Evangelho Do Dia 2018-06-22

Sexta-feira, 22 de Junho de 2018. Santo do dia: São Paulino de Nola, Bispo; São João Fisher, Bispo, e São Tomás Moro, mártires; São Flávio Clemente, mártirCor litúrgica: verde Evangelho do dia: São Mateus 6, 19-23 Primeira leitura: Reis 11, 1-4.9-18.20Leitura do segundo livro dos Reis: Naqueles dias: 1Quando Atalia, mãe de Ocozias, soube que o filho estava morto, pôs-se a exterminar toda a família real. 2Mas Josaba, filha do rei Jorão e irmã de Ocozias, raptou o filho dele, Joás, do meio dos filhos do rei, que iriam ser massacrados, e colocou-o, com sua ama, no quarto de dormir. Assim, escondeu-o de Atalia e ele não foi morto. 3E ele ficou seis anos com ela, escondido no templo do Senhor, enquanto Atalia reinava no país. 4No sétimo ano, Joiada mandou chamar os centuriões dos quereteus e da escolta, e introduziu-os consigo no templo do Senhor. Fez com eles um contrato, mandou que prestassem juramento no templo do Senhor e mostrou-lhes o filho do rei. 9Os centuriões fizeram tudo o que o sacerdote Joiada lhes tinha ordenado. Cada um reuniu seus homens, tanto os que entravam de serviço no sábado, como os que saíam. Vieram para junto do sacerdote Joiada, 10e este entregou aos centuriões as lanças e os escudos de Davi, que estavam no templo do Senhor. 11Em seguida, os homens da escolta, de armas na mão, tomaram posição a partir do lado direito do templo até ao esquerdo, entre o altar e o templo, em torno do rei. 12Então Joiada apresentou o filho do rei, cingiu-o com o diadema e entregou-lhe o documento da Aliança. E proclamaram-no rei, deram-lhe a unção e, batendo palmas, aclamaram:’Viva o rei!’ 13Ouvindo os gritos do povo, Atália veio em direção da multidão no templo do Senhor. 14Quando viu o rei de pé sobre o estrado, segundo o costume, os chefes e os trombeteiros do rei junto dele, e todo o povo do país exultando de alegria e tocando as trombetas, Atália rasgou suas vestes e bradou: ‘Traição! Traição!’ 15Então o sacerdote Joiada ordenou aos centuriões que comandavam a tropa: ‘Levai-a para fora do recinto do templo e, se alguém a seguir, seja morto à espada’. Pois o sacerdote havia dito: ‘Não seja morta dentro do templo do Senhor’. 16Agarraram-na e levaram-na aos empurrões pelo caminho da porta dos Cavalos até ao palácio, e ali foi morta. 17Em seguida, Joiada fez uma aliança entre o Senhor, o rei e o povo, pela qual este se comprometia a ser o povo do Senhor. Fez também uma aliança entre o rei e o povo. 18Todo o povo do país dirigiu-se depois ao Templo de Baal e demoliu-o. Destruíram totalmente os altares e as imagens e mataram Matã, sacerdote de Baal, diante dos altares. E o sacerdote Joiada pôs guardas na casa do Senhor. 20Todo o povo do país o festejou e a cidade manteve-se calma. – Palavra do Senhor – Graças a Deus Salmo 131 (132) – O Senhor fez a Davi um juramento, uma promessa que jamais renegará: ‘Um herdeiro que é fruto do teu ventre colocarei sobre o trono em teu lugar! R: O Senhor preferiu Jerusalém por sua morada. – Se teus filhos conservarem minha Aliança e os preceitos que lhes dei a conhecer, os filhos deles igualmente hóo de sentar-se eternamente sobre o trono que te dei!’ R: O Senhor preferiu Jerusalém por sua morada. – Pois o Senhor quis para si Jerusalém e a desejou para que fosse sua morada: ‘Eis o lugar do meu repouso para sempre, eu fico aqui: este é o lugar que preferi!’ R: O Senhor preferiu Jerusalém por sua morada. – ‘De Davi farei brotar um forte Herdeiro, acenderei ao meu Ungido uma lâmpada. Cobrirei de confusão seus inimigos, mas sobre ele brilhará minha coroa!’ R: O Senhor preferiu Jerusalém por sua morada. Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus 6, 19-23 – Aleluia, Aleluia, Aleluia.– Felizes os humildes de espírito, porque deles é o reino dos céus (Mt 5,3); Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus: Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 19Não junteis tesouros aqui na terra, onde a traça e a ferrugem destroem, e os ladrões assaltam e roubam. 20Ao contrário, juntai para vós tesouros no céu, onde nem a traça e a ferrugem destroem, nem os ladrões assaltam e roubam. 21Porque, onde está o teu tesouro, aí estará também o teu coração. 22O olho é a lâmpada do corpo. Se o teu olho é sadio, todo o teu corpo ficará iluminado. 23Se o teu olho está doente, todo o teu corpo ficará na escuridão. Ora, se a luz que existe em ti é escuridão, como será grande a escuridão. – Palavra da Salvação– Glória a Vós, Senhor Fonte: Evangelho Diário – Arautos do Evangelho
Evangelho Do Dia 2018-06-22

