o corpo pelos jejuns, mais o espírito se lhe fortificava na prece. Orava de dia e de noite com assiduidade infatigável; orava sem cessar, ou no silêncio do coração sem emprego da palavra, ou exprimindo pela boca os sentimentos do coração. Mesmo quando fiava ou executava outro

Evangelho Do Dia 2018-06-22

Sexta-feira, 22 de Junho de 2018. Santo do dia: São Paulino de Nola, Bispo; São João Fisher, Bispo, e São Tomás Moro, mártires; São Flávio Clemente, mártirCor litúrgica: verde Evangelho do dia: São Mateus 6, 19-23 Primeira leitura: Reis 11, 1-4.9-18.20Leitura do segundo livro dos Reis: Naqueles dias: 1Quando Atalia, mãe de Ocozias, soube que o filho estava morto, pôs-se a exterminar toda a família real. 2Mas Josaba, filha do rei Jorão e irmã de Ocozias, raptou o filho dele, Joás, do meio dos filhos do rei, que iriam ser massacrados, e colocou-o, com sua ama, no quarto de dormir. Assim, escondeu-o de Atalia e ele não foi morto. 3E ele ficou seis anos com ela, escondido no templo do Senhor, enquanto Atalia reinava no país. 4No sétimo ano, Joiada mandou chamar os centuriões dos quereteus e da escolta, e introduziu-os consigo no templo do Senhor. Fez com eles um contrato, mandou que prestassem juramento no templo do Senhor e mostrou-lhes o filho do rei. 9Os centuriões fizeram tudo o que o sacerdote Joiada lhes tinha ordenado. Cada um reuniu seus homens, tanto os que entravam de serviço no sábado, como os que saíam. Vieram para junto do sacerdote Joiada, 10e este entregou aos centuriões as lanças e os escudos de Davi, que estavam no templo do Senhor. 11Em seguida, os homens da escolta, de armas na mão, tomaram posição a partir do lado direito do templo até ao esquerdo, entre o altar e o templo, em torno do rei. 12Então Joiada apresentou o filho do rei, cingiu-o com o diadema e entregou-lhe o documento da Aliança. E proclamaram-no rei, deram-lhe a unção e, batendo palmas, aclamaram:’Viva o rei!’ 13Ouvindo os gritos do povo, Atália veio em direção da multidão no templo do Senhor. 14Quando viu o rei de pé sobre o estrado, segundo o costume, os chefes e os trombeteiros do rei junto dele, e todo o povo do país exultando de alegria e tocando as trombetas, Atália rasgou suas vestes e bradou: ‘Traição! Traição!’ 15Então o sacerdote Joiada ordenou aos centuriões que comandavam a tropa: ‘Levai-a para fora do recinto do templo e, se alguém a seguir, seja morto à espada’. Pois o sacerdote havia dito: ‘Não seja morta dentro do templo do Senhor’. 16Agarraram-na e levaram-na aos empurrões pelo caminho da porta dos Cavalos até ao palácio, e ali foi morta. 17Em seguida, Joiada fez uma aliança entre o Senhor, o rei e o povo, pela qual este se comprometia a ser o povo do Senhor. Fez também uma aliança entre o rei e o povo. 18Todo o povo do país dirigiu-se depois ao Templo de Baal e demoliu-o. Destruíram totalmente os altares e as imagens e mataram Matã, sacerdote de Baal, diante dos altares. E o sacerdote Joiada pôs guardas na casa do Senhor. 20Todo o povo do país o festejou e a cidade manteve-se calma. – Palavra do Senhor – Graças a Deus Salmo 131 (132) – O Senhor fez a Davi um juramento, uma promessa que jamais renegará: ‘Um herdeiro que é fruto do teu ventre colocarei sobre o trono em teu lugar! R: O Senhor preferiu Jerusalém por sua morada. – Se teus filhos conservarem minha Aliança e os preceitos que lhes dei a conhecer, os filhos deles igualmente hóo de sentar-se eternamente sobre o trono que te dei!’ R: O Senhor preferiu Jerusalém por sua morada. – Pois o Senhor quis para si Jerusalém e a desejou para que fosse sua morada: ‘Eis o lugar do meu repouso para sempre, eu fico aqui: este é o lugar que preferi!’ R: O Senhor preferiu Jerusalém por sua morada. – ‘De Davi farei brotar um forte Herdeiro, acenderei ao meu Ungido uma lâmpada. Cobrirei de confusão seus inimigos, mas sobre ele brilhará minha coroa!’ R: O Senhor preferiu Jerusalém por sua morada. Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus 6, 19-23 – Aleluia, Aleluia, Aleluia.– Felizes os humildes de espírito, porque deles é o reino dos céus (Mt 5,3); Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus: Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 19Não junteis tesouros aqui na terra, onde a traça e a ferrugem destroem, e os ladrões assaltam e roubam. 20Ao contrário, juntai para vós tesouros no céu, onde nem a traça e a ferrugem destroem, nem os ladrões assaltam e roubam. 21Porque, onde está o teu tesouro, aí estará também o teu coração. 22O olho é a lâmpada do corpo. Se o teu olho é sadio, todo o teu corpo ficará iluminado. 23Se o teu olho está doente, todo o teu corpo ficará na escuridão. Ora, se a luz que existe em ti é escuridão, como será grande a escuridão. – Palavra da Salvação– Glória a Vós, Senhor Fonte: Evangelho Diário – Arautos do Evangelho

Evangelho Do Dia 2018-06-22

Sexta-feira, 22 de Junho de 2018. Santo do dia: São Paulino de Nola, Bispo; São João Fisher, Bispo, e São Tomás Moro, mártires; São Flávio Clemente, mártirCor litúrgica: verde Evangelho do dia: São Mateus 6, 19-23 Primeira leitura: Reis 11, 1-4.9-18.20Leitura do segundo livro dos Reis: Naqueles dias: 1Quando Atalia, mãe de Ocozias, soube que o filho estava morto, pôs-se a exterminar toda a família real. 2Mas Josaba, filha do rei Jorão e irmã de Ocozias, raptou o filho dele, Joás, do meio dos filhos do rei, que iriam ser massacrados, e colocou-o, com sua ama, no quarto de dormir. Assim, escondeu-o de Atalia e ele não foi morto. 3E ele ficou seis anos com ela, escondido no templo do Senhor, enquanto Atalia reinava no país. 4No sétimo ano, Joiada mandou chamar os centuriões dos quereteus e da escolta, e introduziu-os consigo no templo do Senhor. Fez com eles um contrato, mandou que prestassem juramento no templo do Senhor e mostrou-lhes o filho do rei. 9Os centuriões fizeram tudo o que o sacerdote Joiada lhes tinha ordenado. Cada um reuniu seus homens, tanto os que entravam de serviço no sábado, como os que saíam. Vieram para junto do sacerdote Joiada, 10e este entregou aos centuriões as lanças e os escudos de Davi, que estavam no templo do Senhor. 11Em seguida, os homens da escolta, de armas na mão, tomaram posição a partir do lado direito do templo até ao esquerdo, entre o altar e o templo, em torno do rei. 12Então Joiada apresentou o filho do rei, cingiu-o com o diadema e entregou-lhe o documento da Aliança. E proclamaram-no rei, deram-lhe a unção e, batendo palmas, aclamaram:’Viva o rei!’ 13Ouvindo os gritos do povo, Atália veio em direção da multidão no templo do Senhor. 14Quando viu o rei de pé sobre o estrado, segundo o costume, os chefes e os trombeteiros do rei junto dele, e todo o povo do país exultando de alegria e tocando as trombetas, Atália rasgou suas vestes e bradou: ‘Traição! Traição!’ 15Então o sacerdote Joiada ordenou aos centuriões que comandavam a tropa: ‘Levai-a para fora do recinto do templo e, se alguém a seguir, seja morto à espada’. Pois o sacerdote havia dito: ‘Não seja morta dentro do templo do Senhor’. 