Sexta-feira, 22 de Junho de 2018. Santo do dia: São Paulino de Nola, Bispo; São João Fisher, Bispo, e São Tomás Moro, mártires; São Flávio Clemente, mártirCor litúrgica: verde Evangelho do dia: São Mateus 6, 19-23 Primeira leitura: Reis 11, 1-4.9-18.20Leitura do segundo livro dos Reis: Naqueles dias: 1Quando Atalia, mãe de Ocozias, soube que o filho estava morto, pôs-se a exterminar toda a família real. 2Mas Josaba, filha do rei Jorão e irmã de Ocozias, raptou o filho dele, Joás, do meio dos filhos do rei, que iriam ser massacrados, e colocou-o, com sua ama, no quarto de dormir. Assim, escondeu-o de Atalia e ele não foi morto. 3E ele ficou seis anos com ela, escondido no templo do Senhor, enquanto Atalia reinava no país. 4No sétimo ano, Joiada mandou chamar os centuriões dos quereteus e da escolta, e introduziu-os consigo no templo do Senhor. Fez com eles um contrato, mandou que prestassem juramento no templo do Senhor e mostrou-lhes o filho do rei. 9Os centuriões fizeram tudo o que o sacerdote Joiada lhes tinha ordenado. Cada um reuniu seus homens, tanto os que entravam de serviço no sábado, como os que saíam. Vieram para junto do sacerdote Joiada, 10e este entregou aos centuriões as lanças e os escudos de Davi, que estavam no templo do Senhor. 11Em seguida, os homens da escolta, de armas na mão, tomaram posição a partir do lado direito do templo até ao esquerdo, entre o altar e o templo, em torno do rei. 12Então Joiada apresentou o filho do rei, cingiu-o com o diadema e entregou-lhe o documento da Aliança. E proclamaram-no rei, deram-lhe a unção e, batendo palmas, aclamaram:’Viva o rei!’ 13Ouvindo os gritos do povo, Atália veio em direção da multidão no templo do Senhor. 14Quando viu o rei de pé sobre o estrado, segundo o costume, os chefes e os trombeteiros do rei junto dele, e todo o povo do país exultando de alegria e tocando as trombetas, Atália rasgou suas vestes e bradou: ‘Traição! Traição!’ 15Então o sacerdote Joiada ordenou aos centuriões que comandavam a tropa: ‘Levai-a para fora do recinto do templo e, se alguém a seguir, seja morto à espada’. Pois o sacerdote havia dito: ‘Não seja morta dentro do templo do Senhor’. 16Agarraram-na e levaram-na aos empurrões pelo caminho da porta dos Cavalos até ao palácio, e ali foi morta. 17Em seguida, Joiada fez uma aliança entre o Senhor, o rei e o povo, pela qual este se comprometia a ser o povo do Senhor. Fez também uma aliança entre o rei e o povo. 18Todo o povo do país dirigiu-se depois ao Templo de Baal e demoliu-o. Destruíram totalmente os altares e as imagens e mataram Matã, sacerdote de Baal, diante dos altares. E o sacerdote Joiada pôs guardas na casa do Senhor. 20Todo o povo do país o festejou e a cidade manteve-se calma. – Palavra do Senhor – Graças a Deus Salmo 131 (132) – O Senhor fez a Davi um juramento, uma promessa que jamais renegará: ‘Um herdeiro que é fruto do teu ventre colocarei sobre o trono em teu lugar! R: O Senhor preferiu Jerusalém por sua morada. – Se teus filhos conservarem minha Aliança e os preceitos que lhes dei a conhecer, os filhos deles igualmente hóo de sentar-se eternamente sobre o trono que te dei!’ R: O Senhor preferiu Jerusalém por sua morada. – Pois o Senhor quis para si Jerusalém e a desejou para que fosse sua morada: ‘Eis o lugar do meu repouso para sempre, eu fico aqui: este é o lugar que preferi!’ R: O Senhor preferiu Jerusalém por sua morada. – ‘De Davi farei brotar um forte Herdeiro, acenderei ao meu Ungido uma lâmpada. Cobrirei de confusão seus inimigos, mas sobre ele brilhará minha coroa!’ R: O Senhor preferiu Jerusalém por sua morada. Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus 6, 19-23 – Aleluia, Aleluia, Aleluia.– Felizes os humildes de espírito, porque deles é o reino dos céus (Mt 5,3); Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus: Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 19Não junteis tesouros aqui na terra, onde a traça e a ferrugem destroem, e os ladrões assaltam e roubam. 20Ao contrário, juntai para vós tesouros no céu, onde nem a traça e a ferrugem destroem, nem os ladrões assaltam e roubam. 21Porque, onde está o teu tesouro, aí estará também o teu coração. 22O olho é a lâmpada do corpo. Se o teu olho é sadio, todo o teu corpo ficará iluminado. 23Se o teu olho está doente, todo o teu corpo ficará na escuridão. Ora, se a luz que existe em ti é escuridão, como será grande a escuridão. – Palavra da Salvação– Glória a Vós, Senhor Fonte: Evangelho Diário – Arautos do Evangelho
São Paulino, Bispo De Nola

Santo Agostinho não era ainda mais que sacerdote, quando recebeu uma carta encantadora de suavidade, elegância, amizade e louvores, da parte de ilustre senador e cônsul romano, que, com a mulher, acabava de abraçar a vida monástica. A carta estava acompanhada de um pão bento, em sinal de união. No cabeçalho estava escrito: Ao Senhor Agostinho, irmão unânime e venerável, Paulino e Teresa, pecadores. Tratava-se de São Paulino, nascido em Bordéus, em 353. Contava uma longa lista de senadores na família, tanto do lado paterno como do lado materno. Seu pai, Pôncio Paulino, era prefeito do pretório nas Gálias, e primeiro magistrado do império do Oriente. A esta nobre nascença Paulino ajuntava um espírito elevado e penetrante, um gênio rico e fecundo, uma facilidade maravilhosa de exprimir-se. Cultivou tais predicados desde a infância, por um estudo assíduo dos diferentes ramos da literatura. Teve por mestre de eloqüência e de poesia o célebre Ausono, que foi cônsul em 379. Foi elevado, conquanto jovem aindam às mais altas dignidades, e declarado cônsul antes de Ausono, seu mestre. Desposou uma espanhola chamada Tereásia ou Teresa, que lhe trouxe vultuosos bens, que era sobretudo distinta pelo mérito pessoal e pela piedade. Fez grande número de amigos na Itália, na Espanha e nas Gálias, onde havia exercido durante o espaço de quinze anos os seus raros talentos e a maravilhosa capacidade para administração dos negócios, tanto públicos como particulares. Mas a morte de um irmão, as revoluções políticas que se seguiram ao assassínio do imperador Graciano, e mais ainda os entretenimentos que teve com Santo Ambrósio de Milão, com São Martinho de Tours, com São Victrício de Touen, com o Santo Delfim de Bordéus, da mão do qual recebeu o batismo pelo ano de 380, deram-lhe gosto pelo retiro e inspiraram nele o desejo sincero de levar uma vida mais cristã. Enfim, encorajado pela mulher, retiraram-se ambos para uma pequena propriedade que tinham na Espanha e ocuparam-se unicamente de sua santificação, desde o ano de 390 até 394. Foi lá que perderam o filho único que Deus lhes havia dado. Enterraram-no em Alcala, junto dos santos mártires Justo e Pastor. Desde esse tempo obrigaram-se, com sentimento mútuo, a viver em continência perpétua. Em breve, Paulino mudou o hábito, a fim de anunciar ao mundo a resolução de abandonar o senado, os pais, os bens, e ir sepultar-se num mosteiro ou no deserto. Os bens deviam ser consideráveis, pois Ausono testemunhou o pesar que sentia de ver partilhar entre cem pessoas diferentes os reinos de Paulino, seu pai. O santo vendeu todas as possessões e distribuiu o preço entre os infelizes. Abriu os celeiros e paióis a todos os necessitados. Não contente com aliviar os pobres da vizinhança, chamou-os de todas as partes para nutri-los e vesti-los. Resgatou uma infinidade de cativos e de pobres devedores reduzidos à escravidão por não terem o que pagar. Vendeu igualmente os bens da mulher, que não aspirava com menos fervor à prática da pobreza voluntária. Tal ação foi louvada e admirada por todos os santos que se viam então na Igreja. Mas asa pessoas do mundo tachavam-na de loucura. Paulino foi abandonado por todos, mesmo pelos parentes e escravos, que recusavam prestar-lhe os serviços mais comuns da humanidade. Ausono, seu mestre, que era cristão, mas apenas o suficiente para não ser pagão, queixou-se da transformação, por várias cartas em verso. O santo respondeu-lhe por diversos pequenos poemas transudando urbanidade delicada, onde lhe assegura que a sua conversão a Deus não fazia senão tornar mais íntima a antiga amizade. Todavia, em meio a essa censura geral, viu dois de seus mais ilustres amigos seguirem-lhe o exemplo. O primeiro foi Sulpício; o segundo Santo Aper, vulgarmente Santo Evre, que foi bispo de Toul. O propósito de Paulino, renunciando ao mundo era ir passar os dias num ermo próximo de Nola, na Campanha, e servir Jesus Cristo na tumba de São Félix, ser o porteiro da igreja, varrer o pavimento todas as manhãs, vigiar à noite para guardá-la, e terminar a vida no trabalho. Mas o povo de Barcelona, edificado com a pureza de seus costumes, apoderou-se dele no Natal de 393, e pediu com insistente calor que se tornasse sacerdote. Ele defendeu-se como lhe foi possível, e não consentiu na ordenação senão com a condição de que seria livre de ir para onde quisesse. Era contrário às regras da Igreja; mas se passava por vezes por cima delas. Após a Páscoa do ano seguinte, 394 abandonou a Espanha para ir à Itália. Em Milão vivia Santo Ambrósio, que o recebeu com muitas honras e o agregou ao seu clero. Continuando a viagem, foi até Roma, onde melhor o recebeu o povo do que o clero. Alguns eclesiásticos e o Papa não queriam relações com ele. Paulino cedeu à inveja e retirou-se; mas escrevendo a seu amigo Sulpício Severo, não pode deixar de queixar-se. Talvez o Papa, que tinha muito zelo pela observância das regras da Igreja, não achava bom que, contrariando tais regras, Paulino houvesse sido ordenado sacerdote sendo neófito leigo, e sem estar unido a uma igreja particular. Seja o que for, Paulino apressou-se em deixar Roma para dirigir-se a Nola, onde tinha escolhido o retiro junto da tumba de São Félix, que ficava a alguns passos da cidade. Haviam construído uma igreja sobre a sepultura; ao pé da igreja havia uma construção muito longa de dois andares com uma galeria dividida em celas, das quais Paulino se servia para receber eclesiásticos que iam visitá-lo. Do outro lado havia um alojamento para pessoas do mundo, e também um pequeno jardim. Muitas pessoas piedosas tinham-se unido a ele, que formou então uma sociedade chamada companhia de monges. Todos se sujeitavam a uma regra, e praticavam diversas austeridades. Cada dia Paulino rendia a São Félix toda a honra de era capaz; mas tentava ultrapassar-se no dia de sua festa. Todos os anos lhe celebrava os louvores com um poema, que chamava de tributo de sua homenagem voluntária. Temos ainda hoje quinze