16Agarraram-na e levaram-na aos empurrões pelo caminho da porta dos Cavalos até ao palácio, e ali foi morta. 17Em seguida, Joiada fez uma aliança entre o Senhor, o rei e o povo, pela qual este se comprometia a ser o povo do Senhor. Fez também uma aliança entre o rei e o povo. 18Todo o povo do país dirigiu-se depois ao Templo de Baal e demoliu-o. Destruíram totalmente os altares e as imagens e mataram Matã, sacerdote de Baal, diante dos altares. E o sacerdote Joiada pôs guardas na casa do Senhor. 20Todo o povo do país o festejou e a cidade manteve-se calma. – Palavra do Senhor – Graças a Deus Salmo 131 (132) – O Senhor fez a Davi um juramento, uma promessa que jamais renegará: ‘Um herdeiro que é fruto do teu ventre colocarei sobre o trono em teu lugar! R: O Senhor preferiu Jerusalém por sua morada. – Se teus filhos conservarem minha Aliança e os preceitos que lhes dei a conhecer, os filhos deles igualmente hóo de sentar-se eternamente sobre o trono que te dei!’ R: O Senhor preferiu Jerusalém por sua morada. – Pois o Senhor quis para si Jerusalém e a desejou para que fosse sua morada: ‘Eis o lugar do meu repouso para sempre, eu fico aqui: este é o lugar que preferi!’ R: O Senhor preferiu Jerusalém por sua morada. – ‘De Davi farei brotar um forte Herdeiro, acenderei ao meu Ungido uma lâmpada. Cobrirei de confusão seus inimigos, mas sobre ele brilhará minha coroa!’ R: O Senhor preferiu Jerusalém por sua morada. Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus 6, 19-23 – Aleluia, Aleluia, Aleluia.– Felizes os humildes de espírito, porque deles é o reino dos céus (Mt 5,3); Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus: Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 19Não junteis tesouros aqui na terra, onde a traça e a ferrugem destroem, e os ladrões assaltam e roubam. 20Ao contrário, juntai para vós tesouros no céu, onde nem a traça e a ferrugem destroem, nem os ladrões assaltam e roubam. 21Porque, onde está o teu tesouro, aí estará também o teu coração. 22O olho é a lâmpada do corpo. Se o teu olho é sadio, todo o teu corpo ficará iluminado. 23Se o teu olho está doente, todo o teu corpo ficará na escuridão. Ora, se a luz que existe em ti é escuridão, como será grande a escuridão. – Palavra da Salvação– Glória a Vós, Senhor Fonte: Evangelho Diário – Arautos do Evangelho

Evangelho Do Dia 2018-06-22

Sexta-feira, 22 de Junho de 2018. Santo do dia: São Paulino de Nola, Bispo; São João Fisher, Bispo, e São Tomás Moro, mártires; São Flávio Clemente, mártirCor litúrgica: verde Evangelho do dia: São Mateus 6, 19-23 Primeira leitura: Reis 11, 1-4.9-18.20Leitura do segundo livro dos Reis: Naqueles dias: 1Quando Atalia, mãe de Ocozias, soube que o filho estava morto, pôs-se a exterminar toda a família real. 2Mas Josaba, filha do rei Jorão e irmã de Ocozias, raptou o filho dele, Joás, do meio dos filhos do rei, que iriam ser massacrados, e colocou-o, com sua ama, no quarto de dormir. Assim, escondeu-o de Atalia e ele não foi morto. 3E ele ficou seis anos com ela, escondido no templo do Senhor, enquanto Atalia reinava no país. 4No sétimo ano, Joiada mandou chamar os centuriões dos quereteus e da escolta, e introduziu-os consigo no templo do Senhor. Fez com eles um contrato, mandou que prestassem juramento no templo do Senhor e mostrou-lhes o filho do rei. 9Os centuriões fizeram tudo o que o sacerdote Joiada lhes tinha ordenado. Cada um reuniu seus homens, tanto os que entravam de serviço no sábado, como os que saíam. Vieram para junto do sacerdote Joiada, 10e este entregou aos centuriões as lanças e os escudos de Davi, que estavam no templo do Senhor. 