São Luís Gonzaga, Religioso

Filho primogênito de um príncipe da Itália, mas educado santamente, foi batizado apenas nascido, de maneira que pareceu mas ter nascido no céu, do que na terra. Essa primeira graça, guardou-a tão constantemente que se acreditou tivesse sido confirmado. Desde o primeiro uso da razão, ofereceu-se a Deus, e levou uma vida cada vez mais santa. Com nove anos, estando em Florença, diante do altar da santa Virgem, que honra sempre como sua mãe, fez o voto de castidade perpétua; e, por uma graça especial de Deus, conservou-a sem necessidade de defender-se contra qualquer tentação do espírito ou do corpo. Quanto às outras perturbações da alma, reprimiu-as tão fortemente desde a primeira idade, que não se ressentiu nem de seus primeiros movimentos. Guardava tão bem os sentidos em particular o da vista, que não olhava jamais para o rosto da princesa Maria da Áustria, a quem saudava quase todos os dias durante vários anos, como pajem do príncipe da Espanha; não olhava jamais fixamente a própria mãe. Chamaram-no com justeza homem sem carne ou anjo encarnado. À guarda dos sentidos, ajuntava as mortificações corporais. Jejuava três vezes por semana, o mais frequentemente a pão é água. Pode-se mesmo dizer que seu jejum era perpétuo, não passando o alimento de uma onça. Frequentemente, castigava-se até o sangue três vezes por dia, com cordas e correntes; algumas vezes substituía as cordas por grossas correias e o cilício por esporas de cavaleiros. Tinha um leito macio, mas tornou-o duro colocando pedaços de madeira, e isso também com o fito de acordá-lo mais cedo para orar: porque empregava grande parte da noite na contemplação das coisas celestes, vestido somente com uma camisa, de joelhos sobre o pavimento ou prostrado de fraqueza. De dia, ali permanecia três, quatro e cinco horas imóvel. O preço dessa constância foi tal estabilidade de espírito na oração que não se afastava jamais de Deus, permanecendo como que em perpétuo êxtase. Para unir-se a Deus somente, após haver obtido a permissão de seu pai, em seguida a três anos de solicitações, transmitiu ao irmão direito ao principado da família e entrou, em Roma, na sociedade de Jesus, à qual uma voz celeste o havia chamado desde Madri. No noviciado, revelou-se modelo de todas as virtudes. Observava com escrupulosa pontualidade as menores regras, mostrava grande desprezo do mundo e ódio de si mesmo. Mas um amor tão ardente, que o próprio corpo nele se consumia insensivelmente. Tendo recebido ordem para distrair um pouco o espírito das coisas divinas, fazia vãos esforços para evitar Deus que se apresentava a ele de toda parte. Abrasado de maravilhosa caridade para com o próximo, servia com amor nos hospitais e contraiu uma moléstia contagiosa. Consumindo-se lentamente, emigrou ao céu, no dia em havia predito, 21 de Junho de 1591, com a idade de 24 anos começados, após ter pedido para receber, pela última vez, a disciplina e morrer estendido sobre uma tábua. Bento XIII canonizou-o e deu-o à juventude cristã por patrono e modelo de inocência e castidade. Sua mãe vivia ainda quando foi beatificado, em 1621, e pode invocá-lo sobre os altares. Feliz mãe! (Vida dos Santos, Padre Rohrbacher, Volume XI, p. 83 à 85) Fonte: Santo do Dia – Arautos do Evangelho
São Luís Gonzaga, Religioso

Filho primogênito de um príncipe da Itália, mas educado santamente, foi batizado apenas nascido, de maneira que pareceu mas ter nascido no céu, do que na terra. Essa primeira graça, guardou-a tão constantemente que se acreditou tivesse sido confirmado. Desde o primeiro uso da razão, ofereceu-se a Deus, e levou uma vida cada vez mais santa. Com nove anos, estando em Florença, diante do altar da santa Virgem, que honra sempre como sua mãe, fez o voto de castidade perpétua; e, por uma graça especial de Deus, conservou-a sem necessidade de defender-se contra qualquer tentação do espírito ou do corpo. Quanto às outras perturbações da alma, reprimiu-as tão fortemente desde a primeira idade, que não se ressentiu nem de seus primeiros movimentos. Guardava tão bem os sentidos em particular o da vista, que não olhava jamais para o rosto da princesa Maria da Áustria, a quem saudava quase todos os dias durante vários anos, como pajem do príncipe da Espanha; não olhava jamais fixamente a própria mãe. Chamaram-no com justeza homem sem carne ou anjo encarnado. À guarda dos sentidos, ajuntava as mortificações corporais. Jejuava três vezes por semana, o mais frequentemente a pão é água. Pode-se mesmo dizer que seu jejum era perpétuo, não passando o alimento de uma onça. Frequentemente, castigava-se até o sangue três vezes por dia, com cordas e correntes; algumas vezes substituía as cordas por grossas correias e o cilício por esporas de cavaleiros. Tinha um leito macio, mas tornou-o duro colocando pedaços de madeira, e isso também com o fito de acordá-lo mais cedo para orar: porque empregava grande parte da noite na contemplação das coisas celestes, vestido somente com uma camisa, de joelhos sobre o pavimento ou prostrado de fraqueza. De dia, ali permanecia três, quatro e cinco horas imóvel. O preço dessa constância foi tal estabilidade de espírito na oração que não se afastava jamais de Deus, permanecendo como que em perpétuo êxtase. Para unir-se a Deus somente, após haver obtido a permissão de seu pai, em seguida a três anos de solicitações, transmitiu ao irmão direito ao principado da família e entrou, em Roma, na sociedade de Jesus, à qual uma voz celeste o havia chamado desde Madri. No noviciado, revelou-se modelo de todas as virtudes. Observava com escrupulosa pontualidade as menores regras, mostrava grande desprezo do mundo e ódio de si mesmo. Mas um amor tão ardente, que o próprio corpo nele se consumia insensivelmente. Tendo recebido ordem para distrair um pouco o espírito das coisas divinas, fazia vãos esforços para evitar Deus que se apresentava a ele de toda parte. Abrasado de maravilhosa caridade para com o próximo, servia com amor nos hospitais e contraiu uma moléstia contagiosa. Consumindo-se lentamente, emigrou ao céu, no dia em havia predito, 21 de Junho de 1591, com a idade de 24 anos começados, após ter pedido para receber, pela última vez, a disciplina e morrer estendido sobre uma tábua. Bento XIII canonizou-o e deu-o à juventude cristã por patrono e modelo de inocência e castidade. Sua mãe vivia ainda quando foi beatificado, em 1621, e pode invocá-lo sobre os altares. Feliz mãe! (Vida dos Santos, Padre Rohrbacher, Volume XI, p. 83 à 85) Fonte: Santo do Dia – Arautos do Evangelho
São Luís Gonzaga, Religioso

Filho primogênito de um príncipe da Itália, mas educado santamente, foi batizado apenas nascido, de maneira que pareceu mas ter nascido no céu, do que na terra. Essa primeira graça, guardou-a tão constantemente que se acreditou tivesse sido confirmado. Desde o primeiro uso da razão, ofereceu-se a Deus, e levou uma vida cada vez mais santa. Com nove anos, estando em Florença, diante do altar da santa Virgem, que honra sempre como sua mãe, fez o voto de castidade perpétua; e, por uma graça especial de Deus, conservou-a sem necessidade de defender-se contra qualquer tentação do espírito ou do corpo. Quanto às outras perturbações da alma, reprimiu-as tão fortemente desde a primeira idade, que não se ressentiu nem de seus primeiros movimentos. Guardava tão bem os sentidos em particular o da vista, que não olhava jamais para o rosto da princesa Maria da Áustria, a quem saudava quase todos os dias durante vários anos, como pajem do príncipe da Espanha; não olhava jamais fixamente a própria mãe. Chamaram-no com justeza homem sem carne ou anjo encarnado. À guarda dos sentidos, ajuntava as mortificações corporais. Jejuava três vezes por semana, o mais frequentemente a pão é água. Pode-se mesmo dizer que seu jejum era perpétuo, não passando o alimento de uma onça. Frequentemente, castigava-se até o sangue três vezes por dia, com cordas e correntes; algumas vezes substituía as cordas por grossas correias e o cilício por esporas de cavaleiros. Tinha um leito macio, mas tornou-o duro colocando pedaços de madeira, e isso também com o fito de acordá-lo mais cedo para orar: porque empregava grande parte da noite na contemplação das coisas celestes, vestido somente com uma camisa, de joelhos sobre o pavimento ou prostrado de fraqueza. De dia, ali permanecia três, quatro e cinco horas imóvel. O preço dessa constância foi tal estabilidade de espírito na oração que não se afastava jamais de Deus, permanecendo como que em perpétuo êxtase. Para unir-se a Deus somente, após haver obtido a permissão de seu pai, em seguida a três anos de solicitações, transmitiu ao irmão direito ao principado da família e entrou, em Roma, na sociedade de Jesus, à qual uma voz celeste o havia chamado desde Madri. No noviciado, revelou-se modelo de todas as virtudes. Observava com escrupulosa pontualidade as menores regras, mostrava grande desprezo do mundo e ódio de si mesmo. Mas um amor tão ardente, que o próprio corpo nele se consumia insensivelmente. Tendo recebido ordem para distrair um pouco o espírito das coisas divinas, fazia vãos esforços para evitar Deus que se apresentava a ele de toda parte. Abrasado de maravilhosa caridade para com o próximo, servia com amor nos hospitais e contraiu uma moléstia contagiosa. Consumindo-se lentamente, emigrou ao céu, no dia em havia predito, 21 de Junho de 1591, com a idade de 24 anos começados, após ter pedido para receber, pela última vez, a disciplina e morrer estendido sobre uma tábua. Bento XIII canonizou-o e deu-o à juventude cristã por patrono e modelo de inocência e castidade. Sua mãe vivia ainda quando foi beatificado, em 1621, e pode invocá-lo sobre os altares. Feliz mãe! (Vida dos Santos, Padre Rohrbacher, Volume XI, p. 83 à 85) Fonte: Santo do Dia – Arautos do Evangelho