11Em seguida, os homens da escolta, de armas na mão, tomaram posição a partir do lado direito do templo até ao esquerdo, entre o altar e o templo, em torno do rei. 12Então Joiada apresentou o filho do rei, cingiu-o com o diadema e entregou-lhe o documento da Aliança. E proclamaram-no rei, deram-lhe a unção e, batendo palmas, aclamaram:’Viva o rei!’ 13Ouvindo os gritos do povo, Atália veio em direção da multidão no templo do Senhor. 14Quando viu o rei de pé sobre o estrado, segundo o costume, os chefes e os trombeteiros do rei junto dele, e todo o povo do país exultando de alegria e tocando as trombetas, Atália rasgou suas vestes e bradou: ‘Traição! Traição!’ 15Então o sacerdote Joiada ordenou aos centuriões que comandavam a tropa: ‘Levai-a para fora do recinto do templo e, se alguém a seguir, seja morto à espada’. Pois o sacerdote havia dito: ‘Não seja morta dentro do templo do Senhor’. 16Agarraram-na e levaram-na aos empurrões pelo caminho da porta dos Cavalos até ao palácio, e ali foi morta. 17Em seguida, Joiada fez uma aliança entre o Senhor, o rei e o povo, pela qual este se comprometia a ser o povo do Senhor. Fez também uma aliança entre o rei e o povo. 18Todo o povo do país dirigiu-se depois ao Templo de Baal e demoliu-o. Destruíram totalmente os altares e as imagens e mataram Matã, sacerdote de Baal, diante dos altares. E o sacerdote Joiada pôs guardas na casa do Senhor. 20Todo o povo do país o festejou e a cidade manteve-se calma. – Palavra do Senhor – Graças a Deus Salmo 131 (132) – O Senhor fez a Davi um juramento, uma promessa que jamais renegará: ‘Um herdeiro que é fruto do teu ventre colocarei sobre o trono em teu lugar! R: O Senhor preferiu Jerusalém por sua morada. – Se teus filhos conservarem minha Aliança e os preceitos que lhes dei a conhecer, os filhos deles igualmente hóo de sentar-se eternamente sobre o trono que te dei!’ R: O Senhor preferiu Jerusalém por sua morada. – Pois o Senhor quis para si Jerusalém e a desejou para que fosse sua morada: ‘Eis o lugar do meu repouso para sempre, eu fico aqui: este é o lugar que preferi!’ R: O Senhor preferiu Jerusalém por sua morada. – ‘De Davi farei brotar um forte Herdeiro, acenderei ao meu Ungido uma lâmpada. Cobrirei de confusão seus inimigos, mas sobre ele brilhará minha coroa!’ R: O Senhor preferiu Jerusalém por sua morada. Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus 6, 19-23 – Aleluia, Aleluia, Aleluia.– Felizes os humildes de espírito, porque deles é o reino dos céus (Mt 5,3); Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus: Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 19Não junteis tesouros aqui na terra, onde a traça e a ferrugem destroem, e os ladrões assaltam e roubam. 20Ao contrário, juntai para vós tesouros no céu, onde nem a traça e a ferrugem destroem, nem os ladrões assaltam e roubam. 21Porque, onde está o teu tesouro, aí estará também o teu coração. 22O olho é a lâmpada do corpo. Se o teu olho é sadio, todo o teu corpo ficará iluminado. 23Se o teu olho está doente, todo o teu corpo ficará na escuridão. Ora, se a luz que existe em ti é escuridão, como será grande a escuridão. – Palavra da Salvação– Glória a Vós, Senhor Fonte: Evangelho Diário – Arautos do Evangelho