São Luís Gonzaga, Religioso

Filho primogênito de um príncipe da Itália, mas educado santamente, foi batizado apenas nascido, de maneira que pareceu mas ter nascido no céu, do que na terra. Essa primeira graça, guardou-a tão constantemente que se acreditou tivesse sido confirmado. Desde o primeiro uso da razão, ofereceu-se a Deus, e levou uma vida cada vez mais santa. Com nove anos, estando em Florença, diante do altar da santa Virgem, que honra sempre como sua mãe, fez o voto de castidade perpétua; e, por uma graça especial de Deus, conservou-a sem necessidade de defender-se contra qualquer tentação do espírito ou do corpo. Quanto às outras perturbações da alma, reprimiu-as tão fortemente desde a primeira idade, que não se ressentiu nem de seus primeiros movimentos. Guardava tão bem os sentidos em particular o da vista, que não olhava jamais para o rosto da princesa Maria da Áustria, a quem saudava quase todos os dias durante vários anos, como pajem do príncipe da Espanha; não olhava jamais fixamente a própria mãe. Chamaram-no com justeza homem sem carne ou anjo encarnado. À guarda dos sentidos, ajuntava as mortificações corporais. Jejuava três vezes por semana, o mais frequentemente a pão é água. Pode-se mesmo dizer que seu jejum era perpétuo, não passando o alimento de uma onça. Frequentemente, castigava-se até o sangue três vezes por dia, com cordas e correntes; algumas vezes substituía as cordas por grossas correias e o cilício por esporas de cavaleiros. Tinha um leito macio, mas tornou-o duro colocando pedaços de madeira, e isso também com o fito de acordá-lo mais cedo para orar: porque empregava grande parte da noite na contemplação das coisas celestes, vestido somente com uma camisa, de joelhos sobre o pavimento ou prostrado de fraqueza. De dia, ali permanecia três, quatro e cinco horas imóvel. O preço dessa constância foi tal estabilidade de espírito na oração que não se afastava jamais de Deus, permanecendo como que em perpétuo êxtase. Para unir-se a Deus somente, após haver obtido a permissão de seu pai, em seguida a três anos de solicitações, transmitiu ao irmão direito ao principado da família e entrou, em Roma, na sociedade de Jesus, à qual uma voz celeste o havia chamado desde Madri. No noviciado, revelou-se modelo de todas as virtudes. Observava com escrupulosa pontualidade as menores regras, mostrava grande desprezo do mundo e ódio de si mesmo. Mas um amor tão ardente, que o próprio corpo nele se consumia insensivelmente. Tendo recebido ordem para distrair um pouco o espírito das coisas divinas, fazia vãos esforços para evitar Deus que se apresentava a ele de toda parte. Abrasado de maravilhosa caridade para com o próximo, servia com amor nos hospitais e contraiu uma moléstia contagiosa. Consumindo-se lentamente, emigrou ao céu, no dia em havia predito, 21 de Junho de 1591, com a idade de 24 anos começados, após ter pedido para receber, pela última vez, a disciplina e morrer estendido sobre uma tábua. Bento XIII canonizou-o e deu-o à juventude cristã por patrono e modelo de inocência e castidade. Sua mãe vivia ainda quando foi beatificado, em 1621, e pode invocá-lo sobre os altares. Feliz mãe! (Vida dos Santos, Padre Rohrbacher, Volume XI, p. 83 à 85) Fonte: Santo do Dia – Arautos do Evangelho
Evangelho Do Dia 2018-06-21

Quinta-feira, 21 de Junho de 2018. Santo do dia: São Luís Gonzaga, religioso; São João Rigby, mártirCor litúrgica: branco Evangelho do dia: São Mateus 6, 7-15 Primeira leitura: Eclesiástico 48, 1-15Leitura do livro do Eclesiástico: 1O profeta Elias surgiu como um fogo, e sua palavra queimava como uma tocha. 2Fez vir a fome sobre eles e, no seu zelo, reduziu-os a pouca gente. 3Pela palavra do Senhor fechou o céu e de lá fez cair fogo por três vezes. 4Ó Elias, como te tornaste glorioso por teus prodígios! Quem poderia gloriar-se de ser semelhante a ti? 5Tu, que levantaste um homem da morte e dos abismos, pela palavra do Senhor; 6tu, que precipitaste reis na ruína e fizeste cair do leito homens ilustres; 7tu, que ouvistes censuras no Sinai e decretos de vingança no Horeb. 8Tu ungiste reis, para tirar vingança, e profetas, para te sucederem; 9tu foste arrebatado num turbilhão de fogo, um carro de cavalos também de fogo, 10tu, nas ameaças para os tempos futuros, foste designado para acalmar a ira do Senhor antes do furor, para reconduzir o coração do pai ao filho, e restabelecer as tribos de Jacó. 11Felizes os que te viram, e os que adormeceram na tua amizade! 12Nós também, com certeza, viveremos; mas, após a morte, não será tal o nosso nome. 13Apenas Elias foi envolvido no turbilhão, Eliseu ficou repleto do seu espírito. Durante a vida não temeu príncipe algum, e ninguém o superou em poder. 14Nada havia acima de suas forças, e, até já morto, seu corpo profetizou. 15Durante a vida realizou prodígios e, mesmo na morte, suas obras foram maravilhosas. – Palavra do Senhor – Graças a Deus Salmo 96 (97) – Deus é Rei! Exulte a terra de alegria, e as ilhas numerosas rejubilem! Treva e nuvem o rodeiam no seu trono, que se apóia na justiça e no direito. R: Ó justos, alegrai-vos no Senhor! – Vai um fogo caminhando à sua frente e devora ao redor seus inimigos. Seus relâmpagos clareiam toda a terra; toda a terra ao contemplá-los estremece. R: Ó justos, alegrai-vos no Senhor! – As montanhas se derretem como cera ante a face do Senhor de toda a terra; e assim proclama o céu sua justiça, todos os povos podem ver a sua glória. R: Ó justos, alegrai-vos no Senhor! – ‘Os que adoram as estátuas se envergonhem e os que põem a sua glória nos seus ídolos; aos pés de Deus vêm se prostrar todos os deuses!’ R: Ó justos, alegrai-vos no Senhor! Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus 6,7-15 – Aleluia, aleluia, aleluia.– Recebestes um espírito de adoração, no qual clamamos Aba! Pai! (Rm 8,15); Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus: Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 7Quando orardes, não useis muitas palavras, como fazem os pagãos. Eles pensam que serão ouvidos por força das muitas palavras. 8Não sejais como eles, pois vosso Pai sabe do que precisais, muito antes que vós o peçais. 9Vós deveis rezar assim: Pai Nosso que estás nos céus, santificado seja o teu nome; 10venha o teu Reino; seja feita a tua vontade, assim na terra como nos céus. 11O pão nosso de cada dia dá-nos hoje. 12Perdoa as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido. 13E não nos deixes cair em tentação, mas livra-nos do mal. 14De fato, se vós perdoardes aos homens as faltas que eles cometeram, vosso Pai que está nos céus também vos perdoará. 15Mas, se vós não perdoardes aos homens, vosso Pai também não perdoará as faltas que vós cometestes. – Palavra da Salvação– Glória a Vós, Senhor Fonte: Evangelho Diário – Arautos do Evangelho
Evangelho Do Dia 2018-06-21

Quinta-feira, 21 de Junho de 2018. Santo do dia: São Luís Gonzaga, religioso; São João Rigby, mártirCor litúrgica: branco Evangelho do dia: São Mateus 6, 7-15 Primeira leitura: Eclesiástico 48, 1-15Leitura do livro do Eclesiástico: 1O profeta Elias surgiu como um fogo, e sua palavra queimava como uma tocha. 2Fez vir a fome sobre eles e, no seu zelo, reduziu-os a pouca gente. 3Pela palavra do Senhor fechou o céu e de lá fez cair fogo por três vezes. 4Ó Elias, como te tornaste glorioso por teus prodígios! Quem poderia gloriar-se de ser semelhante a ti? 5Tu, que levantaste um homem da morte e dos abismos, pela palavra do Senhor; 6tu, que precipitaste reis na ruína e fizeste cair do leito homens ilustres; 7tu, que ouvistes censuras no Sinai e decretos de vingança no Horeb. 8Tu ungiste reis, para tirar vingança, e profetas, para te sucederem; 9tu foste arrebatado num turbilhão de fogo, um carro de cavalos também de fogo, 10tu, nas ameaças para os tempos futuros, foste designado para acalmar a ira do Senhor antes do furor, para reconduzir o coração do pai ao filho, e restabelecer as tribos de Jacó. 11Felizes os que te viram, e os que adormeceram na tua amizade! 12Nós também, com certeza, viveremos; mas, após a morte, não será tal o nosso nome. 13Apenas Elias foi envolvido no turbilhão, Eliseu ficou repleto do seu espírito. Durante a vida não temeu príncipe algum, e ninguém o superou em poder. 14Nada havia acima de suas forças, e, até já morto, seu corpo profetizou. 15Durante a vida realizou prodígios e, mesmo na morte, suas obras foram maravilhosas. – Palavra do Senhor – Graças a Deus Salmo 96 (97) – Deus é Rei! Exulte a terra de alegria, e as ilhas numerosas rejubilem! Treva e nuvem o rodeiam no seu trono, que se apóia na justiça e no direito. R: Ó justos, alegrai-vos no Senhor! – Vai um fogo caminhando à sua frente e devora ao redor seus inimigos. Seus relâmpagos clareiam toda a terra; toda a terra ao contemplá-los estremece. R: Ó justos, alegrai-vos no Senhor! – As montanhas se derretem como cera ante a face do Senhor de toda a terra; e assim proclama o céu sua justiça, todos os povos podem ver a sua glória. R: Ó justos, alegrai-vos no Senhor! – ‘Os que adoram as estátuas se envergonhem e os que põem a sua glória nos seus ídolos; aos pés de Deus vêm se prostrar todos os deuses!’ R: Ó justos, alegrai-vos no Senhor! Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus 6,7-15 – Aleluia, aleluia, aleluia.– Recebestes um espírito de adoração, no qual clamamos Aba! Pai! (Rm 8,15); Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus: Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 7Quando orardes, não useis muitas palavras, como fazem os pagãos. Eles pensam que serão ouvidos por força das muitas palavras. 8Não sejais como eles, pois vosso Pai sabe do que precisais, muito antes que vós o peçais. 9Vós deveis rezar assim: Pai Nosso que estás nos céus, santificado seja o teu nome; 10venha o teu Reino; seja feita a tua vontade, assim na terra como nos céus. 11O pão nosso de cada dia dá-nos hoje. 12Perdoa as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido. 13E não nos deixes cair em tentação, mas livra-nos do mal. 14De fato, se vós perdoardes aos homens as faltas que eles cometeram, vosso Pai que está nos céus também vos perdoará. 15Mas, se vós não perdoardes aos homens, vosso Pai também não perdoará as faltas que vós cometestes. – Palavra da Salvação– Glória a Vós, Senhor Fonte: Evangelho Diário – Arautos do Evangelho
Evangelho Do Dia 2018-06-20

Quarta-feira, 20 de Junho de 2018. Santo do dia: Beata Margarida Ebner, virgemCor litúrgica: verde Evangelho do dia: São Mateus 6, 1-6.16-18 Primeira leitura: Reis 2, 1.6-14Leitura do segundo livro dos Reis: 1Quando o Senhor quis arrebatar Elias ao céu, num redemoinho, Elias e Eliseu partiram de Guilgal. 6Tendo chegado a Jericó, Elias disse a Eliseu: ‘Permanece aqui, porque o Senhor me mandou até ao Jordão’. E ele respondeu: ‘Pela vida do Senhor e pela tua eu não te deixarei’. E partiram os dois juntos. 7Então, cinqüenta dos filhos dos profetas os seguiram, e ficaram parados, à parte, a certa distância, enquanto eles dois chegaram à beira do Jordão. 8Elias tomou então o seu manto, enrolou-o e bateu com ele nas águas, que se dividiram para os dois lados, de modo que ambos passaram a pé enxuto. 9Depois que passaram, Elias disse a Eliseu: ‘Pede o que queres que eu te faça antes de ser arrebatado da tua presença’. Eliseu disse: ‘Que me seja dada uma dupla porção do teu espírito’. 10Elias respondeu:’Tu pedes uma coisa muito difícil. Se me vires quando me arrebatarem da tua presença, isso te será concedido; caso contrário, isso não te será dado’. 11E aconteceu que, enquanto andavam e conversavam, um carro de fogo e cavalos de fogo os separaram um do outro, e Elias subiu ao céu num redemoinho. 12Eliseu o via e gritava: ‘Meu pai, meu pai, carro de Israel e seu condutor!’ Depois, não o viu mais. E, tomando as vestes dele, rasgou-as em duas. 13Em seguida, apanhou o manto que Elias tinha deixado cair e, voltando sobre seus passos, estacou à margem do Jordão. 14Tomou então o manto de Elias e bateu com ele nas águas dizendo: ‘Onde está agora o Deus de Elias?’ E bateu nas águas, que se dividiram, para os dois lados, e Eliseu atravessou o rio. – Palavra do Senhor – Graças a Deus Salmo 30 (31) – Como é grande, ó Senhor, vossa bondade, que reservastes para aqueles que vos temem! Para aqueles que em vós se refugiam, mostrando, assim, o vosso amor perante os homens. R: Fortalecei os corações, vós que ao Senhor vos confiais! – Na proteção de vossa face os defendeis bem longe das intrigas dos mortais. No interior de vossa tenda os escondeis, protegendo-os contra as línguas maldizentes. R: Fortalecei os corações, vós que ao Senhor vos confiais! – Amai o Senhor Deus, seus santos todos, ele guarda com carinho seus fiéis, mas pune os orgulhosos com rigor. R: Fortalecei os corações, vós que ao Senhor vos confiais! Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus 6, 1-6.16-18 – Aleluia, Aleluia, Aleluia.– Quem me ama realmente guardará minha Palavra, e meu Pai o amará, e a ele nós viremos (Jo 14,23); Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus: Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 1‘Ficai atentos para não praticar a vossa justiça na frente dos homens, só para serdes vistos por eles. Caso contrário, não recebereis a recompensa do vosso Pai que está nos céus. 2Por isso, quando deres esmola, não toques a trombeta diante de ti, como fazem os hipócritas nas sinagogas e nas ruas, para serem elogiados pelos homens. Em verdade vos digo: eles já receberam a sua recompensa. 3Ao contrário, quando deres esmola, que a tua mão esquerda nóo saiba o que faz a tua mão direita, 4de modo que, a tua esmola fique oculta. E o teu Pai, que vê o que está oculto, te dará a recompensa. 5Quando orardes, não sejais como os hipócritas, que gostam de rezar em pé, nas sinagogas e nas esquinas das praças, para serem vistos pelos homens. Em verdade vos digo: eles já receberam a sua recompensa. 6Ao contrário, quando tu orares, entra no teu quarto, fecha a porta, e reza ao teu Pai que está oculto. E o teu Pai, que vê o que está escondido, te dará a recompensa. 16Quando jejuardes, não fiqueis com o rosto triste como os hipócritas. Eles desfiguram o rosto, para que os homens vejam que estão jejuando. Em verdade vos digo: Eles já receberam a sua recompensa. 17Tu, porém, quando jejuares, perfuma a cabeça e lava o rosto, 18para que os homens não vejam que tu estás jejuando, mas somente teu Pai, que está oculto. E o teu Pai, que vê o que está escondido, te dará a recompensa. – Palavra da Salvação– Glória a Vós, Senhor Fonte: Evangelho Diário – Arautos do Evangelho